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	<title>Equipe Baruel Baby</title>
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	<title>Equipe Baruel Baby</title>
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		<title>Como acertar no shampoo e condicionador do bebê</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-acertar-no-shampoo-e-condicionador-do-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banho]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as prateleiras cheias de opções e novas linhas infantis surgindo o tempo todo, escolher o melhor shampoo e condicionador para o bebê pode ser uma tarefa mais difícil do que parece ser. No entanto, para além do cheirinho gostoso e das embalagens coloridas, é preciso prestar atenção na composição para evitar riscos à saúde.<a href="https://www.baruel.com.br/como-acertar-no-shampoo-e-condicionador-do-bebe/">Continue reading <span class="sr-only">"Como acertar no shampoo e condicionador do bebê"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as prateleiras cheias de opções e novas linhas infantis surgindo o tempo todo, escolher o melhor shampoo e condicionador para o bebê pode ser uma tarefa mais difícil do que parece ser. No entanto, <strong>para além do cheirinho gostoso e das embalagens coloridas, é preciso prestar atenção na composição para evitar riscos à saúde.</strong></p>
<p>O pediatra Henrique Albuquerque, da plataforma de consultas INKI, explica que <strong>os recém-nascidos têm a pele até 30% mais fina que a do adulto, ou seja, é mais permeável e absorve substâncias químicas com maior facilidade.</strong> Por isso, a primeira atenção deve estar nos componentes presentes no rótulo do produto.</p>
<p>“A recomendação é priorizar fórmulas com pH fisiológico entre 4,5 e 6,0, que ajudam a preservar o chamado ‘manto ácido’ da pele do bebê. Essa camada de proteção é fundamental, porque a barreira cutânea ainda imatura torna a região mais suscetível a irritações e alergias”, orienta o especialista.</p>
<h2>Fórmulas suaves são mais seguras</h2>
<p>Além do pH adequado, o <strong>médico recomenda verificar se o produto é hipoalergênico, testado oftalmologicamente e livre de substâncias potencialmente irritantes.</strong> Entre os componentes que merecem atenção estão sulfatos agressivos, parabenos, corantes artificiais e fragrâncias intensas, capazes de desencadear irritações no couro cabeludo e até nos olhos.</p>
<p>Ainda segundo Henrique Albuquerque, não há necessidade clínica de lavar o cabelo do bebê diariamente, exceto em situações específicas, como suor excessivo, regurgitação ou manejo da crosta láctea. No geral, <strong>duas a três vezes por semana são suficientes</strong>.</p>
<p>A frequência de lavagem também influencia na escolha da formulação. <strong>Quanto maior for a regularidade, mais necessário será optar por shampoos com composição extremamente suave, sem agentes de limpeza agressivos</strong>. Aliás, basta usar uma pequena quantidade, equivalente ao tamanho de uma moeda, para limpar bem.</p>
<h2>Diferenças do shampoo infantil</h2>
<p>Para Elizabeth Borgo, doutora em Ciências Farmacêuticas da Ecosmetics, formulações infantis têm características específicas que as tornam mais adequadas para a pele das crianças. <strong>Compostos químicos mais suaves são um exemplo disso, pois seu potencial irritante é menor e conseguem respeitar a sensibilidade do couro cabeludo.</strong></p>
<p>“Esses produtos também costumam conter menos fragrâncias, corantes e ativos cosméticos quando comparados aos convencionais, priorizando segurança e tolerabilidade. Em muitos shampoos infantis, o pH neutro em torno de 7,0 é adotado para reduzir a irritação nos olhos durante o banho”, completa a profissional.</p>
<p>Ela ainda aconselha ficar de olho em termos como ‘<strong>hipoalergênico</strong>’ e ‘<strong>dermatologicamente testado</strong>’. Tais menções indicam que o produto foi desenvolvido para reduzir o risco de alergias e passou por testes de tolerância na pele. Mesmo assim, vale lembrar que cada ser humaninho pode responder de forma diferente aos ingredientes.</p>
<h2>Rotina simples é a melhor escolha</h2>
<p>Como dica de ouro, os especialistas reforçam que menos é mais e que, no caso de bebês, o básico bem feito funciona muito bem. Por isso, eles recomendam evitar o uso de muitos produtos na rotina capilar infantil, já que a exposição a múltiplas fórmulas aumenta o risco de alergias, irritações e ressecamentos.</p>
<p>Outras orientações incluem:</p>
<ul>
<li>ler os rótulos;</li>
<li>escolher opções adequadas à faixa etária;</li>
<li>evitar fórmulas com substâncias mais irritantes;</li>
<li>priorizar escolhas seguras;</li>
<li>preferir produtos com menos componentes;</li>
<li>lavar o cabelo do bebê apenas no final do banho para manter o calor.</li>
</ul>
<p>O pediatra Henrique Albuquerque acrescenta que o uso de condicionador nem sempre é necessário nos primeiros meses de vida. “Em geral, passa a ser útil apenas quando o cabelo se torna mais longo ou tende a embaraçar, sendo aplicado em pequena quantidade e apenas no comprimento dos fios”, ensina.</p>
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		<title>Filho doente: como adaptar a rotina sem culpa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/filho-doente-como-adaptar-a-rotina-sem-culpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma criança adoece, a rotina da casa costuma se reorganizar automaticamente. Horários mudam, tarefas são redistribuídas e as prioridades passam a girar em torno do cuidado. Nesses momentos, o ideal é não se cobrar, mas focar no restabelecimento do filho e ajustar aquilo que é possível no dia a dia. Na casa da estrategista<a href="https://www.baruel.com.br/filho-doente-como-adaptar-a-rotina-sem-culpa/">Continue reading <span class="sr-only">"Filho doente: como adaptar a rotina sem culpa"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando uma criança adoece, a rotina da casa costuma se reorganizar automaticamente.</strong> Horários mudam, tarefas são redistribuídas e as prioridades passam a girar em torno do cuidado. Nesses momentos, o ideal é não se cobrar, mas <strong>focar no restabelecimento do filho e ajustar aquilo que é possível no dia a dia</strong>.</p>
<p>Na casa da estrategista digital Luana Rosário, mãe de duas crianças pequenas, a rotina costuma ser bastante organizada quando todos estão saudáveis. Acordam cedo, tomam café juntos e, após deixar os filhos na escola integral, os pais seguem para o trabalho. A família se reencontra à noite para o jantar, o banho e a leitura.</p>
<p>“Mas se uma das crianças fica doente, muda tudo. Às vezes, precisamos pedir ajuda para minha mãe ou minha sogra durante o dia e, quando chegamos em casa, ainda temos remédio, inalação e até ida ao hospital. É uma bagunça!”, conta a mãe.</p>
<h2>Cuidado com a culpa</h2>
<p>Segundo a psicóloga Thamiris Camargo, da Clínica Revitalis, quando uma criança adoece, <strong>os pais entram em um estado emocional de alerta bastante primitivo</strong>. Mesmo doenças leves podem despertar <strong>medo, culpa e sensação de impotência</strong>.</p>
<p>“Até quadros simples causam pensamentos como ‘será que demorei para perceber?’ ou ‘poderia ter evitado?’. Esse movimento é natural e protetivo, mas o problema surge quando o estado de alerta não desacelera”, observa a especialista em saúde mental.</p>
<p><strong>Se a tensão permanecer por muito tempo, o clima emocional da casa pode se tornar mais pesado</strong>. A criança pequena talvez não compreenda exatamente o que está acontecendo com seu corpo, mas percebe o tom da voz dos adultos, a pressa e a preocupação no ambiente.</p>
<h2>A casa entra em modo cuidado</h2>
<p>Do ponto de vista psicológico, a doença reorganiza a dinâmica da família porque todos passam a operar em torno da proteção de quem adoeceu. Entre as mudanças mais comuns (e totalmente compreensíveis) nesses períodos estão:</p>
<ul>
<li>flexibilização de horários;</li>
<li>redistribuição das tarefas da casa;</li>
<li>irmãos recebendo menos atenção por alguns dias;</li>
<li>maior presença dos pais ou cuidadores.</li>
</ul>
<p>“Essa reorganização comunica algo importante para a criança: naquele momento, o foco é protegê-la. Porém, o risco aparece quando a casa continua girando em torno da fragilidade mesmo depois da melhora”, pondera a psicóloga Thamiris Camargo.</p>
<p>Ou seja, é importante reavaliar as prioridades nesses dias, mas existe um limite saudável até mesmo para a preocupação e as mudanças na rotina. Embora seja fundamental adotar todos os cuidados recomendados, também é necessário retomar a rotina aos poucos, devolvendo à criança a sensação de normalidade e estabilidade.</p>
<h2>Como conduzir com mais segurança</h2>
<p>Pequenos rituais de cuidado ajudam a criança a se sentir segura durante os dias de doença. Gestos simples, repetidos com calma, criam previsibilidade e ajudam a organizar emocionalmente o momento mais delicado.</p>
<p>Nesse sentido, a profissional destaca:</p>
<ul>
<li>administrar o remédio com calma;</li>
<li>oferecer <strong>mais colo e presença</strong>;</li>
<li><strong>manter pequenos rituais</strong>, como leitura antes de dormir;</li>
<li><strong>flexibilizar algumas regras</strong> temporariamente.</li>
</ul>
<p>A mãe Luana Rosário conta que prefere retomar a rotina rapidamente quando os filhos estão melhores. “Assim que retornam para a escola, tudo volta ao normal, mesmo que ainda tenha algum remédio ou retorno no médico”, compartilha.</p>
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		<title>Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-comportamento-do-filho-muda-fora-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes dependendo do ambiente em que estão. Em casa, costumam se sentir mais seguras e previsíveis, enquanto em espaços externos, como escola, festas ou encontros sociais, podem se manifestar de maneiras que surpreendem os pais. A pergunta é: como agir nesses casos? Segundo a psicóloga Priscila Evangelista, isso acontece<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-comportamento-do-filho-muda-fora-de-casa/">Continue reading <span class="sr-only">"Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes dependendo do ambiente em que estão</strong>. Em casa, costumam se sentir mais seguras e previsíveis, enquanto em espaços externos, como escola, festas ou encontros sociais, <strong>podem se manifestar de maneiras que surpreendem os pais</strong>. A pergunta é: como agir nesses casos?</p>
<p>Segundo a psicóloga Priscila Evangelista, isso acontece porque todos <strong>nós desempenhamos papéis sociais distintos conforme o contexto.</strong> Assim como um adulto não se comporta da mesma forma em casa, no trabalho ou com amigos, a criança aprende gradualmente a se adaptar ao ambiente em que está.</p>
<p>“Ela ainda está <strong>aprendendo a lidar com esses papéis sociais</strong>. Por isso, apresentar comportamentos diferentes em cada espaço é algo muito comum e faz parte do processo de desenvolvimento e socialização”, explica a especialista em saúde da família.</p>
<h2>Desafios dentro e fora de casa</h2>
<p><strong>Ficar excessivamente tímido, agressivo ou desobediente em ambientes externos pode ter relação com os desafios que a criança enfrenta fora do espaço familiar.</strong> Novas regras, pessoas desconhecidas e situações sociais diferentes exigem uma organização emocional que ainda está em construção durante a infância.</p>
<p>Priscila também considera o contexto que o pequeno está vivendo naquele momento para justificar comportamentos mais “primitivos”, como gritar ou se opor, sendo uma forma de defesa. “Ele pode estar lidando com a separação dos pais, desafios sociais ou simplesmente algo que ainda não sabe como administrar emocionalmente”, observa.</p>
<p><strong>A própria adaptação a novos ambientes influencia diretamente essas reações.</strong> Como a criança está aprendendo a organizar internamente suas emoções e interações sociais, é natural que mudanças de comportamento apareçam enquanto ela se ajusta ao novo local.</p>
<h2>Quando o comportamento pede atenção</h2>
<p>Na maioria das vezes, <strong>mudar fora de casa não é motivo de preocupação</strong>. No entanto, também é importante observar o tempo e a intensidade dessas mudanças, já que comportamentos persistentes sem construção de novos vínculos podem indicar que a criança está enfrentando mais dificuldade para se adaptar do que o esperado.</p>
<p>A especialista explica que o alerta surge quando há prejuízo claro no funcionamento da criança. Assim, alguns sinais merecem a atenção dos pais e cuidadores:</p>
<ul>
<li>Ficar excessivamente quieta ou retraída.</li>
<li>Deixar de socializar com amigos ou parentes com quem antes interagia.</li>
<li>Perder o interesse por brincadeiras de que costumava gostar.</li>
<li>Evitar sair do quarto ou participar de atividades sociais.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante é evitar comparações com outras crianças. Isso porque o paralelo a coloca em um lugar de desvalorização e não ajuda no desenvolvimento emocional, intensificando sentimentos de inferioridade e falta de pertencimento.</p>
<h2>Como os pais podem agir</h2>
<p><strong>A reação dos adultos é uma peça essencial nessas situações.</strong> De acordo com a psicóloga Priscila Evangelista, o primeiro passo é <strong>oferecer acolhimento em vez de responder à tensão com ainda mais tensão, além de conversar com a criança antes de chegar a um lugar novo, antecipando o que pode acontecer e reduzindo sua insegurança</strong>.</p>
<p>“Se a criança grita ou se joga no chão, não adianta gritar de volta. É preciso acolher a emoção que está sendo expressa ali, mostrar que está tudo bem sentir aquilo e ajudar a encontrar uma forma de resolver a situação”, orienta a profissional. Depois que ela estiver mais calma, falem sobre o ocorrido e como funcionam ambientes diferentes.</p>
<p>Por último, vale lembrar que, <strong>quando há segurança emocional, é mais fácil enfrentar os desafios e construir vínculos em novos espaços</strong>. Além disso, o processo envolve ajudar o pequeno a perceber que outras pessoas podem se tornar essa referência segura, como professores e cuidadores.</p>
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		<title>Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/cancao-de-ninar-ou-ruido-branco-o-que-e-melhor-para-o-bebe-dormir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rotinas e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Sono e Soneca]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[canção de ninar]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[ruído branco]]></category>
		<category><![CDATA[sono das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[sono de bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na tentativa de ajudar o bebê a dormir melhor, muitos pais recorrem a recursos sonoros que prometem acalmar e facilitar o adormecer. Entre os mais conhecidos estão as canções de ninar e o chamado ruído branco. Mas qual dessas estratégias funciona melhor? Spoiler: depende da criança. Ambas as opções costumam ajudar no relaxamento dos nenês,<a href="https://www.baruel.com.br/cancao-de-ninar-ou-ruido-branco-o-que-e-melhor-para-o-bebe-dormir/">Continue reading <span class="sr-only">"Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na tentativa de ajudar o bebê a dormir melhor, muitos pais recorrem a <strong>recursos sonoros que prometem acalmar e facilitar o adormecer</strong>. Entre os mais conhecidos estão as <strong>canções de ninar e o chamado ruído branco</strong>. Mas qual dessas estratégias funciona melhor? Spoiler: depende da criança.</p>
<p><strong>Ambas as opções costumam ajudar no relaxamento dos nenês</strong>, conforme afirma a pediatra Ana Maria Melo, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas. No entanto, o efeito não é igual para todos. Essa resposta depende sobretudo das características e da sensibilidade de cada um.</p>
<p>“Há bebês que se acalmam com o ruído branco, principalmente nos primeiros meses de vida, quando o som pode lembrar o ambiente auditivo do útero materno. Mas também existem aqueles que não se adaptam”, pondera a médica.</p>
<h2>Como o ruído atua no cérebro do bebê</h2>
<p><strong>Ruído branco</strong> é aquele som constante, que reúne diversas frequências audíveis ao mesmo tempo. Exemplos comuns incluem o barulho da chuva, das ondas do mar ou de aparelhos que o reproduzem continuamente.</p>
<p>Segundo Ana Maria, esse padrão sonoro <strong>cria um ambiente auditivo uniforme, capaz de bloquear ruídos externos que poderiam distrair ou despertar o bebê.</strong> Essa sensação de conforto costuma favorecer o relaxamento e o sono.</p>
<p>Além disso, o <strong>ruído branco tem impacto sobre o córtex cerebral</strong>, região responsável pela percepção e pelo processamento de estímulos. Ao mascarar sons externos, o barulhinho pode reduzir distrações e ajudar o bebê a manter o foco no descanso.</p>
<h2>Músicas também são eficientes</h2>
<p><strong>As famosas canções de ninar têm um papel importante não apenas no relaxamento, como na construção de vínculos afetivos.</strong> Isso porque o contato do bebê com sons e vozes começa desde a gestação e continua sendo relevante.</p>
<p>A especialista Ana Maria Melo explica que <strong>a audição começa a se desenvolver ainda no útero e o pequenino não só percebe sons do ambiente, mas também reconhece a voz dos próprios pais nos últimos meses da gravidez.</strong></p>
<p><strong>“Uma melodia suave, calma e relaxante pode ser adicionada à rotina do sono e proporcionar sensações agradáveis para o bebê, além de favorecer o vínculo com o cuidador”</strong>, diz a profissional.</p>
<p>Por outro lado, o silêncio não deve ser descartado, especialmente quando há costume com ambientes mais tranquilos.</p>
<h2>Cuidados na rotina de sono</h2>
<p>Embora esses recursos possam ajudar no relaxamento, o uso precisa ser equilibrado e com bastante responsabilidade. <strong>O volume deve ser moderado e não ultrapassar cerca de 50 decibéis, que é o limite considerado seguro para os bebês.</strong></p>
<p>Ainda é importante evitar que o pequenino se torne dependente sempre do mesmo estímulo sonoro para conseguir dormir, ou seja, é melhor variar as opções ao longo do dia. Entre as orientações que podem ajudar nesse processo estão:</p>
<ul>
<li>Manter o <strong>volume dos sons em níveis baixos</strong>.</li>
<li>Usar ruído branco ou música apenas como <strong>apoio ao relaxamento</strong>.</li>
<li><strong>Variar os estímulos</strong> auditivos durante o dia.</li>
<li><strong>Evitar exposição sonora contínua,</strong> por longos períodos.</li>
<li>Prestar atenção a como o filho reage aos diferentes sons.</li>
</ul>
<p>“Cada bebê é único e precisa ser observado em suas necessidades e preferências. Nem todos se adaptam ao ruído branco ou à música, e isso faz parte do processo de desenvolvimento”, reforça Ana Maria Melo.</p>
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		<item>
		<title>Mala da maternidade cedo demais: organização ou ansiedade?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/mala-da-maternidade-cedo-demais-organizacao-ou-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chegada do Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Mala da Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[preparativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na reta final da gravidez, preparar a mala da maternidade costuma ser um marco simbólico. É quando a espera ganha forma concreta, com roupinhas dobradas e listas conferidas. Mas, quando essa mala fica pronta cedo demais, vale se perguntar o que esse gesto pode estar dizendo. A psicóloga Anastacia Brum explica que a mala vai<a href="https://www.baruel.com.br/mala-da-maternidade-cedo-demais-organizacao-ou-ansiedade/">Continue reading <span class="sr-only">"Mala da maternidade cedo demais: organização ou ansiedade?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na reta final da gravidez, <strong>preparar a mala da maternidade costuma ser um marco simbólico</strong>. É quando a espera ganha forma concreta, com roupinhas dobradas e listas conferidas. Mas, <strong>quando essa mala fica pronta cedo demais, vale se perguntar o que esse gesto pode estar dizendo.</strong></p>
<p>A psicóloga Anastacia Brum explica que a mala vai muito além da função prática. Ela representa uma <strong>travessia silenciosa, marcando a passagem da mulher para a maternidade e organizando</strong>, junto aos itens do bebê, sentimentos e expectativas.</p>
<p>“Ao dobrar cada roupinha, muitas gestantes tentam, de forma inconsciente, organizar também as próprias inseguranças. É nesse momento que o bebê idealizado começa a se transformar no bebê real”, avalia.</p>
<h2>Planejamento X medo</h2>
<p><strong>Preparar a mala com antecedência não significa, necessariamente, ansiedade.</strong> Quando a tarefa acontece de forma tranquila, como parte do planejamento, tende a ser apenas organização mesmo.</p>
<p><strong>O sinal de alerta só aparece quando a mala passa a funcionar como uma tentativa de aliviar um medo constante.</strong> Nesse caso, alguns pensamentos costumam surgir durante o processo:</p>
<ul>
<li>E se o bebê nascer antes do previsto?</li>
<li>E se algo importante for esquecido?</li>
<li>E se eu não souber o que fazer?</li>
<li>E se algo sair do controle?</li>
</ul>
<p>No fundo, <strong>a mala pode ser uma forma concreta de tentar responder a uma pergunta mais profunda da gestante: será que vou dar conta? J</strong>unto da expectativa e da alegria, po<strong>de surgir também uma sensação de despedida da vida anterior, da autonomia e do controle que já não serão os mesmos.</strong></p>
<h2>Quando a preparação gera tensão</h2>
<p>“Existe, sim, uma relação entre a mala pronta cedo demais e o medo de perder o controle. O parto é, por natureza, imprevisível e, mesmo com planejamento, há aspectos que fogem ao domínio da mãe”, aponta a psicóloga Anastacia Brum.</p>
<p>Assim, <strong>se tudo é preparado muito antes e revisado repetidamente, pode indicar uma tentativa de organizar o que está à mão para compensar a sensação interna de incerteza.</strong> Diante disso, cabe um alerta: se gera sofrimento, não é algo saudável.</p>
<p>Para identificar se é hora de buscar ajuda psicológica para lidar com a ansiedade, a orientação da profissional é observar alguns sinais de alerta, como:</p>
<ul>
<li>pensamentos sobre o parto que ocupam grande parte do dia;</li>
<li>dificuldade para dormir por preocupação;</li>
<li>irritabilidade frequente;</li>
<li>necessidade constante de confirmação de que tudo está certo;</li>
<li>sensação permanente de urgência;</li>
<li>crises de choro constantes;</li>
<li>pensamentos catastróficos persistentes;</li>
<li>taquicardia ou falta de ar recorrente;</li>
<li>histórico prévio de ansiedade ou depressão.</li>
</ul>
<h2>Expectativa sem sobrecarga</h2>
<p>Segundo Anastacia, <strong>é importante validar as emoções da mãe sem deixar que os sentimentos dominem. I</strong>sso porque o medo não precisa desaparecer para dar lugar à sensação de ser capaz, uma vez que eles podem coexistir.</p>
<p>Algumas estratégias simples podem ajudar a gestante a viver esse momento com mais equilíbrio:</p>
<ul>
<li>Limitar o tempo de pesquisa sobre parto e possíveis complicações.</li>
<li>Definir uma data para preparar a mala e evitar mexer no que foi separado.</li>
<li>Conversar abertamente sobre medos reais com o obstetra.</li>
<li>Praticar respiração consciente e prestar atenção ao corpo.</li>
</ul>
<p>“A mala pronta cedo demais não fala apenas do parto, mas da história dessa mulher. Pode refletir perdas anteriores, tentativas frustradas ou uma necessidade antiga de controle como forma de se sentir segura. <strong>Compreender essas camadas ajuda a atravessar essa fase com mais consciência e menos julgamento</strong>”, conclui a psicóloga.</p>
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		<title>Amiga não deixa o filho fazer nada sozinho: devo opinar?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/amiga-nao-deixa-o-filho-fazer-nada-sozinho-devo-opinar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento e Autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Observar a forma como outras famílias cuidam de seus filhos nem sempre é simples. Em alguns casos, pode até levar a uma preocupação genuína com o desenvolvimento do bebê. Com isso, surge o dilema: vale a pena dar um toque na mãe sobre a importância da autonomia infantil ou é melhor respeitar as escolhas dela?<a href="https://www.baruel.com.br/amiga-nao-deixa-o-filho-fazer-nada-sozinho-devo-opinar/">Continue reading <span class="sr-only">"Amiga não deixa o filho fazer nada sozinho: devo opinar?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Observar a forma como outras famílias cuidam de seus filhos nem sempre é simples. Em alguns casos, <strong>pode até levar a uma preocupação genuína com o desenvolvimento do bebê.</strong> Com isso, surge o dilema: <strong>vale a pena dar um toque na mãe sobre a importância da autonomia infantil ou é melhor respeitar as escolhas dela?</strong></p>
<p>Quem viveu situação parecida foi a gestora de negócios Thayná da Costa. Próxima da prima, foi convidada para ser madrinha do bebê dela, o que a levou a acompanhar ainda mais de perto o crescimento do menino. No dia a dia, porém, notou que algumas atitudes da mãe parecem ir na contramão da diversão da infância.</p>
<p>“Eu observo que, às vezes, ela é muito protetora e isso acaba impedindo meu afilhado de fazer coisas que não seriam perigosas. Eu cresci no interior e lá tinha terra, bicho, cachoeira. Já ele não pode viver nem fazer nada disso”, conta.</p>
<h2>Cuidado ou superproteção?</h2>
<p>Segundo a psicóloga e educadora parental Marcella Andretta, do Colégio Santo Anjo, <strong>quando o adulto faz tudo pela criança, pode acabar limitando algumas oportunidades que são importantes para a aprendizagem.</strong></p>
<p>“A criança aprende observando, tentando e reproduzindo. Se o adulto faz tudo, a impede de tentar, errar e tentar novamente”, detalha a profissional. Com o tempo, esse comportamento pode gerar insegurança e dependência.</p>
<p>Em vez de experimentar novas tentativas, os pequenos passam a esperar que o responsável resolva situações que eles já poderiam enfrentar sozinhos. Muitas vezes, isso acontece mais por ansiedade do adulto do que por necessidade real do bebê.</p>
<h2>Quando a comparação vira tensão</h2>
<p>Outro ponto delicado nessas situações são as comparações entre crianças. <strong>Se o desenvolvimento de um bebê vira referência para avaliar o outro, a conversa facilmente se transforma em julgamento entre amigas e conhecidas.</strong></p>
<p>Segundo a psicóloga Marcella Andretta, essas comparações podem criar a sensação de competição ou de avaliação constante, fazendo com que muitas mães passem a questionar se estão fazendo algo errado. Alguns sentimentos comuns incluem:</p>
<ul>
<li>medo de que o filho esteja “atrasado” em relação aos demais;</li>
<li>insegurança sobre a própria forma de educar;</li>
<li>receio de julgamento por outras mães.</li>
</ul>
<p>“A maternidade não deve ser um campo de batalha. Quando comparadas, muitas mães passam a sentir que estão sendo avaliadas ou que o desenvolvimento do filho está sendo colocado em dúvida”, observa a educadora parental.</p>
<h2>Como abrir a conversa com cuidado</h2>
<p>Antes de falar sobre o assunto com a mãe, a especialista recomenda <strong>refletir sobre alguns pontos importantes</strong>. Em primeiro lugar, vale lembrar que <strong>nem toda preocupação precisa se transformar em intervenção</strong>, especialmente quando não há risco real para a criança. Experimente se perguntar:</p>
<ul>
<li>Temos intimidade suficiente para tocar nesse assunto?</li>
<li>Minha observação realmente pode ajudar aquela família?</li>
<li>Tenho conhecimento ou informação para levantar essa questão?</li>
</ul>
<p>Mesmo se houver abertura para conversar, o <strong>ideal é falar com cuidado e acolhimento, preferindo conversas particulares e evitando comparações entre crianças</strong>. De acordo com a profissional, uma forma de iniciar é dizendo algo mais simples, como: “Posso compartilhar uma coisa que observei? Falo com carinho e posso estar enganada”.</p>
<p>Thayná diz que, no seu caso, a proximidade ajuda a lidar com o tema com mais naturalidade. Apesar do medo de parecer crítica, ela recorda momentos da infância com a prima e reforça que o afilhado também merece viver coisas assim. Ao mesmo tempo, consegue refletir sobre como pretende lidar com a autonomia quando for mãe.</p>
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		<title>Quando amamentar dói emocionalmente, é preciso agir</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quando-amamentar-doi-emocionalmente-e-preciso-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação e Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amamentar costuma ser associado a vínculo, entrega e conexão. Mas, para muitas mulheres, esse momento também pode ser atravessado por sentimentos difíceis, que nem sempre encontram espaço para serem nomeados. Quando o peito alimenta, mas o coração aperta, é importante olhar para além do gesto. Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação, explica<a href="https://www.baruel.com.br/quando-amamentar-doi-emocionalmente-e-preciso-agir/">Continue reading <span class="sr-only">"Quando amamentar dói emocionalmente, é preciso agir"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Amamentar costuma ser associado a vínculo, entrega e conexão. Mas, <strong>para muitas mulheres, esse momento também pode ser atravessado por sentimentos difíceis, que nem sempre encontram espaço para serem nomeados.</strong> Quando o peito alimenta, mas o coração aperta, é importante olhar para além do gesto.</p>
<p>Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação, explica que<strong> a dor emocional na amamentação diz respeito ao impacto psíquico dessa experiência,</strong> especialmente diante da expectativa de que tudo deveria acontecer de forma natural, instintiva e prazerosa.</p>
<p>“<strong>Pode aparecer como frustração, culpa por sentir dificuldade, sensação de incapacidade ou fracasso, solidão</strong> &#8211; mesmo estando cercada de pessoas -, <strong>ansiedade intensa antes ou durante as mamadas, exaustão física e mental, ambivalência e até vergonha de admitir que está difícil</strong>”, afirma a especialista.</p>
<h2>Se o sofrimento vai além da técnica</h2>
<p>Tais sentimentos tendem a se intensificar em algumas situações específicas. <strong>Dor persistente ao amamentar, dificuldades de pega ou ganho de peso do bebê, necessidade de complementação e orientações contraditórias são fatores que costumam fragilizar emocionalmente a mãe</strong>, segundo a consultora de amamentação.</p>
<p>Também <strong>pesam o pouco apoio familiar ou profissional, o cansaço extremo do puerpério imediato, as comparações com outras mulheres e o desmame precoce não planejado</strong>. Cada um desses elementos pode reforçar a ideia de que algo está errado.</p>
<p>“Mesmo quando a amamentação está funcionando do ponto de vista técnico, o sofrimento emocional pode existir, porque esse bom ‘funcionamento’ não significa necessariamente ausência de sofrimento psíquico”, pontua Cinthia Calsinski.</p>
<h2>A pressão social e os gatilhos</h2>
<p>Para a psiquiatra Luana Carvalho, especialista em saúde mental materna, <strong>a amamentação acontece em um dos períodos mais sensíveis da vida da mulher.</strong> Isso porque, no pós-parto, há queda brusca de hormônios, privação de sono, dor física e adaptação intensa à nova rotina. Inclusive, a oscilação das primeiras semanas pode estar ligada ao chamado “baby blues”, ou melancolia pós-parto, que tende a melhorar em até 15 dias.</p>
<p><strong>A expectativa construída durante a gestação também influencia a forma como a mulher vive a realidade</strong>. Quando se acredita que amamentar é algo automático e, imediatamente, prazeroso, a discrepância entre idealização e experiência concreta tende a gerar sentimentos negativos, de fracasso.</p>
<p>“Se essa experiência não acontece como a mãe imaginou, pode despertar frustração, culpa e sensação de incapacidade. Para algumas mulheres, a dor não é só no peito, é também emocional”, explica a médica.</p>
<h2>Como atravessar o momento</h2>
<p>Segundo as especialistas, <strong>o primeiro passo é validar a experiência. Reconhecer que amamentar pode, sim, ser difícil</strong> já transforma o cenário e diminui a solidão que muitas mães sentem ao enfrentar desafios na amamentação.</p>
<p>Alguns pilares ajudam nesse processo:</p>
<ul>
<li>escuta ativa, sem julgamento;</li>
<li>avaliação técnica qualificada da mamada;</li>
<li>informação baseada em evidência;</li>
<li>plano individualizado;</li>
<li>inclusão da rede de apoio;</li>
<li>evitar frases como “você precisa insistir” ou “amamentar é tão importante”, que costumam aumentar a pressão;</li>
<li>monitoramento da saúde mental;</li>
<li>encaminhamento quando necessário.</li>
</ul>
<p><strong>Se o sofrimento é frequente, intenso e não melhora com apoio e descanso, é importante investigar quadros como depressão ou ansiedade pós-parto</strong>. “Vínculo não se constrói apenas pelo peito, mas no olhar, no toque e na presença. Saúde mental materna não é luxo; é necessidade”, destaca a psiquiatra Luana Carvalho.</p>
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		<title>A pele do bebê avisa quando algo não vai bem</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-pele-do-bebe-avisa-quando-algo-nao-vai-bem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assadura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[assadura]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[doenças da pele]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[pele de bebê]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção de assadura]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito mais que ser delicada, a pele do bebê pode funcionar como um dos primeiros lugares onde o corpo sinaliza que precisa de mais atenção. Na rotina de cuidados, vermelhidões e irritações, como as assaduras, costumam ser sinais visíveis de que algo não está em equilíbrio. A pediatra Maitê Yukie Ota Kyllonen, do Hospital Prontil,<a href="https://www.baruel.com.br/a-pele-do-bebe-avisa-quando-algo-nao-vai-bem/">Continue reading <span class="sr-only">"A pele do bebê avisa quando algo não vai bem"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito mais que ser delicada, <strong>a pele do bebê pode funcionar como um dos primeiros lugares onde o corpo sinaliza que precisa de mais atenção.</strong> Na rotina de cuidados, vermelhidões e irritações, como as assaduras, <strong>costumam ser sinais visíveis de que algo não está em equilíbrio.</strong></p>
<p>A pediatra Maitê Yukie Ota Kyllonen, do Hospital Prontil, explica que a <strong>pele é o maior órgão do corpo e funciona como barreira de proteção contra o meio externo</strong>. Alterações como dermatites, brotoejas e assaduras são queixas frequentes no consultório, especialmente nos primeiros meses de vida.</p>
<p>“Inclusive, na medicina oriental, a doença de pele está muito relacionada a um desequilíbrio interno. Tudo que comemos, sentimos e usamos afeta este órgão, que é o principal responsável por proteger nosso corpo contra o exterior”, afirma a médica.</p>
<h2>Por que a assadura é tão comum</h2>
<p>Em bebês, a assadura é uma das situações mais habituais devido ao uso contínuo de fraldas. Isso porque a umidade, o contato prolongado com urina e fezes e o atrito constante favorecem irritações na região.</p>
<p><strong>Quando a assadura demora mais do que algumas semanas para melhorar, pode estar associada a fatores alimentares ou até emocionais</strong>, o que reforça a importância de compreender o contexto familiar.</p>
<p>Ainda segundo a pediatra, <strong>o suor também pode contribuir para o quadro</strong>, principalmente em bebês com muitas dobrinhas. Já nas crianças maiores, a urticária passa a ser mais comum devido à maior exposição a alérgenos, como corantes.</p>
<h2>Quando a assadura exige um médico</h2>
<p><strong>Nem toda vermelhidão é motivo de preocupação imediata</strong>. No entanto, alguns sinais indicam que não se trata apenas de uma assadura leve e merecem avaliação médica:</p>
<ul>
<li>úlceras;</li>
<li>pápulas eritematosas (bolinhas vermelhas);</li>
<li>bolhas;</li>
<li>pus;</li>
<li>crostas;</li>
<li>dor extrema;</li>
<li>sinais flogísticos, como calor, rubor e inchaço, que remetem à infecção por fungos ou bactérias.</li>
</ul>
<p>“Um quadro pode se agravar quando surgem ulcerações, infecções secundárias ou quando se torna mais crônico. Normalmente, essas situações estão associadas a alergias ou fatores alimentares ou mesmo emocionais”, reforça a pediatra Maitê Yukie.</p>
<h2>Como prevenir e evitar erros</h2>
<p><strong>A melhor forma de se precaver das assaduras é manter íntegra a barreira de proteção da pele.</strong> Hidratar adequadamente ajuda a proteger e a evitar que essa barreira se rompa, abrindo espaço para doenças cutâneas.</p>
<p><strong>Usar qualquer pomada não é a melhor solução para isso.</strong> “Nem toda pomada deve ser usada no tratamento da assadura. É necessária avaliação médica para entender o tipo de lesão e definir o tratamento adequado”, orienta a especialista.</p>
<p>Sem contar que, <strong>quando a assadura se repete com frequência, é preciso individualizar o caso e avaliar o contexto familiar</strong>. Nesses casos, pode haver falha terapêutica ou necessidade de investigação mais aprofundada.</p>
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		<item>
		<title>O dia a dia da escola visto pelas crianças: entenda como é</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-dia-a-dia-da-escola-visto-pelas-criancas-entenda-como-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para compreender o que acontece na escola, muitas vezes é preciso tentar enxergar a rotina pela perspectiva da própria criança. Quando os pais fazem esse exercício, conseguem perceber emoções, desafios e pequenas conquistas que ajudam a entender melhor como o dia escolar é vivido. A professora de Educação Infantil Brenda Azevedo, especialista em Neuroeducação, explica<a href="https://www.baruel.com.br/o-dia-a-dia-da-escola-visto-pelas-criancas-entenda-como-e/">Continue reading <span class="sr-only">"O dia a dia da escola visto pelas crianças: entenda como é"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para compreender o que acontece na escola, muitas vezes é preciso tentar enxergar a rotina pela perspectiva da própria criança</strong>. Quando os pais fazem esse exercício, conseguem <strong>perceber emoções, desafios e pequenas conquistas que ajudam a entender melhor como o dia escolar é vivido.</strong></p>
<p>A professora de Educação Infantil Brenda Azevedo, especialista em Neuroeducação, explica que <strong>compreender a escola a partir do olhar do pequeno ajuda os pais e cuidadores a reconhecer sentimentos e vivências que, muitas vezes, acabam passando despercebidos pelos adultos.</strong></p>
<p>“A experiência escolar não é vivida com o olhar adulto, mas com o corpo e as emoções da criança. Se tentarmos compreender essa perspectiva, conseguimos validar sensações, medos e descobertas que, para nós, podem parecer pequenos, mas para ela são enormes”, observa a educadora.</p>
<h2>Tudo muda na infância em grupo</h2>
<p>Ao sair de casa e passar parte do dia em um ambiente coletivo, a criança entra em um espaço onde precisa dividir atenção, brinquedos, tempo e até o próprio ambiente. Esse <strong>novo contexto exige habilidades novas, como espera, escuta e convivência, o que representa um importante exercício emocional e social</strong>.</p>
<p>Com isso, alguns momentos da rotina acabam sendo especialmente marcantes para ela, ainda que passem despercebidos pelos adultos, como:</p>
<ul>
<li>a despedida na porta da escola;</li>
<li>o momento da alimentação;</li>
<li>o horário do sono;</li>
<li>o tom de voz da professora;</li>
<li>quem se senta ao lado na roda ou na mesa.</li>
</ul>
<p>Brenda ainda lembra que, para crianças pequenas, a previsibilidade da rotina tem papel fundamental nesse processo. Quando sabem o que vai acontecer ao longo do dia, elas se sentem mais seguras e conseguem compreender melhor o ambiente escolar.</p>
<h2>Pequenos acontecimentos</h2>
<p>Esses detalhes aparentemente simples <strong>ajudam a organizar emocionalmente a experiência na infância</strong>. Quem pegou o brinquedo que ela queria, o livro escolhido para a leitura ou até o abraço de despedida de um colega pode ter grande significado.</p>
<p>Além disso, a professora infantil Brenda Azevedo destaca que, muitas vezes, <strong>o momento preferido de uma criança nem sempre é o que a família imagina.</strong> Enquanto alguns gostam de brincar no parque, outros podem se sentir especiais ao participar como ajudantes do dia ou ao ouvir a leitura de uma história.</p>
<p>“Se a criança se sente segura com o adulto de referência, ela consegue elaborar melhor a separação e as frustrações. Muitas vezes, essas emoções aparecem no corpo, com choro, mais agitação ou silêncio”, diz a especialista.</p>
<p>E se não tiver choro? Nesses casos, nem sempre indica uma adaptação tranquila. Pode ser também uma inibição e, nesse contexto, o apoio parental é essencial para nomear os sentimentos.</p>
<h2>Como se aproximar desse universo</h2>
<p>Em casa, <strong>a forma como os familiares conversam sobre a escola pode ajudar o pequenino a compartilhar mais sobre o que viveu</strong>. Em vez de perguntas diretas que soam como interrogatório, comentários afetuosos costumam abrir espaço para que fale no próprio tempo.</p>
<p>Quando a resposta vem apenas como “foi legal” ou “não sei”, isso também pode indicar cansaço ou dificuldade de organizar a experiência em palavras. Algumas estratégias simples podem ajudar nesse diálogo:</p>
<ul>
<li>comentar que pensou nela durante o dia;</li>
<li>imaginar situações da rotina escolar;</li>
<li>perguntar sobre as brincadeiras ou colegas;</li>
<li>valorizar pequenas conquistas;</li>
<li>criar rituais, como um abraço de despedida ou frases repetidas;</li>
<li>ter um momento de acolhimento ao voltar da aula.</li>
</ul>
<p><strong>Alterações no sono, no apetite ou nas brincadeiras podem revelar como a experiência escolar está sendo vivida pela criança</strong>. “Muitas vezes, durante o brincar em casa, a criança reproduz situações vividas na escola. Observar esses sinais ajuda a compreender como o dia foi elaborado internamente”, orienta Brenda.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Meu cachinho”: reconhecer o cabelo é afirmar identidade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-cachinho-reconhecer-o-cabelo-e-afirmar-identidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Texturas e Tipos de Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em algum momento da infância, muitas crianças começam a observar características próprias e nomeá-las com curiosidade. Frases como “meu cabelo é cacheado”, “meu cabelo cresce para cima” ou “meu cabelo é grande” aparecem naturalmente e fazem parte de um processo importante para a construção de identidade e diversidade. A psicóloga Thaís Barbisan esclarece que esse<a href="https://www.baruel.com.br/meu-cachinho-reconhecer-o-cabelo-e-afirmar-identidade/">Continue reading <span class="sr-only">"“Meu cachinho”: reconhecer o cabelo é afirmar identidade"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em algum momento da infância, muitas crianças começam a observar características próprias e nomeá-las com curiosidade. Frases como “meu cabelo é cacheado”, “meu cabelo cresce para cima” ou “meu cabelo é grande” aparecem naturalmente e <strong>fazem parte de um processo importante para a construção de identidade e diversidade</strong>.</p>
<p>A psicóloga Thaís Barbisan esclarece que <strong>esse movimento começa quando a criança passa a reconhecer o que é dela e a se diferenciar do outro</strong>. Normalmente, isso <strong>costuma acontecer entre 18 e 24 meses</strong>, quando aparecem expressões como “meu” e os primeiros sinais de reconhecimento de si mesma.</p>
<p>“<strong>Já entre dois e três anos, esse entendimento se torna mais consistente</strong>. Ela passa a nomear características próprias mais concretas, como partes do corpo e até o tipo de cabelo. Isso indica que está começando a compreender melhor quem ela é”, complementa a profissional.</p>
<h2>Parte da construção da identidade</h2>
<p>Vale ressaltar que quando meninos ou meninas falam sobre seu cabelo, eles não estão apenas descrevendo características físicas próprias. Na verdade, <strong>esse gesto revela um movimento importantíssimo para a identidade (em construção) daquela criança e sobre a relação afetiva consigo mesma.</strong></p>
<p>Com isso, os pequenos começam a moldar o quebra-cabeça sobre a forma como se percebem no mundo. Assim como o nome próprio tem um valor simbólico importante, <strong>falar sobre o cabelo ajuda a dar sentido à própria experiência de existir</strong>. Nesse momento, a turma mirim também busca reconhecimento e acolhimento dos adultos.</p>
<p>“Esse processo fortalece a autoestima, o pertencimento e a segurança afetiva. As crianças sentem que são legitimadas e constroem uma percepção mais segura de si mesmas. A forma como os pais ou cuidadores reagem ajuda a validar quem elas são e ainda contribui para uma base sólida de segurança emocional”, destaca Thaís.</p>
<h2>Reconhecimento X dimensão cultural</h2>
<p>A também psicóloga Flávia Mentone, especialista em inclusão e diversidade, da Reponto, observa que esse momento de nomear o próprio cabelo ainda apresenta importantes componentes culturais e sociais, sobretudo no que diz respeito à diversidade.</p>
<p>“<strong>Quando a criança diz que seu cabelo é cacheado ou cresce para cima, ela está organizando sua identidade</strong>. Em um país como o Brasil, onde a textura dos fios se relaciona com questões raciais e sociais, esse reconhecimento ganha uma dimensão cultural. A representatividade não cria a identidade, mas a legitima”, explica.</p>
<p>As próprias pesquisas em psicologia do desenvolvimento apontam para isso. De acordo com vários estudos, <strong>o autoconceito começa a se formar entre três e seis anos de vida, baseado em características visíveis e na forma como o ambiente reage a elas.</strong> Assim, ao ver pessoas com aspectos semelhantes aos seus, a aparência é legitimada e valorizada.</p>
<h2>O papel do ambiente</h2>
<p>Durante esse processo de autopercepção infantil, os adultos precisam ter atenção redobrada a como reagem, pois isso impacta diretamente na construção do pequeno ser. Comentários aparentemente pequenos podem tanto reforçar a segurança quanto gerar associações negativas. O mesmo vale para frases continuamente repetidas.</p>
<p>A especialista Flávia Mentone compartilha que estudos sobre viés implícito mostram que <strong>crianças internalizam rapidamente padrões sociais</strong>. Por isso, frases que tratam certos tipos de cabelo como problema podem impactar a forma como elas se veem.</p>
<p>É por isso que a especialista enumera dicas importantes de inclusão e diversidade. Embora simples, essas atitudes fortalecem o pertencimento e a autoestima:</p>
<ul>
<li>Criar ambientes que valorizem diferentes tipos de cabelo.</li>
<li>Inserir livros diversos sobre o tema.</li>
<li>Evitar hierarquizar texturas.</li>
<li>Permitir que a criança escolha penteados.</li>
<li>Ensiná-la a cuidar do próprio cabelo com produtos adequados.</li>
<li>Elogiar características reais em vez de compará-las.</li>
<li>Diversificar personagens e brinquedos.</li>
<li>Corrigir comentários preconceituosos.</li>
</ul>
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