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Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos
Família

Nome do bebê X opinião da família: como evitar conflitos

Escolher o nome do bebê é um momento especial, mas também pode rapidamente se transformar em tensão. Quando a família começa a opinar com sugestões, homenagens e tradições, o casal pode acabar se sentindo pressionado a justificar uma decisão que deveria ser íntima. Mais: o desacordo pode gerar debate inclusive entre os dois. Entender o que está por trás dessas opiniões sem abrir mão da autonomia pode ser um desafio extra na maternidade. A advogada Paloma Alves viveu isso na primeira gravidez. Ela sempre soube que, se tivesse uma menina, a filha se chamaria Isabelle. A convicção parecia inquestionável até descobrir que esperava gêmeas. Surgiu então o impasse: ela queria homenagear a avó materna, Clarice, enquanto o marido defendia o nome da própria avó, Cátia. O desacordo até virou discussão mais séria do casal. A sogra tentou ajudar: sugeriu um nome composto das avós, mas não houve acerto. Por fim, escutaram o conselho de pensar em uma terceira opção e decidiram por Esther. “Mas, na hora de registrar, ele me surpreendeu com Clarice e eu amei”, relembra a mãe das meninas de 3 anos. Por que o nome gera tanto conflito? A psicóloga Aline Carvalho explica que a escolha do nome costuma mobilizar significados emocionais profundos. O nome representa identidade, pertencimento, história e expectativas e, por isso, desperta projeções familiares, especialmente entre diferentes gerações. “O conflito não costuma ser apenas sobre o nome do bebê em si, mas sobre autonomia e reorganização dos lugares dentro do próprio sistema familiar”, afirma a profissional. Afinal, a gestação marca uma transição importante: o casal assume novas funções e passa a tomar decisões que simbolizam independência. Em famílias com limites pouco definidos, essa mudança pode gerar tensão. Emoções por trás das opiniões Para a especialista em comportamento, as interferências costumam estar ligadas a dinâmicas emocionais mais amplas. Entre elas: Tradição: que expressa a necessidade de continuidade entre gerações. Expectativas: muitas vezes associadas a tentativas inconscientes de reparar histórias passadas. Necessidade de controle: que pode surgir do medo de perder lugar ou influência. Isso porque, em momentos de grandes mudanças, como a chegada de um bebê, essas dinâmicas se intensificam. O debate sobre o nome passa a refletir dificuldades em lidar com as decisões dos pais e aceitar os ajustes dos limites familiares. Como estabelecer esses limites sem brigar O primeiro passo é comunicar o limite como um posicionamento firme e não como um pedido de aprovação dos parentes. “O casal pode expressar a decisão de forma clara, consistente e respeitosa, evitando justificativas excessivas ou disputas emocionais”, ensina a psicóloga. Manter o alinhamento entre os dois é essencial. Repetir a mesma mensagem com calma, sempre que necessário, reduz conflitos e preserva as relações, mesmo diante de divergências. Ao responder críticas ou sugestões insistentes, a orientação é acolher a intenção sem reforçar a interferência. Respostas breves, assertivas e sem carga emocional excessiva ajudam a encerrar o assunto sem escalada. Além disso, diferenciar acolhimento de concessão é uma estratégia eficaz: é possível agradecer o envolvimento dos avós e parentes e, ao mesmo tempo, reafirmar que a decisão final cabe somente aos pais daquele bebê. Quando proteger o momento Se as opiniões começam a gerar estresse durante a gestação, é fundamental priorizar a proteção da saúde mental. Algumas estratégias contribuem para a estabilidade emocional e o bem-estar materno: reduzir a exposição a conflitos; encerrar conversas invasivas; fortalecer o apoio entre o casal. Hoje, Paloma Alves olha para a história com mais serenidade. A mãe das gêmeas garante que a situação parece mais difícil quando se está grávida e que resolver tudo “na emoção” não é o melhor caminho. “Dê tempo às decisões. Você pode ouvir as opiniões, mas a escolha final é dos dois e precisa de segurança e leveza”, aconselha. Por fim, a psicóloga Aline Carvalho lembra que essa escolha é apenas a primeira de muitas decisões parentais que virão. Sendo assim, viver o momento com consciência emocional e limites bem definidos é fundamental para relações familiares mais saudáveis a longo prazo.

Filho não acompanha a turma na escola: o que fazer?
Escola

Filho não acompanha a turma na escola: o que fazer?

Perceber que o filho não está acompanhando o ritmo na escola costuma gerar uma preocupação imediata. A sensação é de que algo está errado e a dúvida vem acompanhada de medo, culpa e insegurança. Mas nem sempre isso indica dificuldade cognitiva. Às vezes, traçar uma nova estratégia é suficiente para o aluno não ficar para trás. Quando as notas de matemática da filha começaram a cair no terceiro ano, a jornalista Juliana Franco levou um susto. A menina de 9 anos sempre manteve bom desempenho e, de repente, entrou em recuperação – algo que a mãe só pretendia ter de enfrentar bem mais adiante. “A situação me assustou muito, porque a gente pensa que isso vai acontecer só lá na frente. As notas baixas já me acenderam o alerta e a reunião com a escola confirmou uma queda no rendimento por dispersão, já que ela não gostava da matéria e tinha mais dificuldades”, conta. Ritmo diferente não é atraso Para a pedagoga Adriane Wzorek, assessora pedagógica do paranaense Colégio Santo Anjo, “não acompanhar a turma” não significa, necessariamente, incapacidade. Pode indicar apenas que o ritmo de aprendizagem daquela criança é diferente do previsto pelo currículo naquele momento. “Cada aluno aprende de um jeito. O descompasso pode estar relacionado ao estilo de aprendizagem, a lacunas em conteúdos anteriores, a fatores emocionais ou de adaptação, e até a questões biológicas, como sono, visão ou audição”, pondera a educadora ao defender o olhar integral acima de qualquer rótulo. Na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental, por exemplo, as diferenças de ritmo são absolutamente normais. Isso porque as crianças estão em intensa maturação neurológica, emocional e social. O sinal de alerta só deve surgir quando a evolução individual parar ou houver sofrimento, isolamento ou frustração. Será que essa dificuldade é permanente? Existe uma diferença muito importante entre a fase de adaptação a uma nova realidade, como a mudança de série ou escola, e a dificuldade que permanece para além de uma situação pontual. Persistência e resposta às intervenções devem definir o caso. Fase de adaptação: conta com oscilações naturais, com dias de maior relutância, mas também avanços quando a criança recebe incentivo e acolhimento. Dificuldade mais estruturada: traz uma série de sinais específicos, como resistência, mesmo com intervenções pedagógicas; desmotivação constante; baixa autoestima; grande esforço sem progresso e impactos emocionais e sociais mais evidentes. No caso de Juliana, a dificuldade da filha era pontual: a queda estava concentrada em matemática. Em casa, ela começou a questionar se o uso do celular poderia estar interferindo na atenção e colocou novos limites. Já a conversa com a escola ajudou a entender que era necessário reforço direcionado, e não uma mudança mais ampla. “Quando isso acontece, a escola se aproxima da família para pensar, juntos, nos próximos passos”, cita a pedagoga Adriane. A importância do diálogo com a escola Com um impacto tão positivo na situação, a instituição de ensino deve ser acionada assim que necessário, sem ter que esperar a reunião bimestral para obter esclarecimentos. A regra é: se houver qualquer dúvida, não hesite em procurar a escola. O diálogo precoce permite compreender melhor o momento da criança e agir com mais agilidade. Entre as estratégias pedagógicas possíveis estão: adaptação de atividades e tempos; explicações mais individualizadas; uso de recursos lúdicos e concretos; retomada de habilidades básicas; pequenos grupos de apoio; acompanhamento mais próximo do professor. “O objetivo não é acelerar o aluno, mas garantir que ele construa aprendizagens com segurança e confiança”, garante a educadora. Quando buscar apoio adicional Existe diferença entre a dificuldade pontual em uma disciplina e um desafio mais amplo. Quando o problema envolve várias áreas, a investigação se expande para fatores emocionais, pedagógicos ou do desenvolvimento. É indicado o encaminhamento para especialistas, como psicopedagogo ou fonoaudiólogo, quando, mesmo com intervenções escolares, persistem dificuldades importantes ou surgem sinais além do desempenho acadêmico – alterações de linguagem, atenção, memória e questões motoras são alguns dos exemplos. Hoje, a mãe Juliana resume o aprendizado em um conselho simples: “Não se culpe. Dá tempo de recompor, de aprender, de reforçar. O importante é conversar com a escola, identificar onde está o problema e traçar um plano”. A pedagoga Adriane completa: “Aprender é um processo singular e cada criança tem seu próprio tempo”.

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Sono e Soneca

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal

Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

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