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	<title>Baruel</title>
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		<title>Meu bebê chora todo fim de tarde. Existe hora para o caos?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-bebe-chora-todo-fim-de-tarde-existe-hora-para-o-caos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 12:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega determinado horário e é certeza: o bebê começa a chorar, nada parece resolver e a família fica com a sensação de que existe algum problema. A situação é tão comum que ganhou até o nome de “hora da bruxa”, mas não passa de uma fase. Segundo a pediatra Thatyana Turassa Ernani, integrante da plataforma<a href="https://www.baruel.com.br/meu-bebe-chora-todo-fim-de-tarde-existe-hora-para-o-caos/">Continue reading <span class="sr-only">"Meu bebê chora todo fim de tarde. Existe hora para o caos?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega determinado horário e é certeza: <strong>o bebê começa a chorar, nada parece resolver e a família fica com a sensação de que existe algum problema</strong>. A situação é tão comum que ganhou até o nome de “<strong>hora da bruxa</strong>”, mas não passa de uma fase.</p>
<p>Segundo a pediatra Thatyana Turassa Ernani, integrante da plataforma de consultas INKI, esse <strong>comportamento aparece nas primeiras semanas de vida, atinge o pico por volta da sexta semana e melhora espontaneamente entre o terceiro e o quinto mês.</strong></p>
<p>&#8220;Os novos critérios internacionais deixaram de chamá-lo apenas de &#8216;cólica do lactente&#8217; e passaram a usar o termo &#8216;síndrome da angústia do lactente&#8217;, reconhecendo que esse choro nem sempre está relacionado ao intestino. O bebê chora porque ainda está aprendendo a existir fora do útero&#8221;, explica a especialista.</p>
<h2>Excesso de estímulos pesa</h2>
<p><strong>O choro costuma resultar da combinação entre imaturidade do sistema nervoso, acúmulo de estímulos ao longo do dia e dificuldade natural do bebê para se autorregular.</strong> Nesse momento, quem ajuda nessa regulação ainda são os cuidadores.</p>
<p><strong>Ao longo do dia, o recém-nascido recebe uma enorme quantidade de informações</strong>: luzes, sons, vozes, movimentos, colo e novas experiências. Esse excesso pode fazer com que, no fim da tarde, o &#8220;<strong>copo transborde&#8221; e o choro apareça.</strong></p>
<p>Para tornar esse período mais tranquilo, a médica recomenda:</p>
<ul>
<li><strong>reduzir luzes, ruídos e visitas</strong> no fim da tarde;</li>
<li>oferecer <strong>colo, contato pele a pele</strong> ou usar sling;</li>
<li><strong>embalar o bebê</strong> com movimentos suaves;</li>
<li>utilizar <strong>ruído branco</strong> ou fazer um &#8220;shhh&#8221; contínuo;</li>
<li>oferecer o <strong>peito em livre demanda</strong>;</li>
<li>dar um <strong>banho morno</strong>;</li>
<li><strong>revezar os cuidadores</strong> quando alguém estiver muito cansado.</li>
</ul>
<h2>Nem todo choro significa doença</h2>
<p>Na fase da chamada &#8220;hora da bruxa&#8221;, o bebê costuma ficar bem no restante do dia: mama normalmente, ganha peso e mantém boa disposição. Já quando o choro foge desse padrão ou aparece acompanhado de outros sintomas, a situação merece atenção.</p>
<p>Entre os sinais de alerta estão:</p>
<ul>
<li>febre;</li>
<li>vômitos frequentes;</li>
<li>recusa alimentar;</li>
<li>dificuldade para respirar;</li>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>diarreia;</li>
<li>baixo ganho de peso;</li>
<li>prostração;</li>
<li>choro muito diferente do habitual, intenso e inconsolável.</li>
</ul>
<p>A pediatra Thatyana Turassa Ernani recomenda buscar avaliação médica se o choro persistir além do quinto mês, for intenso em qualquer horário ou vier acompanhado dos sintomas acima. Já a suspeita de alergia à proteína do leite de vaca deve ser criteriosa.</p>
<h2>Fase vai passar</h2>
<p>Durante a hora da bruxa, <strong>é importante evitar atitudes sem respaldo científico ou orientação, como restringir a alimentação da mãe, trocar fórmulas, interromper a amamentação ou oferecer medicamentos e chás sem indicação profissional.</strong></p>
<p><strong>Nunca sacudir o pequenino também está entre as recomendações</strong>. Se o cuidador perceber que está perdendo o controle, o mais seguro é colocá-lo no berço por alguns minutos, respirar e pedir ajuda antes de retornar.</p>
<p>&#8220;O objetivo não é zerar o choro, mas atravessar esse momento junto com o bebê. Colo, nessa fase, não é excesso. É uma necessidade básica. E uma mensagem importante para os pais: vocês não estão fazendo nada errado. Essa fase passa”, finaliza a médica.</p>
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		<item>
		<title>Escalda-pés ajuda mesmo! Saiba quando fazer (com receitas)</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/escalda-pes-ajuda-mesmo-saiba-quando-fazer-com-receitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escalda Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[pé inchado]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um dia cansativo, muita gente recorre ao escalda-pés para relaxar e aliviar a sensação de peso nas pernas. Mas será que esse ritual realmente funciona ou seus efeitos ficam apenas no campo do bem-estar? O cirurgião vascular Henrique Abreu afirma que a prática pode trazer benefícios reais quando realizada de forma adequada, sobretudo<a href="https://www.baruel.com.br/escalda-pes-ajuda-mesmo-saiba-quando-fazer-com-receitas/">Continue reading <span class="sr-only">"Escalda-pés ajuda mesmo! Saiba quando fazer (com receitas)"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um dia cansativo, muita gente recorre ao escalda-pés para relaxar e aliviar a sensação de peso nas pernas. Mas será que esse ritual realmente funciona ou seus efeitos ficam apenas no campo do bem-estar?</p>
<p>O cirurgião vascular Henrique Abreu afirma que a <strong>prática pode trazer benefícios reais quando realizada de forma adequada, sobretudo para aliviar desconfortos temporários relacionados à fadiga.</strong></p>
<p>“<strong>A água morna promove uma vasodilatação local, aumentando o fluxo sanguíneo nos pés e tornozelos. Além disso, há relaxamento da musculatura, o que ajuda a reduzir a sensação de dor, peso e cansaço</strong>”, aponta o médico.</p>
<h2>Quando o escalda-pés funciona</h2>
<p>O ritual costuma ser um ótimo aliado após situações que sobrecarregam as pernas e os pés porque promove conforto e relaxamento. Entre os momentos em que a prática pode ser útil estão:</p>
<ul>
<li>horas seguidas em pé;</li>
<li>longos períodos na posição sentada;</li>
<li>viagens prolongadas;</li>
<li>dias intensos de trabalho;</li>
<li>recuperação após exercícios físicos.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, seus <strong>efeitos tendem a ser mais limitados quando o desconforto está relacionado a problemas articulares ou compressões na coluna</strong>, por exemplo. Nesse sentido, vale reforçar que o escalda-pés é um ritual para relaxar e não um tratamento para doenças.</p>
<h2>Contraindicações e sinais de alerta</h2>
<p>Antes de aprender a fazer um escalda-pés caseiro, é importante lembrar que alguns casos merecem avaliação médica. <strong>Se as dores, sensação de peso ou inchaço forem frequentes, deve haver uma investigação mais detalhada e tratamento adequado.</strong></p>
<p>O especialista recomenda ficar atento aos seguintes sintomas:</p>
<ul>
<li>inchaço recorrente ou persistente;</li>
<li>uma perna mais inchada que a outra;</li>
<li>piora súbita do edema;</li>
<li>manchas escuras na pele;</li>
<li>endurecimento da pele;</li>
<li>vermelhidão ou calor local;</li>
<li>presença de feridas.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>algumas pessoas devem evitar ou ter cautela com a prática, como pacientes diabéticos com neuropatia, pessoas com doenças arteriais e quem apresenta infecções ou feridas nos pés, incluindo frieiras, erisipela, celulite e lesões abertas.</strong></p>
<p>“Pessoas com varizes mais avançadas também devem conversar com o médico antes de adotar o hábito regularmente, já que a vasodilatação provocada pela água morna pode intensificar os sintomas”, alerta o cirurgião vascular Henrique Abreu.</p>
<h2>Como fazer em casa</h2>
<p>Para a cosmetóloga Roseli Siqueira, o sucesso está ligado principalmente ao momento de autocuidado que o ritual proporciona. “Os pés concentram inúmeras terminações nervosas e, quando recebem estímulos sensoriais agradáveis, favorecem o relaxamento do organismo como um todo”, explica.</p>
<p><strong>Uma versão simples do ritual inclui:</strong></p>
<ul>
<li>água morna ou quente suficiente para cobrir os pés;</li>
<li>algumas pedras de sal grosso;</li>
<li>permanência de 5 a 20 minutos na água.</li>
</ul>
<p>Siqueira ainda indica massagear os pés sobre as pedrinhas de sal, secar bem a região ao final e aplicar um óleo vegetal como último passo. Coco, girassol ou sementes de abóbora estão entre os preferidos.</p>
<h2>3 receitas caseiras</h2>
<p>Para tornar a experiência ainda melhor, Roseli Siqueira recomenda adicionar alguns ingredientes específicos. Aprenda receitas para relaxar, aliviar o cansaço e diminuir o inchaço dos pés e pernas:</p>
<ul>
<li><strong>Para relaxar após um dia estressante</strong>: na água morna, adicione sal grosso e algumas gotas de óleo essencial de preferência, devidamente diluído.</li>
<li><strong>Para aliviar a sensação de fadiga</strong>: quando a água estiver em uma temperatura quente, mas agradável, coloque pedras de sal grosso no fundo do recipiente e algumas folhas de eucalipto. O calor vai liberar seu aroma.</li>
<li><strong>Para amenizar a sensação de peso e inchaço</strong>: alterne entre água morna e fria em dois recipientes. Para potencializar, adicione folhas de hortelã à água fria.</li>
</ul>
<p>“Um cuidado fundamental é nunca utilizar óleos essenciais puros diretamente na água para não irritar a pele. Dilua-os previamente em algumas gotas de óleo vegetal e, se desejar, incorpore ao sabonete líquido”, ensina a cosmetóloga.</p>
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		<item>
		<title>Bebê confortável no banho, mesmo no tempo frio</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/banho-no-frio-bebe-confortavel-antes-durante-e-depois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banho]]></category>
		<category><![CDATA[Rotinas e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[dia a dia do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[saude do recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias frios, a gente sabe que os pais ficam receosos ou mesmo com peninha de dar banho no bebê sem que ele passe qualquer tipo de desconforto. Nessas ocasiões, o planejamento é a dica principal para um momento gostoso e confortável antes, durante e depois da higiene. “Prepare o ambiente e organize tudo com<a href="https://www.baruel.com.br/banho-no-frio-bebe-confortavel-antes-durante-e-depois/">Continue reading <span class="sr-only">"Bebê confortável no banho, mesmo no tempo frio"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias frios, a gente sabe que os pais ficam receosos ou mesmo com peninha de dar banho no bebê sem que ele passe qualquer tipo de desconforto. Nessas ocasiões, <strong>o planejamento é a dica principal para um momento gostoso e confortável antes, durante e depois da higiene.</strong></p>
<p>“Prepare o ambiente e organize tudo com antecedência. O banho acontecerá com mais calma, segurança e conforto para toda a família”, indica a neonatologista Luciana Alla, do Hospital e Maternidade Santa Maria.</p>
<p>Em ocasiões de baixa temperatura, <strong>um dos principais objetivos é evitar que o bebê permaneça muito tempo exposto ao frio</strong>. Com os itens separados e à mão, a higienização se torna muito mais rápida.</p>
<h2>Preparação faz toda a diferença</h2>
<p>Antes mesmo de tirar a roupa do bebê, vale organizar tudo o que será utilizado para evitar interrupções durante o banho.</p>
<p>Deixe por perto:</p>
<ul>
<li>toalha macia (de preferência com capuz);</li>
<li>fralda limpa;</li>
<li>roupa completa já separada e aberta;</li>
<li>sabonete infantil suave;</li>
<li>algodão ou gaze, quando necessário;</li>
<li>pomada para prevenção de assaduras, caso faça parte da rotina.</li>
</ul>
<p>Nessas ocasiões, o banho também pode ser um pouco mais rápido, sem comprometer a higiene. O bebê saudável não precisa de banhos muito longos nem de mais de um banho por dia para estar limpo.</p>
<h2>Água morna, ambiente aquecido</h2>
<p>Além da organização, a temperatura da água e do ambiente merece atenção, sobretudo para os recém-nascidos:</p>
<ul>
<li>a água deve ficar entre 36 °C e 37 °C;</li>
<li>o ambiente deve permanecer entre 24 °C e 26 °C.</li>
</ul>
<p>Caso não haja um termômetro próprio, a temperatura da água pode ser testada com a parte interna do punho ou do antebraço, regiões mais sensíveis ao calor.</p>
<p>A médica ainda orienta evitar alguns erros que parecem improváveis, mas são comuns nessa época do ano, como abrir portas e janelas durante o banho, por exemplo. Outros hábitos incluem:</p>
<ul>
<li>prolongar demais o banho;</li>
<li>demorar para secar e vestir o bebê;</li>
<li>manter a criança muito tempo sem roupa;</li>
<li>usar água muito quente, porque resseca a pele;</li>
<li>deixar o ambiente frio demais.</li>
</ul>
<p>Depois do banho, envolva o bebê imediatamente em uma toalha, seque bem, principalmente as dobrinhas da pele, e vista primeiro a parte superior do corpo.</p>
<h2>Horário ideal depende da rotina</h2>
<p>De acordo com a especialista Luciana Alla, <strong>não existe um horário obrigatório para o banho durante o inverno.</strong> O mais importante é escolher um momento em que o bebê esteja alimentado e tranquilo, e a família consiga realizá-lo com tranquilidade e em um ambiente aquecido.</p>
<p>Muitas famílias preferem o fim da tarde ou o início da noite para relaxar e ajudar na hora do sono. No entanto, se a casa costuma ficar mais fria nesse período, um banho durante o dia pode ser mais confortável.</p>
<p>Durante todo o processo, conversar com o bebê ajuda a transmitir segurança. “O banho vai muito além da higiene: quando realizado com calma e carinho, também fortalece o vínculo entre o bebê e quem cuida dele”, lembra a neonatologista.</p>
<p>Vale ainda observar a pele após o banho e procurar orientação do pediatra caso apareçam ressecamento intens]o, manchas ou irritações persistentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Culpa do calcanhar rachado nem sempre é do frio</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/culpa-do-calcanhar-rachado-nem-sempre-e-do-frio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calcanhar rachado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[pé rachado]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se os seus calcanhares ficam mais ressecados, ásperos ou rachados durante o inverno, saiba que isso não é coincidência. A combinação entre frio, baixa umidade do ar e mudanças nos hábitos de cuidados com a pele cria o cenário perfeito para o surgimento das fissuras. A pele do calcanhar já possui características que a tornam<a href="https://www.baruel.com.br/culpa-do-calcanhar-rachado-nem-sempre-e-do-frio/">Continue reading <span class="sr-only">"Culpa do calcanhar rachado nem sempre é do frio"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se os seus calcanhares ficam mais ressecados, ásperos ou rachados durante o inverno, saiba que isso não é coincidência. A <strong>combinação entre frio, baixa umidade do ar e mudanças nos hábitos de cuidados com a pele cria o cenário perfeito para o surgimento das fissuras</strong>.</p>
<p>A pele do calcanhar já possui <strong>características que a tornam naturalmente mais vulnerável ao ressecamento</strong>, segundo a dermatologista Patrícia Dalboni. Isso porque, além de não produzir oleosidade natural, a região suporta o peso do corpo e tende a ficar mais espessa ao longo do tempo.</p>
<p>“Diferentemente de outras áreas do corpo, o <strong>calcanhar não possui glândulas sebáceas e depende de hidratação externa. No inverno, a pele perde elasticidade, fica mais rígida e tem mais dificuldade para acompanhar os movimentos naturais dos pés, levando às rachaduras</strong>”, explica a médica.</p>
<h2>O frio não é o único culpado</h2>
<p><strong>As baixas temperaturas típicas da estação provocam vasoconstrição</strong>, ou seja, diminuem a circulação sanguínea na pele, reduzindo a produção de suor. Como consequência, os calcanhares ficam ainda mais ressecados.</p>
<p>No entanto, a culpa não é só do inverno. Os hábitos adotados durante o frio também contribuem para o problema. Um bom exemplo disso são os <strong>banhos muito quentes que removem a camada de gordura natural da pele.</strong> Sem essa proteção, a retenção de água fica prejudicada.</p>
<p><strong>Beber menos água também entra nessa lista</strong>, assim como <strong>relaxar na rotina com hidratantes para driblar o frio</strong>. A soma desses fatores aumenta significativamente o risco de rachaduras e fissuras.</p>
<h2>Quem tem mais risco</h2>
<p>Embora qualquer pessoa possa apresentar o problema, alguns grupos pedem atenção especial. Entre eles estão pessoas com pele naturalmente seca, idosos, obesos e quem costuma usar rasteirinhas com frequência.</p>
<p>Também devem ser incluídas na lista pessoas com diabetes, hipotireoidismo e doenças dermatológicas, como dermatite, psoríase e ictiose. No caso dos diabéticos, o cuidado deve ser redobrado devido ao maior risco de complicações.</p>
<p>“Pequenas fissuras que evoluem de forma tranquila em uma pessoa saudável podem se transformar em lesões graves nesses pacientes. Por isso, a hidratação dos pés é especialmente importante para esse grupo”, alerta a especialista Patrícia Dalboni.</p>
<h2>Como prevenir no dia a dia</h2>
<p>A pressão e o atrito exercidos sobre os calcanhares acontecem durante todo o ano, mas o inverno potencializa os danos porque a pele ressecada perde flexibilidade e passa a acompanhar pior os movimentos realizados durante a caminhada.</p>
<p>Para proteger a região, a dermatologista recomenda:</p>
<ul>
<li>hidratar os pés diariamente, de preferência à noite;</li>
<li>dormir de meia após a aplicação do hidratante;</li>
<li>evitar banhos muito quentes;</li>
<li>secar bem os pés, principalmente entre os dedos;</li>
<li>usar calçados fechados sempre com meia;</li>
<li>evitar andar descalço em superfícies frias e ásperas;</li>
<li>manter uma boa ingestão de água.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar que as rachaduras deixam de ser apenas uma questão estética quando se tornam profundas, dolorosas, apresentam sangramento ou sinais de infecção, como vermelhidão, secreção, odor e calor local. Nesses casos, a orientação é procurar avaliação dermatológica.</p>
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		<item>
		<title>Pai, mãe, babá: cada colo cria uma memória diferente no bebê</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pai-mae-baba-cada-colo-cria-uma-memoria-diferente-no-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rotinas e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Vínculo]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[colo]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de aprender a falar, o bebê usa o corpo para se comunicar e compreender o cuidado que recebe de cada pessoa. Colo, carinho e embalo ajudam a transmitir confiança e participam da construção dos primeiros vínculos afetivos. O toque funciona como um alicerce dessa relação. “É por meio dessas experiências que se forma o<a href="https://www.baruel.com.br/pai-mae-baba-cada-colo-cria-uma-memoria-diferente-no-bebe/">Continue reading <span class="sr-only">"Pai, mãe, babá: cada colo cria uma memória diferente no bebê"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antes de aprender a falar, o bebê usa o corpo para se comunicar e compreender o cuidado que recebe de cada pessoa.</strong> Colo, carinho e embalo ajudam a transmitir confiança e participam da construção dos primeiros vínculos afetivos.</p>
<p><strong>O toque funciona como um alicerce dessa relação.</strong> “É por meio dessas experiências que se forma o vínculo de apego, base emocional importante para o desenvolvimento psíquico da criança”, explica a psicóloga Larissa Pádua.</p>
<p>A especialista ainda desmistifica a ideia de vínculos perfeitos: <strong>o que realmente importa é a constância e o cuidado</strong>. Nesse sentido, cada cuidador pode colaborar à sua maneira, com sua própria forma de amar o pequenino.</p>
<h2>Um jeito de cuidar particular</h2>
<p>Pai, mãe, avós, tios, babá e outros cuidadores podem demonstrar carinho de formas diferentes – e não há nada de errado com isso. Na verdade,<strong> o bebê reconhece desde cedo as particularidades no jeito de segurar, olhar, falar e acolher.</strong></p>
<p>Para Larissa Pádua, <strong>essas experiências ampliam o repertório de relações</strong>. Aos poucos, a criança aprende que o afeto pode ser demonstrado de maneiras variadas e, ainda assim, continuar sendo seguro.</p>
<p>Ter mais de um cuidador afetuoso, portanto, pode aumentar sua rede de segurança emocional. Entretanto, isso não diminui a importância dos pais. <strong>O vínculo central com os genitores passa a coexistir com outras relações de confiança.</strong></p>
<h2>Muito além do toque</h2>
<p>A conexão também é construída por pequenos gestos que fazem o bebê se sentir visto e compreendido. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li><strong>Responder com atenção</strong> ao choro.</li>
<li><strong>Olhar para o bebê</strong> durante os cuidados.</li>
<li>Usar um <strong>tom de voz acolhedor</strong>.</li>
<li><strong>Estar física e emocionalmente presente.</strong></li>
<li><strong>Demonstrar paciência</strong> nos momentos difíceis.</li>
<li><strong>Acolher as necessidades</strong> da criança com constância.</li>
</ul>
<p>“Esse conjunto de comportamentos se chama <strong>sintonia afetiva</strong>. Mesmo sem compreender as palavras, o bebê percebe a disponibilidade do cuidador e passa a associar aquela presença à proteção e ao acolhimento”, afirma a especialista.</p>
<h2>Qualidade vale mais do que quantidade</h2>
<p><strong>Não existe uma quantidade ideal de horas para que um vínculo seja construído.</strong> Mais importante do que o tempo de convivência é a qualidade da presença oferecida durante aquele período.</p>
<p>Um cuidador que dispõe de menos tempo, mas está emocionalmente disponível, atento e envolvido, pode construir uma conexão muito forte. Já permanecer muitas horas ao lado da criança sem essa entrega não produz necessariamente o mesmo efeito.</p>
<p>Por último, a psicóloga Larissa Pádua reforça que as diferenças entre toques, olhares, vozes e formas de acolher enriquecem o mundo emocional do bebê. É assim que ele aprende que pode se sentir seguro com pessoas distintas e levar essa confiança para outras relações ao longo da vida.</p>
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		<title>Soap Nails: tendência promete elegância e naturalidade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/soap-nails-tendencia-promete-elegancia-e-naturalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Soap Nails estão conquistando espaço nos salões e nas redes sociais por apostarem em um visual elegante e sem excessos. A tendência acompanha o sucesso da estética clean girl, que valoriza uma beleza mais natural e sofisticada. A manicure e nail designer Natália Cardoso explica que essa proposta busca transmitir a sensação de unhas<a href="https://www.baruel.com.br/soap-nails-tendencia-promete-elegancia-e-naturalidade/">Continue reading <span class="sr-only">"Soap Nails: tendência promete elegância e naturalidade"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em>Soap Nails</em> estão conquistando espaço nos salões e nas redes sociais por apostarem em um visual elegante e sem excessos. <strong>A tendência acompanha o sucesso da estética <em>clean girl</em>, que valoriza uma beleza mais natural e sofisticada.</strong></p>
<p>A manicure e <em>nail designer</em> Natália Cardoso explica que essa proposta busca transmitir a <strong>sensação de unhas naturalmente impecáveis, saudáveis e bem cuidadas</strong>.</p>
<p>“Muitas clientes estão trocando esmaltações mais chamativas por esse estilo. Adesivos, pedrarias, glitter e formatos maiores e mais afiados acabaram perdendo espaço para a delicadeza”, observa a profissional.</p>
<h2>O que torna as <em>Soap Nails</em> diferentes</h2>
<p>Embora sejam frequentemente associadas às unhas nude ou minimalistas, as <em>Soap Nails</em> possuem características próprias. O nome, que significa &#8220;unhas de sabonete&#8221;, faz referência ao visual limpo, brilhante e saudável que a <em>trend</em> busca reproduzir.</p>
<p><strong>Brilho, transparência e naturalidade são os elementos que definem a ideia</strong>. O resultado transmite uma aparência hidratada e polida, como se a unha estivesse sempre perfeita e sem exigir esforço.</p>
<p>É justamente aquele efeito de “acordei assim sem precisar fazer nada”. Uma produção atemporal, clássica e que harmoniza com qualquer ocasião, roupa ou acessório.</p>
<h2>A influência da estética <em>clean girl</em></h2>
<p>O crescimento das <em>Soap Nails</em> acompanha uma mudança de comportamento observada no universo da beleza. Em vez de produções chamativas, muitas pessoas passaram a buscar uma imagem mais leve, elegante e atemporal.</p>
<p>Para a <em>nail designer</em> Natália Cardoso, a <strong>tendência conversa diretamente com a ideia de luxo discreto, conhecida também como <em>quiet luxury</em></strong>. O foco deixa de ser a ostentação e passa a ser a aparência de cuidado e sofisticação.</p>
<p>Quem costuma aderir são pessoas que gostam de acompanhar novidades do mundo da beleza e preferem visuais menos extravagantes. Nesse sentido, as unhas curtas e médias são as que mais combinam, mas todos os formatos são compatíveis.</p>
<h2>Como conquistar e manter o efeito</h2>
<p>A preparação das unhas é fundamental para alcançar o resultado desejado. A superfície precisa estar uniforme e as cutículas bem cuidadas para valorizar o acabamento limpo característico desse estilo.</p>
<p>Nas unhas naturais, o efeito costuma ser criado com esmaltes translúcidos ou leitosos. Já nas unhas de gel, a recomendação é trabalhar com camadas finas e uma finalização bastante brilhante, sem recorrer a glitter ou brilhos chamativos.</p>
<p>Para preservar esse aspecto sofisticado, a manicure recomenda <strong>hidratar regularmente as mãos e as cutículas</strong>, além de manter a manutenção em dia. As esmaltações tradicionais devem ser semanais, enquanto as de gel duram cerca de um mês.</p>
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		<title>Seu bebê reconhece cheiros que você nem imagina</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/seu-bebe-reconhece-cheiros-que-voce-nem-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 12:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cheirinho]]></category>
		<category><![CDATA[Rotinas e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cheiro]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[olfato]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[sentidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito antes de entender palavras ou identificar todos os rostos, o bebê já usa o olfato para se orientar. Cheiros familiares ajudam a identificar pessoas, ambientes e momentos da rotina, criando uma sensação de continuidade após o nascimento. De acordo com a pediatra Ana Claudia Tavares, do dr.consulta, o sistema olfatório está entre os mais<a href="https://www.baruel.com.br/seu-bebe-reconhece-cheiros-que-voce-nem-imagina/">Continue reading <span class="sr-only">"Seu bebê reconhece cheiros que você nem imagina"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muito antes de entender palavras ou identificar todos os rostos, o bebê já usa o olfato para se orientar.</strong> Cheiros familiares ajudam a identificar pessoas, ambientes e momentos da rotina, criando uma sensação de continuidade após o nascimento.</p>
<p>De acordo com a pediatra Ana Claudia Tavares, do dr.consulta, o<strong> sistema olfatório está entre os mais maduros ao nascer.</strong> Seus receptores começam a funcionar ainda no terceiro trimestre da gestação, quando o feto já entra em contato com compostos presentes no líquido amniótico e na alimentação materna.</p>
<p><strong>“Poucos dias após o nascimento, o bebê consegue diferenciar o odor da própria mãe do de outras mulheres</strong>. Esse cheiro facilita a localização da mama e melhora a coordenação da sucção durante a amamentação”, explica a especialista.</p>
<h2>Cheiros familiares ajudam a acalmar</h2>
<p><strong>O cheirinho da casa, do colo, das roupas e dos momentos de cuidado costuma se repetir junto a experiências como mamada, contato pele a pele, banho, sono e acolhimento. Com o tempo, o bebê passa a associar essas pistas sensoriais a situações de conforto e proteção.</strong></p>
<p>Isso ocorre porque o sistema olfatório se conecta diretamente a regiões do cérebro envolvidas nas emoções e na memória. Assim, odores conhecidos podem favorecer respostas de segurança, reduzir o estresse e ajudar o recém-nascido a se organizar.</p>
<h2>Repetição dá previsibilidade à rotina</h2>
<p><strong>Quando determinados cheiros aparecem sempre junto a experiências positivas, o cérebro cria associações.</strong> Desse modo, o odor natural do cuidador pode anunciar o colo, da mesma maneira que o banho pode sinalizar uma etapa do dia, e uma roupa ou objeto familiar consegue ajudar o bebê a reconhecer o ambiente.</p>
<p>Para fortalecer essa sensação de segurança, a médica Ana Claudia Tavares recomenda apostar em experiências simples e consistentes:</p>
<ul>
<li>manter rotinas previsíveis;</li>
<li>investir no contato pele a pele;</li>
<li>amamentar quando possível;</li>
<li>responder às necessidades do bebê com presença e atenção;</li>
<li>preservar objetos familiares com o odor natural da família.</li>
</ul>
<p>Ela ainda explica que os recém-nascidos respondem mais ao odor corporal natural da mãe do que às fragrâncias artificiais.</p>
<h2>Mudanças podem pedir mais acolhimento</h2>
<p>Segundo a pediatra, <strong>mudanças de cenário e rotina</strong>, como hospitalização, nova casa, afastamento prolongado dos cuidadores ou substituição dos cheiros habituais por fragrâncias intensas <strong>podem deixar o bebê mais dependente de outras formas de regulação</strong>, sobretudo nos primeiros meses.</p>
<p>“Nessas transições, manter elementos conhecidos ajuda a tornar o processo mais tranquilo. Vozes conhecidas, toques e objetos que preservem o odor habitual da família oferecem referências durante a adaptação”, indica a pediatra.</p>
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		<title>Sapato de bico fino: moda em alta, saúde dos pés em baixa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sapato-de-bico-fino-moda-em-alta-saude-dos-pes-em-baixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bolha]]></category>
		<category><![CDATA[Calo e Calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Fricção e Impacto do Calçado]]></category>
		<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Calçados]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[calo]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
		<category><![CDATA[sapato de ponta fina]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de sapato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elegantes e clássicos, os sapatos de bico fino fazem parte da rotina de muitas pessoas. Entretanto, o uso frequente de modelos estreitos e altos pode levar a incômodos recorrentes nos pés, como unhas encravadas, calos e bolhas. Segundo o ortopedista Edgard Saito, preceptor do internato do Centro Integrado de Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, isso<a href="https://www.baruel.com.br/sapato-de-bico-fino-moda-em-alta-saude-dos-pes-em-baixa/">Continue reading <span class="sr-only">"Sapato de bico fino: moda em alta, saúde dos pés em baixa"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Elegantes e clássicos, os sapatos de bico fino fazem parte da rotina de muitas pessoas. Entretanto, o<strong> uso frequente de modelos estreitos e altos pode levar a incômodos recorrentes nos pés, como unhas encravadas, calos e bolhas.</strong></p>
<p>Segundo o ortopedista Edgard Saito, preceptor do internato do Centro Integrado de Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, isso ocorre porque o calçado em questão <strong>comprime os dedos e aumenta a pressão sobre as bordas das unhas, favorecendo dor, inflamação e encravamentos</strong>.</p>
<p>&#8220;Além do uso repetido desses sapatos, outros fatores influenciam nesses quadros, como <strong>anatomia, hereditariedade, idade e doenças preexistentes</strong>&#8220;, esclarece o médico.</p>
<h2>Muito além da unha encravada</h2>
<p>A advogada Yasmin Borges conhece a situação de perto. Por causa da profissão, que exige um visual mais formal, ela usou sapatos assim por anos até começar a sofrer com bolhas muito doloridas, principalmente nos dedinhos, e a ter unhas encravadas.</p>
<p>Chegou ao ponto de recorrer a uma podóloga para cuidar da unha. Foi a profissional também que lhe indicou pomadas para as bolhas. “Passei a escolher sapatos com o bico mais largo e a usar protetores. Hoje, uso bico fino esporadicamente”, revela a advogada.</p>
<p>A lista de desconfortos e problemas causados pelos bicos finos vai além das bolhas e unhas encravadas. Também pode incluir:</p>
<ul>
<li><strong>dor</strong>;</li>
<li>sensação de <strong>compressão</strong> nos dedos e no antepé;</li>
<li><strong>escoriações</strong>;</li>
<li><strong>calos e calosidades</strong>;</li>
<li><strong>vermelhidão</strong>, <strong>inchaço e inflamação</strong> ao redor das unhas.</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, ainda pode agravar condições já existentes e dolorosas, como joanetes, dedos em martelo (deformidade em que uma articulação fica dobrada permanentemente), Neuroma de Morton ou mesmo alterar a forma de caminhar.</p>
<h2>Como reduzir os riscos</h2>
<p>Não existe uma fórmula segura para todo mundo. O especialista Edgard Saito avalia que <strong>depende das características dos pés, do ajuste e da altura do sapato, do tempo em pé, da distância percorrida e da presença de deformidades ou doenças já existentes.</strong></p>
<p>“Pessoas com antepé mais largo, dedos longos, unhas muito curvas ou espessas, joanete, dedos em martelo, artrite, alterações circulatórias ou perda de sensibilidade estão entre as mais suscetíveis”, alerta o médico.</p>
<p><strong>Já idosos e quem tem diabetes, neuropatia periférica ou histórico de úlceras nos pés merecem atenção especial</strong>, pois podem não perceber uma lesão logo no início.</p>
<p>Na prática, <strong>a recomendação é reservar calçado de bicos finos para períodos mais curtos e ocasiões específicas, evitando caminhadas longas</strong>. Uma estratégia simples é fazer o trajeto com um calçado confortável e trocar pelo modelo social ao chegar ao local.</p>
<h2>Nem sempre é preciso abrir mão do modelo</h2>
<p>A quem ama os bicos finos, aí vai uma boa notícia: os sapatos não precisam ficar guardados para sempre. Escolher o modelo com mais cuidado pode ajudar bastante. As recomendações a serem seguidas são:</p>
<ul>
<li>respeitar o formato natural dos pés;</li>
<li>manter cerca de 1 a 1,5 cm entre o dedo mais longo e a ponta do calçado;</li>
<li>optar por materiais macios e flexíveis sobre os dedos;</li>
<li>preferir versões com calcanhar firme e sola estável;</li>
<li>priorizar saltos baixos e largos para uso prolongado;</li>
<li>antes de comprar, experimentar o calçado no fim do dia, quando os pés costumam estar mais inchados.</li>
</ul>
<p>&#8220;O calçado pode ficar ajustado, mas não deve comprimir, provocar dormência nem deixar marcas dolorosas”, orienta o ortopedista. Ele ainda reforça sobre os cuidados com as unhas: devem ser cortadas retas, sem arredondar profundamente os cantos nem ficarem curtas demais.</p>
<p>Depois de tratar os problemas ocasionados pelo bico fino recorrente, a advogada Yasmin Borges tem o conselho na ponta da língua: “Não usar com tanta frequência, investir em protetores e considerar outros modelos mais largos, como os arredondados”, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Bolsa do bebê em passeios: só carregue o que é essencial</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/bolsa-do-bebe-em-passeios-so-carregue-o-que-e-essencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[passeio]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[troca de fralda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sair com um bebê não significa levar a casa inteira. Na prática, uma bolsa bem organizada costuma funcionar melhor do que uma cheia de itens que nem chegam a ser usados. O segredo é pensar no tipo de passeio e nas principais necessidades. A enfermeira pediátrica Lissandra Borba da Cunha, gerente de ensino do Grupo<a href="https://www.baruel.com.br/bolsa-do-bebe-em-passeios-so-carregue-o-que-e-essencial/">Continue reading <span class="sr-only">"Bolsa do bebê em passeios: só carregue o que é essencial"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sair com um bebê não significa levar a casa inteira. Na prática, <strong>uma bolsa bem organizada costuma funcionar melhor do que uma cheia de itens que nem chegam a ser usados. O segredo é pensar no tipo de passeio e nas principais necessidades.</strong></p>
<p>A enfermeira pediátrica Lissandra Borba da Cunha, gerente de ensino do Grupo Santa Joana, ensina que uma <em>nécessaire</em> funcional deve ser montada <strong>considerando três situações: troca de fraldas, alimentação e imprevistos.</strong></p>
<p>Já a duração da saída é o que define a quantidade dos itens. “A diferença entre um passeio de uma hora e um de cinco horas não está nas coisas que você leva, mas em quantas peças”, diz a profissional.</p>
<h2>Passeio, idade e destino fazem diferença</h2>
<p><strong>Em saídas rápidas, de até duas horas</strong>, o bebê geralmente já está alimentado e com a fralda limpa. Nesses casos, costuma ser suficiente levar duas ou três fraldas, um pacote pequeno de lenços umedecidos, uma muda de roupa e um ou dois paninhos de boca.</p>
<p><strong>Nos passeios mais longos</strong>, porém, é importante reforçar o estoque de fraldas – em média uma para cada duas horas, além de duas extras. Também incluir uma manta leve, itens para alimentação e recipientes térmicos, quando necessário.</p>
<p><strong>A idade também influencia na organização</strong>. Até os seis meses, as fraldas e os paninhos ocupam boa parte do espaço. Já com a chegada da introdução alimentar, outros itens entram na lista: babador, copo, talheres infantis e lanchinhos.</p>
<p><strong>Depois de um ano de idade</strong>, álcool em gel, garrafinha de água e pequenos brinquedos passam a fazer muita diferença, já que o bebê explora mais o ambiente.</p>
<h2>O que vale colocar na bolsa</h2>
<p>Para a especialista Lissandra Borba da Cunha, organizar por categorias ajuda a montar uma bolsa de passeio eficiente e a não carregar peso desnecessário.</p>
<ul>
<li><strong>Para a troca</strong>: fraldas, lenços umedecidos, pomada, trocador portátil e sacos plásticos para roupas ou fraldas sujas.</li>
<li><strong>Para a alimentação</strong>: paninhos de boca, fralda de ombro, água e, conforme a idade, babador impermeável e alimentos.</li>
<li><strong>Para imprevistos</strong>: uma muda completa de roupa para o bebê, manta ou casaco leve e álcool em gel para quem vai cuidar dele.</li>
<li><strong>Conforme o lugar</strong>: em ambientes fechados, um casaco costuma ser suficiente; já em locais abertos, podem ser necessários chapéu, canga impermeável, protetor solar e repelente para bebês maiores de seis meses, sempre seguindo orientação pediátrica.</li>
<li><strong>Itens que costumam salvar o passeio</strong>: camiseta extra para o adulto, sacos com fechamento hermético para isolar roupas sujas e um brinquedo pequeno para distrair o bebê.</li>
</ul>
<p>“Organizar a mochila por pequenos kits também facilita bastante. Separar os itens em nécessaires para troca, alimentação e roupas extras evita bagunça e agiliza o atendimento quando surge alguma necessidade”, orienta a enfermeira pediátrica.</p>
<h2>Menos excesso, mais organização</h2>
<p>Da mesma forma que algumas estratégias ajudam na organização, há aqueles hábitos que estão entre os erros mais comuns. Levar diversos medicamentos para passeios não muito longos, sobretudo quando o bebê está saudável, é o principal deles.</p>
<p>Ser pego de surpresa por roupas que não servem mais também está na lista. Por isso, a recomendação da profissional é revisar periodicamente o tamanho das peças e das fraldas, além de conferir a validade dos produtos guardados.</p>
<p>Como dica final, Lissandra Borba da Cunha orienta a <strong>reorganizar a bolsa logo após chegar em casa</strong>. Reponha as fraldas, troque a roupa reserva e deixe tudo ajeitado para a próxima saída.</p>
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		<title>Ativos certos ajudam a recuperar pés ásperos e ressecados</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ativos-certos-ajudam-a-recuperar-pes-asperos-e-ressecados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hidratação e Emolientes]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[pé ressecado]]></category>
		<category><![CDATA[pele ressecada]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pés ressecados e ásperos nem sempre precisam apenas de mais creme. Muitas vezes, a escolha dos ativos que compõem o produto faz toda a diferença para recuperar a hidratação e melhorar a textura da pele. Segundo a dermatologista Violeta Tortelly, do Complexo Hospitalar de Niterói, hidratantes e emolientes atuam de forma complementar. A função de<a href="https://www.baruel.com.br/ativos-certos-ajudam-a-recuperar-pes-asperos-e-ressecados/">Continue reading <span class="sr-only">"Ativos certos ajudam a recuperar pés ásperos e ressecados"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pés ressecados e ásperos nem sempre precisam apenas de mais creme. Muitas vezes, a <strong>escolha dos ativos que compõem o produto faz toda a diferença para recuperar a hidratação e melhorar a textura da pele.</strong></p>
<p>Segundo a dermatologista Violeta Tortelly, do Complexo Hospitalar de Niterói, <strong>hidratantes e emolientes atuam de forma complementar</strong>. <strong>A função de um hidratante é atrair e reter água na pele, já o emoliente deve reduzir a perda dela.</strong></p>
<p>&#8220;Os cremes funcionam como um ‘cimentinho’ entre as células, enquanto os emolientes formam uma barreira para não deixar a água evaporar. A ação conjunta recupera a barreira cutânea, devolve a elasticidade e deixa a superfície dos pés mais lisa&#8221;, explica a especialista.</p>
<h2>Os ativos mais indicados</h2>
<p>Como a pele dos pés é mais espessa, normalmente são <strong>associados hidratantes e queratolíticos</strong>, substâncias que ajudam a afinar essa camada mais endurecida da pele.</p>
<p>Entre os principais ativos, a médica destaca:</p>
<ul>
<li><strong>Ureia</strong>: a 10%, atua como hidratante, mas, em concentrações maiores, ajuda a afinar a pele.</li>
<li><strong>Ácido salicílico</strong>: pode ser associado à ureia para potencializar esse efeito.</li>
<li><strong>Glicerina e dexapantenol</strong>: reforçam a hidratação.</li>
<li><strong>Vaselina, óleo mineral, óleo de coco, óleos e manteigas</strong> vegetais, ceramidas e ácidos graxos: oclusivos que formam uma barreira que reduz a perda de água.</li>
</ul>
<p>Apesar da eficácia, é fundamental consultar um profissional antes de usá-los, já que cada composto pode ter contraindicações específicas.</p>
<h2>Como escolher o hidratante ideal</h2>
<p>A dermatologista Violeta Tortelly orienta que <strong>a concentração dos ativos deve acompanhar o grau de ressecamento e o veículo da fórmula</strong>. Sendo assim, <strong>áreas muito ásperas podem exigir formulações mais concentradas no início, como a ureia entre 20% e 30%.</strong></p>
<p>“Outra estratégia que pode potencializar a hidratação é <strong>aplicar o produto e envolver a região com meias ou plástico</strong>”, indica a especialista.</p>
<p>Também vale <strong>evitar o uso frequente de lixas nos pés</strong>, já que a agressão repetida tende a provocar um efeito rebote e estimular a formação de uma camada ainda mais espessa de queratina.</p>
<h2>Quando procurar um dermatologista</h2>
<p>Embora o ressecamento costume ser apenas uma alteração da pele, alguns sinais indicam que é hora de buscar avaliação médica, como vermelhidão, coceira, suspeita de micose ou lesões que possam estar relacionadas a doenças.</p>
<p>Nesses casos, o tratamento vai além da hidratação para combater a aspereza e deve ser direcionado para a causa real do problema e não apenas os sintomas.</p>
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	</channel>
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