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		<title>Salão de beleza: o que observar antes de frequentar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/salao-de-beleza-o-que-observar-antes-de-frequentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biossegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[biossegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conseguir um horário de última hora em um salão de beleza para cuidar dos pés pode parecer sorte. No entanto, se o lugar não seguir os cuidados básicos de biossegurança, esse agendamento pode se tornar um grande problema, que vai desde micoses até infecções. Por isso, antes de escolher o esmalte, é bom olhar para<a href="https://www.baruel.com.br/salao-de-beleza-o-que-observar-antes-de-frequentar/">Continue reading <span class="sr-only">"Salão de beleza: o que observar antes de frequentar"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um horário de última hora em um salão de beleza para cuidar dos pés pode parecer sorte. No entanto, <strong>se o lugar não seguir os cuidados básicos de biossegurança, esse agendamento pode se tornar um grande problema, que vai desde micoses até infecções</strong>. Por isso, antes de escolher o esmalte, é bom olhar para outros detalhes.</p>
<p>Quem descobriu isso na prática foi a jornalista Giovanna Penha, de 29 anos, depois de agendar um serviço de última hora em salão perto de casa. Prestes a viajar, o local que ela costumava frequentar não tinha mais agenda, então decidiu arriscar outro atendimento. Infelizmente, a experiência não foi boa.</p>
<p>“Percebi que o alicate estava jogado na gaveta, sem envelope. Até me acendeu uma luz de perigo, mas pensei que uma única vez não daria em nada. Semanas depois, comecei a ter muita coceira entre os dedos. A pele descamou, saía uma ‘água’ e sangrava. Fui na dermatologista e era micose”, relembra a comunicadora.</p>
<h2>Ambiente dá pistas importantes</h2>
<p>Segundo a podóloga Lana Fagundes, <strong>a limpeza geral do estabelecimento costuma ser um dos primeiros sinais de segurança</strong> – ou de alerta. Ambientes desorganizados, instrumentos soltos e <strong>profissionais sem equipamentos de proteção individual</strong> merecem atenção redobrada.</p>
<p><strong>Durante cada atendimento, manicures, pedicures e podólogas devem usar luvas, máscaras e toucas.</strong> Além disso, há outros <strong>materiais descartáveis que não podem ser reutilizados, como lixas, palitos, algodão, separadores de dedos e toalhas.</strong></p>
<p><strong>Já os instrumentos metálicos, como alicates, espátulas e cortadores, precisam passar obrigatoriamente pelo processo correto de esterilização.</strong> De acordo com as normas vigentes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a <strong>autoclave é o meio mais seguro e indicado</strong> para isso.</p>
<h2>Micose, frieira e até hepatite</h2>
<p>Quando os protocolos de biossegurança não são seguidos corretamente, o <strong>cliente pode ficar exposto a diferentes doenças e infecções</strong>. <strong>Micose e frieira</strong> estão entre os problemas mais comuns, mas não são os únicos.</p>
<p>“Instrumentos contaminados e materiais reutilizados inadequadamente também podem favorecer a transmissão de infecções bastante graves, incluindo hepatite”, alerta a profissional.</p>
<p>Por isso, observar a rotina de higiene do espaço de beleza vai além da estética do local. Caso note que alguma regra não está sendo seguida, não hesite em questionar ou até desmarcar o atendimento.</p>
<h2>Como é a esterilização correta</h2>
<p>A podóloga Lana Fagundes explica que a higienização dos instrumentos segue etapas específicas antes da esterilização final. Isso significa:</p>
<ul>
<li>limpar com álcool;</li>
<li>lavar com água corrente e detergente enzimático;</li>
<li>esperar secar;</li>
<li>envelopar em embalagens próprias para autoclave;</li>
<li>levar à autoclave conforme manual do equipamento.</li>
</ul>
<p>No caso de Giovanna Penha, a experiência mudou completamente a forma como ela escolhe um salão para cuidar dos pés. Após o tratamento com antifúngicos tópicos e orais, ela passou a observar atentamente o ambiente e os métodos utilizados.</p>
<p>A podóloga revela um detalhe interessante a ser observado: <strong>os instrumentos sempre devem estar embalados em envelope próprio, que muda de rosa para marrom após o processo de esterilização na autoclave.</strong></p>
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		<title>O dia a dia da escola visto pelas crianças: entenda como é</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-dia-a-dia-da-escola-visto-pelas-criancas-entenda-como-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para compreender o que acontece na escola, muitas vezes é preciso tentar enxergar a rotina pela perspectiva da própria criança. Quando os pais fazem esse exercício, conseguem perceber emoções, desafios e pequenas conquistas que ajudam a entender melhor como o dia escolar é vivido. A professora de Educação Infantil Brenda Azevedo, especialista em Neuroeducação, explica<a href="https://www.baruel.com.br/o-dia-a-dia-da-escola-visto-pelas-criancas-entenda-como-e/">Continue reading <span class="sr-only">"O dia a dia da escola visto pelas crianças: entenda como é"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para compreender o que acontece na escola, muitas vezes é preciso tentar enxergar a rotina pela perspectiva da própria criança</strong>. Quando os pais fazem esse exercício, conseguem <strong>perceber emoções, desafios e pequenas conquistas que ajudam a entender melhor como o dia escolar é vivido.</strong></p>
<p>A professora de Educação Infantil Brenda Azevedo, especialista em Neuroeducação, explica que <strong>compreender a escola a partir do olhar do pequeno ajuda os pais e cuidadores a reconhecer sentimentos e vivências que, muitas vezes, acabam passando despercebidos pelos adultos.</strong></p>
<p>“A experiência escolar não é vivida com o olhar adulto, mas com o corpo e as emoções da criança. Se tentarmos compreender essa perspectiva, conseguimos validar sensações, medos e descobertas que, para nós, podem parecer pequenos, mas para ela são enormes”, observa a educadora.</p>
<h2>Tudo muda na infância em grupo</h2>
<p>Ao sair de casa e passar parte do dia em um ambiente coletivo, a criança entra em um espaço onde precisa dividir atenção, brinquedos, tempo e até o próprio ambiente. Esse <strong>novo contexto exige habilidades novas, como espera, escuta e convivência, o que representa um importante exercício emocional e social</strong>.</p>
<p>Com isso, alguns momentos da rotina acabam sendo especialmente marcantes para ela, ainda que passem despercebidos pelos adultos, como:</p>
<ul>
<li>a despedida na porta da escola;</li>
<li>o momento da alimentação;</li>
<li>o horário do sono;</li>
<li>o tom de voz da professora;</li>
<li>quem se senta ao lado na roda ou na mesa.</li>
</ul>
<p>Brenda ainda lembra que, para crianças pequenas, a previsibilidade da rotina tem papel fundamental nesse processo. Quando sabem o que vai acontecer ao longo do dia, elas se sentem mais seguras e conseguem compreender melhor o ambiente escolar.</p>
<h2>Pequenos acontecimentos</h2>
<p>Esses detalhes aparentemente simples <strong>ajudam a organizar emocionalmente a experiência na infância</strong>. Quem pegou o brinquedo que ela queria, o livro escolhido para a leitura ou até o abraço de despedida de um colega pode ter grande significado.</p>
<p>Além disso, a professora infantil Brenda Azevedo destaca que, muitas vezes, <strong>o momento preferido de uma criança nem sempre é o que a família imagina.</strong> Enquanto alguns gostam de brincar no parque, outros podem se sentir especiais ao participar como ajudantes do dia ou ao ouvir a leitura de uma história.</p>
<p>“Se a criança se sente segura com o adulto de referência, ela consegue elaborar melhor a separação e as frustrações. Muitas vezes, essas emoções aparecem no corpo, com choro, mais agitação ou silêncio”, diz a especialista.</p>
<p>E se não tiver choro? Nesses casos, nem sempre indica uma adaptação tranquila. Pode ser também uma inibição e, nesse contexto, o apoio parental é essencial para nomear os sentimentos.</p>
<h2>Como se aproximar desse universo</h2>
<p>Em casa, <strong>a forma como os familiares conversam sobre a escola pode ajudar o pequenino a compartilhar mais sobre o que viveu</strong>. Em vez de perguntas diretas que soam como interrogatório, comentários afetuosos costumam abrir espaço para que fale no próprio tempo.</p>
<p>Quando a resposta vem apenas como “foi legal” ou “não sei”, isso também pode indicar cansaço ou dificuldade de organizar a experiência em palavras. Algumas estratégias simples podem ajudar nesse diálogo:</p>
<ul>
<li>comentar que pensou nela durante o dia;</li>
<li>imaginar situações da rotina escolar;</li>
<li>perguntar sobre as brincadeiras ou colegas;</li>
<li>valorizar pequenas conquistas;</li>
<li>criar rituais, como um abraço de despedida ou frases repetidas;</li>
<li>ter um momento de acolhimento ao voltar da aula.</li>
</ul>
<p><strong>Alterações no sono, no apetite ou nas brincadeiras podem revelar como a experiência escolar está sendo vivida pela criança</strong>. “Muitas vezes, durante o brincar em casa, a criança reproduz situações vividas na escola. Observar esses sinais ajuda a compreender como o dia foi elaborado internamente”, orienta Brenda.</p>
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		<item>
		<title>Pé chato: como identificar os sinais em casa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Chato ou Pé Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[base do pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[pé chato]]></category>
		<category><![CDATA[pé plano]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns testes caseiros ajudam a identificar a condição e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada. A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &#38;<a href="https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé chato: como identificar os sinais em casa"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato</strong>. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns <strong>testes caseiros ajudam a identificar a condição</strong> e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada.</p>
<p>A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, esclarece que <strong>pé chato e pé plano são a mesma condição</strong>: a <strong>redução ou ausência da curvatura natural na parte interna dos pés</strong>.</p>
<p>Pode parecer irrelevante, mas esse arco é <strong>importante para absorção de impacto, equilíbrio e distribuição da carga do corpo durante os movimentos</strong>. “O pé é a base de todo o alinhamento corporal. Por isso, qualquer alteração nessa região pode acabar repercutindo no corpo inteiro”, observa a profissional.</p>
<h2>Quais sinais podem indicar pé chato?</h2>
<p>Algumas características costumam aparecer com mais frequência em pessoas com pé plano. O <strong>principal indício é a ausência da “curvinha” interna dos pés</strong>, fazendo com que praticamente <strong>toda a sola fique apoiada no chão</strong>.</p>
<p>Outros sinais importantes incluem:</p>
<ul>
<li>desgaste maior na parte interna do calçado;</li>
<li>tornozelos inclinando para dentro;</li>
<li>dificuldade para manter equilíbrio;</li>
<li>cansaço nos pés após muito tempo em pé;</li>
<li>dores nos pés, joelhos ou lombar.</li>
</ul>
<p>Tatiane explica que alterações na pisada também podem provocar compensações em outras partes do corpo, uma vez que há perda da eficiência na absorção de impacto e no alinhamento biomecânico ao longo do tempo.</p>
<h2>Testes simples ajudam na triagem</h2>
<p>Recorrer a testes caseiros pode ser útil para identificar se é caso de buscar avaliação médica, sobretudo quando há outros sintomas associados. A seguir, a profissional Tatiane Roschel compartilha algumas possibilidades:</p>
<ul>
<li><strong>Reflexo no espelho</strong>: fique descalço em frente ao espelho e observe se existe curvatura interna nos pés ou se os tornozelos parecem “cair para dentro”;</li>
<li><strong>Ponta dos pés</strong>: suba na ponta dos pés e note se o arco aparece. Se for possível vê-lo, pode ser um pé plano flexível. Caso não, pode indicar rigidez e necessidade de avaliação;</li>
<li><strong>“Teste da pisada” ou “teste do pé molhado”</strong>: molhe a sola do pé, pise em uma superfície seca e observe o formato da pegada. Uma curva bem definida aponta para um arco normal, enquanto pisadas completas são sinal de pé chato.</li>
</ul>
<h2>Quando buscar um médico</h2>
<p>Vale lembrar que esses resultados da autoavaliação não são diagnósticos médicos e não substituem a consulta com um profissional especializado. Por isso, a fisioterapeuta Tatiane Roschel recomenda <strong>procurar um especialista em casos de dor frequente (nos pés ou pernas), dificuldade para caminhar, desgaste rápido dos calçados e alterações visíveis na postura</strong>.</p>
<p>Ela também chama atenção para os casos infantis: crianças com alterações persistentes nos pés após os seis ou sete anos devem ser avaliadas para acompanhamento adequado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Meu cachinho”: reconhecer o cabelo é afirmar identidade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-cachinho-reconhecer-o-cabelo-e-afirmar-identidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Texturas e Tipos de Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em algum momento da infância, muitas crianças começam a observar características próprias e nomeá-las com curiosidade. Frases como “meu cabelo é cacheado”, “meu cabelo cresce para cima” ou “meu cabelo é grande” aparecem naturalmente e fazem parte de um processo importante para a construção de identidade e diversidade. A psicóloga Thaís Barbisan esclarece que esse<a href="https://www.baruel.com.br/meu-cachinho-reconhecer-o-cabelo-e-afirmar-identidade/">Continue reading <span class="sr-only">"“Meu cachinho”: reconhecer o cabelo é afirmar identidade"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em algum momento da infância, muitas crianças começam a observar características próprias e nomeá-las com curiosidade. Frases como “meu cabelo é cacheado”, “meu cabelo cresce para cima” ou “meu cabelo é grande” aparecem naturalmente e <strong>fazem parte de um processo importante para a construção de identidade e diversidade</strong>.</p>
<p>A psicóloga Thaís Barbisan esclarece que <strong>esse movimento começa quando a criança passa a reconhecer o que é dela e a se diferenciar do outro</strong>. Normalmente, isso <strong>costuma acontecer entre 18 e 24 meses</strong>, quando aparecem expressões como “meu” e os primeiros sinais de reconhecimento de si mesma.</p>
<p>“<strong>Já entre dois e três anos, esse entendimento se torna mais consistente</strong>. Ela passa a nomear características próprias mais concretas, como partes do corpo e até o tipo de cabelo. Isso indica que está começando a compreender melhor quem ela é”, complementa a profissional.</p>
<h2>Parte da construção da identidade</h2>
<p>Vale ressaltar que quando meninos ou meninas falam sobre seu cabelo, eles não estão apenas descrevendo características físicas próprias. Na verdade, <strong>esse gesto revela um movimento importantíssimo para a identidade (em construção) daquela criança e sobre a relação afetiva consigo mesma.</strong></p>
<p>Com isso, os pequenos começam a moldar o quebra-cabeça sobre a forma como se percebem no mundo. Assim como o nome próprio tem um valor simbólico importante, <strong>falar sobre o cabelo ajuda a dar sentido à própria experiência de existir</strong>. Nesse momento, a turma mirim também busca reconhecimento e acolhimento dos adultos.</p>
<p>“Esse processo fortalece a autoestima, o pertencimento e a segurança afetiva. As crianças sentem que são legitimadas e constroem uma percepção mais segura de si mesmas. A forma como os pais ou cuidadores reagem ajuda a validar quem elas são e ainda contribui para uma base sólida de segurança emocional”, destaca Thaís.</p>
<h2>Reconhecimento X dimensão cultural</h2>
<p>A também psicóloga Flávia Mentone, especialista em inclusão e diversidade, da Reponto, observa que esse momento de nomear o próprio cabelo ainda apresenta importantes componentes culturais e sociais, sobretudo no que diz respeito à diversidade.</p>
<p>“<strong>Quando a criança diz que seu cabelo é cacheado ou cresce para cima, ela está organizando sua identidade</strong>. Em um país como o Brasil, onde a textura dos fios se relaciona com questões raciais e sociais, esse reconhecimento ganha uma dimensão cultural. A representatividade não cria a identidade, mas a legitima”, explica.</p>
<p>As próprias pesquisas em psicologia do desenvolvimento apontam para isso. De acordo com vários estudos, <strong>o autoconceito começa a se formar entre três e seis anos de vida, baseado em características visíveis e na forma como o ambiente reage a elas.</strong> Assim, ao ver pessoas com aspectos semelhantes aos seus, a aparência é legitimada e valorizada.</p>
<h2>O papel do ambiente</h2>
<p>Durante esse processo de autopercepção infantil, os adultos precisam ter atenção redobrada a como reagem, pois isso impacta diretamente na construção do pequeno ser. Comentários aparentemente pequenos podem tanto reforçar a segurança quanto gerar associações negativas. O mesmo vale para frases continuamente repetidas.</p>
<p>A especialista Flávia Mentone compartilha que estudos sobre viés implícito mostram que <strong>crianças internalizam rapidamente padrões sociais</strong>. Por isso, frases que tratam certos tipos de cabelo como problema podem impactar a forma como elas se veem.</p>
<p>É por isso que a especialista enumera dicas importantes de inclusão e diversidade. Embora simples, essas atitudes fortalecem o pertencimento e a autoestima:</p>
<ul>
<li>Criar ambientes que valorizem diferentes tipos de cabelo.</li>
<li>Inserir livros diversos sobre o tema.</li>
<li>Evitar hierarquizar texturas.</li>
<li>Permitir que a criança escolha penteados.</li>
<li>Ensiná-la a cuidar do próprio cabelo com produtos adequados.</li>
<li>Elogiar características reais em vez de compará-las.</li>
<li>Diversificar personagens e brinquedos.</li>
<li>Corrigir comentários preconceituosos.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no calcanhar]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a caminhada está totalmente proibida é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não! De<a href="https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/">Continue reading <span class="sr-only">"Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia</strong>. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a <strong>caminhada está totalmente proibida</strong> é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não!</p>
<p>De acordo com a fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, a <strong>fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo da fáscia plantar, estrutura responsável por sustentar o arco do pé e absorver impacto durante os movimentos, incluindo a caminhada</strong>.</p>
<p>“Mas o problema não é apenas caminhar. <strong>O problema é caminhar com sobrecarga</strong>. O corpo costuma dar sinais claros de que existe excesso de esforço ou impacto na região”, adverte a profissional.</p>
<h2>É melhor não caminhar se…</h2>
<p>A piora dos sintomas associados à doença é uma bandeira vermelha para a caminhada. Isso porque os <strong>desconfortos costumam ser mais intensos após longos períodos em pé ou andança excessiva.</strong></p>
<p>Entre os alertas para reduzir ou interromper temporariamente a atividade estão:</p>
<ul>
<li>aumento progressivo da dor;</li>
<li>desconforto persistente após a caminhada;</li>
<li>piora dos sintomas no dia seguinte.</li>
</ul>
<p>Segundo Tatiane, um leve desconforto controlado, sem agravamento ao longo do dia e com recuperação rápida, costuma representar uma zona mais segura para continuar a atividade.</p>
<h2>Hábitos simples também pioram dor</h2>
<p>Vale lembrar que a<strong> culpa não está só no andar.</strong> Outras situações comuns no dia a dia também <strong>aumentam a sobrecarga na fáscia plantar</strong>, pioram a dor e, consequentemente, dificultam a recuperação. Fique atento a:</p>
<ul>
<li><strong>longos períodos em pé;</strong></li>
<li><strong>impacto repetitivo;</strong></li>
<li><strong>rigidez da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>caminhadas descalças em superfícies duras.</strong></li>
</ul>
<p>“<strong>O uso de calçados inadequados é outro agravante</strong>, principalmente quando o pé já apresenta sinais de inflamação. Observe estabilidade, amortecimento e suporte para o arco dos pés”, orienta a fisioterapeuta.</p>
<h2>Correção da sobrecarga</h2>
<p>Quando o assunto é aliviar e tratar a fascite plantar, a profissional explica que há medidas imediatas e abordagens terapêuticas a longo prazo. O primeiro grupo envolve uma série de ações para ajudar no controle momentâneo da dor, mas sem potencial de cura isoladamente, como:</p>
<ul>
<li><strong>alongamento da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>automassagem com bolinha na sola do pé;</strong></li>
<li><strong>aplicação local de gelo;</strong></li>
<li><strong>redução de impacto nas atividades.</strong></li>
</ul>
<p>Já um tratamento mais eficiente costuma contemplar:</p>
<ul>
<li>mobilidade do tornozelo;</li>
<li>alongamento da cadeia posterior;</li>
<li>fortalecimento dos pés;</li>
<li>treino de marcha;</li>
<li>reeducação postural;</li>
<li>consciência corporal;</li>
<li>equipamentos fisioterapêuticos.</li>
</ul>
<p>A melhora inicial costuma aparecer entre duas e quatro semanas, enquanto a recuperação progressiva pode levar de seis a 12 semanas. O retorno seguro às caminhadas tende a acontecer quando não há dor ao caminhar, rigidez matinal ou dificuldade no controle do movimento.</p>
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		<title>O segredo do banho tranquilo pode estar no horário</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-segredo-do-banho-tranquilo-pode-estar-no-horario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banho]]></category>
		<category><![CDATA[Rotinas e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O banho costuma ser um dos momentos mais marcantes da rotina infantil. Para algumas famílias, acontece logo cedo e ajuda no despertar. Para outras, faz parte do ritual da noite e sinaliza que o momento de desacelerar está chegando. Mas, afinal, existe um horário considerado mais adequado para dar banho em bebês e crianças? Dica:<a href="https://www.baruel.com.br/o-segredo-do-banho-tranquilo-pode-estar-no-horario/">Continue reading <span class="sr-only">"O segredo do banho tranquilo pode estar no horário"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O banho costuma ser um dos momentos mais marcantes da rotina infantil. Para algumas famílias, acontece logo cedo e ajuda no despertar. Para outras, faz parte do ritual da noite e sinaliza que o momento de desacelerar está chegando. Mas, afinal, existe um horário considerado mais adequado para dar banho em bebês e crianças? Dica: depende!</p>
<p>De acordo com o pediatra Fernando Degiovani, do Hospital Prontil, <strong>não há uma única regra válida para todos os casos</strong>. Do ponto de vista pediátrico, o ideal é <strong>observar o contexto da casa e escolher um horário que favoreça tanto o conforto do bebê ou da criança quanto os cuidados com a pele.</strong></p>
<p>“O banho pela manhã não é mais indicado do que à noite. No entanto, <strong>o horário mais adequado costuma ser o momento mais quente do dia, porque é possível usar uma água mais morna para fria e proteger a saúde da pele</strong>”, explica o especialista.</p>
<h2>Os banhos relaxantes dos bebês</h2>
<p>Nos primeiros meses de vida, muitos pais e cuidadores percebem que o banho ajuda o bebê a relaxar. Por isso, adotam o momento como parte da preparação para o sono. O médico diz que essa estratégia realmente pode funcionar, mas com ressalvas.</p>
<p>Não é muito interessante usar excesso de duchas como ritual, por exemplo. Isso porque os banhos podem alterar a microbiota da pele, principalmente se o sabonete for utilizado todas as vezes, considerando que as fórmulas são capazes de matar bactérias protetoras da pele.</p>
<p>Nesses casos, uma estratégia simples é <strong>dar um banho completo uma vez ao dia, com os produtos necessários, e optar apenas pela imersão na água morna à noite, visando o relaxamento</strong> e não mais a higiene, que já foi feita.</p>
<h2>Cada criança, um efeito</h2>
<p>Quando os filhos estão maiorzinhos, o tom da conversa muda. À medida que a criança cresce, o efeito relaxante tende a variar. Para algumas, o banho noturno continua ajudando a desacelerar, enquanto para outras, não interfere mais diretamente no sono.</p>
<p>Se surgir dúvida do melhor momento, alguns fatores podem ajudar na escolha:</p>
<ul>
<li>clima e temperatura do dia;</li>
<li>rotina da casa;</li>
<li>horários de sono da criança;</li>
<li>nível de atividade ao longo do dia.</li>
</ul>
<p>“De modo geral,<strong> o impacto do banho passa a depender mais da rotina familiar do que da idade</strong>. Por isso, cada família acaba organizando esse momento de acordo com seus próprios horários”, avalia o pediatra Fernando Degiovani.</p>
<h2>O que fazer e o que evitar</h2>
<p>Mais importante do que o horário é a forma como acontece. Lembre-se de controlar a aplicação de produtos, sem exagerar em sabonetes e shampoos. <strong>A recomendação é usar apenas o básico em somente um dos banhos e não ultrapassar duas higienes diárias.</strong></p>
<p><strong>Vale ainda evitar horários noturnos se a criança estiver doente ou se as temperaturas forem muito baixas</strong>. Cabelo molhado e friagem podem prejudicar os pequeninos, sobretudo aqueles que já são alérgicos. Além disso, <strong>a melhor temperatura da água é sempre de morna para fri</strong>a e isso só é possível em momentos e climas mais quentinhos.</p>
<p>Por último, o médico lembra que o certo é, na verdade, o que funciona para o bebê ou para a criança, ou seja, deve-se observar individualmente e considerar também casos específicos, como pele seca ou dermatite atópica, que pedem cuidados próprios e orientados.</p>
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		<title>Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas. Normalmente, as dores são causadas pelo alongamento repentino<a href="https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações</strong>. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, <strong>desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas.</strong></p>
<p>Normalmente,<strong> as dores são causadas pelo alongamento repentino da fáscia plantar ao levantar da cama.</strong> Como explica a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, essa estrutura, que vai dos dedos ao calcanhar, <strong>permanece em repouso durante a noite e acaba sentindo esse “choque” pela manhã.</strong></p>
<p>“A fascite plantar é uma dessas causas, mas não a única. O principal sinal costuma ser a dor localizada, sensação de queimação, agulhada ou repuxo na sola do pé, principalmente ao pisar”, afirma a profissional.</p>
<h2>O que melhora e o que piora</h2>
<p>Uma série de intervenções pode ajudar ou prejudicar o quadro. <strong>Sapatos inadequados, por exemplo, são os principais vilões. Chinelos, rasteirinhas e solados rígidos ou sem amortecimento aumentam a sobrecarga dos pés durante o dia.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>o sobrepeso e a falta de alongamento favorecem o encurtamento da fáscia plantar e podem intensificar o desconforto logo ao acordar.</strong> Em geral, <strong>a dor costuma ser localizada e não vem acompanhada de inchaço ou vermelhidão.</strong></p>
<p>Por outro lado, há <strong>hábitos que aliviam</strong> os sintomas nos primeiros passos matutinos. A fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>movimentar os dedos dos pés ainda na cama;</li>
<li>fazer “garras” com os dedos;</li>
<li>estimular a abertura dos pés;</li>
<li>alongar pernas e panturrilhas antes de levantar.</li>
</ul>
<h2>Nem toda dor é só fascite plantar</h2>
<p><strong>Embora a fascite plantar seja uma das causas mais conhecidas, dores ao acordar também podem estar relacionadas a condições reumatológicas.</strong> O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, lembra que inflamações nos tendões e articulações entram nessa investigação.</p>
<p>Entre as principais possibilidades estão:</p>
<ul>
<li>entesite (inflamação onde tendão ou ligamento se prende ao osso);</li>
<li>espondiloartrites (doenças inflamatórias que afetam principalmente coluna e articulações);</li>
<li>artrite psoriásica (artrite associada à psoríase);</li>
<li>artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações);</li>
<li>gota (dor causada por cristais de ácido úrico nas articulações);</li>
<li>tendinite do tibial posterior (inflamação no tendão que sustenta o arco do pé).</li>
</ul>
<p>“<strong>Dores inflamatórias costumam piorar ao acordar, vêm acompanhadas de rigidez matinal prolongada e melhoram com o movimento. Já dores mecânicas tendem a piorar com o uso e a aliviar durante o repouso</strong>”, diferencia o médico.</p>
<h2>Avaliação correta muda o tratamento</h2>
<p>Vale lembrar que dor ao pisar ao acordar é um sintoma, e não um diagnóstico fechado. Se a sensação persiste por semanas, volta com frequência ou aparece junto de outros sinais, como inchaço em articulações, dor lombar, psoríase ou vermelhidão nos olhos, é importante investigar a causa com acompanhamento especializado.</p>
<p>Segundo o especialista Henrique Dalmolin, <strong>exames de sangue, ultrassom e ressonância podem ser necessários para entender a origem do problema</strong>. Em alguns casos, pacientes passam anos tratando uma suposta fascite plantar sem melhora, quando a causa da dor é reumatológica e precisa de outro tipo de abordagem.</p>
<p>Já a fisioterapeuta Andrea Guerra reforça que o <strong>tratamento depende diretamente do fator causal.</strong> Casos ortopédicos leves podem responder bem a anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças na rotina, por exemplo.</p>
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		<title>Medos infantis: como entender a fase e o que isso significa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/medos-infantis-como-entender-a-fase-e-o-que-isso-significa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Transições e Fases]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De uma semana para outra, a criança começa a ter medo do escuro, de barulhos ou de ficar sozinha. Para muitos pais, a sensação é de que algo mudou de forma repentina. Mas, de modo geral, isso faz parte do desenvolvimento infantil: os medos surgem justamente quando novas capacidades emocionais e cognitivas começam a se<a href="https://www.baruel.com.br/medos-infantis-como-entender-a-fase-e-o-que-isso-significa/">Continue reading <span class="sr-only">"Medos infantis: como entender a fase e o que isso significa"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De uma semana para outra, a criança começa a ter medo do escuro, de barulhos ou de ficar sozinha. Para muitos pais, a sensação é de que algo mudou de forma repentina. Mas, <strong>de modo geral, isso faz parte do desenvolvimento infantil: os medos surgem justamente quando novas capacidades emocionais e cognitivas começam a se formar</strong>.</p>
<p>A psicóloga Veruska Vasconcelos, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital Alvorada Moema, da Rede Américas, esclarece que o surgimento desses receios está ligado ao amadurecimento do cérebro e ao avanço das habilidades mentais das crianças. Nessa fase, também é comum generalizar o medo, interpretando estímulos neutros como potenciais ameaças.</p>
<p>“<strong>Conforme a criança desenvolve capacidades como imaginação, memória e antecipação, ela passa a prever situações que antes não conseguia representar mentalmente.</strong> Não é que o medo apareceu do nada: é que o cérebro ganhou a capacidade de imaginar possibilidades, inclusive ameaçadoras”, afirma a especialista.</p>
<h2>Cada fase tem seus próprios medos</h2>
<p>Os medos infantis costumam acompanhar etapas específicas da jornada emocional. Segundo a profissional, isso acontece em diferentes idades e novos receios aparecem à medida que a criança passa a compreender melhor o mundo e as relações ao redor:</p>
<ul>
<li><strong>Entre 6 e 12 meses</strong>: é comum surgir o medo de estranhos e a ansiedade de separação, por exemplo. É quando o bebê passa a reconhecer figuras familiares e percebe que o cuidador pode se afastar, marcando um momento importante na construção do apego.</li>
<li><strong>Dos 2 aos 4 anos</strong>: a imaginação se expande e, consequentemente, aparecem medos do escuro, de sombras, de monstros ou de barulhos inesperados. Nessa fase, a criança já cria imagens mentais, mas ainda não diferencia completamente fantasia e realidade.</li>
<li><strong>Em idade escolar</strong>: os receios costumam se tornar mais sociais, como medo de errar, de ser rejeitado ou de decepcionar.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar que essa emoção<strong> também prepara o corpo para reagir diante de possíveis ameaças, como um mecanismo natural de proteção e sobrevivência.</strong></p>
<h2>Medo X desenvolvimento</h2>
<p><strong>Sentir medo é uma função natural do cérebro e desempenha um papel importante na adaptação da criança ao mundo: ajuda a identificar riscos, testar limites e desenvolver estratégias de proteção.</strong> Justamente por isso, ele costuma ser saudável e esperado.</p>
<p>Para a psicóloga Veruska Vasconcelos, esses medos <strong>normalmente não indicam insegurança, mas fazem parte do avanço cognitivo</strong>. Estudos indicam que até 70% das crianças apresentam medos específicos em algum momento da infância, enquanto cerca de 5% a 10% delas podem desenvolver transtornos com impacto na rotina.</p>
<p>“<strong>O que diferencia o medo saudável do medo problemático não é sua existência, mas o que ele provoca na rotina da criança. Quando é transitório e não interfere em brincar, dormir ou frequentar a escola, costuma fazer parte do amadurecimento emocional</strong>”, assegura a especialista.</p>
<h2>Dicas para ajudar a criança</h2>
<p>A forma como os adultos reagem ao medo influencia diretamente a maneira como a criança aprende a lidar com emoções difíceis. Minimizar ou ridicularizar o receio pode gerar vergonha e insegurança, além de dificultar a expressão emocional.</p>
<p>Algumas atitudes simples apoiam o pequeno a enfrentar melhor esses momentos:</p>
<ul>
<li>manter uma rotina previsível;</li>
<li>criar rituais de segurança na hora de dormir;</li>
<li>fazer exposição gradual ao que assusta;</li>
<li>usar histórias e brincadeiras para elaborar o medo;</li>
<li>demonstrar calma diante da situação;</li>
<li>reforçar pequenas conquistas.</li>
</ul>
<p>“O objetivo não é eliminar completamente o medo, mas ajudar a criança a desenvolver recursos emocionais para enfrentá-lo. Com o tempo, à medida que novas habilidades cognitivas e emocionais se consolidam, muitos desses receios tendem a desaparecer naturalmente”, orienta Veruska.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[trombose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O<a href="https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão</strong>. Apesar da popularidade, <strong>as peças não devem ser usadas sem critério</strong>: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios.</p>
<p>O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas <strong>não é indicada para todas as pessoas</strong>.</p>
<p>“<strong>Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações.</strong> Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista.</p>
<h2>Quando meias são realmente indicadas</h2>
<p>De modo geral, a meia de compressão costuma ser <strong>recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose</strong>. Ela também pode integrar o <strong>tratamento de linfedema e lipedema</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores.</p>
<p>Só que <strong>nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa</strong>. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente.</p>
<h2>Escolha errada atrapalha tratamento</h2>
<p>Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que <strong>o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado</strong>.</p>
<p>“Esse tipo de <strong>meia não funciona como uma peça de roupa comum.</strong> É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista.</p>
<p>Embora sejam vendidas livremente, a <strong>orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão</strong>. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns:</p>
<ul>
<li>usar tamanho inadequado;</li>
<li>escolher compressão incorreta;</li>
<li>vestir a meia quando a perna já está inchada;</li>
<li>não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso;</li>
<li>abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado.</li>
</ul>
<h2>Como usar corretamente no dia a dia</h2>
<p>A recomendação geral é <strong>vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir</strong>. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia.</p>
<p>Para <strong>viagens longas</strong>, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia.</p>
<p>O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço:</p>
<ul>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li>evitar longos períodos na mesma posição;</li>
<li>caminhar regularmente;</li>
<li>manter boa hidratação constante;</li>
<li>fazer exercícios com a panturrilha;</li>
<li>reduzir o consumo de sal.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Enxoval já não serve mais: guardar, doar ou descartar?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/enxoval-ja-nao-serve-mais-guardar-doar-ou-descartar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Chegada do Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Enxoval]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[enxoval]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o bebê cresce, muitos itens do enxoval começam a perder suas funções. Bodies, macacões, calças e meinhas deixam de ser usados quase de um dia para o outro, mas continuam ali, ocupando espaço e carregando memórias. A dúvida da organização é: guardar tudo, doar ou descartar? Te ajudamos na decisão. Transitar do enxoval de<a href="https://www.baruel.com.br/enxoval-ja-nao-serve-mais-guardar-doar-ou-descartar/">Continue reading <span class="sr-only">"Enxoval já não serve mais: guardar, doar ou descartar?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando o bebê cresce, muitos itens do enxoval começam a perder suas funções.</strong> <em>Bodies</em>, macacões, calças e meinhas deixam de ser usados quase de um dia para o outro, mas continuam ali, ocupando espaço e carregando memórias. A dúvida da organização é: guardar tudo, doar ou descartar? Te ajudamos na decisão.</p>
<p><strong>Transitar do enxoval de bebê para a fase de criança pequena é um dos maiores desafios de organização doméstica</strong>, conforme afirma a personal organizer Adriana Moura. Como o crescimento é acelerado, o acúmulo acontece de forma silenciosa e rápida, exigindo método e decisão prática.</p>
<p>“<strong>O erro mais comum é tentar organizar tudo de uma vez.</strong> O primeiro passo ideal é a setorização imediata. Ou seja, assim que uma peça deixa de servir ou um objeto perde a utilidade, deve ser retirado do fluxo de uso diário”, ensina a profissional.</p>
<h2>Comece pela triagem, não pela arrumação</h2>
<p>Para evitar bagunça e retrabalho, Adriana recomenda <strong>criar uma “estação de saída”</strong>, como uma caixa ou cesto temporário fora do armário do bebê. A ideia é simples: <strong>tudo o que não serve mais vai para lá antes mesmo de qualquer grande reorganização.</strong></p>
<p>Depois, para decidir o que fica e o que vai embora, vale aplicar a regra dos três filtros:</p>
<ul>
<li><strong>Estado de conservação</strong>: itens manchados, com elásticos frouxos ou plásticos ressecados devem ser descartados.</li>
<li><strong>Valor sentimental</strong>: guardar apenas o “fio da meada”, como a saída de maternidade ou o primeiro sapatinho.</li>
<li><strong>Frequência de uso</strong>: se foi pouco usado por ser pouco prático, dificilmente será útil em outra fase.</li>
</ul>
<p>“Essa triagem por categorias ajuda a enxergar o volume real do que está deixando de ser usado. Em vez de reorganizar o que já perdeu função, a família passa a lidar apenas com o que ainda faz sentido manter”, explica a organizadora.</p>
<h2>Organizar sem comprometer espaço</h2>
<p>Quando o espaço é menor, ficar com alguns itens pode ser mais complicado. Nesses casos, a personal organizer Adriana Moura aconselha apostar na verticalização e na compactação como aliadas, sobretudo em apartamentos pequenos.</p>
<p>Entre as soluções práticas, ela recomenda:</p>
<ul>
<li><strong>sacos a vácuo</strong>: reduzem o volume de roupas e mantas em até 70% e protegem contra umidade e poeira;</li>
<li>uso das <strong>partes altas dos armários</strong>: maleiros e sapateiras elevadas ajudam a ocupar as chamadas “zonas mortas”;</li>
<li>identificação clara: <strong>etiquetas</strong> externas com faixa etária e conteúdo evitam abrir tudo desnecessariamente.</li>
</ul>
<p>Além disso, vale anotar algumas dicas da especialista para manter o controle do que fica e evitar erros comuns ao guardar itens do enxoval:</p>
<ul>
<li>Realize a “<strong>ronda do enxoval</strong>” a cada troca de estação, quer dizer, revise o que ainda faz sentido e reavalie se o plano de um segundo filho segue no mesmo horizonte de tempo.</li>
<li>Crie uma única “<strong>caixa de memórias</strong>”. O que não couber nela deve ser doado.</li>
<li><strong>Lave as roupas antes de guardar</strong> para não gerar manchas permanentes.</li>
<li>Sempre <strong>cheque a validade</strong> de itens como bicos e termômetros.</li>
</ul>
<h2>Guardar por memória ou por medo?</h2>
<p>O psicólogo Getúlio Yuzo Okuma, do dr.consulta, explica que o <strong>enxoval costuma ter um peso emocional importante porque representa cuidado, expectativa e a construção da identidade como pai e mãe</strong>. Assim, as peças deixam de ser um conjunto de objetos e passam a simbolizar o vínculo do que está se formando.</p>
<p>“Mas existe diferença entre guardar por memória e por medo ou culpa. <strong>Quando evoca lembranças positivas sem sofrimento, o apego é saudável. Já se a ideia de doar provoca ansiedade, sensação de perda irreparável ou conflitos constantes, pode haver um apego sustentado por insegurança emocional</strong>”, alerta o profissional.</p>
<p><strong>Reconhecer a passagem do tempo é essencial para encerrar os ciclos e isso pode ser difícil.</strong> Por outro lado, Okuma lembra que ambientes mais organizados favorecem a funcionalidade, a clareza mental e a redução das tensões domésticas, equilibrando memória e presente. Na dúvida, tire fotos para se lembrar daquilo que foi especial e evite decisões impulsivas – o encerramento deve ser gradual, consciente e saudável.</p>
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