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		<title>Palmilha do tênis: quando trocar para evitar dores nos pés</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/palmilha-do-tenis-quando-trocar-para-evitar-dores-nos-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o assunto é conforto, a palmilha se destaca, pois é uma das partes mais importantes do tênis para este fim, seja durante a caminhada ou a prática de atividades físicas. Mas o que nem todo mundo sabe é que precisa trocá-la de tempos em tempos. Embora a estabilidade dos pés dependa principalmente da ação<a href="https://www.baruel.com.br/palmilha-do-tenis-quando-trocar-para-evitar-dores-nos-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Palmilha do tênis: quando trocar para evitar dores nos pés"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o assunto é conforto, a palmilha se destaca, pois é uma das partes mais importantes do tênis para este fim, seja durante a caminhada ou a prática de atividades físicas. Mas o que nem todo mundo sabe é que precisa trocá-la de tempos em tempos.</p>
<p>Embora a estabilidade dos pés dependa principalmente da ação dos músculos e tendões, o ortopedista Jonatas Brito, professor e pesquisador da Universidade Federal do Ceará (UFC), explica que <strong>a palmilha pode auxiliar na mecânica da marcha quando há necessidades específicas.</strong></p>
<p>De acordo com ele, <strong>a palmilha proporciona conforto, distribui melhor as cargas ao caminhar e auxilia no posicionamento dos pés quando existem alterações biomecânicas.</strong> “Se prescrita adequadamente, pode reduzir pontos de sobrecarga, aliviar dores e melhorar a eficiência do movimento”, diz o médico.</p>
<h2>Quando substituir a palmilha</h2>
<p>Não existe uma data exata para fazer a substituição pois, ao contrário do que muita gente imagina, não há uma vida útil única para todas as palmilhas. <strong>A durabilidade varia de acordo com o material utilizado, a frequência de uso, o peso corporal e o nível de atividade física.</strong></p>
<p>Um corredor que treina regularmente, por exemplo, tende a desgastar a palmilha muito mais rapidamente do que uma pessoa que a utiliza apenas nas atividades diárias.</p>
<p>Além disso, as palmilhas originais dos tênis costumam ser desenvolvidas sobretudo para proporcionar conforto e amortecimento. Dependendo da intensidade de uso, podem perder essas características mais rápido do que se imagina.</p>
<h2>O que observar</h2>
<p>Segundo o especialista Jonatas Brito, ficar de olho nos desgastes da palmilha é fundamental para saber se chegou a hora de substituí-la. <strong>Se o item foi indicado para aliviar um determinado sintoma (como dor ou fadiga) que retorna, talvez sua eficácia esteja comprometida.</strong></p>
<p>Ainda merecem atenção alterações físicas no acessório, como deformações visíveis, perda do formato original, desgaste excessivo do material ou redução da capacidade de absorção de impacto durante a caminhada e a corrida.</p>
<p>Os principais sinais de desgaste incluem:</p>
<ul>
<li>retorno de dores ou desconfortos nos pés;</li>
<li>sensação de fadiga durante a caminhada;</li>
<li>deformações visíveis;</li>
<li>perda do formato original;</li>
<li>desgaste excessivo do material;</li>
<li>redução da absorção de impacto.</li>
</ul>
<p>Se notar um ou mais desses fatores, talvez seja hora de renovar as palmilhas.</p>
<h2>Não use palmilhas velhas</h2>
<p><strong>Adiar a troca pode trazer prejuízos à saúde.</strong> Isso porque <strong>usar uma palmilha desgastada altera a forma como as cargas são distribuídas durante a caminhada</strong>. Como os membros inferiores funcionam de maneira integrada, o impacto disso vai além dos pés e pode atingir tornozelos, joelhos, quadris e até a coluna.</p>
<p>“Mais importante do que seguir um prazo fixo é observar os sinais de desgaste. Em caso de dúvida, especialmente quando se trata de uma palmilha ortopédica personalizada, o recomendado é passar por uma reavaliação profissional”, orienta o ortopedista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brincou, suou&#8230; e agora? Veja quando o banho é necessário</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/brincou-suou-e-agora-sem-medo-de-se-sujar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cheirinho]]></category>
		<category><![CDATA[Rotinas e Rituais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeira]]></category>
		<category><![CDATA[brincar]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[higiene]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[suor infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correr, pular, suar e até voltar para casa com um pouco de terra na roupa fazem parte da infância. Em vez de enxergar essas situações como um problema de limpeza, vale lembrar que brincar é essencial para o desenvolvimento das crianças. “A higiene é muito importante, mas não deve limitar a criança de brincar por<a href="https://www.baruel.com.br/brincou-suou-e-agora-sem-medo-de-se-sujar/">Continue reading <span class="sr-only">"Brincou, suou&#8230; e agora? Veja quando o banho é necessário"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Correr, pular, suar e até voltar para casa com um pouco de terra na roupa fazem parte da infância.</strong> Em vez de enxergar essas situações como um problema de limpeza, vale lembrar que brincar é essencial para o desenvolvimento das crianças.</p>
<p>“<strong>A higiene é muito importante, mas não deve limitar a criança de brincar por medo de se sujar</strong>”, enfatiza o pediatra Mauro Almeida.</p>
<p>Segundo o médico, os ganhos são superiores às roupas manchadas: <strong>correr, explorar ambientes e se movimentar contribuem para habilidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais, além de estimularem uma vida mais saudável</strong>.</p>
<h2>Nem toda brincadeira termina em banho</h2>
<p>Depois de uma atividade mais intensa, <strong>nem sempre é preciso correr para o chuveiro</strong>. A decisão depende do quanto a criança transpirou, do contato com sujeira e, principalmente, do conforto dela.</p>
<p>Em muitos casos, basta:</p>
<ul>
<li>trocar a roupa úmida de suor;</li>
<li>higienizar as mãos antes das refeições;</li>
<li>limpar rosto e pés, quando necessário;</li>
<li>oferecer água para manter a hidratação.</li>
</ul>
<p><strong>Já o banho costuma ser a melhor opção quando o pequeno está muito suado, tem sujeira acumulada na pele, brincou com terra, areia ou piscina, ou demonstra desconforto com a situação.</strong></p>
<h2>Higiene sem exageros</h2>
<p>Para o especialista Mauro Almeida, <strong>o banho e a troca de roupa funcionam melhor quando fazem parte da rotina de maneira leve, sem cobranças ou punições</strong>. O objetivo é ensinar que cuidar do corpo é uma forma saudável de bem-estar, não de evitar a sujeira a qualquer custo.</p>
<p>Outro ponto importante é não associar o <strong>cheiro de suor à necessidade de deixar a criança sempre perfumada</strong>. “O suor é uma resposta natural do organismo para regular a temperatura corporal. A prioridade deve ser manter a pele limpa, seca quando necessário e vestir roupas adequadas”, orienta o pediatra.</p>
<p>Da mesma forma que o excesso de perfumes ou produtos perfumados demais podem causar até irritações e alergias em algumas crianças, tomar muitos banhos, sobretudo com água muito quente, tende a retirar a barreira natural de proteção da pele e levar ao ressecamento.</p>
<p><strong>O segredo é lembrar sempre que o equilíbrio faz parte do cuidado.</strong> Isso quer dizer que uma rotina equilibrada combina liberdade para brincar com cuidados simples no momento certo. Depois das atividades, a dica é adaptar a higiene às necessidades reais da criança, sem exageros ou cobranças.</p>
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		<item>
		<title>Tem diabetes? Veja como escolher o sapato mais seguro</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/tem-diabetes-veja-como-escolher-o-sapato-mais-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as complicações do diabetes, os problemas que afetam os pés estão entre os mais graves e, ao mesmo tempo, entre os mais preveníveis. Para isso, a escolha do calçado merece atenção especial, já que modelos inadequados favorecem a ocorrência de lesões. Conforme alerta o cirurgião vascular Akash Prakasan, diretor da Sociedade Brasileira de Angiologia<a href="https://www.baruel.com.br/tem-diabetes-veja-como-escolher-o-sapato-mais-seguro/">Continue reading <span class="sr-only">"Tem diabetes? Veja como escolher o sapato mais seguro"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as complicações do diabetes, os <strong>problemas que afetam os pés estão entre os mais graves e, ao mesmo tempo, entre os mais preveníveis</strong>. Para isso, <strong>a escolha do calçado merece atenção especial, já que modelos inadequados favorecem a ocorrência de lesões.</strong></p>
<p>Conforme alerta o cirurgião vascular Akash Prakasan, diretor da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), <strong>a perda gradual da sensibilidade faz com que muitas pessoas deixem de perceber pressão, calor, frio ou dor nos pés.</strong></p>
<p>“Uma bolha, uma rachadura ou um pequeno machucado pode parecer simples, mas tem potencial para se transformar em complicações importantes. Por isso, a proteção dos pés deve fazer parte da rotina de quem convive com diabetes”, orienta o médico.</p>
<h2>Por que o risco é maior?</h2>
<p><strong>O diabetes também pode comprometer a circulação sanguínea.</strong> Com as artérias mais rígidas e estreitas, o sangue chega com mais dificuldade às extremidades e a cicatrização se torna mais lenta. Nesse cenário, uma ferida que normalmente fecharia em poucos dias pode levar semanas para melhorar.</p>
<p>Além disso, não é preciso sofrer um grande trauma para que uma lesão aconteça. <strong>O próprio atrito provocado pela caminhada pode causar danos à pele, por exemplo.</strong> O médico avisa que marcas deixadas pelo calçado, sensação de aperto em pontos específicos ou feridas que demoram a cicatrizar são sinais de alerta.</p>
<p>Em pessoas com neuropatia, a ausência de dor não significa ausência de lesão. Por isso, o especialista Akash recomenda examinar os pés diariamente, inclusive a planta e os calcanhares, usando até mesmo um espelho, quando necessário.</p>
<h2>Em busca do calçado ideal</h2>
<p>Do ponto de vista físico, o ortopedista Jorge Mitsuo, cirurgião de pé e tornozelo do Hospital Alvorada Moema, destaca que <strong>o calçado sempre deve oferecer estabilidade, proteção e conforto durante a caminhada.</strong></p>
<p>Assim, ao ir à loja em busca do próximo par, o melhor é dar preferência a modelos com as seguintes características:</p>
<ul>
<li>parte frontal mais ampla;</li>
<li>materiais macios e confortáveis;</li>
<li>ausência de costuras internas salientes;</li>
<li>solado estável e com boa absorção de impacto;</li>
<li>espaço adequado para acomodar os dedos.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, alguns <strong>modelos devem ser evitados: calçados estreitos, de bico fino, com solado muito fino, saltos altos, chinelos e sandálias abertas</strong>. Ainda é importante observar regularmente sinais de desgaste ou deformações que possam alterar a distribuição da carga sobre os pés.</p>
<h2>Palmilhas e cuidados complementares</h2>
<p><strong>Nos casos de neuropatia, dor importante ou deformidades nos pés, palmilhas e adaptações podem ser indicadas para redistribuir a pressão durante o apoio e reduzir áreas de sobrecarga.</strong> Mas essa indicação deve ser feita por um especialista, que também acompanhará os ajustes necessários ao longo do tempo.</p>
<p>Além da escolha do calçado, o cirurgião Jorge Mitsuo recomenda atenção regular às unhas, à pele (que costuma ser mais ressecada em pessoas com diabetes) e à presença de micoses ou infecções entre os dedos.</p>
<p>Por último, o ortopedista destaca a importância da higienização diária e da preservação da integridade da pele. Outra orientação útil é o uso de meias claras e macias, que facilitam a identificação precoce de secreções, sangramentos ou lesões.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meu filho bate, empurra e pega brinquedos dos outros: como agir?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-filho-bate-empurra-e-pega-brinquedos-dos-outros-como-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Socialização]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a criança se envolve em conflitos com outras, é comum que os adultos fiquem em dúvida sobre como agir. Mas bater, empurrar ou pegar os brinquedos das mãos dos amiguinhos são situações frequentes, que ocorrem porque ela ainda está aprendendo a lidar com impulsos, frustrações e limites. Aliás, faz parte do desenvolvimento infantil. O<a href="https://www.baruel.com.br/meu-filho-bate-empurra-e-pega-brinquedos-dos-outros-como-agir/">Continue reading <span class="sr-only">"Meu filho bate, empurra e pega brinquedos dos outros: como agir?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a criança se envolve em conflitos com outras, é comum que os adultos fiquem em dúvida sobre como agir. Mas <strong>bater, empurrar ou pegar os brinquedos das mãos dos amiguinhos são situações frequentes, que ocorrem porque ela ainda está aprendendo a lidar com impulsos, frustrações e limites.</strong></p>
<p>Aliás, faz parte do desenvolvimento infantil. O lado bom é que os cuidadores podem usar tais momentos para ensinar sobre respeito e convivência.</p>
<p><strong>Entre 1 e 4 anos, por exemplo, isso é ainda mais recorrente.</strong> Nessa fase, a criança ainda não sabe segurar os impulsos, esperar pela sua vez, dividir e expressar o que sente e deseja.</p>
<p>“Ainda precisa da mediação dos adultos para aprender maneiras mais adequadas de se relacionar. O comportamento é uma forma de comunicação e deve ser compreendido antes de ser corrigido&#8221;, afirma a professora Ana Maria Damiani, coordenadora acadêmica de pedagogia da Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<h2>O que fazer no conflito</h2>
<p><strong>A primeira atitude é intervir na situação com calma, garantindo a segurança de todos os envolvidos.</strong> Depois, vale ajudar o pequeno a entender o que aconteceu e mostrar outras maneiras de agir.</p>
<p>A especialista orienta que o adulto:</p>
<ul>
<li>interrompa o comportamento com firmeza, mas sem gritos;</li>
<li>acolha o sentimento sem aceitar a agressão;</li>
<li>nomeie o que aconteceu;</li>
<li>explique que bater ou empurrar tende a machucar;</li>
<li>proponha outra forma de pedir o brinquedo ou expressar o desejo.</li>
</ul>
<p>Uma frase simples pode ajudar: &#8220;Eu vi que você ficou bravo porque queria esse brinquedo. Mas bater machuca. Vamos pensar em outra maneira de pedir.&#8221; Assim, a criança aprende que suas emoções são aceitas, mas nem todos os comportamentos são permitidos.</p>
<h2>Como ensinar a conviver</h2>
<p>As estratégias de convivência mudam conforme a idade da criança:</p>
<p><strong>Até 2 anos</strong></p>
<ul>
<li>Faça a mediação das brincadeiras;</li>
<li>Use frases curtas e objetivas;</li>
<li>Ajude a nomear emoções;</li>
<li>Incentive trocas simples e ofereça alternativas.</li>
</ul>
<p><strong>De 2 a 3 anos</strong></p>
<ul>
<li>Ensine frases como &#8220;Posso brincar depois?&#8221; e &#8220;Você me empresta?&#8221;;</li>
<li>Incentive a esperar por pequenos períodos;</li>
<li>Valorize quando a criança consegue compartilhar ou aguardar sua vez.</li>
</ul>
<p><strong>De 3 a 5 anos</strong></p>
<ul>
<li>Incentive a resolver pequenos conflitos com ajuda do adulto;</li>
<li>Converse sobre sentimentos e consequências das atitudes;</li>
<li>Use histórias, brincadeiras e faz de conta para desenvolver habilidades sociais;</li>
<li>Reforce sempre os comportamentos respeitosos.</li>
</ul>
<p>A pedagoga Ana Maria Damiani também orienta a <strong>evitar rótulos como &#8220;agressiva&#8221;, comparações com outras crianças, gritos, ameaças ou punições</strong>. Esperar um autocontrole que ainda está se desenvolvendo pode dificultar ainda mais esse aprendizado.</p>
<h2>Quando buscar ajuda</h2>
<p>A boa notícia é que, <strong>na maioria das vezes, esses comportamentos diminuem à medida que a criança amadurece e aprende novas formas de se comunicar</strong>. Lembre-se de que ensinar habilidades sociais é uma construção: envolve repetição, paciência e, sobretudo, exemplo.</p>
<p>“Mais do que apenas corrigir comportamentos, o papel dos adultos é mostrar o que a criança pode fazer no lugar deles. Quando família e escola caminham juntas, esse aprendizado acontece com mais segurança”, afirma a educadora.</p>
<p>Vale buscar orientação profissional, principalmente, quando as atitudes forem muito frequentes, intensas, agressivas ou persistirem mesmo com intervenções consistentes. Dificuldades de comunicação, interação social ou desenvolvimento também são sinais de alerta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dedão do pé: por que ele interfere no equilíbrio</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/dedao-do-pe-por-que-ele-interfere-no-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dedão]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente só percebe a importância do dedão do pé quando sente dores. Mas a verdade é que essa parte do corpo participa de movimentos básicos do dia a dia, como caminhar, correr, subir escadas e até permanecer em pé com boa estabilidade. A fisioterapeuta Letícia Cristina Reis, especialista em fisioterapia traumato-ortopédica e esportiva, explica<a href="https://www.baruel.com.br/dedao-do-pe-por-que-ele-interfere-no-equilibrio/">Continue reading <span class="sr-only">"Dedão do pé: por que ele interfere no equilíbrio"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente só percebe a importância do dedão do pé quando sente dores. Mas a verdade é que essa parte do corpo <strong>participa de movimentos básicos do dia a dia, como caminhar, correr, subir escadas e até permanecer em pé com boa estabilidade.</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Letícia Cristina Reis, especialista em fisioterapia traumato-ortopédica e esportiva, explica que <strong>o dedão, chamado tecnicamente de hálux, atua de forma decisiva durante a fase final da caminhada.</strong> Nesse momento, suporta uma parcela importante da carga corporal e ajuda a impulsionar o corpo para a frente.</p>
<p>“<strong>Além de aumentar a área de contato do pé com o solo, o dedão fornece informações sensoriais ao cérebro sobre pressão, carga e posição do corpo em relação ao chão. Isso favorece a estabilidade corporal e contribui para a manutenção do equilíbrio</strong>”, detalha a profissional.</p>
<h2>Distribuição do peso do corpo</h2>
<p>Sabia que o hálux é considerado uma das estruturas mais importantes da biomecânica dos pés? Isso porque ele participa da transferência do peso corporal para a parte da frente do pé, gerando força para os movimentos.</p>
<p>Sua posição e mobilidade ainda influenciam diretamente a forma como as cargas são distribuídas nos membros inferiores, preservando o alinhamento corporal e reduzindo sobrecargas em outras articulações.</p>
<p>O dedão também exerce influência sobre o arco plantar e contribui para evitar desequilíbrios musculares. Por isso, sua função é tão importante para a estabilidade e para a qualidade da marcha.</p>
<h2>Sinais de que algo não vai bem</h2>
<p>Segundo a especialista Letícia Cristina Reis, <strong>algumas alterações podem comprometer as funções do dedão e causar problemas na caminhada</strong>. Vale ficar atento a sinais como:</p>
<ul>
<li>dor no dedão, na planta do pé ou ao apoiar o peso do corpo;</li>
<li>dificuldade para impulsionar a passada;</li>
<li>mancar com frequência;</li>
<li>dificuldade para usar calçados fechados;</li>
<li>desgaste irregular dos sapatos;</li>
<li>rigidez articular;</li>
<li>instabilidade ou quedas frequentes;</li>
<li>tendência de apoiar mais a borda lateral do pé.</li>
</ul>
<p>Entre os quadros mais comuns estão o hálux valgo (joanete), o hálux rígido, artrite, lesões traumáticas e ligamentares, inflamações nos tendões e limitações de mobilidade.</p>
<h2>Impacto sobre joelhos, quadris e coluna</h2>
<p>Pode ser estranho pensar que o dedão consegue impactar até a coluna, mas o corpo funciona de forma integrada. Por exemplo, <strong>se o dedo perde sua capacidade de absorver cargas, gerar impulso ou manter a estabilidade, outras estruturas assumem um esforço maior para compensar, levando à sobrecarga.</strong></p>
<p>Para preservar a função do hálux ao longo da vida, a fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>exercícios de mobilidade;</li>
<li>fortalecimento dos músculos dos pés;</li>
<li>atividades de equilíbrio;</li>
<li>apoio unipodal;</li>
<li>caminhadas descalças em superfícies seguras (quando apropriado).</li>
</ul>
<p>“Ao avaliar queixas em joelho, quadril ou coluna, também é importante observar a função dos pés, especialmente do dedão”, conclui a profissional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Birra não é falta de educação: saiba o que há por trás</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/birra-nao-e-falta-de-educacao-saiba-o-que-ha-por-tras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Birra e Regulação Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[autocontrole]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[birra]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na infância, atitudes como chorar, gritar ou se jogar no chão são constantemente associadas à birra e vistas como frescura ou capricho. A explosão pode surgir com um biscoito que caiu no chão ou na hora de ir embora do parquinho. No entanto, existe outra leitura para esses casos: nomear emoções ainda pode ser difícil<a href="https://www.baruel.com.br/birra-nao-e-falta-de-educacao-saiba-o-que-ha-por-tras/">Continue reading <span class="sr-only">"Birra não é falta de educação: saiba o que há por trás"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na infância, atitudes como chorar, gritar ou se jogar no chão são constantemente associadas à birra e vistas como frescura ou capricho. A explosão pode surgir com um biscoito que caiu no chão ou na hora de ir embora do parquinho. No entanto, existe outra leitura para esses casos: <strong>nomear emoções ainda pode ser difícil para a criança</strong>.</p>
<p>A neuropsicóloga e terapeuta infantil Juliana Selegatto, da Mental One, esclarece que isso ocorre porque <strong>o cérebro da criança ainda está em desenvolvimento.</strong> Áreas responsáveis pelo autocontrole, pela tolerância à frustração e pela regulação das emoções estão amadurecendo.</p>
<p>&#8220;<strong>Quando a criança escuta um &#8216;não&#8217;, se frustra ou se sente sobrecarregada, pode reagir com choro, gritos ou muita irritação</strong>. Na maioria das vezes, <strong>a birra é muito mais um pedido de ajuda do que um desafio aos pais</strong>&#8220;, afirma.</p>
<h2>Tentativa de comunicação</h2>
<p>A birra costuma ser apenas a ponta do iceberg. Por trás da reação, podem existir necessidades ou sentimentos que a criança ainda não sabe expressar.</p>
<p>Por isso, <strong>antes de pensar apenas no comportamento</strong>, vale se perguntar se ela está:</p>
<ul>
<li>frustrada;</li>
<li>cansada;</li>
<li>com fome;</li>
<li>com medo;</li>
<li>querendo fazer algo sozinha;</li>
<li>sem conseguir lidar com tudo o que está sentindo.</li>
</ul>
<h2>Acolher não é dizer &#8220;sim&#8221; para tudo</h2>
<p>Muitas vezes, aquilo que parece uma reação exagerada nasce do acúmulo de pequenas frustrações, excesso de estímulos ou mudanças na rotina. Compreender o contexto ajuda muito mais do que olhar apenas para a crise.</p>
<p>De toda forma, <strong>entender o sentimento da criança não significa abrir mão dos limites</strong>. Segundo a psicóloga, ceder sempre para parar a crise vai indicar ao pequeno que insistir é uma forma eficaz de conseguir o que deseja. O equilíbrio está em validar a emoção, mas manter a direção da situação.</p>
<p>&#8220;Você pode dizer: &#8216;Eu sei que você ficou bravo porque queria continuar brincando. Eu entendo. Mas agora é hora de ir para casa.&#8217; A criança recebe duas mensagens importantes ao mesmo tempo: que seus sentimentos são compreendidos e que o limite continua existindo&#8221;, orienta a terapeuta Juliana Selegatto.</p>
<p>Outras atitudes que também ajudam incluem:</p>
<ul>
<li>Investir em uma rotina previsível.</li>
<li>Sono adequado.</li>
<li>Alimentação regular.</li>
<li>Baixo nível de estímulos.</li>
<li>Oferecer pequenas escolhas compatíveis com a idade (por exemplo: sugerir que decida entre duas roupas favorece a autonomia e reduz conflitos).</li>
<li>Avisar alguns minutos antes das mudanças.</li>
</ul>
<h2>Quando a birra merece atenção</h2>
<p>Na maioria das crianças, as <strong>birras diminuem naturalmente conforme a linguagem, o autocontrole e a capacidade de lidar com as emoções se desenvolvem.</strong> Ainda assim, vale procurar ajuda quando as crises são muito intensas, frequentes, demoradas, envolvem agressões ou começam a prejudicar a rotina da criança e da família.</p>
<p>A neuropsicóloga reforça que os pais não precisam ser perfeitos. Haverá dias em que perderão a paciência e isso faz parte. Nesses casos, pedir desculpas e retomar a conversa quando todos estiverem mais calmos também é uma forma de educar.</p>
<p>Isso porque gritos, ameaças e punições podem interromper o comportamento por medo, mas não ensinam a criança a regular suas emoções. &#8220;Toda birra passa. Mas a forma como os adultos respondem a ela deixa marcas importantes no desenvolvimento emocional da criança”, finaliza a especialista.</p>
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		<item>
		<title>Disco Ball Nails: tendência leva brilho das pistas para as unhas</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/disco-ball-nails-tendencia-leva-brilho-das-pistas-para-as-unhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 00:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[brilho]]></category>
		<category><![CDATA[decoração de unha]]></category>
		<category><![CDATA[disco ball nail]]></category>
		<category><![CDATA[esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[esmalte]]></category>
		<category><![CDATA[espelhada]]></category>
		<category><![CDATA[espelho]]></category>
		<category><![CDATA[mirror ball nail]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As disco ball nails, ou unhas espelhadas, chegaram aos salões de beleza como uma das nail arts mais interessantes do momento. Inspirada nas clássicas bolas de espelho das discotecas, a tendência aposta em pequenos quadrados ou círculos espelhados para criar um efeito de mosaico cheio de brilho e personalidade. O visual conversa com a volta<a href="https://www.baruel.com.br/disco-ball-nails-tendencia-leva-brilho-das-pistas-para-as-unhas/">Continue reading <span class="sr-only">"Disco Ball Nails: tendência leva brilho das pistas para as unhas"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em><strong>disco ball nails</strong></em>, ou unhas espelhadas, chegaram aos salões de beleza como uma das <em>nail arts</em> mais interessantes do momento.</p>
<p>Inspirada nas clássicas <strong>bolas de espelho das discotecas</strong>, a tendência aposta em <strong>pequenos quadrados ou círculos espelhados para criar um efeito de mosaico cheio de brilho e personalidade</strong>.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=815292338837879066" width="345" height="713" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O visual conversa com a volta dos acabamentos metalizados e de referências dos anos 1970 e da estética Y2K, que vêm (re)aparecendo na moda</strong>. O resultado é uma manicure que chama atenção pelo reflexo da luz e transforma as unhas em protagonistas da produção, com diversão e movimento.</p>
<p>Para a <em>nail designer</em> Andreza Nogueira, o sucesso da tendência acompanha uma mudança na forma como as pessoas enxergam a beleza. &#8220;As mulheres querem que as unhas sejam um acessório do look, chamem atenção e sejam criativas para fotografar e postar&#8221;, afirma.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=432204895514090613" width="345" height="583" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Das passarelas para o salão</h2>
<p>A popularidade das <em>disco ball nails</em> mostra como as tendências circulam rapidamente entre passarelas, influenciadoras e clientes. Assim, aquilo que ganha destaque na internet logo passa a inspirar pedidos nos salões de beleza.</p>
<p>Esse movimento específico não acontece apenas com as unhas: roupas, maquiagem e acessórios também acompanham o retorno de elementos metalizados, brilho intenso e a estética das décadas passadas, que voltaram com força nos últimos anos.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=618048748906205939" width="345" height="560" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>A profissional ainda destaca que muitas clientes chegam ao atendimento já com referências salvas no celular. Só que, em vez de reproduzir exatamente igual, costumam adaptar a proposta ao próprio estilo, com outras cores e formatos.</p>
<p>“Isso fez com que essa <em>nail art</em> deixasse de ser exclusiva de ocasiões especiais e passasse a inspirar também produções para o dia a dia”, observa Andreza Nogueira.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=14355292557198656" width="345" height="714" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Um mosaico que exige precisão</h2>
<p>Apesar do visual divertido, a execução da técnica exige bastante cuidado. O processo começa com a preparação das unhas, seguida da esmaltação em gel na cor escolhida pela cliente – normalmente metalizada – e da secagem na cabine.</p>
<p>Depois, as minilantejoulas ou quadradinhos espelhados são aplicados um a um para formar o efeito de mosaico. A finalização é feita com uma camada de <em>top coat</em> (esmalte finalizador) e uma última sessão na cabine para garantir brilho e proteção.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=63613413481826918" width="345" height="714" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O maior desafio está justamente na aplicação das peças. Isso porque as lantejoulas ou quadradinhos não podem ficar sobrepostos nem mal fixados. Também é importante cuidar das bordas para que não fiquem áreas sem acabamento.</p>
<h2>Diferentes versões para cada estilo</h2>
<p>Embora o prata continue sendo o acabamento mais tradicional e o mais pedido, a tendência ganhou diversas releituras:</p>
<ul>
<li>versões holográficas, douradas, brancas e cor-de-rosa;</li>
<li>aplicação sobre bases nude, leitosas ou coloridas;</li>
<li>efeito apenas na francesinha;</li>
<li>filha única com acabamento espelhado;</li>
<li>poucas aplicações para um visual mais discreto.</li>
</ul>
<p>Para quem prefere um resultado mais elegante e versátil, a <em>nail designer</em> recomenda apostar em bases neutras, usar menos aplicações espelhadas ou concentrar o efeito em um só dedo de cada mão.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=20969954512519843" width="345" height="445" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>“As unhas curtas e arredondadas também deixam a tendência mais sofisticada, sem perder o charme característico das <em>disco ball nails</em>”, finaliza.</p>
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		<title>Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
		<category><![CDATA[perna]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[trombose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, nem todo inchaço é simples ou passageiro. Às vezes, pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares, que exigem avaliação médica. O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53<a href="https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/">Continue reading <span class="sr-only">"Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos</strong>, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, <strong>nem todo inchaço é simples ou passageiro</strong>. Às vezes, <strong>pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares</strong>, que exigem avaliação médica.</p>
<p>O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53 anos, acreditou por meses que o inchaço que começou nos pés e depois avançou para as pernas era algo comum. Como a dor aumentava, passou a tomar analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria, mas os sintomas continuaram piorando e começaram a limitar sua mobilidade.</p>
<p>“Eu passava o dia deitado, com a perna elevada. Chegou um ponto em que já não conseguia nem calçar sapato. Demorei para ir ao médico e, quando fui, já estava em um estágio mais avançado, com insuficiência venosa”, conta.</p>
<h2>Quando o inchaço merece atenção</h2>
<p>A cirurgiã vascular Flavia Magalhães, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que o <strong>edema ocasional costuma surgir nas duas pernas e em situações bem específicas</strong>: horas em pé ou sentado, viagens longas, em dias quentes ou no período pré-menstrual. A ocorrência melhora com elevação dos membros e desaparece com repouso noturno.</p>
<p><strong>Já os sinais de alerta costumam ser diferentes</strong>. O inchaço merece investigação quando está em apenas uma perna, persiste após o descanso ou vem acompanhado de sintomas como dor, vermelhidão, calor local, endurecimento da pele, escurecimento próximo aos tornozelos ou feridas que não cicatrizam.</p>
<p>“A regra prática é simples: <strong>inchaço que melhora com repouso e elevação tende a ser benigno. Já o que persiste, é assimétrico ou vem acompanhado de dor, alterações na pele ou falta de ar precisa de avaliação médica</strong>”, orienta a especialista.</p>
<h2>Doenças por trás do inchaço nas pernas</h2>
<p>Entre as causas vasculares mais frequentes está a <strong>insuficiência venosa crônica</strong>, condição em que as válvulas das veias deixam de funcionar adequadamente, favorecendo o acúmulo de sangue nas pernas. Sensação de peso, cansaço, varizes, vasinhos, câimbras e alterações na pele fazem parte do quadro.</p>
<p>Outras condições importantes incluem a <strong>trombose venosa profunda</strong> (TVP), caracterizada pela formação de coágulos nas veias profundas, e o <strong>linfedema</strong>, provocado por alterações no sistema linfático.</p>
<p>Procure atendimento médico com urgência em situações como:</p>
<ul>
<li>inchaço súbito e doloroso em apenas uma perna;</li>
<li>inchaço acompanhado de falta de ar ou dor no peito;</li>
<li>vermelhidão, calor e dor intensa na perna;</li>
<li>feridas que não cicatrizam;</li>
<li>alterações persistentes na cor ou textura da pele;</li>
<li>inchaço que não melhora após alguns dias de repouso;</li>
<li>varizes dolorosas, inflamadas ou com sangramento.</li>
</ul>
<p>É importante lembrar que<strong> nem todo inchaço tem origem vascular</strong>. <strong>Doenças do coração, dos rins e do fígado também podem causar edema</strong>, geralmente nas duas pernas, e precisam ser consideradas durante a investigação.</p>
<h2>Como descobrir a causa do problema</h2>
<p>Se houver suspeita de doença vascular, o principal exame utilizado é o ecodoppler venoso, um ultrassom capaz de mostrar o fluxo sanguíneo nas veias e identificar alterações como refluxo, obstruções e coágulos.</p>
<p>Segundo a médica Flavia Magalhães, algumas medidas ajudam tanto a prevenir problemas vasculares quanto a controlar quadros iniciais. Vale destaque para:</p>
<ul>
<li>praticar <strong>atividade física regularmente</strong>;</li>
<li>evitar longos períodos parado;</li>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li><strong>manter o peso</strong> adequado;</li>
<li><strong>não fumar</strong>;</li>
<li><strong>controlar doenças</strong> como diabetes, hipertensão e colesterol alto;</li>
<li>em alguns casos, as meias de compressão podem ser indicadas.</li>
</ul>
<p>Quando o edema está relacionado apenas à retenção de líquidos, as orientações costumam incluir caminhar, hidratar-se adequadamente, moderar o consumo de sal, evitar permanecer muito tempo na mesma posição e elevar as pernas.</p>
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		<item>
		<title>O bebê ainda não entende, mas a leitura já funciona</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-bebe-ainda-nao-entende-mas-a-leitura-ja-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colo e Conexão]]></category>
		<category><![CDATA[Historinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[conexão]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes mesmo de acompanhar e compreender a história, o bebê já ganha muito quando alguém lê para ele. Isso porque, nos primeiros meses de vida, a leitura vai muito além do enredo: envolve voz, colo, contato e afeto que estimulam o desenvolvimento e fortalecem os vínculos. É por isso que o hábito pode entrar cedo<a href="https://www.baruel.com.br/o-bebe-ainda-nao-entende-mas-a-leitura-ja-funciona/">Continue reading <span class="sr-only">"O bebê ainda não entende, mas a leitura já funciona"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Antes mesmo de acompanhar e compreender a história, o bebê já ganha muito quando alguém lê para ele.</strong> Isso porque, <strong>nos primeiros meses de vida, a leitura vai muito além do enredo: envolve voz, colo, contato e afeto que estimulam o desenvolvimento e fortalecem os vínculos.</strong> É por isso que o hábito pode entrar cedo na rotina, em momentos simples do dia.</p>
<p>Para Adelir Marinho, doutora em educação e pesquisadora da infância, esses <strong>momentos expõem o bebê a diferentes sons, ritmos, palavras e expressões, contribuindo para desenvolver a linguagem, a atenção e a memória, além de aumentarem a aproximação com os pais e cuidadores.</strong></p>
<p>&#8220;Antes mesmo de aprender a ler, a criança começa a perceber que o livro é um objeto de prazer, acolhimento e descoberta. Essa troca também favorece a linguagem receptiva, ou seja, a capacidade de compreender a fala antes mesmo de falar&#8221;, explica a profissional.</p>
<h2>Muito além da história</h2>
<p>Quando um adulto lê para um bebê, não é apenas a narrativa que importa. <strong>A voz, a entonação, a repetição e o contato físico que fazem parte dessa experiência ajudam a criar um ambiente seguro e acolhedor.</strong></p>
<p>Para tornar esse momento ainda mais rico, a especialista indica:</p>
<ul>
<li>usar diferentes entonações e ritmos durante a leitura;</li>
<li>reler a mesma história sem receio, já que a repetição fortalece a memória, amplia o vocabulário e ajuda a reconhecer padrões da linguagem;</li>
<li>manter contato visual, sorrir e ficar próximo da criança;</li>
<li>permitir que ela toque o livro, observe as imagens e, quando já for maiorzinha, vire as páginas.</li>
</ul>
<p>A leitura não precisa seguir regras rígidas: pode acontecer antes de dormir, depois do banho ou em qualquer parte tranquila do dia. O mais importante é que seja um momento leve, sem cobranças ou expectativa de atenção plena.</p>
<h2>Se o bebê não quiser ouvir a história</h2>
<p>Sem frustrações: <strong>é completamente esperado que o bebê não se envolva com a leitura.</strong> Nos primeiros meses e anos de vida, o interesse dele, muitas vezes, está mais nas imagens, nas cores ou até mesmo no próprio livro do que na sequência da narrativa.</p>
<p>&#8220;Nesses momentos, vale <strong>comentar as imagens, nomear os objetos e respeitar o ritmo da criança</strong>. Quando acompanhamos a leitura com leveza e sem cobranças, ela se transforma em uma experiência prazerosa e fortalece o vínculo entre ambos&#8221;, destaca a pesquisadora Adelir.</p>
<p>Por isso, na hora de escolher os livros, prefira <strong>modelos resistentes, como os de pano, banho ou cartonados. Imagens grandes, cores contrastantes, pouco texto, linguagem simples, rimas, repetições, temas do cotidiano e elementos interativos</strong> (como abas e diferentes texturas) tornam a experiência ainda mais interessante.</p>
<h2>Como criar hábito desde cedo</h2>
<p>Não existe uma idade ideal para começar, mas <strong>a leitura pode fazer parte da rotina desde o nascimento</strong>. Afinal, o mais importante não é terminar um livro ou ler por muito tempo e, sim, criar momentos frequentes de interação e afeto.</p>
<p>É justamente dessas experiências afetivas que nasce a relação da criança com os livros. Ou seja, em qualquer fase da vida vale compartilhar esse momento com leveza, respeitando o tempo do bebê e a experiência sobre acolhimento, descoberta e conexão.</p>
<p>&#8220;O que realmente faz diferença é a constância dessas pequenas interações. Quando a criança cresce em um ambiente em que os livros fazem parte do cotidiano e percebe que a leitura é valorizada, aumenta a probabilidade de desenvolver uma relação positiva com esse universo&#8221;, finaliza a especialista.</p>
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		<item>
		<title>Calos: proteção do corpo ou sinal de problema?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calos-protecao-do-corpo-ou-sinal-de-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calo e Calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calo]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade plantar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[podólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os calos nos pés são frequentemente vistos apenas como um incômodo. No entanto, o que muitos não sabem é que eles representam um mecanismo de defesa do próprio corpo. A pele, ao sofrer pressão ou atrito constante, reage se tornando mais espessa na tentativa de proteger as camadas mais profundas. Ou seja, o calo não<a href="https://www.baruel.com.br/calos-protecao-do-corpo-ou-sinal-de-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Calos: proteção do corpo ou sinal de problema?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os calos nos pés são frequentemente vistos apenas como um incômodo. No entanto, o que muitos não sabem é que eles representam um <strong>mecanismo de defesa do próprio corpo</strong>. A pele, ao sofrer pressão ou atrito constante, reage se tornando mais espessa na tentativa de proteger as camadas mais profundas. Ou seja, o calo não surge por acaso, ele é um sinal.</p>
<p>Esse sinal não deve ser ignorado.<strong> Quando há formação de calos, existe um fator causador por trás,</strong> como o uso de calçados inadequados, alterações na pisada, sobrecarga em determinadas regiões do pé ou até deformidades ósseas. O problema começa quando essa proteção natural se torna excessiva.</p>
<p>Com o tempo, o acúmulo de queratina pode causar dor, ardência e até dificuldade para caminhar. Em alguns casos, o calo pode evoluir para lesões mais profundas, como fissuras ou até ulcerações, principalmente em pessoas com sensibilidade reduzida, como idosos e diabéticos.</p>
<p><strong>Um erro muito comum é tentar remover os calos em casa</strong>, utilizando lâminas, lixas agressivas ou produtos inadequados. Essas práticas podem causar lesões, infecções e agravar ainda mais o quadro, transformando um problema potencialmente simples em algo mais sério.</p>
<p>É nesse contexto que entra a atuação do podólogo. O profissional não apenas realiza a remoção segura do excesso de queratina, mas também investiga a causa do problema. Avaliar a distribuição de pressão nos pés, orientar sobre calçados adequados e, quando necessário, indicar recursos como palmilhas ou correções são passos fundamentais para evitar a recorrência.</p>
<p>Mais do que eliminar o calo, é preciso entender por que ele está ali.</p>
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