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		<title>Como proteger as articulações dos pés na meia-idade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-proteger-as-articulacoes-dos-pes-na-meia-idade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, os pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles. Às vezes, aparece como rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão. Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais<a href="https://www.baruel.com.br/como-proteger-as-articulacoes-dos-pes-na-meia-idade/">Continue reading <span class="sr-only">"Como proteger as articulações dos pés na meia-idade"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, os<strong> pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles</strong>. Às vezes, aparece como <strong>rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão.</strong> Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais sérios.</p>
<p>Embora as mudanças sejam esperadas com o avanço da idade, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma de consultas médicas INKI, destaca que <strong>transformações corporais nunca devem ser ignoradas</strong>. Afinal, podem afetar diretamente a mobilidade.</p>
<p>“A partir da meia-idade, é comum observar desgaste articular, perda da elasticidade dos ligamentos e redução do coxim gorduroso plantar, que funciona como um amortecedor natural”, detalha o médico.</p>
<h2>O que muda nos pés com o tempo?</h2>
<p><strong>Na prática, o corpo vai perdendo parte da capacidade de absorver impacto</strong>. A cartilagem se desgasta, os ligamentos ficam menos elásticos e o pé passa a sentir mais cada passo. A partir disso, algumas alterações costumam surgir.</p>
<p>Segundo o especialista, entre as mudanças mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>dor e rigidez nas articulações;</li>
<li>redução da mobilidade;</li>
<li>menor capacidade de amortecimento;</li>
<li>deformidades como o hálux valgo (joanete).</li>
</ul>
<p>Essas e outras deformidades mudam a forma de pisar e acabam sobrecarregando outras regiões do corpo, como joelhos e quadris.</p>
<h2>Quando o alerta vai além da dor comum</h2>
<p>Vale destacar que <strong>nem toda dor no pé tem a mesma origem</strong>. Essa questão é importante, porque, em alguns casos, o problema não é apenas mecânico, mas inflamatório. Aí, outras especialidades entram em cena para somar com a ortopedia.</p>
<p>O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, alerta que dores persistentes não devem ser tratadas como algo “normal da idade”, principalmente quando vêm acompanhadas de outros sinais como:</p>
<ul>
<li>dor que melhora com movimento e piora no repouso;</li>
<li>rigidez pela manhã por mais de 30 minutos;</li>
<li>inchaço sem trauma;</li>
<li>dor noturna ou nos primeiros passos do dia.</li>
</ul>
<p>“Esses sintomas podem indicar doenças como gota, artrite reumatoide ou artrite psoriásica. Até quadros de fascite plantar que não melhoram podem ter origem inflamatória, não apenas sobrecarga”, acrescenta o médico.</p>
<h2>Cuidados com as articulações</h2>
<p>A boa notícia é que <strong>pequenas mudanças na rotina fazem diferença</strong>. Para ambos os especialistas, começar por escolhas simples, que ajudam a reduzir o impacto e preservar as articulações ao longo dos anos, é o ideal.</p>
<p>O tipo de calçado utilizado é um ponto destacado pelo ortopedista Ivo Zulian Neto, já que influencia diretamente na proteção dos pés. Por isso, vale optar por modelos com bom amortecimento, estabilidade, espaço adequado para os dedos e material confortável.</p>
<p><strong>Entre outras orientações estão:</strong></p>
<ul>
<li>Manter o <strong>peso sob controle</strong>.</li>
<li><strong>Evitar salto alto</strong> ou uso prolongado de <strong>chinelos</strong>.</li>
<li><strong>Fortalecer a musculatura</strong>, incluindo os pequenos músculos do pé.</li>
<li><strong>Praticar atividade física de baixo impacto</strong>.</li>
</ul>
<p>Por último, o reumatologista Henrique Dalmolin orienta: dor frequente não deve ser ignorada. “É sinal de que algo precisa ser investigado”, frisa.</p>
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		<title>Meu bebê não usou andador. Será que fiz certo?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-bebe-nao-usou-andador-sera-que-fiz-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescer Juntos]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento e Autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[andador]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decidir por não usar o andador pode gerar insegurança nos pais, especialmente quando familiares e amigos defendem que o equipamento ajuda o bebê a andar mais rápido. Com esses comentários, logo vem a dúvida: será que eu estou atrasando meu filho? Pode sossegar! Os médicos garantem que o desenvolvimento não precisa desse recurso. A pediatra<a href="https://www.baruel.com.br/meu-bebe-nao-usou-andador-sera-que-fiz-certo/">Continue reading <span class="sr-only">"Meu bebê não usou andador. Será que fiz certo?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Decidir por não usar o andador pode gerar insegurança nos pais,</strong> especialmente quando familiares e amigos defendem que o equipamento ajuda o bebê a andar mais rápido. Com esses comentários, logo vem a dúvida: será que eu estou atrasando meu filho? Pode sossegar! <strong>Os médicos garantem que o desenvolvimento não precisa desse recurso.</strong></p>
<p>A pediatra Anna Dominguez, especialista em neurociência e desenvolvimento infantil dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o<strong> andador não é útil em nenhuma faixa etária pediátrica, porque não oferece benefícios comprovados.</strong></p>
<p>“O andador não só é desnecessário, como é <strong>contraindicado</strong> para todas as fases da infância. Além de não ser benéfico, traz potenciais riscos à segurança e ao desenvolvimento infantil”, afirma a médica.</p>
<h2>Parece ajudar, mas atrapalha</h2>
<p>Muitos pais acreditam que o andador facilita o andar e a movimentação, além de chamar atenção pelas luzes, cores e botões. No entanto, <strong>a ciência mostra que a criança precisa explorar o ambiente com segurança, em um processo de tentativas e erros, usando o próprio corpo para aprender.</strong></p>
<p>A especialista lembra que, ao começar a andar, o bebê ainda não tem controle total sobre o corpo. Já o andador, por ter rodas, pode:</p>
<ul>
<li>criar uma <strong>falsa sensação de segurança</strong>;</li>
<li><strong>favorecer quedas</strong> no mesmo nível;</li>
<li>aumentar o <strong>risco de acidentes mais graves</strong>, como quedas em escadas;</li>
<li><strong>atrasar a aquisição do andar sem apoio</strong>, por impedir o uso adequado dos músculos.</li>
</ul>
<p>Há também impacto na região cerebral. Isso porque estímulos sonoros e visuais excessivos tendem a estimular apenas uma área do cérebro em detrimento de outras, enquanto um brinquedo adequado permite interação sensorial ampla e respeitosa.</p>
<h2>Modelos diferentes, impactos negativos</h2>
<p>Existem dois tipos principais de andadores: de sentar e de empurrar. Apesar da diferença no modo de uso, <strong>ambos prejudicam o desenvolvimento e são perigosos</strong>, sobretudo o primeiro, que limita a movimentação e mantém a criança em posição fixa.</p>
<p>Na prática clínica, observa-se que <strong>o andador dificulta a consolidação de posturas importantes para caminhar</strong>. A criança se acostuma a andar com apoio constante, diferente do que ocorre quando se apoia em móveis, no chão ou na parede.</p>
<p>“Estar sempre apoiado durante o movimento não é natural. <strong>O bebê deixa de experimentar variações de apoio essenciais para consolidar postura e equilíbrio.</strong> Isso interfere diretamente na forma como o corpo aprende a se organizar para a marcha”, avalia a pediatra Anna Dominguez.</p>
<h2>Como estimular sem andador</h2>
<p>Uma regra de ouro da pediatria é: q<strong>uanto mais natural e espontâneo o processo, melhor para o desenvolvimento.</strong> Não usar o andador permite maior estímulo motor e cognitivo, favorecendo criatividade, exploração do ambiente e construção de conexões neuronais integradas.</p>
<p>A orientação da médica é <strong>priorizar o chão e um adulto de confiança como principais norteadores para as habilidades motoras.</strong> A criança precisa de espaço seguro para explorar, circular, tentar se locomover e buscar objetos que chamem sua atenção, como brinquedos espalhados pelo chão ou em móveis de diferentes alturas.</p>
<p>“Caso ganhe o andador, o ideal é usar por pouco tempo e sempre com supervisão. Se possível, e se for seguro, retire as rodas e aproveite como mesa ou placa de brinquedos. Mas o diálogo é sempre a melhor saída: converse e explique os motivos pelos quais os pediatras não recomendam”, aconselha Anna.</p>
<p>Vale ainda ficar de olho na evolução: se for contínua e progressiva, tudo tende a estar dentro do esperado. Porém, se os pais ou cuidadores tiverem dúvidas, consultar um especialista é o melhor caminho para tomar decisões com confiança e tranquilidade.</p>
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		<title>Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria. De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro<a href="https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, <strong>qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria</strong>.</p>
<p>De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), essa dor está diretamente ligada a <strong>alterações na forma como o corpo distribui o peso durante o movimento</strong>.</p>
<p>Além disso, a médica reforça que o desconforto não deve ser ignorado. “Sentir dor não é normal. O aceitável é caminhar com estabilidade e sem dor. Qualquer alteração em relação a isso deve ser investigada”, avisa.</p>
<h2>O que pode estar por trás</h2>
<p>A dor ao caminhar rápido pode ter diferentes origens, mas costuma estar ligada a <strong>alterações na marcha ou na forma de pisar, como pronação ou supinação</strong>. Outros sintomas comuns disso são <strong>calosidades e desgaste irregular dos sapatos</strong>.</p>
<p>É importante destacar que essas mudanças biomecânicas <strong>não impactam apenas os pés, mas também outras regiões, gerando dores articulares nos tornozelos, joelhos, quadril e até na coluna lombar.</strong></p>
<p>A especialista em pé e tornozelo esclarece que isso acontece porque o corpo funciona de forma integrada, ou seja, um desequilíbrio em qualquer região pode sobrecarregar outras áreas.</p>
<h2>Quando a dor é um sinal de alerta</h2>
<p>Nenhuma dor deve ser ignorada, mas alguns sinais reforçam que é hora de buscar avaliação. O principal deles é a persistência ao longo do tempo. Vale observar também:</p>
<ul>
<li>desconforto que não melhora espontaneamente;</li>
<li>dor associada à caminhada, mesmo em atividades simples;</li>
<li>sensação de sobrecarga nos pés ou tornozelos.</li>
</ul>
<p>A ortopedista Fabiana Maria Freitas reforça a importância de olhar para outras estruturas dos pés, como a fáscia plantar, os tendões e as articulações, já que a má distribuição de carga pode afetar essas regiões e aumentar o risco de lesões a longo prazo.</p>
<h2>Como evitar o problema</h2>
<p>O <strong>tratamento depende da causa da dor</strong>, mas, de forma geral, envolve uma combinação de medidas para corrigir a sobrecarga e melhorar a mecânica da caminhada. Entre as principais abordagens estão:</p>
<ul>
<li>escolha de <strong>calçados adequados</strong> ao tipo de pisada;</li>
<li><strong>uso de palmilhas</strong> com prescrição;</li>
<li><strong>fisioterapia</strong> e reabilitação motora;</li>
<li>fortalecimento muscular para melhorar a estabilidade;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos ou intervenções</strong> (em casos específicos).</li>
</ul>
<p>“Os quadros de dor em região de pé e tornozelo sempre merecem uma avaliação individual e detalhada. Os exames complementares são solicitados conforme a suspeita clínica, mas a imagem isoladamente não substitui a avaliação médica”, orienta a especialista.</p>
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		<title>Criança pequena pode tomar banho de sol? Descubra!</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/crianca-pequena-pode-tomar-banho-de-sol-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[banho de sol]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[exposição solar]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição ao sol faz parte da rotina de muitas famílias, mas, durante o início da primeira infância, o assunto requer mais cuidado e costuma vir repleto de dúvidas. Afinal, o sol é aliado da saúde ou pode representar riscos às crianças pequenas? A resposta passa, antes de tudo, por equilíbrio e informação de qualidade.<a href="https://www.baruel.com.br/crianca-pequena-pode-tomar-banho-de-sol-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Criança pequena pode tomar banho de sol? Descubra!"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição ao sol faz parte da rotina de muitas famílias, mas, <strong>durante o início da primeira infância, o assunto requer mais cuidado e costuma vir repleto de dúvidas</strong>. Afinal, o sol é aliado da saúde ou pode representar riscos às crianças pequenas? A resposta passa, antes de tudo, por <strong>equilíbrio e informação de qualidade.</strong></p>
<p>Para o pediatra Antônio Carlos Turner, da clínica Total Kids, o ponto central é a <strong>segurança fotobiológica</strong>. O sol é vital para a síntese de vitamina D e para a regulação do ciclo circadiano, mas <strong>a pele infantil ainda é mais fina e sensível que a do adulto.</strong></p>
<p>“O foco precisa ser colher os benefícios dessa exposição sem provocar danos oxidativos ou queimaduras. Não se pode ultrapassar o limite de segurança da pele infantil”, esclarece o médico.</p>
<h2>Benefícios e diferenças conforme a idade</h2>
<p>Embora a suplementação de vitamina D seja conduta padrão durante os primeiros meses de vida, a exposição à luz natural, <strong>quando permitida, é benéfica</strong>: auxilia na <strong>regulação do humor</strong> e na <strong>consolidação do ritmo biológico</strong>. Além disso, o contato com a claridade ajuda o cérebro a compreender os ciclos de dia e noite.</p>
<p>De acordo com o especialista, as orientações gerais variam conforme a idade:</p>
<ul>
<li><strong>Bebês até 6 meses</strong>: a exposição não deve acontecer ou deve ser mínima e muito controlada. Nessa fase, o sol deve ser apenas indireto, já que o uso de protetor solar não é recomendado.</li>
<li><strong>Crianças maiores</strong>: com barreira cutânea mais madura, a garotada pode (e deve) usar fotoproteção, o que permite atividades ao ar livre por períodos mais longos, respeitando horários adequados.</li>
</ul>
<p>Além disso, para a síntese de vitamina D, exposições curtas de 10 a 15 minutos, três vezes por semana, costumam ser suficientes para áreas pequenas, como braços e pernas. Para lazer, o tempo pode ser maior, desde que haja proteção adequada.</p>
<h2>Horário, local e uso de protetor</h2>
<p>Os melhores horários para a exposição são <strong>antes das 10h e após as 16h</strong>, quando a incidência de raios UVB é menor. Isso porque, entre esse período, a radiação ultravioleta atinge seu pico de intensidade e deve ser evitada.</p>
<p>“O ideal é que o banho de sol aconteça ao ar livre. O vidro das janelas bloqueia a maioria dos raios UVB, que são justamente os responsáveis pela síntese de vitamina D na pele. E <strong>o contato com o ambiente externo também estimula o desenvolvimento sensorial da criança</strong>”, ressalta o pediatra Antônio Carlos Turner.</p>
<p>Vale lembrar que, <strong>a partir dos 6 meses, o uso de protetor solar torna-se indispensável</strong> em qualquer exposição direta ou prolongada, priorizando produtos com filtros físicos, de barreira mineral, e específicos para a idade.</p>
<h2>Cuidados essenciais e situações de cautela</h2>
<p><strong>Para evitar riscos como queimaduras, insolação ou ressecamento da pele,</strong> o profissional orienta cuidados fundamentais:</p>
<ul>
<li>oferecer <strong>água constantemente</strong>, garantindo hidratação adequada;</li>
<li>investir em <strong>proteção física</strong>, como chapéus com abas, roupas com proteção UV e óculos escuros de qualidade;</li>
<li>observar os <strong>sinais da pele</strong>: se ficar levemente rosada, indica que o limite seguro foi atingido.</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, o banho de sol deve ser evitado ou feito com cautela redobrada. Por isso, é importante consultar o pediatra antes da exposição solar, especialmente para crianças que:</p>
<ul>
<li>utilizam medicações fotossensibilizantes, como alguns antibióticos;</li>
<li>tenham histórico de dermatite atópica severa;</li>
<li>estejam com febre ou processos infecciosos agudos.</li>
</ul>
<p>Por fim, o pediatra Antônio Carlos destaca que esse momento também pode ser uma oportunidade de interação. Desconectar-se das telas e brincar ao ar livre fortalece não apenas a saúde física, mas também a saúde emocional da criança.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Autorreflexologia: toques nos pés faz relaxar em 1 minuto</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/autorreflexologia-toques-nos-pes-faz-relaxar-em-1-minuto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexologia e Massagem]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[massagem relaxante]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia podal]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[tensão muscular]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A correria do dia a dia nem sempre permite pausas longas, mas pequenos momentos de cuidado podem fazer toda a diferença. Um bom exemplo disso é a autorreflexologia, que surge como uma alternativa simples para aliviar tensões e promover relaxamento usando apenas as mãos e os pés. Segundo o terapeuta Fabiano Takeda, do Espaço Sinergia,<a href="https://www.baruel.com.br/autorreflexologia-toques-nos-pes-faz-relaxar-em-1-minuto/">Continue reading <span class="sr-only">"Autorreflexologia: toques nos pés faz relaxar em 1 minuto"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A correria do dia a dia nem sempre permite pausas longas, mas pequenos momentos de cuidado podem fazer toda a diferença. Um bom exemplo disso é a <strong>autorreflexologia</strong>, que <strong>surge como uma alternativa simples para aliviar tensões e promover relaxamento usando apenas as mãos e os pés</strong>.</p>
<p>Segundo o terapeuta Fabiano Takeda, do Espaço Sinergia, a técnica deriva da reflexologia e consiste em estimular pontos específicos que se relacionam com diferentes regiões do corpo. Essa <strong>prática pode ser feita de forma acessível, em casa, com foco exclusivo no bem-estar</strong>.</p>
<p>“<strong>A reflexologia estimula pontos dos pés que correspondem a órgãos e sistemas do corpo. Já a autorreflexologia é aplicar essa técnica em si, com as próprias mãos, de forma segura e fácil</strong>”, explica o profissional.</p>
<h2>Pontos para relaxar</h2>
<p>Algumas <strong>áreas dos pés são mais indicadas para quem busca relaxamento rápido</strong>, principalmente em momentos de estresse ou cansaço:</p>
<ul>
<li><strong>Dedões dos pés</strong> = cabeça e pescoço.</li>
<li><strong>Centro dos dedões</strong> = hipófise, ligada ao equilíbrio hormonal.</li>
<li><strong>Centro do pé</strong> = ponto do plexo solar, importante para aliviar tensões.</li>
<li><strong>Região abaixo dos dedos</strong> = diafragma.</li>
<li><strong>Lateral interna dos pés</strong> = coluna.</li>
</ul>
<p>Esses pontos são conhecidos por promoverem benefícios como melhora do sono, controle do estresse, alívio de dores de cabeça e sensação de equilíbrio geral do corpo.</p>
<h2>Como fazer a técnica em 60 segundos</h2>
<p>Se o objetivo for só relaxamento, a autorreflexologia pode ser feita em casa e bem rapidamente, sem conhecimento técnico. Para esses casos, o terapeuta Fabiano ensina uma sequência rápida, de um minuto, com cinco passos. Veja só:</p>
<ul>
<li><strong>10 segundos</strong>: segure o pé e faça duas respirações profundas para iniciar;</li>
<li><strong>15 segundos</strong>: pressione o centro do pé (plexo solar) com o polegar em movimentos circulares;</li>
<li><strong>15 segundos</strong>: deslize o polegar abaixo dos dedos (região do diafragma);</li>
<li><strong>10 segundos</strong>: pressione o dedão com movimentos circulares;</li>
<li><strong>10 segundos</strong>: deslize o polegar na lateral interna do pé, da parte superior até a inferior (região da coluna).</li>
</ul>
<p>“Respiração lenta, movimentos circulares e pressões de alguns segundos ajudam a promover relaxamento. Se houver dor, o ideal é reduzir a intensidade. <strong>O toque deve ser firme, mas sempre confortável</strong>”, orienta o profissional.</p>
<p>Para melhores resultados, a <strong>autorreflexologia pode ser feita diariamente, até duas a três vezes a cada 24 horas, especialmente antes de dormir ou após um dia cansativo.</strong> O ideal é fazer em um ambiente confortável, com o corpo relaxado, priorizando a regularidade em vez da intensidade.</p>
<h2>Cuidados e contraindicações</h2>
<p>Apesar de simples, a prática exige alguns cuidados importantes. Atente-se para:</p>
<ul>
<li>Evitar pressão com força excessiva.</li>
<li>Não ter pressa.</li>
<li>Não ignorar sinais de dor.</li>
</ul>
<p>Vale ainda conhecer as <strong>contraindicações</strong>: casos de lesões, feridas ou inflamações nos pés, trombose, febre, infecções agudas ou varizes. Para condições específicas, como gravidez ou problemas vasculares, consulte um médico antes.</p>
<p>“<strong>A autorreflexologia pode ajudar a aliviar sintomas como estresse, ansiedade, tensão muscular, cansaço e dificuldades para dormir, mas não substitui tratamentos médicos</strong>”, finaliza o especialista.</p>
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		<title>Meu bebê chora muito para dormir. É normal?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-bebe-chora-muito-para-dormir-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[soneca]]></category>
		<category><![CDATA[sono de bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A privação de sono de pais e cuidadores é um dos maiores desafios após a chegada do bebê e esses episódios tendem a se intensificar quando os choros noturnos começam. Será dor, uma fase normal do desenvolvimento ou algum problema de saúde? Entre dúvidas, inseguranças e tentativas, vale investigar o que está acontecendo. Meia hora<a href="https://www.baruel.com.br/meu-bebe-chora-muito-para-dormir-e-normal/">Continue reading <span class="sr-only">"Meu bebê chora muito para dormir. É normal?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A privação de sono de pais e cuidadores é <strong>um dos maiores desafios após a chegada do bebê e esses episódios tendem a se intensificar quando os choros noturnos começam</strong>. Será dor, uma fase normal do desenvolvimento ou algum problema de saúde? Entre dúvidas, inseguranças e tentativas, vale investigar o que está acontecendo.</p>
<p>Meia hora dormindo e outras muitas horas acordada, chorando. Assim era a rotina de três meses da filha de Ana Cristina. Mãe de primeira viagem, ela tentou de tudo: canção de ninar, luzes baixas, ruído branco, difusor de óleo essencial, banho relaxante e até reorganização dos móveis do quarto da menina, mas nada resolveu.</p>
<p>“Fiquei muito preocupada com as crises de choro e quis investigar absolutamente todas as possibilidades: dor, doença, algum distúrbio”, conta. Só depois de conversar com a pediatra e descartar problemas de saúde, entendeu que se tratava de um salto de desenvolvimento, típico dessa faixa etária.</p>
<h2>O que é esperado no sono do bebê</h2>
<p><strong>Recém-nascidos adormecem no chamado sono “ativo”,</strong> caracterizado por padrões respiratórios e cardíacos irregulares, tônus muscular diminuído, olhos fechados e manifestações como choro, sorrisos ou gemidos, conforme explica a pediatra Clery Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana.</p>
<p>Esse comportamento ocupa cerca de 60% do tempo dos recém-nascidos a termo (dentro do prazo esperado) e pode chegar até 80% a 90% entre os prematuros. Segundo a médica, essa característica está relacionada à <strong>imaturidade do sistema nervoso central nas primeiras semanas de vida</strong>. <strong>O choro, portanto, pode fazer parte dessa adaptação neurológica.</strong></p>
<p>Ao nascer, o <strong>bebê tem um sono polifásico, ou seja, dorme de oito a dez vezes ao longo do dia, e isso naturalmente leva a mais episódios de choro</strong>. Apesar de diferente, essa organização é fundamental para o desenvolvimento e a plasticidade do cérebro dele. Mas as coisas mudam a partir do primeiro mês, com mais horas de sono noturno.</p>
<h2>Pistas e causas</h2>
<p>O choro pode ser uma boa dica para entender o que está acontecendo, já que <strong>o timbre muda conforme a situação</strong>. Quando está mais agudo, reflete dor ou desconforto, por exemplo. Por isso, os cuidadores devem observar esse padrão ao longo dos dias para reconhecer diferenças importantes.</p>
<p>Além disso, o sono infantil também sofre influência de:</p>
<ul>
<li>ruídos ambientais;</li>
<li>temperaturas extremas;</li>
<li>rotinas;</li>
<li>interação social;</li>
<li>fome (mamadas inadequadas);</li>
<li>dor;</li>
<li>secreção hormonal.</li>
</ul>
<p>“<strong>Os despertares noturnos também variam de acordo com a maturidade:</strong> cerca de 50% dos lactentes aos nove meses apresentam despertares e entre 20% e 40% podem mantê-los entre 12 e 24 meses”, destaca a pediatra Clery Gallacci.</p>
<h2>Como lidar com o choro pré-sono</h2>
<p>A especialista lista medidas que podem colaborar para um sono mais tranquilo:</p>
<ul>
<li>manter rotina diária bem estabelecida com mamadas, banhos etc.;</li>
<li>diminuir a luz artificial ao anoitecer;</li>
<li>oferecer ambiente familiar calmo;</li>
<li>garantir temperatura adequada do ambiente e do bebê;</li>
<li>evitar estímulos de telas, luz e som nas primeiras semanas, caso o bebê durma no mesmo</li>
<li>ambiente que o adulto;</li>
<li>a partir do sexto mês, incentivar o bebê a dormir sozinho no berço.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvida ou se nenhuma estratégia surtir efeito, os responsáveis devem consultar o pediatra. O acompanhamento profissional é fundamental para descartar causas mais graves e orientar o melhor caminho.</p>
<p>No caso da mamãe Ana Cristina, mesmo relutante por medo de julgamentos, o que resolveu foi a cama compartilhada, com extensor. Hoje, com a situação controlada, ela garante: essa fase vai passar. “Investigue mesmo que digam que é exagero. Tente tudo o que achar que vale a pena, independentemente do que acharem”, aconselha.</p>
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		<title>Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-rachados-e-trabalho-em-pe-como-aliviar-o-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[pés rachados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[rachaduras no pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns. Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a<a href="https://www.baruel.com.br/pes-rachados-e-trabalho-em-pe-como-aliviar-o-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. <strong>Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns.</strong></p>
<p>Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a longas jornadas, ele começou a perceber mudanças nos pés ao longo dos anos, com o calcanhar ficando mais grosso e o surgimento das rachaduras.</p>
<p>“No fim do dia, até doía para andar, mas ignorei por muito tempo. Agora minha namorada me ensinou a cuidar melhor: passar um hidratante mais potente após o banho, não usar chinelo com frequência e trabalhar com sapatos confortáveis”, conta.</p>
<h2>Quem trabalha em pé sofre mais</h2>
<p>Não é coincidência: quem passa o dia em pé realmente tem mais chance de desenvolver rachaduras nos pés. Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema está na <strong>pressão constante sobre os calcanhares.</strong></p>
<p>“<strong>O peso do corpo, somado ao atrito, favorece o espessamento da pele.</strong> Com o tempo, o ressecamento, aliado à carga contínua, leva às fissuras”, explica a profissional.</p>
<p>No entanto, isso não acontece de uma hora para a outra. <strong>O processo é gradual e começa pelo ressecamento.</strong> Quanto mais ressecar, mais grossa a pele fica. É aí que surgem as rachaduras, que podem até mesmo sangrar e doer.</p>
<h2>Quando o problema deixa de ser estético</h2>
<p><strong>Nem toda rachadura é igual</strong>. Além disso, em alguns casos, o quadro deixa de ser superficial e afeta o dia a dia da pessoa para além da estética.</p>
<p>Os principais <strong>sinais de alerta</strong> são:</p>
<ul>
<li>fissuras profundas;</li>
<li>dor ao caminhar;</li>
<li>sangramento;</li>
<li>vermelhidão;</li>
<li>sensibilidade na região.</li>
</ul>
<p>Diante de tais situações, Simone Bonani recomenda procurar um profissional para evitar complicações. Isso porque ter um ou mais desses sintomas indica que a pele já perdeu sua função de barreira protetora.</p>
<h2>O que ajuda (ou piora) no dia a dia</h2>
<p>A boa notícia é que alguns <strong>cuidados simples fazem diferença</strong>, sobretudo para aqueles trabalhadores que, assim como o açougueiro Bruno Morais, não conseguem evitar longos períodos em pé. Vale apostar em:</p>
<ul>
<li><strong>hidratar os pés todos os dias</strong>, principalmente após o banho;</li>
<li><strong>manter a pele sempre limpa e seca;</strong></li>
<li><strong>evitar andar descalço</strong>;</li>
<li>fazer a <strong>remoção de calosidades</strong> com um profissional.</li>
</ul>
<p>“O tipo de calçado também pesa muito. Sapatos confortáveis e com bom amortecimento ajudam a reduzir o impacto. Já modelos abertos ou muito rígidos tendem a piorar o quadro”, afirma a podóloga Simone.</p>
<p>Por último, vale um ponto de atenção: nada de tentar remover a pele em casa com lâminas ou objetos cortantes. Essa prática pode agravar as fissuras e aumentar o risco de infecção, especialmente em pessoas com diabetes.</p>
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		<title>Kit de higiene eficiente para recém-nascido: menos é mais</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/kit-de-higiene-eficiente-para-recem-nascido-menos-e-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[higiene]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos primeiros dias de vida, é comum que a família queira ter tudo à mão para cuidar do bebê. Prateleiras cheias e listas extensas até podem dar a sensação de preparo aos pais e cuidadores, mas nem sempre quantidade é sinônimo de eficiência. Descubra o que realmente faz diferença e como evitar excessos. Um kit<a href="https://www.baruel.com.br/kit-de-higiene-eficiente-para-recem-nascido-menos-e-mais/">Continue reading <span class="sr-only">"Kit de higiene eficiente para recém-nascido: menos é mais"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos primeiros dias de vida, é comum que a família queira ter tudo à mão para cuidar do bebê. Prateleiras cheias e listas extensas até podem dar a sensação de preparo aos pais e cuidadores, mas <strong>nem sempre quantidade é sinônimo de eficiência.</strong> Descubra o que realmente faz diferença e como evitar excessos.</p>
<p><strong>Um kit de higiene eficiente é aquele que atende às necessidades reais do dia a dia, respeita a pele imatura e sensível do recém-nascido e prioriza simplicidade, segurança e funcionalidade,</strong> conforme explica a pediatra Juliana Sobral, da Maternidade Brasília, da Rede Américas.</p>
<p>“O foco deve estar em <strong>poucos produtos, com fórmulas suaves e bem indicadas para a faixa etária</strong>. <strong>Quanto mais simples e bem escolhido for o kit, mais seguro ele tende a ser para o bebê</strong>”, assegura a médica.</p>
<h2>O que é realmente essencial nos primeiros dias</h2>
<p>Segundo a especialista, a lista básica e suficiente para as primeiras semanas inclui:</p>
<ul>
<li><strong>algodão</strong> (em bolas ou quadrados);</li>
<li><strong>água morna</strong>, que funciona como principal agente de limpeza;</li>
<li><strong>sabonete líquido suave</strong>, específico para recém-nascido;</li>
<li><strong>fraldas descartáveis</strong> adequadas ao peso ou de pano, conforme a preferência da família;</li>
<li><strong>pomada ou creme</strong> para prevenção de assaduras;</li>
<li><strong>toalha macia</strong> e exclusiva para o bebê;</li>
<li><strong>álcool 70%</strong> para higiene das mãos do cuidador.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, vale evitar produtos que são comuns em kits comerciais, mas geralmente dispensáveis: perfumes, talcos, sabonetes antissépticos, shampoos 2 em 1, escovas rígidas e múltiplos tipos de cremes sem indicação específica.</p>
<h2>Produtos devem ser adequados para bebê</h2>
<p><strong>A pele do recém-nascido é mais permeável e delicada,</strong> por isso, a escolha dos produtos deve ser criteriosa. A orientação profissional é priorizar aqueles com pH fisiológico, hipoalergênicos, com poucos componentes na fórmula e específicos para recém-nascidos, além de versões sem perfume ou com fragrância mínima.</p>
<p>“É <strong>importante evitar itens com corantes, álcool, conservantes agressivos e óleos essenciais. Quanto mais simples a composição, menor o risco de irritações ou alergias</strong>”, reforça a pediatra Juliana Sobral.</p>
<p>Há também diferença entre o cuidado hospitalar e o domiciliar:</p>
<ul>
<li><strong>No hospital</strong>: a higiene é ainda mais restrita, com foco em água, algodão e produtos padronizados.<br />
<strong>Em casa</strong>: pode-se manter a mesma lógica, introduzindo gradualmente um sabonete suave.</li>
</ul>
<p>Um erro comum é acreditar que, fora da maternidade, o bebê precisa de mais produtos, quando, na prática, menos costuma ser mais.</p>
<h2>Escolhas conscientes e orientadas</h2>
<p>Especialmente <strong>nas primeiras semanas de vida, a escolha de higiene deve se limitar a algodão com água morna</strong>. Lenços umedecidos podem ser usados apenas em saídas de casa ou situações emergenciais e devem ser próprios para recém-nascidos, sem perfume e sem álcool. O uso contínuo na fase inicial não é indicado.</p>
<p>A médica também alerta que <strong>sabonetes e shampoos devem ficar fora da rotina no primeiro mês</strong>. “Quando introduzidos, devem ser líquidos, usados em pequena quantidade e sem fricção excessiva, já que a pele do bebê não precisa ser ‘desengordurada’”, ensina. É importante observar que, <strong>limpeza excessiva também pode ser prejudicial.</strong></p>
<p>Se houver alguma dúvida para montar o kit, lembre-se: a avaliação médica torna-se ainda mais importante em casos de histórico familiar de alergias, prematuridade ou alterações de pele precoces. Nessas circunstâncias, produtos específicos podem ser necessários, sempre com orientação profissional.</p>
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		<title>Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/chule-por-que-alguns-pes-cheiram-mais-do-que-outros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[mau cheiro]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mau odor nos pés, conhecido popularmente como chulé, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma combinação de fatores. Conforme explica a dermatologista<a href="https://www.baruel.com.br/chule-por-que-alguns-pes-cheiram-mais-do-que-outros/">Continue reading <span class="sr-only">"Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mau odor nos pés</strong>, conhecido popularmente como <strong>chulé</strong>, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma <strong>combinação de fatores</strong>.</p>
<p>Conforme explica a dermatologista Adriana Brito, do dr.Consulta, o cheiro, também chamado de bromidrose plantar, é uma <strong>consequência do arranjo que envolve suor, bactérias e o ambiente em que os pés ficam ao longo do dia.</strong></p>
<p>“O chulé é causado pela ação de bactérias que vivem naturalmente na pele. <strong>O suor dos pés não tem cheiro, mas, quando se mistura com células mortas e queratina, essas bactérias liberam substâncias como o ácido isovalérico, responsável pelo odor característico</strong>”, observa a médica.</p>
<h2>Por que uns mais e outros menos</h2>
<p>Nem todo mundo sofre com o problema na mesma intensidade. Isso acontece porque o chulé não depende apenas dos hábitos, mas também de <strong>fatores biológicos e individuais</strong>, ou seja, muda de pessoa para pessoa.</p>
<p>Segundo a especialista, há uma predisposição que envolve <strong>genética, alterações hormonais e condições</strong> como hiperidrose, que causa suor excessivo. Além disso, fatores como <strong>obesidade, diabetes e até o tabagismo</strong> podem aumentar o risco.</p>
<p>Vale desmistificar que nem sempre quem transpira mais terá odor mais forte. A intensidade depende mesmo é da combinação entre suor, bactérias e umidade retida, e não apenas da quantidade de suor. Afinal, a composição da microbiota da pele também varia individualmente.</p>
<h2>O que favorece o chulé</h2>
<p>Alguns fatores do dia a dia criam o ambiente ideal para a proliferação de bactérias e intensificam o odor. Entre os principais, estão:</p>
<ul>
<li>uso prolongado de <strong>sapatos fechados ou sintéticos</strong>;</li>
<li><strong>meias de náilon ou poliéster</strong>, que não absorvem a umidade;</li>
<li><strong>não secar bem os pés,</strong> sobretudo entre os dedos;</li>
<li><strong>uso repetido do mesmo calçado</strong>, sem tempo para ventilação;</li>
<li><strong>consumo de alimentos</strong> como alho, cebola e curry;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos que alteram o suor</strong>.</li>
</ul>
<p>A dermatologista Adriana Brito reforça que o tipo de calçado também tem papel central no desenvolvimento (ou não) do chulé. Sapatos muito fechados, como tênis e botas ou de material sintético, tendem a reter o calor e a umidade, funcionando como uma “incubadora” para os fungos e bactérias.</p>
<h2>Sinais de alerta e tratamento</h2>
<p>Embora seja comum, o chulé pode, em alguns casos, estar associado a problemas dermatológicos. É recomendado investigar se, ao mesmo tempo, houver outros sintomas como:</p>
<ul>
<li><strong>coceira</strong>;</li>
<li><strong>vermelhidão;</strong></li>
<li><strong>descamação;</strong></li>
<li><strong>fissuras;</strong></li>
<li><strong>bolhas;</strong></li>
<li><strong>maceração da pele.</strong></li>
</ul>
<p>“Quando o odor vem acompanhado de alterações na pele pode haver infecção fúngica ou bacteriana associada”, alerta a médica. Nesses casos, apenas o dermatologista pode diagnosticar a condição e orientar o melhor tratamento.</p>
<p>No entanto, se a queixa for só o mau odor, hábitos simples costumam resolver: boa higiene, secar os pés, investir em meias adequadas e alternar os calçados. Se isso não for suficiente, o especialista pode receitar antitranspirantes, medicamentos ou até botox para reduzir o suor.</p>
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		<item>
		<title>Sem guerra no banho: lavar o cabelo pode ser divertido</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sem-guerra-no-banho-lavar-o-cabelo-pode-ser-divertido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 12:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Rotina de Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[fios]]></category>
		<category><![CDATA[lavar cabelo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=4669</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lavar o cabelo costuma gerar tensão em muitas casas com moradores mirins. A criança chora, se encolhe, tenta fugir ou reage com irritação. Logo, o que deveria ser rotina vira confronto. Para muitos adultos, parece birra, mas vale um olhar atento ao comportamento. Conforme esclarece a psicóloga Adriana de Lima, do Hospital e Maternidade Santa<a href="https://www.baruel.com.br/sem-guerra-no-banho-lavar-o-cabelo-pode-ser-divertido/">Continue reading <span class="sr-only">"Sem guerra no banho: lavar o cabelo pode ser divertido"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lavar o cabelo costuma gerar tensão em muitas casas com moradores mirins</strong>. A criança chora, se encolhe, tenta fugir ou reage com irritação. <strong>Logo, o que deveria ser rotina vira confronto</strong>. Para muitos adultos, parece birra, mas vale um olhar atento ao comportamento.</p>
<p>Conforme esclarece a psicóloga Adriana de Lima, do Hospital e Maternidade Santa Joana, a lavagem do cabelo <strong>ativa três pontos sensíveis do desenvolvimento infantil: autonomia, sensorialidade e imprevisibilidade</strong>. Dos dois aos sete anos, <strong>o senso de controle do corpo está sendo construído e qualquer sensação de invasão é intensa.</strong></p>
<p><strong>“Quando a criança se sente sem controle ou em desconforto, o sistema de ameaça é ativado.</strong> Surge a resposta de luta, fuga ou congelamento. Isso é reatividade neurobiológica, não birra”, afirma a profissional.</p>
<h2>O que está por trás da resistência</h2>
<p>É importante entender que o <strong>conflito durante o banho geralmente revela uma tentativa de recuperar controle corporal.</strong> Inclinar a cabeça, fechar os olhos e sentir água escorrendo pode gerar sensação de vulnerabilidade. E medos reais entram em cena: de levar um tombo, da água entrar nos olhos, do ardor do shampoo ou sensação de sufocamento.</p>
<p>Além disso, há também <strong>crianças com maior sensibilidade tátil e vestibular</strong>. Perfis sensoriais mais intensos não são necessariamente patológicos, mas tornam estímulos como temperatura, cheiro e toque mais impactantes.</p>
<p>A boa notícia é que isso não deve durar para sempre.<strong> Quando o banho se conecta com vínculo e segurança, a resistência tende a diminuir.</strong> Mas se for ligado à tensão, continuará virando sinal de perigo. É fundamental trabalhar nessa mudança.</p>
<h2>Como transformar o banho em ritual de conexão</h2>
<p>Para a psicóloga Adriana de Lima, pequenos combinados funcionam melhor que imposições, porque diminuem a luta de poder e aumentam a cooperação. Vale também <strong>trabalhar com antecipação e previsibilidade para reduzir a ansiedade</strong>: avise com antecedência, explique o passo a passo e combine a duração.</p>
<p>Outras estratégias simples podem tornar a experiência mais leve:</p>
<ul>
<li>fazer o “banho do boneco” antes;</li>
<li>usar um espelho para a criança acompanhar o que está acontecendo;</li>
<li>criar contagem regressiva divertida (“chuva do foguete em 3… 2… 1…”);</li>
<li>montar “chapéu” ou “coroa” de espuma antes do enxágue;</li>
<li>oferecer escolhas simples (“sentado ou em pé?”, “qual shampoo?”);</li>
<li>criar histórias (“chuva mágica da floresta”);</li>
<li>deixar uma toalha quentinha pronta para antecipar conforto.</li>
</ul>
<p>“O brincar regula o sistema nervoso. Quando a experiência vira ritual relacional, o cérebro aprende a associar banho com segurança e vínculo”, analisa a especialista.</p>
<h2>Empatia com firmeza muda o comportamento</h2>
<p><strong>Respeitar o limite não significa abandonar a higiene.</strong> A situação pede equilíbrio entre empatia, firmeza e calma. Para isso, o cuidador deve:</p>
<ul>
<li>validar o desconforto;</li>
<li>manter tom previsível;</li>
<li>conduzir com segurança.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, a psicóloga recomenda <strong>evitar ameaças, ironias, pressa brusca e contenção física sem explicação, porque costumam intensificar o conflito</strong>. Fique de olho também nos sinais de alerta que indicam memória emocional negativa do banho:</p>
<ul>
<li>entrar no banheiro já tenso;</li>
<li>chorar antes mesmo de começar;</li>
<li>rigidez corporal;</li>
<li>tentativa de fuga.</li>
</ul>
<p>“O cérebro infantil aprende por repetição. Experiências previsíveis, respeitosas, lúdicas e constantes reduzem a resposta de ameaça e aumentam a cooperação ao longo das semanas. Isso é neuroplasticidade relacional”, conclui Adriana.</p>
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