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	<title>adolescência - Baruel</title>
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	<title>adolescência - Baruel</title>
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		<title>Por que adolescentes sofrem mais com chulé</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-adolescentes-sofrem-mais-com-chule/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na adolescência, o mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante. O famoso e indesejado chulé pode afetar diretamente a autoestima, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, não acontece por acaso. Compreender a causa ajuda na solução. Conforme explica a dermatologista Nádia Aires,<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-adolescentes-sofrem-mais-com-chule/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que adolescentes sofrem mais com chulé"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na adolescência, o <strong>mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante</strong>. O famoso e indesejado chulé <strong>pode afetar diretamente a autoestima</strong>, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, <strong>não acontece por acaso</strong>. Compreender a causa ajuda na solução.</p>
<p>Conforme explica a dermatologista Nádia Aires, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, o <strong>suor em si não tem cheiro</strong>. Na verdade, o <strong>odor desagradável aparece quando bactérias da flora natural da pele degradam os componentes do suor.</strong></p>
<p>“Durante a puberdade, as <strong>alterações hormonais levam ao aumento da atividade das glândulas sudoríparas e a uma mudança importante na composição cutânea</strong>. Por isso, há mais volume de suor e bactérias com maior capacidade de decompor o suor produzido em substâncias com mau cheiro”, explica a médica.</p>
<h2>O que acontece nos pés nessa fase</h2>
<p>A especialista reforça que os fungos não são a causa do chulé. Ainda assim, são os vilões de outras condições, como as micoses, que podem causar fissuras na pele, aumentar a proliferação de bactérias e, consequentemente, agravar o odor.</p>
<p>Alguns hábitos comuns na adolescência criam o ambiente ideal para esse processo:</p>
<ul>
<li><strong>Uso prolongado de calçados fechados</strong> (menos ventilação e mais temperatura).</li>
<li>Optar por <strong>meias sintéticas, que não absorvem o suor</strong> e mantêm a pele úmida e com pH elevado.</li>
<li><strong>Não lavar nem secar os pés corretamente.</strong></li>
<li>Usar as <strong>mesmas meias e calçados diariamente</strong>.</li>
<li><strong>Utilizar sapatos úmidos</strong>.</li>
</ul>
<p>Isso porque o suor é predominantemente formado por água, eletrólitos, aminoácidos e ácidos graxos. Esses componentes servem de substrato para as bactérias, que os transformam em compostos voláteis de odor ácido ou sulfuroso característico.</p>
<h2>O papel dos hormônios e do estresse</h2>
<p>A endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional de São Paulo (SBEM-SP), lembra que a <strong>adolescência é marcada pelo amadurecimento do eixo hormonal. Isso eleva a produção de hormônios como a testosterona, que estimula as glândulas apócrinas.</strong></p>
<p>“Nos pés, predominam as glândulas écrinas, que já produzem mais suor. Além disso, <strong>situações de estresse e ansiedade</strong>, que são comuns nessa fase, <strong>podem aumentar a liberação de adrenalina e estimular a transpiração</strong>”, observa a médica.</p>
<p>Já o <strong>desbalanço do sistema nervoso simpático leva ao suor excessivo</strong>, conhecido como hiperidrose. A condição pode atingir pés, mãos e axilas, mesmo sem calor ou estresse.</p>
<h2>Como cuidar e em que ficar de olho</h2>
<p>A dermatologista Nádia Aires reforça que, na maior parte das vezes, o chulé está relacionado a fatores locais. Por isso, incorporar cuidados simples à rotina é suficiente, como:</p>
<ul>
<li>Lavar os pés com <strong>sabonetes antissépticos</strong>.</li>
<li><strong>Secar bem</strong> os pés e entre os dedos.</li>
<li>Usar <strong>meias de algodão ou de tecido tecnológico</strong> respirável e trocá-las com frequência.</li>
<li><strong>Revezar os calçados</strong>, deixando o par usado secar por, pelo menos, 24 horas antes de ser reutilizado.</li>
<li>Dar preferência a <strong>sapatos abertos ou com ventilação</strong>.</li>
<li>Em casos de suor excessivo, utilizar <strong>antitranspirantes ou talcos secativos</strong>, sempre com orientação profissional.</li>
</ul>
<p>Mas vale ficar de olho em alguns <strong>sinais de alerta</strong>. Busque avaliação médica se houver:</p>
<ul>
<li><strong>Odor muito intenso</strong> e persistente que não cede com os hábitos de higiene;</li>
<li><strong>Suor excessivo</strong>;</li>
<li><strong>Vermelhidão e descamação</strong>;</li>
<li><strong>Fissuras</strong> entre os dedos com <strong>maceração</strong>;</li>
<li><strong>Fissuras dolorosas com secreção amarelada ou purulenta.</strong></li>
</ul>
<p>“Se o suor intenso vier com perda de peso, tremores, queda de cabelo ou alterações de pressão, é importante investigar possíveis alterações hormonais, como distúrbios da tireoide ou da suprarrenal”, orienta a endocrinologista Andressa Heimbecher.</p>
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		<title>Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/telas-e-sedentarismo-afetam-mobilidade-de-criancas-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[telas]]></category>
		<category><![CDATA[vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés. O resultado é a dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo<a href="https://www.baruel.com.br/telas-e-sedentarismo-afetam-mobilidade-de-criancas-e-jovens/">Continue reading <span class="sr-only">"Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. <strong>Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés.</strong> O resultado é a <strong>dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo antes do tempo.</strong></p>
<p>“Quando a criança se movimenta menos, os pés deixam de receber estímulos importantes para fortalecimento muscular, ganho de equilíbrio, alongamento e até para a mudança natural do formato durante o crescimento”, afirma o ortopedista pediátrico Tiago Mascarenhas, do Hospital viValle, da Rede D’Or.</p>
<p>Ele ainda reforça que <strong>ficar parado por longos períodos também contribui para essa redução: o corpo funciona como um músculo, ou seja, precisa ser usado para se desenvolver bem.</strong> Com o tempo, isso pode <strong>gerar rigidez, encurtamento e dores nos pés, tornozelos e pernas.</strong></p>
<h2>Dor de adulto já aos oito anos</h2>
<p>A jornalista Juliana Franco percebeu que a filha começou a reclamar de dor ao acordar quando tinha apenas oito anos. “O primeiro sinal foi quando ela dizia que doía ao colocar o pé no chão. Achamos que era dor de crescimento, mas passou a se repetir”, conta.</p>
<p>A menina, hoje com nove anos, também sentia incômodo depois de muito tempo sentada e, aos poucos, começou a evitar atividades comuns da idade. “Ela dizia que parecia um repuxar ou queimar a sola do pé. Não corria nem pulava mais. Em passeios, queria sentar ou pedia colo. Era estranho, parecia uma velhinha com dor”, relembra a mãe.</p>
<p>Após a avaliação com um ortopedista pediátrico, a criança recebeu o diagnóstico de sobrecarga da fáscia plantar, causada principalmente pela falta de movimento e pelo excesso de tempo sentada. O tratamento envolveu fisioterapia, alongamentos orientados, ajustes na rotina e mais atenção aos calçados.</p>
<h2>Gerações diferentes, pés diferentes</h2>
<p>O especialista Tiago Mascarenhas observa que <strong>há diferenças perceptíveis na saúde dos pés da turma jovem hoje, especialmente após a pandemia, quando muitas crianças ficaram mais tempo dentro de casa</strong>. Isso porque o <strong>aumento dos intervalos diante de tela tem reduzido atividades que estimulam equilíbrio, fortalecimento muscular e controle neurológico.</strong></p>
<p>Nesse sentido, o médico destaca a amplificação de casos de marcha equina idiopática, em que a criança passa a andar na ponta dos pés, associado, entre outros fatores, à imaturidade no controle neurológico dos músculos.</p>
<h2>Quando buscar ajuda</h2>
<p>Alguns sinais indicam que a criança já pode estar perdendo mobilidade ou função nos pés. Entre os principais estão:</p>
<ul>
<li><strong>Dores frequentes</strong> ao brincar ou praticar esportes;</li>
<li><strong>Cansaço</strong> rápido em tarefas simples;</li>
<li><strong>Quedas</strong> constantes;</li>
<li><strong>Dificuldade para acompanhar colegas;</strong></li>
<li><strong>Evitar correr ou brincar;</strong></li>
<li>Músculos aparentando <strong>pouco volume ou fraqueza</strong>.</li>
</ul>
<p>Esses sintomas merecem atenção, principalmente quando interferem na rotina. O ortopedista pediátrico alerta que a infância é uma fase essencial para formar pés fortes e funcionais – e a falta de estímulo pode aumentar o risco de dores e lesões no futuro.</p>
<h2>Cuidados do dia a dia</h2>
<p>A boa notícia é que hábitos simples do dia a dia fazem diferença na saúde de crianças e adolescentes. Assim, vale incluir na rotina:</p>
<ul>
<li>Equilibrar o acesso a telas com a movimentação diária;</li>
<li>Estimular brincadeiras ao ar livre e esportes;</li>
<li>Correr durante o recreio escolar e se movimentar ao longo do dia;</li>
<li>Permitir contato dos pés com grama, terra ou areia;</li>
<li>Evitar ficar parado a semana inteira e concentrar tudo no fim de semana.</li>
</ul>
<p>“A tecnologia faz parte da vida moderna, mas não pode substituir o movimento, porque o desenvolvimento dos pés depende de estímulos constantes desde os primeiros passos até o fim da adolescência”, conclui o especialista.</p>
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