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	<title>Saiba mais sobre cólica em bebês - Baruel Baby</title>
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		<title>Como saber se o bebê está com cólica ou gases?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desconfortos abdominais são comuns nos primeiros meses de vida e costumam gerar muita dúvida nos cuidadores. Embora gases e cólicas possam causar as mesmas reações, como choro e irritação, não são situações iguais. Entender a diferença ajuda a lidar melhor com o quadro e tratá-lo corretamente. A gastroenterologista pediátrica Aline Falleiros explica que a cólica<a href="https://www.baruel.com.br/como-saber-se-o-bebe-esta-com-colica-ou-gases/">Continue reading <span class="sr-only">"Como saber se o bebê está com cólica ou gases?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfortos abdominais são comuns nos primeiros meses de vida e costumam gerar muita dúvida nos cuidadores. <strong>Embora gases e cólicas possam causar as mesmas reações, como choro e irritação, não são situações iguais.</strong> Entender a diferença ajuda a lidar melhor com o quadro e tratá-lo corretamente.</p>
<p>A gastroenterologista pediátrica Aline Falleiros explica que a <strong>cólica do lactente é considerada um distúrbio funcional ligado à maturação dos sistemas gastrointestinal e nervoso</strong>. Por outro lado, os <strong>gases fazem parte do processo digestivo normal e</strong>, na maioria das vezes, <strong>causam apenas um incômodo leve e passageiro</strong>.</p>
<p>Segundo a especialista, <strong>gases e cólicas podem ocorrer ao mesmo tempo</strong>, já que a fermentação do leite no intestino leva à produção de gases ao longo do dia e da noite. Inclusive, a presença dos gases indica que a digestão está acontecendo normalmente.</p>
<h2>Gases X cólicas</h2>
<p><strong>Os gases costumam provocar um desconforto abdominal leve, acompanhado de aumento do volume da barriga e flatulência. O choro, quando aparece, tende a ser esporádico, de menor intensidade e melhora rapidamente, sem se repetir de forma sistemática ao longo dos dias.</strong></p>
<p><strong>Já a cólica apresenta um padrão mais previsível e repetitivo. O bebê pode ter episódios frequentes de choro inconsolável, geralmente no fim da tarde ou início da noite, várias vezes na semana.</strong> Mesmo que não dure três horas seguidas exatamente, o que define o quadro é a repetição desse comportamento por dias consecutivos.</p>
<p>Além disso, alguns sinais corporais costumam acompanhar a <strong>dor abdominal mais intensa</strong>. A médica destaca os principais para ficar de olho:</p>
<ul>
<li>rosto avermelhado;</li>
<li>contrações visíveis no abdome;</li>
<li>enrijecimento muscular;</li>
<li>torções do corpo;</li>
<li>irritação intensa e dificuldade para se acalmar.</li>
</ul>
<h2>O que pode causar ou piorar</h2>
<p>Um dos argumentos populares é que engolir ar durante a mamada ou uso de mamadeira provoca gases. Entretanto, não há evidências de que isso aumente o problema. Na verdade, a <strong>produção de gases está relacionada sobretudo à ação das bactérias da microbiota intestinal durante a digestão.</strong></p>
<p>Já a <strong>cólica do lactente não tem uma única causa definida</strong>. Alguns estudos indicam que pode estar associada a fatores como:</p>
<ul>
<li>imaturidade do sistema nervoso central;</li>
<li>alterações na motilidade intestinal;</li>
<li>hormônios gastrointestinais;</li>
<li>composição da microbiota;</li>
<li>fatores ambientais e biopsicossociais da família.</li>
</ul>
<p>Apesar de muito desconfortável, a <strong>cólica é autolimitada: costuma surgir nas primeiras semanas de vida, atingir o pico entre a sexta e a oitava semana e melhorar progressivamente até os três ou quatro meses, desaparecendo quase sempre antes dos cinco meses.</strong></p>
<h2>O que alivia gases e cólicas do bebê</h2>
<p>Durante as crises, o mais importante é tentar acalmar o bebê. Algumas medidas simples e seguras podem ajudar a resolver a questão:</p>
<ul>
<li><strong>dar colo</strong> com movimentos ritmados;</li>
<li>manter <strong>contato direto da barriga</strong> do cuidador com a do bebê;</li>
<li>enrolar o bebê como um “<strong>charutinho</strong>”;</li>
<li>posicionar de <strong>lado ou de bruços</strong> (sempre com supervisão);</li>
<li>colocar <strong>compressas mornas no abdome</strong>, com cuidado para evitar queimaduras;</li>
<li>recorrer a <strong>ruídos brancos</strong>.</li>
</ul>
<p>A gastropediatra Aline Falleiros reforça que não há comprovação científica sobre a eficácia dos medicamentos para as cólicas, mesmo que alguns bebês se beneficiem em casos específicos. Os chás também não são indicados antes dos seis meses de vida.</p>
<p>Já as restrições alimentares maternas só devem ser consideradas quando houver diagnóstico de alergia ou intolerância feito pelo pediatra.</p>
<h2>Quando procurar o médico</h2>
<p>A avaliação médica é recomendada sempre que surgirem sinais de alerta, como:</p>
<ul>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>dificuldade para ganhar peso;</li>
<li>febre;</li>
<li>recusa para mamar;</li>
<li>vômitos frequentes ou com sangue.</li>
</ul>
<p>Nessas situações, é fundamental investigar causas além dos desconfortos funcionais comuns da infância para o especialista definir o melhor tratamento.</p>
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		<title>É normal o bebê chorar muito? O que saber sobre isso</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/e-normal-o-bebe-chorar-muito-o-que-saber-sobre-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[cólica]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O choro faz parte do desenvolvimento do bebê, especialmente nos primeiros meses de vida. Nem todo choro é igual e entender os padrões ajuda os cuidadores a saberem quando é algo esperado ou se merece mais atenção. Frequência, intensidade e sinais são pontos importantes para diferenciar o que é rotineiro de algo a ser investigado.<a href="https://www.baruel.com.br/e-normal-o-bebe-chorar-muito-o-que-saber-sobre-isso/">Continue reading <span class="sr-only">"É normal o bebê chorar muito? O que saber sobre isso"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O choro faz parte do desenvolvimento do bebê, especialmente nos primeiros meses de vida.</strong> Nem todo choro é igual e entender os padrões ajuda os cuidadores a saberem quando é algo esperado ou se merece mais atenção. <strong>Frequência, intensidade e sinais</strong> são pontos importantes para diferenciar o que é rotineiro de algo a ser investigado.</p>
<p>Nos <strong>primeiros meses, é esperado que o bebê chore mais, sobretudo entre a quarta e a sexta semana de vida, com melhora gradual até os três ou quatro meses</strong>. Afinal, o choro é a principal <strong>forma de comunicação</strong> dele para expressar necessidades e desconfortos, como fome, sono ou excesso de estímulos.</p>
<p>A pediatra Greter Fernandez explica que, dentro desse período, existe inclusive um padrão clássico para definir o choro excessivo, conhecido como cólica do lactente. É a chamada “<strong>regra dos 3s</strong>”: <strong>choro por mais de 3 horas por dia, em pelo menos 3 dias da semana, por 3 semanas consecutivas,</strong> em bebês saudáveis e com ganho de peso adequado.</p>
<h2>Por que alguns bebês choram mais</h2>
<p>As causas do choro frequente são multifatoriais e nem sempre estão ligadas a doenças. Entre os motivos mais comuns listados pela médica estão:</p>
<ul>
<li><strong>necessidades básicas não atendidas</strong>, como fome, fralda suja, frio, calor ou sono;</li>
<li><strong>cólicas</strong> relacionadas à imaturidade do sistema gastrointestinal e neurológico;</li>
<li><strong>fatores psicossociais</strong>, como o ambiente e a interação entre cuidador e bebê,</li>
<li><strong>intolerâncias alimentares</strong>, como a alergia à proteína do leite de vaca;</li>
<li>mais raramente, <strong>condições orgânicas</strong> (refluxo gastroesofágico patológico, infecções ou dores específicas são alguns exemplos).</li>
</ul>
<p>A enfermeira obstetra e educadora perinatal Emanuela Gomes destaca também que <strong>nem sempre o choro tem uma causa óbvia</strong>. Pode ser desde uma etiqueta de roupa incomodando até a necessidade de colo. Tem bebê que só se acalma ao ouvir a batida do coração da mãe, um som que ele reconhece desde a gestação, por exemplo.</p>
<h2>Choro normal ou sinal de dor</h2>
<p><strong>O choro considerado normal costuma ser episódico, aparece mais no fim do dia, pode ser consolado com estratégias simples e não vem acompanhado de outros sintomas.</strong> Já <strong>quando há dor ou algum problema de saúde, o comportamento tende a ser diferente</strong>.</p>
<p>Para não ter dúvidas, as profissionais recomendam observar os seguintes sinais:</p>
<ul>
<li>vermelhidão facial intensa;</li>
<li>respiração irregular ou acelerada;</li>
<li>retração dos membros;</li>
<li>arqueamento do corpo;</li>
<li>irritabilidade contínua que não melhora com o cuidado do adulto;</li>
<li>alterações na alimentação;</li>
<li>vômitos persistentes, febre e dificuldade para ganhar peso.</li>
</ul>
<p>A pediatra Greter Fernandez indica avaliação médica imediata em casos de febre superior a 38°C, vômitos com biles, letargia, sangramentos e quadros neurológicos, como convulsões ou abaulamento da fontanela – popularmente chamada de “moleira estufada”.</p>
<h2>Como lidar com a cólica do lactente</h2>
<p>Apesar de angustiante, a cólica do lactente é um diagnóstico clínico de exclusão, ou seja, que descarta condições mais sérias, e tende a melhorar com o amadurecimento do bebê. Os episódios podem surgir logo nas primeiras semanas de vida do recém-nascido e atingir o pico entre seis e oito semanas, com piora do quadro, principalmente, no final do dia.</p>
<p>Contudo, essa causa necessita de tempo para ser confirmada. Nesse sentido, a enfermeira obstetra Emanuela Gomes reforça que, <strong>nos primeiros 15 dias do bebê, o choro não costuma ser causado por cólica.</strong></p>
<p><strong>“O recém-nascido ainda está se adaptando ao mundo fora do útero e chora porque é sua única forma de expressão.</strong> Chás ou medicamentos sem prescrição são precoces e contraindicados”, pontua.</p>
<p>Entre as estratégias não farmacológicas que podem ajudar estão:</p>
<ul>
<li>colo;</li>
<li>contato pele a pele;</li>
<li>embalo rítmico;</li>
<li>sucção não nutritiva;</li>
<li>banho morno;</li>
<li>massagem abdominal;</li>
<li>cuidado com o ambiente, evitando excesso de luz e barulho.</li>
</ul>
<h2>Rotina, ambiente e apoio fazem diferença</h2>
<p>Criar uma rotina previsível, respeitando o ritmo do bebê, ajuda a reduzir o estresse ao longo do dia. Cada criança reage de forma diferente aos estímulos e essa sintonia se constrói com o convívio diário, sem comparações ou rótulos precoces.</p>
<p>As especialistas entrevistadas ponderam que erros comuns, geralmente feitos por cansaço ou desespero, como oferecer fórmula sem necessidade nos primeiros dias, também podem piorar o desconforto do bebê. O estômago do recém-nascido é pequeno e a oferta excessiva pode causar mais mal-estar do que alívio.</p>
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