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	<title>Saiba mais sobre cuidados básicos com os pés - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Saiba mais sobre cuidados básicos com os pés - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Calcanhar seco: massagem com óleo funciona mesmo?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-seco-massagem-com-oleo-funciona-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexologia e Massagem]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[ressecamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os calcanhares secos costumam incomodar não só pela aparência áspera, mas também por causarem desconforto no dia a dia. Nesse cenário, a massagem com óleo pode ser uma aliada, desde que faça parte de uma rotina mais ampla de cuidados com a pele. Segundo a podóloga domiciliar Thaís Santana, massagear ajuda a hidratar a região<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-seco-massagem-com-oleo-funciona-mesmo/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar seco: massagem com óleo funciona mesmo?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os calcanhares secos costumam incomodar não só pela aparência áspera, mas também por causarem desconforto no dia a dia. Nesse cenário, <strong>a massagem com óleo pode ser uma aliada, desde que faça parte de uma rotina mais ampla de cuidados com a pele.</strong></p>
<p>Segundo a podóloga domiciliar Thaís Santana, <strong>massagear ajuda a hidratar a região e favorece a absorção do óleo aplicado</strong>. No entanto, a prática não deve ser encarada como uma solução isolada para o ressecamento. “Precisa estar associada à hidratação regular da região e aos cuidados diários com a pele para trazer melhores resultados”, orienta a profissional.</p>
<h2>Como massagear de forma correta</h2>
<p><strong>A recomendação é realizar a massagem após o banho, quando a pele está mais receptiva aos produtos hidratantes, como os óleos.</strong> Os movimentos devem ser suaves e repetidos diariamente, já que a regularidade é peça-chave para a hidratação.</p>
<p>Na hora de escolher o produto, alguns ativos costumam ser mais indicados para combater o ressecamento e a aspereza dos calcanhares:</p>
<ul>
<li>fórmulas com ureia;</li>
<li>manteigas vegetais;</li>
<li>produtos desenvolvidos especificamente para os pés.</li>
</ul>
<p>Quando as formulações contam com óleos na composição, costumam ter um maior potencial regenerativo e hidratante. Mas é importante se atentar às contraindicações de cada componente. Se houver dúvidas, o mais indicado é consultar um profissional antes do uso.</p>
<h2>Por que os calcanhares ficam secos?</h2>
<p>De acordo com a podóloga Thaís Santana, o <strong>ressecamento pode ter diferentes causas</strong>. Entre as mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>a falta de hidratação da pele;</li>
<li>o atrito constante;</li>
<li>o uso de calçados inadequados;</li>
<li>envelhecimento natural da região.</li>
</ul>
<p>Além disso, fatores individuais influenciam. Por isso, algumas pessoas apresentam calcanhares mais secos e ásperos do que outras, mesmo mantendo hábitos semelhantes.</p>
<h2>Quando o problema merece atenção</h2>
<p>Nem todo ressecamento exige tratamento profissional imediatamente, mas alguns sinais indicam quando buscar avaliação especializada. É o caso de rachaduras profundas, dor, sangramento ou sinais de infecção.</p>
<p>Para evitar que o problema evolua, a podóloga recomenda manter uma rotina simples de cuidados:</p>
<ul>
<li>hidratar os pés diariamente;</li>
<li>evitar andar descalço por longos períodos;</li>
<li>usar calçados adequados;</li>
<li>procurar ajuda profissional em caso de fissuras ou desconforto.</li>
</ul>
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		<title>Por que sapatos novos podem machucar tanto?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fricção e Impacto do Calçado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[atrito]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fricção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato novo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que sapatos novos podem machucar tanto?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um <strong>sapato novo</strong> costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. <strong>Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas.</strong> Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a <strong>ciência da biomecânica tem a resposta</strong> para esse inconveniente.</p>
<p>Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da <strong>estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário.</strong> Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido.</p>
<p>“<strong>Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar</strong>. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista.</p>
<h2>Atrito e pressão são os vilões</h2>
<p><strong>A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais</strong>. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas.</p>
<p>É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação.</p>
<p>Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. <strong>Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé.</strong></p>
<h2>O calçado deve se adaptar ao pé</h2>
<p>Cada pé é único. <strong>Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada</strong>. Por isso, a regra de ouro é: <strong>o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário.</strong></p>
<p>“Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa.</p>
<p>Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>maior sensibilidade da pele;</li>
<li>presença de deformidades;</li>
<li>tipo de pisada;</li>
<li>idade;</li>
<li>doenças, como diabetes.</li>
</ul>
<h2>Quando o desconforto vira alerta</h2>
<p>Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a <strong>repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades.</strong></p>
<p>Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas:</p>
<ul>
<li>calcanhar;</li>
<li>lateral do quinto dedo;</li>
<li>parte superior dos dedos;</li>
<li>região plantar anterior.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.</p>
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		<title>Meias certas ajudam a prevenir tendinites. Entenda</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meias-certas-ajudam-a-prevenir-tendinites-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tendinite]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[meias]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tendinite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou que as meias podem ter um papel importante nos casos de tendinite? A condição costuma surgir a partir de microlesões repetitivas nos tendões, e esses itens de vestuário, aparentemente simples, ajudam a reduzir fatores de risco para o quadro. O fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva garante que a meia não é apenas um<a href="https://www.baruel.com.br/meias-certas-ajudam-a-prevenir-tendinites-entenda/">Continue reading <span class="sr-only">"Meias certas ajudam a prevenir tendinites. Entenda"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou que as <strong>meias podem ter um papel importante nos casos de tendinite</strong>? A condição costuma surgir a partir de microlesões repetitivas nos tendões, e esses itens de vestuário, aparentemente simples, <strong>ajudam a reduzir fatores de risco para o quadro</strong>.</p>
<p>O fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva garante que a meia não é apenas um acessório de conforto, já que <strong>influencia diretamente o pé dentro do calçado</strong>. Por isso, <strong>meias adequadas ajudam a controlar fatores biomecânicos, como atrito e estabilidade, aspectos importantes para o surgimento da doença</strong>.</p>
<p>“A meia pode contribuir com a prevenção da tendinite, sobretudo em conjunto com o calçado certo, treino adequado e outros cuidados com o corpo”, afirma o profissional.</p>
<h2>Tecido e ajuste fazem diferença</h2>
<p>O tipo de material interfere diretamente no desempenho do pé dentro do tênis. Entre os principais tecidos usados na confecção das meias estão:</p>
<ul>
<li><strong>Algodão puro</strong>: absorve o suor, permanece úmido e aumenta o atrito entre o pé e o calçado, gerando bolhas, irritações e microtraumas nos tendões.</li>
<li><strong>Poliéster</strong>: permite que o suor evapore com mais facilidade, diminuindo a fricção e mantendo o pé mais seco e estável.</li>
</ul>
<p>Segundo Eduardo, a diferença é relevante tanto em treinos quanto em competições, especialmente quando há impacto repetitivo. Além disso, o tamanho da meia deve ser o ideal, pois interfere na biomecânica:</p>
<ul>
<li><strong>Meias apertadas</strong>: comprimem os dedos e o calcanhar, alteram a forma como o pé se movimenta e aumentam a tensão nos tendões;</li>
<li><strong>Meias largas</strong>: podem dobrar dentro do tênis e causar atrito e instabilidade, favorecendo cargas irregulares e dor.</li>
</ul>
<h2>Quando escolher cada modelo</h2>
<p>O fisioterapeuta ressalta que a escolha do formato deve estar alinhada ao tipo de treino e ao calçado utilizado. Cada opção tem uma indicação específica:</p>
<ul>
<li><strong>Meia de cano curto</strong>: oferece mais liberdade e menos suporte, ideal para treinos leves;</li>
<li><strong>Meia de cano médio ou alto</strong>: indicada para corrida, futebol ou trekking por gerar maior proteção na região do tornozelo e na parte superior do tênis, aumentando a estabilidade;</li>
<li><strong>Meia compressiva</strong>: pode melhorar a circulação, reduzir a vibração muscular e aumentar a percepção de estabilidade do pé, auxiliando na recuperação e na performance.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há também diferenças entre meias comuns e esportivas. Enquanto as <strong>comuns apenas cobrem o pé, as esportivas têm áreas de amortecimento, ventilação e ajuste anatômico</strong>. “Elas reduzem a fricção e ajudam o pé a trabalhar de forma mais estável, resultando em menor risco de microtraumas e sobrecarga nos tendões”, afirma o especialista.</p>
<h2>Dicas de quem entende</h2>
<p>Vale lembrar que a escolha da meia torna-se especialmente relevante em atividades com impacto repetitivo ou mudanças rápidas de direção, como corridas, trilhas, futebol, basquete e tênis, além de crossfit e treinos de musculação intensa com saltos.</p>
<p>Na hora da compra, o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva sugere priorizar as seguintes características:</p>
<ul>
<li><strong>Respirabilidade</strong>, para manter o pé seco.</li>
<li><strong>Ajuste anatômico</strong>, que evita dobras e apertos.</li>
<li><strong>Compressão adequada</strong>, porque melhora a estabilidade e circulação.</li>
<li><strong>Amortecimento</strong> localizado, protegendo calcanhar e antepé.</li>
<li><strong>Costuras planas</strong>, que reduzem atrito e bolhas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda assim, trocar apenas a meia não resolve a tendinite. É fundamental avaliar o calçado, observar a carga de treino e, se necessário, investigar possíveis alterações biomecânicas no pé ou no tornozelo, que podem exigir avaliação profissional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o joanete está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo. Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de hallux valgus<a href="https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/">Continue reading <span class="sr-only">"Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o <strong>joanete</strong> está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, <strong>além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo.</strong></p>
<p>Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de <strong><em>hallux valgus</em> – altera a base de apoio do pé</strong>. Como o dedão é essencial para a propulsão ao caminhar, seu desalinhamento interfere diretamente na estabilidade e pode levar a quedas.</p>
<p>“O dedão suporta grande parte do peso durante a marcha. Quando ele está desalinhado, o corpo precisa se ajustar e isso pode afetar tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico”, detalha o profissional.</p>
<h2>Joanete altera a marcha</h2>
<p>Se o <em>hálux</em> se inclina em direção aos outros dedos, a <strong>distribuição do peso muda</strong>. Em vez de o dedão cumprir seu papel na propulsão, ocorre sobrecarga na lateral do pé, redução da eficiência do movimento e alteração do centro de pressão, fator crucial para se manter equilibrado.</p>
<p>É aí que o problema começa: para continuar andando, muitas pessoas desenvolvem <strong>compensações naturais</strong>, como apoiar mais a parte externa do pé, girar o pé para fora e dar passos mais curtos. Essas <strong>adaptações ajudam a reduzir a dor, mas modificam a biomecânica e aumentam o risco de sobrecarga nos tornozelos, joelhos e quadris.</strong></p>
<p>Segundo o fisioterapeuta, quanto mais severo for o desalinhamento, maior será o impacto na marcha. Idosos, pessoas com dor intensa ou rigidez no dedão e quem caminha em pisos irregulares ou escorregadios tendem a apresentar maior risco de instabilidade e quedas.</p>
<h2>Quando o equilíbrio falha</h2>
<p>A aposentada Marlene Carvalho, 66 anos, convive com o joanete há mais de uma década. No início, a alteração era apenas estética e incomodava principalmente ao usar determinados sapatos. Com o tempo, a dor começou a interferir na forma de andar.</p>
<p>“Eu pisava mais para o lado para fugir da dor. Fui andando assim na calçada e senti que o pé não firmou. Foi muito rápido, perdi o equilíbrio. Caí de lado e machuquei o joelho e o ombro”, relata.</p>
<p>Ela conta que já percebia sinais de instabilidade antes do episódio. Por vezes, o pé dava uma “balançada” e os tropeços se tornaram mais frequentes no dia a dia. Hoje, Marlene evita saltinhos, aposta em solados mais seguros e redobra a atenção na rua.</p>
<h2>Como reduzir o risco de quedas</h2>
<p>O fisioterapeuta Eduardo Saraiva destaca que o impacto no equilíbrio tende a ser mais significativo quando o joanete está em grau moderado a severo, com inclinação acentuada do dedão, dor constante, rigidez e perda de mobilidade.</p>
<p>Para reduzir o risco de instabilidade e quedas, as principais medidas incluem:</p>
<p><strong>Exercícios e fisioterapia</strong></p>
<ul>
<li>fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé;</li>
<li>treino de equilíbrio unipodal;</li>
<li>exercícios de mobilidade do dedão para melhorar a propulsão.</li>
</ul>
<p><strong>Calçados adequados</strong></p>
<ul>
<li>modelos mais largos, com espaço suficiente para o dedão;</li>
<li>solado estável;</li>
<li>evitar saltos altos ou calçados rígidos.</li>
</ul>
<p><strong>Órteses e acompanhamento</strong></p>
<ul>
<li>uso de separadores de dedos;</li>
<li>palmilhas para redistribuir a pressão plantar;</li>
<li>avaliação fisioterapêutica da marcha e correção de compensações com plano individual de prevenção de quedas.</li>
</ul>
<p>“Uma boa estratégia é combinar exercícios, calçado adequado e órtese. Essa é a forma mais eficaz de manter a estabilidade e reduzir a dor”, orienta o especialista.</p>
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		<item>
		<title>Esmaltes podem afetar a saúde das unhas, sabia?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/esmaltes-podem-afetar-a-saude-das-unhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[esmalte]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manter as unhas dos pés sempre esmaltadas faz parte da rotina de muita gente, sobretudo nos dias de calor. Mas quando a cor não sai nunca – e um esmalte entra logo após o outro – a unha pode começar a dar sinais de que algo não vai bem. De acordo com a podóloga Ana<a href="https://www.baruel.com.br/esmaltes-podem-afetar-a-saude-das-unhas/">Continue reading <span class="sr-only">"Esmaltes podem afetar a saúde das unhas, sabia?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manter as unhas dos pés sempre esmaltadas faz parte da rotina de muita gente, sobretudo nos dias de calor. Mas quando a cor não sai nunca – e um esmalte entra logo após o outro – a <strong>unha pode começar a dar sinais de que algo não vai bem</strong>.</p>
<p>De acordo com a podóloga Ana Paula Batista, que também atua como pedicure, o <strong>fator mais relevante não é a cor em si, mas a frequência e o tempo sem pausa entre as esmaltações</strong>. Isso porque o hábito de manter a unha sempre pintada pode trazer impactos silenciosos.</p>
<p>“Os <strong>esmaltes escuros têm maior potencial de pigmentação, principalmente quando não é usada uma base protetora por baixo. Já o ressecamento e o enfraquecimento das unhas estão muito mais ligados à composição do produto e à frequência de uso do que à própria tonalidade</strong>”, afirma a profissional.</p>
<h2>Cuidado com o uso contínuo</h2>
<p>Quando a pessoa permanece longos períodos sem remover o esmalte, a unha pode apresentar problemas como:</p>
<ul>
<li><strong>desidratação;</strong></li>
<li><strong>alteração de coloração;</strong></li>
<li><strong>acúmulo de resíduos</strong>;</li>
<li><strong>dificuldade para identificar sinais clínicos</strong> de micoses ou descolamentos.</li>
</ul>
<p>Se o cosmético utilizado for de baixa qualidade, a situação costuma se agravar. “As composições podem conter solventes mais agressivos e maior concentração de pigmentos instáveis. Isso favorece ressecamento, descamação superficial e alterações na lâmina ungueal”, alerta a podóloga.</p>
<h2>Quando a cor vira problema</h2>
<p>A consultora de marketing Gabriele Amorim lembra que usou esmalte preto por bastante tempo, lá por 2012 e 2013, quando a cor estava em alta. Ela até removia na semana ou a cada quinze dias, mas sempre reaplicava o tom logo em seguida.</p>
<p>A mudança ficou evidente quando decidiu fazer uma francesinha. “Minha unha estava tão amarelada que o esmalte branco não cobria. Foi a manicure que me falou que isso era do esmalte preto”, conta a paulistana.</p>
<p>Após a orientação da profissional, ela fez uma pausa na cor escura e passou a usar tons mais claros. Com o tempo e os cuidados certos, a alteração felizmente desapareceu.</p>
<h2>Como manter as unhas saudáveis</h2>
<p>A podóloga Ana Paula Batista reforça que algumas <strong>medidas simples ajudam a preservar a saúde das unhas</strong>, mesmo para quem gosta de esmaltação frequente:</p>
<ul>
<li>fazer <strong>pausas entre esmaltações</strong>;</li>
<li>utilizar <strong>base protetora</strong>;</li>
<li>evitar remover o esmalte com produtos excessivamente agressivos;</li>
<li>manter <strong>hidratação regular</strong> das unhas e cutículas;</li>
<li>realizar <strong>acompanhamento periódico</strong> com podólogo.</li>
</ul>
<p>“Se notar amarelamento, manchas esbranquiçadas, superfície opaca ou áspera, descamação, espessamento ou descolamento parcial, é importante procurar avaliação de um especialista”, finaliza a pedicure.</p>
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			</item>
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		<title>Verruga plantar: andar descalço aumenta contágio</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/verruga-plantar-andar-descalco-aumenta-contagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Verruga Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As verrugas plantares são pequenas lesões espessas que surgem na sola dos pés e podem causar dor ao caminhar. De origem viral, são transmitidas por contato direto ou indireto com superfícies contaminadas &#8211; um motivo a mais para redobrar os cuidados com a higiene dos pés e evitar andar descalço. A doença é causada pelo<a href="https://www.baruel.com.br/verruga-plantar-andar-descalco-aumenta-contagio/">Continue reading <span class="sr-only">"Verruga plantar: andar descalço aumenta contágio"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As verrugas plantares são pequenas lesões espessas que surgem na sola dos pés e podem causar dor ao caminhar</strong>. De origem viral, <strong>são transmitidas por contato direto ou indireto com superfícies contaminadas</strong> &#8211; um motivo a mais para redobrar os cuidados com a higiene dos pés e evitar andar descalço.</p>
<p>A doença é causada pelo Papilomavírus humano (HPV), que <strong>penetra na pele por meio de pequenas fissuras</strong>. Justamente por isso, caminhar sem sapatos é um dos comportamentos que mais facilita a contaminação.</p>
<p>“Quando o vírus entra em contato com uma lesão microscópica, ele estimula o crescimento de tecido espesso na sola, formando a verruga. O contágio costuma acontecer em locais úmidos e quentes, como banheiros, piscinas e vestiários”, diz a podóloga Cristina Calixto.</p>
<h2>Como ocorre a transmissão?</h2>
<p>O vírus pode se espalhar para outras áreas do corpo ou para outras pessoas. Isso ocorre ao compartilhar objetos e superfícies contaminadas. É por essa razão que quem já tem verruga plantar também deve adotar cuidados extras. De acordo com a profissional, algumas das principais situações de contágio são:</p>
<ul>
<li><strong>Pisos úmidos e molhados</strong>, como os de vestiários e academias;</li>
<li><strong>Toalhas e calçados compartilhados</strong>;</li>
<li><strong>Falta de secagem</strong> adequada dos pés;</li>
<li><strong>Contato direto com a área lesionada.</strong></li>
</ul>
<p>“É essencial manter os pés sempre secos, não dividir pertences pessoais e higienizar bem após o uso de locais públicos. Assim, reduzimos tanto a transmissão quanto a reincidência”, orienta Cristina.</p>
<h2>Tratamentos mais eficazes</h2>
<p>O procedimento para tratar verrugas plantares depende do tamanho e da profundidade da lesão, mas deve sempre ser conduzido por um especialista. Entre os métodos mais utilizados estão:</p>
<ul>
<li>Crioterapia, que utiliza nitrogênio líquido para congelar e destruir o tecido infectado;</li>
<li>Ácidos tópicos de uso controlado;</li>
<li>Laser ou cauterização, aplicados em casos mais persistentes.</li>
</ul>
<p>“Os tratamentos de consultório são seguros e removem a verruga com precisão. Já os caseiros podem irritar a pele e até piorar o quadro”, adverte a podóloga.</p>
<p>Com o acompanhamento adequado, o tempo médio de melhora varia de quatro a oito semanas. Já o resultado costuma ser definitivo quando toda a área afetada é tratada.</p>
<h2>Começo discreto, mas muito perigoso</h2>
<p>A paulista aposentada Joanita Lopes, de 72 anos, lembra que o incômodo começou de forma até discreta. “Tinha uma área dura na sola do pé que doía muito, principalmente quando eu pisava ou usava tênis”, conta.</p>
<p>Ela acredita ter contraído o vírus durante uma viagem ao interior de São Paulo. “Foi em um hotel fazenda. Você tem que usar chinelos em locais públicos para não ter esse risco de contágio”, orienta, após o diagnóstico de verruga plantar.</p>
<p>Durante o tratamento, Joanita adotou uma rotina rigorosa de cuidados e, mesmo assim, o processo foi lento. “Segui direitinho as orientações. A dor melhorou antes, mas a verruga demorou uns dois meses e meio para sumir. Hoje fico atenta, porque é perigoso e a gente precisa se cuidar”, finaliza a idosa.</p>
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		<title>Bolha estourou? Aprenda a fazer o curativo ideal</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/bolha-estourou-aprenda-a-fazer-o-curativo-ideal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bolha]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As bolhas nos pés são uma resposta natural da pele ao atrito, calor ou umidade, que funcionam como uma proteção para o tecido lesionado. Só que, quando se rompem, deixam a área sensível e exposta, aumentando o risco de inflamações e infecções. O problema é bastante comum em quem usa sapatos apertados ou caminha por<a href="https://www.baruel.com.br/bolha-estourou-aprenda-a-fazer-o-curativo-ideal/">Continue reading <span class="sr-only">"Bolha estourou? Aprenda a fazer o curativo ideal"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As bolhas nos pés são uma resposta natural da pele ao atrito, calor ou umidade, que funcionam como uma proteção para o tecido lesionado</strong>. Só que, <strong>quando se rompem, deixam a área sensível e exposta, aumentando o risco de inflamações e infecções.</strong></p>
<p>O problema é bastante comum em quem usa sapatos apertados ou caminha por longos períodos em dias quentes, como relata a podóloga Aline Campos Silva. “A bolha junta líquido para proteger a pele, mas se a pressão aumenta ou a gente força muito, acaba estourando sozinha”, explica.</p>
<p>De acordo com a dermatologista e cirurgiã Paula Sian, especializada em medicina chinesa, as bolhas podem surgir por outras causas além do atrito.</p>
<p>“<strong>O mais comum é o trauma, mas também aparecem devido a queimaduras, alergias, infecções ou até micoses. Quando estouram, expõem uma pele que ainda está se recuperando, o que favorece a infecção</strong>”, alerta.</p>
<h2>O que fazer quando uma bolha estourar</h2>
<p>Quando a bolha se rompe, os <strong>cuidados iniciais são fundamentais para evitar complicações</strong>. Nesse sentido, Aline recomenda <strong>higienizar o local imediatamente e proteger a região com um curativo adequado.</strong></p>
<p>“É necessário limpar muito bem com água e sabão, usar um antisséptico e evitar encostar a mão suja para não infeccionar”, orienta a podóloga. Segundo ela, o ideal é cobrir com um curativo próprio para bolhas, que não gruda e ajuda a aliviar a dor.</p>
<p><strong>Durante o dia, a recomendação é manter o curativo para evitar o contato com sujeira e atrito. À noite, porém, vale deixar o ferimento respirar um pouco para acelerar a cicatrização.</strong></p>
<h2>Erros que pioram a situação</h2>
<p>Vale lembrar que alguns hábitos bem comuns podem agravar o quadro e atrasar a recuperação. A podóloga Aline cita, por exemplo, a mania de furar as bolhas, arrancar a pele ao redor ou passar álcool no local.</p>
<p>Usar sapatos apertados, que aumentam o atrito, é outro erro clássico. Tudo isso tende a piorar o caso. Assim, <strong>enquanto estiver com a bolha, opte por modelos de calçados mais largos, que não causarão machucados na região já sensibilizada.</strong></p>
<p>A dermatologista Paula Sian explica que manter a pele limpa e protegida é o melhor caminho para uma recuperação sem riscos. “O importante é garantir limpeza com água corrente e sabonete. Depois, usar pomada hidratante ou lubrificante e aplicar curativos oclusivos, como gaze vaselinada ou películas de silicone, que protegem sem grudar”, orienta.</p>
<p>Já em caso de bolhas infeccionadas, a médica alerta que pode ser necessário o uso de pomada antibiótica. “Se houver inflamação, dor ou secreção, o tratamento deve sempre ser orientado pelo dermatologista”, complementa.</p>
<p>Para não ficar na dúvida, confira quais são os <strong>sinais que indicam necessidade de avaliação profissional</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Dor</strong> que só piora;</li>
<li><strong>Vermelhidão e inchaço;</strong></li>
<li><strong>Eliminação de pus ou secreção amarelada</strong>.</li>
</ul>
<p>“Esses sintomas mostram que o machucado não está cicatrizando bem”, adverte a especialista.</p>
<h2>Como evitar que novas bolhas apareçam</h2>
<p>A <strong>prevenção começa pela escolha do calçado e pela rotina de cuidados com os pés</strong>. A cirurgiã recomenda sempre priorizar o conforto.</p>
<p>“Use sapatos já amaciados e evite estrear pares novos em viagens ou caminhadas longas. Calçados novos ainda vão ceder aos pés e podem causar bolhas”, avisa.</p>
<p>Para evitar o problema definitivamente, vale seguir as dicas:</p>
<ul>
<li>Prefira sapatos confortáveis e bem ajustados;</li>
<li>Não estreie calçados novos em longas caminhadas;</li>
<li>Mantenha os pés secos e limpos;</li>
<li>Use meias que reduzam o atrito.</li>
</ul>
<p>“Lembre-se: cuidar logo no início das bolhas evita dor e infecção. É um cuidado simples, mas que faz toda diferença”, finaliza Aline.</p>
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		<title>Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fungo nas unhas]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verão é a estação em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e<a href="https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/">Continue reading <span class="sr-only">"Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>verão é a estação</strong> em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o <strong>período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos</strong>. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e na aparência.</p>
<p>A rotina de cuidados começa dentro de casa e reflete diretamente na resistência das unhas, sem esquecer que hidratação e alimentação equilibrada são essenciais. “Proteínas, ferro, zinco e biotina ajudam no crescimento saudável. Além disso, usar hidratantes específicos para mãos e cutículas evita descamação e quebras”, explica a dermatologista Ana Maria Benvegnú.</p>
<p>Já o podólogo Marcos Araujo observa que ambientes quentes e úmidos são os principais vilões no verão. “Piscinas, praias e vestiários criam condições perfeitas para os fungos se multiplicarem. Por isso, é importante proteger os pés e não deixar que fiquem molhados por muito tempo dentro do sapato”, alerta.</p>
<h2>Riscos aumentam (e os cuidados também)</h2>
<p>A médica Ana Maria ressalta que o <strong>contato constante com água, areia, sol e calor pode facilitar o surgimento de micoses, principalmente nos pés</strong>. Quando a condição acomete as unhas, é chamada de onicomicoses. “Os principais agentes são os dermatófitos, mas também existem casos causados por leveduras, como a cândida, e por fungos não dermatófitos.”</p>
<p>Por essa razão, verão, mar e piscina pedem ainda mais cuidados. Os profissionais recomendam atenção especial a algumas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Secar bem os pés após o contato com a água</strong>, inclusive entre os dedos;</li>
<li><strong>Preferir calçados abertos</strong>, como chinelos, para evitar que a umidade fique “presa” dentro do sapato;</li>
<li>Dar <strong>intervalos entre as esmaltações</strong>;</li>
<li>Usar <strong>protetor solar</strong>;</li>
<li><strong>Não ficar descalço em vestiários, clubes e saunas</strong>;</li>
<li><strong>Não compartilhar toalhas, lixas, esmaltes e cortadores</strong>.</li>
</ul>
<p>“Se notar qualquer questão, procure um podólogo antes que a situação piore”, reforça Marcos Araujo.</p>
<h2>Como identificar sinais de fungos</h2>
<p>De acordo com Ana Maria Benvegnú, é importante ficar sempre de olho em sinais típicos da infecção fúngica. Isso porque, quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápido e eficaz será o tratamento. Não espere a unha deformar ou doer para procurar um profissional. Agende uma consulta se reparar em:</p>
<ul>
<li><strong>Unha espessada e quebradiça</strong>;</li>
<li><strong>Alteração na cor</strong>, como amarelada ou esbranquiçada;</li>
<li><strong>Descolamento ou deformidade</strong>;</li>
<li><strong>Dor ou inflamação</strong> na região.</li>
</ul>
<p>No início, os sinais podem ser sutis, como lembra o podólogo Marcos. “A unha pode só perder o brilho ou ficar um pouco grossa. Tratar logo no começo evita que o problema se espalhe e se torne mais difícil de resolver”, afirma.</p>
<h2>Grupos de risco</h2>
<p>Por último, a dermatologista lembra que grupos como <strong>idosos, diabéticos, pessoas com imunidade baixa e quem transpira muito nos pés têm risco maior de desenvolver micoses</strong>. Assim, ela indica cuidados redobrados, já que a infecção pode se espalhar rapidamente ainda e causar complicações.</p>
<p>Marcos, por sua vez, reforça que, se houver mudanças visíveis, dor ou sinais persistentes, o ideal é buscar ajuda profissional imediatamente. “Um podólogo consegue identificar o problema e indicar o tratamento adequado desde o início”, garante.</p>
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		<item>
		<title>Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/cortar-unhas-em-casa-traz-riscos-para-diabeticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem sofre com diabetes, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias. O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado pé diabético<a href="https://www.baruel.com.br/cortar-unhas-em-casa-traz-riscos-para-diabeticos/">Continue reading <span class="sr-only">"Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem sofre com <strong>diabetes</strong>, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem <strong>evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações</strong>. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias.</p>
<p>O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado <strong>pé diabético está relacionado a alterações na circulação sanguínea e na sensibilidade dos nervos</strong>. “Quando a glicose está descontrolada, qualquer machucado no pé demora mais para cicatrizar. Às vezes, o paciente nem percebe que se feriu porque não sente dor e isso facilita a piora da lesão”, explica.</p>
<p>A podóloga Esther Assis acrescenta que a perda de sensibilidade, a má circulação e a cicatrização lenta tornam os pés extremamente vulneráveis. “Uma feridinha que seria simples para quem não tem diabetes pode se transformar rapidamente em uma infecção grave”, alerta.</p>
<h2>Corte inadequado pode trazer complicações</h2>
<p>Um dos principais problemas ocorre quando a <strong>unha é cortada de forma errada</strong>. Esther Assis cita como principais riscos: <strong>machucar a pele ao redor, causar encravamento, criar feridas que infeccionam rapidamente e aumentar as chances de complicações.</strong></p>
<p>“Se a unha encrava ou abre uma pequena fissura, a baixa circulação dificulta a cicatrização. Esse machucado pode virar porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em úlceras profundas e difíceis de tratar”, explica a podóloga.</p>
<p>Cláudio Ambrósio acrescenta que, caso o corte cause sangramento ou ferimento, é preciso agir rápido. “Estanque o sangue, limpe bem a área com álcool absoluto e procure atendimento especializado. O médico ou enfermeiro vai avaliar se há necessidade de antibiótico e o melhor tratamento”, orienta.</p>
<h2>Sinais de alerta para atenção imediata</h2>
<p>Fique atento aos sinais de que algo não vai bem após cortar as unhas:</p>
<ul>
<li><strong>Vermelhidão ou inchaço</strong> ao redor da unha;</li>
<li><strong>Dor</strong> ao tocar ou caminhar;</li>
<li>Presença de <strong>pus, secreção ou mau cheiro</strong>;</li>
<li>Pele <strong>machucada ou com sangramento</strong>;</li>
<li><strong>Unha crescendo torta</strong>, indicando encravamento.</li>
</ul>
<p>“Esses sinais indicam que o problema já está em evolução. Quanto antes o paciente procurar ajuda, maiores as chances de evitar complicações graves”, garante Esther.</p>
<h2>Quando cortar em casa pode ser seguro?</h2>
<p>De acordo com o médico, cortar as unhas em casa pode ser seguro quando o paciente não apresenta feridas ou deformidades nos pés. A podóloga complementa com algumas dicas de segurança:</p>
<ul>
<li>Use sempre <strong>tesouras ou alicates limpos e desinfetados</strong>;</li>
<li>Corte a <strong>unha reta</strong>, sem arredondar os cantos;</li>
<li><strong>Não tire as cutículas</strong>;</li>
<li>Não force a unha se ela estiver grossa ou difícil de cortar;</li>
<li><strong>Examine os pés</strong> depois para verificar se houve algum machucado.</li>
</ul>
<p>Caso não se sinta bem preparado para isso, é bom não arriscar. Aí é melhor procurar especialistas. Existem situações em que só o podólogo ou outro profissional deve realizar o corte, como nos casos de:</p>
<ul>
<li>Feridas abertas ou sinais de infecção;</li>
<li>Unhas muito grossas ou deformadas;</li>
<li>Histórico de encravamento frequente;</li>
<li>Dor intensa ou pus;</li>
<li>Complicações anteriores, como amputações ou feridas de difícil cicatrização.</li>
</ul>
<p>“O profissional tem técnica, material adequado e sabe quando encaminhar para o médico, se houver necessidade”, destaca Esther.</p>
<p>Cláudio reforça ainda a importância do papel da família. “Muitas vezes, o diabético não percebe machucados devido à perda de sensibilidade. Por isso, cuidadores e parentes devem inspecionar os pés regularmente e, ao notar algo suspeito, buscar atendimento especializado imediatamente”, ensina.</p>
<h2>Cuidados diários que fazem a diferença</h2>
<p>Por fim, os profissionais lembram que, <strong>além do corte correto das unhas, hábitos simples ajudam a proteger os pés no dia a dia:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Lave os pés diariamente</strong> e seque bem;</li>
<li><strong>Hidrate</strong>-os com produtos indicados por especialistas;</li>
<li>Use <strong>calçados confortáveis</strong> e que não apertem;</li>
<li><strong>Evite andar descalço</strong>;</li>
<li><strong>Examine os pés</strong> todos os dias.</li>
</ul>
<p>Se tiver qualquer dúvida, busque seu endocrinologista ou podólogo de confiança.</p>
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		<item>
		<title>10 hábitos diários que podem causar frieira</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/10-habitos-diarios-que-podem-causar-frieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[pé de atleta]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um<a href="https://www.baruel.com.br/10-habitos-diarios-que-podem-causar-frieira/">Continue reading <span class="sr-only">"10 hábitos diários que podem causar frieira"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. <strong>O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem.</strong></p>
<p>Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “<strong>É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves</strong>”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia.</p>
<p>Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta.</p>
<h2>Práticas que favorecem a frieira</h2>
<p>A verdade é que <strong>atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos</strong> e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais:</p>
<p>1. <strong>Ficar com o pé molhado ou suado</strong> por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios;</p>
<p>2. <strong>Usar o mesmo sapato todos os dias</strong>, sem dar tempo para secar e arejar;</p>
<p>3. <strong>Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente</strong>, acumulando umidade;</p>
<p>4. <strong>Não secar o vão entre os dedos depois do banho</strong>, deixando a pele molhada na região mais crítica;</p>
<p>5. <strong>Andar descalço em lugares úmidos e coletivos</strong>, como academias, piscinas, clubes ou vestiários;</p>
<p>6. <strong>Compartilhar toalhas, meias ou calçados</strong> com outras pessoas;</p>
<p>7. <strong>Usar sapatos muito apertados ou de material sintético</strong>, que não deixam o pé respirar;</p>
<p>8. <strong>Não trocar calçados molhados</strong> depois de pegar chuva ou suar excessivamente;</p>
<p>9. <strong>Ignorar pequenos machucados ou rachaduras</strong>, que funcionam como porta de entrada para o fungo;</p>
<p>10. <strong>Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos</strong>, sem exposição ao sol ou ventilação.</p>
<p>A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção.</p>
<h2>Calor e umidade pioram o problema</h2>
<p>A médica esclarece que o <strong>ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos</strong>. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados.</p>
<p>“O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água.</p>
<h2>Grupo de risco e sinais de alerta</h2>
<p>Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São:</p>
<ul>
<li>Pessoas que <strong>transpiram excessivamente</strong> nos pés (com diagnóstico de hiperidrose);</li>
<li><strong>Atletas e esportistas</strong> que passam longas horas usando tênis fechados;</li>
<li><strong>Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios;</strong></li>
<li>Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível.</li>
</ul>
<p>Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que <strong>detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento.</strong> Fique atento ao seguinte:</p>
<ul>
<li>Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos;</li>
<li>Coceira leve que pode piorar com o tempo;</li>
<li>Sensação de ardência ou mau cheiro;</li>
<li>Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar.</li>
</ul>
<p>Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas.</p>
<p>Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o <strong>tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos</strong> vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença.</p>
<p>“Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz.</p>
<p>Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.</p>
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