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	<title>Tudo sobre dor no joelho - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre dor no joelho - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto. Em vez de prevenir problemas, alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões, sobretudo nas pernas e nos pés. Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos,<a href="https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/">Continue reading <span class="sr-only">"“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto.</strong> Em vez de prevenir problemas, <strong>alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões</strong>, sobretudo nas pernas e nos pés.</p>
<p>Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos, quando começou a treinar com mais frequência, mesmo já sentindo um incômodo no joelho. Sem acompanhamento próximo, manteve exercícios intensos na rotina, como agachamento e o famoso “leg press”.</p>
<p>“Teve um momento em que senti uma fisgada no meio do exercício. Depois disso, meu joelho doía em qualquer situação. Parei tudo e fui ao médico. Precisei de remédios, fisioterapia e descanso. Só voltei para a academia com o treino readequado”, lembra.</p>
<h2>Quais lesões são mais comuns</h2>
<p>Casos como o de Giuliana Severino não são raros. Segundo o cirurgião e ortopedista Ernane Neto, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as <strong>lesões mais frequentes em quem pratica atividade física</strong> são:</p>
<ul>
<li>tendinite do tendão de Aquiles (região posterior da perna);</li>
<li>tendinite patelar (joelho);</li>
<li>tendinites dos tendões fibulares (lateral do tornozelo);</li>
<li>tendinite da pata de ganso (joelho);</li>
<li>síndrome da banda iliotibial (lateral da coxa até o joelho);</li>
<li>síndrome do estresse tibial medial (canelite);</li>
<li>fraturas por estresse.</li>
</ul>
<p>“<strong>Os movimentos repetitivos e a sobrecarga podem levar às lesões, principalmente quando o corpo não está adaptado à carga ou à intensidade do exercício</strong>. Já <strong>atividades com mudança de direção ou impacto, como corrida, futebol, vôlei e basquete, aumentam o risco de entorses</strong>”, explica o especialista em trauma ortopédico.</p>
<h2>Quando o exercício piora o quadro</h2>
<p><strong>Nem sempre o problema está na atividade em si, mas na forma como é feita</strong>. Exercícios de impacto, por exemplo, tendem a agravar quadros articulares já existentes, como a artrose, pois aumentam a carga sobre as articulações.</p>
<p>O médico alerta que alguns erros comuns no treino podem acelerar esse processo:</p>
<ul>
<li>iniciar atividades intensas sem adaptação prévia;</li>
<li>aumentar carga ou volume de forma brusca;</li>
<li>executar movimentos com desalinhamento corporal;</li>
<li>treinar sem fortalecimento muscular adequado;</li>
<li>praticar esportes de forma esporádica, sem preparo.</li>
</ul>
<p>Mas não é só: <strong>fatores externos também influenciam</strong>. Usar calçados sem amortecimento adequado e realizar as práticas em superfícies irregulares favorecem entorses e quedas.</p>
<h2>Sinais de alerta e retorno seguro</h2>
<p><strong>Reconhecer os sinais do corpo é essencial para evitar a piora do quadro</strong>. Dores que surgem durante ou logo após o exercício, sobretudo quando são localizadas ou persistentes, sempre merecem atenção.</p>
<p>Nesse sentido, o ortopedista Ernane Neto explica que o <strong>desconforto pós-treino é difuso e melhora entre 24 e 72 horas</strong>. Já a <strong>dor da lesão é específica</strong>, surge durante o esforço e tende a persistir ou até piorar com o tempo.</p>
<p>O profissional ainda chama atenção para sinais de alerta:</p>
<ul>
<li>dor aguda ou que piora durante o treino;</li>
<li>inchaço, vermelhidão ou roxo;</li>
<li>sensação de instabilidade ou falseio;</li>
<li>perda de força ou dificuldade para apoiar o membro;</li>
<li>alteração na forma de andar (mancar).</li>
</ul>
<p>Já sobre o retorno para o esporte, a orientação é clara: só deve acontecer quando houver recuperação e ausência de dor no dia a dia. Ajustar a técnica, reduzir as cargas e retomar os exercícios gradualmente é fundamental para evitar novas lesões.</p>
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		<title>Quando a dor não começa onde dói: a relação entre pisada, joelhos e quadris</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quando-a-dor-nao-comeca-onde-doi-a-relacao-entre-pisada-joelhos-e-quadris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor no quadril]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas procuram atendimento relatando dores nos joelhos, desconforto nos quadris ou até na região lombar, sem imaginar que a origem do problema pode estar nos pés. A forma como pisamos interfere diretamente no alinhamento de todo o corpo. Os pés são a base da nossa sustentação e qualquer alteração nesta base pode gerar compensações<a href="https://www.baruel.com.br/quando-a-dor-nao-comeca-onde-doi-a-relacao-entre-pisada-joelhos-e-quadris/">Continue reading <span class="sr-only">"Quando a dor não começa onde dói: a relação entre pisada, joelhos e quadris"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas procuram atendimento relatando dores nos joelhos, desconforto nos quadris ou até na região lombar, sem imaginar que a origem do problema pode estar nos pés. A forma como pisamos interfere diretamente no alinhamento de todo o corpo. Os pés são a base da nossa sustentação e qualquer alteração nesta base pode gerar compensações ascendentes ao longo da cadeia muscular e articular.</p>
<p>Quando há uma pisada inadequada, seja ela excessivamente pronada, supinada ou com sobrecargas mal distribuídas, ocorre um desalinhamento progressivo que impacta tornozelos, joelhos e quadris. Esse desalinhamento modifica o eixo biomecânico do membro inferior, alterando a forma como as articulações absorvem impacto e distribuem peso durante a marcha. Com o tempo, essas compensações podem resultar em dores articulares, desgaste precoce e processos inflamatórios.</p>
<p>O joelho, por exemplo, depende de um bom alinhamento do tornozelo e do pé para manter seu funcionamento adequado. Se o arco plantar colapsa ou há instabilidade na pisada, o joelho pode sofrer uma rotação interna ou externa além do fisiológico. Já os quadris podem ser afetados por diferenças de apoio e desequilíbrios musculares gerados por essa base instável.</p>
<p>Na podologia, a análise da pisada e da marcha é uma etapa fundamental da avaliação. Observar como o paciente caminha, onde concentra mais pressão e como distribui o peso corporal permite identificar padrões que muitas vezes passam despercebidos. Não se trata apenas de olhar para os pés isoladamente, mas de compreender o corpo como um sistema integrado.</p>
<p>Quando identificamos alterações biomecânicas, podemos atuar de forma preventiva e terapêutica, seja por meio de orientações, órteses digitais, cuidados com pontos de pressão ou encaminhamento interdisciplinar quando necessário. O objetivo não é apenas aliviar sintomas locais, mas contribuir para o equilíbrio funcional do corpo como um todo.</p>
<p>Cuidar da pisada é cuidar das articulações. Muitas vezes, ao melhorar a base, conseguimos reduzir dores que pareciam não ter relação alguma com os pés. Esse olhar ampliado faz parte da podologia moderna: entender que cada passo influencia toda a estrutura corporal e que prevenir é sempre mais eficaz do que tratar consequências futuras.</p>
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		<item>
		<title>O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-e-a-analise-da-marcha-e-sua-importancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor na coluna]]></category>
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		<category><![CDATA[pisada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A marcha é o ato de caminhar e envolve uma sequência complexa de movimentos coordenados entre pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna. Qualquer alteração nesse processo pode gerar sobrecargas, compensações e, com o tempo, dores e lesões em diferentes partes do corpo. Por isso, a análise da marcha é uma ferramenta fundamental na avaliação da<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-e-a-analise-da-marcha-e-sua-importancia/">Continue reading <span class="sr-only">"O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A marcha é o ato de caminhar e envolve uma sequência complexa de movimentos coordenados entre pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna. Qualquer alteração nesse processo pode gerar sobrecargas, compensações e, com o tempo, dores e lesões em diferentes partes do corpo. Por isso,<strong> a análise da marcha é uma ferramenta fundamental na avaliação da saúde locomotora.</strong></p>
<p>A análise da marcha consiste na observação detalhada de como a pessoa caminha, avaliando o apoio dos pés no solo, a distribuição do peso corporal, o alinhamento dos membros inferiores e o movimento das articulações durante cada fase do passo. <strong>Muitas vezes, o paciente sente dor no joelho, no quadril ou na lombar, mas a causa do problema está na forma como os pés realizam o contato com o chão.</strong></p>
<h2>Pisada inadequada</h2>
<p>Quando a pisada é inadequada, o corpo passa a realizar compensações biomecânicas para manter o equilíbrio e a locomoção. Essas compensações podem provocar rotações excessivas das pernas, desalinhamento dos joelhos e sobrecarga nos quadris, favorecendo o surgimento de dores crônicas, inflamações e desgaste articular.</p>
<p>O joelho, por exemplo, é uma articulação que sofre grande influência da pisada, pois recebe tanto o impacto do solo quanto as alterações de alinhamento vindas dos pés e dos quadris. Já os quadris têm papel essencial na estabilidade e no controle do movimento durante a marcha. Quando esses segmentos não trabalham em harmonia, todo o corpo é afetado.</p>
<h2>Análise da marcha</h2>
<p>A importância da análise da marcha está justamente na identificação precoce desses desequilíbrios. Através dessa avaliação, o profissional consegue compreender a origem das queixas do paciente e propor um plano de cuidado individualizado. Isso pode incluir orientações posturais, cuidados podológicos específicos, exercícios de fortalecimento e alongamento e, quando indicado, o uso de órteses plantares.</p>
<p>Além do tratamento, a análise da marcha tem um papel essencial na prevenção. Crianças, adultos, idosos, atletas e pessoas com doenças crônicas podem se beneficiar dessa avaliação, evitando o agravamento de alterações que poderiam evoluir para quadros mais complexos no futuro.</p>
<p>Investir na análise da marcha é investir em qualidade de vida. Cuidar da forma de caminhar é cuidar do corpo como um todo, promovendo equilíbrio, conforto e saúde a cada passo.</p>
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		<item>
		<title>O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-relacao-entre-arco-plantar-e-dor-no-joelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[arco plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O alinhamento dos pés influencia diretamente a postura e a distribuição do impacto ao caminhar. Quando há alterações no arco plantar &#8211; seja um pé muito plano ou muito curvado &#8211; , todo o equilíbrio do corpo pode ser afetado, sobrecarregando articulações como o joelho e até mesmo o quadril. Isso ocorre porque o arco<a href="https://www.baruel.com.br/a-relacao-entre-arco-plantar-e-dor-no-joelho/">Continue reading <span class="sr-only">"O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O alinhamento dos pés influencia diretamente a postura e a distribuição do impacto ao caminhar. <strong>Quando há alterações no arco plantar &#8211; seja um pé muito plano ou muito curvado &#8211; , todo o equilíbrio do corpo pode ser afetado, sobrecarregando articulações como o joelho e até mesmo o quadril.</strong></p>
<p>Isso ocorre porque o arco plantar tem um papel importantíssimo na biomecânica do corpo. “Ele atua como um amortecedor natural, distribuindo o peso e absorvendo impactos ao longo dos membros inferiores. Quando esse equilíbrio é comprometido, os joelhos podem sentir”, adverte o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia.</p>
<p>Além disso, <strong>fatores como tipo de pisada, estrutura óssea e uso inadequado de calçados podem agravar esse quadro</strong>.</p>
<p>“Se o arco plantar estiver muito baixo ou muito alto, há uma sobrecarga desnecessária nas articulações, o que pode alterar o alinhamento dos joelhos e gerar impactos negativos na mobilidade. Essa condição pode, inclusive, levar a dores crônicas e problemas mais sérios ao longo do tempo”, explica o médico.</p>
<h2>Como o arco plantar afeta os joelhos</h2>
<p>O formato do arco dos pés pode impactar diretamente o alinhamento das pernas e gerar dores articulares.</p>
<ul>
<li><strong>Pé plano (arco plantar muito baixo):</strong> a condição faz com que o pé afunde mais do que o ideal, podendo levar a uma rotação interna das pernas e aumentar a pressão no joelho. Com o tempo, tende a causar um desalinhamento conhecido como joelho valgo – em “X”.</li>
<li><strong>Pé cavo (arco plantar muito alto):</strong> isso dificulta a absorção do impacto ao caminhar, sobrecarregando as articulações do joelho e levando a dores.</li>
</ul>
<p>Sendo assim, problemas na pisada podem causar lesões. Segundo o médico, um padrão de pisada inadequado pode provocar um desgaste anormal das estruturas do joelho, aumentando o risco de lesões. Entre os principais desvios biomecânicos, o especialista destaca:</p>
<ul>
<li><em>Pronação excessiva</em>: é quando o pé gira muito para dentro ao caminhar e acaba causando sobrecarga nos ligamentos e cartilagens do joelho;</li>
<li><em>Supinação</em>: quando o pé gira para fora, reduzindo a absorção de impacto e aumentando a pressão na articulação.</li>
</ul>
<p>“A longo prazo, essas alterações podem causar problemas mais sérios, como lesões ligamentares e até artrose no joelho”, alerta.</p>
<h2>O papel das palmilhas ortopédicas</h2>
<p>Para corrigir desalinhamentos e evitar dores no joelho, as palmilhas ortopédicas podem ser grandes aliadas. “<strong>Ajudam a estabilizar o arco plantar e redistribuir o peso do corpo, diminuindo a sobrecarga no joelho</strong>”, afirma Sérgio Costa.</p>
<p>Além das palmilhas, outras estratégias podem auxiliar na correção da pisada:</p>
<ul>
<li><strong>Exercícios de fortalecimento muscular</strong>, especialmente para panturrilha, quadríceps e isquiotibiais – três músculos localizados no posterior das coxas;</li>
<li><strong>Alongamentos específicos,</strong> que melhoram a flexibilidade e evitam sobrecarga nas articulações;</li>
<li><strong>Uso de calçados adequados</strong>, capazes de oferecer suporte ao arco plantar e amortecimento ao impacto;</li>
<li><strong>Manutenção do peso corporal</strong>, para evitar carga excessiva nas articulações.</li>
</ul>
<h2>Quando se preocupar com a pisada</h2>
<p>Mesmo sem dor aparente, o alinhamento da pisada deve ser avaliado como forma de prevenção. “Quem corrige o arco plantar precocemente pode evitar dores e lesões futuras”, explica o profissional.</p>
<p>Então, se houver desconforto ao caminhar ou na prática de atividades físicas, um especialista pode avaliar a pisada e indicar o melhor tratamento para manter o equilíbrio biomecânico do corpo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/tipo-de-pisada-pode-impactar-a-mobilidade-conheca-os/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor na coluna]]></category>
		<category><![CDATA[dor no quadril]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[pisada neutra]]></category>
		<category><![CDATA[pisada pronada]]></category>
		<category><![CDATA[pisada supinada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dores nos pés e nas articulações inferiores, como joelhos e quadris, podem muitas vezes estar relacionadas ao tipo de pisada, que impacta a mobilidade das pessoas. Existem basicamente dois tipos principais: a pronada e a supinada, além da neutra, que trazem diferenças estruturais importantes e podem afetar a mobilidade e o equilíbrio de forma diversa.<a href="https://www.baruel.com.br/tipo-de-pisada-pode-impactar-a-mobilidade-conheca-os/">Continue reading <span class="sr-only">"Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dores nos pés e nas articulações inferiores</strong>, como joelhos e quadris, podem muitas vezes <strong>estar relacionadas ao tipo de pisada</strong>, que impacta a mobilidade das pessoas.</p>
<p>Existem basicamente dois tipos principais: a <strong>pronada</strong> e a <strong>supinada</strong>, além da <strong>neutra</strong>, que trazem diferenças estruturais importantes e podem afetar a mobilidade e o equilíbrio de forma diversa. Identificar e entender qual é a sua é essencial para evitar problemas e buscar o tratamento correto.</p>
<h2>Pisada pronada</h2>
<p>É caracterizada pelo <strong>pé chato ou plano</strong> e, por ter o arco medial encostando no chão, aumenta a área de contato com o solo. “Comum em quem tem o pé sem cava, o tipo pronado impacta a biomecânica do corpo e pode levar a um desgaste maior das estruturas internas dos pés”, explica o ortopedista André Silveira, especialista em pé e tornozelo, e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE).</p>
<p>Desta forma, quem tem a pisada pronada tende a sentir mais desconforto no tendão tibial posterior, situação que se torna ainda mais acentuada em mulheres de meia idade, devido à sobrecarga nessa região.</p>
<h2>Pisada supinada</h2>
<p>Também chamada de “<strong>pé cavo</strong>”, essa pisada apresenta um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo. Uma vez que costuma causar mais rigidez, acaba tornando os pés menos adaptáveis com o chão.</p>
<p>Nesse caso, o médico André Silveira esclarece que as chances de sofrer entorses e lesões ligamentares, como instabilidades no tornozelo, são maiores, já que o formato limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar.</p>
<p>Já por <strong>neutra</strong> entende-se a pisada em que as partes interna e externa do pé tocam o chão praticamente ao mesmo tempo, de maneira quase uniforme. Nesta condição, o peso corporal é distribuído de forma equilibrada.</p>
<h2>Como pisadas afetam a mobilidade</h2>
<ul>
<li>A <strong>pisada é fundamental para o equilíbrio, a estabilidade e a locomoção</strong>. Ela age como um primeiro ponto de contato com o solo e afeta o movimento do corpo por completo.</li>
<li><strong>Pessoas com pé plano costumam ter um desgaste das estruturas internas do pé</strong> e, eventualmente, <strong>nos joelhos e na coluna</strong>, já que a biomecânica se altera devido ao contato excessivo do arco com o chão.</li>
<li>A <strong>pisada supinada</strong>, por outro lado, <strong>tende a comprometer a estabilidade do tornozelo</strong>, especialmente devido à menor área de contato com o solo.</li>
</ul>
<h2>Pisada precisa de correção?</h2>
<p>Segundo o ortopedista, <strong>nem todos os tipos de pisada exigem correção imediata</strong>. O essencial é observar se a forma de contato com o piso está causando dor, desequilíbrio ou afetando a qualidade de vida e rotina da pessoa de alguma maneira, significativamente.</p>
<p>“Se o pé é funcional e permite ao paciente viver bem, a pisada não precisa de correção. Agora, <strong>se surgirem desconfortos, há alternativas, como as palmilhas ortopédicas</strong>, que não corrigem a pisada, mas ajudam a aliviar a dor e melhorar o suporte”, aponta André.</p>
<h2>Tratamento e recomendações</h2>
<ul>
<li>O uso de <strong>palmilhas personalizadas</strong> é uma solução paliativa que, embora não modifique o formato do pé, ajusta a pisada e alivia o desconforto.</li>
<li>Em <strong>casos mais graves</strong>, que incluem deformidades significativas ou dores constantes, a <strong>cirurgia corretiva pode ser indicada</strong>. Com técnicas modernas, a intervenção possibilita reposicionar os ossos e estruturas do pé, melhorando o suporte e a qualidade de vida.</li>
<li>O tratamento deve ser sempre personalizado.</li>
</ul>
<p>&#8220;Não existe um pé certo ou errado. O importante é que funcione conforme as necessidades do paciente. É por isso que a medicina atual busca tratar a pessoa, em sua individualidade&#8221;, conclui o especialista.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/tipo-de-pisada-pode-impactar-a-mobilidade-conheca-os/">Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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