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	<title>Saiba mais sobre dor no pé - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Saiba mais sobre dor no pé - Tenys Pé Baruel</title>
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	<item>
		<title>Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no calcanhar]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a caminhada está totalmente proibida é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não! De<a href="https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/">Continue reading <span class="sr-only">"Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia</strong>. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a <strong>caminhada está totalmente proibida</strong> é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não!</p>
<p>De acordo com a fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, a <strong>fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo da fáscia plantar, estrutura responsável por sustentar o arco do pé e absorver impacto durante os movimentos, incluindo a caminhada</strong>.</p>
<p>“Mas o problema não é apenas caminhar. <strong>O problema é caminhar com sobrecarga</strong>. O corpo costuma dar sinais claros de que existe excesso de esforço ou impacto na região”, adverte a profissional.</p>
<h2>É melhor não caminhar se…</h2>
<p>A piora dos sintomas associados à doença é uma bandeira vermelha para a caminhada. Isso porque os <strong>desconfortos costumam ser mais intensos após longos períodos em pé ou andança excessiva.</strong></p>
<p>Entre os alertas para reduzir ou interromper temporariamente a atividade estão:</p>
<ul>
<li>aumento progressivo da dor;</li>
<li>desconforto persistente após a caminhada;</li>
<li>piora dos sintomas no dia seguinte.</li>
</ul>
<p>Segundo Tatiane, um leve desconforto controlado, sem agravamento ao longo do dia e com recuperação rápida, costuma representar uma zona mais segura para continuar a atividade.</p>
<h2>Hábitos simples também pioram dor</h2>
<p>Vale lembrar que a<strong> culpa não está só no andar.</strong> Outras situações comuns no dia a dia também <strong>aumentam a sobrecarga na fáscia plantar</strong>, pioram a dor e, consequentemente, dificultam a recuperação. Fique atento a:</p>
<ul>
<li><strong>longos períodos em pé;</strong></li>
<li><strong>impacto repetitivo;</strong></li>
<li><strong>rigidez da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>caminhadas descalças em superfícies duras.</strong></li>
</ul>
<p>“<strong>O uso de calçados inadequados é outro agravante</strong>, principalmente quando o pé já apresenta sinais de inflamação. Observe estabilidade, amortecimento e suporte para o arco dos pés”, orienta a fisioterapeuta.</p>
<h2>Correção da sobrecarga</h2>
<p>Quando o assunto é aliviar e tratar a fascite plantar, a profissional explica que há medidas imediatas e abordagens terapêuticas a longo prazo. O primeiro grupo envolve uma série de ações para ajudar no controle momentâneo da dor, mas sem potencial de cura isoladamente, como:</p>
<ul>
<li><strong>alongamento da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>automassagem com bolinha na sola do pé;</strong></li>
<li><strong>aplicação local de gelo;</strong></li>
<li><strong>redução de impacto nas atividades.</strong></li>
</ul>
<p>Já um tratamento mais eficiente costuma contemplar:</p>
<ul>
<li>mobilidade do tornozelo;</li>
<li>alongamento da cadeia posterior;</li>
<li>fortalecimento dos pés;</li>
<li>treino de marcha;</li>
<li>reeducação postural;</li>
<li>consciência corporal;</li>
<li>equipamentos fisioterapêuticos.</li>
</ul>
<p>A melhora inicial costuma aparecer entre duas e quatro semanas, enquanto a recuperação progressiva pode levar de seis a 12 semanas. O retorno seguro às caminhadas tende a acontecer quando não há dor ao caminhar, rigidez matinal ou dificuldade no controle do movimento.</p>
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		<title>Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas. Normalmente, as dores são causadas pelo alongamento repentino<a href="https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações</strong>. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, <strong>desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas.</strong></p>
<p>Normalmente,<strong> as dores são causadas pelo alongamento repentino da fáscia plantar ao levantar da cama.</strong> Como explica a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, essa estrutura, que vai dos dedos ao calcanhar, <strong>permanece em repouso durante a noite e acaba sentindo esse “choque” pela manhã.</strong></p>
<p>“A fascite plantar é uma dessas causas, mas não a única. O principal sinal costuma ser a dor localizada, sensação de queimação, agulhada ou repuxo na sola do pé, principalmente ao pisar”, afirma a profissional.</p>
<h2>O que melhora e o que piora</h2>
<p>Uma série de intervenções pode ajudar ou prejudicar o quadro. <strong>Sapatos inadequados, por exemplo, são os principais vilões. Chinelos, rasteirinhas e solados rígidos ou sem amortecimento aumentam a sobrecarga dos pés durante o dia.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>o sobrepeso e a falta de alongamento favorecem o encurtamento da fáscia plantar e podem intensificar o desconforto logo ao acordar.</strong> Em geral, <strong>a dor costuma ser localizada e não vem acompanhada de inchaço ou vermelhidão.</strong></p>
<p>Por outro lado, há <strong>hábitos que aliviam</strong> os sintomas nos primeiros passos matutinos. A fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>movimentar os dedos dos pés ainda na cama;</li>
<li>fazer “garras” com os dedos;</li>
<li>estimular a abertura dos pés;</li>
<li>alongar pernas e panturrilhas antes de levantar.</li>
</ul>
<h2>Nem toda dor é só fascite plantar</h2>
<p><strong>Embora a fascite plantar seja uma das causas mais conhecidas, dores ao acordar também podem estar relacionadas a condições reumatológicas.</strong> O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, lembra que inflamações nos tendões e articulações entram nessa investigação.</p>
<p>Entre as principais possibilidades estão:</p>
<ul>
<li>entesite (inflamação onde tendão ou ligamento se prende ao osso);</li>
<li>espondiloartrites (doenças inflamatórias que afetam principalmente coluna e articulações);</li>
<li>artrite psoriásica (artrite associada à psoríase);</li>
<li>artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações);</li>
<li>gota (dor causada por cristais de ácido úrico nas articulações);</li>
<li>tendinite do tibial posterior (inflamação no tendão que sustenta o arco do pé).</li>
</ul>
<p>“<strong>Dores inflamatórias costumam piorar ao acordar, vêm acompanhadas de rigidez matinal prolongada e melhoram com o movimento. Já dores mecânicas tendem a piorar com o uso e a aliviar durante o repouso</strong>”, diferencia o médico.</p>
<h2>Avaliação correta muda o tratamento</h2>
<p>Vale lembrar que dor ao pisar ao acordar é um sintoma, e não um diagnóstico fechado. Se a sensação persiste por semanas, volta com frequência ou aparece junto de outros sinais, como inchaço em articulações, dor lombar, psoríase ou vermelhidão nos olhos, é importante investigar a causa com acompanhamento especializado.</p>
<p>Segundo o especialista Henrique Dalmolin, <strong>exames de sangue, ultrassom e ressonância podem ser necessários para entender a origem do problema</strong>. Em alguns casos, pacientes passam anos tratando uma suposta fascite plantar sem melhora, quando a causa da dor é reumatológica e precisa de outro tipo de abordagem.</p>
<p>Já a fisioterapeuta Andrea Guerra reforça que o <strong>tratamento depende diretamente do fator causal.</strong> Casos ortopédicos leves podem responder bem a anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças na rotina, por exemplo.</p>
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		<title>Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria. De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro<a href="https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, <strong>qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria</strong>.</p>
<p>De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), essa dor está diretamente ligada a <strong>alterações na forma como o corpo distribui o peso durante o movimento</strong>.</p>
<p>Além disso, a médica reforça que o desconforto não deve ser ignorado. “Sentir dor não é normal. O aceitável é caminhar com estabilidade e sem dor. Qualquer alteração em relação a isso deve ser investigada”, avisa.</p>
<h2>O que pode estar por trás</h2>
<p>A dor ao caminhar rápido pode ter diferentes origens, mas costuma estar ligada a <strong>alterações na marcha ou na forma de pisar, como pronação ou supinação</strong>. Outros sintomas comuns disso são <strong>calosidades e desgaste irregular dos sapatos</strong>.</p>
<p>É importante destacar que essas mudanças biomecânicas <strong>não impactam apenas os pés, mas também outras regiões, gerando dores articulares nos tornozelos, joelhos, quadril e até na coluna lombar.</strong></p>
<p>A especialista em pé e tornozelo esclarece que isso acontece porque o corpo funciona de forma integrada, ou seja, um desequilíbrio em qualquer região pode sobrecarregar outras áreas.</p>
<h2>Quando a dor é um sinal de alerta</h2>
<p>Nenhuma dor deve ser ignorada, mas alguns sinais reforçam que é hora de buscar avaliação. O principal deles é a persistência ao longo do tempo. Vale observar também:</p>
<ul>
<li>desconforto que não melhora espontaneamente;</li>
<li>dor associada à caminhada, mesmo em atividades simples;</li>
<li>sensação de sobrecarga nos pés ou tornozelos.</li>
</ul>
<p>A ortopedista Fabiana Maria Freitas reforça a importância de olhar para outras estruturas dos pés, como a fáscia plantar, os tendões e as articulações, já que a má distribuição de carga pode afetar essas regiões e aumentar o risco de lesões a longo prazo.</p>
<h2>Como evitar o problema</h2>
<p>O <strong>tratamento depende da causa da dor</strong>, mas, de forma geral, envolve uma combinação de medidas para corrigir a sobrecarga e melhorar a mecânica da caminhada. Entre as principais abordagens estão:</p>
<ul>
<li>escolha de <strong>calçados adequados</strong> ao tipo de pisada;</li>
<li><strong>uso de palmilhas</strong> com prescrição;</li>
<li><strong>fisioterapia</strong> e reabilitação motora;</li>
<li>fortalecimento muscular para melhorar a estabilidade;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos ou intervenções</strong> (em casos específicos).</li>
</ul>
<p>“Os quadros de dor em região de pé e tornozelo sempre merecem uma avaliação individual e detalhada. Os exames complementares são solicitados conforme a suspeita clínica, mas a imagem isoladamente não substitui a avaliação médica”, orienta a especialista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ortoplastia-na-podologia-cuidado-conforto-e-correcao-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma<a href="https://www.baruel.com.br/ortoplastia-na-podologia-cuidado-conforto-e-correcao-funcional/">Continue reading <span class="sr-only">"Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma avaliação criteriosa da anatomia, da biomecânica e da queixa principal do paciente.</p>
<p>A ortoplastia consiste na confecção de uma órtese digital, geralmente em silicone de grau médico, moldada diretamente nos pés. Seu objetivo pode ser corretivo ou acomodativo, dependendo da necessidade. É amplamente utilizada em casos de dedos em garra, dedos em martelo, sobreposição digital e alterações como o Hallux Valgus, popularmente conhecido como joanete. Também é uma grande aliada no tratamento de helomas recorrentes, quando há atrito constante e pontos de pressão que provocam dor e inflamação.</p>
<p>Como podóloga, aprendi que não podemos olhar apenas para o dedo afetado. É fundamental observar a pisada, a distribuição de pressão plantar e a forma como esse paciente caminha. Muitas deformidades digitais estão relacionadas a desequilíbrios biomecânicos que começam na base do pé e repercutem ao longo da marcha. Quando confeccionada de forma adequada, a ortoplastia ajuda a redistribuir cargas, diminuir o atrito entre os dedos e oferecer proteção em áreas de maior sobrecarga.</p>
<p>O benefício mais imediato costuma ser o alívio da dor. Porém, o ganho vai além do conforto, estamos falando de prevenção de agravamentos, redução de processos inflamatórios e melhora na qualidade de vida. Pacientes que evitavam determinados calçados ou limitavam suas atividades por desconforto voltam a caminhar com mais segurança.</p>
<p>É importante destacar que a ortoplastia não é um recurso padronizado. Cada órtese é única, assim como cada pé. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável. Em alguns casos, ela terá função corretiva enquanto estiver em uso; em outros, atuará como medida preventiva contínua. O acompanhamento profissional garante ajustes e orientações adequadas ao longo do tempo.</p>
<p>A ortoplastia representa, dentro da podologia, a união entre técnica, olhar clínico e cuidado. Quando bem indicada, ela não apenas protege um dedo, mas contribui para o equilíbrio funcional do pé como um todo, e isso reflete diretamente na postura, na marcha e no bem-estar do paciente.</p>
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		<item>
		<title>Postura errada pode ser a causa da dor no pé</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/postura-errada-pode-ser-a-causa-da-dor-no-pe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dores frequentes nos pés, calos fora do lugar e sensação de pisada “errada” nem sempre começam no próprio pé, sabia? Em muitos casos, o problema está na postura. Identificar e corrigir esses desalinhamentos ajuda a redistribuir a carga, reduzir sobrecargas e preservar a mobilidade ao longo do tempo. A fisioterapeuta Mariana Milazzotto, mestre em Ciências<a href="https://www.baruel.com.br/postura-errada-pode-ser-a-causa-da-dor-no-pe/">Continue reading <span class="sr-only">"Postura errada pode ser a causa da dor no pé"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dores frequentes nos pés, calos fora do lugar e sensação de pisada “errada” nem sempre começam no próprio pé</strong>, sabia? Em muitos casos, o <strong>problema está na postura</strong>. Identificar e corrigir esses desalinhamentos ajuda a redistribuir a carga, reduzir sobrecargas e preservar a mobilidade ao longo do tempo.</p>
<p>A fisioterapeuta Mariana Milazzotto, mestre em Ciências Médicas, explica que o corpo funciona como um sistema integrado: <strong>quando a postura sai do eixo, os pés acabam absorvendo impactos que não deveriam.</strong> Embora não exista uma única postura certa, há padrões posturais aceitáveis que devem ser considerados.</p>
<p>“<strong>Andar com a cabeça muito projetada para frente (olhando o celular), ombros rodados ou pelve excessivamente inclinada, deslocam o centro de gravidade</strong>. Com isso, o padrão de marcha muda e o pé deixa de absorver o impacto como deveria”, exemplifica a profissional.</p>
<h2>Um erro, muitas consequências</h2>
<p>Quando esses desvios posturais acontecem com frequência, alguns incômodos (e consequências) podem começar a surgir. Fique de olho no seguinte:</p>
<ul>
<li>Menor contato do calcanhar no início da pisada;</li>
<li>Maior impacto na parte da frente do pé;</li>
<li>Sobrecarga da musculatura da sola do pé;</li>
<li>Dores plantares recorrentes.</li>
</ul>
<p>Em casos de anteversão pélvica acentuada, por exemplo, a mobilidade do quadril diminui e o pé passa a trabalhar mais para garantir estabilidade, favorecendo a pronação excessiva e a sobrecarga no dedão.</p>
<h2>O efeito dominó dos desalinhamentos</h2>
<p>Para compreender melhor essa relação de causa e efeito, pense que o corpo funciona como uma cadeia cinética, ou seja, todas as articulações estão conectadas. Assim, um desalinhamento mais acima pode “descer” até os pés sem que a pessoa perceba.</p>
<p>Na prática, Mariana Milazzotto aponta que <strong>alterações como escoliose na coluna podem gerar desalinhamento da pelve, rotação do quadril, joelho valgo e, por fim, colapso do arco do pé.</strong> Esse encadeamento ajuda a explicar por que algumas pessoas desenvolvem pé chato ou dores persistentes, mesmo usando calçados adequados.</p>
<p>Nesses casos, certos pontos passam a receber mais carga do que outros, o que pode resultar em:</p>
<ul>
<li>Desgaste desigual da sola dos calçados;</li>
<li>Sobrecarga no hálux (dedão);</li>
<li>Dores localizadas e calos em regiões específicas.</li>
</ul>
<p><strong>Ficar parado também sobrecarrega</strong>. Permanecer longos períodos em pé, sentado ou caminhar de forma inadequada contribui para a fadiga da musculatura postural. Quando esses músculos se cansam, o corpo cria compensações automáticas para continuar funcionando &#8211; a partir daí, vem a sobrecarga, que pode afetar os pés.</p>
<h2>Quando o problema não é só o calçado</h2>
<p>Alguns sinais ajudam a indicar que a origem da dor pode estar na postura e não apenas no tipo de pisada ou no tênis usado:</p>
<ul>
<li>Desgaste muito diferente entre um sapato e outro;</li>
<li>Calos sempre no mesmo ponto, especialmente na região dos metatarsos;</li>
<li>Dor concentrada na parte da frente do pé;</li>
<li>Sensação de que uma perna trabalha mais do que a outra.</li>
</ul>
<p>Calos são um bom exemplo disso: costumam surgir como resposta ao excesso de pressão e podem refletir deslocamentos do centro de gravidade causados por alterações na coluna ou na pelve.</p>
<h2>Não adianta “só” tratar o pé</h2>
<p>Do ponto de vista ortopédico, Juliano Martynetz, especialista em cirurgia de pé e tornozelo dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), explica que o<strong> pé foi projetado para absorver impacto e distribuir o peso do corpo de forma eficiente</strong>.</p>
<p>“<strong>Quando a postura global está alterada, essa distribuição muda</strong>. Com o tempo, áreas específicas do pé passam a receber carga excessiva, favorecendo dor, inflamação e deformidades progressivas”, afirma o médico.</p>
<p>Dessa forma, condições como fascite plantar, tendinites, dores crônicas e a progressão do joanete muitas vezes estão associadas a alterações posturais e desalinhamentos do membro inferior.</p>
<h2>Fisioterapia e cuidado integrado</h2>
<p>A fisioterapia é uma grande aliada nesses casos, porque permite uma avaliação postural completa, da cabeça aos pés, e consegue identificar a origem do problema. Com isso definido, é possível trabalhar musculaturas estabilizadoras, alongamentos, fortalecimento específico e reeducação do movimento.</p>
<p>O ortopedista Juliano Martynetz reforça que, quando há dor persistente, deformidades em progressão ou limitação funcional, o acompanhamento multidisciplinar se torna essencial. Enquanto a ortopedia avalia a estrutura e define o diagnóstico, a fisioterapia atua na correção do movimento e na prevenção da cronificação da dor.</p>
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		<title>Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/aprenda-alongamentos-para-aliviar-cada-tipo-de-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[neuroma de Morton]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado. Em todos esses casos, alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões. A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações. Para<a href="https://www.baruel.com.br/aprenda-alongamentos-para-aliviar-cada-tipo-de-dor/">Continue reading <span class="sr-only">"Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado</strong>. Em todos esses casos, <strong>alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões.</strong> A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações.</p>
<p>Para a fisioterapeuta Patrícia Franção, do Hospital Moriah, <strong>alongar-se é uma maneira de promover o relaxamento das fibras musculares e favorecer a recuperação dos tecidos</strong>. Quando o corpo está mais flexível e alinhado, a distribuição do peso se torna equilibrada, reduzindo a sobrecarga em pés, tornozelos, joelhos e quadris.</p>
<p>“<strong>A prática regular aumenta a flexibilidade e melhora o alinhamento postural, fatores essenciais para manter as articulações equilibradas e evitar inflamações</strong>. É um hábito simples, mas que faz muita diferença para quem sente dor”, ressalta a profissional.</p>
<h2>Como alongar sem se machucar</h2>
<p>Para que o alongamento traga benefícios reais, é preciso respeitar alguns princípios básicos. <strong>Evitar dor aguda, sentir apenas o leve repuxar e manter a postura correta são regras indispensáveis</strong>. Também <strong>é fundamental aquecer antes de começar e respirar profundamente para ajudar o corpo a relaxar.</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Patrícia reforça que o tipo e o momento da prática influenciam nos resultados. Antes de se exercitar, o indicado é optar por alongamentos dinâmicos, com movimentos leves e controlados, que preparam o corpo sem reduzir a força.</p>
<p>Já no pós-treino, os alongamentos estáticos, em que se mantém a posição por mais tempo, ajudam a relaxar e a prevenir dores. Para quem passa muitas horas sentado ou em pé, pequenas pausas com movimentos leves ao longo do dia também reduzem a rigidez muscular.</p>
<h2>Alongamentos para cada tipo de dor</h2>
<p>Alguns movimentos simples aliviam dores específicas e podem ser feitos em casa, desde que sob orientação profissional. Veja as indicações da fisioterapeuta:</p>
<ul>
<li><strong>Neuroma de Morton</strong>: sentado, cruze uma perna sobre a outra e, com a mão, puxe os dedos do pé elevado em direção à canela até sentir alongar a planta do pé. Mantenha por cerca de 30 segundos.</li>
<li><strong>Fascite plantar ou dores no calcanhar</strong>: em pé sobre um degrau, apoie apenas a parte anterior dos pés, mantendo a metade posterior e tornozelos para fora, suspensos. Abaixe lentamente os calcanhares até sentir alongar as panturrilhas e retorne à posição inicial, repetindo por cerca de 10 vezes.</li>
<li><strong>Metatarsalgia</strong>: sente-se com as pernas estendidas e use as mãos para dobrar suavemente os dedos dos pés em direção ao corpo. Mantenha por cerca de 30 segundos.</li>
<li><strong>Tendinite nos pés ou dores na panturrilha</strong>: em pé, de frente para uma parede, apoie as mãos na divisória, mova uma perna para trás até alongá-la, mantendo dobrado o joelho da frente e o calcanhar no chão. Fique assim por, pelo menos, 30 segundos.</li>
<li><strong>Canelite</strong>: ajoelhe-se com o peito do pé apoiado no solo (ou seja, os dedos dos pés estão esticados para trás e o dorso do pé toca o chão), sustentando o peso sobre ele, até sentir a região da canela alongada.</li>
<li><strong>Bursite nos pés</strong>: sentado, cruze a perna afetada sobre a outra e puxe os dedos do pé em direção ao corpo até sentir um alongamento na planta do pé e na panturrilha. Mantenha por aproximadamente 30 segundos.</li>
<li><strong>Dores no joelho</strong>: em pé, dobre o joelho e segure o tornozelo desta perna com a mão correspondente. Em seguida, puxe o calcanhar em direção às nádegas até sentir o alongamento da parte anterior da coxa.</li>
<li><strong>Dores nas pernas</strong>: sentado no chão, estenda uma perna (mantendo os dedos dos pés apontando para o teto) e flexione o joelho da outra, com o pé tocando a parte interna da coxa esticada. Incline o tronco sobre a perna estendida, com as costas retas, até alongar o posterior da coxa.</li>
<li><strong>Dores nas costas</strong>: deite de costas, dobre as pernas em direção ao tronco e abrace os joelhos próximo ao peito. Leve os ombros em sentido ao solo e mantenha a postura com o joelho ainda dobrado</li>
</ul>
<h2>Duração, frequência e adaptações</h2>
<p>De acordo com Patrícia Franção,<strong> o ideal é manter cada posição de 20 a 30 segundos, repetindo de duas a três vezes</strong>. <strong>A frequência pode variar entre três e cinco vezes por semana ou até diariamente</strong>, em casos de rigidez muscular. A profissional destaca que é mais importante fazer um pouco de exercícios todos os dias do que forçar o corpo de vez em quando.</p>
<p><strong>Erros comuns, como ir além do limite, prender a respiração ou abandonar a posição precocemente, comprometem o resultado e podem causar dor</strong>. Para pessoas com sobrepeso ou menor flexibilidade, a fisioterapeuta recomenda usar apoios, como cadeiras ou faixas elásticas, por exemplo.</p>
<p>“O alongamento é uma forma poderosa de autocuidado, mas não substitui o acompanhamento fisioterapêutico”, comenta. Isso porque, segundo ela, o profissional é capaz de identificar músculos encurtados e montar um plano personalizado para cada paciente.</p>
<h2>Quando o corpo agradece</h2>
<p>A professora Sheila Cristina, de 47 anos, convive com o sobrepeso e as dores típicas de quem passa muitas horas na mesma posição. “Fico muito tempo sentada e, em outros dias, em pé o tempo todo, então minhas costas e joelhos já reclamavam”, revela. Foi por indicação da fisioterapeuta que ela começou a alongar.</p>
<p>“As dores no pescoço e nas costas diminuíram muito, principalmente após um dia inteiro no computador”, lembra. Sheila incorporou o hábito à rotina: faz alongamentos ainda no quarto, pela manhã, e tenta repetir os movimentos no meio da tarde. “Às vezes até puxo meus alunos para fazer comigo.”</p>
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		<title>O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-e-a-analise-da-marcha-e-sua-importancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor na coluna]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A marcha é o ato de caminhar e envolve uma sequência complexa de movimentos coordenados entre pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna. Qualquer alteração nesse processo pode gerar sobrecargas, compensações e, com o tempo, dores e lesões em diferentes partes do corpo. Por isso, a análise da marcha é uma ferramenta fundamental na avaliação da<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-e-a-analise-da-marcha-e-sua-importancia/">Continue reading <span class="sr-only">"O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A marcha é o ato de caminhar e envolve uma sequência complexa de movimentos coordenados entre pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna. Qualquer alteração nesse processo pode gerar sobrecargas, compensações e, com o tempo, dores e lesões em diferentes partes do corpo. Por isso,<strong> a análise da marcha é uma ferramenta fundamental na avaliação da saúde locomotora.</strong></p>
<p>A análise da marcha consiste na observação detalhada de como a pessoa caminha, avaliando o apoio dos pés no solo, a distribuição do peso corporal, o alinhamento dos membros inferiores e o movimento das articulações durante cada fase do passo. <strong>Muitas vezes, o paciente sente dor no joelho, no quadril ou na lombar, mas a causa do problema está na forma como os pés realizam o contato com o chão.</strong></p>
<h2>Pisada inadequada</h2>
<p>Quando a pisada é inadequada, o corpo passa a realizar compensações biomecânicas para manter o equilíbrio e a locomoção. Essas compensações podem provocar rotações excessivas das pernas, desalinhamento dos joelhos e sobrecarga nos quadris, favorecendo o surgimento de dores crônicas, inflamações e desgaste articular.</p>
<p>O joelho, por exemplo, é uma articulação que sofre grande influência da pisada, pois recebe tanto o impacto do solo quanto as alterações de alinhamento vindas dos pés e dos quadris. Já os quadris têm papel essencial na estabilidade e no controle do movimento durante a marcha. Quando esses segmentos não trabalham em harmonia, todo o corpo é afetado.</p>
<h2>Análise da marcha</h2>
<p>A importância da análise da marcha está justamente na identificação precoce desses desequilíbrios. Através dessa avaliação, o profissional consegue compreender a origem das queixas do paciente e propor um plano de cuidado individualizado. Isso pode incluir orientações posturais, cuidados podológicos específicos, exercícios de fortalecimento e alongamento e, quando indicado, o uso de órteses plantares.</p>
<p>Além do tratamento, a análise da marcha tem um papel essencial na prevenção. Crianças, adultos, idosos, atletas e pessoas com doenças crônicas podem se beneficiar dessa avaliação, evitando o agravamento de alterações que poderiam evoluir para quadros mais complexos no futuro.</p>
<p>Investir na análise da marcha é investir em qualidade de vida. Cuidar da forma de caminhar é cuidar do corpo como um todo, promovendo equilíbrio, conforto e saúde a cada passo.</p>
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		<title>Metatarsalgia: sobrepeso é o grande vilão da doença</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/metatarsalgia-sobrepeso-e-o-grande-vilao-da-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 12:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Metatarsalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[metatarsalgia]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A metatarsalgia é uma dor na parte anterior do pé, logo atrás dos dedos, e está entre as queixas mais comuns de quem passa longos períodos em pé, usa calçados inadequados ou tem excesso de peso. O incômodo surge quando há sobrecarga na região metatarsal, área responsável por suportar parte do impacto de cada passo.<a href="https://www.baruel.com.br/metatarsalgia-sobrepeso-e-o-grande-vilao-da-doenca/">Continue reading <span class="sr-only">"Metatarsalgia: sobrepeso é o grande vilão da doença"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A metatarsalgia é uma dor na parte anterior do pé, logo atrás dos dedos, e está entre as queixas mais comuns de quem passa longos períodos em pé, <strong>usa calçados inadequados ou tem excesso de peso</strong>. O incômodo surge quando há sobrecarga na região metatarsal, área responsável por suportar parte do impacto de cada passo.</p>
<p>Como explica o ortopedista Mateus Jerônimo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), o pé é uma estrutura especializada em absorver e distribuir o peso do corpo, mas o sobrepeso altera a biomecânica natural.</p>
<p>“<strong>Quando há excesso de peso, a carga se concentra na parte da frente do pé.</strong> Essa pressão contínua inflama articulações e tecidos de suporte, provocando dor e deformidades.”</p>
<p>Já o ortopedista Edson Pignata, especialista em pé do Hospital Moriah, reforça que a sobrecarga crônica pode mudar a forma de pisar e gerar danos estruturais. “Quando o peso ultrapassa o que músculos e ligamentos conseguem sustentar, há sobrecarga nos metatarsos e risco de desabamento do arco plantar”, alerta.</p>
<h2>Sinais e fatores de agravamento</h2>
<p>A metatarsalgia causa dor em pontada, sensação de pressão intensa e/ou queimação na parte da frente do pé, principalmente ao caminhar. Em muitos casos, surgem calosidades ou espessamento da pele nos pontos de maior impacto.</p>
<p><strong>Além do excesso de peso, outros fatores contribuem para o problema, como:</strong></p>
<ul>
<li>O uso de <strong>calçados inadequados</strong> (salto alto e bico fino), que deslocam o peso para a frente do pé;</li>
<li><strong>Alterações anatômicas</strong>, tais como o pé cavo (arco alto) ou pé plano (sem arco);</li>
<li><strong>Atividades de impacto repetitivo</strong>, como corrida e saltos;</li>
<li><strong>Envelhecimento</strong>, com perda da almofada de gordura plantar;</li>
<li><strong>Deformidades</strong> associadas, como joanetes e dedos em garra.</li>
</ul>
<p>Por isso, vale monitorar o peso e ainda ficar de olho nesses outros aspectos. Investir em sapatos confortáveis e manter um acompanhamento regular com o ortopedista pode ser suficiente para evitar a condição – ou, ao menos, identificá-la mais cedo.</p>
<h2>Diagnóstico e cuidados iniciais</h2>
<p>De acordo com Pignata, o diagnóstico é essencialmente clínico, feito por meio do exame físico. “Radiografias ajudam a avaliar alinhamentos ósseos e deformidades, e, em casos mais complexos, a ressonância magnética pode mostrar inflamações nos tecidos moles”, comenta.</p>
<p>Entre as medidas conservadoras, o <strong>uso de palmilhas e calçados adequados faz diferença</strong>. “Palmilhas personalizadas redistribuem o peso e aliviam a pressão nos metatarsos. Já os calçados devem ter boa absorção de impacto, solado macio e espaço adequado para os dedos”, acrescenta o ortopedista.</p>
<h2>Estratégias para aliviar e prevenir a dor</h2>
<p>Jerônimo destaca que reduzir o peso corporal e fortalecer a musculatura plantar são passos fundamentais para amenizar a dor e evitar recidivas.</p>
<p>“A<strong> perda de peso reduz a carga sobre as articulações, e o fortalecimento melhora a estabilidade e a absorção de impacto. Exercícios simples, como manipular objetos com os dedos dos pés ou rolar uma bolinha sob a planta, já são benéficos quando feitos com frequência</strong>”, orienta o médico.</p>
<p>Outros cuidados preventivos também ajudam a evitar o agravamento da metatarsalgia. Saiba quais a seguir:</p>
<ul>
<li>Escolher calçados anatômicos, com bom amortecimento e solado flexível;</li>
<li>Evitar longos períodos em pé ou caminhadas em superfícies muito rígidas;</li>
<li>Alongar diariamente os músculos da panturrilha e a fáscia plantar;</li>
<li>Manter rotina regular de atividade física;</li>
<li>Utilizar palmilhas ortopédicas personalizadas e sob prescrição.</li>
</ul>
<p>Segundo Pignata, o tratamento cirúrgico só é indicado quando as abordagens convencionais não resolvem o quadro. “A cirurgia é considerada apenas se a dor persistir após o uso de palmilhas, fisioterapia e controle de peso. Serve para corrigir deformidades ósseas ou aliviar pontos de pressão que continuam dolorosos”, esclarece o especialista.</p>
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		<title>Tendinite nos pés: sintomas que não devem ser ignorados</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/tendinite-nos-pes-sintomas-que-nao-devem-ser-ignorados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tendinite]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tendinite]]></category>
		<category><![CDATA[tendinite podal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dores nos pés podem parecer passageiras, mas quando envolvem os tendões, o problema exige atenção imediata. A tendinite é uma inflamação que pode atingir diferentes estruturas do membro inferior e, quanto antes for tratada, menores são os riscos de complicações, incluindo rupturas e deformidades. Segundo o ortopedista Thiago Coelho, especialista em pé e tornozelo do<a href="https://www.baruel.com.br/tendinite-nos-pes-sintomas-que-nao-devem-ser-ignorados/">Continue reading <span class="sr-only">"Tendinite nos pés: sintomas que não devem ser ignorados"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dores nos pés podem parecer passageiras, mas quando envolvem os tendões, o problema exige atenção imediata. A <strong>tendinite é uma inflamação que pode atingir diferentes estruturas do membro inferior e, quanto antes for tratada, menores são os riscos de complicações, incluindo rupturas e deformidades.</strong></p>
<p>Segundo o ortopedista Thiago Coelho, especialista em pé e tornozelo do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, a tendinite é a inflamação dos tendões, ou seja, estruturas que ligam os músculos aos ossos e permitem o movimento das articulações.</p>
<p>“Os tendões mais afetados nos pés são o calcâneo, conhecido como tendão de Aquiles; o tibial posterior, essencial para manter o arco do pé; e os fibulares. O perigo maior está nas tendinoses, que são degenerações dessas estruturas e podem levar até a rompimentos”, alerta o médico.</p>
<h2>Primeiros sinais que merecem atenção</h2>
<p>Os sintomas iniciais de tendinite nos pés nem sempre são intensos, mas indicam que algo não vai bem. Os principais são:</p>
<ul>
<li><strong>Dor localizada que piora ao movimentar e acompanha o trajeto do tendão;</strong></li>
<li><strong>Inchaço que tende a aumentar ao longo do dia ou após atividade física;</strong></li>
<li><strong>Desabamento do arco do pé, nos casos que envolvem o tendão tibial posterior;</strong></li>
<li><strong>Dificuldade para descer escadas ou saltar, especialmente quando o tendão de Aquiles é afetado.</strong></li>
</ul>
<p>Esses sinais não devem ser ignorados, já que, conforme o especialista, a falta de tratamento precoce pode gerar complicações sérias.</p>
<h2>Situações que favorecem a inflamação</h2>
<p>Algumas condições e comportamentos aumentam o risco de desenvolver tendinite:</p>
<ul>
<li>Tabagismo;</li>
<li>Diabetes;</li>
<li>Uso de anabolizantes;</li>
<li>Sedentarismo;</li>
<li>Deformidades nos pés, como pé plano ou cavo, com pisadas excessivamente pronadas ou supinadas;</li>
<li>Esforço repetitivo sem preparo físico adequado.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>sapatos inadequados são uma das causas mais comuns da inflamação</strong>. O recomendado é fugir dos modelos que causam atrito no calcanhar (porque podem gerar tendinopatia de Aquiles), dos saltos altos e finos (aumentam o risco de entorse e lesão dos tendões fibulares) e rasteirinhas retas e sem amortecimento (prejudicam qualquer tipo de pé).</p>
<p>“Em casos de tendinite do tendão de Aquiles, por exemplo, a ausência de cuidados pode levar à ruptura total, exigindo cirurgia. Já em idosos com lesão do tendão tibial posterior, pode ocorrer colapso do pé, com desabamento progressivo”, acrescenta Thiago Coelho.</p>
<p>Diante de um processo doloroso, para saber se está relacionado à condição, a dica é: <strong>a dor da tendinite costuma ser localizada no trajeto do tendão ou na inserção no osso</strong>, além de piorar com o movimento e melhorar com o repouso, podendo vir ainda acompanhada de inchaço e vermelhidão.</p>
<p>“Exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética, ajudam a confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da lesão. Já testes biomecânicos, como isocinético, baropodometria e biomecânica 3D, identificam a causa exata do problema”, esclarece o ortopedista. Por isso é fundamental ir ao médico.</p>
<h2>Tratamentos eficazes</h2>
<p>Nos casos leves e moderados, o tratamento de tendinite é geralmente clínico. Nesse cenário, costumam ser indicados:</p>
<ul>
<li>Crioterapia (gelo), se houver inchaço e vermelhidão;</li>
<li>Repouso relativo e, se necessário, imobilização;</li>
<li>Anti-inflamatórios quando o gelo não for suficiente;</li>
<li>Fisioterapia individualizada, com protocolos específicos para a lesão;</li>
<li>Palmilhas ortopédicas, em caso de deformidades nos pés.</li>
</ul>
<p>Thiago Coelho destaca ainda o avanço da terapia por ondas de choque, chamada de ortotripsia, que estimula a regeneração do tendão e melhora a dor nos casos moderados e graves. “Já as infiltrações com corticoides devem ser evitadas, pois aumentam o risco de ruptura”, adverte.</p>
<p><strong>Mais fácil do que tratar a tendinite é evitá-la.</strong> Alongar e fortalecer os músculos dos pés e pernas é fundamental. Exercícios de fortalecimento, principalmente os excêntricos, ajudam a proteger os tendões e evitar novas lesões.</p>
<p>No entanto, o especialista traz um alerta importante: alongamentos não devem ser feitos durante a fase aguda, quando há dor e inchaço, pois pioram o quadro. Só devem ser introduzidos após melhora da inflamação e com orientação.</p>
<p>Por último, a fisioterapia tem papel central na recuperação e prevenção das tendinites. “Ela atua no controle da dor, da inflamação e, principalmente, nas causas da lesão. Quanto mais personalizada for a abordagem, maiores as chances de sucesso”, finaliza o médico.</p>
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		<item>
		<title>Neuroma de Morton: ‘pedrinha no sapato’ é alerta</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/neuroma-de-morton-pedrinha-no-sapato-e-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neuroma de Morton]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fisgada]]></category>
		<category><![CDATA[formigamento]]></category>
		<category><![CDATA[neuroma de Morton]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[queimação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor na parte frontal do pé que parece uma “pedrinha no sapato” é um relato clássico de quem tem Neuroma de Morton. O problema envolve um nervo entre os dedos que sofre pressão repetidamente, gerando desconforto, queimação, formigamento ou fisgada, que piora com calçados apertados e costuma aliviar ao ficar descalço. “Neuroma de Morton<a href="https://www.baruel.com.br/neuroma-de-morton-pedrinha-no-sapato-e-alerta/">Continue reading <span class="sr-only">"Neuroma de Morton: ‘pedrinha no sapato’ é alerta"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor na parte frontal do pé que parece uma “pedrinha no sapato” é um relato clássico de quem tem Neuroma de Morton</strong>. O problema envolve um nervo entre os dedos que sofre pressão repetidamente, gerando <strong>desconforto, queimação, formigamento ou fisgada, que piora com calçados apertados e costuma aliviar ao ficar descalço</strong>.</p>
<p>“Neuroma de Morton é uma inflamação com espessamento de um pequeno nervo entre os ossos do antepé. Na prática, <strong>acontecem compressão e espessamento ao mesmo tempo</strong>”, diz o ortopedista Mateus Jerônimo. Significa que o espaço reduzido comprime o nervo, a pressão contínua o engrossa e inflama, e o aumento de volume amplia ainda mais a compressão &#8211; um ciclo que explica a persistência da dor.</p>
<p>“<strong>O nervo inflamado forma uma pequena saliência na planta do pé. Quando a pessoa apoia o peso, essa área é pressionada entre os ossos e o chão, gerando a sensação de ter uma pedrinha dentro do calçado, mesmo descalço</strong>”, acrescenta o médico.</p>
<h2>O que evitar</h2>
<p>Conforme aponta o especialista, alguns <strong>fatores aumentam a chance de desenvolver a condição</strong>. Entre os principais estão:</p>
<ul>
<li>Usar sapatos de bico fino ou salto alto, que comprimem os dedos;</li>
<li>Estar com excesso de peso, que sobrecarrega o antepé;</li>
<li>Ter alterações no formato do pé, como pé plano ou cavo, joanete e dedos em garra;</li>
<li>Praticar atividades de impacto (corrida, dança, esportes com salto);</li>
<li>Passar longos períodos em pé, sobretudo com calçados rígidos.</li>
</ul>
<p>É fundamental evitar esses hábitos e, se possível, pensar em alternativas para cada um deles. No caso dos calçados, por exemplo, vale trocar o bico estreito pelo mais largo e o salto alto pelo baixo, de até 3 centímetros, com solado macio e palmilhas de apoio central, que ajudam a distribuir o peso e reduzem o atrito.</p>
<p>Mateus Jerônimo também observa que, em atividades de impacto, especialmente corrida, a frente do pé absorve grande parte da carga. “Por isso, é decisivo usar tênis com bom amortecimento e espaço para os dedos, além de ajustar o volume dos treinos, evitando aumentos bruscos”, orienta.</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>O diagnóstico é clínico. Ou seja, é essencial ir ao ortopedista, que identifica a queixa típica e localiza o ponto doloroso ao pressionar o espaço entre os dedos. Exames como ultrassonografia e ressonância magnética confirmam o espessamento do nervo e afastam outras possibilidades, se houver dúvidas.</p>
<p>A boa notícia é que, na maioria dos casos, a solução também é clínica e bastante eficaz. O especialista destaca as seguintes medidas:</p>
<ul>
<li><strong>Troca de calçados por modelos mais confortáveis e largos;</strong></li>
<li>Uso de <strong>palmilhas ortopédicas</strong> com apoio metatarsal;</li>
<li><strong>Fisioterapia</strong> para fortalecer a musculatura do pé e equilibrar as cargas;</li>
<li>Prescrição de <strong>medicamentos e infiltrações</strong> para reduzir a inflamação e aliviar a dor.</li>
</ul>
<p>“A cirurgia só é considerada quando a dor persiste, de 3 a 6 meses, apesar do tratamento clínico. O procedimento libera o nervo ou remove a área mais afetada, conforme a avaliação médica”, acrescenta Mateus Jerônimo.</p>
<p>Por último, cabe ressaltar que, embora raro, o Neuroma de Morton pode voltar mesmo após a cirurgia. O ortopedista observa que alguns pacientes acabam desenvolvendo uma cicatriz sensível no local, portanto, é fundamental manter as medidas de controle e proteção.</p>
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