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	<title>Tudo sobre onicomicose - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre onicomicose - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma unha começa a esfarelar, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados. De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as<a href="https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando uma unha começa a esfarelar</strong>, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. <strong>Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados.</strong></p>
<p>De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as <strong>unhas esfarelando não devem ser interpretadas automaticamente como uma infecção fúngica.</strong> Por isso, o diagnóstico correto é fundamental para evitar tratamentos inadequados e identificar a verdadeira origem do problema.</p>
<p>“Além da onicomicose, que é a micose das unhas, outras condições podem causar alterações semelhantes, como <strong>psoríase, líquen plano, traumas repetitivos, algumas deficiências nutricionais e até tumores</strong>, como o carcinoma espinocelular e o onicomatricoma”, esclarece a especialista.</p>
<h2>Como identificar micose nas unhas</h2>
<p>Não adianta considerar apenas o esfarelamento como sinal de infecção fúngica. A médica explica que a micose costuma provocar um conjunto de alterações que ajudam a diferenciar o quadro de outros problemas dermatológicos, como:</p>
<ul>
<li>descoloração da unha, que pode ficar amarelada, esbranquiçada, acastanhada, esverdeada ou escura;</li>
<li>espessamento da lâmina ungueal;</li>
<li>descolamento da unha do leito ungueal (onicólise);</li>
<li>perda de brilho;</li>
<li>fragilidade e quebra com facilidade;</li>
<li>deformidades, sulcos e superfície irregular;</li>
<li>odor desagradável, em alguns casos.</li>
</ul>
<p>Além disso, em situações mais avançadas, a infecção pode causar manchas brancas, inflamação ao redor da unha e destruição significativa da sua estrutura.</p>
<h2>Risco maior de desenvolver micose</h2>
<p><strong>As unhas dos pés são as mais afetadas porque os fungos encontram condições favoráveis para se multiplicarem em ambientes úmidos, escuros e pouco ventilados, como as meias e os sapatos.</strong></p>
<p>Outros fatores associados ao desenvolvimento da onicomicose incluem <strong>traumas repetitivos nas unhas, frieira, idade avançada, diabetes, imunossupressão, doença vascular periférica e exposição frequente a áreas de piscinas, vestiários e chuveiros públicos.</strong></p>
<p>“<strong>A onicomicose tende a progredir quando não é tratada</strong>. Com o tempo, pode se espalhar para outras unhas, causar dor, dificultar o uso de calçados e favorecer infecções bacterianas secundárias, especialmente em pessoas com diabetes ou imunidade comprometida”, alerta a dermatologista Carolina Malavassi.</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>A aparência da unha, sozinha, não é suficiente para confirmar uma micose. O diagnóstico começa com a avaliação clínica e pode ser complementado por exames como o micológico direto (cultura para fungos) e, em alguns casos, a análise histopatológica de fragmentos da unha.</p>
<p>Já o tratamento varia conforme a gravidade do quadro:</p>
<ul>
<li>Casos mais leves podem ser tratados com esmaltes antifúngicos, soluções ou cremes;</li>
<li>As infecções mais extensas costumam exigir medicamentos orais, que precisam de acompanhamento médico.</li>
<li>Em algumas situações, terapias combinadas podem aumentar a eficácia do tratamento.</li>
</ul>
<p>Para prevenir a micose, a especialista recomenda manter os pés sempre limpos e bem secos, usar calçados ventilados, trocar as meias regularmente, não compartilhar itens pessoais, utilizar chinelos em ambientes úmidos de uso coletivo e garantir que instrumentos de manicure e pedicure sejam esterilizados adequadamente.</p>
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		<title>Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fungo nas unhas]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verão é a estação em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e<a href="https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/">Continue reading <span class="sr-only">"Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>verão é a estação</strong> em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o <strong>período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos</strong>. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e na aparência.</p>
<p>A rotina de cuidados começa dentro de casa e reflete diretamente na resistência das unhas, sem esquecer que hidratação e alimentação equilibrada são essenciais. “Proteínas, ferro, zinco e biotina ajudam no crescimento saudável. Além disso, usar hidratantes específicos para mãos e cutículas evita descamação e quebras”, explica a dermatologista Ana Maria Benvegnú.</p>
<p>Já o podólogo Marcos Araujo observa que ambientes quentes e úmidos são os principais vilões no verão. “Piscinas, praias e vestiários criam condições perfeitas para os fungos se multiplicarem. Por isso, é importante proteger os pés e não deixar que fiquem molhados por muito tempo dentro do sapato”, alerta.</p>
<h2>Riscos aumentam (e os cuidados também)</h2>
<p>A médica Ana Maria ressalta que o <strong>contato constante com água, areia, sol e calor pode facilitar o surgimento de micoses, principalmente nos pés</strong>. Quando a condição acomete as unhas, é chamada de onicomicoses. “Os principais agentes são os dermatófitos, mas também existem casos causados por leveduras, como a cândida, e por fungos não dermatófitos.”</p>
<p>Por essa razão, verão, mar e piscina pedem ainda mais cuidados. Os profissionais recomendam atenção especial a algumas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Secar bem os pés após o contato com a água</strong>, inclusive entre os dedos;</li>
<li><strong>Preferir calçados abertos</strong>, como chinelos, para evitar que a umidade fique “presa” dentro do sapato;</li>
<li>Dar <strong>intervalos entre as esmaltações</strong>;</li>
<li>Usar <strong>protetor solar</strong>;</li>
<li><strong>Não ficar descalço em vestiários, clubes e saunas</strong>;</li>
<li><strong>Não compartilhar toalhas, lixas, esmaltes e cortadores</strong>.</li>
</ul>
<p>“Se notar qualquer questão, procure um podólogo antes que a situação piore”, reforça Marcos Araujo.</p>
<h2>Como identificar sinais de fungos</h2>
<p>De acordo com Ana Maria Benvegnú, é importante ficar sempre de olho em sinais típicos da infecção fúngica. Isso porque, quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápido e eficaz será o tratamento. Não espere a unha deformar ou doer para procurar um profissional. Agende uma consulta se reparar em:</p>
<ul>
<li><strong>Unha espessada e quebradiça</strong>;</li>
<li><strong>Alteração na cor</strong>, como amarelada ou esbranquiçada;</li>
<li><strong>Descolamento ou deformidade</strong>;</li>
<li><strong>Dor ou inflamação</strong> na região.</li>
</ul>
<p>No início, os sinais podem ser sutis, como lembra o podólogo Marcos. “A unha pode só perder o brilho ou ficar um pouco grossa. Tratar logo no começo evita que o problema se espalhe e se torne mais difícil de resolver”, afirma.</p>
<h2>Grupos de risco</h2>
<p>Por último, a dermatologista lembra que grupos como <strong>idosos, diabéticos, pessoas com imunidade baixa e quem transpira muito nos pés têm risco maior de desenvolver micoses</strong>. Assim, ela indica cuidados redobrados, já que a infecção pode se espalhar rapidamente ainda e causar complicações.</p>
<p>Marcos, por sua vez, reforça que, se houver mudanças visíveis, dor ou sinais persistentes, o ideal é buscar ajuda profissional imediatamente. “Um podólogo consegue identificar o problema e indicar o tratamento adequado desde o início”, garante.</p>
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		<item>
		<title>Onicomicose: o desafio do diagnóstico diferencial na podologia</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/onicomicose-o-desafio-do-diagnostico-diferencial-na-podologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
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		<category><![CDATA[podologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A onicomicose, conhecida popularmente como “micose de unha”, é uma das alterações ungueais mais frequentes nos consultórios de podologia. Apesar de ser comum, representa um verdadeiro desafio clínico, isso porque muitas vezes, os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras condições, o que pode levar a diagnósticos equivocados e, consequentemente, tratamentos ineficazes. Por que<a href="https://www.baruel.com.br/onicomicose-o-desafio-do-diagnostico-diferencial-na-podologia/">Continue reading <span class="sr-only">"Onicomicose: o desafio do diagnóstico diferencial na podologia"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A onicomicose, conhecida popularmente como “micose de unha”, é uma das alterações ungueais mais frequentes nos consultórios de podologia. Apesar de ser comum, representa um verdadeiro desafio clínico, isso porque muitas vezes, os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras condições, o que pode levar a diagnósticos equivocados e, consequentemente, tratamentos ineficazes.</p>
<h2>Por que é tão difícil diagnosticar a onicomicose?</h2>
<p>As unhas podem refletir diversas alterações locais e sistêmicas. Espessamento, descolamento, alteração de cor e fragilidade nem sempre indicam infecção fúngica. Alterações como psoríase ungueal, trauma repetitivo, líquen plano e até reações a medicamentos podem se apresentar de maneira muito semelhante.</p>
<p>É nesse ponto que entra a importância do diagnóstico diferencial. A avaliação criteriosa do podólogo, aliada a exames laboratoriais quando necessários, evita erros e garante que o tratamento seja direcionado corretamente.</p>
<h2>Principais condições confundidas com a onicomicose:</h2>
<ol>
<li><strong>Psoríase ungueal</strong> provoca espessamento, manchas amareladas e descolamento, simulando micose.</li>
<li><strong>Trauma repetitivo</strong> muito comum em atletas e pessoas que usam calçados apertados, pode gerar deformidades e colorações escuras.</li>
<li><strong>Onicólise não fúngica</strong> que é o descolamento da lâmina por causas químicas, traumas ou doenças de pele.</li>
<li><strong>Líquen plano</strong> que é uma inflamação crônica que também altera a estrutura da unha.</li>
<li><strong>Distrofias ungueais hereditárias ou adquiridas </strong>que provocam alterações estéticas semelhantes.</li>
</ol>
<h2>A importância do diagnóstico correto</h2>
<p>Quando o diagnóstico é feito de forma precipitada, o paciente pode passar meses utilizando antifúngicos tópicos ou sistêmicos sem nenhuma melhora e, em alguns casos, ainda sofrendo com efeitos colaterais.</p>
<p>O podólogo, ao realizar uma anamnese detalhada e uma análise clínica minuciosa, é capaz de identificar sinais importantes e decidir pelo encaminhamento médico ou solicitação de exames, como a micologia direta e a cultura fúngica.</p>
<h2>Papel da podologia no manejo da onicomicose</h2>
<ul>
<li><strong>Redução mecânica da lâmina ungueal:</strong> auxilia na melhora estética, conforto e potencializa a ação de produtos tópicos.</li>
<li><strong>Orientação sobre prevenção:</strong> higiene correta, cuidados com calçados e meias, biossegurança.</li>
<li><strong>Acompanhamento contínuo:</strong> monitorar a evolução do caso e ajustar condutas.</li>
<li><strong>Encaminhamento interdisciplinar:</strong> quando necessário, para médicos dermatologistas ou infectologistas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A onicomicose é uma condição que impacta a saúde, o bem-estar e a autoestima dos pacientes. Por isso, o desafio do diagnóstico diferencial deve ser encarado com responsabilidade e atenção.</p>
<p>Somente com uma avaliação criteriosa e fundamentada é possível oferecer um tratamento eficaz, seguro e realmente resolutivo, reafirmando o papel da podologia como ciência essencial na saúde dos pés.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unhas contaminadas por fungos por meio de esmaltes e materiais compartilhados</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unhas-contaminadas-por-fungos-por-meio-de-esmaltes-e-materiais-compartilhados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[esmalte]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[salão de beleza]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde das unhas vai muito além da estética. Muitas vezes, pequenos hábitos de descuido podem abrir portas para infecções que comprometem não apenas a aparência, mas também o bem-estar. Um dos maiores riscos na podologia e na estética é a contaminação por fungos através de esmaltes e materiais compartilhados. Como acontece a contaminação Os<a href="https://www.baruel.com.br/unhas-contaminadas-por-fungos-por-meio-de-esmaltes-e-materiais-compartilhados/">Continue reading <span class="sr-only">"Unhas contaminadas por fungos por meio de esmaltes e materiais compartilhados"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde das unhas vai muito além da estética. Muitas vezes, pequenos hábitos de descuido podem abrir portas para infecções que comprometem não apenas a aparência, mas também o bem-estar. Um dos maiores riscos na podologia e na estética é a contaminação por fungos através de esmaltes e materiais compartilhados.</p>
<h2>Como acontece a contaminação</h2>
<p>Os fungos, como os dermatófitos e leveduras, são microrganismos oportunistas que se desenvolvem facilmente em ambientes úmidos e fechados. Quando um pincel de esmalte entra em contato com uma unha infectada, ele pode transportar partículas fúngicas para dentro do frasco. Assim, ao ser utilizado novamente, acaba disseminando a infecção para outras unhas.</p>
<p>O mesmo ocorre com instrumentos como alicates, espátulas e lixas: se não forem devidamente esterilizados ou descartados, podem se tornar veículos de transmissão.</p>
<h2>Principais riscos</h2>
<ul>
<li>Onicomicose (micose de unha): alteração na cor, espessura e formato da unha, causada por fungos.</li>
<li>Paroníquia: inflamação dolorosa ao redor da unha, que pode evoluir para infecção.</li>
<li>Maior vulnerabilidade em pessoas com baixa imunidade, idosos e pacientes diabéticos.</li>
</ul>
<h2>O esmalte como vilão silencioso</h2>
<p>Muitas pessoas acreditam que o esmalte é inofensivo, mas ele pode ser um dos grandes responsáveis pela contaminação cruzada. O pincel funciona como “meio de transporte” do fungo, e o interior do frasco é um ambiente propício para sua sobrevivência. Isso porque quando o mesmo produto é aplicado em diferentes pessoas, a disseminação é quase inevitável.</p>
<p>Um artigo publicado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto analisou a viabilidade de fungos causadores de onicomicose dentro de frascos de esmalte. Foram testadas várias cores (incolor, branco e vermelho) e marcas, com contaminação por espécies como <em>Trichophyton rubrum</em>, <em>T. mentagrophytes</em>, <em>Candida albicans</em> e <em>C. parapsilosis</em>.</p>
<p><strong>Eles observaram:</strong></p>
<ul>
<li>Todas as quatro espécies de fungos sobreviveram dentro dos frascos nas primeiras 8 horas após a contaminação;</li>
<li>A sobrevivência por períodos mais prolongados variou conforme a cor e a marca do esmalte;</li>
<li><em>Trichophyton rubrum</em>, em particular, foi capaz de sobreviver por até 28 dias em pelo menos uma cor de todos os esmaltes testados.</li>
</ul>
<p>Sim, estudos confirmam que fungos podem sobreviver por mais de 8 horas e até semanas em vidrinhos de esmalte. Isso reforça muito a necessidade de não compartilhar esmaltes entre clientes, uma prática que pode aumentar o risco de transmissão de micose.</p>
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		<item>
		<title>Mitos e verdades sobre as micoses</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/mitos-e-verdades-sobre-as-micoses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[tinea corporis]]></category>
		<category><![CDATA[tinea pedis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As micoses são infecções fúngicas que podem afetar a pele, unhas e até mesmo órgãos internos. Existem muitos mitos e verdades sobre as micoses, então é importante esclarecer o que é realmente verdade e o que não é. Mitos sobre as micoses: Mito: &#8220;Micoses são causadas apenas pela falta de higiene&#8221; Verdade: Embora a falta<a href="https://www.baruel.com.br/mitos-e-verdades-sobre-as-micoses/">Continue reading <span class="sr-only">"Mitos e verdades sobre as micoses"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As micoses são infecções fúngicas que podem afetar a pele, unhas e até mesmo órgãos internos. Existem muitos mitos e verdades sobre as micoses, então é importante esclarecer o que é realmente verdade e o que não é.</p>
<h2>Mitos sobre as micoses:</h2>
<ul>
<li><strong>Mito: &#8220;Micoses são causadas apenas pela falta de higiene&#8221;</strong><br />
Verdade: Embora a falta de higiene possa contribuir para o desenvolvimento de micoses, elas também podem ser causadas por fatores como um sistema imunológico enfraquecido, uso excessivo de antibióticos, ambientes úmidos ou até predisposição genética.</li>
<li><strong>Mito: &#8220;Micoses não são contagiosas&#8221;</strong><br />
Verdade: Algumas micoses são contagiosas e podem ser transmitidas por contato direto com a pele ou objetos contaminados, como toalhas e calçados. Isso é comum em micoses como a Tinea pedis (pé de atleta) e tinea corporis (micose de corpo).</li>
<li><strong>Mito: &#8220;É só aplicar um creme que a micose vai desaparecer rapidamente&#8221;</strong><br />
Verdade: O tratamento de micoses pode ser mais complexo e demorado, dependendo do tipo de fungo e da gravidade da infecção. É importante seguir as orientações médicas e realizar o tratamento completo, mesmo que os sintomas desapareçam antes.</li>
<li><strong>Mito: &#8220;Micoses só afetam pessoas com baixa imunidade&#8221;</strong><br />
Verdade: Embora pessoas com o sistema imunológico comprometido estejam mais suscetíveis, qualquer pessoa pode contrair uma micose, principalmente em ambientes propensos a fungos, como vestiários, academias e piscinas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Verdades sobre as micoses:</h2>
<ul>
<li><strong>Verdade: &#8220;Micoses podem afetar diferentes partes do corpo&#8221;</strong><br />
As micoses podem afetar a pele, as unhas, o couro cabeludo e até órgãos internos. Elas podem se manifestar de diferentes formas, como manchas, coceira, descamação, vermelhidão ou espessamento das unhas.</li>
<li><strong>Verdade: &#8220;Ambientes úmidos favorecem o desenvolvimento de micoses&#8221;</strong><br />
Lugares quentes e úmidos, como vestiários, piscinas e saunas, são ambientes ideais para o crescimento de fungos. O uso de roupas molhadas ou mal ventiladas também pode aumentar o risco de infecções fúngicas.</li>
<li><strong>Verdade: &#8220;O tratamento para micoses pode variar dependendo da gravidade&#8221;</strong><br />
O tratamento pode ser feito com antifúngicos tópicos (cremes e pomadas) ou orais, dependendo do tipo de micose e da extensão da infecção. Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos que precisam de prescrição médica.</li>
<li><strong>Verdade: &#8220;Prevenir é a melhor forma de evitar micoses&#8221;</strong><br />
Para evitar micoses, é fundamental manter a pele seca e limpa, usar roupas leves e ventiladas, evitar o uso de calçados apertados e molhados, e não compartilhar itens pessoais, como toalhas e sapatos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se houver suspeita de uma micose, é importante buscar orientação médica ou podológica para o diagnóstico correto e o tratamento adequado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/micose-nos-pes-tipos-causas-e-desafios-no-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente causada por fungos que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar. “A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas,<a href="https://www.baruel.com.br/micose-nos-pes-tipos-causas-e-desafios-no-tratamento/">Continue reading <span class="sr-only">"Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente <strong>causada por fungos</strong> que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode <strong>variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar.</strong></p>
<p>“A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas, são os tipos mais comuns de micose nos pés”, explica a podóloga Gabriela Maia, da Majô Beauty Club.</p>
<p>Os fungos responsáveis pela micose se proliferam em ambientes quentes e úmidos, como os proporcionados por sapatos fechados ou pés mal secos após o banho. De acordo com a especialista, a frieira é causada pelo fungo <em>Trichophyton</em>, já presente na pele, enquanto a onicomicose pode ser provocada por diferentes espécies, como <em>Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton</em>.</p>
<h2>Causas e hábitos que favorecem a doença</h2>
<p>A micose ocorre quando fungos encontram as condições ideais para se multiplicarem. Portanto, na lista de fatores mais comuns estão:</p>
<ul>
<li><strong>Uso de sapatos fechados e apertados</strong>, porque retêm umidade e calor, criando um ambiente favorável para os fungos;</li>
<li><strong>Higiene inadequada</strong>, visto que pés mal lavados ou sem estarem completamente secos facilitam a proliferação;</li>
<li><strong>Compartilhamento de objetos pessoais</strong>, como toalhas, meias ou calçados, o que pode transmitir os fungos;</li>
<li><strong>Frequentar ambientes úmidos e coletivos</strong>, tais quais piscinas, academias e vestiários públicos, que são locais de alto risco.</li>
</ul>
<p>“Pequenas lesões ou rachaduras na pele também facilitam a entrada dos fungos e podem agravar o quadro”, alerta a podóloga.</p>
<h2>Tipos de micose nos pés e seus sintomas</h2>
<p>As micoses mais comuns que afetam os pés são:</p>
<ul>
<li><strong>Frieira, também conhecida como ‘pé de atleta’: </strong>os sintomas incluem coceira, odor forte, vermelhidão, descamação e rachaduras, especialmente entre os dedos. O problema geralmente causa desconforto constante e pode evoluir para fissuras dolorosas, se não tratado.</li>
<li><strong>Onicomicose, a micose específica das unhas: </strong>unhas com manchas amareladas ou esbranquiçadas, espessamento, fragilidade, deformação e odor desagradável são os principais sinais. A condição pode levar meses para ser tratada completamente, devido ao crescimento lento das unhas.</li>
</ul>
<h2>Por que é tão difícil curar micose nos pés?</h2>
<p>O tratamento de micoses nos pés é desafiador, especialmente quando elas afetam as unhas. Isso ocorre porque os fungos se alimentam de queratina, uma proteína presente na pele e nas unhas. “<strong>O ambiente quente e úmido nos pés cria as condições ideais para a proliferação dos fungos e dificulta a erradicação total</strong>”, explica a especialista.</p>
<p>Assim, enquanto a frieira pode ser resolvida em cerca de um mês, com o uso correto de pomadas e cuidados diários, a onicomicose exige tratamentos prolongados. O processo pode levar de 6 a 12 meses, dependendo do crescimento da unha e da adesão ao tratamento.</p>
<h2>Como tratar a micose nos pés</h2>
<p>O tratamento deve ser iniciado com a avaliação de um profissional qualificado. Entre as medidas recomendadas estão:</p>
<ul>
<li><strong>Higienização rigorosa</strong>: lavar bem os pés, secá-los completamente, sobretudo entre os dedos, e evitar compartilhar objetos pessoais;</li>
<li><strong>Cuidados com calçados</strong>: higienizar sapatos regularmente, deixá-los secar ao sol e aplicar desinfetantes específicos;</li>
<li><strong>Uso de medicamentos tópicos</strong>: pomadas ou cremes antifúngicos são indicados para casos leves de frieira;</li>
<li><strong>Tratamentos avançados</strong>: em casos mais graves, podem ser necessários laser ou medicamentos orais, sempre prescritos por um médico.</li>
</ul>
<p>Além disso, manter a constância no tratamento é essencial para garantir resultados duradouros. “Interromper o uso de medicamentos antes do tempo pode levar à recorrência da micose”, alerta Gabriela.</p>
<h2>Impactos na qualidade de vida</h2>
<p>Embora pareçam problemas simples, as micoses nos pés podem causar desconforto significativo, além de afetar a autoestima e a rotina. A coceira persistente, as rachaduras dolorosas e o comprometimento estético das unhas são reclamações frequentes entre pacientes.</p>
<p>A podóloga destaca que, ao menor sinal de micose, é importante buscar ajuda profissional. “<strong>Quanto mais cedo o problema for tratado, menores serão as chances de complicações ou recidivas</strong>”, conclui.</p>
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