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	<title>Tudo sobre pé plano ou pé chato - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre pé plano ou pé chato - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Pé chato: como identificar os sinais em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns testes caseiros ajudam a identificar a condição e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada. A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &#38;<a href="https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé chato: como identificar os sinais em casa"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato</strong>. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns <strong>testes caseiros ajudam a identificar a condição</strong> e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada.</p>
<p>A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, esclarece que <strong>pé chato e pé plano são a mesma condição</strong>: a <strong>redução ou ausência da curvatura natural na parte interna dos pés</strong>.</p>
<p>Pode parecer irrelevante, mas esse arco é <strong>importante para absorção de impacto, equilíbrio e distribuição da carga do corpo durante os movimentos</strong>. “O pé é a base de todo o alinhamento corporal. Por isso, qualquer alteração nessa região pode acabar repercutindo no corpo inteiro”, observa a profissional.</p>
<h2>Quais sinais podem indicar pé chato?</h2>
<p>Algumas características costumam aparecer com mais frequência em pessoas com pé plano. O <strong>principal indício é a ausência da “curvinha” interna dos pés</strong>, fazendo com que praticamente <strong>toda a sola fique apoiada no chão</strong>.</p>
<p>Outros sinais importantes incluem:</p>
<ul>
<li>desgaste maior na parte interna do calçado;</li>
<li>tornozelos inclinando para dentro;</li>
<li>dificuldade para manter equilíbrio;</li>
<li>cansaço nos pés após muito tempo em pé;</li>
<li>dores nos pés, joelhos ou lombar.</li>
</ul>
<p>Tatiane explica que alterações na pisada também podem provocar compensações em outras partes do corpo, uma vez que há perda da eficiência na absorção de impacto e no alinhamento biomecânico ao longo do tempo.</p>
<h2>Testes simples ajudam na triagem</h2>
<p>Recorrer a testes caseiros pode ser útil para identificar se é caso de buscar avaliação médica, sobretudo quando há outros sintomas associados. A seguir, a profissional Tatiane Roschel compartilha algumas possibilidades:</p>
<ul>
<li><strong>Reflexo no espelho</strong>: fique descalço em frente ao espelho e observe se existe curvatura interna nos pés ou se os tornozelos parecem “cair para dentro”;</li>
<li><strong>Ponta dos pés</strong>: suba na ponta dos pés e note se o arco aparece. Se for possível vê-lo, pode ser um pé plano flexível. Caso não, pode indicar rigidez e necessidade de avaliação;</li>
<li><strong>“Teste da pisada” ou “teste do pé molhado”</strong>: molhe a sola do pé, pise em uma superfície seca e observe o formato da pegada. Uma curva bem definida aponta para um arco normal, enquanto pisadas completas são sinal de pé chato.</li>
</ul>
<h2>Quando buscar um médico</h2>
<p>Vale lembrar que esses resultados da autoavaliação não são diagnósticos médicos e não substituem a consulta com um profissional especializado. Por isso, a fisioterapeuta Tatiane Roschel recomenda <strong>procurar um especialista em casos de dor frequente (nos pés ou pernas), dificuldade para caminhar, desgaste rápido dos calçados e alterações visíveis na postura</strong>.</p>
<p>Ela também chama atenção para os casos infantis: crianças com alterações persistentes nos pés após os seis ou sete anos devem ser avaliadas para acompanhamento adequado.</p>
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		<title>Caminhar descalço ajuda em casos de pé chato</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/caminhar-descalco-ajuda-em-casos-de-pe-chato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Chato ou Pé Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chamado “pé chato”, tecnicamente conhecido como pé plano, é caracterizado pela ausência ou redução do arco plantar, ou seja, aquela curvatura natural da sola do pé. Embora muitas vezes não cause dor, em alguns casos pode afetar a postura, alterar o equilíbrio e gerar desconforto em várias partes do corpo. Andar descalço pode ser<a href="https://www.baruel.com.br/caminhar-descalco-ajuda-em-casos-de-pe-chato/">Continue reading <span class="sr-only">"Caminhar descalço ajuda em casos de pé chato"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O chamado “pé chato”, tecnicamente conhecido como pé plano, é <strong>caracterizado pela ausência ou redução do arco plantar, ou seja, aquela curvatura natural da sola do pé</strong>. Embora muitas vezes não cause dor, em alguns casos pode <strong>afetar a postura, alterar o equilíbrio e gerar desconforto em várias partes do corpo</strong>. Andar descalço pode ser uma “solução”.</p>
<p>A fisioterapeuta Daniela Gamboa, analista do comportamento e psicomotricista, destaca que o arco plantar costuma se formar até os seis ou sete anos de idade, acompanhando o fortalecimento dos músculos e ligamentos dos pés. No entanto, em algumas pessoas, não é uma condição que se desenvolve adequadamente ou reduz na vida adulta.</p>
<p>“Isso pode estar ligado a fatores genéticos, fraqueza muscular, alterações ligamentares, sobrepeso ou uso prolongado de calçados inadequados”, explica a profissional. “<strong>O pé plano pode ser assintomático, mas também costuma causar desequilíbrio postural, fadiga e dores nos pés, tornozelos, joelhos e coluna</strong>.”</p>
<h2>Faz diferença andar descalço?</h2>
<p>A resposta é sim. De acordo com Daniela Gamboa, <strong>caminhar sem calçado, quando bem orientado, pode ajudar no fortalecimento dos músculos dos pés e na melhora do equilíbrio</strong>.</p>
<p>“A caminhada descalça estimula a propriocepção, ou seja, a percepção do corpo no espaço. Ainda <strong>ativa os músculos intrínsecos dos pés, que sustentam o arco plantar.</strong> É como uma academia natural, mas deve ser feita com critério e supervisão”, afirma.</p>
<p>Um detalhe importante: nem todas as pessoas podem praticar a caminhada com pés desprotegidos com a segurança necessária. A prática deve ser evitada em casos de:</p>
<ul>
<li>Dor intensa;</li>
<li>Inflamação;</li>
<li>Obesidade;</li>
<li>Instabilidade ligamentar;</li>
<li>Alterações estruturais severas.</li>
</ul>
<p>A quem se encaixa em uma ou mais dessas situações, a orientação é não caminhar descalço, pois isso pode agravar o quadro, especialmente de dor, e gerar sobrecarga articular.</p>
<h2>Superfícies seguras</h2>
<p>Além de saber quem pode ou não caminhar com os pés sem acessórios, é fundamental entender onde essa caminhada deve acontecer, já que algumas superfícies são mais seguras que outras.</p>
<p>A especialista recomenda <strong>priorizar terrenos naturais e levemente irregulares</strong>, que exigem ajustes sutis da musculatura e favorecem o estímulo fisiológico dos pés. Os mais recomendados são:</p>
<ul>
<li><strong>Áreas com grama;</strong></li>
<li><strong>Areia fofa;</strong></li>
<li><strong>Tapetes sensoriais;</strong></li>
<li><strong>Superfícies de EVA.</strong></li>
</ul>
<p>Por outro lado, pisos duros e frios, como cerâmica ou concreto, devem ser evitados, já que aumentam o impacto e podem causar desconforto ou inflamação.</p>
<h2>Exercícios que complementam</h2>
<p>A <strong>caminhada descalça pode ser associada a exercícios simples que ajudam a ativar e fortalecer os músculos plantares</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Pegar <strong>objetos com os dedos dos pés</strong>;</li>
<li><strong>Enrolar e desenrolar uma toalha</strong> no chão;</li>
<li><strong>Caminhar na ponta dos pés e nos calcanhares</strong>;</li>
<li>Massagear a <strong>planta dos pés com bolas pequenas</strong>.</li>
</ul>
<p>Essas práticas contribuem para o alinhamento biomecânico, a estabilidade e o fortalecimento do arco plantar.</p>
<p>O <strong>uso de palmilhas ortopédicas ainda pode ser indicado até mesmo para quem realiza fortalecimento muscular</strong>. Não substituem os exercícios, mas melhoram o alinhamento e a distribuição do peso, proporcionando conforto durante a reabilitação.</p>
<p>O ideal é que as palmilhas sejam personalizadas, após avaliação postural e baropodométrica, com acompanhamento fisioterapêutico. Isso porque o arco plantar funciona como um amortecedor natural e, quando está rebaixado, há maior rotação interna dos joelhos e tornozelos, somada à sobrecarga nos quadris e na coluna.</p>
<h2>Avaliação, acompanhamento e melhora</h2>
<p>A fisioterapeuta explica que a avaliação deve considerar todo o corpo, não apenas os pés. São analisados:</p>
<ul>
<li>Alinhamento dos eixos corporais;</li>
<li>Mobilidade, força e estabilidade dos pés;</li>
<li>Testes de apoio plantar e marcha;</li>
<li>Baropodometria computadorizada, quando disponível.</li>
</ul>
<p>Tais informações permitem identificar se o pé plano é fisiológico (sem impacto funcional) ou patológico (quando há dor e alteração estrutural)</p>
<p>Notar os sinais de melhora também faz parte do processo: ter mais resistência, menos dor ao final do dia e apresentar ganhos na postura e equilíbrio indicam que o tratamento está no caminho certo.</p>
<p>Para garantir isso, Daniela Gamboa reforça a importância das (re)avaliações periódicas com profissionais capacitados para eventuais ajustes, quando necessários.</p>
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		<title>Pé chato em crianças: é preciso corrigir?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-chato-em-criancas-e-preciso-corrigir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Chato ou Pé Plano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pé chato infantil, que também é conhecido como pé plano, é uma condição comum durante o crescimento. Ele caracteriza-se pela ausência da curvatura interna do pé, a chamada arcada plantar, e, geralmente, faz parte do desenvolvimento normal da criança. Por isso, nem todo caso exige acompanhamento médico. Segundo o ortopedista Carlos Eduardo Pires, do<a href="https://www.baruel.com.br/pe-chato-em-criancas-e-preciso-corrigir/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé chato em crianças: é preciso corrigir?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O pé chato infantil, que também é conhecido como pé plano, <strong>é uma condição comum durante o crescimento</strong>. Ele caracteriza-se pela ausência da curvatura interna do pé, a chamada arcada plantar, e, geralmente, <strong>faz parte do desenvolvimento normal da criança</strong>. Por isso, nem todo caso exige acompanhamento médico.</p>
<p>Segundo o ortopedista Carlos Eduardo Pires, do Dr.Consulta, o <strong>pé chato infantil é um achado extremamente frequente nas consultas de ortopedia infantil e, na maioria das vezes, não representa um problema</strong>. Esse formato do pé é esperado nos primeiros anos de vida e <strong>tende a melhorar naturalmente conforme a criança cresce.</strong></p>
<p>“<strong>Esse tipo de pé é observado em até 97% das crianças menores de 2 anos e tende a se corrigir espontaneamente até os 10 anos</strong>. Nessa faixa etária, apenas 4% a 15% continuam com o pé plano, o que ainda é considerado dentro da normalidade”, explica o médico.</p>
<h2>Quando o pé plano infantil requer atenção</h2>
<p>Por ser esperado e natural, nem todo caso vai exigir acompanhamento médico. O especialista esclarece ainda que o pé chato (ou pé plano) só requer avaliação especializada quando houver sintomas bem específicos, como:</p>
<ul>
<li><strong>Dor</strong> nos pés ou nas pernas;</li>
<li><strong>Rigidez</strong> ao movimentar o pé;</li>
<li><strong>Dificuldade para andar, correr ou brincar normalmente</strong></li>
</ul>
<p>A dor ou a perda de flexibilidade devem ser os principais sinais de alerta para pais e cuidadores. Isso porque, nesses casos, o quadro pode ser diferente do pé plano comum, chamado de flexível, aquele sem dor, com articulações móveis e boa função.</p>
<p>O diagnóstico possível é o pé plano rígido, que apresenta limitação dos movimentos, dor e menor desempenho físico. “Essa situação não é considerada normal e precisa de uma avaliação mais específica, incluindo radiografia, para identificar alterações estruturais”, observa o ortopedista Carlos Eduardo Pires.</p>
<h2>Bota ortopédica não é mais tratamento</h2>
<p>Durante muito tempo, botas e calçados ortopédicos foram usados com a intenção de “formar o arco” do pé, mas essa prática está ultrapassada. “Hoje sabemos, com base em estudos desde a década de 1990, que o resultado é o mesmo entre as crianças que usam e as que não usam esses dispositivos”, afirma o ortopedista.</p>
<p>Ele acrescenta que até <strong>95% dos pés chatos infantis acabam corrigidos naturalmente com o crescimento</strong>, sem a necessidade de nenhum método especial. Por isso, não se usam mais botas nem calçados ortopédicos para moldar o arco plantar.</p>
<p>Agora, em casos em que o pé chato exige tratamento, o primeiro passo é sempre conservador, com fisioterapia, alongamentos e fortalecimento da musculatura dos pés e tornozelos. Nesse sentido, são recomendados exercícios que trabalham a flexibilidade da cadeia posterior e a força das estruturas que estabilizam o pé.</p>
<p><strong>Os principais estímulos incluem:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Alongar</strong> a região;</li>
<li><strong>Fortalecer</strong> tornozelos e pés;</li>
<li><strong>Variar os terrenos</strong> de contato.</li>
</ul>
<p>“É importante salientar que deixar as crianças andarem descalças em terrenos variáveis, como grama, areia e terra, pode ajudar um pouco na formação do arco e também no fortalecimento da musculatura”, completa o médico.</p>
<p><strong>Mais alternativas</strong></p>
<p>As <strong>palmilhas personalizadas</strong> só são indicadas em casos de dor, especialmente quando o pé plano é do tipo rígido. Seu papel não é criar o arco medial, mas aliviar o desconforto da criança, e devem ser feitas sob medida.</p>
<p><strong>Quando o tratamento conservador não traz melhora, o profissional avalia a necessidade de cirurgia, indicada apenas em casos excepcionais</strong>. “De forma geral, se o pé chato não dói, não há motivo para preocupação. Mas se houver dor ou limitação, é essencial buscar ajuda médica para investigar a causa e indicar o melhor tratamento”, finaliza o ortopedista.</p>
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		<item>
		<title>Palmilhas personalizadas X comuns: entenda diferenças</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/palmilhas-personalizadas-x-comuns-entenda-diferencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção Articular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As palmilhas estão presentes no dia a dia de muitas pessoas, seja para dar mais conforto ou como parte de um tratamento. Mas você sabia que existe uma grande diferença entre os modelos comuns e os ortopédicos? Em alguns casos, a escolha certa pode até evitar dores e prevenir problemas futuros. Basicamente, as palmilhas comuns<a href="https://www.baruel.com.br/palmilhas-personalizadas-x-comuns-entenda-diferencas/">Continue reading <span class="sr-only">"Palmilhas personalizadas X comuns: entenda diferenças"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As palmilhas estão presentes no dia a dia de muitas pessoas, seja para dar mais <strong>conforto ou como parte de um tratamento</strong>. Mas você sabia que existe uma grande diferença entre os modelos comuns e os ortopédicos? Em alguns casos, a escolha certa pode até evitar dores e prevenir problemas futuros.</p>
<p>Basicamente, as <strong>palmilhas comuns oferecem conforto e amortecimento, enquanto as ortopédicas são recursos terapêuticos desenvolvidos após avaliação médica</strong>. “<strong>Além de darem suporte, elas corrigem ou compensam alterações na pisada, redistribuem a pressão do pé e reduzem a sobrecarga em articulações como tornozelo, joelho e quadril</strong>”, explica Adriano Machado, ortopedista especialista em pé e tornozelo.</p>
<p>O ortopedista Maurício Leite, membro da Sociedade Americana de Cirurgiões Ortopedistas (AAOS), reforça que as <strong>palmilhas ortopédicas são indicadas quando há dor frequente ou desequilíbrios na pisada</strong>. “Casos de pé chato, pé cavo, fascite plantar, esporão de calcâneo, neuroma de Morton e metatarsalgias são algumas das situações em que elas são fundamentais”, cita.</p>
<h2>Quando a personalização faz diferença</h2>
<p>De acordo com Adriano Machado, o processo começa com uma avaliação clínica completa, que inclui exame físico, análise da pisada e, em alguns casos, exames de imagem. Em seguida, é feita a prescrição da palmilha sob medida.</p>
<p>“Cada pé tem características próprias de formato e alinhamento. Uma palmilha genérica pode até trazer conforto momentâneo, mas também pode acentuar desequilíbrios e causar dor onde antes não havia”, alerta.</p>
<p>Maurício Leite, por sua vez, complementa que a personalização leva em conta fatores como peso, profissão, tipo de pisada e eventuais doenças do paciente. “Assim como os óculos corrigem a visão, a palmilha personalizada corrige a pisada, prevenindo problemas musculoesqueléticos e desgaste precoce nas articulações”, compara.</p>
<h2>Palmilhas tratam e previnem problemas</h2>
<p>As palmilhas ortopédicas têm ampla aplicação no tratamento e prevenção de diferentes condições. Conforme os médicos, algumas das principais indicações são:</p>
<ul>
<li><strong>Pé plano</strong> (chato) ou <strong>pé cavo</strong> (arco plantar alto);</li>
<li><strong>Fascite plantar</strong> (inflamação) e <strong>esporão de calcâneo</strong> (crescimento ósseo);</li>
<li><strong>Metatarsalgia</strong> (dor na parte frontal do pé);</li>
<li><strong>Neuroma de Morton</strong> (espessamento do tecido ao redor do nervo);</li>
<li><strong>Tendinites</strong> (inflamação do tendão) por sobrecarga;</li>
<li><strong>Desalinhamentos</strong> do retropé, como calcâneo valgo ou varo;</li>
<li><strong>Desgaste articular</strong> em joelhos, quadris e coluna;</li>
<li><strong>Prevenção</strong> de úlceras plantares em pacientes diabéticos.</li>
</ul>
<p>Após o diagnóstico correto, os acessórios podem ajudar a aliviar a dor, corrigir desvios e até evitar a necessidade de cirurgias no futuro, por exemplo.</p>
<h2>Qualidade de vida a longo prazo</h2>
<p>Adriano reforça que pacientes que começam o tratamento precocemente podem ter benefícios duradouros. “Em alguns casos, o uso correto e personalizado pode dispensar abordagens cirúrgicas, com ótima qualidade de vida e capacidade de praticar atividades físicas sem queixa.”</p>
<p>Nesse sentido, Maurício acrescenta que grupos como atletas, pessoas com sobrepeso, idosos e profissionais que passam muitas horas em pé são os que mais se beneficiam. Entenda o porquê:</p>
<ul>
<li><strong>Atletas</strong>: reduzem o risco de lesões por impacto e melhoram a performance;</li>
<li><strong>Pessoas com sobrepeso</strong>: diminuem a pressão sobre pés, tornozelos e joelhos;</li>
<li><strong>Idosos</strong>: aumentam equilíbrio e estabilidade na marcha;</li>
<li><strong>Profissionais que ficam muito em pé</strong>: minizam o desconforto em longas jornadas.</li>
</ul>
<p>Lembre-se que, mesmo havendo indicação geral para esse público, apenas um médico pode confirmar se o uso é mesmo necessário e prescrever a melhor opção.</p>
<h2>Investimento em saúde preventiva</h2>
<p>Para os especialistas, a <strong>palmilha personalizada deve ser vista como um investimento em saúde</strong>. “Quanto antes identificarmos e corrigirmos alterações na pisada, maiores as chances de evitar problemas no futuro, mantendo a mobilidade e qualidade de vida”, afirma Adriano.</p>
<p>Maurício lembra ainda que o <strong>uso das palmilhas deve ser acompanhado de revisões periódicas</strong>. Isso porque o corpo muda com o tempo e o material da palmilha também se desgasta. “É essencial ajustar sempre que necessário para manter a eficácia do tratamento”, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Palmilhas ajudam a relaxar pés cansados e prevenir dores</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/palmilhas-para-relaxar-pes-cansados-e-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passar o dia todo em pé, andando ou usando calçados inadequados, pode deixar os pés doloridos e sobrecarregados. As palmilhas surgem como aliadas nesse cenário, trazendo mais conforto e ajudando a prevenir problemas ortopédicos. Antes de tudo é preciso lembrar que os pés suportam todo o peso do corpo e, ao longo do dia, músculos,<a href="https://www.baruel.com.br/palmilhas-para-relaxar-pes-cansados-e-dores/">Continue reading <span class="sr-only">"Palmilhas ajudam a relaxar pés cansados e prevenir dores"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Passar o dia todo em pé, andando ou usando calçados inadequados, pode deixar os pés doloridos e sobrecarregados. As <strong>palmilhas</strong> surgem como aliadas nesse cenário, <strong>trazendo mais conforto e ajudando a prevenir problemas ortopédicos.</strong></p>
<p>Antes de tudo é preciso lembrar que <strong>os pés suportam todo o peso do corpo e, ao longo do dia, músculos, tendões e articulações sofrem fadiga</strong>. Assim, o <strong>excesso de esforço ou longos períodos em pé podem causar microtraumas e até dificultar a circulação sanguínea, gerando dor e sensação de cansaço</strong>, conforme esclarece o ortopedista Igor Freitas de Lucena, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE).</p>
<p>A podóloga Esther Assis, por sua vez, reforça que o sapato influencia diretamente no bem-estar. Saltos altos, solados muito rígidos ou modelos apertados favorecem a sobrecarga e o desconforto. “Quando o calçado não oferece o apoio correto, a pisada fica desequilibrada e os pés sofrem mais impacto”, aponta.</p>
<h2>Como as palmilhas ajudam</h2>
<p>De acordo com o médico, as <strong>palmilhas redistribuem a pressão na planta do pé. Isso alivia pontos de sobrecarga e reduz a dor em áreas específicas, tirando aquela sensação pesada do cansaço.</strong></p>
<p>“Em casos de pé plano, por exemplo, usamos uma palmilha com suporte no arco medial para equilibrar o peso e diminuir a pressão”, diz o especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo.</p>
<p>Esther Assis completa que, além de aliviar, as palmilhas proporcionam outros benefícios, como <strong>estabilidade, melhora na postura durante a caminhada, absorção de impacto, maior equilíbrio e aumento da sensação de conforto</strong>.</p>
<p>Importante: a escolha da palmilha ideal deve sempre ser feita com ajuda de um profissional. O ortopedista destaca que o processo inclui análise da marcha, podoscópio e, em alguns casos, baropodometria para identificar os pontos de pressão e necessidades individuais.</p>
<p>“Quando é feita sob medida, a palmilha oferece melhor adaptação e resultados mais eficazes, com qualidade de vida e prevenção de lesões”, detalha o profissional.</p>
<h2>Prevenção e tratamento</h2>
<p>Além de auxiliar no cansaço, o <strong>uso correto e orientado de palmilhas adequadas pode prevenir e até tratar condições ortopédicas</strong>, entre as quais:</p>
<ul>
<li><strong>Fascite plantar</strong>, marcada pela dor na sola do pé;</li>
<li><strong>Metatarsalgia</strong>, causadora da pressão nos metatarsos (ossos do antepé);</li>
<li><strong>Joanete</strong> (deformidade do osso próximo ao dedão) e dores associadas;</li>
<li><strong>Pé plano leve a moderado</strong>, quando toca o chão por inteiro.</li>
</ul>
<p>“Com a indicação correta, é possível até postergar ou evitar cirurgias em casos de fascite, joanete ou pé plano”, reforça o médico.</p>
<h2>Hábitos potencializam resultados</h2>
<p>As palmilhas trazem ainda mais benefícios quando usadas junto a <strong>cuidados diários.</strong> Nesse sentido, os profissionais recomendam:</p>
<ul>
<li><strong>Escolher calçados adequados</strong>, que não apertem nem fiquem folgados demais;</li>
<li>Fazer <strong>alongamentos leves</strong> para pés, panturrilhas e cadeia posterior;</li>
<li>Manter a <strong>higiene das palmilhas e do calçado</strong>;</li>
<li><strong>Trocar a palmilha</strong> quando estiver gasta para não perder o efeito.</li>
</ul>
<p>Essas dicas são ideais principalmente para quem passa muitas horas em pé. Já para casos que envolvam questões vasculares, vale apostar em alongamentos, massagens e uso de meias de compressão como complemento – sempre com indicação médica!</p>
<p>Por último, fique de olho: se notar dor frequente, cansaço exagerado, calos em locais incomuns ou desgaste irregular no calçado, procure um especialista, pois a pisada pode estar desalinhada.</p>
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		<title>Os desvios mais comuns nos pés desde a infância</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/desvios-mais-comuns-nos-pes-desde-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[pé cavo]]></category>
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		<category><![CDATA[pé torto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância. Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do<a href="https://www.baruel.com.br/desvios-mais-comuns-nos-pes-desde-a-infancia/">Continue reading <span class="sr-only">"Os desvios mais comuns nos pés desde a infância"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, <strong>muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento</strong>. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância.</p>
<p>Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do pé e tornozelo da Kora Saúde, conta que algumas condições mais frequentes são o <strong>pé torto congênito, o pé plano valgo (ou chato), o pé aducto e o pé cavo</strong>. Embora algumas possam sumir com o crescimento, outras podem comprometer a mobilidade e requerem atenção especializada.</p>
<p>“Algumas dessas condições, como o pé plano ou aducto, tendem a melhorar com o desenvolvimento da criança. Já o pé torto congênito exige tratamento imediato para evitar sequelas”, exemplifica o médico.</p>
<h2>Entenda as principais condições</h2>
<p>A seguir, Bernardo Fonseca detalha os principais quadros:</p>
<ul>
<li><strong>Metatarso em adução</strong>: também chamado de metatarso varo, é um desvio em que a parte da frente do pé é voltada para dentro. Surge ao nascimento ou nos primeiros anos de vida. A causa é desconhecida, mas pode estar relacionada à posição no útero ou ao histórico familiar.</li>
<li><strong>Metatarso varo x adução</strong>: embora os termos sejam usados como sinônimos, há uma distinção técnica. O metatarso aduto é a adução do antepé (quando os dedos e a frente do pé apontam mais para dentro, como se &#8220;virassem&#8221; em direção ao pé oposto) isoladamente, enquanto o metatarso varo (quando a parte da frente do pé está virada para dentro em relação ao meio e calcanhar do pé) é mais raro e complexo, envolvendo também alteração no retropé (parte posterior do pé).</li>
<li><strong>Pé calcâneo-valgo</strong>: adquirido ao longo do crescimento, é caracterizado pela dorsiflexão acentuada (quando o pé se movimenta exageradamente para cima, em direção à canela) e eversão do retropé (movimento em que o calcanhar se inclina para fora, ou seja, afasta-se da linha média do corpo). Na maioria das vezes, é uma condição benigna, que regride espontaneamente.</li>
<li><strong>Pé chato (ou plano valgo)</strong>: quando flexível e indolor, é apenas uma variação anatômica e não exige tratamento. Casos rígidos ou dolorosos, no entanto, merecem investigação.</li>
</ul>
<p>Na infância, pediatra e ortopedista devem atuar em conjunto para fechar o diagnóstico e propor o melhor tratamento.</p>
<h2>Tratar ou esperar?</h2>
<p><strong>A maioria dos casos de pé chato e metatarso em adução melhora com o tempo. Porém, o pé torto congênito, entre outras situações, exige tratamento imediato, geralmente com gessos e órteses</strong>. “Nesse caso, a intervenção precoce é essencial para evitar complicações futuras”, orienta o especialista.</p>
<p>Já tratamentos como o <strong>uso de palmilhas</strong>, em geral, são reservados para casos com dor, principalmente em atividades físicas. “Elas não corrigem deformidades como o pé plano ou cavo, mas podem aliviar o desconforto”, esclarece o cirurgião de pé.</p>
<h2>Impactos do não tratamento</h2>
<p>Ainda que boa parte dos quadros possa se resolver durante o crescimento, quando não diagnosticados ou tratados corretamente, esses desvios podem gerar uma série de problemas. O ortopedista lista como possibilidades:</p>
<ul>
<li>Disfunções na marcha;</li>
<li>Sobrecarga em joelhos, quadris e coluna;</li>
<li>Dores crônicas e dificuldade para realizar atividades físicas.</li>
</ul>
<p>“A cirurgia só é indicada quando o tratamento conservador falha e a criança, adolescente ou adulto apresenta dor ou limitação funcional”, finaliza o médico.</p>
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		<title>Escoliose x palmilhas como e quando podem ajudar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/escoliose-x-palmilhas-como-e-quando-podem-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 12:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[escoliose]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[pé cavo]]></category>
		<category><![CDATA[pé plano]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As palmilhas posturais podem ajudar em alguns casos de escoliose, mas não “corrigem” a escoliose. A escoliose é uma curvatura tridimensional da coluna vertebral, que envolve desvio lateral e rotação das vértebras. As palmilhas posturais ou ortopédicas têm um papel coadjuvante, podendo: Ajudar a melhorar o alinhamento global do corpo, reduzindo compensações. Diminuir dores relacionadas<a href="https://www.baruel.com.br/escoliose-x-palmilhas-como-e-quando-podem-ajudar/">Continue reading <span class="sr-only">"Escoliose x palmilhas como e quando podem ajudar"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As palmilhas posturais podem ajudar em alguns casos de escoliose, mas não “corrigem” a escoliose.<br />
A escoliose é uma curvatura tridimensional da coluna vertebral, que envolve desvio lateral e rotação das vértebras. As palmilhas posturais ou ortopédicas têm um papel coadjuvante, podendo:</p>
<ul>
<li>Ajudar a melhorar o alinhamento global do corpo, reduzindo compensações.</li>
<li>Diminuir dores relacionadas a sobrecarga nos pés, joelhos ou quadris.</li>
<li>Contribuir para uma melhor distribuição do peso, o que indiretamente pode influenciar na postura.</li>
</ul>
<h2>Quando as palmilhas são indicadas?</h2>
<ul>
<li>Quando há alterações nos pés (pé plano, pé cavo, diferença de altura entre os membros) que impactam o alinhamento do corpo.</li>
<li>Quando o ortopedista ou fisioterapeuta avalia que o suporte plantar pode ajudar no conforto e no equilíbrio postural.</li>
</ul>
<h2>Mas é importante saber:</h2>
<ul>
<li>As palmilhas não corrigem a curvatura da coluna em si. O tratamento da escoliose geralmente envolve fisioterapia, exercícios específicos, e em casos mais graves, coletes ou cirurgia.</li>
<li>Usar palmilhas sem avaliação pode até piorar dores ou compensações.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palmilhas posturais podem ser um suporte auxiliar para pessoas com escoliose, ajudando no conforto, equilíbrio e dores musculoesqueléticas associadas. Mas devem ser indicadas por um profissional (ortopedista, fisioterapeuta ou podologista biomecânico) após avaliação detalhada.</p>
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		<item>
		<title>Órtese ou prótese: entenda as diferenças e indicações</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ortese-ou-protese-entenda-as-diferencas-e-indicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[artrose]]></category>
		<category><![CDATA[esporão calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[órtese]]></category>
		<category><![CDATA[pé cavo]]></category>
		<category><![CDATA[pé plano]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o assunto é reabilitação e suporte para os pés, dois termos costumam gerar dúvidas: órtese e prótese. Embora ambos ajudem na mobilidade, eles possuem funções bem distintas. Enquanto as órteses auxiliam na correção e estabilização dos pés, as próteses substituem total ou parcialmente partes do membro inferior. &#8220;As órteses incluem palmilhas, tornozeleiras e suportes<a href="https://www.baruel.com.br/ortese-ou-protese-entenda-as-diferencas-e-indicacoes/">Continue reading <span class="sr-only">"Órtese ou prótese: entenda as diferenças e indicações"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é <strong>reabilitação e suporte para os pés</strong>, dois termos costumam gerar dúvidas: órtese e prótese. Embora ambos ajudem na mobilidade, eles possuem funções bem distintas. <strong>Enquanto as órteses auxiliam na correção e estabilização dos pés, as próteses substituem total ou parcialmente partes do membro inferior.</strong></p>
<p>&#8220;As órteses incluem palmilhas, tornozeleiras e suportes ortopédicos que alinham a pisada e reduzem sobrecargas articulares. Já as próteses, são indicadas para pacientes que sofreram amputação, permitindo a reabilitação funcional e a marcha”, diferencia o ortopedista Brasil Sales, especialista em medicina intervencionista da dor.</p>
<h2>Quando usar órtese nos pés</h2>
<p>As órteses podem ser indicadas em diferentes casos, trazendo benefícios para quem sofre com dores e desalinhamentos. Entre as principais condições, o médico destaca:</p>
<ul>
<li><strong>Pé chato (pé plano)</strong>: melhoram a distribuição de carga e reduz o estresse articular;</li>
<li><strong>Fascite plantar e esporão de calcâneo</strong>: redistribuem a pressão e aliviam a dor;</li>
<li><strong>Pé cavo (arco elevado):</strong> oferecem amortecimento e suporte extra;</li>
<li><strong>Alterações posturais:</strong> ajudam no equilíbrio biomecânico.</li>
<li><strong>Diabetes com neuropatia</strong>: previnem úlceras de pressão.</li>
</ul>
<p>“As contraindicações são raras, mas podem ocorrer quando há deformidades fixas graves ou adaptação inadequada, porque podem gerar desconforto”, diz Sales.</p>
<h2>Quando recorrer à prótese</h2>
<p>Já as próteses, conforme o especialista explica, são indicadas quando há amputação parcial ou total do pé. Os principais tipos incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Próteses transtibiais</strong>: para amputações abaixo do joelho;</li>
<li><strong>Próteses transfemurais</strong>: usadas em amputações acima do joelho;</li>
<li><strong>Próteses parciais de pé</strong>: como as de antepé ou Lisfranc.</li>
</ul>
<p>Fatores como doenças vasculares graves, falta de força ou desequilíbrio podem dificultar a adaptação à prótese. Nesses casos, exigem acompanhamento médico especializado.</p>
<h2>Órtese pode corrigir pisada errada?</h2>
<p>SIM! As <strong>órteses são bastante eficazes para corrigir desalinhamentos</strong>, proporcionando:</p>
<ul>
<li><em>Redistribuição da carga nos pés.</em></li>
<li><em>Prevenção de sobrecarga em tornozelos, joelhos e quadris.</em></li>
<li><em>Ajuste na biomecânica da marcha, especialmente em crianças.</em></li>
</ul>
<p>Contudo, para adultos, vale lembrar que as órteses ajudam a aliviar os sintomas, mas nem sempre corrigem completamente a pisada.</p>
<h2>Órteses previnem problemas ortopédicos?</h2>
<p>A resposta também é <strong>SIM</strong>. <strong>O uso de órteses não apenas trata, como também pode prevenir diversas condições ortopédicas:</strong></p>
<ul>
<li><em>Atletas usam palmilhas personalizadas para prevenir lesões por impacto.</em></li>
<li><em>Pessoas com predisposição à artrose reduzem o desgaste articular precoce.</em></li>
<li><em>Quem tem pés planos pode evitar sobrecarga na coluna e joelhos.</em></li>
</ul>
<h2>Como escolher e usar órtese ou prótese</h2>
<p>Para um uso seguro e eficaz, é necessário adotar e seguir os seguintes cuidados:</p>
<ul>
<li>Ir à avaliação médica: um ortopedista deve indicar a melhor opção.</li>
<li>Ter ajuste adequado: órteses mal adaptadas podem causar dores.</li>
<li>Realizar troca periódica: palmilhas perdem eficácia com o tempo.</li>
<li>Receber acompanhamento regular: ajustes podem ser necessários, especialmente para crianças e idosos.</li>
</ul>
<h2>Inovações tecnológicas para pés mais saudáveis</h2>
<p>O ortopedista lembra que a tecnologia tem revolucionado o desenvolvimento de órteses e próteses. Entre as principais inovações, ele ressalta:</p>
<ul>
<li><em>Órtese personalizada por impressão 3D</em>, que possibilita ajustes milimétricos.</li>
<li><em>Materiais de alta tecnologia</em>: carbono e polímeros garantem mais conforto e leveza.</li>
<li><em>Próteses biônicas</em>, que se ajustam aos movimentos do usuário.</li>
<li><em>Palmilhas inteligentes</em>, cujos sensores monitoram a pressão plantar em tempo real.</li>
</ul>
<p>Assim, tanto órtese quanto prótese têm papéis fundamentais na vida de quem precisa recorrer a alguma delas. Para garantir um bom resultado, é essencial ter indicação e acompanhamento médico, além de manter os cuidados necessários para o uso.</p>
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		<item>
		<title>O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-relacao-entre-arco-plantar-e-dor-no-joelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[arco plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O alinhamento dos pés influencia diretamente a postura e a distribuição do impacto ao caminhar. Quando há alterações no arco plantar &#8211; seja um pé muito plano ou muito curvado &#8211; , todo o equilíbrio do corpo pode ser afetado, sobrecarregando articulações como o joelho e até mesmo o quadril. Isso ocorre porque o arco<a href="https://www.baruel.com.br/a-relacao-entre-arco-plantar-e-dor-no-joelho/">Continue reading <span class="sr-only">"O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alinhamento dos pés influencia diretamente a postura e a distribuição do impacto ao caminhar. <strong>Quando há alterações no arco plantar &#8211; seja um pé muito plano ou muito curvado &#8211; , todo o equilíbrio do corpo pode ser afetado, sobrecarregando articulações como o joelho e até mesmo o quadril.</strong></p>
<p>Isso ocorre porque o arco plantar tem um papel importantíssimo na biomecânica do corpo. “Ele atua como um amortecedor natural, distribuindo o peso e absorvendo impactos ao longo dos membros inferiores. Quando esse equilíbrio é comprometido, os joelhos podem sentir”, adverte o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia.</p>
<p>Além disso, <strong>fatores como tipo de pisada, estrutura óssea e uso inadequado de calçados podem agravar esse quadro</strong>.</p>
<p>“Se o arco plantar estiver muito baixo ou muito alto, há uma sobrecarga desnecessária nas articulações, o que pode alterar o alinhamento dos joelhos e gerar impactos negativos na mobilidade. Essa condição pode, inclusive, levar a dores crônicas e problemas mais sérios ao longo do tempo”, explica o médico.</p>
<h2>Como o arco plantar afeta os joelhos</h2>
<p>O formato do arco dos pés pode impactar diretamente o alinhamento das pernas e gerar dores articulares.</p>
<ul>
<li><strong>Pé plano (arco plantar muito baixo):</strong> a condição faz com que o pé afunde mais do que o ideal, podendo levar a uma rotação interna das pernas e aumentar a pressão no joelho. Com o tempo, tende a causar um desalinhamento conhecido como joelho valgo – em “X”.</li>
<li><strong>Pé cavo (arco plantar muito alto):</strong> isso dificulta a absorção do impacto ao caminhar, sobrecarregando as articulações do joelho e levando a dores.</li>
</ul>
<p>Sendo assim, problemas na pisada podem causar lesões. Segundo o médico, um padrão de pisada inadequado pode provocar um desgaste anormal das estruturas do joelho, aumentando o risco de lesões. Entre os principais desvios biomecânicos, o especialista destaca:</p>
<ul>
<li><em>Pronação excessiva</em>: é quando o pé gira muito para dentro ao caminhar e acaba causando sobrecarga nos ligamentos e cartilagens do joelho;</li>
<li><em>Supinação</em>: quando o pé gira para fora, reduzindo a absorção de impacto e aumentando a pressão na articulação.</li>
</ul>
<p>“A longo prazo, essas alterações podem causar problemas mais sérios, como lesões ligamentares e até artrose no joelho”, alerta.</p>
<h2>O papel das palmilhas ortopédicas</h2>
<p>Para corrigir desalinhamentos e evitar dores no joelho, as palmilhas ortopédicas podem ser grandes aliadas. “<strong>Ajudam a estabilizar o arco plantar e redistribuir o peso do corpo, diminuindo a sobrecarga no joelho</strong>”, afirma Sérgio Costa.</p>
<p>Além das palmilhas, outras estratégias podem auxiliar na correção da pisada:</p>
<ul>
<li><strong>Exercícios de fortalecimento muscular</strong>, especialmente para panturrilha, quadríceps e isquiotibiais – três músculos localizados no posterior das coxas;</li>
<li><strong>Alongamentos específicos,</strong> que melhoram a flexibilidade e evitam sobrecarga nas articulações;</li>
<li><strong>Uso de calçados adequados</strong>, capazes de oferecer suporte ao arco plantar e amortecimento ao impacto;</li>
<li><strong>Manutenção do peso corporal</strong>, para evitar carga excessiva nas articulações.</li>
</ul>
<h2>Quando se preocupar com a pisada</h2>
<p>Mesmo sem dor aparente, o alinhamento da pisada deve ser avaliado como forma de prevenção. “Quem corrige o arco plantar precocemente pode evitar dores e lesões futuras”, explica o profissional.</p>
<p>Então, se houver desconforto ao caminhar ou na prática de atividades físicas, um especialista pode avaliar a pisada e indicar o melhor tratamento para manter o equilíbrio biomecânico do corpo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que os pés são tão importantes durante toda a vida?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-os-pes-sao-tao-importantes-durante-toda-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando  os pés são o assunto, logo o conceito de mobilidade vem à cabeça, já que são responsáveis por sustentar o peso do corpo, distribuir a pressão durante os movimentos, regular a temperatura, prevenir lesões e proporcionar equilíbrio. Obviamente, são essenciais durante toda a vida, sobretudo no que diz respeito à estabilidade e locomoção –<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-os-pes-sao-tao-importantes-durante-toda-a-vida/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que os pés são tão importantes durante toda a vida?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando  os pés são o assunto, logo o conceito de mobilidade vem à cabeça, já que são <strong>responsáveis por sustentar o peso do corpo, distribuir a pressão durante os movimentos, regular a temperatura, prevenir lesões e proporcionar equilíbrio.</strong> Obviamente, são essenciais durante toda a vida, sobretudo no que diz respeito à estabilidade e locomoção – seus papéis centrais.</p>
<p>Conforme explicam os ortopedistas João Pedro Rocha, Bárbara Lívia e Lucas Rodrigues, do Instituto Torus de Ortopedia Especializada, os <strong>pés têm uma função biomecânica indispensável</strong>. Isso porque garantem estabilidade e locomoção, permitindo que os indivíduos se desloquem com segurança e precisão. Além disso, absorvem impactos e ajudam a proteger outras estruturas do corpo, como joelhos e coluna.</p>
<p>Vale lembrar que a sensibilidade e a propriocepção (a percepção do corpo no espaço) são fundamentais para manter o equilíbrio. Sem esses mecanismos, tarefas simples, como subir escadas ou até ficar parado em pé, seriam muito mais desafiadoras.</p>
<h2>Do nascimento aos primeiros passos</h2>
<p>Já parou para pensar que o cuidado com os pés começa desde o nascimento? O teste do pezinho, realizado nos primeiros dias de vida, é essencial para detectar doenças genéticas e metabólicas, como a atrofia muscular espinhal (AME), que pode comprometer funções vitais &#8211; andar e respirar, por exemplo -, sendo até fatal.</p>
<p>A partir do momento que o bebê começa a dar os primeiros passos, os pés se tornam os grandes protagonistas. A fase é um marco no desenvolvimento motor, sendo que o controle postural, o equilíbrio e a força muscular determinam o momento certo para cada criança se movimentar, como ressaltam os especialistas.</p>
<p>O formato do pé também impacta a locomoção. Segundo a podóloga Fabiana Lopes, especializada em pés diabéticos, os três principais tipos são:</p>
<ul>
<li><strong>Pé normal</strong>: com curvatura equilibrada, que proporciona suporte adequado ao peso corporal;</li>
<li><strong>Pé chato</strong>: possui pouca ou nenhuma curvatura, levando ao maior contato com o solo, o que pode causar dores e cansaço;</li>
<li><strong>Pé cavo</strong>: apresenta um arco acentuado, reduzindo a área de apoio e aumentando o risco de lesões.</li>
</ul>
<p>“Identificar o tipo de pé é fundamental para escolher calçados adequados e prevenir problemas como fascite plantar e dores crônicas”, acrescenta a profissional.</p>
<h2>Ao longo da vida…</h2>
<p>Os ortopedistas lembram que, com o passar do tempo, os pés enfrentam diferentes desafios. Na vida adulta, por exemplo, calçados inadequados e falta de atenção à higiene podem levar a calosidades, unhas encravadas e micoses.</p>
<p>Já na terceira idade, doenças crônicas, como diabetes e osteoporose, tornam os cuidados ainda mais necessários. “O envelhecimento traz alterações na massa muscular, postura e equilíbrio. Isso aumenta o risco de quedas e compromete a mobilidade”, acrescenta a podóloga.</p>
<p>Para minimizar tais impactos, os médicos recomendam práticas simples, mas eficazes:</p>
<ul>
<li><strong>Praticar exercícios regulares</strong> para fortalecer músculos e melhorar a circulação;</li>
<li><strong>Usar sapatos confortáveis</strong>, a fim de evitar dores e ter suporte adequado;</li>
<li><strong>Realizar consultas regulares com ortopedistas e podólogos</strong>.</li>
</ul>
<h2>A velhice retoma a busca por autonomia</h2>
<p>Detalhe importante: apesar de os pés serem testados ao nascer e se tornarem protagonistas dos primeiros passos e bases essenciais durante toda a vida, eles podem sofrer implicações na senioridade.</p>
<p>Tanto que, durante essa fase, o objetivo principal costuma ser voltar a andar sem auxílio. “<strong>A saúde dos pés está diretamente ligada à independência do idoso.</strong> <strong>Manter os cuidados recomendados desde cedo faz toda a diferença</strong>”, aponta João Pedro.</p>
<p>Por isso, algumas recomendações simples, do dia a dia, merecem ser respeitadas e seguidas durante toda a vida:</p>
<ul>
<li><strong>Lave e seque bem os pés diariamente</strong>, especialmente entre os dedos;</li>
<li><strong>Use cremes hidratantes</strong> para evitar ressecamento;</li>
<li><strong>Corte as unhas corretamente</strong> e previna encravamentos;</li>
<li><strong>Evite andar descalço</strong> <strong>em local público</strong> e reduza o risco de micoses.</li>
</ul>
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