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	<title>Quer saber mais sobre pé torto? - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Quer saber mais sobre pé torto? - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Pé torto congênito: o que há por trás do problema com bebês</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-torto-congenito-em-bebes-e-metodo-ponseti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as principais malformações ortopédicas que acometem recém-nascidos, o pé torto congênito chama atenção por sua frequência e impacto funcional. A condição pode ser identificada logo nos primeiros minutos de vida e, embora não cause dor imediata, interfere diretamente na mobilidade da criança se não for tratada precocemente. Conforme explica o ortopedista Guilherme Henrique Porceban,<a href="https://www.baruel.com.br/pe-torto-congenito-em-bebes-e-metodo-ponseti/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé torto congênito: o que há por trás do problema com bebês"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem">Entre as principais malformações ortopédicas que acometem recém-nascidos,<strong> o pé torto congênito chama atenção por sua frequência e impacto funcional</strong>. A condição pode ser identificada logo nos <strong>primeiros minutos de vida e, embora não cause dor imediata, interfere diretamente na mobilidade da criança se não for tratada precocemente.</strong></span></p>
<p>Conforme explica o ortopedista Guilherme Henrique Porceban, o pé torto congênito é uma <strong>deformidade visível que faz com que o pé do bebê fique virado para dentro ou para baixo.</strong> “O calcanhar não aponta para o chão e os dedos não se voltam para cima, como em um pé em condição normal. Isso pode afetar um ou os dois pés e, quando não corrigido, compromete o desenvolvimento motor da criança”, explica.</p>
<p>O <strong>diagnóstico costuma ser feito ainda na maternidade</strong>, com base na observação clínica de pediatras ou ortopedistas. Em alguns casos, o problema pode ser identificado por meio de ultrassons durante a gestação, mas a confirmação definitiva ocorre mesmo após o nascimento do bebê.</p>
<h2>Possíveis causas</h2>
<p>A origem da condição ainda não é completamente conhecida, mas envolve uma combinação de fatores. Entre os principais, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Posição do bebê no útero;</strong></li>
<li><strong>Falta de espaço durante a gestação;</strong></li>
<li><strong>Predisposição genética</strong> &#8211; quando há histórico familiar, o risco de reincidência aumenta;</li>
<li><strong>Casos isolados,</strong> sem causa específica clara, também são comuns.</li>
</ul>
<h2>Tratamento: quanto antes, melhor</h2>
<p>As medidas terapêuticas devem começar o mais cedo possível, de preferência nas primeiras semanas de vida. Quanto mais prematuro for o início, melhores são os resultados. Isso porque os tecidos dos bebês são mais flexíveis, o que facilita a correção.</p>
<p>De acordo com o médico, o método mais utilizado atualmente é o de Ponseti, uma abordagem não cirúrgica que consiste em:</p>
<ul>
<li>Manipulações suaves do pé;</li>
<li>Trocas semanais de gesso para reposicionar a estrutura;</li>
<li>Uso de órteses para manter o alinhamento obtido.</li>
</ul>
<p>Em casos mais severos ou resistentes, pode ser necessária cirurgia para ajustar tendões, ossos ou ligamentos. O objetivo é sempre restaurar a forma e a funcionalidade do pé.</p>
<h2>Risco de recidiva</h2>
<p>Para o método de Ponseti, o tempo total de tratamento varia conforme a gravidade da deformidade. Em média:</p>
<ul>
<li>A fase de gessos dura de 4 a 8 semanas;</li>
<li>O uso de órteses pode se estender até os 4 ou 5 anos de idade, especialmente durante o dormir;</li>
<li>A maior parte da correção ocorre nos primeiros meses de vida.</li>
</ul>
<p>Contudo, é importante alertar que, mesmo após a correção, há risco de recidiva, sobretudo se as órteses forem abandonadas antes do tempo indicado. A fisioterapia pode ser uma ótima aliada, fortalecendo os músculos e mantendo a mobilidade. Além disso, a disciplina dos pais no acompanhamento faz toda a diferença”, acrescenta o ortopedista.</p>
<h2>Vida normal após o tratamento</h2>
<p><strong>Com o tratamento adequado, a criança pode levar uma vida ativa e sem restrições,</strong> o que inclui brincar, correr e praticar esportes como qualquer outra criança. Nesse sentido, Guilherme Henrique esclarece que “o pé corrigido funciona normalmente e, na maioria dos casos, não há dor nem limitação”.</p>
<p>O especialista reforça que o pé torto congênito é uma condição com alto índice de sucesso quando tratada corretamente e o mais cedo possível. “O método de Ponseti revolucionou o tratamento, tornando o processo mais simples e acessível. Antes, os casos mais graves exigiam cirurgias complexas”, lembra.</p>
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		<title>Os desvios mais comuns nos pés desde a infância</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/desvios-mais-comuns-nos-pes-desde-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
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		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância. Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do<a href="https://www.baruel.com.br/desvios-mais-comuns-nos-pes-desde-a-infancia/">Continue reading <span class="sr-only">"Os desvios mais comuns nos pés desde a infância"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, <strong>muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento</strong>. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância.</p>
<p>Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do pé e tornozelo da Kora Saúde, conta que algumas condições mais frequentes são o <strong>pé torto congênito, o pé plano valgo (ou chato), o pé aducto e o pé cavo</strong>. Embora algumas possam sumir com o crescimento, outras podem comprometer a mobilidade e requerem atenção especializada.</p>
<p>“Algumas dessas condições, como o pé plano ou aducto, tendem a melhorar com o desenvolvimento da criança. Já o pé torto congênito exige tratamento imediato para evitar sequelas”, exemplifica o médico.</p>
<h2>Entenda as principais condições</h2>
<p>A seguir, Bernardo Fonseca detalha os principais quadros:</p>
<ul>
<li><strong>Metatarso em adução</strong>: também chamado de metatarso varo, é um desvio em que a parte da frente do pé é voltada para dentro. Surge ao nascimento ou nos primeiros anos de vida. A causa é desconhecida, mas pode estar relacionada à posição no útero ou ao histórico familiar.</li>
<li><strong>Metatarso varo x adução</strong>: embora os termos sejam usados como sinônimos, há uma distinção técnica. O metatarso aduto é a adução do antepé (quando os dedos e a frente do pé apontam mais para dentro, como se &#8220;virassem&#8221; em direção ao pé oposto) isoladamente, enquanto o metatarso varo (quando a parte da frente do pé está virada para dentro em relação ao meio e calcanhar do pé) é mais raro e complexo, envolvendo também alteração no retropé (parte posterior do pé).</li>
<li><strong>Pé calcâneo-valgo</strong>: adquirido ao longo do crescimento, é caracterizado pela dorsiflexão acentuada (quando o pé se movimenta exageradamente para cima, em direção à canela) e eversão do retropé (movimento em que o calcanhar se inclina para fora, ou seja, afasta-se da linha média do corpo). Na maioria das vezes, é uma condição benigna, que regride espontaneamente.</li>
<li><strong>Pé chato (ou plano valgo)</strong>: quando flexível e indolor, é apenas uma variação anatômica e não exige tratamento. Casos rígidos ou dolorosos, no entanto, merecem investigação.</li>
</ul>
<p>Na infância, pediatra e ortopedista devem atuar em conjunto para fechar o diagnóstico e propor o melhor tratamento.</p>
<h2>Tratar ou esperar?</h2>
<p><strong>A maioria dos casos de pé chato e metatarso em adução melhora com o tempo. Porém, o pé torto congênito, entre outras situações, exige tratamento imediato, geralmente com gessos e órteses</strong>. “Nesse caso, a intervenção precoce é essencial para evitar complicações futuras”, orienta o especialista.</p>
<p>Já tratamentos como o <strong>uso de palmilhas</strong>, em geral, são reservados para casos com dor, principalmente em atividades físicas. “Elas não corrigem deformidades como o pé plano ou cavo, mas podem aliviar o desconforto”, esclarece o cirurgião de pé.</p>
<h2>Impactos do não tratamento</h2>
<p>Ainda que boa parte dos quadros possa se resolver durante o crescimento, quando não diagnosticados ou tratados corretamente, esses desvios podem gerar uma série de problemas. O ortopedista lista como possibilidades:</p>
<ul>
<li>Disfunções na marcha;</li>
<li>Sobrecarga em joelhos, quadris e coluna;</li>
<li>Dores crônicas e dificuldade para realizar atividades físicas.</li>
</ul>
<p>“A cirurgia só é indicada quando o tratamento conservador falha e a criança, adolescente ou adulto apresenta dor ou limitação funcional”, finaliza o médico.</p>
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