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	<title>pentear - Baruel</title>
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		<title>Choro para pentear o cabelo? Talvez a culpa não seja do pente</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/choro-para-pentear-o-cabelo-talvez-a-culpa-nao-seja-do-pente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Penteados e Produtos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento de pentear o cabelo das crianças nem sempre é tão agradável assim. Muitas vezes, o que era para ser um cuidado se torna um desafio, com direito a bastante choro e reclamações. Mas talvez a culpa não esteja no pente nem na escova. Aprender a fazer do jeito certo de desembaraçar os fios<a href="https://www.baruel.com.br/choro-para-pentear-o-cabelo-talvez-a-culpa-nao-seja-do-pente/">Continue reading <span class="sr-only">"Choro para pentear o cabelo? Talvez a culpa não seja do pente"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O momento de pentear o cabelo das crianças nem sempre é tão agradável assim. Muitas vezes, o<strong> que era para ser um cuidado se torna um desafio, com direito a bastante choro e reclamações.</strong> Mas talvez a culpa não esteja no pente nem na escova. <strong>Aprender a fazer do jeito certo de desembaraçar os fios importa muito.</strong></p>
<p>Quem concorda com isso é a auxiliar de escritório Thifany Araújo, mãe de uma menina de 4 anos. Pouco tempo atrás, os cuidados capilares pós-banho envolviam gritaria e, vez ou outra, até correria pela casa. Com o cabelo cheio e comprido, a filha reclamava que a escova puxava muito e aquilo lhe causava dor.</p>
<p>“Ela já começava a gritar quando eu pegava as coisas para pentear o cabelo. Muitas vezes, saía correndo e eu tinha que ir atrás. Como a gente estava sempre atrasada, parecia mais uma disputa entre nós duas do que um momento de cuidado”, lembra.</p>
<h2>Nem sempre o problema é o pente</h2>
<p>Segundo a cabeleireira Rô Freire, especialista em atendimento infantil no complexo de beleza Pelle Capelli, é muito comum ouvir dos pais que a criança “odeia pentear o cabelo”. No entanto, normalmente o problema não está no instrumento em si, mas na forma como ele é usado.</p>
<p>“<strong>Quando o desembaraço é feito com pressa, força ou sem preparo prévio dos fios, a experiência se torna desconfortável mesmo.</strong> Além disso, nem sempre o pente é a melhor opção, já que hoje existem escovas e acessórios desenvolvidos para diferentes tipos de cabelo e níveis de sensibilidade”, explica a profissional.</p>
<p><strong>Se o utensílio não é adequado ou o cabelo não está preparado, a criança pode associar o momento à dor e à tensão.</strong> Com o tempo, isso faz com que a resistência infantil apareça antes mesmo de o cuidado começar. Por outro lado, um toque mais delicado transmite segurança, enquanto a conversa durante o processo ajuda na distração.</p>
<h2>Pequenos ajustes fazem diferença</h2>
<p>De acordo com a cabeleireira, pequenas mudanças na rotina podem transformar completamente a experiência de pentear o cabelo da criança. A forma de desembaraçar os fios, o horário escolhido e até o tipo de instrumento utilizado influenciam diretamente no conforto durante o processo.</p>
<p>Por isso, ela recomenda:</p>
<ul>
<li>desembaraçar os fios ainda úmidos;</li>
<li>começar sempre pelas pontas e subir gradualmente até a raiz;</li>
<li>usar movimentos leves e contínuos para evitar puxões;</li>
<li>optar por pentes de dentes largos ou escovas próprias para cabelo infantil;</li>
<li>evitar pentear o cabelo totalmente seco ou começar diretamente pela raiz;</li>
<li>aplicar produtos que reduzam o atrito durante o desembaraço;</li>
</ul>
<p><strong>Além disso, cada tipo de cabelo pede uma abordagem diferente.</strong> Os lisos embaraçam menos, mas formam nós finos, enquanto os ondulados precisam de atenção no comprimento e funcionam melhor úmidos e com creme. Já os cacheados exigem produtos e pentes específicos. Para os crespos, hidratação e divisão em mechas são a melhor alternativa.</p>
<h2>Quando o cuidado vira conexão</h2>
<p>Para a especialista Rô Freire, criar uma rotina tranquila e previsível é a chave para transformar o momento do penteado em algo mais leve. Embora isso pareça difícil, ela recomenda algumas estratégias que ajudam muito no processo:</p>
<ul>
<li>escolher horários em que a criança não esteja com sono ou fome;</li>
<li>conversar e explicar o que está sendo feito;</li>
<li>tornar o momento algo lúdico e tranquilo;</li>
<li>permitir que a criança participe da escolha do penteado;</li>
<li>elogiar o cabelo do pequeno;</li>
<li>colocar uma música ou permitir que ela assista a algo durante o processo.</li>
</ul>
<p>Na casa de Thifany, pequenas mudanças na rotina realmente fizeram diferença. “Comecei a comprar produtinhos de cabelo de criança e a gente faz tipo um ‘spa’ juntas. Também passei a lavar o cabelo dela à noite para já estar mais arrumado de manhã. Vamos conversando, escolhendo o penteado e ela se distrai”, compartilha.</p>
<p>Mesmo assim, ainda há dias de dificuldade e isso é totalmente normal. <strong>O importante é adotar medidas que tornem o momento mais tranquilo e respeitar as emoções da criança.</strong></p>
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		<title>Minha filha sempre chora ao pentear o cabelo: o que fazer?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/minha-filha-sempre-chora-ao-pentear-o-cabelo-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Rotina de Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pentear o cabelo deveria ser parte simples da rotina, mas pode virar um cenário de choro e tensão. Muitas famílias relatam resistência diária, principalmente em crianças pequenas, que reclamam de dor ou simplesmente se recusam a colaborar. Identificar o motivo dessa reação e aprender a lidar com ela é fundamental. “Existe uma cultura de que<a href="https://www.baruel.com.br/minha-filha-sempre-chora-ao-pentear-o-cabelo-o-que-fazer/">Continue reading <span class="sr-only">"Minha filha sempre chora ao pentear o cabelo: o que fazer?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pentear o cabelo deveria ser parte simples da rotina, mas pode virar um cenário de choro e tensão.</strong> Muitas famílias relatam resistência diária, principalmente em crianças pequenas, que reclamam de dor ou simplesmente se recusam a colaborar. Identificar o motivo dessa reação e aprender a lidar com ela é fundamental.</p>
<p>“Existe uma cultura de que ‘dói, mas tem que doer’. Só que a criança pode ser mais sensível e não consegue expressar isso em palavras. <strong>Quando o adulto acolhe e cria um momento seguro, o contexto muda</strong>”, explica a psicóloga Priscila Evangelista, especialista em saúde da família e atendimento a mulheres.</p>
<p><strong>Ela ainda esclarece que nem sempre o estresse é apenas pela dor física.</strong> Embora algumas crianças realmente apresentem maior sensibilidade no couro cabeludo, outras já criaram expectativas sobre como o próprio cabelo “deveria” ser. Assim, fatores familiares, externos e até culturais também acabam influenciando.</p>
<h2>Quando o problema é técnico</h2>
<p><strong>Do ponto de vista do cuidado capilar, o choro costuma ter causas bastante objetivas</strong>. O cabeleireiro Maycon Peterson, instrutor do Instituto Embelleze de Santana, destaca alguns motivos comuns:</p>
<ul>
<li>O <strong>cabelo infantil embaraça com facilidade</strong>, porque os fios são mais finos e frágeis, aumentando o atrito.</li>
<li>A <strong>ausência de condicionador, a presença de resíduos de shampoo e o hábito de pentear a seco agravam o problema.</strong></li>
<li><strong>Começar o desembaraço</strong> pela raiz ou tentar desfazer o nó com força só piora.</li>
<li><strong>Escovas rígidas e pentes de dentes muito finos não são adequados</strong> para fios infantis, sobretudo os cacheados ou mais longos.</li>
</ul>
<p>O profissional alerta para a <strong>tração excessiva nos fios e no couro cabeludo</strong>, capaz de gerar dor imediatamente. Para evitar, a dica é nunca começar pela raiz: inicie pelas pontas e avance aos poucos, até chegar no topo. Trabalhar com o cabelo úmido e produtos específicos facilita bastante e reduz o desconforto.</p>
<h2>A rotina que evita nós</h2>
<p>Já para o <em>hairstylist</em> Alcimar Ramos, do Jacques Janine Center Norte, o <strong>segredo está na prevenção</strong>. Quanto melhor for o preparo do fio, menor será o desconforto depois. Uma rotina simples, mas constante, transforma completamente o momento de pentear.</p>
<p>A sequência começa ainda no banho e o profissional recomenda:</p>
<ul>
<li>usar <strong>shampoo suave</strong> e aplicar condicionador sempre que possível;</li>
<li><strong>desembaraçar delicadamente</strong> com os dedos durante o enxágue;</li>
<li><strong>retirar o excesso de água</strong> sem esfregar a toalha;</li>
<li>aplicar <strong>leave-in ou spray desembaraçante</strong> adequado ao tipo de cabelo;</li>
<li>dividir em <strong>mechas</strong> e pentear das <strong>pontas para a raiz</strong>, com calma.</li>
</ul>
<p>“Pentes de dentes largos e escovas flexíveis ajudam muito porque acompanham o movimento do fio e não puxam com tanta força. Pequenos ajustes na rotina já são suficientes para transformar esse momento”, afirma o cabeleireiro.</p>
<h2>Cuidado também é vínculo</h2>
<p>Mesmo com as técnicas corretas, o comportamento do adulto ainda faz diferença. A psicóloga Priscila Evangelista reforça que <strong>o modo como o cuidado é conduzido pode evitar que o ato vire uma disputa de poder.</strong> <strong>Frases duras, pressa excessiva e a ideia de obrigação tendem a aumentar a resistência.</strong></p>
<p>O que pais, cuidadores ou responsáveis podem fazer:</p>
<ul>
<li>incluir a criança no processo;</li>
<li>permitir a escolha do penteado, acessório ou finalização;</li>
<li>ensinar que pentear o cabelo é autocuidado, assim como tomar banho;</li>
<li>orientar sobre respeito à textura e formato dos fios.</li>
</ul>
<p>“Não ensinamos no grito, nem no caos, mas no acolhimento. Cabe ao adulto organizar o momento e mostrar que cuidar do cabelo não precisa ser sofrimento. Quando existe escuta e respeito, o cuidado deixa de ser trauma e vira conexão”, ensina a especialista.</p>
<p>Mas atenção: se o choro for intenso, recorrente e não melhorar com ajustes na técnica e acolhimento, é indicado buscar avaliação profissional para investigar uma sensibilidade sensorial mais acentuada.</p>
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