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	<title>Tudo sobre prevenção - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre prevenção - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mau odor nos pés, conhecido popularmente como chulé, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma combinação de fatores. Conforme explica a dermatologista<a href="https://www.baruel.com.br/chule-por-que-alguns-pes-cheiram-mais-do-que-outros/">Continue reading <span class="sr-only">"Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mau odor nos pés</strong>, conhecido popularmente como <strong>chulé</strong>, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma <strong>combinação de fatores</strong>.</p>
<p>Conforme explica a dermatologista Adriana Brito, do dr.Consulta, o cheiro, também chamado de bromidrose plantar, é uma <strong>consequência do arranjo que envolve suor, bactérias e o ambiente em que os pés ficam ao longo do dia.</strong></p>
<p>“O chulé é causado pela ação de bactérias que vivem naturalmente na pele. <strong>O suor dos pés não tem cheiro, mas, quando se mistura com células mortas e queratina, essas bactérias liberam substâncias como o ácido isovalérico, responsável pelo odor característico</strong>”, observa a médica.</p>
<h2>Por que uns mais e outros menos</h2>
<p>Nem todo mundo sofre com o problema na mesma intensidade. Isso acontece porque o chulé não depende apenas dos hábitos, mas também de <strong>fatores biológicos e individuais</strong>, ou seja, muda de pessoa para pessoa.</p>
<p>Segundo a especialista, há uma predisposição que envolve <strong>genética, alterações hormonais e condições</strong> como hiperidrose, que causa suor excessivo. Além disso, fatores como <strong>obesidade, diabetes e até o tabagismo</strong> podem aumentar o risco.</p>
<p>Vale desmistificar que nem sempre quem transpira mais terá odor mais forte. A intensidade depende mesmo é da combinação entre suor, bactérias e umidade retida, e não apenas da quantidade de suor. Afinal, a composição da microbiota da pele também varia individualmente.</p>
<h2>O que favorece o chulé</h2>
<p>Alguns fatores do dia a dia criam o ambiente ideal para a proliferação de bactérias e intensificam o odor. Entre os principais, estão:</p>
<ul>
<li>uso prolongado de <strong>sapatos fechados ou sintéticos</strong>;</li>
<li><strong>meias de náilon ou poliéster</strong>, que não absorvem a umidade;</li>
<li><strong>não secar bem os pés,</strong> sobretudo entre os dedos;</li>
<li><strong>uso repetido do mesmo calçado</strong>, sem tempo para ventilação;</li>
<li><strong>consumo de alimentos</strong> como alho, cebola e curry;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos que alteram o suor</strong>.</li>
</ul>
<p>A dermatologista Adriana Brito reforça que o tipo de calçado também tem papel central no desenvolvimento (ou não) do chulé. Sapatos muito fechados, como tênis e botas ou de material sintético, tendem a reter o calor e a umidade, funcionando como uma “incubadora” para os fungos e bactérias.</p>
<h2>Sinais de alerta e tratamento</h2>
<p>Embora seja comum, o chulé pode, em alguns casos, estar associado a problemas dermatológicos. É recomendado investigar se, ao mesmo tempo, houver outros sintomas como:</p>
<ul>
<li><strong>coceira</strong>;</li>
<li><strong>vermelhidão;</strong></li>
<li><strong>descamação;</strong></li>
<li><strong>fissuras;</strong></li>
<li><strong>bolhas;</strong></li>
<li><strong>maceração da pele.</strong></li>
</ul>
<p>“Quando o odor vem acompanhado de alterações na pele pode haver infecção fúngica ou bacteriana associada”, alerta a médica. Nesses casos, apenas o dermatologista pode diagnosticar a condição e orientar o melhor tratamento.</p>
<p>No entanto, se a queixa for só o mau odor, hábitos simples costumam resolver: boa higiene, secar os pés, investir em meias adequadas e alternar os calçados. Se isso não for suficiente, o especialista pode receitar antitranspirantes, medicamentos ou até botox para reduzir o suor.</p>
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		<title>Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar. Para driblar esses desconfortos, conte com os alongamentos. O ortopedista Paulo<a href="https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/">Continue reading <span class="sr-only">"Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. <strong>Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar.</strong> Para driblar esses desconfortos, conte com os <strong>alongamentos</strong>.</p>
<p>O ortopedista Paulo Roberto Dias, embaixador da ISMST no Brasil, explica que a <strong>posição sentada prolongada favorece dores musculares por diferentes mecanismos, como: a flexão exagerada dos joelhos, que pode gerar encurtamento; e a compressão do nervo ciático, capaz de provocar dor e formigamento nas pernas e nos pés</strong>.</p>
<p>“O paciente que permanece sentado por muitas horas também pode apresentar dificuldade no retorno venoso, especialmente quem já tem insuficiência venosa, com atenção às varizes”, alerta o médico.</p>
<h2>Músculos que mais sofrem</h2>
<p>Segundo o especialista, alguns grupos musculares são mais afetados pela rotina sedentária e <strong>merecem atenção especial no alongamento</strong>. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>flexores do quadril;</li>
<li>panturrilhas;</li>
<li>músculos isquiotibiais (parte posterior da coxa);</li>
<li>piriforme (região glútea);</li>
<li>glúteos.</li>
</ul>
<p>O profissional reforça que a <strong>panturrilha é conhecida como o “segundo coração” do corpo</strong>, pois <strong>auxilia no retorno do sangue venoso</strong>. Por isso, manter esses músculos ativos e alongados é fundamental para reduzir os efeitos negativos do sedentarismo.</p>
<h2>Alongamento é saúde</h2>
<p>A <strong>falta de movimento ao longo do dia compromete a mobilidade e reduz a flexibilidade da coluna e dos membros inferiores</strong>. Muitas vezes, a restrição de movimento aparece antes mesmo da dor mais intensa surgir, já como um sinal de alerta do corpo.</p>
<p>Para o ortopedista Paulo Roberto Dias, essa <strong>fase de travas já pede alongamentos para evitar que o desconforto evolua</strong>. Alguns exercícios simples podem ser feitos no próprio ambiente de trabalho:</p>
<p><strong>Alongamento do quadril</strong></p>
<ul>
<li>Em pé ou sentado, leve um dos joelhos em direção ao peito ou cruze uma perna sobre a outra e incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento da panturrilha </strong></p>
<ul>
<li>Em pé, apoie as mãos na parede, estique uma perna para trás e pressione o calcanhar contra o chão.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos isquiotibiais</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, estenda uma das pernas, mantenha a coluna reta (sem curvar as costas) e incline o tronco em direção ao pé.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento do piriforme ou região glútea</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, cruze uma perna sobre a outra, apoiando o tornozelo no joelho oposto. Incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos glúteos</strong></p>
<ul>
<li>Sentado ou até deitado, abrace um dos joelhos em direção ao peito e mantenha a posição por alguns segundos.</li>
</ul>
<p>A recomendação é fazer esses exercícios <strong>diariamente, durante pausas de 10 minutos, a cada duas ou três horas de trabalho sentado contínuo</strong>. Não adianta concentrar tudo no fim do dia ou apenas no final da semana, viu?</p>
<h2>Cuidados importantes</h2>
<p>O médico lembra que se <strong>alongar é ótimo, mas exagerar na intensidade pode surtir o efeito contrário e piorar o quadro</strong>. Isso porque os <strong>alongamentos muito forçados, sobretudo em quem não está condicionado, tendem a gerar mais dor e desconforto do que benefícios.</strong></p>
<p>Caso a dor persista, mesmo a pessoa se alongando, é fundamental buscar avaliação médica com um ortopedista para investigar possíveis condições que exijam tratamentos mais específicos.</p>
<p>Por fim, vale ainda ficar de olho na rotina. “Estudos científicos já associam o trabalho sentado ao aumento do risco de cardiopatias, obesidade, diabetes tipo 2 e trombose venosa profunda (TVP), o que reforça a importância do movimento diário”, alerta o especialista Paulo Roberto.</p>
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		<title>Meias certas ajudam a prevenir tendinites. Entenda</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meias-certas-ajudam-a-prevenir-tendinites-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tendinite]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[meias]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tendinite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou que as meias podem ter um papel importante nos casos de tendinite? A condição costuma surgir a partir de microlesões repetitivas nos tendões, e esses itens de vestuário, aparentemente simples, ajudam a reduzir fatores de risco para o quadro. O fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva garante que a meia não é apenas um<a href="https://www.baruel.com.br/meias-certas-ajudam-a-prevenir-tendinites-entenda/">Continue reading <span class="sr-only">"Meias certas ajudam a prevenir tendinites. Entenda"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou que as <strong>meias podem ter um papel importante nos casos de tendinite</strong>? A condição costuma surgir a partir de microlesões repetitivas nos tendões, e esses itens de vestuário, aparentemente simples, <strong>ajudam a reduzir fatores de risco para o quadro</strong>.</p>
<p>O fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva garante que a meia não é apenas um acessório de conforto, já que <strong>influencia diretamente o pé dentro do calçado</strong>. Por isso, <strong>meias adequadas ajudam a controlar fatores biomecânicos, como atrito e estabilidade, aspectos importantes para o surgimento da doença</strong>.</p>
<p>“A meia pode contribuir com a prevenção da tendinite, sobretudo em conjunto com o calçado certo, treino adequado e outros cuidados com o corpo”, afirma o profissional.</p>
<h2>Tecido e ajuste fazem diferença</h2>
<p>O tipo de material interfere diretamente no desempenho do pé dentro do tênis. Entre os principais tecidos usados na confecção das meias estão:</p>
<ul>
<li><strong>Algodão puro</strong>: absorve o suor, permanece úmido e aumenta o atrito entre o pé e o calçado, gerando bolhas, irritações e microtraumas nos tendões.</li>
<li><strong>Poliéster</strong>: permite que o suor evapore com mais facilidade, diminuindo a fricção e mantendo o pé mais seco e estável.</li>
</ul>
<p>Segundo Eduardo, a diferença é relevante tanto em treinos quanto em competições, especialmente quando há impacto repetitivo. Além disso, o tamanho da meia deve ser o ideal, pois interfere na biomecânica:</p>
<ul>
<li><strong>Meias apertadas</strong>: comprimem os dedos e o calcanhar, alteram a forma como o pé se movimenta e aumentam a tensão nos tendões;</li>
<li><strong>Meias largas</strong>: podem dobrar dentro do tênis e causar atrito e instabilidade, favorecendo cargas irregulares e dor.</li>
</ul>
<h2>Quando escolher cada modelo</h2>
<p>O fisioterapeuta ressalta que a escolha do formato deve estar alinhada ao tipo de treino e ao calçado utilizado. Cada opção tem uma indicação específica:</p>
<ul>
<li><strong>Meia de cano curto</strong>: oferece mais liberdade e menos suporte, ideal para treinos leves;</li>
<li><strong>Meia de cano médio ou alto</strong>: indicada para corrida, futebol ou trekking por gerar maior proteção na região do tornozelo e na parte superior do tênis, aumentando a estabilidade;</li>
<li><strong>Meia compressiva</strong>: pode melhorar a circulação, reduzir a vibração muscular e aumentar a percepção de estabilidade do pé, auxiliando na recuperação e na performance.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há também diferenças entre meias comuns e esportivas. Enquanto as <strong>comuns apenas cobrem o pé, as esportivas têm áreas de amortecimento, ventilação e ajuste anatômico</strong>. “Elas reduzem a fricção e ajudam o pé a trabalhar de forma mais estável, resultando em menor risco de microtraumas e sobrecarga nos tendões”, afirma o especialista.</p>
<h2>Dicas de quem entende</h2>
<p>Vale lembrar que a escolha da meia torna-se especialmente relevante em atividades com impacto repetitivo ou mudanças rápidas de direção, como corridas, trilhas, futebol, basquete e tênis, além de crossfit e treinos de musculação intensa com saltos.</p>
<p>Na hora da compra, o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva sugere priorizar as seguintes características:</p>
<ul>
<li><strong>Respirabilidade</strong>, para manter o pé seco.</li>
<li><strong>Ajuste anatômico</strong>, que evita dobras e apertos.</li>
<li><strong>Compressão adequada</strong>, porque melhora a estabilidade e circulação.</li>
<li><strong>Amortecimento</strong> localizado, protegendo calcanhar e antepé.</li>
<li><strong>Costuras planas</strong>, que reduzem atrito e bolhas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda assim, trocar apenas a meia não resolve a tendinite. É fundamental avaliar o calçado, observar a carga de treino e, se necessário, investigar possíveis alterações biomecânicas no pé ou no tornozelo, que podem exigir avaliação profissional.</p>
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		<item>
		<title>Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o joanete está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo. Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de hallux valgus<a href="https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/">Continue reading <span class="sr-only">"Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o <strong>joanete</strong> está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, <strong>além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo.</strong></p>
<p>Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de <strong><em>hallux valgus</em> – altera a base de apoio do pé</strong>. Como o dedão é essencial para a propulsão ao caminhar, seu desalinhamento interfere diretamente na estabilidade e pode levar a quedas.</p>
<p>“O dedão suporta grande parte do peso durante a marcha. Quando ele está desalinhado, o corpo precisa se ajustar e isso pode afetar tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico”, detalha o profissional.</p>
<h2>Joanete altera a marcha</h2>
<p>Se o <em>hálux</em> se inclina em direção aos outros dedos, a <strong>distribuição do peso muda</strong>. Em vez de o dedão cumprir seu papel na propulsão, ocorre sobrecarga na lateral do pé, redução da eficiência do movimento e alteração do centro de pressão, fator crucial para se manter equilibrado.</p>
<p>É aí que o problema começa: para continuar andando, muitas pessoas desenvolvem <strong>compensações naturais</strong>, como apoiar mais a parte externa do pé, girar o pé para fora e dar passos mais curtos. Essas <strong>adaptações ajudam a reduzir a dor, mas modificam a biomecânica e aumentam o risco de sobrecarga nos tornozelos, joelhos e quadris.</strong></p>
<p>Segundo o fisioterapeuta, quanto mais severo for o desalinhamento, maior será o impacto na marcha. Idosos, pessoas com dor intensa ou rigidez no dedão e quem caminha em pisos irregulares ou escorregadios tendem a apresentar maior risco de instabilidade e quedas.</p>
<h2>Quando o equilíbrio falha</h2>
<p>A aposentada Marlene Carvalho, 66 anos, convive com o joanete há mais de uma década. No início, a alteração era apenas estética e incomodava principalmente ao usar determinados sapatos. Com o tempo, a dor começou a interferir na forma de andar.</p>
<p>“Eu pisava mais para o lado para fugir da dor. Fui andando assim na calçada e senti que o pé não firmou. Foi muito rápido, perdi o equilíbrio. Caí de lado e machuquei o joelho e o ombro”, relata.</p>
<p>Ela conta que já percebia sinais de instabilidade antes do episódio. Por vezes, o pé dava uma “balançada” e os tropeços se tornaram mais frequentes no dia a dia. Hoje, Marlene evita saltinhos, aposta em solados mais seguros e redobra a atenção na rua.</p>
<h2>Como reduzir o risco de quedas</h2>
<p>O fisioterapeuta Eduardo Saraiva destaca que o impacto no equilíbrio tende a ser mais significativo quando o joanete está em grau moderado a severo, com inclinação acentuada do dedão, dor constante, rigidez e perda de mobilidade.</p>
<p>Para reduzir o risco de instabilidade e quedas, as principais medidas incluem:</p>
<p><strong>Exercícios e fisioterapia</strong></p>
<ul>
<li>fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé;</li>
<li>treino de equilíbrio unipodal;</li>
<li>exercícios de mobilidade do dedão para melhorar a propulsão.</li>
</ul>
<p><strong>Calçados adequados</strong></p>
<ul>
<li>modelos mais largos, com espaço suficiente para o dedão;</li>
<li>solado estável;</li>
<li>evitar saltos altos ou calçados rígidos.</li>
</ul>
<p><strong>Órteses e acompanhamento</strong></p>
<ul>
<li>uso de separadores de dedos;</li>
<li>palmilhas para redistribuir a pressão plantar;</li>
<li>avaliação fisioterapêutica da marcha e correção de compensações com plano individual de prevenção de quedas.</li>
</ul>
<p>“Uma boa estratégia é combinar exercícios, calçado adequado e órtese. Essa é a forma mais eficaz de manter a estabilidade e reduzir a dor”, orienta o especialista.</p>
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		<title>Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/corte-errado-e-o-vilao-da-unha-encravada-mitos-e-verdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. Dor, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo. Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado?<a href="https://www.baruel.com.br/corte-errado-e-o-vilao-da-unha-encravada-mitos-e-verdades/">Continue reading <span class="sr-only">"Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. D<strong>or, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo.</strong> Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado?</p>
<p>Para a podóloga Deise Ferraz, o corte inadequado realmente pesa no encravamento, mas não é o único fator envolvido. <strong>Há questões genéticas, tipo de calçado e até traumas repetidos que também influenciam no quadro.</strong></p>
<p>“Cortar de modo incorreto é, sim, uma das causas da onicocriptose, principalmente quando a pessoa tira demais ou cava os cantinhos. Ainda assim, não dá para colocar toda a culpa só no cortador”, afirma a profissional.</p>
<h2>5 mitos e verdades sobre unha encravada</h2>
<p>A seguir, a podóloga desvenda os principais mitos e verdades, do corte à unha encravada.</p>
<p><strong>1) Cavar os cantos ajuda a “limpar” a unha?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Esse é o grande erro. Ao cavar os cantinhos – e cortar a unha rente à carne – a pessoa abre espaço para a unha crescer para dentro da pele, o que favorece o encravamento.</p>
<p><strong>2) O corte reto evita unha encravada?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> O corte reto é o mais indicado na maioria dos casos, sempre mantendo os cantos levemente aparentes. Porém, vale uma ressalva: cada unha tem seu formato, então não existe uma regra totalmente universal.</p>
<p><strong>3) Só um corte errado causa unha encravada?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Sapatos apertados, especialmente de bico fino ou tênis muito justos, traumas e hábitos repetidos, unhas naturalmente mais curvadas, fatores genéticos e até transpiração excessiva (o que deixa a pele mais sensível) também contribuem para o quadro.</p>
<p><strong>4) “Cutucar” em casa piora a unha encravada?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> Mexer com palito ou alicate tende a piorar a inflamação, causar sangramento e até infecção com pus. O que era simples pode se transformar em um problemão.</p>
<p><strong>5) Cortar a unha muito arredondada evita que ela encrave?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Deixar um formato muito arredondado facilita que os cantos cresçam para dentro da pele. A unha não deve ser uma “lua cheia”. A regra é que os cantos precisam aparecer levemente.</p>
<h2>Quando é hora de procurar ajuda</h2>
<p>Segundo a podóloga Deise Ferraz, a unha encravada deve sempre ser resolvida por um profissional. Porém, alguns sinais de alerta reforçam a gravidade do caso:</p>
<ul>
<li><strong>dor</strong> intensa ao encostar;</li>
<li><strong>inchaço</strong> importante;</li>
<li><strong>vermelhidão</strong>;</li>
<li><strong>febre</strong> local;</li>
<li><strong>secreção</strong>;</li>
<li>formação de <strong>granuloma</strong> (“bolinha de carne”);</li>
<li><strong>pus</strong>, cheiro forte ou dor latejante (que pulsa) indicam infecção instalada.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>pessoas com diabetes</strong> não devem esperar o quadro piorar para buscar avaliação. Quanto antes o atendimento especializado acontece, menores são as chances desse grupo ter complicações.</p>
<p>“Para prevenir novas crises, mantenha o corte reto, evite sapatos apertados, higienize e seque bem os pés, e tenha acompanhamento regular com o podólogo”, resume Deise.</p>
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		<title>Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/bolhas-nos-pes-por-que-algumas-pessoas-tem-e-outras-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bolha]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato novo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que há quem coloque um sapato novo e, em poucas horas, começa a reclamar de bolhas nos pés, enquanto outras pessoas parecem nunca sofrer com isso? A formação dessas lesões não acontece por azar, nem por acaso: está diretamente ligada a fatores mecânicos e características individuais da pele. O surgimento das bolhas depende<a href="https://www.baruel.com.br/bolhas-nos-pes-por-que-algumas-pessoas-tem-e-outras-nao/">Continue reading <span class="sr-only">"Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem;">Já reparou que há quem coloque um sapato novo e, em poucas horas, começa a reclamar de <strong>bolhas nos pés</strong>, enquanto outras pessoas parecem nunca sofrer com isso? <strong>A formação dessas lesões não acontece por azar, nem por acaso: está diretamente ligada a fatores mecânicos e características individuais da pele.</strong></span></p>
<p>O <strong>surgimento das bolhas depende basicamente de três elementos: atrito, umidade e resistência da pele,</strong> conforme esclarece a dermatologista Isabela Pitta. Assim, pessoas com a pele mais sensível ao trauma mecânico, suam mais ou utilizam calçados inadequados (que aumentam a fricção em pontos específicos) costumam ser as principais “vítimas”.</p>
<p>“Além disso, o <strong>condicionamento da pele influencia</strong>. Quem já tem áreas mais acostumadas ao atrito tende a formar menos bolhas do que alguém que está começando uma atividade nova, como corrida ou trilha”, avalia a especialista.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>As características da pele fazem diferença na predisposição às bolhas e aumentam o risco de lesão:</p>
<ul>
<li>Pele muito fina pode romper com mais facilidade.</li>
<li>Pele muito espessa tende a formar bolhas mais profundas.</li>
<li>Pele excessivamente ressecada racha com frequência.</li>
<li>Pele muito úmida é mais frágil.</li>
<li>Menor elasticidade cutânea favorece microtraumas.</li>
</ul>
<p>O suor excessivo também tem papel relevante. Segundo a médica, a hiperidrose plantar aumenta a umidade, amolece a camada superficial da pele e facilita o deslizamento entre as camadas da epiderme. Esse “descolamento interno” é justamente o que leva ao acúmulo de líquido e à formação da bolha.</p>
<h2>A influência da biomecânica</h2>
<p>Nem sempre a culpa é da pele. Alterações na pisada e no formato do pé igualmente podem ser os culpados por concentrar pressão e fricção sempre nos mesmos pontos. Por isso, há quem desenvolva bolhas repetidamente na mesma região.</p>
<p>Entre as condições que favorecem esse padrão estão:</p>
<ul>
<li>Pé plano ou muito cavado.</li>
<li>Pisada pronada ou supinada.</li>
<li>Joanetes.</li>
<li>Dedos em garra.</li>
</ul>
<p>“Quando há atrito repetido, acontece um movimento de cisalhamento entre as camadas da pele, ou seja, há um descolamento de camadas da epiderme, criando-se um espaço entre elas. O organismo preenche esse espaço com líquido como forma de proteção”, explica a dermatologista Isabela Pitta.</p>
<p>A bolha, portanto, é uma resposta defensiva do corpo para evitar que o dano avance e não deve ser estourada por conta própria.</p>
<h2>Prevenção e acompanhamento</h2>
<p>O <strong>estilo de vida</strong> é mais um fator de influência quando o assunto são as bolhas. Assim, <strong>sedentários tendem a formar bolhas quando iniciam atividade física repentinamente, enquanto indivíduos ativos desenvolvem resistência ao atrito, mas podem ter lesões no aumento da intensidade, ao trocar o tênis ou praticar esportes de longa duração.</strong></p>
<p>No dia a dia, investir em prevenção é bastante eficaz.</p>
<p><strong>Evite:</strong></p>
<ul>
<li>Usar calçados apertados ou largos demais.</li>
<li>Estrear sapatos por longos períodos.</li>
<li>Optar por meias de algodão, que retêm umidade.</li>
<li>Manter os pés suados por muitas horas.</li>
<li>Cortar as unhas de forma inadequada, o que pode alterar o apoio do pé.</li>
</ul>
<p><strong>Prefira</strong>:</p>
<ul>
<li>Escolher o tamanho correto do calçado.</li>
<li>Utilizar meias esportivas com tecnologia de absorção.</li>
<li>Hidratar a pele, mas sem exagero.</li>
<li>Amaciar sapatos novos antes do uso prolongado.</li>
<li>Utilizar talco ou produtos específicos para controle do suor, quando indicado.</li>
</ul>
<p>A especialista orienta <strong>procurar um dermatologista</strong> se houver <strong>bolhas frequentes, lesões muito dolorosas, demora na cicatrização (atenção, diabéticos!) ou presença de bolhas em outras partes do corpo, sobretudo com coceira ou descamação.</strong></p>
<p>Nesses casos, vale investigar micoses, dermatites de contato ou doenças bolhosas autoimunes.</p>
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		<title>A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-verruga-plantar-pode-estar-na-sua-casa-e-voce-nem-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Verruga Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[olho de peixe]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ser normalmente associada a piscinas e vestiários, a verruga plantar pode ser transmitida e adquirida dentro da sua própria casa, sabia? Isso porque ambientes úmidos como o banheiro e itens pessoais compartilhados criam condições perfeitas para o contágio, mesmo que os moradores nem percebam. “A verruga plantar é causada por tipos cutâneos do<a href="https://www.baruel.com.br/a-verruga-plantar-pode-estar-na-sua-casa-e-voce-nem-imagina/">Continue reading <span class="sr-only">"A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ser normalmente associada a piscinas e vestiários, a <strong>verruga plantar pode ser transmitida e adquirida dentro da sua própria casa</strong>, sabia? Isso porque <strong>ambientes úmidos como o banheiro e itens pessoais compartilhados criam condições perfeitas para o contágio</strong>, mesmo que os moradores nem percebam.</p>
<p>“A verruga plantar é causada por tipos cutâneos do <em>Papilomavírus Humano</em> (HPV). A <strong>infecção pode ocorrer por contato direto, pele com pele, ou de forma indireta, por meio de superfícies e objetos contaminados</strong>”, explica o dermatologista Joaquim Xavier, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.</p>
<p>Segundo o médico, o <strong>vírus penetra pela pele, por meio de microtraumas, ou seja, pequenas fissuras</strong>. “Há relatos na literatura de persistência por horas e possivelmente dias em superfícies domésticas, especialmente em ambientes úmidos”, acrescenta.</p>
<h2>Uma casa, muitos riscos</h2>
<p>Nem sempre a pessoa sabe que tem a verruga plantar, popularmente conhecida como olho de peixe. <strong>Compartilhar toalhas, meias, chinelos, alicates e lixas amplia a probabilidade de contágio, principalmente quando as lesões estão abertas ou a pele está macerada</strong>. Lavar os itens reduz a carga viral, assim como higienizar pisos e superfícies dos cômodos.</p>
<p>Falando em ambientes, os que mais favorecem a transmissão são:</p>
<ul>
<li>banheiros;</li>
<li>pisos de box;</li>
<li>tapetes e capachos de banheiro;</li>
<li>pisos molhados onde se anda descalço.</li>
</ul>
<p>O dermatologista Joaquim Xavier reforça que <strong>três mecanismos principais explicam esse risco</strong>:</p>
<p>1. a <strong>umidade e a temperatura</strong> moderada enfraquecem a barreira cutânea;<br />
2. o contato descalço aumenta a exposição a <strong>superfícies contaminadas</strong>;<br />
3. os tecidos úmidos retêm <strong>partículas virais e células infectadas</strong> por tempo suficiente para transmitir a outra pessoa.</p>
<h2>Como identificar e interromper a transmissão</h2>
<p>A podóloga Deise Ferraz conta que é mais comum do que se imagina atender pacientes que contraíram verruga plantar dentro de casa. Ela também alerta que muitas pessoas costumam confundir a verruga com calos, mas não se trata da mesma coisa.</p>
<p>Para diferenciar, é preciso atentar aos detalhes. As principais <strong>características da verruga plantar</strong> são:</p>
<ul>
<li>lesão endurecida na sola do pé;</li>
<li>pontinhos pretos centrais;</li>
<li>interrupção das linhas naturais da pele;</li>
<li>dor à compressão.</li>
</ul>
<p>“Se alguém já estiver infectado, andar descalço é perigoso. A pele do pé tem microfissuras que nem conseguimos ver e o vírus entra por ali. Não é preciso viver de sapato dentro de casa, mas, nesses casos, o chinelo ajuda muito”, orienta a profissional.</p>
<h2>Prevenção e tratamento</h2>
<p>Para <strong>evitar novas infecções dentro de casa</strong>, os especialistas recomendam:</p>
<ul>
<li>Não compartilhar objetos pessoais.</li>
<li>Secar bem os pés e entre os dedos.</li>
<li>Manter tapetes limpos e secos.</li>
<li>Usar chinelo em banheiro compartilhado.</li>
<li>Cobrir a verruga no dia a dia.</li>
<li>Higienizar as mãos após tocar a lesão.</li>
<li>Evitar cutucar ou tentar removê-la por conta própria.</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, especialmente em crianças, muitas verrugas podem regredir espontaneamente com o tempo, graças à ação do sistema imune. Quando persistem ou causam dor, a recomendação é procurar avaliação dermatológica para tratá-las.</p>
<p>O médico lembra que existem tratamentos seguros e eficazes, como a crioterapia com nitrogênio líquido, que pode ser associada ao ácido salicílico domiciliar. Outras terapias incluem medicamentos injetáveis ou métodos de destruição da lesão, sempre com prescrição profissional e avaliação individual do caso.</p>
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		<title>Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/transforme-o-dia-a-dia-em-treino-funcional-para-os-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios em casa]]></category>
		<category><![CDATA[faça em casa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os<a href="https://www.baruel.com.br/transforme-o-dia-a-dia-em-treino-funcional-para-os-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. <strong>Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio.</strong></p>
<p>Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os pés acontece quando eles são preparados para cumprir bem o que fazem na vida real: <strong>sustentar o corpo, absorver impacto, equilibrar e empurrar o chão ao caminhar ou subir</strong>.</p>
<p>“O foco não é ‘queimar’ o pé, mas melhorar a eficiência e segurança do movimento. Na prática, envolve trabalhar a força dos músculos intrínsecos da planta, mobilidade do tornozelo, controle do arco plantar, coordenação e estabilidade”, explica.</p>
<h2>Cotidiano como estímulo inteligente</h2>
<p>Segundo Aline, movimentos diários podem ser tão eficazes quanto exercícios específicos porque o corpo melhora aquilo que repete com qualidade e consistência.</p>
<p>Além disso, o cotidiano oferece três vantagens importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Frequência alta</strong>, já que os movimentos se repetem várias vezes ao dia;</li>
<li><strong>Contexto real</strong>, com transferência de peso e ajustes de equilíbrio;</li>
<li><strong>Integração</strong> com pé, tornozelo, joelho, quadril e tronco trabalhando juntos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Subir escadas</strong>, por exemplo, pode virar treino quando feito com atenção ao chamado “tripé do pé”, ou seja, manter apoio na base do dedão, do mindinho e no calcanhar.</p>
<p>Já o ato de “empurrar”o degrau para baixo e para trás no movimento de subir, como se quisesse afastar o piso, ativa melhor o arco plantar, enquanto controlar conscientemente a descida do degrau, fazendo isso de forma lenta e segura, ajuda a treinar a estabilidade e a reduzir o risco de torções.</p>
<h2>Pequenas ações, grandes ajustes</h2>
<p><strong>Agachar para pegar um objeto no chão</strong> parece coisa simples, mas o corpo precisa transferir peso e ajustar o tornozelo para manter o equilíbrio. Para estimular a estabilidade e a coordenação, é necessário deixar o arco plantar ativo, distribuir o peso (sem jogar tudo no calcanhar ou na ponta do pé) e, se for seguro, apoiar mais em uma perna.</p>
<p>Até ações como <strong>empurrar portas ou simplesmente ficar em pé envolvem os pés mais do que parece</strong>. Para gerar força no tronco e nos braços ao empurrar algo, é preciso ter pressão e estabilidade no pé, com boa transferência de peso para o solo.</p>
<p>“<strong>Ficar em pé é um exercício de microajustes constantes</strong>. Os pés e tornozelos fazem correções o tempo todo para manter o centro de massa equilibrado, especialmente quando mudamos o peso de um lado para o outro ou estamos em superfície irregular”, destaca a educadora física Aline Turazzi.</p>
<h2>Exercício não deve envolver dor</h2>
<p>Vale lembrar que o progresso desse dia a dia funcional <strong>deve ser gradual e não envolve sentir dor</strong>. Um desconforto muscular leve até pode acontecer, mas dor aguda, pontadas, dormência ou piora progressiva são sinais de alerta. Casos de desalinhamentos do arco, joelho e calcanhar também merecem atenção médica.</p>
<p>Para fugir das sobrecargas, a especialista orienta:</p>
<ul>
<li>Evitar excessos repetitivos, como subir escadas na ponta do pé o dia inteiro.</li>
<li>Observar calçado e piso, já que tênis muito gasto ou instável pode atrapalhar.</li>
<li>Respeitar limitações em casos de lesão recente, inflamação, instabilidade ou perda de sensibilidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Como são movimentos cotidianos, podem ser aproveitados diariamente, desde que haja qualidade e dosagem. Se houver histórico de lesão, dor persistente ou objetivo esportivo específico, vale buscar orientação profissional”, conclui Aline.</p>
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		<item>
		<title>Por que adolescentes sofrem mais com chulé</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-adolescentes-sofrem-mais-com-chule/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
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		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na adolescência, o mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante. O famoso e indesejado chulé pode afetar diretamente a autoestima, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, não acontece por acaso. Compreender a causa ajuda na solução. Conforme explica a dermatologista Nádia Aires,<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-adolescentes-sofrem-mais-com-chule/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que adolescentes sofrem mais com chulé"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na adolescência, o <strong>mau cheiro nos pés costuma ser muito mais frequente e incomodar bastante</strong>. O famoso e indesejado chulé <strong>pode afetar diretamente a autoestima</strong>, justamente em um período marcado por tantas mudanças físicas e emocionais. Embora seja comum, <strong>não acontece por acaso</strong>. Compreender a causa ajuda na solução.</p>
<p>Conforme explica a dermatologista Nádia Aires, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, o <strong>suor em si não tem cheiro</strong>. Na verdade, o <strong>odor desagradável aparece quando bactérias da flora natural da pele degradam os componentes do suor.</strong></p>
<p>“Durante a puberdade, as <strong>alterações hormonais levam ao aumento da atividade das glândulas sudoríparas e a uma mudança importante na composição cutânea</strong>. Por isso, há mais volume de suor e bactérias com maior capacidade de decompor o suor produzido em substâncias com mau cheiro”, explica a médica.</p>
<h2>O que acontece nos pés nessa fase</h2>
<p>A especialista reforça que os fungos não são a causa do chulé. Ainda assim, são os vilões de outras condições, como as micoses, que podem causar fissuras na pele, aumentar a proliferação de bactérias e, consequentemente, agravar o odor.</p>
<p>Alguns hábitos comuns na adolescência criam o ambiente ideal para esse processo:</p>
<ul>
<li><strong>Uso prolongado de calçados fechados</strong> (menos ventilação e mais temperatura).</li>
<li>Optar por <strong>meias sintéticas, que não absorvem o suor</strong> e mantêm a pele úmida e com pH elevado.</li>
<li><strong>Não lavar nem secar os pés corretamente.</strong></li>
<li>Usar as <strong>mesmas meias e calçados diariamente</strong>.</li>
<li><strong>Utilizar sapatos úmidos</strong>.</li>
</ul>
<p>Isso porque o suor é predominantemente formado por água, eletrólitos, aminoácidos e ácidos graxos. Esses componentes servem de substrato para as bactérias, que os transformam em compostos voláteis de odor ácido ou sulfuroso característico.</p>
<h2>O papel dos hormônios e do estresse</h2>
<p>A endocrinologista Andressa Heimbecher, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional de São Paulo (SBEM-SP), lembra que a <strong>adolescência é marcada pelo amadurecimento do eixo hormonal. Isso eleva a produção de hormônios como a testosterona, que estimula as glândulas apócrinas.</strong></p>
<p>“Nos pés, predominam as glândulas écrinas, que já produzem mais suor. Além disso, <strong>situações de estresse e ansiedade</strong>, que são comuns nessa fase, <strong>podem aumentar a liberação de adrenalina e estimular a transpiração</strong>”, observa a médica.</p>
<p>Já o <strong>desbalanço do sistema nervoso simpático leva ao suor excessivo</strong>, conhecido como hiperidrose. A condição pode atingir pés, mãos e axilas, mesmo sem calor ou estresse.</p>
<h2>Como cuidar e em que ficar de olho</h2>
<p>A dermatologista Nádia Aires reforça que, na maior parte das vezes, o chulé está relacionado a fatores locais. Por isso, incorporar cuidados simples à rotina é suficiente, como:</p>
<ul>
<li>Lavar os pés com <strong>sabonetes antissépticos</strong>.</li>
<li><strong>Secar bem</strong> os pés e entre os dedos.</li>
<li>Usar <strong>meias de algodão ou de tecido tecnológico</strong> respirável e trocá-las com frequência.</li>
<li><strong>Revezar os calçados</strong>, deixando o par usado secar por, pelo menos, 24 horas antes de ser reutilizado.</li>
<li>Dar preferência a <strong>sapatos abertos ou com ventilação</strong>.</li>
<li>Em casos de suor excessivo, utilizar <strong>antitranspirantes ou talcos secativos</strong>, sempre com orientação profissional.</li>
</ul>
<p>Mas vale ficar de olho em alguns <strong>sinais de alerta</strong>. Busque avaliação médica se houver:</p>
<ul>
<li><strong>Odor muito intenso</strong> e persistente que não cede com os hábitos de higiene;</li>
<li><strong>Suor excessivo</strong>;</li>
<li><strong>Vermelhidão e descamação</strong>;</li>
<li><strong>Fissuras</strong> entre os dedos com <strong>maceração</strong>;</li>
<li><strong>Fissuras dolorosas com secreção amarelada ou purulenta.</strong></li>
</ul>
<p>“Se o suor intenso vier com perda de peso, tremores, queda de cabelo ou alterações de pressão, é importante investigar possíveis alterações hormonais, como distúrbios da tireoide ou da suprarrenal”, orienta a endocrinologista Andressa Heimbecher.</p>
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		<item>
		<title>Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/salto-alto-e-vilao-da-metatarsalgia-confira-mitos-e-verdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Metatarsalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[salto alto]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor na parte da frente do pé, logo atrás dos dedos, é mais comum do que parece e tem nome que chega a assustar: metatarsalgia. Apesar de muita gente achar que se trata de uma doença, na verdade é um sintoma, que pode ter diferentes causas além do sapato de salto alto. “Quando existe<a href="https://www.baruel.com.br/salto-alto-e-vilao-da-metatarsalgia-confira-mitos-e-verdades/">Continue reading <span class="sr-only">"Salto alto é vilão da metatarsalgia? Confira mitos e verdades"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor na parte da frente do pé, logo atrás dos dedos, é mais comum do que parece e tem nome que chega a assustar: metatarsalgia. Apesar de muita gente achar que se trata de uma doença, na verdade é um sintoma, que pode ter diferentes causas além do sapato de salto alto.</p>
<p>“Quando existe sobrecarga, alterações no formato do pé, uso de calçados inadequados ou desequilíbrios na forma de pisar, a pressão no antepé torna-se excessiva e provoca inflamação e dor”, afirma a ortopedista Lara Furtado, especialista em pé e tornozelo do Hospital viValle.</p>
<p>A seguir, listamos alguns mitos e verdades sobre o assunto.</p>
<h3><strong>Salto alto pode contribuir para a metatarsalgia?</strong></h3>
<p><strong>VERDADE</strong>. Apesar de não ser o único culpado, o sapato de salto alto pode, sim, causar e agravar o quadro, especialmente quando usado de forma inadequada. Isso porque ele desloca o peso do corpo para a parte da frente do pé, concentrando praticamente toda a carga nesta região.</p>
<p>Do ponto de vista biomecânico, o fisioterapeuta Gustavo Barbosa, da Clínica Movitè, explica que, com o calcanhar elevado, o tornozelo fica em flexão plantar e o corpo se inclina para frente. Essa inclinação desloca o centro de massa e faz uma parcela crescente do peso ser suportada só pelo antepé.</p>
<h3>O tipo de salto faz diferença?</h3>
<p><strong>VERDADE</strong>. Nem todo salto impacta o pé da mesma forma. Quanto mais alto for, maior será a sobrecarga sobre as cabeças dos metatarsos. Além disso, modelos com bico fino aumentam ainda mais a pressão em pontos específicos e pioram o equilíbrio.</p>
<p>A ortopedista Lara Furtado também alerta para calçados pouco acolchoados ou muito rígidos, que criam áreas de impacto excessivo. Além disso, o tempo de uso conta: manter o antepé sob sobrecarga constante favorece inflamações, dores crônicas e até lesões.</p>
<h3>Todo mundo que usa salto vai ter metatarsalgia?</h3>
<p><strong>MITO</strong>. Nem todas as pessoas vão desenvolver a condição. <strong>Fatores individuais influenciam muito</strong>, tais como: pés cavos, joanete, encurtamento do tendão de Aquiles, peso corporal e tipo de atividade física, que podem aumentar a carga no antepé.</p>
<p>Vale lembrar que o uso frequente do salto pode gerar compensações na marcha e na postura. Muitas vezes, essas adaptações são mantidas mesmo fora do sapato, agravando e perpetuando o quadro.</p>
<h3>Quem sente dor precisa abolir o salto para sempre?</h3>
<p><strong>MITO</strong>. Inclusive, para quem não abre mão do modelo de calçado, algumas estratégias ajudam a reduzir o risco de dores ou complicações. Os profissionais recomendam:</p>
<ul>
<li>Optar por saltos moderados (entre 4 e 6 cm no dia a dia);</li>
<li>Escolher opções com plataforma frontal, que distribuem melhor a carga;</li>
<li>Preferir saltos mais largos, que dão estabilidade;</li>
<li>Evitar bicos muito finos, que comprimem os dedos.</li>
</ul>
<p>O fisioterapeuta Gustavo Barbosa reforça que <strong>não é preciso abolir o salto para sempre, mas repensar sobre usar “o tipo errado, do jeito errado e pelo tempo errado”.</strong></p>
<h3>Dor persistente é sinal de alerta?</h3>
<p><strong>VERDADE</strong>. A dor no antepé merece atenção quando é frequente, persistente ou piora com o tempo. Sinais como inchaço, vermelhidão, calosidade dolorosa ou mudança na forma de pisar indicam a necessidade de avaliação médica o quanto antes.</p>
<p>Se o diagnóstico for confirmado, mudanças no calçado e no movimento são essenciais no início do quadro para conseguir resolvê-lo.</p>
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