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	<title>Tudo sobre prevenção - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre prevenção - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Joanete pode alterar a forma como o pé distribui o peso</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/joanete-pode-alterar-a-forma-como-o-pe-distribui-o-peso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente acredita que o joanete é apenas uma proeminência ao lado do dedão. Entretanto, por trás dessa aparência característica, existe uma deformidade que altera o alinhamento do pé e pode até afetar o modo de caminhar ao longo dos anos. A costureira Martha Noronha, 61 anos, percebeu os primeiros sinais da condição há pouco<a href="https://www.baruel.com.br/joanete-pode-alterar-a-forma-como-o-pe-distribui-o-peso/">Continue reading <span class="sr-only">"Joanete pode alterar a forma como o pé distribui o peso"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente acredita que o <strong>joanete</strong> é apenas uma proeminência ao lado do dedão. Entretanto, por trás dessa aparência característica, existe uma <strong>deformidade que altera o alinhamento do pé e pode até afetar o modo de caminhar ao longo dos anos.</strong></p>
<p>A costureira Martha Noronha, 61 anos, percebeu os primeiros sinais da condição há pouco mais de uma década. Como não sentia dor, acreditou que aquela saliência próxima ao dedão fosse apenas um calo ou uma mudança natural do envelhecimento.</p>
<p>“Só procurei ajuda quando começaram as dores para caminhar. Hoje, eu diria para não esperar chegar nesse ponto, porque não é apenas uma questão estética”, conta.</p>
<h2>O que acontece dentro do pé</h2>
<p>Como explica o ortopedista João Ximenes, professor da Afya Centro Universitário Itaperuna, o joanete, também conhecido por hálux valgo, é uma deformidade progressiva do primeiro dedo do pé, ou seja, o dedão.</p>
<p>A condição ocorre quando o primeiro metatarso se desvia para dentro e o hálux (dedão) se desloca para fora. <strong>O desalinhamento forma a saliência óssea na parte interna do pé e modifica a maneira como o peso do corpo é distribuído ao andar.</strong></p>
<p>“A ideia de que o joanete é apenas um osso que cresceu não é correta. Trata-se de uma <strong>alteração complexa do alinhamento do pé, que tende a evoluir com o passar do tempo”</strong>, esclarece o médico.</p>
<h2>A evolução do joanete</h2>
<p>Infelizmente, o <strong>joanete tende a piorar</strong>. Com o avanço da deformidade, o <strong>desalinhamento pode aumentar e provocar sobrecarga nas articulações, inflamação local, calosidades e até alterações em outros dedos.</strong></p>
<p>Também podem surgir sintomas como <strong>dor, vermelhidão, inchaço e dificuldade para usar calçados fechados</strong>. Em muitos casos, o desconforto passa a interferir na caminhada e no tempo que a pessoa consegue permanecer em pé.</p>
<p>Além disso, o quadro <strong>reduz a eficiência do apoio do pé no solo, podendo causar desequilíbrio, marcha dolorosa e gerar sobrecargas em outras estruturas da região.</strong></p>
<h2>Quando é hora de tratar</h2>
<p><strong>O uso de calçados apertados pode agravar o joanete</strong>, mas nem sempre é a causa principal. <strong>A predisposição genética tem papel importante no surgimento da deformidade</strong>, assim como características do tipo de pé, frouxidão ligamentar e alterações biomecânicas.</p>
<p>Segundo o ortopedista, <strong>o tratamento costuma ser indicado quando há dor, limitação funcional ou dificuldade para usar determinados sapatos</strong>. Dependendo do caso, podem ser recomendadas adaptações nos modelos, palmilhas, fisioterapia e medicamentos para controle das dores.</p>
<p>Em situações selecionadas, a correção cirúrgica também pode ser considerada. Mas, quanto mais cedo o problema for avaliado, maiores são as chances de controlar a evolução e preservar a qualidade de vida.</p>
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		<title>Tem diabetes? Veja como escolher o sapato mais seguro</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/tem-diabetes-veja-como-escolher-o-sapato-mais-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as complicações do diabetes, os problemas que afetam os pés estão entre os mais graves e, ao mesmo tempo, entre os mais preveníveis. Para isso, a escolha do calçado merece atenção especial, já que modelos inadequados favorecem a ocorrência de lesões. Conforme alerta o cirurgião vascular Akash Prakasan, diretor da Sociedade Brasileira de Angiologia<a href="https://www.baruel.com.br/tem-diabetes-veja-como-escolher-o-sapato-mais-seguro/">Continue reading <span class="sr-only">"Tem diabetes? Veja como escolher o sapato mais seguro"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as complicações do diabetes, os <strong>problemas que afetam os pés estão entre os mais graves e, ao mesmo tempo, entre os mais preveníveis</strong>. Para isso, <strong>a escolha do calçado merece atenção especial, já que modelos inadequados favorecem a ocorrência de lesões.</strong></p>
<p>Conforme alerta o cirurgião vascular Akash Prakasan, diretor da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), <strong>a perda gradual da sensibilidade faz com que muitas pessoas deixem de perceber pressão, calor, frio ou dor nos pés.</strong></p>
<p>“Uma bolha, uma rachadura ou um pequeno machucado pode parecer simples, mas tem potencial para se transformar em complicações importantes. Por isso, a proteção dos pés deve fazer parte da rotina de quem convive com diabetes”, orienta o médico.</p>
<h2>Por que o risco é maior?</h2>
<p><strong>O diabetes também pode comprometer a circulação sanguínea.</strong> Com as artérias mais rígidas e estreitas, o sangue chega com mais dificuldade às extremidades e a cicatrização se torna mais lenta. Nesse cenário, uma ferida que normalmente fecharia em poucos dias pode levar semanas para melhorar.</p>
<p>Além disso, não é preciso sofrer um grande trauma para que uma lesão aconteça. <strong>O próprio atrito provocado pela caminhada pode causar danos à pele, por exemplo.</strong> O médico avisa que marcas deixadas pelo calçado, sensação de aperto em pontos específicos ou feridas que demoram a cicatrizar são sinais de alerta.</p>
<p>Em pessoas com neuropatia, a ausência de dor não significa ausência de lesão. Por isso, o especialista Akash recomenda examinar os pés diariamente, inclusive a planta e os calcanhares, usando até mesmo um espelho, quando necessário.</p>
<h2>Em busca do calçado ideal</h2>
<p>Do ponto de vista físico, o ortopedista Jorge Mitsuo, cirurgião de pé e tornozelo do Hospital Alvorada Moema, destaca que <strong>o calçado sempre deve oferecer estabilidade, proteção e conforto durante a caminhada.</strong></p>
<p>Assim, ao ir à loja em busca do próximo par, o melhor é dar preferência a modelos com as seguintes características:</p>
<ul>
<li>parte frontal mais ampla;</li>
<li>materiais macios e confortáveis;</li>
<li>ausência de costuras internas salientes;</li>
<li>solado estável e com boa absorção de impacto;</li>
<li>espaço adequado para acomodar os dedos.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, alguns <strong>modelos devem ser evitados: calçados estreitos, de bico fino, com solado muito fino, saltos altos, chinelos e sandálias abertas</strong>. Ainda é importante observar regularmente sinais de desgaste ou deformações que possam alterar a distribuição da carga sobre os pés.</p>
<h2>Palmilhas e cuidados complementares</h2>
<p><strong>Nos casos de neuropatia, dor importante ou deformidades nos pés, palmilhas e adaptações podem ser indicadas para redistribuir a pressão durante o apoio e reduzir áreas de sobrecarga.</strong> Mas essa indicação deve ser feita por um especialista, que também acompanhará os ajustes necessários ao longo do tempo.</p>
<p>Além da escolha do calçado, o cirurgião Jorge Mitsuo recomenda atenção regular às unhas, à pele (que costuma ser mais ressecada em pessoas com diabetes) e à presença de micoses ou infecções entre os dedos.</p>
<p>Por último, o ortopedista destaca a importância da higienização diária e da preservação da integridade da pele. Outra orientação útil é o uso de meias claras e macias, que facilitam a identificação precoce de secreções, sangramentos ou lesões.</p>
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		<title>Dedão do pé: por que ele interfere no equilíbrio</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/dedao-do-pe-por-que-ele-interfere-no-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anatomia do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dedão]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente só percebe a importância do dedão do pé quando sente dores. Mas a verdade é que essa parte do corpo participa de movimentos básicos do dia a dia, como caminhar, correr, subir escadas e até permanecer em pé com boa estabilidade. A fisioterapeuta Letícia Cristina Reis, especialista em fisioterapia traumato-ortopédica e esportiva, explica<a href="https://www.baruel.com.br/dedao-do-pe-por-que-ele-interfere-no-equilibrio/">Continue reading <span class="sr-only">"Dedão do pé: por que ele interfere no equilíbrio"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente só percebe a importância do dedão do pé quando sente dores. Mas a verdade é que essa parte do corpo <strong>participa de movimentos básicos do dia a dia, como caminhar, correr, subir escadas e até permanecer em pé com boa estabilidade.</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Letícia Cristina Reis, especialista em fisioterapia traumato-ortopédica e esportiva, explica que <strong>o dedão, chamado tecnicamente de hálux, atua de forma decisiva durante a fase final da caminhada.</strong> Nesse momento, suporta uma parcela importante da carga corporal e ajuda a impulsionar o corpo para a frente.</p>
<p>“<strong>Além de aumentar a área de contato do pé com o solo, o dedão fornece informações sensoriais ao cérebro sobre pressão, carga e posição do corpo em relação ao chão. Isso favorece a estabilidade corporal e contribui para a manutenção do equilíbrio</strong>”, detalha a profissional.</p>
<h2>Distribuição do peso do corpo</h2>
<p>Sabia que o hálux é considerado uma das estruturas mais importantes da biomecânica dos pés? Isso porque ele participa da transferência do peso corporal para a parte da frente do pé, gerando força para os movimentos.</p>
<p>Sua posição e mobilidade ainda influenciam diretamente a forma como as cargas são distribuídas nos membros inferiores, preservando o alinhamento corporal e reduzindo sobrecargas em outras articulações.</p>
<p>O dedão também exerce influência sobre o arco plantar e contribui para evitar desequilíbrios musculares. Por isso, sua função é tão importante para a estabilidade e para a qualidade da marcha.</p>
<h2>Sinais de que algo não vai bem</h2>
<p>Segundo a especialista Letícia Cristina Reis, <strong>algumas alterações podem comprometer as funções do dedão e causar problemas na caminhada</strong>. Vale ficar atento a sinais como:</p>
<ul>
<li>dor no dedão, na planta do pé ou ao apoiar o peso do corpo;</li>
<li>dificuldade para impulsionar a passada;</li>
<li>mancar com frequência;</li>
<li>dificuldade para usar calçados fechados;</li>
<li>desgaste irregular dos sapatos;</li>
<li>rigidez articular;</li>
<li>instabilidade ou quedas frequentes;</li>
<li>tendência de apoiar mais a borda lateral do pé.</li>
</ul>
<p>Entre os quadros mais comuns estão o hálux valgo (joanete), o hálux rígido, artrite, lesões traumáticas e ligamentares, inflamações nos tendões e limitações de mobilidade.</p>
<h2>Impacto sobre joelhos, quadris e coluna</h2>
<p>Pode ser estranho pensar que o dedão consegue impactar até a coluna, mas o corpo funciona de forma integrada. Por exemplo, <strong>se o dedo perde sua capacidade de absorver cargas, gerar impulso ou manter a estabilidade, outras estruturas assumem um esforço maior para compensar, levando à sobrecarga.</strong></p>
<p>Para preservar a função do hálux ao longo da vida, a fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>exercícios de mobilidade;</li>
<li>fortalecimento dos músculos dos pés;</li>
<li>atividades de equilíbrio;</li>
<li>apoio unipodal;</li>
<li>caminhadas descalças em superfícies seguras (quando apropriado).</li>
</ul>
<p>“Ao avaliar queixas em joelho, quadril ou coluna, também é importante observar a função dos pés, especialmente do dedão”, conclui a profissional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[trombose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, nem todo inchaço é simples ou passageiro. Às vezes, pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares, que exigem avaliação médica. O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53<a href="https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/">Continue reading <span class="sr-only">"Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos</strong>, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, <strong>nem todo inchaço é simples ou passageiro</strong>. Às vezes, <strong>pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares</strong>, que exigem avaliação médica.</p>
<p>O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53 anos, acreditou por meses que o inchaço que começou nos pés e depois avançou para as pernas era algo comum. Como a dor aumentava, passou a tomar analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria, mas os sintomas continuaram piorando e começaram a limitar sua mobilidade.</p>
<p>“Eu passava o dia deitado, com a perna elevada. Chegou um ponto em que já não conseguia nem calçar sapato. Demorei para ir ao médico e, quando fui, já estava em um estágio mais avançado, com insuficiência venosa”, conta.</p>
<h2>Quando o inchaço merece atenção</h2>
<p>A cirurgiã vascular Flavia Magalhães, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que o <strong>edema ocasional costuma surgir nas duas pernas e em situações bem específicas</strong>: horas em pé ou sentado, viagens longas, em dias quentes ou no período pré-menstrual. A ocorrência melhora com elevação dos membros e desaparece com repouso noturno.</p>
<p><strong>Já os sinais de alerta costumam ser diferentes</strong>. O inchaço merece investigação quando está em apenas uma perna, persiste após o descanso ou vem acompanhado de sintomas como dor, vermelhidão, calor local, endurecimento da pele, escurecimento próximo aos tornozelos ou feridas que não cicatrizam.</p>
<p>“A regra prática é simples: <strong>inchaço que melhora com repouso e elevação tende a ser benigno. Já o que persiste, é assimétrico ou vem acompanhado de dor, alterações na pele ou falta de ar precisa de avaliação médica</strong>”, orienta a especialista.</p>
<h2>Doenças por trás do inchaço nas pernas</h2>
<p>Entre as causas vasculares mais frequentes está a <strong>insuficiência venosa crônica</strong>, condição em que as válvulas das veias deixam de funcionar adequadamente, favorecendo o acúmulo de sangue nas pernas. Sensação de peso, cansaço, varizes, vasinhos, câimbras e alterações na pele fazem parte do quadro.</p>
<p>Outras condições importantes incluem a <strong>trombose venosa profunda</strong> (TVP), caracterizada pela formação de coágulos nas veias profundas, e o <strong>linfedema</strong>, provocado por alterações no sistema linfático.</p>
<p>Procure atendimento médico com urgência em situações como:</p>
<ul>
<li>inchaço súbito e doloroso em apenas uma perna;</li>
<li>inchaço acompanhado de falta de ar ou dor no peito;</li>
<li>vermelhidão, calor e dor intensa na perna;</li>
<li>feridas que não cicatrizam;</li>
<li>alterações persistentes na cor ou textura da pele;</li>
<li>inchaço que não melhora após alguns dias de repouso;</li>
<li>varizes dolorosas, inflamadas ou com sangramento.</li>
</ul>
<p>É importante lembrar que<strong> nem todo inchaço tem origem vascular</strong>. <strong>Doenças do coração, dos rins e do fígado também podem causar edema</strong>, geralmente nas duas pernas, e precisam ser consideradas durante a investigação.</p>
<h2>Como descobrir a causa do problema</h2>
<p>Se houver suspeita de doença vascular, o principal exame utilizado é o ecodoppler venoso, um ultrassom capaz de mostrar o fluxo sanguíneo nas veias e identificar alterações como refluxo, obstruções e coágulos.</p>
<p>Segundo a médica Flavia Magalhães, algumas medidas ajudam tanto a prevenir problemas vasculares quanto a controlar quadros iniciais. Vale destaque para:</p>
<ul>
<li>praticar <strong>atividade física regularmente</strong>;</li>
<li>evitar longos períodos parado;</li>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li><strong>manter o peso</strong> adequado;</li>
<li><strong>não fumar</strong>;</li>
<li><strong>controlar doenças</strong> como diabetes, hipertensão e colesterol alto;</li>
<li>em alguns casos, as meias de compressão podem ser indicadas.</li>
</ul>
<p>Quando o edema está relacionado apenas à retenção de líquidos, as orientações costumam incluir caminhar, hidratar-se adequadamente, moderar o consumo de sal, evitar permanecer muito tempo na mesma posição e elevar as pernas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que nunca fazer quando a unha encrava</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-nunca-fazer-quando-a-unha-encrava/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
		<category><![CDATA[unha encravada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada. Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa. A jornalista Gabriela de Souza,<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-nunca-fazer-quando-a-unha-encrava/">Continue reading <span class="sr-only">"O que nunca fazer quando a unha encrava"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada.</strong> Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa.</p>
<p>A jornalista Gabriela de Souza, 32 anos, percebeu os primeiros sintomas quando começou a sentir incômodo na lateral do dedo. Ao notar uma pequena ponta da unha entrando na pele, decidiu tentar removê-la usando um alicate.</p>
<p>“Quando vi que estava vermelho, olhei com mais atenção e encontrei a pontinha da unha. Peguei um alicate e tentei tirar, mas acabei cortando no meio. A dor aumentou e tive até um rubor na região. Depois descobri que estava com infecção”, relata.</p>
<h2>O que causa a unha encravada</h2>
<p>A podóloga Sueli Santos explica que a <strong>unha encravada, conhecida tecnicamente como onicocriptose</strong>, <strong>acontece quando uma das laterais da unha cresce e penetra na pele ao redor. Isso é bastante comum e pode surgir por diferentes motivos.</strong></p>
<p>Entre as <strong>causas mais frequentes estão o corte incorreto das unhas, sobretudo quando os cantinhos são retirados, o uso de sapatos apertados, o formato natural da unha e pancadas repetidas nos dedos</strong>. Os primeiros sinais costumam incluir <strong>dor ao toque, vermelhidão, inchaço e desconforto ao caminhar ou usar meias e calçados.</strong></p>
<p>“Muitas pessoas acreditam que vai passar sozinho, mas é justamente nessa fase inicial que a situação costuma ser mais fácil de resolver. <strong>Quanto mais cedo houver atenção, menor a chance de complicações</strong>”, orienta a profissional.</p>
<h2>O que nunca fazer</h2>
<p>Segundo a profissional, <strong>a tentativa de resolver o problema em casa está entre os erros mais comuns observados no atendimento.</strong> Frequentemente, a pessoa tenta retirar uma pequena parte da unha e acaba provocando mais inflamação do que havia no início.</p>
<p>Por isso, algumas práticas devem ficar de fora da rotina:</p>
<ul>
<li>cavar a lateral da unha com alicate, pinça ou objetos pontiagudos;</li>
<li>arrancar pedaços da unha por conta própria;</li>
<li>cortar os cantinhos para tentar liberar a pele;</li>
<li>cortar a unha curta demais;</li>
<li>ignorar sinais de inflamação;</li>
<li>compartilhar instrumentos sem esterilização adequada;</li>
<li>usar receitas caseiras ou produtos sem orientação profissional.</li>
</ul>
<p>Tais medidas podem provocar ferimentos, sangramentos, inflamações e infecções. Em alguns casos, acabam favorecendo o surgimento de uma espécie de tecido elevado e doloroso ao redor da unha, o que dificulta ainda mais a recuperação.</p>
<h2>Quando procurar ajuda</h2>
<p><strong>O tratamento da unha encravada depende do estágio do problema e da causa envolvida.</strong> Por isso, a recomendação da especialista é procurar um podólogo logo nos primeiros sinais, antes que a situação evolua.</p>
<p>A avaliação profissional se torna indispensável se surgirem inflamação importante, secreção, sangramento ou sinais de infecção. Nesses casos, tentar insistir em soluções caseiras pode agravar ainda mais o quadro.</p>
<p>Além disso, a podóloga reforça que as unhas devem ser cortadas da forma mais reta possível, sem retirar os cantos. <strong>Pessoas com diabetes ou problemas de circulação merecem atenção redobrada</strong>, já que qualquer machucado nos pés pode trazer complicações maiores.</p>
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		<title>Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma unha começa a esfarelar, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados. De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as<a href="https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando uma unha começa a esfarelar</strong>, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. <strong>Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados.</strong></p>
<p>De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as <strong>unhas esfarelando não devem ser interpretadas automaticamente como uma infecção fúngica.</strong> Por isso, o diagnóstico correto é fundamental para evitar tratamentos inadequados e identificar a verdadeira origem do problema.</p>
<p>“Além da onicomicose, que é a micose das unhas, outras condições podem causar alterações semelhantes, como <strong>psoríase, líquen plano, traumas repetitivos, algumas deficiências nutricionais e até tumores</strong>, como o carcinoma espinocelular e o onicomatricoma”, esclarece a especialista.</p>
<h2>Como identificar micose nas unhas</h2>
<p>Não adianta considerar apenas o esfarelamento como sinal de infecção fúngica. A médica explica que a micose costuma provocar um conjunto de alterações que ajudam a diferenciar o quadro de outros problemas dermatológicos, como:</p>
<ul>
<li>descoloração da unha, que pode ficar amarelada, esbranquiçada, acastanhada, esverdeada ou escura;</li>
<li>espessamento da lâmina ungueal;</li>
<li>descolamento da unha do leito ungueal (onicólise);</li>
<li>perda de brilho;</li>
<li>fragilidade e quebra com facilidade;</li>
<li>deformidades, sulcos e superfície irregular;</li>
<li>odor desagradável, em alguns casos.</li>
</ul>
<p>Além disso, em situações mais avançadas, a infecção pode causar manchas brancas, inflamação ao redor da unha e destruição significativa da sua estrutura.</p>
<h2>Risco maior de desenvolver micose</h2>
<p><strong>As unhas dos pés são as mais afetadas porque os fungos encontram condições favoráveis para se multiplicarem em ambientes úmidos, escuros e pouco ventilados, como as meias e os sapatos.</strong></p>
<p>Outros fatores associados ao desenvolvimento da onicomicose incluem <strong>traumas repetitivos nas unhas, frieira, idade avançada, diabetes, imunossupressão, doença vascular periférica e exposição frequente a áreas de piscinas, vestiários e chuveiros públicos.</strong></p>
<p>“<strong>A onicomicose tende a progredir quando não é tratada</strong>. Com o tempo, pode se espalhar para outras unhas, causar dor, dificultar o uso de calçados e favorecer infecções bacterianas secundárias, especialmente em pessoas com diabetes ou imunidade comprometida”, alerta a dermatologista Carolina Malavassi.</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>A aparência da unha, sozinha, não é suficiente para confirmar uma micose. O diagnóstico começa com a avaliação clínica e pode ser complementado por exames como o micológico direto (cultura para fungos) e, em alguns casos, a análise histopatológica de fragmentos da unha.</p>
<p>Já o tratamento varia conforme a gravidade do quadro:</p>
<ul>
<li>Casos mais leves podem ser tratados com esmaltes antifúngicos, soluções ou cremes;</li>
<li>As infecções mais extensas costumam exigir medicamentos orais, que precisam de acompanhamento médico.</li>
<li>Em algumas situações, terapias combinadas podem aumentar a eficácia do tratamento.</li>
</ul>
<p>Para prevenir a micose, a especialista recomenda manter os pés sempre limpos e bem secos, usar calçados ventilados, trocar as meias regularmente, não compartilhar itens pessoais, utilizar chinelos em ambientes úmidos de uso coletivo e garantir que instrumentos de manicure e pedicure sejam esterilizados adequadamente.</p>
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		<title>Calos nos pés? Saiba quando eles merecem atenção</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calos-nos-pes-saiba-quando-eles-merecem-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calo e Calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calo]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente enxerga o calo apenas como um incômodo estético ou uma consequência natural do uso de determinados calçados. Só que nem sempre ele deve ser ignorado. Se houver dor, inflamação ou impacto na caminhada, é hora de investigar o problema. Todo calo surge como resposta ao atrito e à pressão repetitiva sobre uma determinada<a href="https://www.baruel.com.br/calos-nos-pes-saiba-quando-eles-merecem-atencao/">Continue reading <span class="sr-only">"Calos nos pés? Saiba quando eles merecem atenção"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente enxerga o calo apenas como um incômodo estético ou uma consequência natural do uso de determinados calçados. <strong>Só que nem sempre ele deve ser ignorado. Se houver dor, inflamação ou impacto na caminhada, é hora de investigar o problema.</strong></p>
<p>Todo c<strong>alo surge como resposta ao atrito e à pressão repetitiva sobre uma determinada região do pé</strong>, segundo explica a podóloga Thaís Santana. O quadro merece atenção quando provoca sintomas ou limita atividades do dia a dia.</p>
<p>“<strong>Dor persistente, vermelhidão, inchaço, sangramento, fissuras ou dificuldade para caminhar são sinais de alerta. Nesses casos, o ideal é procurar ajuda especializada para avaliar a causa e receber o tratamento adequado</strong>”, orienta a profissional.</p>
<h2>Calo pode indicar problemas na pisada</h2>
<p>Embora o atrito causado pelos sapatos seja um dos principais fatores envolvidos, o ortopedista Rafael Raso, especialista em medicina esportiva, ressalta que, muitas vezes, o calo é apenas a manifestação visível de uma alteração mecânica já existente.</p>
<p><strong>Alterações na pisada, deformidades, desequilíbrios musculares e problemas na distribuição do peso corporal podem fazer com que determinadas regiões recebam mais pressão do que deveriam</strong>. Como mecanismo de proteção, a pele se torna mais espessa e forma o calo.</p>
<p>“<strong>Pés planos, pés cavos, pronação ou supinação excessivas, insuficiência do arco plantar, joanetes, dedos em garra e até fraqueza da musculatura dos pés podem favorecer o aparecimento recorrente dos calos</strong>”, explica o médico.</p>
<h2>Quando o problema deixa de ser simples</h2>
<p><strong>O próprio surgimento dos calos já merece atenção, pois indica que existe um excesso de pressão ou atrito em alguma região do pé. N</strong>o entanto, o quadro se torna mais preocupante quando começa a gerar dor ou limitações no cotidiano.</p>
<p>Vale ficar atento a sinais como:</p>
<ul>
<li>dor ao caminhar ou permanecer em pé;</li>
<li>dificuldade para praticar atividade física;</li>
<li>incômodo ao usar determinados calçados;</li>
<li>alteração da forma de andar para evitar a dor;</li>
<li>crescimento progressivo do calo;</li>
<li>vermelhidão, inflamação ou fissuras;</li>
<li>reaparecimento frequente de calo no mesmo local.</li>
</ul>
<p>Sem tratamento adequado, a tendência é que a sobrecarga continue acontecendo e passe a comprometer cada vez mais a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<h2>Tratamento e prevenção</h2>
<p>A podóloga Thaís Santana alerta que <strong>tentar remover o calo em casa costuma ser um dos erros mais comuns</strong>. O uso de lâminas, lixas em excesso ou produtos sem orientação profissional pode causar lesões e agravar o problema.</p>
<p>O <strong>tratamento geralmente envolve a remoção segura, a identificação da causa e orientações para prevenir o reaparecimento.</strong> Quando existem alterações biomecânicas associadas, o ortopedista Rafael Raso considera ainda:</p>
<ul>
<li>fortalecer a musculatura dos pés;</li>
<li>corrigir fatores mecânicos;</li>
<li>usar calçados adequados;</li>
<li>recorrer às palmilhas personalizadas, quando pertinente.</li>
</ul>
<p>“O tratamento mais eficaz é aquele que combina o cuidado local do calo com a correção dos fatores que geraram a sobrecarga. Apenas removê-lo pode aliviar os sintomas temporariamente, mas não resolve a causa do problema”, finaliza o médico.</p>
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		<title>Calcanhar seco: massagem com óleo funciona mesmo?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-seco-massagem-com-oleo-funciona-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexologia e Massagem]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[ressecamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os calcanhares secos costumam incomodar não só pela aparência áspera, mas também por causarem desconforto no dia a dia. Nesse cenário, a massagem com óleo pode ser uma aliada, desde que faça parte de uma rotina mais ampla de cuidados com a pele. Segundo a podóloga domiciliar Thaís Santana, massagear ajuda a hidratar a região<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-seco-massagem-com-oleo-funciona-mesmo/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar seco: massagem com óleo funciona mesmo?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os calcanhares secos costumam incomodar não só pela aparência áspera, mas também por causarem desconforto no dia a dia. Nesse cenário, <strong>a massagem com óleo pode ser uma aliada, desde que faça parte de uma rotina mais ampla de cuidados com a pele.</strong></p>
<p>Segundo a podóloga domiciliar Thaís Santana, <strong>massagear ajuda a hidratar a região e favorece a absorção do óleo aplicado</strong>. No entanto, a prática não deve ser encarada como uma solução isolada para o ressecamento. “Precisa estar associada à hidratação regular da região e aos cuidados diários com a pele para trazer melhores resultados”, orienta a profissional.</p>
<h2>Como massagear de forma correta</h2>
<p><strong>A recomendação é realizar a massagem após o banho, quando a pele está mais receptiva aos produtos hidratantes, como os óleos.</strong> Os movimentos devem ser suaves e repetidos diariamente, já que a regularidade é peça-chave para a hidratação.</p>
<p>Na hora de escolher o produto, alguns ativos costumam ser mais indicados para combater o ressecamento e a aspereza dos calcanhares:</p>
<ul>
<li>fórmulas com ureia;</li>
<li>manteigas vegetais;</li>
<li>produtos desenvolvidos especificamente para os pés.</li>
</ul>
<p>Quando as formulações contam com óleos na composição, costumam ter um maior potencial regenerativo e hidratante. Mas é importante se atentar às contraindicações de cada componente. Se houver dúvidas, o mais indicado é consultar um profissional antes do uso.</p>
<h2>Por que os calcanhares ficam secos?</h2>
<p>De acordo com a podóloga Thaís Santana, o <strong>ressecamento pode ter diferentes causas</strong>. Entre as mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>a falta de hidratação da pele;</li>
<li>o atrito constante;</li>
<li>o uso de calçados inadequados;</li>
<li>envelhecimento natural da região.</li>
</ul>
<p>Além disso, fatores individuais influenciam. Por isso, algumas pessoas apresentam calcanhares mais secos e ásperos do que outras, mesmo mantendo hábitos semelhantes.</p>
<h2>Quando o problema merece atenção</h2>
<p>Nem todo ressecamento exige tratamento profissional imediatamente, mas alguns sinais indicam quando buscar avaliação especializada. É o caso de rachaduras profundas, dor, sangramento ou sinais de infecção.</p>
<p>Para evitar que o problema evolua, a podóloga recomenda manter uma rotina simples de cuidados:</p>
<ul>
<li>hidratar os pés diariamente;</li>
<li>evitar andar descalço por longos períodos;</li>
<li>usar calçados adequados;</li>
<li>procurar ajuda profissional em caso de fissuras ou desconforto.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Quando a tínea interdigital, ou frieira, se transforma em problema</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quando-a-tinea-interdigital-ou-frieira-se-transforma-em-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[infecções fúngicas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tinea pedis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tínea interdigital, popularmente conhecida como “frieira”, é uma das infecções fúngicas mais comuns nos pés e costuma atingir principalmente a região entre os dedos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples do dia a dia, essa condição merece atenção, pois pode evoluir, causar desconforto significativo e favorecer infecções secundárias. O ambiente entre<a href="https://www.baruel.com.br/quando-a-tinea-interdigital-ou-frieira-se-transforma-em-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Quando a tínea interdigital, ou frieira, se transforma em problema"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tínea interdigital, popularmente conhecida como <strong>“frieira”</strong>, é uma das infecções fúngicas mais comuns nos pés e costuma atingir principalmente a <strong>região entre os dedos</strong>. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples do dia a dia, essa condição merece atenção, pois pode evoluir, causar desconforto significativo e favorecer infecções secundárias.</p>
<p>O ambiente entre os dedos dos pés reúne condições ideais para a proliferação de fungos pelo calor, umidade, pouca ventilação e abafamento prolongado em calçados fechados. Quando associado ao suor excessivo, secagem inadequada após o banho ou uso contínuo do mesmo sapato, o risco aumenta consideravelmente.</p>
<p>Os primeiros sinais geralmente incluem descamação, coceira, pele esbranquiçada, odor forte e pequenas fissuras dolorosas. Em alguns casos, a pele pode apresentar aspecto macerado, sensível e até ardência ao caminhar. Muitas pessoas acabam ignorando esses sintomas iniciais.</p>
<p><strong>Durante o inverno, os casos tendem a aumentar</strong> devido ao uso frequente de meias e calçados fechados por longos períodos. O abafamento contínuo dificulta a ventilação natural da pele e favorece ainda mais o crescimento dos fungos.</p>
<p>Além do desconforto local, a tínea interdigital pode servir como porta de entrada para bactérias, aumentando o risco de infecções mais graves, principalmente em idosos, diabéticos e pessoas com baixa imunidade.</p>
<p>A prevenção continua sendo uma das principais formas de cuidado. Secar bem entre os dedos após o banho, alternar os calçados, utilizar meias limpas e evitar permanecer com os pés úmidos por muito tempo são atitudes simples, mas extremamente importantes. Em casos persistentes, a avaliação profissional torna-se fundamental para identificar corretamente o agente causador e indicar o tratamento adequado.</p>
<p>Coceira, fissuras, descamações e alterações na pele dos pés nunca devem ser vistos como algo “normal”.</p>
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		<item>
		<title>Vai viajar? Prepare os pés para andar mais</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/vai-viajar-prepare-os-pes-para-andar-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[calo]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=5525</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação. Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho<a href="https://www.baruel.com.br/vai-viajar-prepare-os-pes-para-andar-mais/">Continue reading <span class="sr-only">"Vai viajar? Prepare os pés para andar mais"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, <strong>preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação.</strong></p>
<p>Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho antecipado, não estarão preparados para um aumento repentino da atividade física, o que tende a levar às dores musculares.</p>
<p>“Preparar os pés previamente aumenta a resistência, melhora a adaptação ao esforço e reduz o risco de desconfortos que podem comprometer a experiência da viagem”, orienta o ortopedista Thales Rama.</p>
<h2>Cuidados antes de viajar</h2>
<p>A preparação deve começar algumas semanas antes do passeio. <strong>Uma das principais recomendações é aumentar gradualmente o volume de caminhadas para que o corpo se acostume ao esforço esperado durante o roteiro.</strong></p>
<p>Também vale adotar alguns cuidados simples antes da viagem:</p>
<ul>
<li><strong>hidratar a pele dos pés</strong> para evitar rachaduras;</li>
<li><strong>cuidar das unhas</strong> para prevenir encravamentos;</li>
<li><strong>identificar calosidades</strong> excessivas ou dores recorrentes.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante é <strong>utilizar previamente os mesmos calçados que serão levados no destino</strong>. Segundo o médico, estrear tênis ou sapatos durante a viagem aumenta o risco de bolhas e incômodos.</p>
<h2>Calçado faz toda a diferença</h2>
<p><strong>Na hora de escolher o que calçar, o conforto deve vir antes da aparência.</strong> O <strong>modelo ideal precisa oferecer estabilidade, amortecimento, espaço para os dedos e suporte adequado ao arco plantar.</strong></p>
<p>Também é importante verificar se o <strong>calçado possui boa absorção de impacto, não cria pontos de pressão e permite a ventilação dos pés</strong>. Uma pequena folga na parte frontal ajuda a acomodar o inchaço que pode surgir ao longo do dia.</p>
<p>A preparação também inclui alguns exercícios simples, além das caminhadas progressivas:</p>
<ul>
<li>elevação na ponta dos pés;</li>
<li>flexão e extensão dos dedos;</li>
<li>equilíbrio em um pé só;</li>
<li>alongamentos da panturrilha e da fáscia plantar.</li>
</ul>
<h2>Fique atento aos sinais de sobrecarga</h2>
<p>Como sinais de alerta, o ortopedista Thales Rama destaca os principais: <strong>dor persistente, inchaço excessivo, sensação de queimação, bolhas, dificuldade para caminhar ou mudanças na forma de pisar. I</strong>sso indica que os pés estão sendo sobrecarregados e merecem atenção.</p>
<p>Para prevenir problemas maiores e trazer um pouco de alívio, é recomendado:</p>
<ul>
<li>fazer pausas durante os passeios;</li>
<li>alternar caminhada e descanso;</li>
<li>manter boa hidratação;</li>
<li>elevar os pés por alguns minutos;</li>
<li>não usar meias úmidas;</li>
<li>proteger áreas de atrito.</li>
</ul>
<p>O especialista reforça a importância de <strong>não ignorar as dores nem pular os descansos.</strong> Além disso, os cuidados devem ser redobrados para pessoas com diabetes, neuropatias, problemas circulatórios, fascite plantar, tendinites ou deformidades nos pés.</p>
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