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	<title>Saiba mais sobre saúde dos pés - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Saiba mais sobre saúde dos pés - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Supinado e Pé Pronado]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia. No entanto, a longo prazo, mesmo pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo. O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia,<a href="https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/">Continue reading <span class="sr-only">"6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia.</strong> No entanto, a longo prazo, mesmo <strong>pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio</strong>. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo.</p>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia, esclarece que <strong>todas as pessoas apresentam pronação (para dentro) e supinação (para fora) ao caminhar</strong>, em maior ou menor proporção, pois são movimentos naturais e necessários para a absorção de impacto e adaptação ao solo.</p>
<p>“É preciso equilíbrio entre ambos. Na pronação, o arco do pé inclina para dentro. Já na supinação é o oposto: ele se afasta do chão. O problema é quando esses movimentos aumentam ou mudam demais com o tempo”, explica o especialista em reabilitação ortopédica e esportiva.</p>
<h2>O que é (ou não) normal</h2>
<p>Na prática, a maioria das pessoas apresenta uma leve pronação ao caminhar, porque o <strong>pé precisa distribuir o peso e absorver o impacto do corpo</strong>. Embora menos frequente, a supinação também ocorre e faz parte do funcionamento natural da pisada.</p>
<p>Portanto, <strong>o alerta não está na existência desses movimentos, mas na mudança progressiva</strong>. Isso porque, quando uma dessas rotações se torna mais acentuada, passa a gerar desconforto, como dores nos pés, sobretudo durante a atividade física.</p>
<p>Nesse sentido, o fisioterapeuta recomenda ficar de olho em possíveis sintomas e procurar uma avaliação profissional para investigar melhor.</p>
<h2>Sinais de que sua pisada pode estar mudando</h2>
<p><strong>Alguns sinais do dia a dia ajudam a identificar alterações importantes na pisada antes mesmo de surgir dor</strong>. Observar o comportamento dos pés e até dos calçados é um dos jeitos mais simples para perceber algo de diferente e agir na hora certa.</p>
<p>Entre os principais indícios, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma INKI de consultas médicas, lista:</p>
<p>1. <strong>Desgaste irregular do solado</strong>.<br />
2. <strong>Calcanhar do sapato inclinando para dentro ou para fora</strong>.<br />
3. <strong>Surgimento de calos</strong> em pontos específicos.<br />
4. <strong>Ressecamento da pele</strong> dos pés.<br />
5. <strong>Desalinhamento dos dedos</strong>, como o joanete.<br />
6. Sensação de <strong>cansaço ou sobrecarga nos tornozelos</strong>.</p>
<p>“Esses sinais mostram que o corpo pode estar compensando uma pisada inadequada. Quando o desvio é acentuado, o peso deixa de ser distribuído corretamente, gerando sobrecarga nas articulações e, com o tempo, dor”, alerta o médico.</p>
<h2>Como evitar problemas e tratar</h2>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães chama atenção para hábitos que podem agravar o caso e até trazer problemas mais sérios, como:</p>
<ul>
<li>aumento repentino de distância ou intensidade nos treinos;</li>
<li>falta de fortalecimento muscular;</li>
<li>uso de calçados sem suporte adequado;</li>
<li>ausência de adaptação progressiva à atividade física.</li>
</ul>
<p>Já quando o assunto é tratamento, o ortopedista Ivo Zulian Neto destaca as palmilhas ortopédicas sob medida como primeira linha por reposicionar as forças e dar equilíbrio à marcha. A fisioterapia também destaca ser fundamental o fortalecimento. Se nada disso resolver, uma intervenção cirúrgica pode ser considerada.</p>
<p>“Sempre gosto de lembrar que nenhum corpo é perfeitamente simétrico. Então, é normal ter pequenas diferenças entre os pés. O perigo mora nas soluções genéricas, como comprar um tênis que promete corrigir sem nem saber o grau do problema. Às vezes, você corrige um lado e prejudica o outro”, finaliza o médico.</p>
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		<title>Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar. Para driblar esses desconfortos, conte com os alongamentos. O ortopedista Paulo<a href="https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/">Continue reading <span class="sr-only">"Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. <strong>Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar.</strong> Para driblar esses desconfortos, conte com os <strong>alongamentos</strong>.</p>
<p>O ortopedista Paulo Roberto Dias, embaixador da ISMST no Brasil, explica que a <strong>posição sentada prolongada favorece dores musculares por diferentes mecanismos, como: a flexão exagerada dos joelhos, que pode gerar encurtamento; e a compressão do nervo ciático, capaz de provocar dor e formigamento nas pernas e nos pés</strong>.</p>
<p>“O paciente que permanece sentado por muitas horas também pode apresentar dificuldade no retorno venoso, especialmente quem já tem insuficiência venosa, com atenção às varizes”, alerta o médico.</p>
<h2>Músculos que mais sofrem</h2>
<p>Segundo o especialista, alguns grupos musculares são mais afetados pela rotina sedentária e <strong>merecem atenção especial no alongamento</strong>. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>flexores do quadril;</li>
<li>panturrilhas;</li>
<li>músculos isquiotibiais (parte posterior da coxa);</li>
<li>piriforme (região glútea);</li>
<li>glúteos.</li>
</ul>
<p>O profissional reforça que a <strong>panturrilha é conhecida como o “segundo coração” do corpo</strong>, pois <strong>auxilia no retorno do sangue venoso</strong>. Por isso, manter esses músculos ativos e alongados é fundamental para reduzir os efeitos negativos do sedentarismo.</p>
<h2>Alongamento é saúde</h2>
<p>A <strong>falta de movimento ao longo do dia compromete a mobilidade e reduz a flexibilidade da coluna e dos membros inferiores</strong>. Muitas vezes, a restrição de movimento aparece antes mesmo da dor mais intensa surgir, já como um sinal de alerta do corpo.</p>
<p>Para o ortopedista Paulo Roberto Dias, essa <strong>fase de travas já pede alongamentos para evitar que o desconforto evolua</strong>. Alguns exercícios simples podem ser feitos no próprio ambiente de trabalho:</p>
<p><strong>Alongamento do quadril</strong></p>
<ul>
<li>Em pé ou sentado, leve um dos joelhos em direção ao peito ou cruze uma perna sobre a outra e incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento da panturrilha </strong></p>
<ul>
<li>Em pé, apoie as mãos na parede, estique uma perna para trás e pressione o calcanhar contra o chão.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos isquiotibiais</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, estenda uma das pernas, mantenha a coluna reta (sem curvar as costas) e incline o tronco em direção ao pé.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento do piriforme ou região glútea</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, cruze uma perna sobre a outra, apoiando o tornozelo no joelho oposto. Incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos glúteos</strong></p>
<ul>
<li>Sentado ou até deitado, abrace um dos joelhos em direção ao peito e mantenha a posição por alguns segundos.</li>
</ul>
<p>A recomendação é fazer esses exercícios <strong>diariamente, durante pausas de 10 minutos, a cada duas ou três horas de trabalho sentado contínuo</strong>. Não adianta concentrar tudo no fim do dia ou apenas no final da semana, viu?</p>
<h2>Cuidados importantes</h2>
<p>O médico lembra que se <strong>alongar é ótimo, mas exagerar na intensidade pode surtir o efeito contrário e piorar o quadro</strong>. Isso porque os <strong>alongamentos muito forçados, sobretudo em quem não está condicionado, tendem a gerar mais dor e desconforto do que benefícios.</strong></p>
<p>Caso a dor persista, mesmo a pessoa se alongando, é fundamental buscar avaliação médica com um ortopedista para investigar possíveis condições que exijam tratamentos mais específicos.</p>
<p>Por fim, vale ainda ficar de olho na rotina. “Estudos científicos já associam o trabalho sentado ao aumento do risco de cardiopatias, obesidade, diabetes tipo 2 e trombose venosa profunda (TVP), o que reforça a importância do movimento diário”, alerta o especialista Paulo Roberto.</p>
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		<title>Por que sapatos novos podem machucar tanto?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fricção e Impacto do Calçado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[atrito]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fricção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato novo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que sapatos novos podem machucar tanto?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um <strong>sapato novo</strong> costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. <strong>Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas.</strong> Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a <strong>ciência da biomecânica tem a resposta</strong> para esse inconveniente.</p>
<p>Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da <strong>estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário.</strong> Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido.</p>
<p>“<strong>Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar</strong>. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista.</p>
<h2>Atrito e pressão são os vilões</h2>
<p><strong>A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais</strong>. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas.</p>
<p>É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação.</p>
<p>Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. <strong>Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé.</strong></p>
<h2>O calçado deve se adaptar ao pé</h2>
<p>Cada pé é único. <strong>Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada</strong>. Por isso, a regra de ouro é: <strong>o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário.</strong></p>
<p>“Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa.</p>
<p>Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>maior sensibilidade da pele;</li>
<li>presença de deformidades;</li>
<li>tipo de pisada;</li>
<li>idade;</li>
<li>doenças, como diabetes.</li>
</ul>
<h2>Quando o desconforto vira alerta</h2>
<p>Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a <strong>repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades.</strong></p>
<p>Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas:</p>
<ul>
<li>calcanhar;</li>
<li>lateral do quinto dedo;</li>
<li>parte superior dos dedos;</li>
<li>região plantar anterior.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meias certas ajudam a prevenir tendinites. Entenda</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meias-certas-ajudam-a-prevenir-tendinites-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tendinite]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[meias]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tendinite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou que as meias podem ter um papel importante nos casos de tendinite? A condição costuma surgir a partir de microlesões repetitivas nos tendões, e esses itens de vestuário, aparentemente simples, ajudam a reduzir fatores de risco para o quadro. O fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva garante que a meia não é apenas um<a href="https://www.baruel.com.br/meias-certas-ajudam-a-prevenir-tendinites-entenda/">Continue reading <span class="sr-only">"Meias certas ajudam a prevenir tendinites. Entenda"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou que as <strong>meias podem ter um papel importante nos casos de tendinite</strong>? A condição costuma surgir a partir de microlesões repetitivas nos tendões, e esses itens de vestuário, aparentemente simples, <strong>ajudam a reduzir fatores de risco para o quadro</strong>.</p>
<p>O fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva garante que a meia não é apenas um acessório de conforto, já que <strong>influencia diretamente o pé dentro do calçado</strong>. Por isso, <strong>meias adequadas ajudam a controlar fatores biomecânicos, como atrito e estabilidade, aspectos importantes para o surgimento da doença</strong>.</p>
<p>“A meia pode contribuir com a prevenção da tendinite, sobretudo em conjunto com o calçado certo, treino adequado e outros cuidados com o corpo”, afirma o profissional.</p>
<h2>Tecido e ajuste fazem diferença</h2>
<p>O tipo de material interfere diretamente no desempenho do pé dentro do tênis. Entre os principais tecidos usados na confecção das meias estão:</p>
<ul>
<li><strong>Algodão puro</strong>: absorve o suor, permanece úmido e aumenta o atrito entre o pé e o calçado, gerando bolhas, irritações e microtraumas nos tendões.</li>
<li><strong>Poliéster</strong>: permite que o suor evapore com mais facilidade, diminuindo a fricção e mantendo o pé mais seco e estável.</li>
</ul>
<p>Segundo Eduardo, a diferença é relevante tanto em treinos quanto em competições, especialmente quando há impacto repetitivo. Além disso, o tamanho da meia deve ser o ideal, pois interfere na biomecânica:</p>
<ul>
<li><strong>Meias apertadas</strong>: comprimem os dedos e o calcanhar, alteram a forma como o pé se movimenta e aumentam a tensão nos tendões;</li>
<li><strong>Meias largas</strong>: podem dobrar dentro do tênis e causar atrito e instabilidade, favorecendo cargas irregulares e dor.</li>
</ul>
<h2>Quando escolher cada modelo</h2>
<p>O fisioterapeuta ressalta que a escolha do formato deve estar alinhada ao tipo de treino e ao calçado utilizado. Cada opção tem uma indicação específica:</p>
<ul>
<li><strong>Meia de cano curto</strong>: oferece mais liberdade e menos suporte, ideal para treinos leves;</li>
<li><strong>Meia de cano médio ou alto</strong>: indicada para corrida, futebol ou trekking por gerar maior proteção na região do tornozelo e na parte superior do tênis, aumentando a estabilidade;</li>
<li><strong>Meia compressiva</strong>: pode melhorar a circulação, reduzir a vibração muscular e aumentar a percepção de estabilidade do pé, auxiliando na recuperação e na performance.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há também diferenças entre meias comuns e esportivas. Enquanto as <strong>comuns apenas cobrem o pé, as esportivas têm áreas de amortecimento, ventilação e ajuste anatômico</strong>. “Elas reduzem a fricção e ajudam o pé a trabalhar de forma mais estável, resultando em menor risco de microtraumas e sobrecarga nos tendões”, afirma o especialista.</p>
<h2>Dicas de quem entende</h2>
<p>Vale lembrar que a escolha da meia torna-se especialmente relevante em atividades com impacto repetitivo ou mudanças rápidas de direção, como corridas, trilhas, futebol, basquete e tênis, além de crossfit e treinos de musculação intensa com saltos.</p>
<p>Na hora da compra, o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva sugere priorizar as seguintes características:</p>
<ul>
<li><strong>Respirabilidade</strong>, para manter o pé seco.</li>
<li><strong>Ajuste anatômico</strong>, que evita dobras e apertos.</li>
<li><strong>Compressão adequada</strong>, porque melhora a estabilidade e circulação.</li>
<li><strong>Amortecimento</strong> localizado, protegendo calcanhar e antepé.</li>
<li><strong>Costuras planas</strong>, que reduzem atrito e bolhas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda assim, trocar apenas a meia não resolve a tendinite. É fundamental avaliar o calçado, observar a carga de treino e, se necessário, investigar possíveis alterações biomecânicas no pé ou no tornozelo, que podem exigir avaliação profissional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o joanete está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo. Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de hallux valgus<a href="https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/">Continue reading <span class="sr-only">"Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o <strong>joanete</strong> está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, <strong>além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo.</strong></p>
<p>Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de <strong><em>hallux valgus</em> – altera a base de apoio do pé</strong>. Como o dedão é essencial para a propulsão ao caminhar, seu desalinhamento interfere diretamente na estabilidade e pode levar a quedas.</p>
<p>“O dedão suporta grande parte do peso durante a marcha. Quando ele está desalinhado, o corpo precisa se ajustar e isso pode afetar tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico”, detalha o profissional.</p>
<h2>Joanete altera a marcha</h2>
<p>Se o <em>hálux</em> se inclina em direção aos outros dedos, a <strong>distribuição do peso muda</strong>. Em vez de o dedão cumprir seu papel na propulsão, ocorre sobrecarga na lateral do pé, redução da eficiência do movimento e alteração do centro de pressão, fator crucial para se manter equilibrado.</p>
<p>É aí que o problema começa: para continuar andando, muitas pessoas desenvolvem <strong>compensações naturais</strong>, como apoiar mais a parte externa do pé, girar o pé para fora e dar passos mais curtos. Essas <strong>adaptações ajudam a reduzir a dor, mas modificam a biomecânica e aumentam o risco de sobrecarga nos tornozelos, joelhos e quadris.</strong></p>
<p>Segundo o fisioterapeuta, quanto mais severo for o desalinhamento, maior será o impacto na marcha. Idosos, pessoas com dor intensa ou rigidez no dedão e quem caminha em pisos irregulares ou escorregadios tendem a apresentar maior risco de instabilidade e quedas.</p>
<h2>Quando o equilíbrio falha</h2>
<p>A aposentada Marlene Carvalho, 66 anos, convive com o joanete há mais de uma década. No início, a alteração era apenas estética e incomodava principalmente ao usar determinados sapatos. Com o tempo, a dor começou a interferir na forma de andar.</p>
<p>“Eu pisava mais para o lado para fugir da dor. Fui andando assim na calçada e senti que o pé não firmou. Foi muito rápido, perdi o equilíbrio. Caí de lado e machuquei o joelho e o ombro”, relata.</p>
<p>Ela conta que já percebia sinais de instabilidade antes do episódio. Por vezes, o pé dava uma “balançada” e os tropeços se tornaram mais frequentes no dia a dia. Hoje, Marlene evita saltinhos, aposta em solados mais seguros e redobra a atenção na rua.</p>
<h2>Como reduzir o risco de quedas</h2>
<p>O fisioterapeuta Eduardo Saraiva destaca que o impacto no equilíbrio tende a ser mais significativo quando o joanete está em grau moderado a severo, com inclinação acentuada do dedão, dor constante, rigidez e perda de mobilidade.</p>
<p>Para reduzir o risco de instabilidade e quedas, as principais medidas incluem:</p>
<p><strong>Exercícios e fisioterapia</strong></p>
<ul>
<li>fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé;</li>
<li>treino de equilíbrio unipodal;</li>
<li>exercícios de mobilidade do dedão para melhorar a propulsão.</li>
</ul>
<p><strong>Calçados adequados</strong></p>
<ul>
<li>modelos mais largos, com espaço suficiente para o dedão;</li>
<li>solado estável;</li>
<li>evitar saltos altos ou calçados rígidos.</li>
</ul>
<p><strong>Órteses e acompanhamento</strong></p>
<ul>
<li>uso de separadores de dedos;</li>
<li>palmilhas para redistribuir a pressão plantar;</li>
<li>avaliação fisioterapêutica da marcha e correção de compensações com plano individual de prevenção de quedas.</li>
</ul>
<p>“Uma boa estratégia é combinar exercícios, calçado adequado e órtese. Essa é a forma mais eficaz de manter a estabilidade e reduzir a dor”, orienta o especialista.</p>
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		<title>Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/corte-errado-e-o-vilao-da-unha-encravada-mitos-e-verdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. Dor, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo. Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado?<a href="https://www.baruel.com.br/corte-errado-e-o-vilao-da-unha-encravada-mitos-e-verdades/">Continue reading <span class="sr-only">"Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. D<strong>or, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo.</strong> Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado?</p>
<p>Para a podóloga Deise Ferraz, o corte inadequado realmente pesa no encravamento, mas não é o único fator envolvido. <strong>Há questões genéticas, tipo de calçado e até traumas repetidos que também influenciam no quadro.</strong></p>
<p>“Cortar de modo incorreto é, sim, uma das causas da onicocriptose, principalmente quando a pessoa tira demais ou cava os cantinhos. Ainda assim, não dá para colocar toda a culpa só no cortador”, afirma a profissional.</p>
<h2>5 mitos e verdades sobre unha encravada</h2>
<p>A seguir, a podóloga desvenda os principais mitos e verdades, do corte à unha encravada.</p>
<p><strong>1) Cavar os cantos ajuda a “limpar” a unha?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Esse é o grande erro. Ao cavar os cantinhos – e cortar a unha rente à carne – a pessoa abre espaço para a unha crescer para dentro da pele, o que favorece o encravamento.</p>
<p><strong>2) O corte reto evita unha encravada?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> O corte reto é o mais indicado na maioria dos casos, sempre mantendo os cantos levemente aparentes. Porém, vale uma ressalva: cada unha tem seu formato, então não existe uma regra totalmente universal.</p>
<p><strong>3) Só um corte errado causa unha encravada?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Sapatos apertados, especialmente de bico fino ou tênis muito justos, traumas e hábitos repetidos, unhas naturalmente mais curvadas, fatores genéticos e até transpiração excessiva (o que deixa a pele mais sensível) também contribuem para o quadro.</p>
<p><strong>4) “Cutucar” em casa piora a unha encravada?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> Mexer com palito ou alicate tende a piorar a inflamação, causar sangramento e até infecção com pus. O que era simples pode se transformar em um problemão.</p>
<p><strong>5) Cortar a unha muito arredondada evita que ela encrave?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Deixar um formato muito arredondado facilita que os cantos cresçam para dentro da pele. A unha não deve ser uma “lua cheia”. A regra é que os cantos precisam aparecer levemente.</p>
<h2>Quando é hora de procurar ajuda</h2>
<p>Segundo a podóloga Deise Ferraz, a unha encravada deve sempre ser resolvida por um profissional. Porém, alguns sinais de alerta reforçam a gravidade do caso:</p>
<ul>
<li><strong>dor</strong> intensa ao encostar;</li>
<li><strong>inchaço</strong> importante;</li>
<li><strong>vermelhidão</strong>;</li>
<li><strong>febre</strong> local;</li>
<li><strong>secreção</strong>;</li>
<li>formação de <strong>granuloma</strong> (“bolinha de carne”);</li>
<li><strong>pus</strong>, cheiro forte ou dor latejante (que pulsa) indicam infecção instalada.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>pessoas com diabetes</strong> não devem esperar o quadro piorar para buscar avaliação. Quanto antes o atendimento especializado acontece, menores são as chances desse grupo ter complicações.</p>
<p>“Para prevenir novas crises, mantenha o corte reto, evite sapatos apertados, higienize e seque bem os pés, e tenha acompanhamento regular com o podólogo”, resume Deise.</p>
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		<title>Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/bolhas-nos-pes-por-que-algumas-pessoas-tem-e-outras-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bolha]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato novo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que há quem coloque um sapato novo e, em poucas horas, começa a reclamar de bolhas nos pés, enquanto outras pessoas parecem nunca sofrer com isso? A formação dessas lesões não acontece por azar, nem por acaso: está diretamente ligada a fatores mecânicos e características individuais da pele. O surgimento das bolhas depende<a href="https://www.baruel.com.br/bolhas-nos-pes-por-que-algumas-pessoas-tem-e-outras-nao/">Continue reading <span class="sr-only">"Bolhas nos pés: por que algumas pessoas têm e outras não?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem;">Já reparou que há quem coloque um sapato novo e, em poucas horas, começa a reclamar de <strong>bolhas nos pés</strong>, enquanto outras pessoas parecem nunca sofrer com isso? <strong>A formação dessas lesões não acontece por azar, nem por acaso: está diretamente ligada a fatores mecânicos e características individuais da pele.</strong></span></p>
<p>O <strong>surgimento das bolhas depende basicamente de três elementos: atrito, umidade e resistência da pele,</strong> conforme esclarece a dermatologista Isabela Pitta. Assim, pessoas com a pele mais sensível ao trauma mecânico, suam mais ou utilizam calçados inadequados (que aumentam a fricção em pontos específicos) costumam ser as principais “vítimas”.</p>
<p>“Além disso, o <strong>condicionamento da pele influencia</strong>. Quem já tem áreas mais acostumadas ao atrito tende a formar menos bolhas do que alguém que está começando uma atividade nova, como corrida ou trilha”, avalia a especialista.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>As características da pele fazem diferença na predisposição às bolhas e aumentam o risco de lesão:</p>
<ul>
<li>Pele muito fina pode romper com mais facilidade.</li>
<li>Pele muito espessa tende a formar bolhas mais profundas.</li>
<li>Pele excessivamente ressecada racha com frequência.</li>
<li>Pele muito úmida é mais frágil.</li>
<li>Menor elasticidade cutânea favorece microtraumas.</li>
</ul>
<p>O suor excessivo também tem papel relevante. Segundo a médica, a hiperidrose plantar aumenta a umidade, amolece a camada superficial da pele e facilita o deslizamento entre as camadas da epiderme. Esse “descolamento interno” é justamente o que leva ao acúmulo de líquido e à formação da bolha.</p>
<h2>A influência da biomecânica</h2>
<p>Nem sempre a culpa é da pele. Alterações na pisada e no formato do pé igualmente podem ser os culpados por concentrar pressão e fricção sempre nos mesmos pontos. Por isso, há quem desenvolva bolhas repetidamente na mesma região.</p>
<p>Entre as condições que favorecem esse padrão estão:</p>
<ul>
<li>Pé plano ou muito cavado.</li>
<li>Pisada pronada ou supinada.</li>
<li>Joanetes.</li>
<li>Dedos em garra.</li>
</ul>
<p>“Quando há atrito repetido, acontece um movimento de cisalhamento entre as camadas da pele, ou seja, há um descolamento de camadas da epiderme, criando-se um espaço entre elas. O organismo preenche esse espaço com líquido como forma de proteção”, explica a dermatologista Isabela Pitta.</p>
<p>A bolha, portanto, é uma resposta defensiva do corpo para evitar que o dano avance e não deve ser estourada por conta própria.</p>
<h2>Prevenção e acompanhamento</h2>
<p>O <strong>estilo de vida</strong> é mais um fator de influência quando o assunto são as bolhas. Assim, <strong>sedentários tendem a formar bolhas quando iniciam atividade física repentinamente, enquanto indivíduos ativos desenvolvem resistência ao atrito, mas podem ter lesões no aumento da intensidade, ao trocar o tênis ou praticar esportes de longa duração.</strong></p>
<p>No dia a dia, investir em prevenção é bastante eficaz.</p>
<p><strong>Evite:</strong></p>
<ul>
<li>Usar calçados apertados ou largos demais.</li>
<li>Estrear sapatos por longos períodos.</li>
<li>Optar por meias de algodão, que retêm umidade.</li>
<li>Manter os pés suados por muitas horas.</li>
<li>Cortar as unhas de forma inadequada, o que pode alterar o apoio do pé.</li>
</ul>
<p><strong>Prefira</strong>:</p>
<ul>
<li>Escolher o tamanho correto do calçado.</li>
<li>Utilizar meias esportivas com tecnologia de absorção.</li>
<li>Hidratar a pele, mas sem exagero.</li>
<li>Amaciar sapatos novos antes do uso prolongado.</li>
<li>Utilizar talco ou produtos específicos para controle do suor, quando indicado.</li>
</ul>
<p>A especialista orienta <strong>procurar um dermatologista</strong> se houver <strong>bolhas frequentes, lesões muito dolorosas, demora na cicatrização (atenção, diabéticos!) ou presença de bolhas em outras partes do corpo, sobretudo com coceira ou descamação.</strong></p>
<p>Nesses casos, vale investigar micoses, dermatites de contato ou doenças bolhosas autoimunes.</p>
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		<title>A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-verruga-plantar-pode-estar-na-sua-casa-e-voce-nem-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Verruga Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[olho de peixe]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ser normalmente associada a piscinas e vestiários, a verruga plantar pode ser transmitida e adquirida dentro da sua própria casa, sabia? Isso porque ambientes úmidos como o banheiro e itens pessoais compartilhados criam condições perfeitas para o contágio, mesmo que os moradores nem percebam. “A verruga plantar é causada por tipos cutâneos do<a href="https://www.baruel.com.br/a-verruga-plantar-pode-estar-na-sua-casa-e-voce-nem-imagina/">Continue reading <span class="sr-only">"A verruga plantar pode estar na sua casa (e você nem imagina)"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ser normalmente associada a piscinas e vestiários, a <strong>verruga plantar pode ser transmitida e adquirida dentro da sua própria casa</strong>, sabia? Isso porque <strong>ambientes úmidos como o banheiro e itens pessoais compartilhados criam condições perfeitas para o contágio</strong>, mesmo que os moradores nem percebam.</p>
<p>“A verruga plantar é causada por tipos cutâneos do <em>Papilomavírus Humano</em> (HPV). A <strong>infecção pode ocorrer por contato direto, pele com pele, ou de forma indireta, por meio de superfícies e objetos contaminados</strong>”, explica o dermatologista Joaquim Xavier, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.</p>
<p>Segundo o médico, o <strong>vírus penetra pela pele, por meio de microtraumas, ou seja, pequenas fissuras</strong>. “Há relatos na literatura de persistência por horas e possivelmente dias em superfícies domésticas, especialmente em ambientes úmidos”, acrescenta.</p>
<h2>Uma casa, muitos riscos</h2>
<p>Nem sempre a pessoa sabe que tem a verruga plantar, popularmente conhecida como olho de peixe. <strong>Compartilhar toalhas, meias, chinelos, alicates e lixas amplia a probabilidade de contágio, principalmente quando as lesões estão abertas ou a pele está macerada</strong>. Lavar os itens reduz a carga viral, assim como higienizar pisos e superfícies dos cômodos.</p>
<p>Falando em ambientes, os que mais favorecem a transmissão são:</p>
<ul>
<li>banheiros;</li>
<li>pisos de box;</li>
<li>tapetes e capachos de banheiro;</li>
<li>pisos molhados onde se anda descalço.</li>
</ul>
<p>O dermatologista Joaquim Xavier reforça que <strong>três mecanismos principais explicam esse risco</strong>:</p>
<p>1. a <strong>umidade e a temperatura</strong> moderada enfraquecem a barreira cutânea;<br />
2. o contato descalço aumenta a exposição a <strong>superfícies contaminadas</strong>;<br />
3. os tecidos úmidos retêm <strong>partículas virais e células infectadas</strong> por tempo suficiente para transmitir a outra pessoa.</p>
<h2>Como identificar e interromper a transmissão</h2>
<p>A podóloga Deise Ferraz conta que é mais comum do que se imagina atender pacientes que contraíram verruga plantar dentro de casa. Ela também alerta que muitas pessoas costumam confundir a verruga com calos, mas não se trata da mesma coisa.</p>
<p>Para diferenciar, é preciso atentar aos detalhes. As principais <strong>características da verruga plantar</strong> são:</p>
<ul>
<li>lesão endurecida na sola do pé;</li>
<li>pontinhos pretos centrais;</li>
<li>interrupção das linhas naturais da pele;</li>
<li>dor à compressão.</li>
</ul>
<p>“Se alguém já estiver infectado, andar descalço é perigoso. A pele do pé tem microfissuras que nem conseguimos ver e o vírus entra por ali. Não é preciso viver de sapato dentro de casa, mas, nesses casos, o chinelo ajuda muito”, orienta a profissional.</p>
<h2>Prevenção e tratamento</h2>
<p>Para <strong>evitar novas infecções dentro de casa</strong>, os especialistas recomendam:</p>
<ul>
<li>Não compartilhar objetos pessoais.</li>
<li>Secar bem os pés e entre os dedos.</li>
<li>Manter tapetes limpos e secos.</li>
<li>Usar chinelo em banheiro compartilhado.</li>
<li>Cobrir a verruga no dia a dia.</li>
<li>Higienizar as mãos após tocar a lesão.</li>
<li>Evitar cutucar ou tentar removê-la por conta própria.</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, especialmente em crianças, muitas verrugas podem regredir espontaneamente com o tempo, graças à ação do sistema imune. Quando persistem ou causam dor, a recomendação é procurar avaliação dermatológica para tratá-las.</p>
<p>O médico lembra que existem tratamentos seguros e eficazes, como a crioterapia com nitrogênio líquido, que pode ser associada ao ácido salicílico domiciliar. Outras terapias incluem medicamentos injetáveis ou métodos de destruição da lesão, sempre com prescrição profissional e avaliação individual do caso.</p>
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		<item>
		<title>Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[formato dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[simetria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina. O ortopedista e cirurgião<a href="https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/">Continue reading <span class="sr-only">"Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina.</p>
<p>O ortopedista e cirurgião Rafael Meireles explica que <strong>o corpo humano não é perfeitamente simétrico e que variações discretas fazem parte da anatomia natural.</strong> Sendo assim, diferenças leves no <strong>tamanho, na altura do arco plantar ou no padrão de apoio</strong> (mais para dentro ou mais para fora) podem acontecer sem representar uma condição preocupante.</p>
<p>“O importante não é a simetria perfeita, mas se <strong>essa diferença causa dor ou limita a função.</strong> O foco deve estar nos sintomas e na capacidade de caminhar, correr e realizar atividades sem desconforto”, observa o médico.</p>
<h2>Diferenças “do bem”</h2>
<p>As <strong>assimetrias podem estar presentes desde a infância</strong>, quando são vistas como estruturais, ou <strong>surgir ao longo da vida</strong>. <strong>Prática esportiva repetitiva, entorses de tornozelo, sobrecarga unilateral, alterações posturais e uso inadequado de calçados</strong> são fatores que podem influenciar esse processo.</p>
<p>Do ponto de vista ortopédico, são consideradas distinções discretas comuns:</p>
<ul>
<li>no número do calçado;</li>
<li>leve assimetria do arco plantar;</li>
<li>variações de apoio entre o pé dominante e o não dominante;</li>
<li>desgaste levemente desigual do tênis.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>nem toda diferença anatômica exige tratamento</strong>. Segundo Rafael, se não houver dor persistente, limitação funcional ou histórico de lesões repetidas, o corpo costuma se adaptar bem e conviver com pequenas variações sem prejuízo significativo.</p>
<h2>O que pede atenção</h2>
<p>Para o fisioterapeuta Maurício Garcia, da MG Fisioterapia Especializada, a <strong>questão central é como o pé funciona durante o movimento</strong>. Pés funcionalmente simétricos apresentam mobilidade semelhante entre os lados, arcos plantares com comportamento parecido na marcha, força equivalente e boa distribuição de carga.</p>
<p>Quando há <strong>diferenças mais marcantes, o corpo tende a compensar e isso pode alterar o tempo de apoio de cada pé, modificar o padrão da passada e até redistribuir o peso.</strong> Por isso, vale a pena prestar atenção para identificar:</p>
<ul>
<li>arco mais plano ou mais cavo;</li>
<li>limitação de dorsiflexão (levantar a parte da frente do pé para cima, aproximando dedos da canela);</li>
<li>rigidez do médio-pé (região central do pé);</li>
<li>alteração de apoio medial ou lateral.</li>
</ul>
<p>“<strong>Uma pequena diferença no pé pode repercutir em toda a cadeia cinética</strong>, gerando mudanças no eixo do joelho, rotação do quadril e ajustes na pelve e na coluna. Sem contar que, muitas vezes, o local da dor não é a origem do problema”, alerta o profissional.</p>
<h2>Será que preciso de tratamento?</h2>
<p>Embora o <strong>corpo tenha grande capacidade de adaptação</strong>, compensações prolongadas podem gerar sobrecarga. Nesse sentido, os especialistas recomendam observar se há:</p>
<ul>
<li>dor recorrente sempre do mesmo lado;</li>
<li>sensação de perna mais pesada;</li>
<li>cansaço precoce ao caminhar ou correr;</li>
<li>desgaste irregular do solado do calçado.</li>
</ul>
<p>O ortopedista Rafael Meireles destaca que a investigação é indicada quando há <strong>dor persistente, entorses frequentes, sensação de desnível ao caminhar ou dor anterior no joelho associada a apoio excessivo para dentro,</strong> pois alterações importantes de pronação podem modificar a mecânica femoropatelar (encontro da patela do joelho com o fêmur).</p>
<p>Já o fisioterapeuta Maurício Garcia acrescenta que é possível melhorar a função mesmo quando a anatomia é diferente. Exercícios específicos para pés e tornozelos, treino de equilíbrio, reeducação da marcha, fortalecimento muscular e, quando necessário, ajustes de calçados e palmilhas ajudam no quadro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/transforme-o-dia-a-dia-em-treino-funcional-para-os-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios em casa]]></category>
		<category><![CDATA[faça em casa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=4811</guid>

					<description><![CDATA[<p>O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os<a href="https://www.baruel.com.br/transforme-o-dia-a-dia-em-treino-funcional-para-os-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. <strong>Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio.</strong></p>
<p>Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os pés acontece quando eles são preparados para cumprir bem o que fazem na vida real: <strong>sustentar o corpo, absorver impacto, equilibrar e empurrar o chão ao caminhar ou subir</strong>.</p>
<p>“O foco não é ‘queimar’ o pé, mas melhorar a eficiência e segurança do movimento. Na prática, envolve trabalhar a força dos músculos intrínsecos da planta, mobilidade do tornozelo, controle do arco plantar, coordenação e estabilidade”, explica.</p>
<h2>Cotidiano como estímulo inteligente</h2>
<p>Segundo Aline, movimentos diários podem ser tão eficazes quanto exercícios específicos porque o corpo melhora aquilo que repete com qualidade e consistência.</p>
<p>Além disso, o cotidiano oferece três vantagens importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Frequência alta</strong>, já que os movimentos se repetem várias vezes ao dia;</li>
<li><strong>Contexto real</strong>, com transferência de peso e ajustes de equilíbrio;</li>
<li><strong>Integração</strong> com pé, tornozelo, joelho, quadril e tronco trabalhando juntos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Subir escadas</strong>, por exemplo, pode virar treino quando feito com atenção ao chamado “tripé do pé”, ou seja, manter apoio na base do dedão, do mindinho e no calcanhar.</p>
<p>Já o ato de “empurrar”o degrau para baixo e para trás no movimento de subir, como se quisesse afastar o piso, ativa melhor o arco plantar, enquanto controlar conscientemente a descida do degrau, fazendo isso de forma lenta e segura, ajuda a treinar a estabilidade e a reduzir o risco de torções.</p>
<h2>Pequenas ações, grandes ajustes</h2>
<p><strong>Agachar para pegar um objeto no chão</strong> parece coisa simples, mas o corpo precisa transferir peso e ajustar o tornozelo para manter o equilíbrio. Para estimular a estabilidade e a coordenação, é necessário deixar o arco plantar ativo, distribuir o peso (sem jogar tudo no calcanhar ou na ponta do pé) e, se for seguro, apoiar mais em uma perna.</p>
<p>Até ações como <strong>empurrar portas ou simplesmente ficar em pé envolvem os pés mais do que parece</strong>. Para gerar força no tronco e nos braços ao empurrar algo, é preciso ter pressão e estabilidade no pé, com boa transferência de peso para o solo.</p>
<p>“<strong>Ficar em pé é um exercício de microajustes constantes</strong>. Os pés e tornozelos fazem correções o tempo todo para manter o centro de massa equilibrado, especialmente quando mudamos o peso de um lado para o outro ou estamos em superfície irregular”, destaca a educadora física Aline Turazzi.</p>
<h2>Exercício não deve envolver dor</h2>
<p>Vale lembrar que o progresso desse dia a dia funcional <strong>deve ser gradual e não envolve sentir dor</strong>. Um desconforto muscular leve até pode acontecer, mas dor aguda, pontadas, dormência ou piora progressiva são sinais de alerta. Casos de desalinhamentos do arco, joelho e calcanhar também merecem atenção médica.</p>
<p>Para fugir das sobrecargas, a especialista orienta:</p>
<ul>
<li>Evitar excessos repetitivos, como subir escadas na ponta do pé o dia inteiro.</li>
<li>Observar calçado e piso, já que tênis muito gasto ou instável pode atrapalhar.</li>
<li>Respeitar limitações em casos de lesão recente, inflamação, instabilidade ou perda de sensibilidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Como são movimentos cotidianos, podem ser aproveitados diariamente, desde que haja qualidade e dosagem. Se houver histórico de lesão, dor persistente ou objetivo esportivo específico, vale buscar orientação profissional”, conclui Aline.</p>
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