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		<title>Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés. O resultado é a dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo<a href="https://www.baruel.com.br/telas-e-sedentarismo-afetam-mobilidade-de-criancas-e-jovens/">Continue reading <span class="sr-only">"Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. <strong>Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés.</strong> O resultado é a <strong>dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo antes do tempo.</strong></p>
<p>“Quando a criança se movimenta menos, os pés deixam de receber estímulos importantes para fortalecimento muscular, ganho de equilíbrio, alongamento e até para a mudança natural do formato durante o crescimento”, afirma o ortopedista pediátrico Tiago Mascarenhas, do Hospital viValle, da Rede D’Or.</p>
<p>Ele ainda reforça que <strong>ficar parado por longos períodos também contribui para essa redução: o corpo funciona como um músculo, ou seja, precisa ser usado para se desenvolver bem.</strong> Com o tempo, isso pode <strong>gerar rigidez, encurtamento e dores nos pés, tornozelos e pernas.</strong></p>
<h2>Dor de adulto já aos oito anos</h2>
<p>A jornalista Juliana Franco percebeu que a filha começou a reclamar de dor ao acordar quando tinha apenas oito anos. “O primeiro sinal foi quando ela dizia que doía ao colocar o pé no chão. Achamos que era dor de crescimento, mas passou a se repetir”, conta.</p>
<p>A menina, hoje com nove anos, também sentia incômodo depois de muito tempo sentada e, aos poucos, começou a evitar atividades comuns da idade. “Ela dizia que parecia um repuxar ou queimar a sola do pé. Não corria nem pulava mais. Em passeios, queria sentar ou pedia colo. Era estranho, parecia uma velhinha com dor”, relembra a mãe.</p>
<p>Após a avaliação com um ortopedista pediátrico, a criança recebeu o diagnóstico de sobrecarga da fáscia plantar, causada principalmente pela falta de movimento e pelo excesso de tempo sentada. O tratamento envolveu fisioterapia, alongamentos orientados, ajustes na rotina e mais atenção aos calçados.</p>
<h2>Gerações diferentes, pés diferentes</h2>
<p>O especialista Tiago Mascarenhas observa que <strong>há diferenças perceptíveis na saúde dos pés da turma jovem hoje, especialmente após a pandemia, quando muitas crianças ficaram mais tempo dentro de casa</strong>. Isso porque o <strong>aumento dos intervalos diante de tela tem reduzido atividades que estimulam equilíbrio, fortalecimento muscular e controle neurológico.</strong></p>
<p>Nesse sentido, o médico destaca a amplificação de casos de marcha equina idiopática, em que a criança passa a andar na ponta dos pés, associado, entre outros fatores, à imaturidade no controle neurológico dos músculos.</p>
<h2>Quando buscar ajuda</h2>
<p>Alguns sinais indicam que a criança já pode estar perdendo mobilidade ou função nos pés. Entre os principais estão:</p>
<ul>
<li><strong>Dores frequentes</strong> ao brincar ou praticar esportes;</li>
<li><strong>Cansaço</strong> rápido em tarefas simples;</li>
<li><strong>Quedas</strong> constantes;</li>
<li><strong>Dificuldade para acompanhar colegas;</strong></li>
<li><strong>Evitar correr ou brincar;</strong></li>
<li>Músculos aparentando <strong>pouco volume ou fraqueza</strong>.</li>
</ul>
<p>Esses sintomas merecem atenção, principalmente quando interferem na rotina. O ortopedista pediátrico alerta que a infância é uma fase essencial para formar pés fortes e funcionais – e a falta de estímulo pode aumentar o risco de dores e lesões no futuro.</p>
<h2>Cuidados do dia a dia</h2>
<p>A boa notícia é que hábitos simples do dia a dia fazem diferença na saúde de crianças e adolescentes. Assim, vale incluir na rotina:</p>
<ul>
<li>Equilibrar o acesso a telas com a movimentação diária;</li>
<li>Estimular brincadeiras ao ar livre e esportes;</li>
<li>Correr durante o recreio escolar e se movimentar ao longo do dia;</li>
<li>Permitir contato dos pés com grama, terra ou areia;</li>
<li>Evitar ficar parado a semana inteira e concentrar tudo no fim de semana.</li>
</ul>
<p>“A tecnologia faz parte da vida moderna, mas não pode substituir o movimento, porque o desenvolvimento dos pés depende de estímulos constantes desde os primeiros passos até o fim da adolescência”, conclui o especialista.</p>
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