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	<title>Tudo sobre tratamento dos pés - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre tratamento dos pés - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no calcanhar]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a caminhada está totalmente proibida é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não! De<a href="https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/">Continue reading <span class="sr-only">"Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia</strong>. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a <strong>caminhada está totalmente proibida</strong> é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não!</p>
<p>De acordo com a fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, a <strong>fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo da fáscia plantar, estrutura responsável por sustentar o arco do pé e absorver impacto durante os movimentos, incluindo a caminhada</strong>.</p>
<p>“Mas o problema não é apenas caminhar. <strong>O problema é caminhar com sobrecarga</strong>. O corpo costuma dar sinais claros de que existe excesso de esforço ou impacto na região”, adverte a profissional.</p>
<h2>É melhor não caminhar se…</h2>
<p>A piora dos sintomas associados à doença é uma bandeira vermelha para a caminhada. Isso porque os <strong>desconfortos costumam ser mais intensos após longos períodos em pé ou andança excessiva.</strong></p>
<p>Entre os alertas para reduzir ou interromper temporariamente a atividade estão:</p>
<ul>
<li>aumento progressivo da dor;</li>
<li>desconforto persistente após a caminhada;</li>
<li>piora dos sintomas no dia seguinte.</li>
</ul>
<p>Segundo Tatiane, um leve desconforto controlado, sem agravamento ao longo do dia e com recuperação rápida, costuma representar uma zona mais segura para continuar a atividade.</p>
<h2>Hábitos simples também pioram dor</h2>
<p>Vale lembrar que a<strong> culpa não está só no andar.</strong> Outras situações comuns no dia a dia também <strong>aumentam a sobrecarga na fáscia plantar</strong>, pioram a dor e, consequentemente, dificultam a recuperação. Fique atento a:</p>
<ul>
<li><strong>longos períodos em pé;</strong></li>
<li><strong>impacto repetitivo;</strong></li>
<li><strong>rigidez da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>caminhadas descalças em superfícies duras.</strong></li>
</ul>
<p>“<strong>O uso de calçados inadequados é outro agravante</strong>, principalmente quando o pé já apresenta sinais de inflamação. Observe estabilidade, amortecimento e suporte para o arco dos pés”, orienta a fisioterapeuta.</p>
<h2>Correção da sobrecarga</h2>
<p>Quando o assunto é aliviar e tratar a fascite plantar, a profissional explica que há medidas imediatas e abordagens terapêuticas a longo prazo. O primeiro grupo envolve uma série de ações para ajudar no controle momentâneo da dor, mas sem potencial de cura isoladamente, como:</p>
<ul>
<li><strong>alongamento da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>automassagem com bolinha na sola do pé;</strong></li>
<li><strong>aplicação local de gelo;</strong></li>
<li><strong>redução de impacto nas atividades.</strong></li>
</ul>
<p>Já um tratamento mais eficiente costuma contemplar:</p>
<ul>
<li>mobilidade do tornozelo;</li>
<li>alongamento da cadeia posterior;</li>
<li>fortalecimento dos pés;</li>
<li>treino de marcha;</li>
<li>reeducação postural;</li>
<li>consciência corporal;</li>
<li>equipamentos fisioterapêuticos.</li>
</ul>
<p>A melhora inicial costuma aparecer entre duas e quatro semanas, enquanto a recuperação progressiva pode levar de seis a 12 semanas. O retorno seguro às caminhadas tende a acontecer quando não há dor ao caminhar, rigidez matinal ou dificuldade no controle do movimento.</p>
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		<title>Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas. Normalmente, as dores são causadas pelo alongamento repentino<a href="https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações</strong>. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, <strong>desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas.</strong></p>
<p>Normalmente,<strong> as dores são causadas pelo alongamento repentino da fáscia plantar ao levantar da cama.</strong> Como explica a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, essa estrutura, que vai dos dedos ao calcanhar, <strong>permanece em repouso durante a noite e acaba sentindo esse “choque” pela manhã.</strong></p>
<p>“A fascite plantar é uma dessas causas, mas não a única. O principal sinal costuma ser a dor localizada, sensação de queimação, agulhada ou repuxo na sola do pé, principalmente ao pisar”, afirma a profissional.</p>
<h2>O que melhora e o que piora</h2>
<p>Uma série de intervenções pode ajudar ou prejudicar o quadro. <strong>Sapatos inadequados, por exemplo, são os principais vilões. Chinelos, rasteirinhas e solados rígidos ou sem amortecimento aumentam a sobrecarga dos pés durante o dia.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>o sobrepeso e a falta de alongamento favorecem o encurtamento da fáscia plantar e podem intensificar o desconforto logo ao acordar.</strong> Em geral, <strong>a dor costuma ser localizada e não vem acompanhada de inchaço ou vermelhidão.</strong></p>
<p>Por outro lado, há <strong>hábitos que aliviam</strong> os sintomas nos primeiros passos matutinos. A fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>movimentar os dedos dos pés ainda na cama;</li>
<li>fazer “garras” com os dedos;</li>
<li>estimular a abertura dos pés;</li>
<li>alongar pernas e panturrilhas antes de levantar.</li>
</ul>
<h2>Nem toda dor é só fascite plantar</h2>
<p><strong>Embora a fascite plantar seja uma das causas mais conhecidas, dores ao acordar também podem estar relacionadas a condições reumatológicas.</strong> O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, lembra que inflamações nos tendões e articulações entram nessa investigação.</p>
<p>Entre as principais possibilidades estão:</p>
<ul>
<li>entesite (inflamação onde tendão ou ligamento se prende ao osso);</li>
<li>espondiloartrites (doenças inflamatórias que afetam principalmente coluna e articulações);</li>
<li>artrite psoriásica (artrite associada à psoríase);</li>
<li>artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações);</li>
<li>gota (dor causada por cristais de ácido úrico nas articulações);</li>
<li>tendinite do tibial posterior (inflamação no tendão que sustenta o arco do pé).</li>
</ul>
<p>“<strong>Dores inflamatórias costumam piorar ao acordar, vêm acompanhadas de rigidez matinal prolongada e melhoram com o movimento. Já dores mecânicas tendem a piorar com o uso e a aliviar durante o repouso</strong>”, diferencia o médico.</p>
<h2>Avaliação correta muda o tratamento</h2>
<p>Vale lembrar que dor ao pisar ao acordar é um sintoma, e não um diagnóstico fechado. Se a sensação persiste por semanas, volta com frequência ou aparece junto de outros sinais, como inchaço em articulações, dor lombar, psoríase ou vermelhidão nos olhos, é importante investigar a causa com acompanhamento especializado.</p>
<p>Segundo o especialista Henrique Dalmolin, <strong>exames de sangue, ultrassom e ressonância podem ser necessários para entender a origem do problema</strong>. Em alguns casos, pacientes passam anos tratando uma suposta fascite plantar sem melhora, quando a causa da dor é reumatológica e precisa de outro tipo de abordagem.</p>
<p>Já a fisioterapeuta Andrea Guerra reforça que o <strong>tratamento depende diretamente do fator causal.</strong> Casos ortopédicos leves podem responder bem a anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças na rotina, por exemplo.</p>
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		<title>Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O<a href="https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão</strong>. Apesar da popularidade, <strong>as peças não devem ser usadas sem critério</strong>: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios.</p>
<p>O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas <strong>não é indicada para todas as pessoas</strong>.</p>
<p>“<strong>Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações.</strong> Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista.</p>
<h2>Quando meias são realmente indicadas</h2>
<p>De modo geral, a meia de compressão costuma ser <strong>recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose</strong>. Ela também pode integrar o <strong>tratamento de linfedema e lipedema</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores.</p>
<p>Só que <strong>nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa</strong>. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente.</p>
<h2>Escolha errada atrapalha tratamento</h2>
<p>Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que <strong>o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado</strong>.</p>
<p>“Esse tipo de <strong>meia não funciona como uma peça de roupa comum.</strong> É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista.</p>
<p>Embora sejam vendidas livremente, a <strong>orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão</strong>. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns:</p>
<ul>
<li>usar tamanho inadequado;</li>
<li>escolher compressão incorreta;</li>
<li>vestir a meia quando a perna já está inchada;</li>
<li>não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso;</li>
<li>abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado.</li>
</ul>
<h2>Como usar corretamente no dia a dia</h2>
<p>A recomendação geral é <strong>vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir</strong>. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia.</p>
<p>Para <strong>viagens longas</strong>, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia.</p>
<p>O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço:</p>
<ul>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li>evitar longos períodos na mesma posição;</li>
<li>caminhar regularmente;</li>
<li>manter boa hidratação constante;</li>
<li>fazer exercícios com a panturrilha;</li>
<li>reduzir o consumo de sal.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Supinado e Pé Pronado]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia. No entanto, a longo prazo, mesmo pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo. O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia,<a href="https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/">Continue reading <span class="sr-only">"6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia.</strong> No entanto, a longo prazo, mesmo <strong>pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio</strong>. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo.</p>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia, esclarece que <strong>todas as pessoas apresentam pronação (para dentro) e supinação (para fora) ao caminhar</strong>, em maior ou menor proporção, pois são movimentos naturais e necessários para a absorção de impacto e adaptação ao solo.</p>
<p>“É preciso equilíbrio entre ambos. Na pronação, o arco do pé inclina para dentro. Já na supinação é o oposto: ele se afasta do chão. O problema é quando esses movimentos aumentam ou mudam demais com o tempo”, explica o especialista em reabilitação ortopédica e esportiva.</p>
<h2>O que é (ou não) normal</h2>
<p>Na prática, a maioria das pessoas apresenta uma leve pronação ao caminhar, porque o <strong>pé precisa distribuir o peso e absorver o impacto do corpo</strong>. Embora menos frequente, a supinação também ocorre e faz parte do funcionamento natural da pisada.</p>
<p>Portanto, <strong>o alerta não está na existência desses movimentos, mas na mudança progressiva</strong>. Isso porque, quando uma dessas rotações se torna mais acentuada, passa a gerar desconforto, como dores nos pés, sobretudo durante a atividade física.</p>
<p>Nesse sentido, o fisioterapeuta recomenda ficar de olho em possíveis sintomas e procurar uma avaliação profissional para investigar melhor.</p>
<h2>Sinais de que sua pisada pode estar mudando</h2>
<p><strong>Alguns sinais do dia a dia ajudam a identificar alterações importantes na pisada antes mesmo de surgir dor</strong>. Observar o comportamento dos pés e até dos calçados é um dos jeitos mais simples para perceber algo de diferente e agir na hora certa.</p>
<p>Entre os principais indícios, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma INKI de consultas médicas, lista:</p>
<p>1. <strong>Desgaste irregular do solado</strong>.<br />
2. <strong>Calcanhar do sapato inclinando para dentro ou para fora</strong>.<br />
3. <strong>Surgimento de calos</strong> em pontos específicos.<br />
4. <strong>Ressecamento da pele</strong> dos pés.<br />
5. <strong>Desalinhamento dos dedos</strong>, como o joanete.<br />
6. Sensação de <strong>cansaço ou sobrecarga nos tornozelos</strong>.</p>
<p>“Esses sinais mostram que o corpo pode estar compensando uma pisada inadequada. Quando o desvio é acentuado, o peso deixa de ser distribuído corretamente, gerando sobrecarga nas articulações e, com o tempo, dor”, alerta o médico.</p>
<h2>Como evitar problemas e tratar</h2>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães chama atenção para hábitos que podem agravar o caso e até trazer problemas mais sérios, como:</p>
<ul>
<li>aumento repentino de distância ou intensidade nos treinos;</li>
<li>falta de fortalecimento muscular;</li>
<li>uso de calçados sem suporte adequado;</li>
<li>ausência de adaptação progressiva à atividade física.</li>
</ul>
<p>Já quando o assunto é tratamento, o ortopedista Ivo Zulian Neto destaca as palmilhas ortopédicas sob medida como primeira linha por reposicionar as forças e dar equilíbrio à marcha. A fisioterapia também destaca ser fundamental o fortalecimento. Se nada disso resolver, uma intervenção cirúrgica pode ser considerada.</p>
<p>“Sempre gosto de lembrar que nenhum corpo é perfeitamente simétrico. Então, é normal ter pequenas diferenças entre os pés. O perigo mora nas soluções genéricas, como comprar um tênis que promete corrigir sem nem saber o grau do problema. Às vezes, você corrige um lado e prejudica o outro”, finaliza o médico.</p>
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		<item>
		<title>Por que meus pés fedem? Conheça possíveis causas</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-meus-pes-fedem-conheca-possiveis-causas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[mau cheiro]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que, na maioria das vezes, o chulé não está ligado diretamente à falta de higiene? Na verdade, o mau cheiro nos pés é bem mais comum do que se imagina. Mesmo assim, costuma causar bastante desconforto no dia a dia e merece ser investigado e tratado, pois pode envolver questões hormonais e metabólicas. Para<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-meus-pes-fedem-conheca-possiveis-causas/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que meus pés fedem? Conheça possíveis causas"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabia que, na maioria das vezes, o <strong>chulé não está ligado diretamente à falta de higiene</strong>? Na verdade, o mau cheiro nos pés é bem mais comum do que se imagina. Mesmo assim, costuma causar bastante desconforto no dia a dia e merece ser investigado e tratado, pois <strong>pode envolver questões hormonais e metabólicas</strong>.</p>
<p>Para começar, vale saber que esse <strong>odor surge a partir da interação entre o suor e as bactérias naturalmente presentes na pele, criando um ambiente propício para a produção de substâncias com cheiro desagradável</strong>. É o que explica a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma de consultas médicas INKI.</p>
<p>“O suor não tem cheiro. Esse odor aparece quando bactérias degradam componentes do suor e células mortas da pele, liberando substâncias responsáveis pelo cheiro característico”, desmistifica a médica.</p>
<h2>Odor mais forte</h2>
<p>Nem todo mundo sente o problema com a mesma intensidade. Isso acontece porque <strong>o mau cheiro depende de uma combinação de fatores individuais e ambientais</strong>, como:</p>
<ul>
<li>composição da <strong>microbiota</strong> da pele;</li>
<li>presença de <strong>hiperidrose</strong> (suor excessivo);</li>
<li><strong>predisposição</strong> genética;</li>
<li><strong>alterações hormonais</strong>, como na puberdade, gravidez e menopausa.</li>
</ul>
<p>Além disso, a endocrinologista integrativa Juliana Brettas destaca que <strong>questões hormonais e metabólicas influenciam o quadro</strong>. Hipertireoidismo, estresse intenso e alterações no funcionamento do organismo podem aumentar a produção de suor e favorecer o ambiente para proliferação de micro-organismos.</p>
<h2>Sinais que indicam problema</h2>
<p>Embora o chamado “chulé” seja a causa mais comum, <strong>o odor nos pés também pode ser um sinal de alterações dermatológicas ou até sistêmicas</strong>. Nesse sentido, a especialista Carolina Malavassi orienta observar se há outras queixas associadas:</p>
<ul>
<li>descamação, vermelhidão ou fissuras;</li>
<li>presença de “crateras” na pele;</li>
<li>manchas entre os dedos;</li>
<li>coceira, dor ou inflamação.</li>
</ul>
<p>“Esses sintomas podem indicar condições como micose (<em>tinea pedis</em>), eritrasma ou ceratólise plantar, que exigem tratamento específico”, esclarece a dermatologista.</p>
<p>Considerando questões sistêmicas, perda de peso, coração acelerado e ansiedade são motivos suficientes para consultar um especialista da área.</p>
<h2>O que piora o odor (e quando procurar ajuda)</h2>
<p>Como pontapé inicial para investigar a causa do mau cheiro dos pés, procure observar alguns hábitos do dia a dia. Apesar de parecerem inofensivos, esses costumes favorecem diretamente o chulé:</p>
<ul>
<li>uso frequente de calçados fechados e pouco ventilados;</li>
<li>meias sintéticas que não absorvem a umidade;</li>
<li>não secar bem os pés, especialmente entre os dedos;</li>
<li>reutilizar calçados sem deixá-los arejar;</li>
<li>não trocar as meias com frequência.</li>
</ul>
<p>Alimentação, uso de certos medicamentos e algumas doenças ainda são possíveis causas do odor. A metabologista Juliana Brettas lembra que, no caso da diabetes, pode haver alteração na sudorese, além de maior predisposição a infecções por fungos e bactérias.</p>
<p>O ideal é buscar avaliação médica quando o mau cheiro persiste mesmo com cuidados básicos, se surgem lesões na pele ou há impacto na qualidade de vida. Lembre-se de que o suor excessivo, sobretudo quando aparece de forma intensa ou repentina, também merece investigação.</p>
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		<title>Calcanhar rachado: como fechar as fissuras antes do inverno</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-como-fechar-as-fissuras-antes-do-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calcanhar rachado]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem pense que o inverno seja a solução para o calcanhar rachado, já que as sandálias voltam para o armário e os calçados mais fechados, como tênis e botas, escondem as rachaduras. Mas a verdade é que o frio piora a situação: a pele fica mais ressecada, perde a elasticidade e abre pequenas fissuras,<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-como-fechar-as-fissuras-antes-do-inverno/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar rachado: como fechar as fissuras antes do inverno"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem pense que o inverno seja a solução para o <strong>calcanhar rachado</strong>, já que as sandálias voltam para o armário e os calçados mais fechados, como tênis e botas, escondem as rachaduras. Mas a verdade é que <strong>o frio piora a situação: a pele fica mais ressecada, perde a elasticidade e abre pequenas fissuras, que podem doer e sangrar.</strong></p>
<p>Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema começa de forma silenciosa, conforme a estação vai mudando. Ocorrem o ressecamento e o espessamento da pele na região dos pés, especialmente nos calcanhares, que sofrem maior pressão no dia a dia.</p>
<p>“Os ‘rachados’ surgem a partir da área ressecada, enquanto as fissuras são um estágio mais avançado. É quando a pele se rompe e forma pequenas aberturas, aumentando o risco até mesmo de sangramento e infecções”, alerta a profissional.</p>
<h2>Por que o frio piora</h2>
<p>Além das quedas na temperatura, o <strong>inverno brasileiro é marcado pelo ar mais seco</strong>. Essa combinação climática torna o cenário perfeito para a pele perder sua hidratação natural e ceder lugar para as rachaduras.</p>
<p>Mas a culpa não é só do frio. <strong>Outros fatores aumentam o risco</strong> ou agravam o quadro ao longo do tempo:</p>
<ul>
<li>pele extremamente <strong>ressecada</strong>;</li>
<li>uso frequente de <strong>calçados abertos</strong>;</li>
<li>longos períodos <strong>em pé</strong>;</li>
<li><strong>sobrepeso</strong>;</li>
<li>falta de <strong>hidratação</strong>;</li>
<li><strong>doenças</strong> como diabetes.</li>
</ul>
<p>Nesse contexto, o calcanhar passa a sofrer não só com o ressecamento, mas também com a pressão constante, o que favorece o surgimento de cortes mais profundos.</p>
<h2>Quando o ressecamento vira alerta</h2>
<p>É bom lembrar que nem todo ressecamento exige intervenção imediata. Ainda assim, é importante saber identificar quando o quadro evolui para algo mais sério.</p>
<p>Para se ter uma ideia, em estágios iniciais, a pele tende a ficar apenas áspera e esbranquiçada. Por outro lado, quando surgem fissuras profundas, os sinais mudam. Atente-se quando identificar:</p>
<ul>
<li><strong>dor</strong> ao caminhar;</li>
<li>presença de cortes visíveis;</li>
<li><strong>sangramento</strong>;</li>
<li><strong>desconforto</strong> constante.</li>
</ul>
<h2>Como tratar e evitar piora</h2>
<p>A podóloga Simone Bonani compartilha formas eficientes de fechar as fissuras antes do frio chegar. Com constância, adote essas medidas:</p>
<ul>
<li>hidratação diária;</li>
<li>uso de meias para potencializar os cremes;</li>
<li>uso de calçados adequados;</li>
<li>tomar banhos mornos;</li>
<li>não andar descalço;</li>
<li>não lixar os pés em casa.</li>
</ul>
<p>“Ureia, ácido salicílico e lactato de amônio são bons ativos para investir, com prescrição, porque promovem hidratação e renovação da pele. Em casos leves, a melhora pode aparecer em poucos dias”, afirma a profissional.</p>
<p>Para os quadros mais avançados, são necessárias algumas semanas de cuidados contínuos, além da avaliação e orientação de um especialista, sobretudo para a recomendação de produtos seguros.</p>
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		<title>Como proteger as articulações dos pés na meia-idade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-proteger-as-articulacoes-dos-pes-na-meia-idade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[meia-idade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, os pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles. Às vezes, aparece como rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão. Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais<a href="https://www.baruel.com.br/como-proteger-as-articulacoes-dos-pes-na-meia-idade/">Continue reading <span class="sr-only">"Como proteger as articulações dos pés na meia-idade"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, os<strong> pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles</strong>. Às vezes, aparece como <strong>rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão.</strong> Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais sérios.</p>
<p>Embora as mudanças sejam esperadas com o avanço da idade, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma de consultas médicas INKI, destaca que <strong>transformações corporais nunca devem ser ignoradas</strong>. Afinal, podem afetar diretamente a mobilidade.</p>
<p>“A partir da meia-idade, é comum observar desgaste articular, perda da elasticidade dos ligamentos e redução do coxim gorduroso plantar, que funciona como um amortecedor natural”, detalha o médico.</p>
<h2>O que muda nos pés com o tempo?</h2>
<p><strong>Na prática, o corpo vai perdendo parte da capacidade de absorver impacto</strong>. A cartilagem se desgasta, os ligamentos ficam menos elásticos e o pé passa a sentir mais cada passo. A partir disso, algumas alterações costumam surgir.</p>
<p>Segundo o especialista, entre as mudanças mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>dor e rigidez nas articulações;</li>
<li>redução da mobilidade;</li>
<li>menor capacidade de amortecimento;</li>
<li>deformidades como o hálux valgo (joanete).</li>
</ul>
<p>Essas e outras deformidades mudam a forma de pisar e acabam sobrecarregando outras regiões do corpo, como joelhos e quadris.</p>
<h2>Quando o alerta vai além da dor comum</h2>
<p>Vale destacar que <strong>nem toda dor no pé tem a mesma origem</strong>. Essa questão é importante, porque, em alguns casos, o problema não é apenas mecânico, mas inflamatório. Aí, outras especialidades entram em cena para somar com a ortopedia.</p>
<p>O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, alerta que dores persistentes não devem ser tratadas como algo “normal da idade”, principalmente quando vêm acompanhadas de outros sinais como:</p>
<ul>
<li>dor que melhora com movimento e piora no repouso;</li>
<li>rigidez pela manhã por mais de 30 minutos;</li>
<li>inchaço sem trauma;</li>
<li>dor noturna ou nos primeiros passos do dia.</li>
</ul>
<p>“Esses sintomas podem indicar doenças como gota, artrite reumatoide ou artrite psoriásica. Até quadros de fascite plantar que não melhoram podem ter origem inflamatória, não apenas sobrecarga”, acrescenta o médico.</p>
<h2>Cuidados com as articulações</h2>
<p>A boa notícia é que <strong>pequenas mudanças na rotina fazem diferença</strong>. Para ambos os especialistas, começar por escolhas simples, que ajudam a reduzir o impacto e preservar as articulações ao longo dos anos, é o ideal.</p>
<p>O tipo de calçado utilizado é um ponto destacado pelo ortopedista Ivo Zulian Neto, já que influencia diretamente na proteção dos pés. Por isso, vale optar por modelos com bom amortecimento, estabilidade, espaço adequado para os dedos e material confortável.</p>
<p><strong>Entre outras orientações estão:</strong></p>
<ul>
<li>Manter o <strong>peso sob controle</strong>.</li>
<li><strong>Evitar salto alto</strong> ou uso prolongado de <strong>chinelos</strong>.</li>
<li><strong>Fortalecer a musculatura</strong>, incluindo os pequenos músculos do pé.</li>
<li><strong>Praticar atividade física de baixo impacto</strong>.</li>
</ul>
<p>Por último, o reumatologista Henrique Dalmolin orienta: dor frequente não deve ser ignorada. “É sinal de que algo precisa ser investigado”, frisa.</p>
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		<title>Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria. De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro<a href="https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, <strong>qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria</strong>.</p>
<p>De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), essa dor está diretamente ligada a <strong>alterações na forma como o corpo distribui o peso durante o movimento</strong>.</p>
<p>Além disso, a médica reforça que o desconforto não deve ser ignorado. “Sentir dor não é normal. O aceitável é caminhar com estabilidade e sem dor. Qualquer alteração em relação a isso deve ser investigada”, avisa.</p>
<h2>O que pode estar por trás</h2>
<p>A dor ao caminhar rápido pode ter diferentes origens, mas costuma estar ligada a <strong>alterações na marcha ou na forma de pisar, como pronação ou supinação</strong>. Outros sintomas comuns disso são <strong>calosidades e desgaste irregular dos sapatos</strong>.</p>
<p>É importante destacar que essas mudanças biomecânicas <strong>não impactam apenas os pés, mas também outras regiões, gerando dores articulares nos tornozelos, joelhos, quadril e até na coluna lombar.</strong></p>
<p>A especialista em pé e tornozelo esclarece que isso acontece porque o corpo funciona de forma integrada, ou seja, um desequilíbrio em qualquer região pode sobrecarregar outras áreas.</p>
<h2>Quando a dor é um sinal de alerta</h2>
<p>Nenhuma dor deve ser ignorada, mas alguns sinais reforçam que é hora de buscar avaliação. O principal deles é a persistência ao longo do tempo. Vale observar também:</p>
<ul>
<li>desconforto que não melhora espontaneamente;</li>
<li>dor associada à caminhada, mesmo em atividades simples;</li>
<li>sensação de sobrecarga nos pés ou tornozelos.</li>
</ul>
<p>A ortopedista Fabiana Maria Freitas reforça a importância de olhar para outras estruturas dos pés, como a fáscia plantar, os tendões e as articulações, já que a má distribuição de carga pode afetar essas regiões e aumentar o risco de lesões a longo prazo.</p>
<h2>Como evitar o problema</h2>
<p>O <strong>tratamento depende da causa da dor</strong>, mas, de forma geral, envolve uma combinação de medidas para corrigir a sobrecarga e melhorar a mecânica da caminhada. Entre as principais abordagens estão:</p>
<ul>
<li>escolha de <strong>calçados adequados</strong> ao tipo de pisada;</li>
<li><strong>uso de palmilhas</strong> com prescrição;</li>
<li><strong>fisioterapia</strong> e reabilitação motora;</li>
<li>fortalecimento muscular para melhorar a estabilidade;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos ou intervenções</strong> (em casos específicos).</li>
</ul>
<p>“Os quadros de dor em região de pé e tornozelo sempre merecem uma avaliação individual e detalhada. Os exames complementares são solicitados conforme a suspeita clínica, mas a imagem isoladamente não substitui a avaliação médica”, orienta a especialista.</p>
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		<item>
		<title>Autorreflexologia: toques nos pés faz relaxar em 1 minuto</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/autorreflexologia-toques-nos-pes-faz-relaxar-em-1-minuto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexologia e Massagem]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[massagem relaxante]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia podal]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[tensão muscular]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A correria do dia a dia nem sempre permite pausas longas, mas pequenos momentos de cuidado podem fazer toda a diferença. Um bom exemplo disso é a autorreflexologia, que surge como uma alternativa simples para aliviar tensões e promover relaxamento usando apenas as mãos e os pés. Segundo o terapeuta Fabiano Takeda, do Espaço Sinergia,<a href="https://www.baruel.com.br/autorreflexologia-toques-nos-pes-faz-relaxar-em-1-minuto/">Continue reading <span class="sr-only">"Autorreflexologia: toques nos pés faz relaxar em 1 minuto"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A correria do dia a dia nem sempre permite pausas longas, mas pequenos momentos de cuidado podem fazer toda a diferença. Um bom exemplo disso é a <strong>autorreflexologia</strong>, que <strong>surge como uma alternativa simples para aliviar tensões e promover relaxamento usando apenas as mãos e os pés</strong>.</p>
<p>Segundo o terapeuta Fabiano Takeda, do Espaço Sinergia, a técnica deriva da reflexologia e consiste em estimular pontos específicos que se relacionam com diferentes regiões do corpo. Essa <strong>prática pode ser feita de forma acessível, em casa, com foco exclusivo no bem-estar</strong>.</p>
<p>“<strong>A reflexologia estimula pontos dos pés que correspondem a órgãos e sistemas do corpo. Já a autorreflexologia é aplicar essa técnica em si, com as próprias mãos, de forma segura e fácil</strong>”, explica o profissional.</p>
<h2>Pontos para relaxar</h2>
<p>Algumas <strong>áreas dos pés são mais indicadas para quem busca relaxamento rápido</strong>, principalmente em momentos de estresse ou cansaço:</p>
<ul>
<li><strong>Dedões dos pés</strong> = cabeça e pescoço.</li>
<li><strong>Centro dos dedões</strong> = hipófise, ligada ao equilíbrio hormonal.</li>
<li><strong>Centro do pé</strong> = ponto do plexo solar, importante para aliviar tensões.</li>
<li><strong>Região abaixo dos dedos</strong> = diafragma.</li>
<li><strong>Lateral interna dos pés</strong> = coluna.</li>
</ul>
<p>Esses pontos são conhecidos por promoverem benefícios como melhora do sono, controle do estresse, alívio de dores de cabeça e sensação de equilíbrio geral do corpo.</p>
<h2>Como fazer a técnica em 60 segundos</h2>
<p>Se o objetivo for só relaxamento, a autorreflexologia pode ser feita em casa e bem rapidamente, sem conhecimento técnico. Para esses casos, o terapeuta Fabiano ensina uma sequência rápida, de um minuto, com cinco passos. Veja só:</p>
<ul>
<li><strong>10 segundos</strong>: segure o pé e faça duas respirações profundas para iniciar;</li>
<li><strong>15 segundos</strong>: pressione o centro do pé (plexo solar) com o polegar em movimentos circulares;</li>
<li><strong>15 segundos</strong>: deslize o polegar abaixo dos dedos (região do diafragma);</li>
<li><strong>10 segundos</strong>: pressione o dedão com movimentos circulares;</li>
<li><strong>10 segundos</strong>: deslize o polegar na lateral interna do pé, da parte superior até a inferior (região da coluna).</li>
</ul>
<p>“Respiração lenta, movimentos circulares e pressões de alguns segundos ajudam a promover relaxamento. Se houver dor, o ideal é reduzir a intensidade. <strong>O toque deve ser firme, mas sempre confortável</strong>”, orienta o profissional.</p>
<p>Para melhores resultados, a <strong>autorreflexologia pode ser feita diariamente, até duas a três vezes a cada 24 horas, especialmente antes de dormir ou após um dia cansativo.</strong> O ideal é fazer em um ambiente confortável, com o corpo relaxado, priorizando a regularidade em vez da intensidade.</p>
<h2>Cuidados e contraindicações</h2>
<p>Apesar de simples, a prática exige alguns cuidados importantes. Atente-se para:</p>
<ul>
<li>Evitar pressão com força excessiva.</li>
<li>Não ter pressa.</li>
<li>Não ignorar sinais de dor.</li>
</ul>
<p>Vale ainda conhecer as <strong>contraindicações</strong>: casos de lesões, feridas ou inflamações nos pés, trombose, febre, infecções agudas ou varizes. Para condições específicas, como gravidez ou problemas vasculares, consulte um médico antes.</p>
<p>“<strong>A autorreflexologia pode ajudar a aliviar sintomas como estresse, ansiedade, tensão muscular, cansaço e dificuldades para dormir, mas não substitui tratamentos médicos</strong>”, finaliza o especialista.</p>
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		<item>
		<title>Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-rachados-e-trabalho-em-pe-como-aliviar-o-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[pés rachados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[rachaduras no pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=5015</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns. Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a<a href="https://www.baruel.com.br/pes-rachados-e-trabalho-em-pe-como-aliviar-o-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. <strong>Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns.</strong></p>
<p>Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a longas jornadas, ele começou a perceber mudanças nos pés ao longo dos anos, com o calcanhar ficando mais grosso e o surgimento das rachaduras.</p>
<p>“No fim do dia, até doía para andar, mas ignorei por muito tempo. Agora minha namorada me ensinou a cuidar melhor: passar um hidratante mais potente após o banho, não usar chinelo com frequência e trabalhar com sapatos confortáveis”, conta.</p>
<h2>Quem trabalha em pé sofre mais</h2>
<p>Não é coincidência: quem passa o dia em pé realmente tem mais chance de desenvolver rachaduras nos pés. Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema está na <strong>pressão constante sobre os calcanhares.</strong></p>
<p>“<strong>O peso do corpo, somado ao atrito, favorece o espessamento da pele.</strong> Com o tempo, o ressecamento, aliado à carga contínua, leva às fissuras”, explica a profissional.</p>
<p>No entanto, isso não acontece de uma hora para a outra. <strong>O processo é gradual e começa pelo ressecamento.</strong> Quanto mais ressecar, mais grossa a pele fica. É aí que surgem as rachaduras, que podem até mesmo sangrar e doer.</p>
<h2>Quando o problema deixa de ser estético</h2>
<p><strong>Nem toda rachadura é igual</strong>. Além disso, em alguns casos, o quadro deixa de ser superficial e afeta o dia a dia da pessoa para além da estética.</p>
<p>Os principais <strong>sinais de alerta</strong> são:</p>
<ul>
<li>fissuras profundas;</li>
<li>dor ao caminhar;</li>
<li>sangramento;</li>
<li>vermelhidão;</li>
<li>sensibilidade na região.</li>
</ul>
<p>Diante de tais situações, Simone Bonani recomenda procurar um profissional para evitar complicações. Isso porque ter um ou mais desses sintomas indica que a pele já perdeu sua função de barreira protetora.</p>
<h2>O que ajuda (ou piora) no dia a dia</h2>
<p>A boa notícia é que alguns <strong>cuidados simples fazem diferença</strong>, sobretudo para aqueles trabalhadores que, assim como o açougueiro Bruno Morais, não conseguem evitar longos períodos em pé. Vale apostar em:</p>
<ul>
<li><strong>hidratar os pés todos os dias</strong>, principalmente após o banho;</li>
<li><strong>manter a pele sempre limpa e seca;</strong></li>
<li><strong>evitar andar descalço</strong>;</li>
<li>fazer a <strong>remoção de calosidades</strong> com um profissional.</li>
</ul>
<p>“O tipo de calçado também pesa muito. Sapatos confortáveis e com bom amortecimento ajudam a reduzir o impacto. Já modelos abertos ou muito rígidos tendem a piorar o quadro”, afirma a podóloga Simone.</p>
<p>Por último, vale um ponto de atenção: nada de tentar remover a pele em casa com lâminas ou objetos cortantes. Essa prática pode agravar as fissuras e aumentar o risco de infecção, especialmente em pessoas com diabetes.</p>
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