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	<title>Quer saber mais sobre unha do pé? - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Quer saber mais sobre unha do pé? - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>O que nunca fazer quando a unha encrava</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-nunca-fazer-quando-a-unha-encrava/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada. Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa. A jornalista Gabriela de Souza,<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-nunca-fazer-quando-a-unha-encrava/">Continue reading <span class="sr-only">"O que nunca fazer quando a unha encrava"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada.</strong> Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa.</p>
<p>A jornalista Gabriela de Souza, 32 anos, percebeu os primeiros sintomas quando começou a sentir incômodo na lateral do dedo. Ao notar uma pequena ponta da unha entrando na pele, decidiu tentar removê-la usando um alicate.</p>
<p>“Quando vi que estava vermelho, olhei com mais atenção e encontrei a pontinha da unha. Peguei um alicate e tentei tirar, mas acabei cortando no meio. A dor aumentou e tive até um rubor na região. Depois descobri que estava com infecção”, relata.</p>
<h2>O que causa a unha encravada</h2>
<p>A podóloga Sueli Santos explica que a <strong>unha encravada, conhecida tecnicamente como onicocriptose</strong>, <strong>acontece quando uma das laterais da unha cresce e penetra na pele ao redor. Isso é bastante comum e pode surgir por diferentes motivos.</strong></p>
<p>Entre as <strong>causas mais frequentes estão o corte incorreto das unhas, sobretudo quando os cantinhos são retirados, o uso de sapatos apertados, o formato natural da unha e pancadas repetidas nos dedos</strong>. Os primeiros sinais costumam incluir <strong>dor ao toque, vermelhidão, inchaço e desconforto ao caminhar ou usar meias e calçados.</strong></p>
<p>“Muitas pessoas acreditam que vai passar sozinho, mas é justamente nessa fase inicial que a situação costuma ser mais fácil de resolver. <strong>Quanto mais cedo houver atenção, menor a chance de complicações</strong>”, orienta a profissional.</p>
<h2>O que nunca fazer</h2>
<p>Segundo a profissional, <strong>a tentativa de resolver o problema em casa está entre os erros mais comuns observados no atendimento.</strong> Frequentemente, a pessoa tenta retirar uma pequena parte da unha e acaba provocando mais inflamação do que havia no início.</p>
<p>Por isso, algumas práticas devem ficar de fora da rotina:</p>
<ul>
<li>cavar a lateral da unha com alicate, pinça ou objetos pontiagudos;</li>
<li>arrancar pedaços da unha por conta própria;</li>
<li>cortar os cantinhos para tentar liberar a pele;</li>
<li>cortar a unha curta demais;</li>
<li>ignorar sinais de inflamação;</li>
<li>compartilhar instrumentos sem esterilização adequada;</li>
<li>usar receitas caseiras ou produtos sem orientação profissional.</li>
</ul>
<p>Tais medidas podem provocar ferimentos, sangramentos, inflamações e infecções. Em alguns casos, acabam favorecendo o surgimento de uma espécie de tecido elevado e doloroso ao redor da unha, o que dificulta ainda mais a recuperação.</p>
<h2>Quando procurar ajuda</h2>
<p><strong>O tratamento da unha encravada depende do estágio do problema e da causa envolvida.</strong> Por isso, a recomendação da especialista é procurar um podólogo logo nos primeiros sinais, antes que a situação evolua.</p>
<p>A avaliação profissional se torna indispensável se surgirem inflamação importante, secreção, sangramento ou sinais de infecção. Nesses casos, tentar insistir em soluções caseiras pode agravar ainda mais o quadro.</p>
<p>Além disso, a podóloga reforça que as unhas devem ser cortadas da forma mais reta possível, sem retirar os cantos. <strong>Pessoas com diabetes ou problemas de circulação merecem atenção redobrada</strong>, já que qualquer machucado nos pés pode trazer complicações maiores.</p>
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		<title>Unha infeccionada recorrente vira sinal de alerta</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unha-infeccionada-recorrente-vira-sinal-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[granuloma]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
		<category><![CDATA[unha encravada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unha encravada e infeccionada é uma queixa frequente nos atendimentos podológicos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples, a recorrência desse quadro deve acender um sinal de alerta importante. Quando a inflamação e a dor retornam repetidamente no mesmo local, não estamos mais diante de um problema pontual, mas sim de uma<a href="https://www.baruel.com.br/unha-infeccionada-recorrente-vira-sinal-de-alerta/">Continue reading <span class="sr-only">"Unha infeccionada recorrente vira sinal de alerta"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A unha encravada e infeccionada é uma queixa frequente nos atendimentos podológicos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples,<strong> a recorrência desse quadro deve acender um sinal de alerta importante.</strong></p>
<p>Quando a inflamação e a dor retornam repetidamente no mesmo local, não estamos mais diante de um problema pontual, mas sim de uma condição que exige investigação mais aprofundada. Fatores como corte inadequado das unhas, uso de calçados apertados, formato anatômico da lâmina ungueal e até alterações na pisada podem contribuir para esse ciclo contínuo de inflamação.</p>
<p>Além do desconforto local, a unha infeccionada recorrente pode evoluir para quadros mais graves. A presença constante de inflamação favorece a entrada de bactérias e fungos, podendo levar a infecções mais profundas, formação de granulomas (chamado “carne esponjosa”) e, em casos mais avançados, comprometimento dos tecidos ao redor.</p>
<p>O risco é ainda maior em pacientes com doenças crônicas, como diabetes, problemas circulatórios ou baixa imunidade. Nesses casos, uma lesão aparentemente simples pode evoluir rapidamente, aumentando o risco de complicações sérias.</p>
<p>É nesse contexto que o papel do podólogo se torna essencial. A atuação profissional vai além do alívio imediato da dor. Ela envolve a identificação da causa, o manejo adequado da unha, a aplicação de técnicas corretivas (como órteses ungueais) e a orientação preventiva ao paciente.</p>
<p>Ignorar a recorrência é permitir que o problema se agrave. Dor persistente, vermelhidão intensa, presença de secreção ou dificuldade para caminhar são sinais claros de que é hora de buscar ajuda especializada.</p>
<p>Atenção e tratamento adequado fazem toda a diferença.</p>
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		<title>Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fungo nas unhas]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verão é a estação em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e<a href="https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/">Continue reading <span class="sr-only">"Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>verão é a estação</strong> em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o <strong>período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos</strong>. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e na aparência.</p>
<p>A rotina de cuidados começa dentro de casa e reflete diretamente na resistência das unhas, sem esquecer que hidratação e alimentação equilibrada são essenciais. “Proteínas, ferro, zinco e biotina ajudam no crescimento saudável. Além disso, usar hidratantes específicos para mãos e cutículas evita descamação e quebras”, explica a dermatologista Ana Maria Benvegnú.</p>
<p>Já o podólogo Marcos Araujo observa que ambientes quentes e úmidos são os principais vilões no verão. “Piscinas, praias e vestiários criam condições perfeitas para os fungos se multiplicarem. Por isso, é importante proteger os pés e não deixar que fiquem molhados por muito tempo dentro do sapato”, alerta.</p>
<h2>Riscos aumentam (e os cuidados também)</h2>
<p>A médica Ana Maria ressalta que o <strong>contato constante com água, areia, sol e calor pode facilitar o surgimento de micoses, principalmente nos pés</strong>. Quando a condição acomete as unhas, é chamada de onicomicoses. “Os principais agentes são os dermatófitos, mas também existem casos causados por leveduras, como a cândida, e por fungos não dermatófitos.”</p>
<p>Por essa razão, verão, mar e piscina pedem ainda mais cuidados. Os profissionais recomendam atenção especial a algumas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Secar bem os pés após o contato com a água</strong>, inclusive entre os dedos;</li>
<li><strong>Preferir calçados abertos</strong>, como chinelos, para evitar que a umidade fique “presa” dentro do sapato;</li>
<li>Dar <strong>intervalos entre as esmaltações</strong>;</li>
<li>Usar <strong>protetor solar</strong>;</li>
<li><strong>Não ficar descalço em vestiários, clubes e saunas</strong>;</li>
<li><strong>Não compartilhar toalhas, lixas, esmaltes e cortadores</strong>.</li>
</ul>
<p>“Se notar qualquer questão, procure um podólogo antes que a situação piore”, reforça Marcos Araujo.</p>
<h2>Como identificar sinais de fungos</h2>
<p>De acordo com Ana Maria Benvegnú, é importante ficar sempre de olho em sinais típicos da infecção fúngica. Isso porque, quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápido e eficaz será o tratamento. Não espere a unha deformar ou doer para procurar um profissional. Agende uma consulta se reparar em:</p>
<ul>
<li><strong>Unha espessada e quebradiça</strong>;</li>
<li><strong>Alteração na cor</strong>, como amarelada ou esbranquiçada;</li>
<li><strong>Descolamento ou deformidade</strong>;</li>
<li><strong>Dor ou inflamação</strong> na região.</li>
</ul>
<p>No início, os sinais podem ser sutis, como lembra o podólogo Marcos. “A unha pode só perder o brilho ou ficar um pouco grossa. Tratar logo no começo evita que o problema se espalhe e se torne mais difícil de resolver”, afirma.</p>
<h2>Grupos de risco</h2>
<p>Por último, a dermatologista lembra que grupos como <strong>idosos, diabéticos, pessoas com imunidade baixa e quem transpira muito nos pés têm risco maior de desenvolver micoses</strong>. Assim, ela indica cuidados redobrados, já que a infecção pode se espalhar rapidamente ainda e causar complicações.</p>
<p>Marcos, por sua vez, reforça que, se houver mudanças visíveis, dor ou sinais persistentes, o ideal é buscar ajuda profissional imediatamente. “Um podólogo consegue identificar o problema e indicar o tratamento adequado desde o início”, garante.</p>
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		<title>Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/cortar-unhas-em-casa-traz-riscos-para-diabeticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem sofre com diabetes, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias. O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado pé diabético<a href="https://www.baruel.com.br/cortar-unhas-em-casa-traz-riscos-para-diabeticos/">Continue reading <span class="sr-only">"Cortar unhas em casa traz riscos para diabéticos"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem sofre com <strong>diabetes</strong>, pequenos machucados, que em outras pessoas cicatrizam rapidamente, podem <strong>evoluir para infecções graves e, em casos mais raros, até amputações</strong>. Um simples corte de unha feito de forma errada, por exemplo, pode ser o ponto de partida para complicações sérias.</p>
<p>O endocrinologista Cláudio Ambrósio observa que o chamado <strong>pé diabético está relacionado a alterações na circulação sanguínea e na sensibilidade dos nervos</strong>. “Quando a glicose está descontrolada, qualquer machucado no pé demora mais para cicatrizar. Às vezes, o paciente nem percebe que se feriu porque não sente dor e isso facilita a piora da lesão”, explica.</p>
<p>A podóloga Esther Assis acrescenta que a perda de sensibilidade, a má circulação e a cicatrização lenta tornam os pés extremamente vulneráveis. “Uma feridinha que seria simples para quem não tem diabetes pode se transformar rapidamente em uma infecção grave”, alerta.</p>
<h2>Corte inadequado pode trazer complicações</h2>
<p>Um dos principais problemas ocorre quando a <strong>unha é cortada de forma errada</strong>. Esther Assis cita como principais riscos: <strong>machucar a pele ao redor, causar encravamento, criar feridas que infeccionam rapidamente e aumentar as chances de complicações.</strong></p>
<p>“Se a unha encrava ou abre uma pequena fissura, a baixa circulação dificulta a cicatrização. Esse machucado pode virar porta de entrada para bactérias e fungos, resultando em úlceras profundas e difíceis de tratar”, explica a podóloga.</p>
<p>Cláudio Ambrósio acrescenta que, caso o corte cause sangramento ou ferimento, é preciso agir rápido. “Estanque o sangue, limpe bem a área com álcool absoluto e procure atendimento especializado. O médico ou enfermeiro vai avaliar se há necessidade de antibiótico e o melhor tratamento”, orienta.</p>
<h2>Sinais de alerta para atenção imediata</h2>
<p>Fique atento aos sinais de que algo não vai bem após cortar as unhas:</p>
<ul>
<li><strong>Vermelhidão ou inchaço</strong> ao redor da unha;</li>
<li><strong>Dor</strong> ao tocar ou caminhar;</li>
<li>Presença de <strong>pus, secreção ou mau cheiro</strong>;</li>
<li>Pele <strong>machucada ou com sangramento</strong>;</li>
<li><strong>Unha crescendo torta</strong>, indicando encravamento.</li>
</ul>
<p>“Esses sinais indicam que o problema já está em evolução. Quanto antes o paciente procurar ajuda, maiores as chances de evitar complicações graves”, garante Esther.</p>
<h2>Quando cortar em casa pode ser seguro?</h2>
<p>De acordo com o médico, cortar as unhas em casa pode ser seguro quando o paciente não apresenta feridas ou deformidades nos pés. A podóloga complementa com algumas dicas de segurança:</p>
<ul>
<li>Use sempre <strong>tesouras ou alicates limpos e desinfetados</strong>;</li>
<li>Corte a <strong>unha reta</strong>, sem arredondar os cantos;</li>
<li><strong>Não tire as cutículas</strong>;</li>
<li>Não force a unha se ela estiver grossa ou difícil de cortar;</li>
<li><strong>Examine os pés</strong> depois para verificar se houve algum machucado.</li>
</ul>
<p>Caso não se sinta bem preparado para isso, é bom não arriscar. Aí é melhor procurar especialistas. Existem situações em que só o podólogo ou outro profissional deve realizar o corte, como nos casos de:</p>
<ul>
<li>Feridas abertas ou sinais de infecção;</li>
<li>Unhas muito grossas ou deformadas;</li>
<li>Histórico de encravamento frequente;</li>
<li>Dor intensa ou pus;</li>
<li>Complicações anteriores, como amputações ou feridas de difícil cicatrização.</li>
</ul>
<p>“O profissional tem técnica, material adequado e sabe quando encaminhar para o médico, se houver necessidade”, destaca Esther.</p>
<p>Cláudio reforça ainda a importância do papel da família. “Muitas vezes, o diabético não percebe machucados devido à perda de sensibilidade. Por isso, cuidadores e parentes devem inspecionar os pés regularmente e, ao notar algo suspeito, buscar atendimento especializado imediatamente”, ensina.</p>
<h2>Cuidados diários que fazem a diferença</h2>
<p>Por fim, os profissionais lembram que, <strong>além do corte correto das unhas, hábitos simples ajudam a proteger os pés no dia a dia:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Lave os pés diariamente</strong> e seque bem;</li>
<li><strong>Hidrate</strong>-os com produtos indicados por especialistas;</li>
<li>Use <strong>calçados confortáveis</strong> e que não apertem;</li>
<li><strong>Evite andar descalço</strong>;</li>
<li><strong>Examine os pés</strong> todos os dias.</li>
</ul>
<p>Se tiver qualquer dúvida, busque seu endocrinologista ou podólogo de confiança.</p>
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