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	<title>Esporte e Saúde - A importância dos pés - Baruel</title>
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	<title>Esporte e Saúde - A importância dos pés - Baruel</title>
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		<title>Como proteger as articulações dos pés na meia-idade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-proteger-as-articulacoes-dos-pes-na-meia-idade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, os pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles. Às vezes, aparece como rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão. Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais<a href="https://www.baruel.com.br/como-proteger-as-articulacoes-dos-pes-na-meia-idade/">Continue reading <span class="sr-only">"Como proteger as articulações dos pés na meia-idade"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, os<strong> pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles</strong>. Às vezes, aparece como <strong>rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão.</strong> Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais sérios.</p>
<p>Embora as mudanças sejam esperadas com o avanço da idade, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma de consultas médicas INKI, destaca que <strong>transformações corporais nunca devem ser ignoradas</strong>. Afinal, podem afetar diretamente a mobilidade.</p>
<p>“A partir da meia-idade, é comum observar desgaste articular, perda da elasticidade dos ligamentos e redução do coxim gorduroso plantar, que funciona como um amortecedor natural”, detalha o médico.</p>
<h2>O que muda nos pés com o tempo?</h2>
<p><strong>Na prática, o corpo vai perdendo parte da capacidade de absorver impacto</strong>. A cartilagem se desgasta, os ligamentos ficam menos elásticos e o pé passa a sentir mais cada passo. A partir disso, algumas alterações costumam surgir.</p>
<p>Segundo o especialista, entre as mudanças mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>dor e rigidez nas articulações;</li>
<li>redução da mobilidade;</li>
<li>menor capacidade de amortecimento;</li>
<li>deformidades como o hálux valgo (joanete).</li>
</ul>
<p>Essas e outras deformidades mudam a forma de pisar e acabam sobrecarregando outras regiões do corpo, como joelhos e quadris.</p>
<h2>Quando o alerta vai além da dor comum</h2>
<p>Vale destacar que <strong>nem toda dor no pé tem a mesma origem</strong>. Essa questão é importante, porque, em alguns casos, o problema não é apenas mecânico, mas inflamatório. Aí, outras especialidades entram em cena para somar com a ortopedia.</p>
<p>O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, alerta que dores persistentes não devem ser tratadas como algo “normal da idade”, principalmente quando vêm acompanhadas de outros sinais como:</p>
<ul>
<li>dor que melhora com movimento e piora no repouso;</li>
<li>rigidez pela manhã por mais de 30 minutos;</li>
<li>inchaço sem trauma;</li>
<li>dor noturna ou nos primeiros passos do dia.</li>
</ul>
<p>“Esses sintomas podem indicar doenças como gota, artrite reumatoide ou artrite psoriásica. Até quadros de fascite plantar que não melhoram podem ter origem inflamatória, não apenas sobrecarga”, acrescenta o médico.</p>
<h2>Cuidados com as articulações</h2>
<p>A boa notícia é que <strong>pequenas mudanças na rotina fazem diferença</strong>. Para ambos os especialistas, começar por escolhas simples, que ajudam a reduzir o impacto e preservar as articulações ao longo dos anos, é o ideal.</p>
<p>O tipo de calçado utilizado é um ponto destacado pelo ortopedista Ivo Zulian Neto, já que influencia diretamente na proteção dos pés. Por isso, vale optar por modelos com bom amortecimento, estabilidade, espaço adequado para os dedos e material confortável.</p>
<p><strong>Entre outras orientações estão:</strong></p>
<ul>
<li>Manter o <strong>peso sob controle</strong>.</li>
<li><strong>Evitar salto alto</strong> ou uso prolongado de <strong>chinelos</strong>.</li>
<li><strong>Fortalecer a musculatura</strong>, incluindo os pequenos músculos do pé.</li>
<li><strong>Praticar atividade física de baixo impacto</strong>.</li>
</ul>
<p>Por último, o reumatologista Henrique Dalmolin orienta: dor frequente não deve ser ignorada. “É sinal de que algo precisa ser investigado”, frisa.</p>
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		<title>Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar. Para driblar esses desconfortos, conte com os alongamentos. O ortopedista Paulo<a href="https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/">Continue reading <span class="sr-only">"Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. <strong>Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar.</strong> Para driblar esses desconfortos, conte com os <strong>alongamentos</strong>.</p>
<p>O ortopedista Paulo Roberto Dias, embaixador da ISMST no Brasil, explica que a <strong>posição sentada prolongada favorece dores musculares por diferentes mecanismos, como: a flexão exagerada dos joelhos, que pode gerar encurtamento; e a compressão do nervo ciático, capaz de provocar dor e formigamento nas pernas e nos pés</strong>.</p>
<p>“O paciente que permanece sentado por muitas horas também pode apresentar dificuldade no retorno venoso, especialmente quem já tem insuficiência venosa, com atenção às varizes”, alerta o médico.</p>
<h2>Músculos que mais sofrem</h2>
<p>Segundo o especialista, alguns grupos musculares são mais afetados pela rotina sedentária e <strong>merecem atenção especial no alongamento</strong>. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>flexores do quadril;</li>
<li>panturrilhas;</li>
<li>músculos isquiotibiais (parte posterior da coxa);</li>
<li>piriforme (região glútea);</li>
<li>glúteos.</li>
</ul>
<p>O profissional reforça que a <strong>panturrilha é conhecida como o “segundo coração” do corpo</strong>, pois <strong>auxilia no retorno do sangue venoso</strong>. Por isso, manter esses músculos ativos e alongados é fundamental para reduzir os efeitos negativos do sedentarismo.</p>
<h2>Alongamento é saúde</h2>
<p>A <strong>falta de movimento ao longo do dia compromete a mobilidade e reduz a flexibilidade da coluna e dos membros inferiores</strong>. Muitas vezes, a restrição de movimento aparece antes mesmo da dor mais intensa surgir, já como um sinal de alerta do corpo.</p>
<p>Para o ortopedista Paulo Roberto Dias, essa <strong>fase de travas já pede alongamentos para evitar que o desconforto evolua</strong>. Alguns exercícios simples podem ser feitos no próprio ambiente de trabalho:</p>
<p><strong>Alongamento do quadril</strong></p>
<ul>
<li>Em pé ou sentado, leve um dos joelhos em direção ao peito ou cruze uma perna sobre a outra e incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento da panturrilha </strong></p>
<ul>
<li>Em pé, apoie as mãos na parede, estique uma perna para trás e pressione o calcanhar contra o chão.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos isquiotibiais</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, estenda uma das pernas, mantenha a coluna reta (sem curvar as costas) e incline o tronco em direção ao pé.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento do piriforme ou região glútea</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, cruze uma perna sobre a outra, apoiando o tornozelo no joelho oposto. Incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos glúteos</strong></p>
<ul>
<li>Sentado ou até deitado, abrace um dos joelhos em direção ao peito e mantenha a posição por alguns segundos.</li>
</ul>
<p>A recomendação é fazer esses exercícios <strong>diariamente, durante pausas de 10 minutos, a cada duas ou três horas de trabalho sentado contínuo</strong>. Não adianta concentrar tudo no fim do dia ou apenas no final da semana, viu?</p>
<h2>Cuidados importantes</h2>
<p>O médico lembra que se <strong>alongar é ótimo, mas exagerar na intensidade pode surtir o efeito contrário e piorar o quadro</strong>. Isso porque os <strong>alongamentos muito forçados, sobretudo em quem não está condicionado, tendem a gerar mais dor e desconforto do que benefícios.</strong></p>
<p>Caso a dor persista, mesmo a pessoa se alongando, é fundamental buscar avaliação médica com um ortopedista para investigar possíveis condições que exijam tratamentos mais específicos.</p>
<p>Por fim, vale ainda ficar de olho na rotina. “Estudos científicos já associam o trabalho sentado ao aumento do risco de cardiopatias, obesidade, diabetes tipo 2 e trombose venosa profunda (TVP), o que reforça a importância do movimento diário”, alerta o especialista Paulo Roberto.</p>
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		<title>Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/transforme-o-dia-a-dia-em-treino-funcional-para-os-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os<a href="https://www.baruel.com.br/transforme-o-dia-a-dia-em-treino-funcional-para-os-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. <strong>Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio.</strong></p>
<p>Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os pés acontece quando eles são preparados para cumprir bem o que fazem na vida real: <strong>sustentar o corpo, absorver impacto, equilibrar e empurrar o chão ao caminhar ou subir</strong>.</p>
<p>“O foco não é ‘queimar’ o pé, mas melhorar a eficiência e segurança do movimento. Na prática, envolve trabalhar a força dos músculos intrínsecos da planta, mobilidade do tornozelo, controle do arco plantar, coordenação e estabilidade”, explica.</p>
<h2>Cotidiano como estímulo inteligente</h2>
<p>Segundo Aline, movimentos diários podem ser tão eficazes quanto exercícios específicos porque o corpo melhora aquilo que repete com qualidade e consistência.</p>
<p>Além disso, o cotidiano oferece três vantagens importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Frequência alta</strong>, já que os movimentos se repetem várias vezes ao dia;</li>
<li><strong>Contexto real</strong>, com transferência de peso e ajustes de equilíbrio;</li>
<li><strong>Integração</strong> com pé, tornozelo, joelho, quadril e tronco trabalhando juntos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Subir escadas</strong>, por exemplo, pode virar treino quando feito com atenção ao chamado “tripé do pé”, ou seja, manter apoio na base do dedão, do mindinho e no calcanhar.</p>
<p>Já o ato de “empurrar”o degrau para baixo e para trás no movimento de subir, como se quisesse afastar o piso, ativa melhor o arco plantar, enquanto controlar conscientemente a descida do degrau, fazendo isso de forma lenta e segura, ajuda a treinar a estabilidade e a reduzir o risco de torções.</p>
<h2>Pequenas ações, grandes ajustes</h2>
<p><strong>Agachar para pegar um objeto no chão</strong> parece coisa simples, mas o corpo precisa transferir peso e ajustar o tornozelo para manter o equilíbrio. Para estimular a estabilidade e a coordenação, é necessário deixar o arco plantar ativo, distribuir o peso (sem jogar tudo no calcanhar ou na ponta do pé) e, se for seguro, apoiar mais em uma perna.</p>
<p>Até ações como <strong>empurrar portas ou simplesmente ficar em pé envolvem os pés mais do que parece</strong>. Para gerar força no tronco e nos braços ao empurrar algo, é preciso ter pressão e estabilidade no pé, com boa transferência de peso para o solo.</p>
<p>“<strong>Ficar em pé é um exercício de microajustes constantes</strong>. Os pés e tornozelos fazem correções o tempo todo para manter o centro de massa equilibrado, especialmente quando mudamos o peso de um lado para o outro ou estamos em superfície irregular”, destaca a educadora física Aline Turazzi.</p>
<h2>Exercício não deve envolver dor</h2>
<p>Vale lembrar que o progresso desse dia a dia funcional <strong>deve ser gradual e não envolve sentir dor</strong>. Um desconforto muscular leve até pode acontecer, mas dor aguda, pontadas, dormência ou piora progressiva são sinais de alerta. Casos de desalinhamentos do arco, joelho e calcanhar também merecem atenção médica.</p>
<p>Para fugir das sobrecargas, a especialista orienta:</p>
<ul>
<li>Evitar excessos repetitivos, como subir escadas na ponta do pé o dia inteiro.</li>
<li>Observar calçado e piso, já que tênis muito gasto ou instável pode atrapalhar.</li>
<li>Respeitar limitações em casos de lesão recente, inflamação, instabilidade ou perda de sensibilidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Como são movimentos cotidianos, podem ser aproveitados diariamente, desde que haja qualidade e dosagem. Se houver histórico de lesão, dor persistente ou objetivo esportivo específico, vale buscar orientação profissional”, conclui Aline.</p>
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		<title>Exercícios no sofá: fortaleça os pés sem abrir mão do conforto</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/exercicios-no-sofa-fortaleca-os-pes-sem-abrir-mao-do-conforto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios de Fortalecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios em casa]]></category>
		<category><![CDATA[faça em casa]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecimento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os pés sustentam o corpo o dia inteiro, absorvem impacto e ainda ajudam no equilíbrio. Mesmo assim, quase ninguém lembra de fortalecê-los. As consequências disso podem ser sérias, afinal, quando a base fica fraca, o corpo precisa compensar com outras regiões, como tornozelos, joelhos, quadril e até a coluna. “Fortalecer os pés é o tipo<a href="https://www.baruel.com.br/exercicios-no-sofa-fortaleca-os-pes-sem-abrir-mao-do-conforto/">Continue reading <span class="sr-only">"Exercícios no sofá: fortaleça os pés sem abrir mão do conforto"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pés sustentam o corpo o dia inteiro, absorvem impacto e ainda ajudam no equilíbrio. Mesmo assim, quase ninguém lembra de fortalecê-los. As consequências disso podem ser sérias, afinal, quando a base fica fraca, o corpo precisa compensar com outras regiões, como tornozelos, joelhos, quadril e até a coluna.</p>
<p>“Fortalecer os pés é o tipo de cuidado que quase ninguém faz, mas que pode ajudar muito”, afirma o educador físico Luccas Chagas, que atua como personal trainer. A boa notícia é que é possível treinar essa musculatura de forma simples e discreta, sem equipamentos e até sentado no sofá.</p>
<h2>Uma base esquecida no dia a dia</h2>
<p>Segundo o profissional, alguns músculos do pé costumam ser negligenciados:</p>
<ul>
<li>Intrínsecos do pé, que ficam na sola;</li>
<li>Os que sustentam o arco do pé;</li>
<li>Os estabilizadores do tornozelo.</li>
</ul>
<p>No entanto, trabalhar essas regiões ajuda a melhorar a força e mobilidade. Pequenos movimentos já dão conta do recado e podem até ser encaixados na rotina, mesmo as mais corridas, sem nenhum esforço extra. Ou seja, não existem mais desculpas.</p>
<h2>Exercícios simples para fazer no sofá</h2>
<p>Enquanto assiste ao jornal ou a um episódio da série do momento, vale mexer os pés e, de quebra, fortalecer os músculos. O personal trainer Luccas Chagas ensina cinco exercícios simples para fazer sem levantar, no conforto do sofá:</p>
<ul>
<li><strong>Encolhendo os dedos do pé</strong>, como se quisesse puxar um tapete com os dedos, ativando a sola;</li>
<li><strong>Elevação de calcanhar sentado</strong>: com o pé apoiado no chão, suba e desça o calcanhar devagar;</li>
<li><strong>Abrindo os dedos do pé</strong>: abra o máximo que conseguir e segure a posição por três a cinco segundos;</li>
<li><strong>Movimento circular com o tornozelo</strong>: gire-o para fora e para dentro, com controle;</li>
<li>“<strong>Amassar” o chão</strong>: empurre o pé contra o chão, com cuidado, sem pressão excessiva.</li>
</ul>
<p>A recomendação é simples: fazer tais exercícios durante 5 a 10 minutos por dia, de 3 a 4 vezes por semana, seguindo orientação profissional. Em cerca de 2 a 3 semanas, já é possível notar benefícios – inclusive alguns que vão além dos pés, como:</p>
<ul>
<li>Redução de dor no pé e tornozelo;</li>
<li>Melhoria do equilíbrio;</li>
<li>Prevenção de torções;</li>
<li>Diminuição da sobrecarga em joelhos e quadril.</li>
</ul>
<h2>Cuidados importantes</h2>
<p>Ao fazer esse tipo de treino em casa, o educador físico alerta para <strong>erros comuns, que devem ser evitados</strong>:</p>
<ul>
<li>Realizar os movimentos rápido demais, sem controle;</li>
<li>Forçar além do confortável;</li>
<li>Prender a respiração;</li>
<li>Ignorar dor (desconforto pode ser normal, mas dor, não).</li>
</ul>
<p>Além disso, embora as práticas sejam indicadas para todas as idades, alguns casos necessitam de autorização prévia do ortopedista ou fisioterapeuta.Quem tem dores ou condições já existentes na região são um exemplo disso.</p>
<p>“Pé forte é base estável. Base estável é menos compensação. Isso se reflete na postura e em menos dor”, finaliza Luccas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sinais de que seu corpo não está pronto para aumentar a intensidade da corrida</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sinais-de-que-seu-corpo-nao-esta-pronto-para-aumentar-a-corrida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sinais do corpo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Querer correr mais rápido ou aumentar a intensidade faz parte da evolução na corrida, mas o corpo costuma dar sinais claros quando ainda não está preparado para esse salto. Ignorar esses alertas pode não só travar o desempenho, como aumentar o risco de lesões e afastar o corredor dos treinos. O triatleta André Plec explica<a href="https://www.baruel.com.br/sinais-de-que-seu-corpo-nao-esta-pronto-para-aumentar-a-corrida/">Continue reading <span class="sr-only">"Sinais de que seu corpo não está pronto para aumentar a intensidade da corrida"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Querer correr mais rápido ou aumentar a intensidade faz parte da evolução na corrida, mas <strong>o corpo costuma dar sinais claros quando ainda não está preparado</strong> para esse salto. Ignorar esses alertas pode não só travar o desempenho, como aumentar o risco de lesões e afastar o corredor dos treinos.</p>
<p>O triatleta André Plec explica que, antes de pensar em ganhar ritmo, é fundamental observar como o corpo responde aos estímulos. <strong>Lesões, dores intensas e dificuldade de recuperação são alguns dos indícios de que talvez seja hora de desacelerar e reforçar a base.</strong></p>
<h2>Os sinais físicos mais comuns</h2>
<p>Entre os principais alertas de que o corpo ainda não está pronto para correr mais rápido ou com mais intensidade estão:</p>
<ul>
<li>Dores extremas após a corrida;</li>
<li>Lesões musculares;</li>
<li>Lesões ósseas, como fraturas por estresse.</li>
</ul>
<p>“Esses sinais indicam que o corredor ainda não atingiu um estágio mais avançado de preparo e pode precisar ‘dar um passo para trás’ antes de tentar evoluir”, destaca o esportista.</p>
<h2>Vale ficar de olho</h2>
<p><strong>Sentir dor persistente, cansaço excessivo ou perceber queda de rendimento durante os treinos pode indicar que o ritmo ou o volume estão altos demais</strong>. No entanto, André Plec alerta que nem sempre o problema está apenas no preparo físico.</p>
<p><strong>A alimentação inadequada e a falta de sono também interferem diretamente na recuperação muscular.</strong> Quando faltam nutrientes ou descanso, o corpo não consegue se recuperar de forma adequada, o que acaba refletindo em pior desempenho.</p>
<h2>Recuperação é parte do treino</h2>
<p>Na corrida, <strong>treinar bem não é suficiente se o corpo não tiver tempo e condições para a recuperação.</strong> É que, sem recuperar a musculatura e o corpo como um todo, fica praticamente impossível evoluir, seja para melhorar o tempo ou aumentar distâncias.</p>
<p>“Não tem como entregar uma performance melhor tendo uma capacidade física pior”, garante André. Nesse sentido, ele ainda relembra a importância do treinamento de força, com um profissional capacitado, que reduz o risco de lesões e ajuda na melhora do desempenho.</p>
<h2>Não ignore os sinais</h2>
<p><strong>Deixar de prestar atenção no que o seu corpo diz ou ignorar sinais importantes pode aumentar as chances de lesões</strong>, por exemplo. Perceber o limite é parte fundamental da corrida e existem boas estratégias para isso:</p>
<ul>
<li><strong>Monitorar batimentos cardíacos</strong>. Uma frequência cardíaca alta demais indica que o esforço acima do ideal.</li>
<li><strong>Observar a respiração</strong>. Se, além dos batimentos acelerados, você estiver ofegante, provavelmente está se esforçando mais do que o corpo aguenta naquele momento.</li>
</ul>
<p>Não encare esse “passo para trás” como uma perda: compreender melhor o quanto está sendo exigido no treino e ajustar o ritmo, quando necessário, são medidas essenciais para evoluir como corredor.</p>
<h2>Corredores iniciantes X experientes</h2>
<p>Vale lembrar que os sinais de alerta costumam ser parecidos tanto para quem está começando quanto quem têm muitos quilômetros no currículo. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Desconforto muscular;</strong></li>
<li><strong>Dores;</strong></li>
<li><strong>Sensações diferentes no corpo.</strong></li>
</ul>
<p>A principal diferença está na forma como cada corredor reage. O mais experiente tende a reconhecer esses sinais, interromper o treino, se recuperar e voltar mais forte. Já o iniciante, muitas vezes ansioso por evoluir, ignora os alertas e continua treinando.</p>
<h2>Aumentar o ritmo também é importante</h2>
<p>Embora a segurança seja essencial, aumentar o ritmo e as distâncias faz parte do processo de evolução. Para André Plec, o desafio é um elemento central do esporte e deve ser seguido sempre, estabelecendo metas, buscando ser mais rápido ou mais resistente e desenvolvendo resiliência.</p>
<p>“Esse processo envolve corpo e mente trabalhando juntos. Respeitar os limites físicos, mas também se desafiar mentalmente, é o que permite evoluir de forma segura e sustentável na corrida”, finaliza o triatleta.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/sinais-de-que-seu-corpo-nao-esta-pronto-para-aumentar-a-corrida/">Sinais de que seu corpo não está pronto para aumentar a intensidade da corrida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
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		<title>Tênis ideal para fascite: como escolher e o que evitar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/tenis-ideal-para-fascite-como-escolher-e-o-que-evitar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Calçados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tênis]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem convive com fascite plantar sabe que o primeiro passo do dia pode ser o mais dolorido. A boa notícia é que o tênis adequado ajuda (e muito!) a aliviar os sintomas e até favorecer a recuperação. Já a escolha errada do modelo pode provocar exatamente o contrário. “A fascite plantar é uma inflamação da<a href="https://www.baruel.com.br/tenis-ideal-para-fascite-como-escolher-e-o-que-evitar/">Continue reading <span class="sr-only">"Tênis ideal para fascite: como escolher e o que evitar"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem convive com fascite plantar sabe que o primeiro passo do dia pode ser o mais dolorido. A boa notícia é que o <strong>tênis adequado ajuda (e muito!) a aliviar os sintomas e até favorecer a recuperação</strong>. Já a escolha errada do modelo pode provocar exatamente o contrário.</p>
<p>“A <strong>fascite plantar é uma inflamação da fáscia plantar, faixa de tecido resistente que vai do calcanhar até os dedos e ajuda a sustentar o arco do pé e absorver parte do impacto da caminhada</strong>. Quando essa estrutura é sobrecarregada, surgem pequenas lesões que provocam dor”, explica o ortopedista Sérgio Costa.</p>
<p>O médico acrescenta que a <strong>dor geralmente é mais intensa ao acordar ou após longos períodos na posição sentada</strong>. Nesse cenário, usar o calçado certo funciona como o principal sistema de amortecimento do corpo durante a marcha – e isso faz toda a diferença.</p>
<h2>O tênis ideal é…</h2>
<p>Quando o assunto é fascite plantar, o especialista ensina que o tênis mais indicado deve reunir três pilares básicos:</p>
<ul>
<li><strong>Amortecimento</strong>: ao amortecer o calcanhar, o tênis ajuda a reduzir o impacto direto;</li>
<li><strong>Suporte</strong>: quando adequado ao arco do pé, diminui-se a tensão da fáscia;</li>
<li><strong>Estabilidade</strong>: o tênis não deve ser rígido demais, nem muito mole. Afinal, amortecer em excesso leva à perda da estabilidade e dificulta o controle do movimento.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante é <strong>apresentar uma leve elevação do calcanhar em relação à parte da frente do pé</strong>, pois isso contribui para aliviar a tração sobre a região.</p>
<p>Outro detalhe simples, mas essencial, é que <strong>o conforto deve ser imediato ao calçar</strong>. Se o tênis “precisa amaciar”, provavelmente já está sobrecarregando um pé que está inflamado.</p>
<h2>Modelos que costumam piorar a dor</h2>
<p>Do outro lado, deve-se levar em consideração que alguns formatos de calçados devem ser evitados, de modo geral, por quem tem fascite plantar. Entre os principais vilões estão:</p>
<ul>
<li>Sapatos muito baixos ou completamente retos;</li>
<li>Calçados com solados finos e duros;</li>
<li>Chinelos, rasteirinhas e sandálias sem suporte;</li>
<li>Sapatilhas e calçados minimalistas.</li>
</ul>
<p>Isso porque esses modelos praticamente não absorvem impacto e não sustentam o arco do pé, aumentando a tensão e prolongando a inflamação.</p>
<p><strong>ATENÇÃO</strong>: Tênis velho também entra na lista de vilões para quem sofre com fascite plantar! Mesmo que seja um modelo adequado, pode se tornar um problema com o tempo. É que os materiais perdem a capacidade de amortecer e manter a estabilidade, inclusive se parecerem conservados visualmente.</p>
<h2>Tratamento é complementar</h2>
<p>O ortopedista Sérgio Costa complementa que <strong>usar palmilhas pode ajudar bastante no tratamento da fascite plantar</strong>, pois melhoram a distribuição das cargas e reduzem a tensão na fáscia. Porém, o tênis precisa acompanhar essa estratégia: ter espaço interno e estrutura suficiente para acomodar uma palmilha, sem apertar os pés.</p>
<p>Além disso, é muito importante diferenciar os modelos usados para treinar daqueles do dia a dia. Embora os princípios sejam os mesmos – amortecimento, suporte e estabilidade –, o tipo de atividade muda a prioridade:</p>
<ul>
<li><strong>Corrida</strong>: causa impacto repetitivo, então o tênis precisa amortecer em dobro;</li>
<li><strong>Esportes de quadra</strong>: movimentos laterais rápidos pedem firmeza e controle;</li>
<li><strong>Academia</strong>: o modelo precisa equilibrar absorção de impacto com estabilidade.</li>
</ul>
<p>“Já no dia a dia, o objetivo é manter o pé protegido e bem sustentado ao longo de muitas horas, mesmo sem impactos extremos. O tênis precisa ser adequado à atividade e às necessidades biomecânicas do pé”, indica o médico.</p>
<h2>Pense no todo</h2>
<p>Achar que o tênis certo vai curar a fascite plantar sozinho é um grande erro, uma vez que ele ajuda no alívio da dor e na recuperação, mas acaba sendo só uma parte do conjunto de cuidados que compõem o tratamento &#8211; além de acompanhamento profissional, alongamento e controle da sobrecarga na região.</p>
<p>“Escolher bem o tênis é um passo importante, literalmente, para sair da dor e voltar a caminhar com mais conforto”, conclui o médico.</p>
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		<title>Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/aprenda-alongamentos-para-aliviar-cada-tipo-de-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[neuroma de Morton]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado. Em todos esses casos, alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões. A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações. Para<a href="https://www.baruel.com.br/aprenda-alongamentos-para-aliviar-cada-tipo-de-dor/">Continue reading <span class="sr-only">"Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado</strong>. Em todos esses casos, <strong>alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões.</strong> A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações.</p>
<p>Para a fisioterapeuta Patrícia Franção, do Hospital Moriah, <strong>alongar-se é uma maneira de promover o relaxamento das fibras musculares e favorecer a recuperação dos tecidos</strong>. Quando o corpo está mais flexível e alinhado, a distribuição do peso se torna equilibrada, reduzindo a sobrecarga em pés, tornozelos, joelhos e quadris.</p>
<p>“<strong>A prática regular aumenta a flexibilidade e melhora o alinhamento postural, fatores essenciais para manter as articulações equilibradas e evitar inflamações</strong>. É um hábito simples, mas que faz muita diferença para quem sente dor”, ressalta a profissional.</p>
<h2>Como alongar sem se machucar</h2>
<p>Para que o alongamento traga benefícios reais, é preciso respeitar alguns princípios básicos. <strong>Evitar dor aguda, sentir apenas o leve repuxar e manter a postura correta são regras indispensáveis</strong>. Também <strong>é fundamental aquecer antes de começar e respirar profundamente para ajudar o corpo a relaxar.</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Patrícia reforça que o tipo e o momento da prática influenciam nos resultados. Antes de se exercitar, o indicado é optar por alongamentos dinâmicos, com movimentos leves e controlados, que preparam o corpo sem reduzir a força.</p>
<p>Já no pós-treino, os alongamentos estáticos, em que se mantém a posição por mais tempo, ajudam a relaxar e a prevenir dores. Para quem passa muitas horas sentado ou em pé, pequenas pausas com movimentos leves ao longo do dia também reduzem a rigidez muscular.</p>
<h2>Alongamentos para cada tipo de dor</h2>
<p>Alguns movimentos simples aliviam dores específicas e podem ser feitos em casa, desde que sob orientação profissional. Veja as indicações da fisioterapeuta:</p>
<ul>
<li><strong>Neuroma de Morton</strong>: sentado, cruze uma perna sobre a outra e, com a mão, puxe os dedos do pé elevado em direção à canela até sentir alongar a planta do pé. Mantenha por cerca de 30 segundos.</li>
<li><strong>Fascite plantar ou dores no calcanhar</strong>: em pé sobre um degrau, apoie apenas a parte anterior dos pés, mantendo a metade posterior e tornozelos para fora, suspensos. Abaixe lentamente os calcanhares até sentir alongar as panturrilhas e retorne à posição inicial, repetindo por cerca de 10 vezes.</li>
<li><strong>Metatarsalgia</strong>: sente-se com as pernas estendidas e use as mãos para dobrar suavemente os dedos dos pés em direção ao corpo. Mantenha por cerca de 30 segundos.</li>
<li><strong>Tendinite nos pés ou dores na panturrilha</strong>: em pé, de frente para uma parede, apoie as mãos na divisória, mova uma perna para trás até alongá-la, mantendo dobrado o joelho da frente e o calcanhar no chão. Fique assim por, pelo menos, 30 segundos.</li>
<li><strong>Canelite</strong>: ajoelhe-se com o peito do pé apoiado no solo (ou seja, os dedos dos pés estão esticados para trás e o dorso do pé toca o chão), sustentando o peso sobre ele, até sentir a região da canela alongada.</li>
<li><strong>Bursite nos pés</strong>: sentado, cruze a perna afetada sobre a outra e puxe os dedos do pé em direção ao corpo até sentir um alongamento na planta do pé e na panturrilha. Mantenha por aproximadamente 30 segundos.</li>
<li><strong>Dores no joelho</strong>: em pé, dobre o joelho e segure o tornozelo desta perna com a mão correspondente. Em seguida, puxe o calcanhar em direção às nádegas até sentir o alongamento da parte anterior da coxa.</li>
<li><strong>Dores nas pernas</strong>: sentado no chão, estenda uma perna (mantendo os dedos dos pés apontando para o teto) e flexione o joelho da outra, com o pé tocando a parte interna da coxa esticada. Incline o tronco sobre a perna estendida, com as costas retas, até alongar o posterior da coxa.</li>
<li><strong>Dores nas costas</strong>: deite de costas, dobre as pernas em direção ao tronco e abrace os joelhos próximo ao peito. Leve os ombros em sentido ao solo e mantenha a postura com o joelho ainda dobrado</li>
</ul>
<h2>Duração, frequência e adaptações</h2>
<p>De acordo com Patrícia Franção,<strong> o ideal é manter cada posição de 20 a 30 segundos, repetindo de duas a três vezes</strong>. <strong>A frequência pode variar entre três e cinco vezes por semana ou até diariamente</strong>, em casos de rigidez muscular. A profissional destaca que é mais importante fazer um pouco de exercícios todos os dias do que forçar o corpo de vez em quando.</p>
<p><strong>Erros comuns, como ir além do limite, prender a respiração ou abandonar a posição precocemente, comprometem o resultado e podem causar dor</strong>. Para pessoas com sobrepeso ou menor flexibilidade, a fisioterapeuta recomenda usar apoios, como cadeiras ou faixas elásticas, por exemplo.</p>
<p>“O alongamento é uma forma poderosa de autocuidado, mas não substitui o acompanhamento fisioterapêutico”, comenta. Isso porque, segundo ela, o profissional é capaz de identificar músculos encurtados e montar um plano personalizado para cada paciente.</p>
<h2>Quando o corpo agradece</h2>
<p>A professora Sheila Cristina, de 47 anos, convive com o sobrepeso e as dores típicas de quem passa muitas horas na mesma posição. “Fico muito tempo sentada e, em outros dias, em pé o tempo todo, então minhas costas e joelhos já reclamavam”, revela. Foi por indicação da fisioterapeuta que ela começou a alongar.</p>
<p>“As dores no pescoço e nas costas diminuíram muito, principalmente após um dia inteiro no computador”, lembra. Sheila incorporou o hábito à rotina: faz alongamentos ainda no quarto, pela manhã, e tenta repetir os movimentos no meio da tarde. “Às vezes até puxo meus alunos para fazer comigo.”</p>
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		<title>Exercícios simples para fortalecer o arco plantar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/exercicios-simples-para-fortalecer-o-arco-plantar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios de Fortalecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[arco plantar]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecimento]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O arco plantar é a curvatura natural que sustenta o peso do corpo e absorve o impacto de cada passo. Formado por ossos, ligamentos e músculos, atua como um amortecedor, distribuindo as cargas e protegendo articulações como tornozelos, joelhos e coluna. Manter essa estrutura saudável é essencial para garantir equilíbrio, estabilidade e conforto ao caminhar,<a href="https://www.baruel.com.br/exercicios-simples-para-fortalecer-o-arco-plantar/">Continue reading <span class="sr-only">"Exercícios simples para fortalecer o arco plantar"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>arco plantar é a curvatura natural que sustenta o peso do corpo e absorve o impacto de cada passo</strong>. Formado por ossos, ligamentos e músculos, atua como um amortecedor, distribuindo as cargas e protegendo articulações como tornozelos, joelhos e coluna. <strong>Manter essa estrutura saudável é essencial para garantir equilíbrio, estabilidade e conforto ao caminhar, o que pode ser estimulado com exercícios bem práticos.</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Denise Amorim, coordenadora de fisioterapia do Hospital Moriah, explica que fortalecer a musculatura do arco plantar é essencial para manter a estabilidade dos pés, absorver melhor os impactos e aumentar a eficiência da marcha.</p>
<p>O <strong>fortalecimento adequado ainda ajuda a distribuir o peso corporal de forma equilibrada e protege as articulações</strong>, além de reduzir o risco de dores.</p>
<p>“Um arco plantar forte diminui as chances de ter fascite plantar, tendinites e compensações que podem afetar joelhos e coluna lombar. Quando essa musculatura está bem trabalhada, reflete diretamente no conforto ao caminhar e na prevenção de dores crônicas”, detalha a profissional.</p>
<p>Para ela, “<strong>fortalecer a musculatura faz uma diferença enorme na qualidade dos movimentos e na saúde das articulações</strong>”</p>
<h2>Quando o arco plantar está enfraquecido</h2>
<p>De acordo com Denise Amorim, alguns sinais já indicam que essa musculatura precisa de atenção. Os principais são:</p>
<ul>
<li>Dor ou fadiga na sola dos pés após longos períodos em pé;</li>
<li>Queda do arco (pé plano adquirido);</li>
<li>Dificuldade para manter o equilíbrio;</li>
<li>Calosidades ou alterações na pisada;</li>
<li>Dor no calcanhar, tornozelo ou joelhos.</li>
</ul>
<p>Tais sintomas são indícios de sobrecarga e perda de sustentação, que podem se agravar com o tempo, caso não haja um tratamento adequado.</p>
<h2>Três exercícios que fazem diferença</h2>
<p>A especialista recomenda movimentos simples que podem ser feitos em casa e sem equipamentos. Aprenda-os:</p>
<ul>
<li><em><strong>Encurtamento do arco plantar</strong></em>: sente-se com os pés apoiados no chão e tente “puxar” a base dos dedos em direção ao calcanhar, sem os dobrar. Mantenha por 5 segundos e repita 10 vezes;</li>
<li><em><strong>Pegar objetos com os pés</strong></em>: use bolinhas ou uma toalha no chão e tente segurá-las com os dedos dos pés para ativar os músculos intrínsecos plantares;</li>
<li><em><strong>Caminhada na ponta dos pés e nos calcanhares</strong></em>: ande alguns metros apoiando-se apenas nas pontas dos pés e depois só nos calcanhares, fortalecendo arco e tornozelos.</li>
</ul>
<p>“Esses exercícios aumentam a resistência muscular e melhoram o alinhamento biomecânico dos pés, reduzindo o estresse sobre a fáscia plantar e prevenindo dores crônicas”, complementa Denise.</p>
<p>Porém, cabe ressaltar que a prática dos exercícios exige constância e, sobretudo, atenção ao ritmo e aos limites do corpo. Manter uma rotina bem dosada garante resultados e evita sobrecarga nos músculos e articulações.</p>
<p>Por isso, a fisioterapeuta destaca alguns detalhes importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Frequência ideal</strong>: de 3 a 5 vezes por semana, por 10 a 15 minutos;</li>
<li><strong>Resultados esperados</strong>: entre 4 a 6 semanas já é possível notar melhora no equilíbrio e conforto ao caminhar;</li>
<li><strong>Atenção à carga</strong>: exagerar pode causar inflamações, como a fascite plantar. O ideal é começar com poucos minutos e aumentar gradualmente.</li>
</ul>
<p>Além disso, se sentir qualquer desconforto, nada de forçar o exercício. Neste caso, repouse e busque avaliação ortopédica!</p>
<h2>Adaptações e cuidados</h2>
<p>Quem tem pé plano deve priorizar exercícios que estimulem o levantamento do arco e a ativação dos músculos intrínsecos. Já no pé cavo, o foco é ganhar flexibilidade e amortecimento. Em ambos os casos, a supervisão de um fisioterapeuta é essencial para ajustar intensidade e tipo de movimento, evitando sobrecarga.</p>
<p>“Alongar, fortalecer e observar o formato da pisada influencia diretamente na postura e na performance física”, afirma a especialista Denise Amorim. Ela reforça que a fisioterapia também atua na educação corporal, ajudando o paciente a desenvolver consciência sobre o apoio plantar e a mecânica da marcha.</p>
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		<item>
		<title>Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/autoexame-diario-dos-pes-como-quem-e-por-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=3663</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético, uma complicação grave e evitável. O autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa. Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso<a href="https://www.baruel.com.br/autoexame-diario-dos-pes-como-quem-e-por-que-fazer/">Continue reading <span class="sr-only">"Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético</strong>, uma complicação grave e evitável. O <strong>autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa.</strong></p>
<p>Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso de glicose no sangue é capaz de danificar os nervos e os vasos dos pés, levando à perda de sensibilidade.</p>
<p>“<strong>Quem tem diabetes pode não perceber ferimentos e há chance de isso evoluir para infecções graves e até amputações</strong>. O autoexame diário permite detectar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente”, explica a médica.</p>
<p>Quem tem a mesma opinião é a também endocrinologista Lorena Amato, doutora pela USP. Para ela, o autoexame é uma prática indispensável entre os pacientes diabéticos, mesmo os que não apresentam alterações aparentes.</p>
<p>“Todos devem olhar os pés diariamente. Quem tem dificuldade de se abaixar pode usar um espelho ou pedir ajuda. Se notar vermelhidão, ferida ou calor diferente em alguma área, deve procurar um médico imediatamente”, orienta a especialista.</p>
<h2>O que observar nos pés</h2>
<p>Durante o autoexame diário, é essencial procurar por alterações visíveis e sutis. As profissionais destacam principalmente:</p>
<ul>
<li><strong>Feridas, bolhas, rachaduras ou cortes</strong>, mesmo que pequenos;</li>
<li><strong>Mudanças na coloração da pele</strong>, como vermelhidão, manchas escuras ou palidez;</li>
<li><strong>Áreas mais quentes ou mais frias</strong> do que o normal;</li>
<li><strong>Unhas</strong> encravadas, deformadas ou com micose;</li>
<li><strong>Calosidades e espessamento da pele</strong>.</li>
</ul>
<p>Se houver qualquer sinal de alteração, a avaliação médica deve ser imediata, afinal, o tempo é um fator determinante para evitar infecções, sobretudo em diabéticos.</p>
<h2>Atenção à sensibilidade</h2>
<p>Lorena Amato ressalta que um dos primeiros sinais de risco é a perda da sensibilidade, chamada de neuropatia periférica, que pode surgir aos poucos, com sintomas como:</p>
<ul>
<li><strong>Formigamento, queimação ou dormência</strong>;</li>
<li><strong>Sensação de “andar em algodão</strong>”;</li>
<li><strong>Dificuldade em perceber calor, frio ou dor</strong>.</li>
</ul>
<p>Já Patrícia Gomes observa que uma maneira simples de testar é tocar diferentes partes dos pés com os dedos ou com um algodão. “Se a pessoa não sentir o toque ou não perceber diferença entre um pé e outro, é fundamental procurar avaliação médica.”</p>
<h2>Passo a passo do autoexame</h2>
<p>Além de observar, é importante saber como fazer o exame de maneira correta e segura. Abaixo, as endocrinologistas ensinam:</p>
<ul>
<li>Escolha um local bem iluminado e sente-se confortavelmente;</li>
<li>Use um espelho para ver a planta dos pés ou peça ajuda a alguém;</li>
<li>Examine entre os dedos e ao redor das unhas;</li>
<li>Verifique se há feridas, bolhas ou secreções;</li>
<li>Mantenha os pés sempre limpos, secos e hidratados (sem creme entre os dedos);</li>
<li>Corte as unhas no formato reto e evite remover cutículas ou calos em casa;</li>
<li>Nunca ande descalço, nem dentro de casa.</li>
</ul>
<p>Esses cuidados diários, somados ao acompanhamento profissional, reduzem o risco de complicações e melhoram a circulação e a cicatrização.</p>
<p>De acordo com Lorena, <strong>controlar o diabetes é o primeiro passo para prevenir quaisquer complicações</strong>. “Quanto melhor for o controle da glicemia, menor o risco de desenvolver neuropatia e alterações circulatórias”, reforça.</p>
<p>Ela ainda recomenda o uso de meias de algodão e sem costura, além de calçados confortáveis, sem pontos de atrito na pele. E alerta: fatores como tabagismo, má circulação, deformidades nos pés e sapatos inadequados aumentam o risco de complicações.</p>
<p>Um alerta importante: as duas especialistas reforçam que o pé diabético é evitável em grande parte dos casos. “Entre 50% e 70% das amputações não traumáticas estão relacionadas ao diabetes, e muitas poderiam ser evitadas com informação e cuidado”, conclui Lorena.</p>
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		<title>Umidade e micose são fatores de risco para pés diabéticos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fatores-de-risco-para-pes-diabeticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 12:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[umidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem diabetes precisa redobrar a atenção com os pés. Isso porque pequenas infecções, como micoses, por exemplo, podem se tornar sérias se não forem tratadas. A umidade, o calor e a glicose elevada criam o ambiente perfeito para o desenvolvimento de fungos, que encontram na pele fragilizada um ponto de entrada para infecções maiores.<a href="https://www.baruel.com.br/fatores-de-risco-para-pes-diabeticos/">Continue reading <span class="sr-only">"Umidade e micose são fatores de risco para pés diabéticos"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem <strong>diabetes precisa redobrar a atenção com os pés</strong>. Isso porque <strong>pequenas infecções</strong>, como micoses, por exemplo, <strong>podem se tornar sérias se não forem tratadas</strong>.</p>
<p>A <strong>umidade, o calor e a glicose elevada criam o ambiente perfeito para o desenvolvimento de fungos</strong>, que encontram na pele fragilizada um ponto de entrada para infecções maiores. Para os diabéticos, o cenário é pior, sim, por apresentarem múltiplos fatores que favorecem o surgimento de micoses.</p>
<p>“A hiperglicemia altera a composição do suor, tornando-o mais rico em açúcares, que alimenta os fungos. Além disso, o sistema imunológico fica enfraquecido e a circulação comprometida, o que dificulta o combate às infecções e a cicatrização”, aponta o dermatologista Eduardo Oliveira, especialista em Cirurgia Dermatológica na Derma Advance.</p>
<p>Já a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, ressalta que a má circulação agrava o quadro. “O sangue chega com mais dificuldade aos pés e, com isso, a capacidade de defesa da pele diminui. O que poderia ser apenas uma micose comum pode evoluir mais rápido e de forma mais agressiva”, afirma.</p>
<h2>Por que a umidade favorece os fungos</h2>
<p>Um <strong>local úmido é um dos principais gatilhos para o desenvolvimento das micoses</strong>. Quando os pés permanecem levemente molhados, o <strong>ambiente torna-se ideal para a multiplicação dos fungos</strong>.</p>
<p>Segundo o dermatologista Eduardo, a umidade amolece a camada córnea da pele, facilitando a penetração e fixação dos microrganismos. Entre os dedos, onde o ar circula menos, a proliferação é ainda maior. É por isso que a região exige atenção redobrada.</p>
<p>Há ainda alguns <strong>fatores que intensificam o problema</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Uso contínuo de <strong>calçados fechados ou meias sintéticas</strong>;</li>
<li><strong>Suor excessivo</strong> sem secagem adequada;</li>
<li><strong>Higienização insuficiente</strong> dos pés;</li>
<li><strong>Falta de ventilação e troca de calçados.</strong></li>
</ul>
<p>A regra é óbvia: é fundamental evitar esses hábitos.</p>
<h2>Sinais de alerta</h2>
<p>Reconhecer os primeiros sinais é essencial para evitar complicações. De acordo com Eduardo Oliveira, é importante observar:</p>
<ul>
<li><strong>Coceira</strong> persistente entre os dedos;</li>
<li><strong>Áreas avermelhadas, esbranquiçadas ou amareladas</strong>;</li>
<li><strong>Descamação e rachaduras</strong>, mesmo sem dor;</li>
<li><strong>Odor</strong> diferente do habitual;</li>
<li><strong>Unhas espessas, amareladas ou deformadas</strong>.</li>
</ul>
<p>A cirurgiã vascular Camila Kill reforça que essas pequenas fissuras, por si só, já são perigosas para diabéticos. “As aberturas funcionam como porta de entrada para bactérias. O paciente pode não perceber a ferida a tempo e o quadro evoluir para infecções mais profundas, com risco de úlceras e até necessidade de internação”, alerta.</p>
<h2>Cuidados diários</h2>
<p>A prevenção é o melhor tratamento e, no caso dos diabéticos, deve ser parte da rotina. O dermatologista recomenda uma higiene criteriosa e muita atenção à secagem. A cirurgiã vascular complementa com outras medidas preventivas:</p>
<ul>
<li>Usar meias de algodão limpas e trocá-las diariamente;</li>
<li>Evitar andar descalço, mesmo dentro de casa;</li>
<li>Preferir sapatos ventilados, que não abafem os pés;</li>
<li>Hidratar a pele, sem aplicar creme entre os dedos;</li>
<li>Observar diariamente se há mudanças de cor, feridas ou calor local.</li>
</ul>
<p>O uso de <strong>produtos antifúngicos pode ajudar na prevenção, desde que prescritos por um médico</strong>. “Os talcos e sprays modernos são seguros e eficazes, se aplicados corretamente, em áreas secas e sem exagero”, destaca Eduardo Oliveira. Ele ainda reforça a importância de se adquirir apenas versões testadas dermatologicamente.</p>
<p>Já Camila Kill acrescenta que o <strong>controle da glicemia é parte fundamental do cuidado</strong>. “Quando a glicose está equilibrada, o corpo reage melhor às infecções e a circulação se mantém saudável. Consultas regulares com o cirurgião vascular ajudam a detectar alterações precoces e evitar complicações”, orienta.</p>
<p>Os especialistas lembram que qualquer lesão deve ser tratada como emergência médica, e conscientizam que a prevenção é o melhor caminho.</p>
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