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	<title>Universo do pé - Tudo para cuidado e saúde dos pés - Baruel</title>
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	<title>Universo do pé - Tudo para cuidado e saúde dos pés - Baruel</title>
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		<title>Esporão de calcâneo desaparece sozinho? Descubra</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/esporao-de-calcaneo-desaparece-sozinho-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporão de Calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[esporão de calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receber o diagnóstico de esporão de calcâneo costuma assustar muita gente, sobretudo pela dor ao pisar e a ideia de que existe um “osso crescendo” no pé. Mas, apesar da preocupação inicial, em muitos casos, o desconforto melhora bastante com os cuidados corretos. A verdade, porém, é que esse “probleminha” vai continuar existindo. Conforme a<a href="https://www.baruel.com.br/esporao-de-calcaneo-desaparece-sozinho-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Esporão de calcâneo desaparece sozinho? Descubra"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Receber o diagnóstico de esporão de calcâneo costuma assustar muita gente, sobretudo pela dor ao pisar e a ideia de que existe um “osso crescendo” no pé</strong>. Mas, apesar da preocupação inicial, em muitos casos, <strong>o desconforto melhora bastante com os cuidados corretos.</strong> A verdade, porém, é que esse “probleminha” vai continuar existindo.</p>
<p>Conforme a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, <strong>o esporão é uma ponta óssea formada no calcanhar após atritos, impactos e sobrecargas repetidas na região</strong>. O crescimento acontece como uma espécie de <strong>resposta de defesa do próprio corpo</strong>.</p>
<p><strong>“O esporão nunca vai desaparecer completamente, porque é uma ponta do osso. O que melhora é o processo inflamatório ao redor dele</strong>. Muitas vezes, a dor some, mas ele continua lá, sem incomodar”, afirma a profissional.</p>
<h2>Não some, mas melhora</h2>
<p>Você sabia que nem sempre a dor sentida vem do esporão? É por isso que muitas pessoas só descobrem a condição após exames de imagem. Normalmente, <strong>o que leva os pacientes ao consultório é o desconforto, mas associado a outras condições.</strong> Fascite plantar é uma dessas situações.</p>
<p>“A fascite plantar costuma ser uma das responsáveis pela dor. O esporão geralmente provoca um processo inflamatório na fáscia plantar, uma faixa de tecido que vai do calcanhar até os dedos dos pés. Essa inflamação é o que causa sensibilidade e desconforto ao pisar”, cita a fisioterapeuta.</p>
<p>Para avaliar se o quadro de esporão está se resolvendo, vale observar se há:</p>
<ul>
<li>menos dor ao pisar pela manhã;</li>
<li>redução da sensibilidade ao apertar a região;</li>
<li>caminhada mais confortável ao longo do dia.</li>
</ul>
<h2>Alguns hábitos pioram sintomas</h2>
<p>Por outro lado, a piora também pode acontecer. <strong>Passar longos períodos em pé e sobrecarregar a região</strong> são exemplos de hábitos bastante prejudiciais.</p>
<p>O uso de <strong>calçados inadequados</strong> é outro fator que costuma afetar negativamente o desconforto. Entre as piores escolhas, a fisioterapeuta Andrea Guerra cita os sapatos sem amortecimento, os chinelos e as rasteirinhas, especialmente para quem já sente dor no calcanhar.</p>
<p>Além disso, ignorar os sinais de dor e manter uma rotina intensa de impacto sem adaptação adequada pode dificultar ainda mais a recuperação da região a longo prazo.</p>
<h2>Redução da sobrecarga</h2>
<p>Avaliar a pisada e os encurtamentos musculares é o pontapé inicial do tratamento para entender o que está contribuindo para o problema do esporão. Porém, mais que o controle da dor, é necessário focar na redução da sobrecarga dos pés.</p>
<p>Para aliviar os sintomas no dia a dia, a profissional recomenda:</p>
<ul>
<li>avaliar o amortecimento do calçado;</li>
<li>observar sola e palmilha;</li>
<li>alongar panturrilhas;</li>
<li>alongar a parte posterior das coxas;</li>
<li>alongar a sola dos pés;</li>
<li>fazer compressas frias com gelo no local.</li>
</ul>
<p>“As medidas analgésicas e anti-inflamatórias utilizadas na fisioterapia também fazem parte da recuperação e costumam ser associadas à melhora da mobilidade e da distribuição de impacto durante a caminhada”, finaliza Andrea.</p>
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		<item>
		<title>Salão de beleza: o que observar antes de frequentar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/salao-de-beleza-o-que-observar-antes-de-frequentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biossegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[biossegurança]]></category>
		<category><![CDATA[higiene]]></category>
		<category><![CDATA[manicure]]></category>
		<category><![CDATA[pedicure]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[riscos]]></category>
		<category><![CDATA[salão de beleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conseguir um horário de última hora em um salão de beleza para cuidar dos pés pode parecer sorte. No entanto, se o lugar não seguir os cuidados básicos de biossegurança, esse agendamento pode se tornar um grande problema, que vai desde micoses até infecções. Por isso, antes de escolher o esmalte, é bom olhar para<a href="https://www.baruel.com.br/salao-de-beleza-o-que-observar-antes-de-frequentar/">Continue reading <span class="sr-only">"Salão de beleza: o que observar antes de frequentar"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguir um horário de última hora em um salão de beleza para cuidar dos pés pode parecer sorte. No entanto, <strong>se o lugar não seguir os cuidados básicos de biossegurança, esse agendamento pode se tornar um grande problema, que vai desde micoses até infecções</strong>. Por isso, antes de escolher o esmalte, é bom olhar para outros detalhes.</p>
<p>Quem descobriu isso na prática foi a jornalista Giovanna Penha, de 29 anos, depois de agendar um serviço de última hora em salão perto de casa. Prestes a viajar, o local que ela costumava frequentar não tinha mais agenda, então decidiu arriscar outro atendimento. Infelizmente, a experiência não foi boa.</p>
<p>“Percebi que o alicate estava jogado na gaveta, sem envelope. Até me acendeu uma luz de perigo, mas pensei que uma única vez não daria em nada. Semanas depois, comecei a ter muita coceira entre os dedos. A pele descamou, saía uma ‘água’ e sangrava. Fui na dermatologista e era micose”, relembra a comunicadora.</p>
<h2>Ambiente dá pistas importantes</h2>
<p>Segundo a podóloga Lana Fagundes, <strong>a limpeza geral do estabelecimento costuma ser um dos primeiros sinais de segurança</strong> – ou de alerta. Ambientes desorganizados, instrumentos soltos e <strong>profissionais sem equipamentos de proteção individual</strong> merecem atenção redobrada.</p>
<p><strong>Durante cada atendimento, manicures, pedicures e podólogas devem usar luvas, máscaras e toucas.</strong> Além disso, há outros <strong>materiais descartáveis que não podem ser reutilizados, como lixas, palitos, algodão, separadores de dedos e toalhas.</strong></p>
<p><strong>Já os instrumentos metálicos, como alicates, espátulas e cortadores, precisam passar obrigatoriamente pelo processo correto de esterilização.</strong> De acordo com as normas vigentes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a <strong>autoclave é o meio mais seguro e indicado</strong> para isso.</p>
<h2>Micose, frieira e até hepatite</h2>
<p>Quando os protocolos de biossegurança não são seguidos corretamente, o <strong>cliente pode ficar exposto a diferentes doenças e infecções</strong>. <strong>Micose e frieira</strong> estão entre os problemas mais comuns, mas não são os únicos.</p>
<p>“Instrumentos contaminados e materiais reutilizados inadequadamente também podem favorecer a transmissão de infecções bastante graves, incluindo hepatite”, alerta a profissional.</p>
<p>Por isso, observar a rotina de higiene do espaço de beleza vai além da estética do local. Caso note que alguma regra não está sendo seguida, não hesite em questionar ou até desmarcar o atendimento.</p>
<h2>Como é a esterilização correta</h2>
<p>A podóloga Lana Fagundes explica que a higienização dos instrumentos segue etapas específicas antes da esterilização final. Isso significa:</p>
<ul>
<li>limpar com álcool;</li>
<li>lavar com água corrente e detergente enzimático;</li>
<li>esperar secar;</li>
<li>envelopar em embalagens próprias para autoclave;</li>
<li>levar à autoclave conforme manual do equipamento.</li>
</ul>
<p>No caso de Giovanna Penha, a experiência mudou completamente a forma como ela escolhe um salão para cuidar dos pés. Após o tratamento com antifúngicos tópicos e orais, ela passou a observar atentamente o ambiente e os métodos utilizados.</p>
<p>A podóloga revela um detalhe interessante a ser observado: <strong>os instrumentos sempre devem estar embalados em envelope próprio, que muda de rosa para marrom após o processo de esterilização na autoclave.</strong></p>
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		<title>Pé chato: como identificar os sinais em casa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Chato ou Pé Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[base do pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[pé chato]]></category>
		<category><![CDATA[pé plano]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns testes caseiros ajudam a identificar a condição e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada. A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &#38;<a href="https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé chato: como identificar os sinais em casa"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato</strong>. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns <strong>testes caseiros ajudam a identificar a condição</strong> e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada.</p>
<p>A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, esclarece que <strong>pé chato e pé plano são a mesma condição</strong>: a <strong>redução ou ausência da curvatura natural na parte interna dos pés</strong>.</p>
<p>Pode parecer irrelevante, mas esse arco é <strong>importante para absorção de impacto, equilíbrio e distribuição da carga do corpo durante os movimentos</strong>. “O pé é a base de todo o alinhamento corporal. Por isso, qualquer alteração nessa região pode acabar repercutindo no corpo inteiro”, observa a profissional.</p>
<h2>Quais sinais podem indicar pé chato?</h2>
<p>Algumas características costumam aparecer com mais frequência em pessoas com pé plano. O <strong>principal indício é a ausência da “curvinha” interna dos pés</strong>, fazendo com que praticamente <strong>toda a sola fique apoiada no chão</strong>.</p>
<p>Outros sinais importantes incluem:</p>
<ul>
<li>desgaste maior na parte interna do calçado;</li>
<li>tornozelos inclinando para dentro;</li>
<li>dificuldade para manter equilíbrio;</li>
<li>cansaço nos pés após muito tempo em pé;</li>
<li>dores nos pés, joelhos ou lombar.</li>
</ul>
<p>Tatiane explica que alterações na pisada também podem provocar compensações em outras partes do corpo, uma vez que há perda da eficiência na absorção de impacto e no alinhamento biomecânico ao longo do tempo.</p>
<h2>Testes simples ajudam na triagem</h2>
<p>Recorrer a testes caseiros pode ser útil para identificar se é caso de buscar avaliação médica, sobretudo quando há outros sintomas associados. A seguir, a profissional Tatiane Roschel compartilha algumas possibilidades:</p>
<ul>
<li><strong>Reflexo no espelho</strong>: fique descalço em frente ao espelho e observe se existe curvatura interna nos pés ou se os tornozelos parecem “cair para dentro”;</li>
<li><strong>Ponta dos pés</strong>: suba na ponta dos pés e note se o arco aparece. Se for possível vê-lo, pode ser um pé plano flexível. Caso não, pode indicar rigidez e necessidade de avaliação;</li>
<li><strong>“Teste da pisada” ou “teste do pé molhado”</strong>: molhe a sola do pé, pise em uma superfície seca e observe o formato da pegada. Uma curva bem definida aponta para um arco normal, enquanto pisadas completas são sinal de pé chato.</li>
</ul>
<h2>Quando buscar um médico</h2>
<p>Vale lembrar que esses resultados da autoavaliação não são diagnósticos médicos e não substituem a consulta com um profissional especializado. Por isso, a fisioterapeuta Tatiane Roschel recomenda <strong>procurar um especialista em casos de dor frequente (nos pés ou pernas), dificuldade para caminhar, desgaste rápido dos calçados e alterações visíveis na postura</strong>.</p>
<p>Ela também chama atenção para os casos infantis: crianças com alterações persistentes nos pés após os seis ou sete anos devem ser avaliadas para acompanhamento adequado.</p>
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		<item>
		<title>Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no calcanhar]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a caminhada está totalmente proibida é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não! De<a href="https://www.baruel.com.br/fascite-plantar-piora-com-caminhada-entenda-limites/">Continue reading <span class="sr-only">"Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia</strong>. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a <strong>caminhada está totalmente proibida</strong> é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não!</p>
<p>De acordo com a fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, a <strong>fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo da fáscia plantar, estrutura responsável por sustentar o arco do pé e absorver impacto durante os movimentos, incluindo a caminhada</strong>.</p>
<p>“Mas o problema não é apenas caminhar. <strong>O problema é caminhar com sobrecarga</strong>. O corpo costuma dar sinais claros de que existe excesso de esforço ou impacto na região”, adverte a profissional.</p>
<h2>É melhor não caminhar se…</h2>
<p>A piora dos sintomas associados à doença é uma bandeira vermelha para a caminhada. Isso porque os <strong>desconfortos costumam ser mais intensos após longos períodos em pé ou andança excessiva.</strong></p>
<p>Entre os alertas para reduzir ou interromper temporariamente a atividade estão:</p>
<ul>
<li>aumento progressivo da dor;</li>
<li>desconforto persistente após a caminhada;</li>
<li>piora dos sintomas no dia seguinte.</li>
</ul>
<p>Segundo Tatiane, um leve desconforto controlado, sem agravamento ao longo do dia e com recuperação rápida, costuma representar uma zona mais segura para continuar a atividade.</p>
<h2>Hábitos simples também pioram dor</h2>
<p>Vale lembrar que a<strong> culpa não está só no andar.</strong> Outras situações comuns no dia a dia também <strong>aumentam a sobrecarga na fáscia plantar</strong>, pioram a dor e, consequentemente, dificultam a recuperação. Fique atento a:</p>
<ul>
<li><strong>longos períodos em pé;</strong></li>
<li><strong>impacto repetitivo;</strong></li>
<li><strong>rigidez da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>caminhadas descalças em superfícies duras.</strong></li>
</ul>
<p>“<strong>O uso de calçados inadequados é outro agravante</strong>, principalmente quando o pé já apresenta sinais de inflamação. Observe estabilidade, amortecimento e suporte para o arco dos pés”, orienta a fisioterapeuta.</p>
<h2>Correção da sobrecarga</h2>
<p>Quando o assunto é aliviar e tratar a fascite plantar, a profissional explica que há medidas imediatas e abordagens terapêuticas a longo prazo. O primeiro grupo envolve uma série de ações para ajudar no controle momentâneo da dor, mas sem potencial de cura isoladamente, como:</p>
<ul>
<li><strong>alongamento da panturrilha;</strong></li>
<li><strong>automassagem com bolinha na sola do pé;</strong></li>
<li><strong>aplicação local de gelo;</strong></li>
<li><strong>redução de impacto nas atividades.</strong></li>
</ul>
<p>Já um tratamento mais eficiente costuma contemplar:</p>
<ul>
<li>mobilidade do tornozelo;</li>
<li>alongamento da cadeia posterior;</li>
<li>fortalecimento dos pés;</li>
<li>treino de marcha;</li>
<li>reeducação postural;</li>
<li>consciência corporal;</li>
<li>equipamentos fisioterapêuticos.</li>
</ul>
<p>A melhora inicial costuma aparecer entre duas e quatro semanas, enquanto a recuperação progressiva pode levar de seis a 12 semanas. O retorno seguro às caminhadas tende a acontecer quando não há dor ao caminhar, rigidez matinal ou dificuldade no controle do movimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fáscia plantar]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas. Normalmente, as dores são causadas pelo alongamento repentino<a href="https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações</strong>. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, <strong>desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas.</strong></p>
<p>Normalmente,<strong> as dores são causadas pelo alongamento repentino da fáscia plantar ao levantar da cama.</strong> Como explica a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, essa estrutura, que vai dos dedos ao calcanhar, <strong>permanece em repouso durante a noite e acaba sentindo esse “choque” pela manhã.</strong></p>
<p>“A fascite plantar é uma dessas causas, mas não a única. O principal sinal costuma ser a dor localizada, sensação de queimação, agulhada ou repuxo na sola do pé, principalmente ao pisar”, afirma a profissional.</p>
<h2>O que melhora e o que piora</h2>
<p>Uma série de intervenções pode ajudar ou prejudicar o quadro. <strong>Sapatos inadequados, por exemplo, são os principais vilões. Chinelos, rasteirinhas e solados rígidos ou sem amortecimento aumentam a sobrecarga dos pés durante o dia.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>o sobrepeso e a falta de alongamento favorecem o encurtamento da fáscia plantar e podem intensificar o desconforto logo ao acordar.</strong> Em geral, <strong>a dor costuma ser localizada e não vem acompanhada de inchaço ou vermelhidão.</strong></p>
<p>Por outro lado, há <strong>hábitos que aliviam</strong> os sintomas nos primeiros passos matutinos. A fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>movimentar os dedos dos pés ainda na cama;</li>
<li>fazer “garras” com os dedos;</li>
<li>estimular a abertura dos pés;</li>
<li>alongar pernas e panturrilhas antes de levantar.</li>
</ul>
<h2>Nem toda dor é só fascite plantar</h2>
<p><strong>Embora a fascite plantar seja uma das causas mais conhecidas, dores ao acordar também podem estar relacionadas a condições reumatológicas.</strong> O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, lembra que inflamações nos tendões e articulações entram nessa investigação.</p>
<p>Entre as principais possibilidades estão:</p>
<ul>
<li>entesite (inflamação onde tendão ou ligamento se prende ao osso);</li>
<li>espondiloartrites (doenças inflamatórias que afetam principalmente coluna e articulações);</li>
<li>artrite psoriásica (artrite associada à psoríase);</li>
<li>artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações);</li>
<li>gota (dor causada por cristais de ácido úrico nas articulações);</li>
<li>tendinite do tibial posterior (inflamação no tendão que sustenta o arco do pé).</li>
</ul>
<p>“<strong>Dores inflamatórias costumam piorar ao acordar, vêm acompanhadas de rigidez matinal prolongada e melhoram com o movimento. Já dores mecânicas tendem a piorar com o uso e a aliviar durante o repouso</strong>”, diferencia o médico.</p>
<h2>Avaliação correta muda o tratamento</h2>
<p>Vale lembrar que dor ao pisar ao acordar é um sintoma, e não um diagnóstico fechado. Se a sensação persiste por semanas, volta com frequência ou aparece junto de outros sinais, como inchaço em articulações, dor lombar, psoríase ou vermelhidão nos olhos, é importante investigar a causa com acompanhamento especializado.</p>
<p>Segundo o especialista Henrique Dalmolin, <strong>exames de sangue, ultrassom e ressonância podem ser necessários para entender a origem do problema</strong>. Em alguns casos, pacientes passam anos tratando uma suposta fascite plantar sem melhora, quando a causa da dor é reumatológica e precisa de outro tipo de abordagem.</p>
<p>Já a fisioterapeuta Andrea Guerra reforça que o <strong>tratamento depende diretamente do fator causal.</strong> Casos ortopédicos leves podem responder bem a anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças na rotina, por exemplo.</p>
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		<title>Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O<a href="https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão</strong>. Apesar da popularidade, <strong>as peças não devem ser usadas sem critério</strong>: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios.</p>
<p>O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas <strong>não é indicada para todas as pessoas</strong>.</p>
<p>“<strong>Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações.</strong> Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista.</p>
<h2>Quando meias são realmente indicadas</h2>
<p>De modo geral, a meia de compressão costuma ser <strong>recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose</strong>. Ela também pode integrar o <strong>tratamento de linfedema e lipedema</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores.</p>
<p>Só que <strong>nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa</strong>. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente.</p>
<h2>Escolha errada atrapalha tratamento</h2>
<p>Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que <strong>o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado</strong>.</p>
<p>“Esse tipo de <strong>meia não funciona como uma peça de roupa comum.</strong> É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista.</p>
<p>Embora sejam vendidas livremente, a <strong>orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão</strong>. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns:</p>
<ul>
<li>usar tamanho inadequado;</li>
<li>escolher compressão incorreta;</li>
<li>vestir a meia quando a perna já está inchada;</li>
<li>não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso;</li>
<li>abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado.</li>
</ul>
<h2>Como usar corretamente no dia a dia</h2>
<p>A recomendação geral é <strong>vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir</strong>. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia.</p>
<p>Para <strong>viagens longas</strong>, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia.</p>
<p>O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço:</p>
<ul>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li>evitar longos períodos na mesma posição;</li>
<li>caminhar regularmente;</li>
<li>manter boa hidratação constante;</li>
<li>fazer exercícios com a panturrilha;</li>
<li>reduzir o consumo de sal.</li>
</ul>
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		<title>Como desinfectar tênis e meias para evitar frieiras</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-desinfectar-tenis-e-meias-para-evitar-frieiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[higienização]]></category>
		<category><![CDATA[meia]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
		<category><![CDATA[sapato fechado]]></category>
		<category><![CDATA[tênis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coceira, descamação, rachaduras entre os dedos e mau cheiro podem indicar o início de uma frieira. Além de tratar os pés, desinfetar corretamente tênis e meias também é essencial para evitar a multiplicação de fungos e até reinfecções. Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, explica que os calçados costumam criar um ambiente propício para a<a href="https://www.baruel.com.br/como-desinfectar-tenis-e-meias-para-evitar-frieiras/">Continue reading <span class="sr-only">"Como desinfectar tênis e meias para evitar frieiras"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Coceira, descamação, rachaduras entre os dedos e mau cheiro podem indicar o início de uma frieira. Além de tratar os pés, <strong>desinfetar corretamente tênis e meias também é essencial para evitar a multiplicação de fungos e até reinfecções</strong>.</p>
<p>Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, explica que os <strong>calçados costumam criar um ambiente propício para a proliferação de microrganismos</strong> porque o pé passa horas dentro de um espaço fechado, quente e úmido.</p>
<p>“Na prática, é como se o pé ficasse abafado o dia todo. <strong>O suor e o calor favorecem odores, micoses e outras condições, como a frieira</strong>”, afirma a especialista em limpeza.</p>
<h2>Passo a passo para desinfectar os tênis</h2>
<p>Para <strong>evitar o acúmulo de fungos e bactérias nos tênis</strong>, Nerivalda orienta um passo a passo simples de desinfecção:</p>
<ul>
<li>não guarde o tênis imediatamente ao chegar em casa;</li>
<li>deixe o calçado ventilar em local arejado;</li>
<li>limpe a parte interna com pano úmido e desinfetante indicado para vestuário;</li>
<li>deixe secar naturalmente;</li>
<li>aplique sprays ou pós antissépticos;</li>
<li>evite usar o mesmo par todos os dias.</li>
</ul>
<p>Além do tempo de uso, os <strong>materiais e tipos dos tênis fazem diferença</strong>. Modelos muito fechados, rígidos ou de plástico dificultam a respiração da pele e retêm mais suor. Já tecidos leves, com telas ou furinhos ajudam na circulação e reduzem a umidade.</p>
<h2>Meias precisam de atenção</h2>
<p><strong>Não adianta desinfectar os pares de sapato e esquecer das meias.</strong> Afinal, <strong>elas absorvem o suor diretamente da pele</strong>. Se ficam úmidas por muito tempo, também favorecem a propagação de microrganismos.</p>
<p>Para essas peças, a especialista em higienização recomenda:</p>
<ul>
<li>não deixe as meias enroladas no cesto ainda molhadas;</li>
<li>abra os pares antes de lavar ou secar para evitar umidade no tecido;</li>
<li>faça uma pré-lavagem de 10 minutos com água e detergente ou sabão;</li>
<li>priorize modelos de algodão com maior absorção de suor;</li>
<li>não reutilize peças sem lavagem adequada.</li>
</ul>
<p>“Mesmo quem mantém bons hábitos de higiene está sujeito a esse cenário, simplesmente pelo tempo prolongado de uso. Por isso, é fundamental adotar cuidados regulares com ventilação e higienização”, reforça a profissional.</p>
<h2>Frieira volta sem desinfecção correta</h2>
<p>Já a podóloga Sheila Cristina Alves pontua que <strong>a frieira é um tipo de micose que costuma surgir principalmente entre os dedos dos pé</strong>s. Coceira, ardência, descamação, rachaduras e pele esbranquiçada são alguns dos sinais mais comuns.</p>
<p>Inclusive, a condição recebeu o nome de “pé de atleta” justamente por aparecer em pessoas que transpiram bastante nos pés e usam tênis fechados por longos períodos, como esportistas e praticantes de atividades físicas.</p>
<p>“Em casos recorrentes, <strong>a desinfecção do calçado tem papel importante no controle da infecção</strong>. Às vezes, a pessoa trata o pé, mas continua usando o mesmo tênis ou a mesma meia contaminada, e acaba se reinfectando”, alerta a podóloga.</p>
<p>Por último, Nerivalda Lima completa que, além da manutenção em casa, higienizações profissionais podem ser necessárias. Em serviços especializados, o processo considera o tipo de material do tênis e pode incluir tecnologias específicas, como controle de temperatura e luz UV.</p>
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		<title>Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-mitos-erros-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[calcanhar rachado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[pés ressecados]]></category>
		<category><![CDATA[ressecamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o calcanhar começa a ressecar e a rachar, muita gente tenta resolver tudo de uma vez só, ou seja,  lixa demais, usa produtos agressivos ou aposta em receitas caseiras sem orientação. O problema é que alguns desses hábitos acabam piorando ainda mais as fissuras e aumentando o risco de dor, sangramento e infecções na<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-mitos-erros-cuidados/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o calcanhar começa a ressecar e a rachar, muita gente tenta resolver tudo de uma vez só, ou seja,  lixa demais, usa produtos agressivos ou aposta em receitas caseiras sem orientação. O problema é que alguns desses <strong>hábitos acabam piorando ainda mais as fissuras e aumentando o risco de dor, sangramento e infecções na região</strong>. Há maneiras corretas de fazer isso e muita coisa ensinada por aí é puro mito!</p>
<p>A podóloga Marcineide Tavares explica que um<strong> dos erros mais comuns é deixar a pele ressecar excessivamente antes de iniciar qualquer cuidado</strong>. Depois disso, fica complicado tentar “corrigir” o problema rapidamente usando métodos mais grosseiros. Mas não é só isso. Ela também aponta práticas que sensibilizam ainda mais a pele.</p>
<ul>
<li><strong>Usar lâmina nos pés;</strong></li>
<li><strong>Exagerar no uso da lixa;</strong></li>
<li><strong>Deixar de hidratar a região com frequência.</strong></li>
</ul>
<p>“E isso pode agravar bastante o quadro do ressacamento dos pés e até das fissuras podais”, alerta.</p>
<h2>Mitos sobre o calcanhar rachado</h2>
<p>Segundo a dermatologista Giuliana Miranda, da Clínica Elsimar Coutinho, o <strong>ressecamento intenso dos pés acontece pela combinação entre pele seca e pressão constante na região</strong>. Como os pés possuem menos glândulas sebáceas, já existe uma tendência natural para ressecarem.</p>
<p>Entre os mitos mais comuns sobre o tratamento e cuidados do calcanhar rachado estão:</p>
<ul>
<li><strong>achar que só hidratar resolve tudo;</strong></li>
<li><strong>acreditar que lixar os pés todos os dias acelera a melhora;</strong></li>
<li><strong>pensar que andar descalço ajuda a pele a “respirar”;</strong></li>
<li><strong>tratar as fissuras apenas como um problema estético.</strong></li>
</ul>
<p>Esses hábitos e crenças podem piorar o ressecamento, aumentar a pressão sobre os calcanhares e favorecer novas rachaduras.</p>
<h2>Erros pioram as fissuras</h2>
<p><strong>Acreditar em mitos e dicas milagrosas também atrapalha o tratamento</strong>. Afinal, não existe fórmula mágica. <strong>Os cuidados precisam ser contínuos e focados tanto na hidratação quanto na recuperação dérmica.</strong></p>
<p>Nesse sentido, a dermatologista Giuliana Miranda acrescenta que soluções caseiras podem até hidratar superficialmente, mas nem sempre tratam a causa do ressecamento. E faz um alerta! Em fissuras abertas, certas receitas improvisadas podem causar mais irritação.</p>
<p>O tratamento realmente eficaz envolve ativos capazes de tratar as fissuras de forma segura. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>ureia;</li>
<li>ácido lático;</li>
<li>ácido salicílico;</li>
<li>glicerina;</li>
<li>pantenol;</li>
<li>manteigas e óleos vegetais.</li>
</ul>
<p>A recomendação é <strong>aplicar os produtos após o banho e usar meias (preferencialmente de algodão) para potencializar o efeito da hidratação</strong>. Além disso, a avaliação e a orientação de um profissional médico são importantes, já que algumas fórmulas podem ter contraindicações.</p>
<h2>Sinais de alerta: fique de olho</h2>
<p>Quando as fissuras ficam profundas, dolorosas ou apresentam sinais inflamatórios, o acompanhamento profissional passa a ser bem mais importante para evitar complicações.</p>
<p>De acordo com Giuliana Miranda, os principais sinais de alerta incluem:</p>
<ul>
<li>sangramento;</li>
<li>secreção;</li>
<li>vermelhidão;</li>
<li>inchaço;</li>
<li>pus;</li>
<li>dor intensa;</li>
<li>mau odor.</li>
</ul>
<p>“A presença de fissuras pode funcionar como porta de entrada para bactérias e fungos, principalmente em pacientes com diabetes ou outras condições associadas”, reforça a médica dermatologista Giuliana Miranda.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rotina noturna para hidratar os pés em apenas 5 minutos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/rotina-noturna-para-hidratar-os-pes-em-apenas-5-minutos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hidratação e Emolientes]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[pés ressecados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pés ressecados, ásperos e até com pequenas rachaduras podem ser sinais de que a hidratação anda de escanteio na rotina. Mas nem tudo está perdido: reservar poucos minutos antes de dormir para cuidar dessa região já ajuda &#8211; e muito! Com os produtos adequados e movimentos práticos, a pele fica macia, confortável e protegida. A<a href="https://www.baruel.com.br/rotina-noturna-para-hidratar-os-pes-em-apenas-5-minutos/">Continue reading <span class="sr-only">"Rotina noturna para hidratar os pés em apenas 5 minutos"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pés ressecados, ásperos e até com pequenas rachaduras podem ser sinais de que a hidratação anda de escanteio na rotina</strong>. Mas nem tudo está perdido: <strong>reservar poucos minutos antes de dormir para cuidar dessa região já ajuda</strong> &#8211; e muito! Com os produtos adequados e movimentos práticos, a pele fica macia, confortável e protegida.</p>
<p>A podóloga Sheila Cristina, especialista em reflexologia podal, explica que <strong>a pele dos pés costuma sofrer mais desgaste por conta do atrito constante e da espessura natural da região</strong>. Por isso, precisa de atenção frequente para evitar desconfortos e problemas mais intensos ao longo do tempo.</p>
<p>“Quando a gente mantém os pés hidratados, evita rachaduras, aspereza e desconforto para andar. Sem hidratação, a pele fica cada vez mais seca, grossa e pode descamar. Em alguns casos, as rachaduras podem até infeccionar”, alerta a pedicure.</p>
<h2>Diferenças entre hidratação e emolientes</h2>
<p>Embora muita gente use os termos como sinônimos, hidratação e ação emoliente têm funções diferentes no cuidado com a pele. Vale entender que:</p>
<ul>
<li>A <strong>hidratação</strong> ajuda a devolver água para os pés.</li>
<li>Os <strong>emolientes</strong> criam uma barreira que mantém essa água por mais tempo na região.</li>
</ul>
<p>Na prática, os melhores produtos costumam unir as duas funções. Ainda segundo a profissional, é por isso que investir nos ativos certos importa muito. Os principais são:</p>
<ul>
<li>ureia;</li>
<li>glicerina;</li>
<li>ácido lático;</li>
<li>manteiga de karité;</li>
<li>óleos vegetais.</li>
</ul>
<p>Para saber qual é a melhor opção, a orientação de um especialista é fundamental. A ureia, por exemplo, é o componente mais conhecido para hidratação intensa, mas não deve ser usado por gestantes, sobretudo sem acompanhamento.</p>
<h2>Rotina noturna de 5 minutos é eficaz</h2>
<p>Aplicar o <strong>hidratante antes de dormir</strong> costuma ser a recomendação mais comum. Isso porque, <strong>durante a noite, os pés ficam mais tempo em repouso, sem suor excessivo e o atrito causado pelos calçados ao longo do dia, ampliando o resultado.</strong></p>
<p>A podóloga Sheila Cristina orienta um passo a passo simples, que leva cerca de 5 minutinhos, e deve ser feito todos os dias. Afinal, a constância é essencial para perceber resultados reais na textura da pele. Faça isso:</p>
<ul>
<li>Lave os pés com água e sabonete neutro.</li>
<li>Seque bem, inclusive entre os dedos.</li>
<li>Aplique o creme hidratante em todo o pé.</li>
<li>Faça uma massagem rápida por toda a estrutura podal.</li>
<li>Coloque uma meia para potencializar a absorção.</li>
</ul>
<p>“O uso da meia ajuda a criar uma espécie de oclusão, mantendo o produto em contato com a pele por mais tempo e evitando que o hidratante evapore ou fique no lençol”, esclarece a profissional.</p>
<h2>Quando a hidratação caseira não é suficiente</h2>
<p>Alguns hábitos aparentemente inofensivos podem acabar piorando o ressecamento dos pés. Deixar a pele úmida, hidratar os membros só às vezes (ou quando a situação já está mais grave) e lixar a região em excesso são alguns exemplos do que deve ser evitado.</p>
<p>A pedicure destaca que, com o tempo, essas práticas podem deixar a pele ainda mais sensível e vulnerável. Por isso, observe sinais persistentes, da mesma forma que manifestações que soam alerta, como:</p>
<ul>
<li>dor;</li>
<li>sangramento;</li>
<li>sintomas de infecção (vermelhidão, calor e secreção);</li>
<li>rachaduras profundas;</li>
<li>comorbidades, como diabetes ou problema de circulação.</li>
</ul>
<p>Como ela lembra, tais motivos são suficientes para agendar uma consulta com o podólogo e realizar um tratamento mais próximo e individual.</p>
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		<title>“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto. Em vez de prevenir problemas, alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões, sobretudo nas pernas e nos pés. Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos,<a href="https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/">Continue reading <span class="sr-only">"“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto.</strong> Em vez de prevenir problemas, <strong>alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões</strong>, sobretudo nas pernas e nos pés.</p>
<p>Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos, quando começou a treinar com mais frequência, mesmo já sentindo um incômodo no joelho. Sem acompanhamento próximo, manteve exercícios intensos na rotina, como agachamento e o famoso “leg press”.</p>
<p>“Teve um momento em que senti uma fisgada no meio do exercício. Depois disso, meu joelho doía em qualquer situação. Parei tudo e fui ao médico. Precisei de remédios, fisioterapia e descanso. Só voltei para a academia com o treino readequado”, lembra.</p>
<h2>Quais lesões são mais comuns</h2>
<p>Casos como o de Giuliana Severino não são raros. Segundo o cirurgião e ortopedista Ernane Neto, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as <strong>lesões mais frequentes em quem pratica atividade física</strong> são:</p>
<ul>
<li>tendinite do tendão de Aquiles (região posterior da perna);</li>
<li>tendinite patelar (joelho);</li>
<li>tendinites dos tendões fibulares (lateral do tornozelo);</li>
<li>tendinite da pata de ganso (joelho);</li>
<li>síndrome da banda iliotibial (lateral da coxa até o joelho);</li>
<li>síndrome do estresse tibial medial (canelite);</li>
<li>fraturas por estresse.</li>
</ul>
<p>“<strong>Os movimentos repetitivos e a sobrecarga podem levar às lesões, principalmente quando o corpo não está adaptado à carga ou à intensidade do exercício</strong>. Já <strong>atividades com mudança de direção ou impacto, como corrida, futebol, vôlei e basquete, aumentam o risco de entorses</strong>”, explica o especialista em trauma ortopédico.</p>
<h2>Quando o exercício piora o quadro</h2>
<p><strong>Nem sempre o problema está na atividade em si, mas na forma como é feita</strong>. Exercícios de impacto, por exemplo, tendem a agravar quadros articulares já existentes, como a artrose, pois aumentam a carga sobre as articulações.</p>
<p>O médico alerta que alguns erros comuns no treino podem acelerar esse processo:</p>
<ul>
<li>iniciar atividades intensas sem adaptação prévia;</li>
<li>aumentar carga ou volume de forma brusca;</li>
<li>executar movimentos com desalinhamento corporal;</li>
<li>treinar sem fortalecimento muscular adequado;</li>
<li>praticar esportes de forma esporádica, sem preparo.</li>
</ul>
<p>Mas não é só: <strong>fatores externos também influenciam</strong>. Usar calçados sem amortecimento adequado e realizar as práticas em superfícies irregulares favorecem entorses e quedas.</p>
<h2>Sinais de alerta e retorno seguro</h2>
<p><strong>Reconhecer os sinais do corpo é essencial para evitar a piora do quadro</strong>. Dores que surgem durante ou logo após o exercício, sobretudo quando são localizadas ou persistentes, sempre merecem atenção.</p>
<p>Nesse sentido, o ortopedista Ernane Neto explica que o <strong>desconforto pós-treino é difuso e melhora entre 24 e 72 horas</strong>. Já a <strong>dor da lesão é específica</strong>, surge durante o esforço e tende a persistir ou até piorar com o tempo.</p>
<p>O profissional ainda chama atenção para sinais de alerta:</p>
<ul>
<li>dor aguda ou que piora durante o treino;</li>
<li>inchaço, vermelhidão ou roxo;</li>
<li>sensação de instabilidade ou falseio;</li>
<li>perda de força ou dificuldade para apoiar o membro;</li>
<li>alteração na forma de andar (mancar).</li>
</ul>
<p>Já sobre o retorno para o esporte, a orientação é clara: só deve acontecer quando houver recuperação e ausência de dor no dia a dia. Ajustar a técnica, reduzir as cargas e retomar os exercícios gradualmente é fundamental para evitar novas lesões.</p>
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