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	<title>Cuidado diário com os pés - Mobilidade e Longevidade - Baruel</title>
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	<title>Cuidado diário com os pés - Mobilidade e Longevidade - Baruel</title>
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		<title>Higiene dos pés: cuidados simples evitam complicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 12:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que só lavar os pés durante o banho é suficiente para manter a região saudável? Na verdade, secagem correta, hidratação da pele e observação de mudanças também ajudam na prevenção de micoses até alterações mais sérias. Nesse sentido, a podóloga Aline Regina da Silva reforça que os pés devem, sim, ser lavados pelo menos<a href="https://www.baruel.com.br/higiene-dos-pes-cuidados-simples-evitam-complicacoes/">Continue reading <span class="sr-only">"Higiene dos pés: cuidados simples evitam complicações"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que só lavar os pés durante o banho é suficiente para manter a região saudável? Na verdade, <strong>secagem correta, hidratação da pele e observação de mudanças também ajudam na prevenção de micoses até alterações mais sérias.</strong></p>
<p>Nesse sentido, a podóloga Aline Regina da Silva reforça que os pés devem, sim, <strong>ser lavados pelo menos uma vez ao dia com água morna e sabão neutro, mas que a higiene completa vai muito além disso.</strong></p>
<p>“Pequenos hábitos incorporados ao dia a dia reduzem o risco de infecções e contribuem para a saúde da pele e das unhas. Manter uma rotina de cuidados é fundamental para prevenir problemas”, orienta a profissional.</p>
<h2>O que não pode faltar na rotina</h2>
<p>Para manter os pés saudáveis e protegidos, a recomendação é:</p>
<ul>
<li><strong>lavar os pés com água morna e sabão neutro</strong>;</li>
<li><strong>secar cuidadosamente todo o pé</strong>, principalmente entre os dedos;</li>
<li><strong>hidratar</strong> dedos, sola, peito do pé e calcanhar com produto específico;</li>
<li><strong>alternar os calçados</strong> e deixá-los ventilar;</li>
<li><strong>higienizar os calçados</strong> regularmente;</li>
<li><strong>trocar e lavar as meias</strong> com frequência;</li>
<li>dar preferência a <strong>calçados confortáveis</strong>;</li>
<li>fazer <strong>acompanhamento com a podóloga</strong>, quando necessário.</li>
</ul>
<p>Secar bem entre os dedos merece atenção especial. “A umidade favorece a proliferação de fungos e aumenta o risco de frieira, micose, descamação e outras manifestações relacionadas às infecções fúngicas”, alerta a podóloga.</p>
<h2>Erros que podem atrapalhar</h2>
<p>Por outro lado, alguns hábitos costumam prejudicar a saúde dos pés. Usar talco em excesso, sem limpeza adequada, deixar úmida a região entre os dedos e lixar a sola dos pés intensamente são os principais exemplos.</p>
<p>O mesmo vale para a higiene. A especialista Aline Regina da Silva alerta que, embora calos, bolhas e rachaduras não sejam causados pela falta de limpeza, a sujeira pode agravar esses problemas.</p>
<h2>Atenção aos sinais</h2>
<p>Além de essencial para a saúde, a rotina de higiene é um bom momento para observar os pés. Entre os sinais de alerta, a podóloga destaca:</p>
<ul>
<li>unhas fracas, quebradiças, manchadas ou com mudança de cor;</li>
<li>descamação;</li>
<li>coceira;</li>
<li>vermelhidão ou áreas arroxeadas;</li>
<li>calos;</li>
<li>bolhas;</li>
<li>dor.</li>
</ul>
<p>Como alterações aparentemente simples podem indicar que algo não vai bem, a recomendação é que, diante de qualquer sinal fora do comum, vale a pena recorrer a uma avaliação profissional.</p>
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		<item>
		<title>Podóloga chama atenção para cuidados com os pés no inverno</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/podologista-chama-atencao-para-cuidados-com-os-pes-no-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, é comum que os pés recebam menos atenção. As temperaturas mais baixas fazem com que eles permaneçam mais tempo protegidos por meias e calçados fechados, criando a falsa sensação de que estão saudáveis apenas por não estarem expostos. Porém, é justamente nessa época do ano que muitos problemas podológicos tendem<a href="https://www.baruel.com.br/podologista-chama-atencao-para-cuidados-com-os-pes-no-inverno/">Continue reading <span class="sr-only">"Podóloga chama atenção para cuidados com os pés no inverno"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, é comum que os pés recebam menos atenção. As temperaturas mais baixas fazem com que eles permaneçam mais tempo protegidos por meias e calçados fechados, criando a falsa sensação de que estão saudáveis apenas por não estarem expostos. Porém, é justamente nessa época do ano que muitos problemas podológicos tendem a surgir ou se agravar.</p>
<p>O frio reduz naturalmente a hidratação da pele, favorecendo ressecamento, descamações e fissuras, principalmente na região dos calcanhares. Pequenas rachaduras que parecem apenas um incômodo estético podem evoluir para dores, sangramentos e até portas de entrada para infecções.</p>
<p>Além disso, o uso prolongado de sapatos fechados aumenta a umidade e o abafamento dos pés, criando um ambiente ideal para proliferação de fungos e bactérias. Muitas pessoas acreditam que as micoses aparecem apenas no verão, mas o inverno também oferece condições favoráveis, especialmente quando há suor excessivo e pouca ventilação.</p>
<p>Outro hábito comum nessa estação é tomar banhos muito quentes, o que contribui ainda mais para o ressecamento da pele. A hidratação correta dos pés torna-se essencial durante esse período, sempre utilizando produtos adequados e evitando excessos entre os dedos, região mais propensa à umidade e infecções.</p>
<p>A escolha dos calçados também merece atenção. Sapatos apertados, sem ventilação e utilizados por muitas horas seguidas podem causar pressão excessiva, dores, calosidades e alterações nas unhas. Sempre que possível, é importante alternar os calçados e permitir que eles arejem completamente antes do próximo uso.</p>
<p><strong>Pacientes diabéticos, idosos e pessoas com problemas circulatórios devem redobrar os cuidados no inverno.</strong> A diminuição da sensibilidade associada ao ressecamento intenso pode fazer com que pequenas lesões passem despercebidas e evoluam silenciosamente.</p>
<p>Cuidar dos pés no inverno é uma questão de saúde, e, observar sinais como alterações na pele, odores, coceiras, unhas modificadas ou dores é fundamental para buscar orientação profissional antes do agravamento do quadro.</p>
<p>Quando os pés recebem os cuidados corretos, refletem diretamente em bem-estar e qualidade de vida.</p>
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		<item>
		<title>Como (e por que) higienizar sapatos por dentro</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos. Tudo porque os sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia, criando um ambiente favorável para fungos e bactérias. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés. De acordo<a href="https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/">Continue reading <span class="sr-only">"Como (e por que) higienizar sapatos por dentro"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem;"><strong>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos</strong>. Tudo porque os <strong>sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia</strong>, criando um <strong>ambiente favorável para fungos e bactérias</strong>. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés.</span></p>
<p>De acordo com a dermatologista Priscila Rettore, os <strong>sapatos funcionam como um microambiente fechado</strong>, com <strong>pouca ventilação e alta umidade</strong>. Mesmo quando os pés estão limpos, o contato frequente com um calçado contaminado pode comprometer a saúde da pele.</p>
<p>“O suor, as células mortas e os resíduos acumulados dentro do sapato servem como alimento para microrganismos. <strong>Sem higienização adequada, o calçado pode se tornar um reservatório de agentes infecciosos</strong>”, alerta a médica.</p>
<h2>Chulé também é sinal de alerta</h2>
<p>Ao contrário do que muita gente pensa, o famoso “chulé” não é apenas uma questão estética. Segundo a especialista, o odor desagradável indica desequilíbrio da microbiota dos pés causado pela ação de bactérias sobre o suor acumulado.</p>
<p>Além do mau cheiro, a <strong>falta de cuidado com os calçados pode causar</strong>:</p>
<ul>
<li>frieira e micose nos pés;</li>
<li>bromidrose;</li>
<li>infecções bacterianas superficiais;</li>
<li>irritações e dermatites.</li>
</ul>
<p>A dermatologista explica que <strong>a umidade acumulada dentro dos sapatos ainda fragiliza a barreira natural da pele</strong>, favorecendo pequenas lesões e dificultando até a eficácia de tratamentos dermatológicos tópicos.</p>
<h2>Como higienizar corretamente</h2>
<p>Segundo Joicy Silva, coordenadora de operações da OMO Lavanderia, o interior dos calçados exige cuidados delicados, sobretudo em modelos sociais ou casuais, que possuem múltiplas camadas internas e menor ventilação.</p>
<p>No dia a dia, a profissional recomenda o seguinte:</p>
<ul>
<li>usar antissépticos em pó próprios para sapatos;</li>
<li>deixar os pares ventilar após o uso;</li>
<li>evitar guardá-los imediatamente;</li>
<li>alternar os modelos durante a semana;</li>
<li>nunca guardá-los enquanto úmidos.</li>
</ul>
<p><strong>Produtos líquidos, detergentes e soluções improvisadas devem ser evitados dentro dos sapatos</strong>, já que podem causar manchas, ressecamento, craquelamento e até desgaste precoce do material.</p>
<h2>Secagem correta contra odores</h2>
<p>Depois da higienização, o processo de secagem também merece atenção. <strong>O uso de calor intenso, secadores e exposição direta ao sol podem acabar piorando o problema ao “fixar” odores e resíduos no material interno do calçado</strong>.</p>
<p>“O ideal é permitir que os sapatos <strong>sequem naturalmente</strong>, em ambiente ventilado e com circulação de ar. Ventiladores podem ajudar no processo, desde que não haja aquecimento direto”, orienta Joicy Silva.</p>
<p>Além disso, ela recomenda deixar os sapatos descansarem por, pelo menos, 30 minutos antes de guardá-los e, se possível, armazená-los em sacos respiráveis, como os de TNT, para evitar acúmulo de umidade e poeira.</p>
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		<item>
		<title>A importância dos cuidados com os pés no verão</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-importancia-dos-cuidados-com-os-pes-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No verão, os pés ganham mais exposição e também enfrentam maiores desafios. O aumento da temperatura, o uso frequente de calçados abertos, a maior transpiração e o contato com ambientes úmidos favorecem o surgimento de diversos problemas podológicos. Por isso, os cuidados com os pés nessa estação são tão importantes. Durante o verão, é comum<a href="https://www.baruel.com.br/a-importancia-dos-cuidados-com-os-pes-no-verao/">Continue reading <span class="sr-only">"A importância dos cuidados com os pés no verão"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No verão, os pés ganham mais exposição e também enfrentam maiores desafios. O aumento da temperatura, o uso frequente de calçados abertos, a maior transpiração e o contato com ambientes úmidos favorecem o surgimento de diversos problemas podológicos. Por isso, os cuidados com os pés nessa estação são tão importantes.</p>
<p><strong>Durante o verão, é comum o aumento de micoses, bactérias, rachaduras, unhas encravadas, hiperidrose (suor excessivo) e alterações nas unhas, como descolorações e fragilidade.</strong> Ambientes como praias, piscinas, vestiários e academias tornam-se locais propícios para a proliferação de fungos e bactérias quando não há cuidados adequados.</p>
<h2>Ressecamento nos pés e fissuras</h2>
<p>Outro ponto importante é a hidratação da pele. O calor intenso, aliado ao uso constante de sandálias, pode causar ressecamento e fissuras nos pés, principalmente nos calcanhares. Essas rachaduras, além de dolorosas, podem servir como porta de entrada para infecções, especialmente em pessoas com diabetes ou baixa imunidade.</p>
<p>Os cuidados com as unhas também merecem atenção especial. O uso prolongado de esmaltes, unhas artificiais ou alongamentos, associado à umidade, pode favorecer o aparecimento de bactérias como a pseudomonas e infecções fúngicas. Manter as unhas limpas, bem cortadas e permitir períodos sem esmalte são atitudes simples que fazem toda a diferença.</p>
<p>Além disso, escolher calçados adequados é fundamental. Mesmo no verão, o ideal é optar por sandálias ou sapatos que ofereçam conforto, estabilidade e boa ventilação, evitando modelos muito rígidos ou que causem atrito excessivo, prevenindo calosidades e lesões.</p>
<h2>Prevenção e tratamento</h2>
<p>Uma visita regular à podóloga é essencial para a prevenção e o tratamento adequado de alterações nos pés. O profissional capacitado realiza a avaliação correta, orienta sobre cuidados diários e intervém de forma segura quando necessário, promovendo saúde, conforto e bem-estar.</p>
<p>Cuidar dos pés no verão é investir em qualidade de vida. Com atenção diária, hábitos corretos e acompanhamento profissional, é possível aproveitar a estação mais quente do ano com pés bonitos, saudáveis e livres de complicações.</p>
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		<item>
		<title>Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/autoexame-diario-dos-pes-como-quem-e-por-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético, uma complicação grave e evitável. O autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa. Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso<a href="https://www.baruel.com.br/autoexame-diario-dos-pes-como-quem-e-por-que-fazer/">Continue reading <span class="sr-only">"Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético</strong>, uma complicação grave e evitável. O <strong>autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa.</strong></p>
<p>Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso de glicose no sangue é capaz de danificar os nervos e os vasos dos pés, levando à perda de sensibilidade.</p>
<p>“<strong>Quem tem diabetes pode não perceber ferimentos e há chance de isso evoluir para infecções graves e até amputações</strong>. O autoexame diário permite detectar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente”, explica a médica.</p>
<p>Quem tem a mesma opinião é a também endocrinologista Lorena Amato, doutora pela USP. Para ela, o autoexame é uma prática indispensável entre os pacientes diabéticos, mesmo os que não apresentam alterações aparentes.</p>
<p>“Todos devem olhar os pés diariamente. Quem tem dificuldade de se abaixar pode usar um espelho ou pedir ajuda. Se notar vermelhidão, ferida ou calor diferente em alguma área, deve procurar um médico imediatamente”, orienta a especialista.</p>
<h2>O que observar nos pés</h2>
<p>Durante o autoexame diário, é essencial procurar por alterações visíveis e sutis. As profissionais destacam principalmente:</p>
<ul>
<li><strong>Feridas, bolhas, rachaduras ou cortes</strong>, mesmo que pequenos;</li>
<li><strong>Mudanças na coloração da pele</strong>, como vermelhidão, manchas escuras ou palidez;</li>
<li><strong>Áreas mais quentes ou mais frias</strong> do que o normal;</li>
<li><strong>Unhas</strong> encravadas, deformadas ou com micose;</li>
<li><strong>Calosidades e espessamento da pele</strong>.</li>
</ul>
<p>Se houver qualquer sinal de alteração, a avaliação médica deve ser imediata, afinal, o tempo é um fator determinante para evitar infecções, sobretudo em diabéticos.</p>
<h2>Atenção à sensibilidade</h2>
<p>Lorena Amato ressalta que um dos primeiros sinais de risco é a perda da sensibilidade, chamada de neuropatia periférica, que pode surgir aos poucos, com sintomas como:</p>
<ul>
<li><strong>Formigamento, queimação ou dormência</strong>;</li>
<li><strong>Sensação de “andar em algodão</strong>”;</li>
<li><strong>Dificuldade em perceber calor, frio ou dor</strong>.</li>
</ul>
<p>Já Patrícia Gomes observa que uma maneira simples de testar é tocar diferentes partes dos pés com os dedos ou com um algodão. “Se a pessoa não sentir o toque ou não perceber diferença entre um pé e outro, é fundamental procurar avaliação médica.”</p>
<h2>Passo a passo do autoexame</h2>
<p>Além de observar, é importante saber como fazer o exame de maneira correta e segura. Abaixo, as endocrinologistas ensinam:</p>
<ul>
<li>Escolha um local bem iluminado e sente-se confortavelmente;</li>
<li>Use um espelho para ver a planta dos pés ou peça ajuda a alguém;</li>
<li>Examine entre os dedos e ao redor das unhas;</li>
<li>Verifique se há feridas, bolhas ou secreções;</li>
<li>Mantenha os pés sempre limpos, secos e hidratados (sem creme entre os dedos);</li>
<li>Corte as unhas no formato reto e evite remover cutículas ou calos em casa;</li>
<li>Nunca ande descalço, nem dentro de casa.</li>
</ul>
<p>Esses cuidados diários, somados ao acompanhamento profissional, reduzem o risco de complicações e melhoram a circulação e a cicatrização.</p>
<p>De acordo com Lorena, <strong>controlar o diabetes é o primeiro passo para prevenir quaisquer complicações</strong>. “Quanto melhor for o controle da glicemia, menor o risco de desenvolver neuropatia e alterações circulatórias”, reforça.</p>
<p>Ela ainda recomenda o uso de meias de algodão e sem costura, além de calçados confortáveis, sem pontos de atrito na pele. E alerta: fatores como tabagismo, má circulação, deformidades nos pés e sapatos inadequados aumentam o risco de complicações.</p>
<p>Um alerta importante: as duas especialistas reforçam que o pé diabético é evitável em grande parte dos casos. “Entre 50% e 70% das amputações não traumáticas estão relacionadas ao diabetes, e muitas poderiam ser evitadas com informação e cuidado”, conclui Lorena.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pés também precisam de protetor solar no verão</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-tambem-precisam-de-protetor-solar-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os pés costumam ser esquecidos na rotina de proteção solar, mas estão entre as áreas mais vulneráveis às queimaduras. Durante o verão, especialmente em momentos de lazer ao ar livre, o sol pode causar desde vermelhidão e bolhas até manchas, sem contar que pode desencadear casos de câncer de pele. Para evitar esses problemas, a<a href="https://www.baruel.com.br/pes-tambem-precisam-de-protetor-solar-no-verao/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés também precisam de protetor solar no verão"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>pés</strong> costumam ser esquecidos na rotina de proteção solar, mas <strong>estão entre as áreas mais vulneráveis às queimaduras</strong>. Durante o verão, especialmente em momentos de lazer ao ar livre,<strong> o sol pode causar desde vermelhidão e bolhas até manchas, sem contar que pode desencadear casos de câncer de pele</strong>. Para evitar esses problemas, a dica é caprichar no protetor.</p>
<p>A médica Camila Mazza, pós-graduada em dermatologia, destaca que <strong>aplicar protetor solar nos pés é fundamental para evitar danos causados pelos raios ultravioleta</strong>. Ela explica que a <strong>região tem pele sensível</strong> e fica frequentemente exposta, principalmente quando são usados calçados abertos ou a pessoa permanece descalça, por exemplo.</p>
<p>“Essa área também sofre com os efeitos dos raios UV e pode apresentar queimaduras intensas, bolhas e descamações. O ideal é usar protetor solar sempre que os pés estiverem descobertos. Na praia ou piscina, a atenção deve ser redobrada”, orienta.</p>
<h2>Cuidados que fazem diferença</h2>
<p>Além do filtro solar, <strong>outros hábitos ajudam a manter os pés protegidos e saudáveis</strong> durante o verão:</p>
<ul>
<li><strong>Não andar descalço em superfícies quentes</strong>, como areia, asfalto e grama;</li>
<li>Usar <strong>chinelos ou sandálias que cubram parte do pé</strong> e protejam a sola;</li>
<li><strong>Aplicar o protetor novamente</strong> a cada duas horas ou após entrar na água;</li>
<li>Preferir se <strong>expor ao sol fora do período entre 10h e 16h</strong>;</li>
<li>Manter a <strong>pele hidratada com cremes leves</strong> e usar talcos para controlar o suor.</li>
</ul>
<p>Camila ressalta ainda que o uso do protetor deve ser diário, mesmo fora dos períodos de lazer. “Muitas vezes as pessoas esquecem dos pés no dia a dia e isso é um erro. Quando usamos sandálias, rasteirinhas ou sapatos que deixam o peito do pé exposto, essa região continua recebendo radiação solar. Ao longo do tempo, isso pode causar manchas e envelhecimento precoce da pele”, adverte.</p>
<h2>Equilíbrio entre ventilação e proteção</h2>
<p>Outro ponto destacado pela médica envolve os riscos de andar descalço em superfícies quentes, como areia, cimento e asfalto, que podem causar queimaduras. “É importante sempre usar chinelos em locais abertos, mesmo que por pouco tempo. Além do calor, o contato direto com o chão pode favorecer ressecamento e irritações”, diz.</p>
<p>Por outro lado, o <strong>uso constante de calçados fechados impede a ventilação e favorece o acúmulo de</strong> suor. O segredo, portanto, é variar os tipos de calçado conforme o ambiente e manter uma rotina de cuidado diário com a pele dos pés.</p>
<p>“Usar sapatos fechados o tempo todo também causa problemas. O ideal é alternar os modelos e deixar o pé respirar, mantendo o equilíbrio entre ventilação e proteção”, esclarece Camila.</p>
<h2>Descuido que virou aprendizado</h2>
<p>A dentista Paola dos Santos, de 25 anos, lembra bem o dia em que esqueceu de aplicar o protetor solar nos pés durante o Carnaval de 2023. Ela conta que passou o produto no corpo e no rosto, mas esqueceu completamente da região inferior. “Fiquei o dia todo com chinelo e, no fim, meus pés estavam vermelhos, com as tiras marcadas”, conta.</p>
<p>O descuido causou dor, ardência e muito desconforto. “Minha mãe teve câncer de pele, então fiquei apavorada quando percebi a gravidade da queimadura. Usei pós-sol e produtos próprios para a pele queimada”, compartilha a paulista.</p>
<p>Em casos de queimaduras,  a médica Camila Mazza esclarece que o ideal é <strong>lavar a área com água fria e procurar um médico para avaliar a gravidade</strong>. Produtos calmantes, como os que contêm aloe vera, podem até aliviar o ardor momentaneamente, mas não substituem o atendimento profissional.</p>
<p>Por último, ela reforça a importância da autoavaliação regular da pele: “É essencial observar qualquer pinta, mancha ou ferida que não cicatrize, pois o câncer de pele também pode aparecer nos pés. O diagnóstico precoce e o acompanhamento dermatológico fazem toda a diferença.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como as doenças sistêmicas afetam os pés?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-as-doencas-sistemicas-afetam-os-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[podologista]]></category>
		<category><![CDATA[podólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diabetes Mellitus Provoca alterações vasculares e neurológicas que reduzem a sensibilidade e a circulação; Pequenas lesões podem evoluir para úlceras graves, infecções e até risco de amputação; O pé diabético é um dos maiores desafios da saúde pública e reforça a importância da podologia preventiva. Hipertensão Arterial e Doenças Circulatórias Afetam diretamente a irrigação sanguínea<a href="https://www.baruel.com.br/como-as-doencas-sistemicas-afetam-os-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Como as doenças sistêmicas afetam os pés?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Diabetes Mellitus</h2>
<ul>
<li>Provoca alterações vasculares e neurológicas que reduzem a sensibilidade e a circulação;</li>
<li>Pequenas lesões podem evoluir para úlceras graves, infecções e até risco de amputação;</li>
<li>O pé diabético é um dos maiores desafios da saúde pública e reforça a importância da podologia preventiva.</li>
</ul>
<h2>Hipertensão Arterial e Doenças Circulatórias</h2>
<ul>
<li>Afetam diretamente a irrigação sanguínea dos membros inferiores;</li>
<li>Podem gerar inchaço, dificuldade de cicatrização e maior predisposição a infecções.</li>
</ul>
<h2>Doenças Reumatológicas (artrite, gota, lúpus, artrose)</h2>
<ul>
<li>Alteram a estrutura articular e óssea, provocando dor, deformidades e dificuldade de marcha;</li>
<li>Muitas vezes resultam em calosidades e alterações ungueais secundárias.</li>
</ul>
<h2>Problemas Neurológicos</h2>
<ul>
<li>Doenças como neuropatias periféricas reduzem a sensibilidade tátil e dolorosa;</li>
<li>Isso aumenta o risco de lesões não percebidas pelo paciente.</li>
</ul>
<h2>O papel da podologia no cuidado desses pacientes</h2>
<p>A podologia é peça-chave na atenção primária à saúde dos pés em pessoas com doenças sistêmicas. O trabalho preventivo reduz complicações e melhora a qualidade de vida. Entre as principais ações estão:</p>
<ul>
<li>Avaliação regular da pele, unhas e sensibilidade;</li>
<li>Tratamento de alterações como calos, unhas encravadas ou micoses de forma segura;</li>
<li>Orientação sobre higiene, hidratação e escolha adequada de calçados;</li>
<li>Encaminhamento interdisciplinar quando necessário, em parceria com médicos e outros profissionais de saúde.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pés não podem ser vistos apenas como estruturas de sustentação. Os pés são indicadores importantes do estado geral de saúde. Muitas doenças sistêmicas se manifestam inicialmente nos membros inferiores e, quando não tratadas adequadamente, podem evoluir para complicações sérias.</p>
<p>Por isso, a atuação do podólogo é fundamental. Com um olhar clínico atento e preventivo, o profissional contribui para a detecção precoce de alterações, promove bem-estar e ajuda a preservar a mobilidade e a autonomia dos pacientes.</p>
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		<title>Descubra quais os países que mais cuidam da saúde dos pés</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/os-paises-que-mais-cuidam-da-saude-dos-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora o cuidado com os pés tenha origens milenares em diferentes civilizações, quando se fala em desenvolvimento técnico e valorização profissional, os Estados Unidos se destacam como principal referência no mundo. Por lá, a podologia é tratada como especialidade médica e integra todo o sistema de saúde de forma estruturada e reconhecida. Mas não são<a href="https://www.baruel.com.br/os-paises-que-mais-cuidam-da-saude-dos-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Descubra quais os países que mais cuidam da saúde dos pés"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora o cuidado com os pés tenha origens milenares em diferentes civilizações, quando se fala em desenvolvimento técnico e valorização profissional, os <strong>Estados Unidos se destacam como principal referência no mundo</strong>. Por lá, a podologia é tratada como <strong>especialidade médica e integra todo o sistema de saúde</strong> de forma estruturada e reconhecida. <strong>Mas não são só eles que dedicam atenção extra aos pés: México, Espanha e Itália </strong>também têm uma visão mais avançada.</p>
<p>A podologista Viviane dos Santos, docente em cursos de formação, explica porque os EUA estão bem à frente na área. “O profissional é considerado quase um médico especialista. A formação é longa, com faculdade e disciplinas como anatomia, fisiologia e cirurgia. É algo realmente completo, bem diferente do que vemos no Brasil”, diz.</p>
<p>Já a podóloga Beatriz Teixeira complementa que a regulamentação da profissão e a cultura de prevenção contribuíram para esse cenário norte-americano. “A população entende que cuidar dos pés é parte da saúde, não só uma questão estética. Isso fez toda a diferença para o reconhecimento da profissão e o avanço tecnológico na área”, avalia.</p>
<h2>Formação, estrutura e reconhecimento</h2>
<p>De acordo com as entrevistadas, nos <strong>Estados Unidos</strong>, a formação do podólogo é feita em nível semelhante ao universitário, com foco em conhecimento clínico e técnico aprofundado. Além disso, a <strong>atuação é regulamentada há décadas</strong>, com exigências legais para prática profissional, e o <strong>cuidado com os pés faz parte da formação em saúde</strong>.</p>
<p>No mais, os profissionais atuam em <strong>hospitais, clínicas e centros de reabilitação</strong>, bem como a valorização social e profissional é ampla, com reconhecimento nas equipes multidisciplinares. “Aqui no Brasil, ainda existe a visão de que podólogo só corta unha ou lixa calos, mas a atuação vai muito além disso. Nos Estados Unidos, esse olhar já foi superado”, pontua Viviane.</p>
<h2>Da Europa à América Latina</h2>
<p>Segundo as especialistas, o <strong>México é um dos destaques na América Latina</strong>, com forte atuação na podologia clínica, especialmente no cuidado com o pé diabético. <strong>Na Europa, Itália e Espanha</strong> chamam atenção pela integração dos serviços podológicos aos sistemas públicos de saúde, com foco na prevenção e acesso universal.</p>
<p>A saber:</p>
<ul>
<li><strong>No México, a atenção ao pé diabético é uma prioridade crescente</strong>. “Algumas clínicas públicas já contam com podólogos especializados e há investimento em tecnologias como curativos avançados e orientações de autocuidado”, diz a podóloga Beatriz Teixeira.</li>
<li><strong>Na Itália, os podólogos têm formação universitária e atuam legalmente no sistema de saúde pública, com autonomia para tratar desde calos até úlceras graves</strong>. “O país montou uma ampla rede de centros especializados em pés diabéticos, conectados a equipes multidisciplinares”, acrescenta a profissional.</li>
<li>Já <strong>na Espanha</strong>, “apesar de ainda haver desafios na inclusão da podologia no serviço público em todas as regiões, <strong>iniciativas recentes como a integração de podólogos nos hospitais da Andaluzia vêm ampliando o acesso a esses cuidados</strong>”, avalia a podologista Viviane dos Santos, que destaca serviços para idosos e diabéticos oferecidos ali.</li>
</ul>
<h2>Campanhas e tecnologias como inspiração</h2>
<p>Nos Estados Unidos, o país mais à frente no quesito saúde dos pés, a valorização também se reflete em campanhas voltadas ao tema. De acordo com Beatriz Teixeira, há ações focadas na prevenção de lesões em idosos, cuidados com o pé diabético e orientação postural e cuidados preventivos.</p>
<p>No campo tecnológico, o país também está à frente com palmilhas personalizadas com impressão 3D, escaneamento digital para órteses sob medida, exames de pisada com sensores de alta precisão e uso de laser terapêutico avançado.</p>
<p>“<strong>No Brasil, até existem algumas dessas tecnologias, mas ainda são restritas e, muitas vezes, em fase de protótipo</strong>”, diz a podóloga.</p>
<p>Ambas as especialistas consideram que o <strong>Brasil pode se inspirar no modelo norte-americano e nas ações aplicadas no México, na Itália e na Espanha</strong>. “Investir em formação de qualidade e mostrar à população a importância dos pés na saúde geral pode reduzir quedas, lesões e complicações crônicas. É uma questão de prevenção e de valorização profissional”, reforça Beatriz Teixeira.</p>
<p>Viviane dos Santos, por sua vez, acredita que a mudança tem de ocorrer também entre as pessoas em geral: “O pé é a base do corpo, e o cuidado com ele precisa ser levado a sério, com a mesma atenção que damos a outras especialidades médicas. O exemplo dos Estados Unidos mostra que isso é verdadeiramente possível.”</p>
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		<item>
		<title>Como tratar cisto sinovial no pé e quais são os riscos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-tratar-cisto-sinovial-no-pe-e-seus-riscos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cisto sinovial]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cisto sinovial é uma alteração comum que pode surgir nos pés ou tornozelos. O problema surge como uma bolsa cheia de líquido, semelhante ao que lubrifica naturalmente as articulações e, apesar de benigno, pode causar incômodo e afetar a mobilidade. Sua formação ocorre quando há excesso de líquido sinovial (fluído natural das articulações), que<a href="https://www.baruel.com.br/como-tratar-cisto-sinovial-no-pe-e-seus-riscos/">Continue reading <span class="sr-only">"Como tratar cisto sinovial no pé e quais são os riscos"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>cisto sinovial</strong> é uma alteração comum que pode surgir nos pés ou tornozelos. O problema surge como uma <strong>bolsa cheia de líquido</strong>, semelhante ao que lubrifica naturalmente as articulações e, apesar de benigno, <strong>pode causar incômodo e afetar a mobilidade</strong>.</p>
<p>Sua formação ocorre quando há excesso de líquido sinovial (fluído natural das articulações), que escapa e fica preso em uma cápsula, segundo o ortopedista Caio Fábio, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). A condição pode estar associada a desgaste, traumas repetitivos ou até surgir sem causa específica.</p>
<p>“Esse líquido funciona como um ‘óleo’ natural do corpo. Quando acumulado fora do espaço normal da articulação, acaba formando o cisto, que pode variar de tamanho e provocar dor, dependendo do local em que aparece”, explica o especialista em cirurgia do pé e tornozelo.</p>
<h2>Sintomas mais comuns</h2>
<p>O cisto costuma ser percebido pela presença de um nódulo palpável ou visível. Além disso, pode provocar:</p>
<ul>
<li><strong>Dor ou desconforto</strong>, principalmente com calçados apertados;</li>
<li><strong>Inchaço localizado</strong>, que pode variar de tamanho ao longo do tempo;</li>
<li><strong>Formigamento ou pressão</strong>, quando a lesão comprime nervos próximos, o que ocorre apenas em alguns casos.</li>
</ul>
<p>Na maioria das vezes, é uma condição benigna que não compromete a articulação no longo prazo. No entanto, dependendo do tamanho e da localização, pode atrapalhar a mobilidade e causar dor ao caminhar.</p>
<h2>É perigoso não tratar?</h2>
<p>De acordo com o médico Caio Fábio, <strong>o cisto sinovial não representa risco de se tornar maligno</strong>. “Não há chance de virar câncer. O maior problema é o incômodo: ele pode crescer, inflamar, causar dor persistente e até pressionar nervos ou vasos sanguíneos”, afirma.</p>
<p>Por essas razões, mesmo não sendo maligno ou uma condição tão grave, o quadro merece atenção, com acompanhamento médico regular e o tratamento é indicado.</p>
<h2>Opções de tratamento</h2>
<p>Na maioria dos casos, a recomendação inicial é apenas <strong>observar a evolução e adotar medidas simples</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Troca de calçados para reduzir a pressão;</li>
<li>Imobilização temporária;</li>
<li>Aspiração do líquido com agulha (punção) – embora exista chance de retorno.</li>
</ul>
<p>Todavia, quando a dor é intensa, há limitação de movimento, recidiva após punções ou forte incômodo estético, a cirurgia pode ser indicada. “Esse procedimento consiste em retirar o cisto junto com sua cápsula, reduzindo as chances de reaparecimento”, detalha Caio Fábio.</p>
<h2>Cuidados e prevenção</h2>
<p><strong>Não há como impedir totalmente o surgimento do cisto sinovial</strong>, mas alguns hábitos ajudam a <strong>reduzir riscos</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Evitar sapatos muito apertados;</strong></li>
<li><strong>Reduzir esforços repetitivos</strong> no pé e tornozelo;</li>
<li><strong>Fortalecer a musculatura</strong> da região para diminuir a sobrecarga.</li>
</ul>
<p>O ortopedista reforça que a decisão de tratar depende de três fatores principais: se o cisto causa dor, se limita atividades do dia a dia ou se traz incômodo estético.</p>
<p>“Em muitos casos, o paciente consegue conviver bem sem cirurgia, mas quando atrapalha a qualidade de vida, existem soluções seguras e eficazes”, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Como se pega bicho-de-pé e o que acontece se não tratar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-acontece-se-nao-tratar-o-bicho-de-pe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bicho-de-pé]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bicho-de-pé, também chamado de tungíase, é uma infestação de pele provocada pela pulga Tunga penetrans. Minúscula, ela mede cerca de 1 mm e penetra na pele humana, onde se instala &#8211; e geralmente, isso ocorre nos pés. Essa presença causa coceira intensa, dor e dificuldade ao caminhar, podendo trazer complicações se não for tratada<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-acontece-se-nao-tratar-o-bicho-de-pe/">Continue reading <span class="sr-only">"Como se pega bicho-de-pé e o que acontece se não tratar"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O bicho-de-pé, também chamado de tungíase, é uma <strong>infestação de pele provocada pela pulga <em>Tunga penetrans</em></strong>. Minúscula, ela mede cerca de 1 mm e penetra na pele humana, onde se instala &#8211; e geralmente, isso ocorre nos pés. Essa presença causa <strong>coceira intensa, dor e dificuldade ao caminhar</strong>, podendo trazer complicações se não for tratada corretamente.</p>
<p>A dermatologista Ana Maria Benvegnú esclarece que a infestação acontece quando a pessoa <strong>entra em contato direto com a pulga</strong>, encontrada em solos quentes, secos e arenosos, além de chiqueiros, currais e até praias frequentadas por animais.</p>
<p>“A tungíase, ou bicho-de-pé, é uma infestação que acontece quando a pessoa anda descalça em locais potencialmente contaminados, principalmente na zona rural. Por isso, os pés são os mais afetados”, diz a especialista.</p>
<h2>Sintomas e sinais de alerta</h2>
<p>A presença do bicho-de-pé costuma causar coceira e desconforto ao caminhar, mas os <strong>sintomas podem variar conforme a evolução da infestação</strong>. Entre os sinais mais comuns estão:</p>
<ul>
<li>Lesão nodular na pele, com ponto central escuro e halo claro ao redor;</li>
<li>Coceira intensa, muitas vezes insuportável;</li>
<li>Dor progressiva, principalmente ao caminhar;</li>
<li>Inchaço e sensação de travamento;</li>
<li>Presença de múltiplas lesões em casos mais graves.</li>
</ul>
<p>A dermatologista destaca ainda que, em situações raras, a infestação pode causar infecção secundária, com vermelhidão, pus e dor significativa.</p>
<p>Além disso, outros problemas de pele podem se confundir com o bicho-de-pé, como miíase, verrugas virais, abscessos, corpos estranhos ou picadas de insetos, reforçando a importância do diagnóstico médico.</p>
<h2>O que acontece se não retirar</h2>
<p>Apesar de, em geral, não causar quadros graves, <strong>o bicho-de-pé é uma infecção e precisa de manejo adequado. A remoção incorreta ou a falta de tratamento pode levar a desdobramentos mais sérios</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Infecção secundária, que pode se espalhar;</li>
<li>Formação de úlceras dolorosas;</li>
<li>Porta de entrada para o tétano, se a vacinação não estiver em dia;</li>
<li>Gangrena em situações extremas, quando a infecção avança e compromete os tecidos.</li>
</ul>
<p>“É importante entender que se trata de uma infecção que precisa ser removida por completo para evitar complicações”, reforça Ana Maria.</p>
<h2>Tratamento seguro e eficaz</h2>
<p>A dermatologista alerta que<strong> a retirada deve ser feita por um profissional de saúde, em ambiente adequado e com material estéril</strong>. Assim, o tratamento envolve:</p>
<ul>
<li>Remoção da pulga com pinça e instrumentos apropriados;</li>
<li>Aplicação de antissépticos locais para evitar infecção;</li>
<li>Avaliação da necessidade de antibióticos, se houver sinais de inflamação;</li>
<li>Uso de medicamentos orais em casos de múltiplas lesões ou infestação disseminada.</li>
</ul>
<p>Na maior parte das vezes, o procedimento é simples e resolvido muito rápido, trazendo alívio imediato dos sintomas.</p>
<h2>Prevenção e cuidados diários</h2>
<p>Para evitar a tungíase, é essencial adotar <strong>hábitos de proteção</strong>:</p>
<ul>
<li>Usar calçados fechados, como sapatos ou botas, em áreas de risco;</li>
<li>Manter a higiene dos pés com sabonete ou sabão;</li>
<li>Evitar andar descalço em solos arenosos, secos ou locais onde circulam animais;</li>
<li>Orientar especialmente crianças e idosos, que são mais vulneráveis à infestação.</li>
</ul>
<p>“<strong>O bicho-de-pé é uma doença negligenciada</strong>. Em 2025, a Organização Mundial da Saúde lançou novas diretrizes técnicas para conter essa infestação e reduzir complicações, reforçando a importância do uso de calçados, principalmente entre os mais novos e os mais velhos”, finaliza a especialista.</p>
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