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	<title>Tipos de Pé - Baruel</title>
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	<title>Tipos de Pé - Baruel</title>
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		<title>Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina. O ortopedista e cirurgião<a href="https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/">Continue reading <span class="sr-only">"Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina.</p>
<p>O ortopedista e cirurgião Rafael Meireles explica que <strong>o corpo humano não é perfeitamente simétrico e que variações discretas fazem parte da anatomia natural.</strong> Sendo assim, diferenças leves no <strong>tamanho, na altura do arco plantar ou no padrão de apoio</strong> (mais para dentro ou mais para fora) podem acontecer sem representar uma condição preocupante.</p>
<p>“O importante não é a simetria perfeita, mas se <strong>essa diferença causa dor ou limita a função.</strong> O foco deve estar nos sintomas e na capacidade de caminhar, correr e realizar atividades sem desconforto”, observa o médico.</p>
<h2>Diferenças “do bem”</h2>
<p>As <strong>assimetrias podem estar presentes desde a infância</strong>, quando são vistas como estruturais, ou <strong>surgir ao longo da vida</strong>. <strong>Prática esportiva repetitiva, entorses de tornozelo, sobrecarga unilateral, alterações posturais e uso inadequado de calçados</strong> são fatores que podem influenciar esse processo.</p>
<p>Do ponto de vista ortopédico, são consideradas distinções discretas comuns:</p>
<ul>
<li>no número do calçado;</li>
<li>leve assimetria do arco plantar;</li>
<li>variações de apoio entre o pé dominante e o não dominante;</li>
<li>desgaste levemente desigual do tênis.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>nem toda diferença anatômica exige tratamento</strong>. Segundo Rafael, se não houver dor persistente, limitação funcional ou histórico de lesões repetidas, o corpo costuma se adaptar bem e conviver com pequenas variações sem prejuízo significativo.</p>
<h2>O que pede atenção</h2>
<p>Para o fisioterapeuta Maurício Garcia, da MG Fisioterapia Especializada, a <strong>questão central é como o pé funciona durante o movimento</strong>. Pés funcionalmente simétricos apresentam mobilidade semelhante entre os lados, arcos plantares com comportamento parecido na marcha, força equivalente e boa distribuição de carga.</p>
<p>Quando há <strong>diferenças mais marcantes, o corpo tende a compensar e isso pode alterar o tempo de apoio de cada pé, modificar o padrão da passada e até redistribuir o peso.</strong> Por isso, vale a pena prestar atenção para identificar:</p>
<ul>
<li>arco mais plano ou mais cavo;</li>
<li>limitação de dorsiflexão (levantar a parte da frente do pé para cima, aproximando dedos da canela);</li>
<li>rigidez do médio-pé (região central do pé);</li>
<li>alteração de apoio medial ou lateral.</li>
</ul>
<p>“<strong>Uma pequena diferença no pé pode repercutir em toda a cadeia cinética</strong>, gerando mudanças no eixo do joelho, rotação do quadril e ajustes na pelve e na coluna. Sem contar que, muitas vezes, o local da dor não é a origem do problema”, alerta o profissional.</p>
<h2>Será que preciso de tratamento?</h2>
<p>Embora o <strong>corpo tenha grande capacidade de adaptação</strong>, compensações prolongadas podem gerar sobrecarga. Nesse sentido, os especialistas recomendam observar se há:</p>
<ul>
<li>dor recorrente sempre do mesmo lado;</li>
<li>sensação de perna mais pesada;</li>
<li>cansaço precoce ao caminhar ou correr;</li>
<li>desgaste irregular do solado do calçado.</li>
</ul>
<p>O ortopedista Rafael Meireles destaca que a investigação é indicada quando há <strong>dor persistente, entorses frequentes, sensação de desnível ao caminhar ou dor anterior no joelho associada a apoio excessivo para dentro,</strong> pois alterações importantes de pronação podem modificar a mecânica femoropatelar (encontro da patela do joelho com o fêmur).</p>
<p>Já o fisioterapeuta Maurício Garcia acrescenta que é possível melhorar a função mesmo quando a anatomia é diferente. Exercícios específicos para pés e tornozelos, treino de equilíbrio, reeducação da marcha, fortalecimento muscular e, quando necessário, ajustes de calçados e palmilhas ajudam no quadro.</p>
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		<item>
		<title>Pé torto congênito: o que há por trás do problema com bebês</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-torto-congenito-em-bebes-e-metodo-ponseti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[método de ponseti]]></category>
		<category><![CDATA[pé torto]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as principais malformações ortopédicas que acometem recém-nascidos, o pé torto congênito chama atenção por sua frequência e impacto funcional. A condição pode ser identificada logo nos primeiros minutos de vida e, embora não cause dor imediata, interfere diretamente na mobilidade da criança se não for tratada precocemente. Conforme explica o ortopedista Guilherme Henrique Porceban,<a href="https://www.baruel.com.br/pe-torto-congenito-em-bebes-e-metodo-ponseti/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé torto congênito: o que há por trás do problema com bebês"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem">Entre as principais malformações ortopédicas que acometem recém-nascidos,<strong> o pé torto congênito chama atenção por sua frequência e impacto funcional</strong>. A condição pode ser identificada logo nos <strong>primeiros minutos de vida e, embora não cause dor imediata, interfere diretamente na mobilidade da criança se não for tratada precocemente.</strong></span></p>
<p>Conforme explica o ortopedista Guilherme Henrique Porceban, o pé torto congênito é uma <strong>deformidade visível que faz com que o pé do bebê fique virado para dentro ou para baixo.</strong> “O calcanhar não aponta para o chão e os dedos não se voltam para cima, como em um pé em condição normal. Isso pode afetar um ou os dois pés e, quando não corrigido, compromete o desenvolvimento motor da criança”, explica.</p>
<p>O <strong>diagnóstico costuma ser feito ainda na maternidade</strong>, com base na observação clínica de pediatras ou ortopedistas. Em alguns casos, o problema pode ser identificado por meio de ultrassons durante a gestação, mas a confirmação definitiva ocorre mesmo após o nascimento do bebê.</p>
<h2>Possíveis causas</h2>
<p>A origem da condição ainda não é completamente conhecida, mas envolve uma combinação de fatores. Entre os principais, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Posição do bebê no útero;</strong></li>
<li><strong>Falta de espaço durante a gestação;</strong></li>
<li><strong>Predisposição genética</strong> &#8211; quando há histórico familiar, o risco de reincidência aumenta;</li>
<li><strong>Casos isolados,</strong> sem causa específica clara, também são comuns.</li>
</ul>
<h2>Tratamento: quanto antes, melhor</h2>
<p>As medidas terapêuticas devem começar o mais cedo possível, de preferência nas primeiras semanas de vida. Quanto mais prematuro for o início, melhores são os resultados. Isso porque os tecidos dos bebês são mais flexíveis, o que facilita a correção.</p>
<p>De acordo com o médico, o método mais utilizado atualmente é o de Ponseti, uma abordagem não cirúrgica que consiste em:</p>
<ul>
<li>Manipulações suaves do pé;</li>
<li>Trocas semanais de gesso para reposicionar a estrutura;</li>
<li>Uso de órteses para manter o alinhamento obtido.</li>
</ul>
<p>Em casos mais severos ou resistentes, pode ser necessária cirurgia para ajustar tendões, ossos ou ligamentos. O objetivo é sempre restaurar a forma e a funcionalidade do pé.</p>
<h2>Risco de recidiva</h2>
<p>Para o método de Ponseti, o tempo total de tratamento varia conforme a gravidade da deformidade. Em média:</p>
<ul>
<li>A fase de gessos dura de 4 a 8 semanas;</li>
<li>O uso de órteses pode se estender até os 4 ou 5 anos de idade, especialmente durante o dormir;</li>
<li>A maior parte da correção ocorre nos primeiros meses de vida.</li>
</ul>
<p>Contudo, é importante alertar que, mesmo após a correção, há risco de recidiva, sobretudo se as órteses forem abandonadas antes do tempo indicado. A fisioterapia pode ser uma ótima aliada, fortalecendo os músculos e mantendo a mobilidade. Além disso, a disciplina dos pais no acompanhamento faz toda a diferença”, acrescenta o ortopedista.</p>
<h2>Vida normal após o tratamento</h2>
<p><strong>Com o tratamento adequado, a criança pode levar uma vida ativa e sem restrições,</strong> o que inclui brincar, correr e praticar esportes como qualquer outra criança. Nesse sentido, Guilherme Henrique esclarece que “o pé corrigido funciona normalmente e, na maioria dos casos, não há dor nem limitação”.</p>
<p>O especialista reforça que o pé torto congênito é uma condição com alto índice de sucesso quando tratada corretamente e o mais cedo possível. “O método de Ponseti revolucionou o tratamento, tornando o processo mais simples e acessível. Antes, os casos mais graves exigiam cirurgias complexas”, lembra.</p>
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		<title>Pé de bailarina sofre desgaste intenso</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-de-bailarina-sofre-desgaste-intenso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O balé encanta por sua leveza, mas os pés de quem se dedica à arte enfrentam um desgaste intenso. Não à toa, a expressão “pé de bailarina” é usada para descrever as alterações que surgem principalmente pelo uso prolongado da sapatilha de ponta, impactando ossos, articulações e tendões. Em muitos casos, essas mudanças anatômicas causam<a href="https://www.baruel.com.br/pe-de-bailarina-sofre-desgaste-intenso/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé de bailarina sofre desgaste intenso"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O balé encanta por sua leveza, mas <strong>os pés de quem se dedica à arte enfrentam um desgaste intenso</strong>. Não à toa, a expressão “pé de bailarina” é usada para descrever as alterações que surgem principalmente pelo uso prolongado da sapatilha de ponta, impactando ossos, articulações e tendões. Em muitos casos, essas <strong>mudanças anatômicas causam e provocam até lesões mais sérias</strong>.</p>
<p>As maiores deformidades estão relacionadas à flexão plantar extrema, segundo o ortopedista Roberto Nahon, presidente da Sociedade Paulista de Medicina Desportiva (SPAMDE). “O movimento constante de ficar na ponta dos pés gera instabilidade no tornozelo, aumento da laxidão dos ligamentos e maior risco de entorses. Também é comum o surgimento de tendinites e lesões traumáticas”, explica.</p>
<p>Entre os <strong>problemas mais comuns,</strong> ele destaca o <strong>trauma no primeiro dedo</strong>, chamado hálux, que pode desencadear o <strong>joanete</strong> (hálux valgo), além da <strong>sesamoidite</strong>, uma inflamação dos ossos localizados sob esse dedo. “A <strong>fratura por estresse</strong> é outra lesão recorrente, especialmente quando há déficit nutricional e baixa massa óssea, como na síndrome da RED-S”, alerta o médico.</p>
<h2>Principais riscos</h2>
<p>De acordo com o especialista, as complicações mais associadas ao chamado “pé de bailarina” são:</p>
<ul>
<li>Laxidão ligamentar e instabilidade do tornozelo;</li>
<li>Tendinites nos músculos estabilizadores (tibial anterior, fibulares e tendão de Aquiles);</li>
<li>Joanete agravado por trauma repetitivo no hálux;</li>
<li>Fraturas por estresse, especialmente no sesamoide e no quinto metatarso;</li>
<li>Sesamoidite e necrose por sobrecarga no primeiro dedo;</li>
<li>Entorses e lesões ligamentares recorrentes;</li>
<li>Quadro agravado em quem sofre de osteopenia (diminuição da densidade mineral óssea) ou tem alimentação inadequada.</li>
</ul>
<p>O médico lembra ainda que esses impactos podem se intensificar com o passar dos anos, especialmente quando não há um acompanhamento ortopédico adequado.</p>
<h2>Até quem não dança</h2>
<p>Apesar do nome,<strong> o pé de bailarina não é exclusividade do balé clássico.</strong> Conforme Nahon, bailarinos que não usam sapatilha de ponta e até p<strong>raticantes de esportes</strong> podem apresentar lesões semelhantes.</p>
<p>“Movimentos em meia-ponta ou torções frequentes, como no voleibol e no futebol, causam sobrecarga semelhante nos tendões e ossos do pé e tornozelo”, acrescenta.</p>
<p>O ortopedista reforça ainda que alongamento em excesso e treinos mal orientados também aumentam o risco de lesão. Por isso, o ideal é ter acompanhamento profissional desde o início da atividade, incluindo avaliação ortopédica regular.</p>
<h2>“Eu só queria dançar, mas meu corpo cobrou depois”</h2>
<p>Aos 59 anos, a aposentada Amélia Francisco lembra com carinho dos tempos em que dançava balé clássico. Iniciou a prática aos oito anos e seguiu até os 32, quando dores constantes nos pés a obrigaram a parar. Décadas depois, ainda sente os efeitos daquele período.</p>
<p>“Fui diagnosticada com sesamoidite e desgaste nos tendões. Meu ortopedista disse que é sequela do tempo em que dancei na ponta sem o acompanhamento adequado”, conta a ex-bailarina. “Na época, a gente não tinha muito acesso a profissionais especializados. Eu só queria dançar, mas não sabia o quanto meu corpo ia cobrar essa conta depois”.</p>
<p>Hoje, ela faz fisioterapia e usa palmilhas para aliviar a dor, mas reconhece que algumas limitações se tornaram permanentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os desvios mais comuns nos pés desde a infância</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/desvios-mais-comuns-nos-pes-desde-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância. Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do<a href="https://www.baruel.com.br/desvios-mais-comuns-nos-pes-desde-a-infancia/">Continue reading <span class="sr-only">"Os desvios mais comuns nos pés desde a infância"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É fato: nem todos os pés são iguais. Mas, <strong>muito além de diferenças sutis na aparência, algumas pessoas podem sofrer com condições anatômicas, que, muitas vezes, pedem até tratamento</strong>. Desvios como o metatarso em adução, o pé chato e o calcâneo-valgo são alguns desses exemplos bastante comuns já na infância.</p>
<p>Bernardo Fonseca, ortopedista cirurgião do pé e tornozelo da Kora Saúde, conta que algumas condições mais frequentes são o <strong>pé torto congênito, o pé plano valgo (ou chato), o pé aducto e o pé cavo</strong>. Embora algumas possam sumir com o crescimento, outras podem comprometer a mobilidade e requerem atenção especializada.</p>
<p>“Algumas dessas condições, como o pé plano ou aducto, tendem a melhorar com o desenvolvimento da criança. Já o pé torto congênito exige tratamento imediato para evitar sequelas”, exemplifica o médico.</p>
<h2>Entenda as principais condições</h2>
<p>A seguir, Bernardo Fonseca detalha os principais quadros:</p>
<ul>
<li><strong>Metatarso em adução</strong>: também chamado de metatarso varo, é um desvio em que a parte da frente do pé é voltada para dentro. Surge ao nascimento ou nos primeiros anos de vida. A causa é desconhecida, mas pode estar relacionada à posição no útero ou ao histórico familiar.</li>
<li><strong>Metatarso varo x adução</strong>: embora os termos sejam usados como sinônimos, há uma distinção técnica. O metatarso aduto é a adução do antepé (quando os dedos e a frente do pé apontam mais para dentro, como se &#8220;virassem&#8221; em direção ao pé oposto) isoladamente, enquanto o metatarso varo (quando a parte da frente do pé está virada para dentro em relação ao meio e calcanhar do pé) é mais raro e complexo, envolvendo também alteração no retropé (parte posterior do pé).</li>
<li><strong>Pé calcâneo-valgo</strong>: adquirido ao longo do crescimento, é caracterizado pela dorsiflexão acentuada (quando o pé se movimenta exageradamente para cima, em direção à canela) e eversão do retropé (movimento em que o calcanhar se inclina para fora, ou seja, afasta-se da linha média do corpo). Na maioria das vezes, é uma condição benigna, que regride espontaneamente.</li>
<li><strong>Pé chato (ou plano valgo)</strong>: quando flexível e indolor, é apenas uma variação anatômica e não exige tratamento. Casos rígidos ou dolorosos, no entanto, merecem investigação.</li>
</ul>
<p>Na infância, pediatra e ortopedista devem atuar em conjunto para fechar o diagnóstico e propor o melhor tratamento.</p>
<h2>Tratar ou esperar?</h2>
<p><strong>A maioria dos casos de pé chato e metatarso em adução melhora com o tempo. Porém, o pé torto congênito, entre outras situações, exige tratamento imediato, geralmente com gessos e órteses</strong>. “Nesse caso, a intervenção precoce é essencial para evitar complicações futuras”, orienta o especialista.</p>
<p>Já tratamentos como o <strong>uso de palmilhas</strong>, em geral, são reservados para casos com dor, principalmente em atividades físicas. “Elas não corrigem deformidades como o pé plano ou cavo, mas podem aliviar o desconforto”, esclarece o cirurgião de pé.</p>
<h2>Impactos do não tratamento</h2>
<p>Ainda que boa parte dos quadros possa se resolver durante o crescimento, quando não diagnosticados ou tratados corretamente, esses desvios podem gerar uma série de problemas. O ortopedista lista como possibilidades:</p>
<ul>
<li>Disfunções na marcha;</li>
<li>Sobrecarga em joelhos, quadris e coluna;</li>
<li>Dores crônicas e dificuldade para realizar atividades físicas.</li>
</ul>
<p>“A cirurgia só é indicada quando o tratamento conservador falha e a criança, adolescente ou adulto apresenta dor ou limitação funcional”, finaliza o médico.</p>
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		<item>
		<title>Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sentir-cocegas-nos-pes-e-uma-reacao-do-cerebro-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cócegas]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[sensibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo mundo conhece alguém que não pode nem encostar em seu pé descalço que já começa a rir. Isso acontece porque os pés estão entre as regiões mais sensíveis do corpo. Tem até explicação científica: há uma enorme concentração de terminações nervosas ali, ligadas diretamente ao cérebro, que reage rapidamente a qualquer estímulo inesperado, como<a href="https://www.baruel.com.br/sentir-cocegas-nos-pes-e-uma-reacao-do-cerebro-entenda/">Continue reading <span class="sr-only">"Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo conhece alguém que não pode nem encostar em seu pé descalço que já começa a rir. Isso acontece porque <strong>os pés estão entre as regiões mais sensíveis do corpo.</strong> Tem até explicação científica: há uma <strong>enorme concentração de terminações nervosas ali, ligadas diretamente ao cérebro, que reage rapidamente a qualquer estímulo inesperado</strong>, como uma cócega.</p>
<p>Conforme explica o neurocirurgião Renato Chaves, especialista em cérebro e coluna, a sensação costuma ocorrer porque os pés são menos tocados no dia a dia. “Como ficam protegidos por calçados, não se acostumam ao toque constante. <strong>Quando são estimulados, o cérebro interpreta como algo diferente, ativando respostas rápidas, como risos ou movimentos involuntários</strong>”, esclarece.</p>
<p>No entanto, essa sensibilidade varia de pessoa para pessoa e por diversos motivos. “Idade, doenças neurológicas, lesões e até fatores genéticos influenciam. Até o humor ou o estresse do dia podem mudar a forma como sentimos um toque”, afirma o médico.</p>
<h2>Cócegas: alerta ou problema?</h2>
<p>Embora a reação natural seja rir, a sensibilidade nos pés é também um mecanismo de proteção, uma vez que ajuda a manter o equilíbrio e sinaliza perigos. Quando há alteração nesse padrão, seja por excesso de sensibilidade ou pela perda dela, é preciso investigar para descartar qualquer problema mais sério.</p>
<p>De acordo com o médico Renato Chaves, as principais causas de perda de sensibilidade nos pés incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Neuropatias periféricas</strong> (como as causadas por diabetes);</li>
<li><strong>Má circulação</strong>, que reduz a oxigenação dos nervos;</li>
<li><strong>Compressão de nervos</strong> na coluna;</li>
<li><strong>Doenças</strong> como esclerose múltipla.</li>
</ul>
<p>“Dormência, queimação, dor em repouso ou dificuldade para andar são sinais de alerta”, complementa o neurocirurgião.</p>
<p>Já a hipersensibilidade pode causar dor até com o uso de calçados. Em alguns casos, o simples toque já incomoda. Isso pode estar relacionado a síndromes neurológicas e exige avaliação especializada.</p>
<h2>Cuidados para manter a sensibilidade</h2>
<p><strong>Manter os pés saudáveis ajuda a preservar a sensibilidade.</strong> Algumas práticas recomendadas pelo médico incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Caminhar descalço em superfícies variadas</strong>, como grama ou areia;</li>
<li><strong>Fazer massagens e banhos de contraste</strong> (quente e frio);</li>
<li>Adotar uma <strong>alimentação equilibrada e controlar doenças crônicas</strong>;</li>
<li>Procurar <strong>fisioterapia neurológica</strong> em casos de alteração sensorial.</li>
</ul>
<p>Ele destaca ainda que crianças costumam ser mais sensíveis às cócegas, pois seus nervos estão em formação, o que explica as reações exageradas nestas situações. Já nos idosos, há tendência à perda dessa sensibilidade com o envelhecimento, afetando o equilíbrio e aumentando o risco de quedas.</p>
<h2>“Cuspi refrigerante de tanto rir”</h2>
<p>Beatriz Rocha, 26 anos, de São Paulo, nunca vai esquecer a primeira visita à casa dos sogros. Auxiliar administrativa e dona de uma risada fácil, sempre extrovertida, ela viveu um momento inusitado logo no início do namoro com Guilherme.</p>
<p>“Estava sentada no sofá, tomando refrigerante, quando o irmãozinho do meu namorado, de quatro anos, veio brincar e fez cócegas no meu pé. Ri tanto que não consegui segurar e cuspi o refrigerante na hora”, lembra, ainda rindo.</p>
<p>Apesar do constrangimento inicial, Beatriz confessa que todo mundo viu graça. “Na hora, fiquei apavorada achando que a família ia me achar doida. Mas, por sorte, eles levaram na brincadeira – e isso virou piada interna na família até hoje.”</p>
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		<title>Ortoplastia proporciona alívio aos pés. Saiba o que é</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ortoplastia-proporciona-alivio-aos-pes-saiba-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[órtese]]></category>
		<category><![CDATA[ortoplastia]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sendo os pés a base do corpo com a tarefa de suportar nosso peso diariamente, a presença de deformidades, atritos constantes e até mesmo calos podem causar incômodos, dores e dificuldades ao caminhar. É nesse cenário que a ortoplastia surge como uma solução na podologia, proporcionando alívio e melhorando o posicionamento dos dedos dos pés.<a href="https://www.baruel.com.br/ortoplastia-proporciona-alivio-aos-pes-saiba-mais/">Continue reading <span class="sr-only">"Ortoplastia proporciona alívio aos pés. Saiba o que é"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo os pés a base do corpo com a tarefa de suportar nosso peso diariamente, a presença de deformidades, atritos constantes e até mesmo calos podem causar incômodos, dores e dificuldades ao caminhar. É nesse cenário que a <strong>ortoplastia surge como uma solução na podologia, proporcionando alívio e melhorando o posicionamento dos dedos dos pés.</strong></p>
<p><strong>“A ortoplastia é uma técnica com órtese de silicone moldada sob medida, desenvolvida para corrigir ou aliviar problemas nos dedos dos pés</strong>. É capaz de reduzir dores, corrigir deformidades leves e evitar o atrito entre os dedos, proporcionando mais conforto na pisada”, explica o podólogo José Aroldo Mota.</p>
<p>Para entender melhor, saiba que a ortoplastia é um procedimento simples e não invasivo realizado pelo podólogo. O processo envolve algumas etapas essenciais:</p>
<ul>
<li><em>Avaliação do pé</em>: o profissional analisa a necessidade do paciente e define o melhor formato para a órtese.</li>
<li><em>Moldagem da órtese</em>: o silicone específico é ajustado no dedo do paciente para criar um molde personalizado.</li>
<li><em>Ajuste e adaptação</em>: a órtese é modelada para garantir que se encaixe corretamente sem causar desconforto.</li>
<li><em>Orientações de uso</em>: o podólogo ensina como utilizar e higienizar o dispositivo para garantir sua eficácia.</li>
</ul>
<h2>Para quem a ortoplastia é indicada?</h2>
<p>Esse tipo de órtese é especialmente útil para pessoas que sofrem com:</p>
<ul>
<li><strong>Calos e calosidades</strong> causados pelo atrito entre os dedos;</li>
<li><strong>Dedos tortos ou sobrepostos</strong>, que precisam de correção leve para evitar desconforto;</li>
<li><strong>Pressão excessiva nos pés</strong>, que pode levar a dores e dificuldades ao caminhar.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, existem casos em que o uso não é recomendado. Pessoas com alergia ao material de silicone ou que possuem problemas circulatórios graves devem evitar a ortoplastia, pois pode haver risco de complicações.</p>
<h2>Mais benefícios</h2>
<p>Além de aliviar dores e corrigir pequenos desalinhamentos nos dedos, a ortoplastia traz outros benefícios importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Previne o surgimento de calos e bolhas</strong> ao reduzir o atrito entre os dedos;</li>
<li><strong>Melhora o alinhamento dos pés</strong>, proporcionando mais conforto ao caminhar;</li>
<li><strong>Facilita a adaptação a calçados</strong>, tornando o uso diário mais agradável.</li>
</ul>
<h2>Quanto tempo dura uma ortoplastia?</h2>
<p>A <strong>durabilidade da órtese varia de acordo com o uso e o material utilizado</strong>. Em geral, pode durar <strong>meses</strong>. No entanto, é fundamental fazer a manutenção regular com o podólogo para avaliar o desgaste e garantir que a peça continue cumprindo sua função corretamente.</p>
<p>Para prolongar a vida útil, o podólogo José Aroldo orienta que a limpeza seja feita de forma simples: <strong>“A higienização deve ser realizada com água e sabão neutro</strong>, garantindo que o material continue íntegro e seguro para o uso”.</p>
<p>Se bem utilizada, a ortoplastia pode ser uma grande aliada na mobilidade, proporcionando mais conforto e prevenindo problemas nos pés a longo prazo. Para quem sente incômodos ao caminhar, buscar um podólogo para avaliar a necessidade dessa órtese pode ser o primeiro passo para uma melhor qualidade de vida.</p>
<p>“Em casos mais graves, pode ser necessária a avaliação de um ortopedista. Mas, de maneira geral, a ortoplastia pode ser feita integralmente pelo podólogo”, afirma José Aroldo.</p>
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		<title>Órtese ou prótese: entenda as diferenças e indicações</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ortese-ou-protese-entenda-as-diferencas-e-indicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[artrose]]></category>
		<category><![CDATA[esporão calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o assunto é reabilitação e suporte para os pés, dois termos costumam gerar dúvidas: órtese e prótese. Embora ambos ajudem na mobilidade, eles possuem funções bem distintas. Enquanto as órteses auxiliam na correção e estabilização dos pés, as próteses substituem total ou parcialmente partes do membro inferior. &#8220;As órteses incluem palmilhas, tornozeleiras e suportes<a href="https://www.baruel.com.br/ortese-ou-protese-entenda-as-diferencas-e-indicacoes/">Continue reading <span class="sr-only">"Órtese ou prótese: entenda as diferenças e indicações"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é <strong>reabilitação e suporte para os pés</strong>, dois termos costumam gerar dúvidas: órtese e prótese. Embora ambos ajudem na mobilidade, eles possuem funções bem distintas. <strong>Enquanto as órteses auxiliam na correção e estabilização dos pés, as próteses substituem total ou parcialmente partes do membro inferior.</strong></p>
<p>&#8220;As órteses incluem palmilhas, tornozeleiras e suportes ortopédicos que alinham a pisada e reduzem sobrecargas articulares. Já as próteses, são indicadas para pacientes que sofreram amputação, permitindo a reabilitação funcional e a marcha”, diferencia o ortopedista Brasil Sales, especialista em medicina intervencionista da dor.</p>
<h2>Quando usar órtese nos pés</h2>
<p>As órteses podem ser indicadas em diferentes casos, trazendo benefícios para quem sofre com dores e desalinhamentos. Entre as principais condições, o médico destaca:</p>
<ul>
<li><strong>Pé chato (pé plano)</strong>: melhoram a distribuição de carga e reduz o estresse articular;</li>
<li><strong>Fascite plantar e esporão de calcâneo</strong>: redistribuem a pressão e aliviam a dor;</li>
<li><strong>Pé cavo (arco elevado):</strong> oferecem amortecimento e suporte extra;</li>
<li><strong>Alterações posturais:</strong> ajudam no equilíbrio biomecânico.</li>
<li><strong>Diabetes com neuropatia</strong>: previnem úlceras de pressão.</li>
</ul>
<p>“As contraindicações são raras, mas podem ocorrer quando há deformidades fixas graves ou adaptação inadequada, porque podem gerar desconforto”, diz Sales.</p>
<h2>Quando recorrer à prótese</h2>
<p>Já as próteses, conforme o especialista explica, são indicadas quando há amputação parcial ou total do pé. Os principais tipos incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Próteses transtibiais</strong>: para amputações abaixo do joelho;</li>
<li><strong>Próteses transfemurais</strong>: usadas em amputações acima do joelho;</li>
<li><strong>Próteses parciais de pé</strong>: como as de antepé ou Lisfranc.</li>
</ul>
<p>Fatores como doenças vasculares graves, falta de força ou desequilíbrio podem dificultar a adaptação à prótese. Nesses casos, exigem acompanhamento médico especializado.</p>
<h2>Órtese pode corrigir pisada errada?</h2>
<p>SIM! As <strong>órteses são bastante eficazes para corrigir desalinhamentos</strong>, proporcionando:</p>
<ul>
<li><em>Redistribuição da carga nos pés.</em></li>
<li><em>Prevenção de sobrecarga em tornozelos, joelhos e quadris.</em></li>
<li><em>Ajuste na biomecânica da marcha, especialmente em crianças.</em></li>
</ul>
<p>Contudo, para adultos, vale lembrar que as órteses ajudam a aliviar os sintomas, mas nem sempre corrigem completamente a pisada.</p>
<h2>Órteses previnem problemas ortopédicos?</h2>
<p>A resposta também é <strong>SIM</strong>. <strong>O uso de órteses não apenas trata, como também pode prevenir diversas condições ortopédicas:</strong></p>
<ul>
<li><em>Atletas usam palmilhas personalizadas para prevenir lesões por impacto.</em></li>
<li><em>Pessoas com predisposição à artrose reduzem o desgaste articular precoce.</em></li>
<li><em>Quem tem pés planos pode evitar sobrecarga na coluna e joelhos.</em></li>
</ul>
<h2>Como escolher e usar órtese ou prótese</h2>
<p>Para um uso seguro e eficaz, é necessário adotar e seguir os seguintes cuidados:</p>
<ul>
<li>Ir à avaliação médica: um ortopedista deve indicar a melhor opção.</li>
<li>Ter ajuste adequado: órteses mal adaptadas podem causar dores.</li>
<li>Realizar troca periódica: palmilhas perdem eficácia com o tempo.</li>
<li>Receber acompanhamento regular: ajustes podem ser necessários, especialmente para crianças e idosos.</li>
</ul>
<h2>Inovações tecnológicas para pés mais saudáveis</h2>
<p>O ortopedista lembra que a tecnologia tem revolucionado o desenvolvimento de órteses e próteses. Entre as principais inovações, ele ressalta:</p>
<ul>
<li><em>Órtese personalizada por impressão 3D</em>, que possibilita ajustes milimétricos.</li>
<li><em>Materiais de alta tecnologia</em>: carbono e polímeros garantem mais conforto e leveza.</li>
<li><em>Próteses biônicas</em>, que se ajustam aos movimentos do usuário.</li>
<li><em>Palmilhas inteligentes</em>, cujos sensores monitoram a pressão plantar em tempo real.</li>
</ul>
<p>Assim, tanto órtese quanto prótese têm papéis fundamentais na vida de quem precisa recorrer a alguma delas. Para garantir um bom resultado, é essencial ter indicação e acompanhamento médico, além de manter os cuidados necessários para o uso.</p>
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		<item>
		<title>Por que os pés são tão importantes durante toda a vida?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-os-pes-sao-tao-importantes-durante-toda-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
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		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando  os pés são o assunto, logo o conceito de mobilidade vem à cabeça, já que são responsáveis por sustentar o peso do corpo, distribuir a pressão durante os movimentos, regular a temperatura, prevenir lesões e proporcionar equilíbrio. Obviamente, são essenciais durante toda a vida, sobretudo no que diz respeito à estabilidade e locomoção –<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-os-pes-sao-tao-importantes-durante-toda-a-vida/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que os pés são tão importantes durante toda a vida?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando  os pés são o assunto, logo o conceito de mobilidade vem à cabeça, já que são <strong>responsáveis por sustentar o peso do corpo, distribuir a pressão durante os movimentos, regular a temperatura, prevenir lesões e proporcionar equilíbrio.</strong> Obviamente, são essenciais durante toda a vida, sobretudo no que diz respeito à estabilidade e locomoção – seus papéis centrais.</p>
<p>Conforme explicam os ortopedistas João Pedro Rocha, Bárbara Lívia e Lucas Rodrigues, do Instituto Torus de Ortopedia Especializada, os <strong>pés têm uma função biomecânica indispensável</strong>. Isso porque garantem estabilidade e locomoção, permitindo que os indivíduos se desloquem com segurança e precisão. Além disso, absorvem impactos e ajudam a proteger outras estruturas do corpo, como joelhos e coluna.</p>
<p>Vale lembrar que a sensibilidade e a propriocepção (a percepção do corpo no espaço) são fundamentais para manter o equilíbrio. Sem esses mecanismos, tarefas simples, como subir escadas ou até ficar parado em pé, seriam muito mais desafiadoras.</p>
<h2>Do nascimento aos primeiros passos</h2>
<p>Já parou para pensar que o cuidado com os pés começa desde o nascimento? O teste do pezinho, realizado nos primeiros dias de vida, é essencial para detectar doenças genéticas e metabólicas, como a atrofia muscular espinhal (AME), que pode comprometer funções vitais &#8211; andar e respirar, por exemplo -, sendo até fatal.</p>
<p>A partir do momento que o bebê começa a dar os primeiros passos, os pés se tornam os grandes protagonistas. A fase é um marco no desenvolvimento motor, sendo que o controle postural, o equilíbrio e a força muscular determinam o momento certo para cada criança se movimentar, como ressaltam os especialistas.</p>
<p>O formato do pé também impacta a locomoção. Segundo a podóloga Fabiana Lopes, especializada em pés diabéticos, os três principais tipos são:</p>
<ul>
<li><strong>Pé normal</strong>: com curvatura equilibrada, que proporciona suporte adequado ao peso corporal;</li>
<li><strong>Pé chato</strong>: possui pouca ou nenhuma curvatura, levando ao maior contato com o solo, o que pode causar dores e cansaço;</li>
<li><strong>Pé cavo</strong>: apresenta um arco acentuado, reduzindo a área de apoio e aumentando o risco de lesões.</li>
</ul>
<p>“Identificar o tipo de pé é fundamental para escolher calçados adequados e prevenir problemas como fascite plantar e dores crônicas”, acrescenta a profissional.</p>
<h2>Ao longo da vida…</h2>
<p>Os ortopedistas lembram que, com o passar do tempo, os pés enfrentam diferentes desafios. Na vida adulta, por exemplo, calçados inadequados e falta de atenção à higiene podem levar a calosidades, unhas encravadas e micoses.</p>
<p>Já na terceira idade, doenças crônicas, como diabetes e osteoporose, tornam os cuidados ainda mais necessários. “O envelhecimento traz alterações na massa muscular, postura e equilíbrio. Isso aumenta o risco de quedas e compromete a mobilidade”, acrescenta a podóloga.</p>
<p>Para minimizar tais impactos, os médicos recomendam práticas simples, mas eficazes:</p>
<ul>
<li><strong>Praticar exercícios regulares</strong> para fortalecer músculos e melhorar a circulação;</li>
<li><strong>Usar sapatos confortáveis</strong>, a fim de evitar dores e ter suporte adequado;</li>
<li><strong>Realizar consultas regulares com ortopedistas e podólogos</strong>.</li>
</ul>
<h2>A velhice retoma a busca por autonomia</h2>
<p>Detalhe importante: apesar de os pés serem testados ao nascer e se tornarem protagonistas dos primeiros passos e bases essenciais durante toda a vida, eles podem sofrer implicações na senioridade.</p>
<p>Tanto que, durante essa fase, o objetivo principal costuma ser voltar a andar sem auxílio. “<strong>A saúde dos pés está diretamente ligada à independência do idoso.</strong> <strong>Manter os cuidados recomendados desde cedo faz toda a diferença</strong>”, aponta João Pedro.</p>
<p>Por isso, algumas recomendações simples, do dia a dia, merecem ser respeitadas e seguidas durante toda a vida:</p>
<ul>
<li><strong>Lave e seque bem os pés diariamente</strong>, especialmente entre os dedos;</li>
<li><strong>Use cremes hidratantes</strong> para evitar ressecamento;</li>
<li><strong>Corte as unhas corretamente</strong> e previna encravamentos;</li>
<li><strong>Evite andar descalço</strong> <strong>em local público</strong> e reduza o risco de micoses.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>5 doenças nos pés causadas pela profissão</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/5-doencas-nos-pes-causadas-pela-profissao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tendinite]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[artrose]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dedo em martelo]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[pé plano]]></category>
		<category><![CDATA[pés de bailarina]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tendinite podal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo “pés de bailarina” está longe de ser um elogio. Isso porque, para algumas profissões, como o balé e o futebol, a rotina intensa pode sobrecarregar os pés, tão fundamentais para a mobilidade e o bem-estar. O resultado disso são lesões e deformidades. Mas o que exatamente causa tais danos? E como evitá-los? De<a href="https://www.baruel.com.br/5-doencas-nos-pes-causadas-pela-profissao/">Continue reading <span class="sr-only">"5 doenças nos pés causadas pela profissão"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo “pés de bailarina” está longe de ser um elogio. Isso porque, <strong>para algumas profissões</strong>, como o balé e o futebol, <strong>a rotina intensa pode sobrecarregar os pés</strong>, tão fundamentais para a mobilidade e o bem-estar. O resultado disso são lesões e deformidades. Mas o que exatamente causa tais danos? E como evitá-los?</p>
<p>De acordo com o ortopedista João Pedro Rocha, do Instituto Torus de Ortopedia Especializada, <strong>grande parte das deformidades surge devido ao uso de calçados inadequados, à repetição constante de movimentos e ao impacto frequente</strong>.</p>
<p>O médico também destaca que, além de alterações estéticas, essas condições podem comprometer a saúde dos pés, afetar a mobilidade e até a qualidade de vida de quem depende desses movimentos diários.</p>
<h2>Profissões que impactam na saúde dos pés</h2>
<ul>
<li><strong>Bailarinos</strong>: o uso contínuo de sapatilhas de ponta pode causar o &#8220;pé de bailarina&#8221;, caracterizado pelo desvio do dedão do pé, além de calos e lesões nas unhas;</li>
<li><strong>Jogadores de futebol</strong>: o impacto constante e os movimentos bruscos podem resultar em fascite plantar, entorses e calosidades nos dedos;</li>
<li><strong>Dançarinos e atletas de corrida</strong>: também estão sujeitos a lesões como fascite plantar e dedo em martelo devido ao impacto repetido;</li>
<li><strong>Trabalhadores que ficam muito em pé</strong>: enfermeiros, garçons e vendedores costumam sofrer com dores nos pés, calos e até doenças como insuficiência progressiva do tendão tibial posterior.</li>
</ul>
<p>Vale lembrar que as deformidades advindas dessas profissões não são apenas estéticas. O uso de calçados apertados, saltos elevados ou sem amortecimento, somados aos movimentos repetitivos, podem causar danos reais à saúde dos pés, incluindo:</p>
<ul>
<li>Unhas encravadas;</li>
<li>Dor e tendinopatias nos músculos do pé;</li>
<li>Deformidade nas articulações.</li>
</ul>
<p>“O quadro pode se agravar, levando a dores crônicas e dificuldades de locomoção. É fundamental tratar essas condições com antecedência para evitar problemas mais sérios no futuro”, assegura João Pedro.</p>
<h2>Doenças mais comuns</h2>
<p>Algumas das condições mais frequentes nos consultórios, que exigem um esforço intenso dos pés, são:</p>
<p><strong>1. Hálux valgo (joanete)</strong></p>
<ul>
<li><strong><em>O que é?</em> </strong>Desvio do dedão do pé.</li>
<li><em><strong>Tratamento:</strong> </em>pode ser tratado com calçados adequados, exercícios e, em casos graves, cirurgia.</li>
</ul>
<p><strong>2. Fascite plantar</strong></p>
<ul>
<li><strong><em>O que é?</em> </strong>Uma inflamação na faixa de tecido que conecta o calcanhar aos dedos.</li>
<li><em><strong>Tratamento:</strong> </em>repouso, gelo, compressão e elevação (RICE), além de calçados apropriados.</li>
</ul>
<p><strong>3. Dedo em martelo</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>O que é?</strong> </em>Lesão nas articulações dos dedos do pé.</li>
<li><em><strong>Tratamento:</strong> </em>uso de calçados adequados e exercícios, podendo necessitar de cirurgia em casos graves.</li>
</ul>
<p><strong>4. Tendinopatias e pé plano doloroso</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>O que são?</strong> </em>Condições que envolvem o enfraquecimento dos tendões.</li>
<li><em><strong>Tratamento:</strong> </em>fisioterapia, fortalecimento e, em casos graves, cirurgia.</li>
</ul>
<p><strong>5. Artrose nas articulações do pé</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>O que é?</strong> </em>Caracterizada pelo desgaste das articulações.</li>
<li><em><strong>Tratamento:</strong> </em>analgésicos, fisioterapia e, eventualmente, cirurgia.</li>
</ul>
<h2>Cuidados especiais</h2>
<p>Para quem escolhe carreiras que detonam os pés, independentemente do motivo, é fundamental adotar medidas preventivas para proteger a saúde dos membros e garantir uma vida profissional mais longa e saudável.</p>
<p>Confira as recomendações do médico:</p>
<ul>
<li><strong>Use calçados adequados</strong>: modelos confortáveis e com suporte;</li>
<li><strong>Aqueça-se e estique-se</strong>: alongar-se antes e depois das atividades previne lesões;</li>
<li><strong>Mantenha pés limpos e secos</strong>: isso previne infecções;</li>
<li><strong>Opte por palmilhas macias</strong>: elas reduzem o impacto e dão conforto;</li>
<li><strong>Faça pausas regulares</strong>: descansos são essenciais para aliviar os pés.</li>
</ul>
<p>Saiba ainda que ignorar os sinais de dor pode ser prejudicial. Nesse sentido, o médico alerta que <strong>“insistir nas atividades mesmo com dor pode levar a complicações sérias, como lesões crônicas ou necessidade de cirurgia”.</strong></p>
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			</item>
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		<title>Nível de tolerância à dor nos pés não é igual para todos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/nivel-de-tolerancia-a-dor-nos-pes-nao-e-igual-para-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os pés são áreas do corpo com muitas terminações nervosas, o que os torna não apenas sensíveis, mas também um reflexo do estado geral da saúde. É por isso que avaliar a tolerância à dor nessa parte do corpo pode revelar muito sobre como lidamos com desconfortos e até indicar problemas em outras partes. Diversos<a href="https://www.baruel.com.br/nivel-de-tolerancia-a-dor-nos-pes-nao-e-igual-para-todos/">Continue reading <span class="sr-only">"Nível de tolerância à dor nos pés não é igual para todos"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os pés são áreas do corpo com muitas terminações nervosas, o que os torna não apenas sensíveis, mas também um reflexo do estado geral da saúde.</strong> É por isso que avaliar a tolerância à dor nessa parte do corpo pode revelar muito sobre como lidamos com desconfortos e até indicar problemas em outras partes.</p>
<p>Diversos fatores influenciam na maneira como percebemos a dor, como ressalta a podóloga Sandra Regina, que atua há mais de 20 anos na área. <strong>&#8220;A genética, o estado emocional, o histórico de saúde e até aspectos culturais e experiências de vida afetam nossa sensibilidade</strong>&#8220;, explica.</p>
<p>Há uma razão para os pés serem usados para medir a dor. Além de serem fáceis de acessar, são constantemente expostos a tensões e impactos ao longo do dia, o que os tornam uma área ideal para avaliar a flexibilidade diante da dor.</p>
<p><strong>“Os pés possuem muitas terminações nervosas e reagem rapidamente, o que facilita entender como o corpo todo lida com desconfortos”,</strong> comenta a profissional.</p>
<p>Ela também destaca que os membros podem funcionar como um “termômetro” do corpo. Sensações dolorosas em certas regiões podem indicar desequilíbrios sistêmicos. “Os mapas de reflexologia ajudam a interpretar essas conexões. Apesar de não serem cientificamente comprovados, são úteis, na prática”, garante.</p>
<h2>Principais causas de dores nos pés</h2>
<p>Muitos fatores podem gerar dores nos pés, desde escolhas inadequadas de calçados até quadros médicos mais significativos. Entre os problemas mais comuns, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Sapatos apertados ou de salto alto</strong>, porque geram pressão excessiva;</li>
<li><strong>Fascite plantar, joanetes e calos</strong>, condições que podem afetar até a mobilidade e aumentar o desconforto;</li>
<li><strong>Má postura e má circulação</strong>, que não impactam apenas os pés, mas o corpo inteiro.</li>
</ul>
<p>Ainda de acordo com Sandra Regina, a dor constante pode afetar diretamente a tolerância. “Quem vive com dores nos pés acaba ficando mais sensível a estímulos, diminuindo a resistência”, afirma.</p>
<p>Um detalhe importante e curioso: a tolerância à dor muda com o passar do tempo. Tal situação ocorre porque a <strong>sensibilidade dos pés varia conforme a idade, o estilo de vida e as características individuais.</strong></p>
<p><strong>Crianças</strong>, por exemplo, <strong>têm um sistema nervoso ainda em desenvolvimento, o que pode aumentar a percepção de incômodos dolorosos</strong>. <strong>Na vida adulta, a tolerância tende a ser maior, mas volta a cair com o envelhecimento, devido ao desgaste do corpo.</strong></p>
<p>“<strong>Pessoas que andam descalças com frequência têm mais resistência à dor nos pés. Já quem sofre de doenças como diabetes pode ter maior sensibilidade ou até dores mais intensas</strong>”, destaca a podóloga.</p>
<h2>Como melhorar a tolerância</h2>
<p>Cuidar da saúde dos pés em geral é essencial para evitar dores e desconfortos. Sandra Regina sugere algumas práticas específicas:</p>
<ul>
<li><strong>Massagens e reflexologia</strong>: promovem alívio da dor e melhoram a circulação.</li>
<li><strong>Uso de palmilhas ortopédicas</strong>: ajudam a distribuir o peso de maneira correta e reduzem a pressão nos pés.</li>
<li><strong>Alongamentos e fortalecimento</strong>: mantêm a mobilidade e previnem lesões.</li>
</ul>
<p>Para quem sente dores constantes, a recomendação é procurar ajuda profissional. “Fisioterapeutas e médicos podem indicar o tratamento mais adequado, desde técnicas conservadoras até intervenções mais específicas”, orienta a especialista.</p>
<p>Vale também ficar atento aos sinais: se a dor for constante ou houver alteração na sensibilidade, é necessário investigar a causa. Além disso, a prevenção e os cuidados diários são fundamentais para evitar casos mais sérios.</p>
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