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	<title>Inchaço e edema nos pés e pernas - Cuidados diários - Baruel</title>
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	<title>Inchaço e edema nos pés e pernas - Cuidados diários - Baruel</title>
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		<title>Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, nem todo inchaço é simples ou passageiro. Às vezes, pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares, que exigem avaliação médica. O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53<a href="https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/">Continue reading <span class="sr-only">"Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos</strong>, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, <strong>nem todo inchaço é simples ou passageiro</strong>. Às vezes, <strong>pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares</strong>, que exigem avaliação médica.</p>
<p>O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53 anos, acreditou por meses que o inchaço que começou nos pés e depois avançou para as pernas era algo comum. Como a dor aumentava, passou a tomar analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria, mas os sintomas continuaram piorando e começaram a limitar sua mobilidade.</p>
<p>“Eu passava o dia deitado, com a perna elevada. Chegou um ponto em que já não conseguia nem calçar sapato. Demorei para ir ao médico e, quando fui, já estava em um estágio mais avançado, com insuficiência venosa”, conta.</p>
<h2>Quando o inchaço merece atenção</h2>
<p>A cirurgiã vascular Flavia Magalhães, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que o <strong>edema ocasional costuma surgir nas duas pernas e em situações bem específicas</strong>: horas em pé ou sentado, viagens longas, em dias quentes ou no período pré-menstrual. A ocorrência melhora com elevação dos membros e desaparece com repouso noturno.</p>
<p><strong>Já os sinais de alerta costumam ser diferentes</strong>. O inchaço merece investigação quando está em apenas uma perna, persiste após o descanso ou vem acompanhado de sintomas como dor, vermelhidão, calor local, endurecimento da pele, escurecimento próximo aos tornozelos ou feridas que não cicatrizam.</p>
<p>“A regra prática é simples: <strong>inchaço que melhora com repouso e elevação tende a ser benigno. Já o que persiste, é assimétrico ou vem acompanhado de dor, alterações na pele ou falta de ar precisa de avaliação médica</strong>”, orienta a especialista.</p>
<h2>Doenças por trás do inchaço nas pernas</h2>
<p>Entre as causas vasculares mais frequentes está a <strong>insuficiência venosa crônica</strong>, condição em que as válvulas das veias deixam de funcionar adequadamente, favorecendo o acúmulo de sangue nas pernas. Sensação de peso, cansaço, varizes, vasinhos, câimbras e alterações na pele fazem parte do quadro.</p>
<p>Outras condições importantes incluem a <strong>trombose venosa profunda</strong> (TVP), caracterizada pela formação de coágulos nas veias profundas, e o <strong>linfedema</strong>, provocado por alterações no sistema linfático.</p>
<p>Procure atendimento médico com urgência em situações como:</p>
<ul>
<li>inchaço súbito e doloroso em apenas uma perna;</li>
<li>inchaço acompanhado de falta de ar ou dor no peito;</li>
<li>vermelhidão, calor e dor intensa na perna;</li>
<li>feridas que não cicatrizam;</li>
<li>alterações persistentes na cor ou textura da pele;</li>
<li>inchaço que não melhora após alguns dias de repouso;</li>
<li>varizes dolorosas, inflamadas ou com sangramento.</li>
</ul>
<p>É importante lembrar que<strong> nem todo inchaço tem origem vascular</strong>. <strong>Doenças do coração, dos rins e do fígado também podem causar edema</strong>, geralmente nas duas pernas, e precisam ser consideradas durante a investigação.</p>
<h2>Como descobrir a causa do problema</h2>
<p>Se houver suspeita de doença vascular, o principal exame utilizado é o ecodoppler venoso, um ultrassom capaz de mostrar o fluxo sanguíneo nas veias e identificar alterações como refluxo, obstruções e coágulos.</p>
<p>Segundo a médica Flavia Magalhães, algumas medidas ajudam tanto a prevenir problemas vasculares quanto a controlar quadros iniciais. Vale destaque para:</p>
<ul>
<li>praticar <strong>atividade física regularmente</strong>;</li>
<li>evitar longos períodos parado;</li>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li><strong>manter o peso</strong> adequado;</li>
<li><strong>não fumar</strong>;</li>
<li><strong>controlar doenças</strong> como diabetes, hipertensão e colesterol alto;</li>
<li>em alguns casos, as meias de compressão podem ser indicadas.</li>
</ul>
<p>Quando o edema está relacionado apenas à retenção de líquidos, as orientações costumam incluir caminhar, hidratar-se adequadamente, moderar o consumo de sal, evitar permanecer muito tempo na mesma posição e elevar as pernas.</p>
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		<title>Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[meias de compressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O<a href="https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão</strong>. Apesar da popularidade, <strong>as peças não devem ser usadas sem critério</strong>: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios.</p>
<p>O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas <strong>não é indicada para todas as pessoas</strong>.</p>
<p>“<strong>Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações.</strong> Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista.</p>
<h2>Quando meias são realmente indicadas</h2>
<p>De modo geral, a meia de compressão costuma ser <strong>recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose</strong>. Ela também pode integrar o <strong>tratamento de linfedema e lipedema</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores.</p>
<p>Só que <strong>nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa</strong>. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente.</p>
<h2>Escolha errada atrapalha tratamento</h2>
<p>Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que <strong>o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado</strong>.</p>
<p>“Esse tipo de <strong>meia não funciona como uma peça de roupa comum.</strong> É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista.</p>
<p>Embora sejam vendidas livremente, a <strong>orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão</strong>. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns:</p>
<ul>
<li>usar tamanho inadequado;</li>
<li>escolher compressão incorreta;</li>
<li>vestir a meia quando a perna já está inchada;</li>
<li>não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso;</li>
<li>abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado.</li>
</ul>
<h2>Como usar corretamente no dia a dia</h2>
<p>A recomendação geral é <strong>vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir</strong>. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia.</p>
<p>Para <strong>viagens longas</strong>, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia.</p>
<p>O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço:</p>
<ul>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li>evitar longos períodos na mesma posição;</li>
<li>caminhar regularmente;</li>
<li>manter boa hidratação constante;</li>
<li>fazer exercícios com a panturrilha;</li>
<li>reduzir o consumo de sal.</li>
</ul>
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		<title>Suor excessivo nos pés tem tratamento? Tem, sim!</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/suor-excessivo-nos-pes-tem-tratamento-tem-sim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[hiperidrose plantar]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suor nos pés é comum em dias quentes ou após atividade física. No entanto, quando acontece de forma persistente – mesmo em repouso ou em ambientes frescos, por exemplo – pode deixar de ser normal e merecer atenção. Na maioria dos casos, o especialista certo pode identificar a causa e tratá-la. A dermatologista Elisabeth Lima<a href="https://www.baruel.com.br/suor-excessivo-nos-pes-tem-tratamento-tem-sim/">Continue reading <span class="sr-only">"Suor excessivo nos pés tem tratamento? Tem, sim!"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Suor nos pés é comum</strong> em dias quentes ou após atividade física. No entanto, quando acontece de <strong>forma persistente</strong> – mesmo em repouso ou em ambientes frescos, por exemplo – pode deixar de ser normal e merecer atenção. Na maioria dos casos, o especialista certo pode identificar a causa e tratá-la.</p>
<p>A dermatologista Elisabeth Lima explica que o quadro é chamado de <strong>hiperidrose plantar: uma produção de suor maior do que o necessário para regular a temperatura corporal, capaz de causar desconforto, constrangimento e impacto na qualidade de vida.</strong></p>
<p>A causa mais comum é a hiperidrose primária, uma condição funcional em que as glândulas sudoríparas trabalham de forma exagerada, sem relação com doenças sistêmicas. Estresse, ansiedade, predisposição genética e o uso prolongado de calçados fechados ou meias sintéticas podem agravar o quadro.</p>
<h2>Um problema, muitos incômodos</h2>
<p>Além do desconforto, a médica alerta que o excesso de umidade favorece outras complicações, já que cria um ambiente ideal para fungos e bactérias. Os problemas mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Bromidrose</strong>: o mau odor causado pela ação bacteriana;</li>
<li><strong>Micoses (pé de atleta)</strong>: com coceira, descamação e fissuras;</li>
<li><strong>Dermatite irritativa</strong>: pela umidade constante;</li>
<li><strong>Queratólise puntacta</strong>: com pequenos “furinhos” na sola e mau cheiro frequente.</li>
</ul>
<p>Alguns pacientes também relatam <strong>sensação de retenção nos pés</strong>. Mas suor é diferente de inchaço. <strong>Suar é ter a pele úmida e pegajosa, sem aumento real do volume. Já no edema, um acúmulo de líquido causa sensação de peso e mudança visível no tamanho do membro, formando até uma depressão temporária ao apertá-lo.</strong></p>
<h2>Tratamento existe e funciona</h2>
<p>Segundo a dermatologista Elisabeth Lima, o <strong>controle da hiperidrose depende da intensidade</strong>, mas, no geral, pode envolver:</p>
<ul>
<li>Antitranspirantes com sais de alumínio;</li>
<li>Medicamentos tópicos específicos;</li>
<li>Iontoforese (técnica terapêutica e estética);</li>
<li>Toxina botulínica (em casos selecionados);</li>
<li>Orientações de higiene;</li>
<li>Escolha de calçados ventilados e meias de algodão.</li>
</ul>
<p>“Elaborar um plano terapêutico individualizado evita complicações e melhora muito a qualidade de vida”, reforça a especialista.</p>
<h2>Investigando causas hormonais</h2>
<p>Às vezes, <strong>os hormônios podem ser os culpados</strong>. O endocrinologista Augusto Assunção explica que alterações hormonais podem contribuir para a sudorese excessiva, especialmente em situações como:</p>
<ul>
<li>Distúrbios da tireoide;</li>
<li>Puberdade;</li>
<li>Gravidez;</li>
<li>Climatério;</li>
<li>Condições associadas à liberação aumentada de catecolaminas (mais raro).</li>
</ul>
<p>Entretanto, o médico lembra que, quando a causa é hormonal, o suor costuma vir acompanhado de outros sinais sistêmicos, como:</p>
<ul>
<li>Perda ou ganho de peso inexplicável;</li>
<li>Palpitações, tremores e cansaço excessivo;</li>
<li>Alterações do sono, do humor ou do ciclo menstrual.</li>
</ul>
<p>Nesse cenário, exames de sangue, como TSH e T4 livre, glicemia, insulina, hemoglobina glicada e cortisol podem ser indicados, conforme a suspeita clínica.</p>
<p>“A atuação conjunta com o dermatologista é fundamental, especialmente para orientar tratamentos tópicos e descartar hiperidrose primária”, finaliza o endocrinologista.</p>
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		<item>
		<title>Problemas de circulação e os pés: qual é a relação?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/problemas-de-circulacao-e-os-pes-qual-e-a-relacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os pés estão entre as primeiras regiões do corpo a manifestar sinais de alterações circulatórias. Isso acontece porque são áreas mais distantes do coração e dependem de um bom funcionamento vascular para receber oxigênio, nutrientes e garantir a adequada remoção de resíduos metabólicos. Quando a circulação não está eficiente, os pés “avisam”. Problemas circulatórios podem<a href="https://www.baruel.com.br/problemas-de-circulacao-e-os-pes-qual-e-a-relacao/">Continue reading <span class="sr-only">"Problemas de circulação e os pés: qual é a relação?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pés estão entre as primeiras regiões do corpo a manifestar sinais de alterações circulatórias. Isso acontece porque são áreas mais distantes do coração e dependem de um bom funcionamento vascular para receber oxigênio, nutrientes e garantir a adequada remoção de resíduos metabólicos. Quando a circulação não está eficiente, os pés “avisam”.</p>
<p><strong>Problemas circulatórios podem estar relacionados tanto ao sistema venoso quanto ao arterial.</strong> Na insuficiência venosa, por exemplo, o retorno do sangue ao coração acontece de forma mais lenta, favorecendo inchaço, sensação de peso nas pernas e alterações na coloração da pele. Já quando há comprometimento arterial, pode ocorrer redução do fluxo sanguíneo que chega aos pés, provocando extremidades frias, palidez, dor ao caminhar e até dificuldade na cicatrização.</p>
<p>Na prática podológica, observamos sinais importantes como unhas com crescimento mais lento, pele mais fina e ressecada, descamações persistentes, coloração arroxeada ou esbranquiçada dos dedos e presença de fissuras que demoram a cicatrizar. Pequenas lesões que em condições normais se resolveriam rapidamente podem evoluir quando há comprometimento circulatório.</p>
<p>Após os 40 anos, especialmente em pessoas com histórico de sedentarismo, tabagismo, diabetes ou hipertensão, o risco de alterações vasculares aumenta. Por isso, o cuidado preventivo com os pés torna-se ainda mais essencial. Não se trata apenas de estética, mas de saúde e segurança.</p>
<p><strong>Uma circulação inadequada impacta diretamente a nutrição dos tecidos. Isso significa maior vulnerabilidade a infecções, dificuldade de regeneração e maior sensibilidade a traumas.</strong> Em casos mais avançados, podem surgir complicações sérias que exigem acompanhamento médico especializado.</p>
<p>O papel da podologia preventiva é identificar sinais precoces, orientar sobre hábitos que favoreçam a circulação, como movimentação regular, escolha adequada de calçados e cuidados com a hidratação da pele, e encaminhar quando necessário. O olhar atento aos pés pode ser determinante para evitar complicações maiores.</p>
<p>Os pés são uma extensão da saúde vascular do corpo. Observar mudanças, valorizar sinais e agir precocemente é uma forma inteligente de cuidar da qualidade de vida. Isso porque muitas vezes, o que começa com um simples inchaço pode ser o primeiro alerta de que algo precisa de atenção.</p>
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		<item>
		<title>Como escolher calçados que não pioram o inchaço no verão</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-escolher-calcados-que-nao-pioram-o-inchaco-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Calçados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[edema]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O calor é um dos grandes inimigos de quem sofre com inchaço nos pés e tornozelos. As altas temperaturas dilatam os vasos sanguíneos e favorecem o acúmulo de líquidos, deixando as pernas pesadas e cansadas. No verão, a escolha do calçado faz toda a diferença para evitar desconfortos e até proteger a circulação. De acordo<a href="https://www.baruel.com.br/como-escolher-calcados-que-nao-pioram-o-inchaco-no-verao/">Continue reading <span class="sr-only">"Como escolher calçados que não pioram o inchaço no verão"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O calor é um dos grandes inimigos de quem sofre com inchaço nos pés e tornozelos</strong>. As <strong>altas temperaturas dilatam os vasos sanguíneos e favorecem o acúmulo de líquidos</strong>, deixando as pernas pesadas e cansadas. No verão, a <strong>escolha do calçado faz toda a diferença para evitar desconfortos e até proteger a circulação</strong>.</p>
<p>De acordo com o podólogo Ivan Antonio, o calor provoca dilatação dos vasos e maior retenção de líquidos, o que explica o inchaço. “O que faz piorar a situação? Aquele sapato apertado, sintético e de salto, que abafa e dificulta a circulação. Em vez disso, pode-se usar <strong>calçados melhores, como a sandália anatômica, de tira larga e até tênis de tela, que ajudam o pé a respirar”, aponta o profissional.</strong></p>
<p>Para a cirurgiã vascular Nayara Batagini, PhD em Cirurgia Vascular e Endovascular, o tipo de sapato impacta diretamente sobre a circulação. “<strong>Calçados confortáveis, com bom apoio do arco plantar e leve inclinação, favorecem o retorno venoso e reduzem o acúmulo de líquidos. Já modelos muito planos ou altos demais comprometem a ‘bomba da panturrilha</strong>’”, avalia a médica.</p>
<h2>Evitar X priorizar</h2>
<p>Durante o verão, <strong>alguns modelos podem agravar o inchaço e até causar lesões</strong>. Entre as piores opções estão os sapatos muito apertados, de material sintético, com salto alto e bico fino, que comprimem a região do tornozelo e prejudicam a circulação.</p>
<p>A boa notícia é a possibilidade de aliviar o desconforto e até evitar o edema com tipos mais adequados. Nesse sentido, Nayara Batagini recomenda priorizar calçados que tenham:</p>
<ul>
<li><strong>Salto entre 2 e 4 cm e solado flexível</strong>;</li>
<li><strong>Boa ventilação e ajuste firme</strong>, mas não seja apertado;</li>
</ul>
<p><strong>Tênis anatômicos e sandálias com palmilhas macias</strong>, que preservam o retorno venoso, são boas opções.</p>
<p>Ivan Antonio acrescenta que os modelos respiráveis e leves se destacam entre os mais indicados. “Os calçados abertos ajudam, desde que não causem fricção ou suor excessivo, porque aí podem machucar e formar bolhas”, pontua.</p>
<h2>Pequenos cuidados fazem diferença</h2>
<p>Além do sapato certo, há alguns hábitos diários que ajudam a reduzir o inchaço e manter a saúde dos pés, mesmo nos dias mais quentes:</p>
<ul>
<li><strong>Beber bastante água</strong> e <strong>elevar as pernas</strong> sempre que possível;</li>
<li><strong>Evitar longos períodos na mesma posição</strong>;</li>
<li>Praticar <strong>atividades que estimulem a panturrilha</strong>, como caminhadas e pedaladas;</li>
<li>Usar <strong>meias finas de algodão,</strong> que permitem ventilação;</li>
<li><strong>Trocar as meias e os sapatos todos os dias</strong>, deixando-os secar completamente.</li>
</ul>
<p>“As meias e palmilhas absorvem o suor, reduzem o atrito e evitam o mau cheiro e a sensação de ‘pé quente’”, reforça o podólogo. Para Nayara, manter a boa hidratação, o controle do peso e consultas regulares com o vascular ajudam a prevenir possíveis complicações dos sintomas.</p>
<h2>Quando o inchaço exige atenção</h2>
<p>Segundo a cirurgiã vascular, o inchaço frequente não deve ser encarado como algo normal e apenas uma consequência do calor. “Ele indica que a circulação está sobrecarregada. Em casos persistentes, é essencial avaliar se há causas venosas, linfáticas ou hormonais.”</p>
<p>Caso o diagnóstico seja confirmado, o tratamento pode incluir:</p>
<ul>
<li>Meias de compressão;</li>
<li>Drenagem linfática;</li>
<li>Medicamentos flebotônicos;</li>
<li>Procedimentos específicos, dependendo da gravidade.</li>
</ul>
<p>No entanto, apenas um médico especialista pode determinar as melhores medidas e fornecer orientações corretas.</p>
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		<item>
		<title>Diabetes e pés inchados: entenda a relação</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/diabetes-e-pes-inchados-entenda-a-relacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[drenagem linfática]]></category>
		<category><![CDATA[edema]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[pé inchado]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inchaço nos pés é um sintoma frequente entre diabéticos e pode ter origens variadas. Em boa parte das vezes, está ligado ao comprometimento de órgãos e sistemas que regulam o equilíbrio de líquidos no corpo, especialmente rins, vasos sanguíneos e coração. A seguir, você entende um pouco mais sobre as principais causas dessa ocorrência.<a href="https://www.baruel.com.br/diabetes-e-pes-inchados-entenda-a-relacao/">Continue reading <span class="sr-only">"Diabetes e pés inchados: entenda a relação"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O inchaço nos pés é um sintoma frequente entre diabéticos e pode ter origens variadas</strong>. Em boa parte das vezes, <strong>está ligado ao comprometimento de órgãos e sistemas que regulam o equilíbrio de líquidos no corpo, especialmente rins, vasos sanguíneos e coração</strong>. A seguir, você entende um pouco mais sobre as principais causas dessa ocorrência.</p>
<p>Segundo a endocrinologista Luiza Esteves, do Hospital São Marcelino Champagnat, o diabetes pode causar alterações renais e vasculares que afetam a drenagem adequada do sangue e a regulação de líquidos do corpo, levando ao acúmulo dessas substâncias e, consequentemente, ao inchaço da região.</p>
<p>“Esses sistemas têm papel importante no ajuste do equilíbrio hídrico e na drenagem adequada do sangue venoso. <strong>Quando há alterações, pode ocorrer o desenvolvimento de edema, ou seja, o inchaço</strong>”, explica a especialista.</p>
<h2>Quando o inchaço é preocupante</h2>
<p><strong>O descontrole glicêmico prolongado pode causar a chamada nefropatia diabética, em que os rins perdem a capacidade de eliminar o excesso de líquidos.</strong> Além disso, pessoas com diabetes têm maior risco de desenvolver insuficiência cardíaca, o que também favorece o aparecimento desse edema.</p>
<p>A endocrinologista Luiza Esteves alerta que esses quadros <strong>merecem atenção especial, quer dizer, quando o inchaço é persistente, assimétrico, vem acompanhado de dor, vermelhidão, feridas, ganho de peso rápido ou falta de ar.</strong> Nesses casos, é fundamental buscar avaliação médica.</p>
<p>“Entretanto, no geral, todo edema requer investigação. Mesmo quando leve, pode indicar o início de complicações nos rins, no coração ou na circulação”, completa a médica.</p>
<h2>Relação com o pé diabético</h2>
<p>A endocrinologista esclarece que o edema, quando associado à neuropatia, pode reduzir a sensibilidade local, favorecer rachaduras e aumentar o risco de feridas e infecções. Esses fatores elevam as chances de desenvolver o chamado pé diabético, além de outras complicações.</p>
<p>Por isso, é essencial que todo paciente com diabetes tenha seus pés avaliados com frequência. “O edema em pacientes diabéticos é multifatorial, podendo coexistir com causas venosas, cardíacas, renais e medicamentosas. O autocuidado e a inspeção diária dos pés são fundamentais para prevenir complicações”, pontua Luiza.</p>
<h2>Controle da glicemia ajuda</h2>
<p>De acordo com a endocrinologista, manter a glicemia dentro dos níveis adequados é uma forma eficaz de prevenção. Isso reduz o risco de doenças cardiovasculares e renais associadas ao diabetes, e, portanto, o surgimento de inchaços nas extremidades.</p>
<p>Além disso, dependendo da causa, outras medidas diárias ajudam a aliviar esse desconforto, como:</p>
<ul>
<li>Elevar os pés ao descansar;</li>
<li>Usar meias elásticas quando indicado;</li>
<li>Evitar o consumo excessivo de sódio;</li>
<li>Praticar atividade física regular.</li>
</ul>
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		<title>5 receitas de escalda-pés refrescantes para o calor</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/receitas-de-escalda-pes-refrescantes-para-o-calor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escalda Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[faça em casa]]></category>
		<category><![CDATA[pé inchado]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[spa em casa]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as altas temperaturas, os pés costumam inchar e ficar bem mais cansados. Um bom escalda-pés refrescante é capaz de aliviar o desconforto, melhorar a circulação e trazer sensação imediata de bem-estar. A técnica é simples, acessível e pode ser feita em casa com ingredientes naturais. Conforme pontua a cosmetóloga Talita Bovi, mestre em Engenharia<a href="https://www.baruel.com.br/receitas-de-escalda-pes-refrescantes-para-o-calor/">Continue reading <span class="sr-only">"5 receitas de escalda-pés refrescantes para o calor"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as altas temperaturas, os pés costumam inchar e ficar bem mais cansados. <strong>Um bom escalda-pés refrescante é capaz de aliviar o desconforto, melhorar a circulação e trazer sensação imediata de bem-estar</strong>. A técnica é simples, acessível e pode ser feita em casa com ingredientes naturais.</p>
<p>Conforme pontua a cosmetóloga Talita Bovi, mestre em Engenharia Biomédica e especialista em Medicina Estética e Cosmetologia, o <strong>segredo está, sobretudo, na temperatura da água e na combinação de ativos que estimulam o frescor</strong>. Isso faz com que o ritual proporcione <strong>descanso e melhora circulatória, além de reduzir a sensação de calor.</strong></p>
<p>“O <strong>ideal é usar água fria ou morna, até 30 °C,</strong> com ingredientes que promovam vasoconstrição periférica e sensação térmica de leveza. O resultado é imediato: alívio do inchaço e relaxamento dos músculos”, explica.</p>
<p>A especialista lembra que o objetivo é criar uma experiência que alivie o calor e o cansaço, sem agredir a pele. O efeito é alcançado pela combinação entre a temperatura adequada da água e ativos naturais com ação descongestionante.</p>
<p>Os principais benefícios são:</p>
<ul>
<li><strong>Alívio do inchaço</strong> e da sensação de peso nas pernas;</li>
<li><strong>Melhora da circulação</strong> sanguínea;</li>
<li><strong>Relaxamento muscular</strong>;</li>
<li><strong>Bem-estar térmico</strong> e sensação de leveza.</li>
</ul>
<h2>Ingredientes que trazem frescor</h2>
<p>Alguns elementos são verdadeiros aliados na hora de preparar um escalda-pés refrescante, como:</p>
<ul>
<li><strong>Hortelã-pimenta</strong>: efeito imediato de resfriamento, graças ao mentol;</li>
<li><strong>Eucalipto</strong>: estimula a circulação e refresca;</li>
<li><strong>Limão-siciliano</strong>: tem leve ação adstringente e ajuda na sensação geladinha;</li>
<li><strong>Alecrim</strong>: revigorante e estimulante;</li>
<li><strong>Sal grosso</strong>: relaxa e ajuda a desinchar;</li>
<li><strong>Lavanda</strong>: refrescante e relaxante;</li>
<li><strong>Chás ou extratos de hamamélis e hortelã</strong>: suavizam a pele.</li>
</ul>
<p>Para quem gosta de variar, a especialista sugere misturas que potencializam os efeitos:</p>
<ul>
<li>Hortelã-pimenta + limão-siciliano + sal grosso;</li>
<li>Eucalipto + alecrim + hidrolato de hortelã;</li>
<li>Hortelã-pimenta + lavanda;</li>
<li>Hamamélis + sal grosso + limão;</li>
<li>Alecrim + eucalipto + óleo essencial de menta;</li>
<li>Erva-doce + capim-limão + lavanda;</li>
<li>Laranja-doce + hibisco + hamamélis.</li>
</ul>
<h2>Como preparar o escalda-pés em casa?</h2>
<p>Talita Bovi recomenda um preparo simples e seguro:</p>
<p>1. Escolha uma bacia confortável;<br />
2. Adicione água fria ou morna até a altura dos tornozelos;<br />
3. Inclua ervas, sais ou óleos essenciais diluídos;<br />
4. Deixe os pés de molho por 15 a 20 minutos;<br />
5. Seque bem e finalize com um hidratante refrescante.</p>
<p>O escalda-pés pode ser feito duas a três vezes por semana, especialmente nos períodos mais quentes. Quem passa o dia em pé pode recorrer à técnica diariamente, desde que mantenha a hidratação da pele, além de todos os cuidados citados.</p>
<h2>Top 5 receitas refrescantes</h2>
<p><strong>Refrescância instantânea</strong></p>
<ul>
<li>2 colheres (sopa) de sal grosso</li>
<li>4 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta</li>
<li>Água fria</li>
</ul>
<p><em>Benefício</em>: proporciona alívio imediato e sensação de energia.</p>
<p><strong>Revigorante circulatório</strong></p>
<ul>
<li>1 punhado de alecrim fresco</li>
<li>3 gotas de óleo de eucalipto globulus</li>
<li>2 colheres (sopa) de sal grosso</li>
<li>Água fria ou morna</li>
</ul>
<p><em>Benefício</em>: estimula a circulação e reduz o inchaço.</p>
<p><strong>Frescor cítrico</strong></p>
<ul>
<li>Casca de 1 limão-siciliano</li>
<li>1 colher (sopa) de sal grosso</li>
<li>3 gotas de óleo de hortelã</li>
<li>Chá de hamamélis (opcional)</li>
</ul>
<p><em>Benefício</em>: efeito adstringente e revigorante.</p>
<p><strong>Relaxante refrescante</strong></p>
<ul>
<li>2 colheres (sopa) de sal grosso</li>
<li>2 gotas de lavanda + 2 de hortelã-pimenta</li>
<li>Água morna</li>
</ul>
<p><em>Benefício</em>: ideal para relaxar após um dia intenso.</p>
<p><strong>Ice Spa caseiro</strong></p>
<ul>
<li>1 litro de água gelada</li>
<li>Cubos de gelo</li>
<li>Chá de hortelã</li>
<li>3 gotas de óleo de eucalipto</li>
</ul>
<p><em>Benefício</em>: efeito geladinho intenso, ótimo para dias de calor extremo ou após atividade física.</p>
<p><strong>Extra: escalda-pés energizante</strong></p>
<ul>
<li>2 colheres de capim-limão;</li>
<li>1 colher de hibisco seco;</li>
<li>1 colher de casca de laranja-doce;</li>
<li>2 colheres de sal grosso;</li>
<li>2 litros de água quente (depois resfriada com gelo).</li>
</ul>
<p>Basta ferver os ingredientes por 5 minutos, tampar, repousar por 10 minutos e ajustar a temperatura com água fria. “Essa infusão combina propriedades calmantes, antioxidantes e aromáticas, perfeita para o verão”, ressalta Talita.</p>
<p>A cosmetóloga sugere aplicar creme hidratante com mentol ou gel refrescante de arnica ou castanha-da-índia logo após o escalda-pés para potencializar o efeito relaxante.</p>
<h2>Há contraindicações?</h2>
<p>Pessoas com diabetes descompensada, feridas abertas ou neuropatia periférica devem evitar o procedimento sem orientação profissional. Além delas, gestantes precisam consultar um especialista antes de usar determinados óleos essenciais, que podem ser contraindicados durante a gestação.</p>
<p><strong>Mesmo sendo natural, o escalda-pés requer atenção</strong>. Assim:</p>
<ul>
<li>Nunca use essências puras diretamente na pele, ou seja, sempre as dilua;</li>
<li>Evite ingredientes cítricos e exposição solar logo após;</li>
<li>Mantenha a temperatura da água entre 25 °C e 30 °C;</li>
<li>Faça um teste de sensibilidade antes de aplicar óleos essenciais.</li>
</ul>
<p>“Água muito quente pode causar vasodilatação excessiva e mal-estar, enquanto os óleos concentrados podem irritar a pele”, reforça a cosmetóloga.</p>
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		<item>
		<title>Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-por-que-pes-e-pernas-incham-no-calor-medico-responde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[pé inchado]]></category>
		<category><![CDATA[pernas inchadas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração. Conforme explica o cirurgião<a href="https://www.baruel.com.br/o-por-que-pes-e-pernas-incham-no-calor-medico-responde/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: <strong>as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração</strong>.</p>
<p>Conforme explica o cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, sob sol escaldante, o <strong>organismo reage automaticamente para tentar equilibrar a temperatura corporal</strong>. Como consequência, os membros podem aumentar de volume.</p>
<p>“<strong>Os pés incham no calor porque os vasos se dilatam para ajudar o corpo a se resfriar</strong>. Esse controle é automático, mas o líquido que deveria circular acaba se acumulando, dificultando o retorno venoso e provocando o edema”, especifica o especialista.</p>
<h2>Quem sofre mais com o inchaço no calor</h2>
<p>O edema é mais frequente entre certos grupos da população. “As <strong>pessoas que mais sofrem com o inchaço em dias quentes são as crianças e os idosos</strong>. No caso dos idosos, a desidratação é um agravante comum”, aponta o médico.</p>
<p>Além disso, o <strong>sobrepeso e o sedentarismo são fatores de risco</strong>. A falta de movimento e a pouca ativação muscular dificultam a circulação, enquanto o sobrepeso aumenta a pressão nas pernas e agrava o quadro.</p>
<p>De maneira geral, o problema não deve (ou deveria) ser visto apenas como estético ou passageiro. “O inchaço não é somente um desconforto. Pode indicar um problema circulatório sério, principalmente quando associado ao uso de determinados medicamentos para pressão”, alerta o cirurgião.</p>
<h2>Hábitos que ajudam a aliviar o inchaço</h2>
<p>Nos dias de calor intenso, é essencial reforçar alguns cuidados para manter o equilíbrio circulatório e evitar o acúmulo de líquidos. Joé Sestello recomenda:</p>
<ul>
<li>Beber bastante água para <strong>manter a hidratação</strong> e ajudar na circulação;</li>
<li><strong>Evitar roupas e calçados apertados</strong> que prejudicam o retorno venoso;</li>
<li><strong>Manter uma rotina de exercícios </strong>físicos leves após avaliação médica;</li>
<li><strong>Controlar fatores como pressão arterial, colesterol e triglicerídeos;</strong></li>
<li><strong>Evitar automedicação</strong> ou manipulação de pequenas feridas nos pés.</li>
</ul>
<p>A elevação das pernas por algum tempo pode ajudar a melhorar a circulação, mas isoladamente não resolve. “Só elevar não é suficiente. É preciso adotar um conjunto de medidas, como hidratação, atividade física e controle clínico, para melhorar o retorno do sangue ao coração”, avisa o médico.</p>
<p>Outro ponto de atenção são as meias elásticas, cujo uso pede cautela. Embora sejam aliadas no tratamento de problemas circulatórios, devem ser usadas apenas com orientação médica. “Se a compressão for inadequada, o edema pode piorar”, alerta o vascular.</p>
<h2>Quando o inchaço pede atenção médica</h2>
<p>Vale ressaltar que nem todo inchaço é benigno e o formato do edema pode dizer muito sobre a causa. “Se aparece em uma única perna ou nas duas, já é motivo suficiente para procurar o especialista. Não espere o surgimento de complicações”, adverte o cirurgião.</p>
<p>Ou seja, a <strong>avaliação profissional é essencial para identificar se o problema está ligado à circulação, ao uso de medicamentos ou a outras condições</strong>, como retenção de líquidos e doenças vasculares. A prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores estratégias para evitar complicações.</p>
<h2>Incômodo que vai além do calor</h2>
<p>A especialista em finanças Tatiana Cortes, de 34 anos, conhece bem o desconforto que o calor pode causar. “Sinto meus pés e pernas mais pesados, quentes e inchados, especialmente no fim do dia”, conta.</p>
<p>O problema se agrava quando Tatiana passa muito tempo em pé ou sentada. “Piora em dias muito quentes ou quando caminho longas distâncias&#8221;, diz. Para aliviar, ela criou uma rotina de autocuidado: elevar as pernas, fazer compressas frias, massagear os pés e beber bastante água.</p>
<p>O acompanhamento médico foi crucial e trouxe mais segurança. “Procurei um vascular e ele explicou que o calor e a má circulação podem agravar o inchaço. Desde então, comecei a fazer drenagem linfática e percebi melhora.”</p>
<p>Nos dias quentes, ela mantém hábitos que fazem diferença: “Uso sapatos leves, evito roupas apertadas, deixo os pés arejados e procuro me movimentar. Bebo pelo menos dois litros de água e faço drenagem semanalmente. Aprendi a não ignorar o desconforto, porque o inchaço constante pode indicar algo circulatório. Hoje presto muito mais atenção aos sinais do corpo”, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-evitar-pernas-inchadas-em-viagens-longas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 12:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais<a href="https://www.baruel.com.br/como-evitar-pernas-inchadas-em-viagens-longas/">Continue reading <span class="sr-only">"Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ficar horas sentado</strong> durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o <strong>inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine</strong>. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata.</p>
<p>Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque <strong>a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração</strong>. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos.</p>
<p>“O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica.</p>
<h2>Pessoas que têm mais riscos</h2>
<p>Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais:</p>
<ul>
<li>Pessoas acima dos 40 anos;</li>
<li>Quem tem histórico de varizes ou trombose;</li>
<li>Gestantes;</li>
<li>Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal;</li>
<li>Pessoas com sobrepeso ou obesidade;</li>
<li>Sedentários;</li>
<li>Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas.</li>
</ul>
<p>Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes.</p>
<h2>Como prevenir durante o trajeto</h2>
<p>A boa notícia é que <strong>pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos</strong>. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas:</p>
<ul>
<li><strong>Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas</strong>, sempre que possível;</li>
<li><strong>Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares</strong>, mesmo sentado;</li>
<li><strong>Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas</strong>;</li>
<li><strong>Usar roupas confortáveis e folgadas</strong> para não dificultar a circulação;</li>
<li>Ao chegar no destino, <strong>descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido</strong>.</li>
</ul>
<p>Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações.</p>
<h2>Quando usar meias de compressão</h2>
<p>As <strong>meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos</strong>. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista.</p>
<p>A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema.</p>
<h2>Sinais de alerta após a viagem</h2>
<p>Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem <strong>sinais que indicam a necessidade de avaliação médica:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Inchaço</strong> em apenas uma perna;</li>
<li><strong>Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento</strong> da região;</li>
<li>Persistência por mais de 48 horas após a viagem;</li>
<li><strong>Falta de ar, dor no peito ou palpitações</strong>.</li>
</ul>
<p>Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados.</p>
<h2>Atenção também às viagens do dia a dia</h2>
<p>O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz.</p>
<p>O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma.</p>
<p>Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.</p>
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		<title>Inchaço após entorse de tornozelo: o que fazer</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/inchaco-apos-entorse-de-tornozelo-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[edema]]></category>
		<category><![CDATA[entorse]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo R.I.C.E.]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entorse de tornozelo é uma lesão comum, mas pode causar grande desconforto. Além da dor, um dos sintomas frequentes é o edema &#8211; o inchaço da região lesionada, que ocorre devido à inflamação e à resposta do corpo ao trauma. Gustavo Nunes, ortopedista especializado em cirurgia do pé e tornozelo, esclarece que esse tipo<a href="https://www.baruel.com.br/inchaco-apos-entorse-de-tornozelo-o-que-fazer/">Continue reading <span class="sr-only">"Inchaço após entorse de tornozelo: o que fazer"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A entorse de tornozelo é uma lesão comum, mas pode causar grande desconforto. Além da dor, um dos sintomas frequentes é o edema &#8211; o inchaço da região lesionada, que ocorre devido à inflamação e à resposta do corpo ao trauma.</strong></p>
<p>Gustavo Nunes, ortopedista especializado em cirurgia do pé e tornozelo, esclarece que esse tipo de lesão pode afetar diretamente os ligamentos.</p>
<p>&#8220;Quando há um estiramento ou rompimento ligamentar, o organismo reage enviando mais líquido para a área, gerando edema. Quanto maior a gravidade da entorse, mais intenso tende a ser esse inchaço&#8221;, explica.</p>
<p>O especialista destaca ainda que entorses graves podem levar a fraturas, sendo a fíbula o osso mais afetado nesses casos. &#8220;Se houver muita dor, incapacidade de apoiar o pé no chão ou suspeita de fratura, é essencial buscar atendimento médico e realizar exames de imagem&#8221;, orienta.</p>
<h2>Como tratar o inchaço após uma entorse</h2>
<p>De acordo com a fisiologista Bianca Vilela, o primeiro passo para <strong>aliviar o edema é seguir o protocolo <em>R.I.C.E.</em> </strong>(sigla em inglês para repouso, gelo, compressão e elevação):</p>
<ul>
<li><strong>Repouso</strong>: evitar sobrecarregar o tornozelo nos primeiros dias.</li>
<li><strong>Gelo</strong>: aplicar compressas frias de 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, ajuda a reduzir o inchaço e a dor.</li>
<li><strong>Compressão</strong>: usar bandagem elástica ou tornozeleira pode oferecer suporte e limitar o inchaço.</li>
<li><strong>Elevação</strong>: manter o pé elevado acima do nível do coração melhora a circulação e reduz a retenção de líquidos na região.</li>
</ul>
<p>Além disso, o médico Gustavo Nunes acrescenta que, em casos de entorses moderadas ou graves, o uso de uma bota ortopédica pode ser necessário por até quatro semanas para garantir estabilidade e auxiliar na recuperação.</p>
<h2>Fisioterapia e intervenção médica</h2>
<p><strong>O tempo de recuperação varia conforme a gravidade da entorse.</strong> Casos leves melhoram em poucos dias, enquanto os mais severos podem levar semanas ou até meses. A fisioterapia precoce é um dos fatores mais importantes para acelerar a reabilitação e prevenir complicações.</p>
<p>&#8220;Lesões multiligamentares ou instabilidades crônicas podem exigir cirurgia, que atualmente é feita por artroscopia, um procedimento minimamente invasivo&#8221;, esclarece Gustavo Nunes.</p>
<p>Bianca Vilela, por sua vez, ressalta que o <strong>fortalecimento muscular é essencial para prevenir entorses e edemas recorrentes</strong>. &#8220;Músculos fortes estabilizam as articulações e absorvem impactos, reduzindo o risco de lesões&#8221;, diz.</p>
<p>Assim, exercícios como elevação de calcanhares, uso de faixas elásticas para resistência e treinos de equilíbrio em superfícies instáveis ajudam a restaurar a força e a mobilidade do tornozelo após uma lesão.</p>
<p>&#8220;A propriocepção, ou seja, a percepção do corpo no espaço, também precisa ser treinada para evitar novos episódios de entorse&#8221;, complementa a profissional.</p>
<h2>Retorno aos treinos</h2>
<p><strong>Nem pensar em retomar os treinos com o tornozelo inchado,</strong> ok? A fisiologista alerta que retomar atividades físicas com edema pode piorar a inflamação e prolongar a recuperação.</p>
<p>&#8220;O ideal é aguardar a redução do inchaço, seguir um plano de reabilitação e só voltar aos treinos quando houver plena estabilidade e ausência de dor&#8221;, frisa.</p>
<p>No entanto, existem alternativas para manter o condicionamento físico sem sobrecarregar o tornozelo, que incluem exercícios de fortalecimento do core, musculação para a parte superior do corpo, bicicleta ergométrica leve e natação.</p>
<p>O médico Gustavo Nunes reforça uma questão importante: <strong>caso a dor persista ou o inchaço não diminua, é essencial buscar orientação especializada para evitar complicações e garantir uma recuperação completa.</strong></p>
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