<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Primeiros Fios, queda natura e crescimento - Baruel Baby</title>
	<atom:link href="https://www.baruel.com.br/universo-infantil/cabelos-e-cabelinhos/primeiros-fios/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.baruel.com.br/universo-infantil/cabelos-e-cabelinhos/primeiros-fios/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 18:53:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2024/11/cropped-favicon-96x96-1-32x32.png</url>
	<title>Primeiros Fios, queda natura e crescimento - Baruel Baby</title>
	<link>https://www.baruel.com.br/universo-infantil/cabelos-e-cabelinhos/primeiros-fios/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/minha-filha-de-1-ano-quase-nao-tem-cabelo-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiros Fios]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[fios]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=5097</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alguns pais ficam preocupados quando o bebê completa o primeiro ano de vida e apresenta poucos fios de cabelo. Além da frustração de quem idealizou penteados e da comparação com outras crianças mais cabeludas, surge o medo de aquilo indicar algo grave. Mas vale saber que normalmente essa situação faz parte do desenvolvimento natural. Conforme<a href="https://www.baruel.com.br/minha-filha-de-1-ano-quase-nao-tem-cabelo-e-normal/">Continue reading <span class="sr-only">"Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/minha-filha-de-1-ano-quase-nao-tem-cabelo-e-normal/">Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns pais ficam preocupados quando o bebê completa o <strong>primeiro ano de vida e apresenta poucos fios de cabelo</strong>. Além da frustração de quem idealizou penteados e da comparação com outras crianças mais cabeludas, surge o medo de aquilo indicar algo grave. Mas <strong>vale saber que normalmente essa situação faz parte do desenvolvimento natural.</strong></p>
<p>Conforme explica a dermatologista Luiza Turner, da clínica Total Kids, é<strong> bastante comum que crianças nessa idade ainda tenham menos cabelo aparente.</strong> Isso acontece porque <strong>as estruturas responsáveis pelo crescimento do cabelo, conhecidas como folículos capilares, ainda estão em fase de maturação.</strong></p>
<p>“Na grande maioria dos casos, ter poucos fios é completamente normal e não representa doença. <strong>O crescimento capilar infantil é gradual, e cada criança tem o seu próprio ritmo</strong>”, assegura a especialista.</p>
<h2>Bebês com menos cabelo</h2>
<p>Sem uma regra universal, <strong>a quantidade de fios e o próprio crescimento deles varia para cada pessoinha.</strong> Enquanto alguns bebês nascem cabeludos, outros apresentam fios bem fininhos ou até menos cabelo durante o primeiro ano de vida.</p>
<p>Segundo a médica, <strong>essa diferença costuma estar relacionada a fatores individuais, como genética familiar, espessura natural do fio, etnia e fase do ciclo capilar.</strong></p>
<p>Em muitos casos, inclusive, <strong>a genética explica boa parte dessas diferenças.</strong> Se os pais tiveram pouco cabelo na infância, por exemplo, é bastante provável que a criança apresente um padrão semelhante.</p>
<h2>Quando é hora de investigar</h2>
<p>“<strong>A recomendação é aguardar até os dois anos de idade para investigar crescimento capilar reduzido,</strong> desde que a criança esteja saudável e sem sinais associados”, orienta a especialista Luiza Turner.</p>
<p>Mas existem alguns sinais que merecem atenção:</p>
<ul>
<li>áreas completamente sem cabelo (falhas bem definidas);</li>
<li>queda de cabelo progressiva;</li>
<li>lesões ou descamação no couro cabeludo;</li>
<li>alterações no desenvolvimento.</li>
</ul>
<p>Nesses casos, a avaliação médica com pediatra ou dermatologista pode tirar dúvidas, tranquilizar a família e investigar possíveis alterações dermatológicas, genéticas ou nutricionais, se necessário.</p>
<h2>Adote só cuidados comprovados</h2>
<p>Mesmo quando o bebê tem poucos fios, <strong>alguns cuidados simples ajudam a manter o couro cabeludo saudável durante essa fase</strong>. O mais importante é manter hábitos básicos e evitar práticas que possam prejudicar o crescimento capilar.</p>
<p>A dermatologista também recomenda:</p>
<ul>
<li>manter uma alimentação equilibrada;</li>
<li>realizar a higiene adequada com shampoo infantil suave;</li>
<li>evitar tração excessiva nos cabelos, como penteados apertados ou uso frequente de elásticos;</li>
<li>não utilizar produtos químicos.</li>
</ul>
<p>“Raspar o cabelo ou usar produtos que prometem ‘fortalecer’ os fios não altera a espessura, a velocidade de crescimento ou o número de cabelos. Isso ocorre de forma fisiológica com o desenvolvimento da criança”, reforça Luiza.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/minha-filha-de-1-ano-quase-nao-tem-cabelo-e-normal/">Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até onde é normal o cabelo das crianças cair?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ate-onde-e-normal-o-cabelo-das-criancas-cair/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiros Fios]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[fios]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[queda de cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde capilar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=4672</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ver fios no berço, no travesseiro ou no carrinho pode assustar muitos pais. Afinal, a expectativa costuma ser de que o cabelo do bebê apenas cresça e fique cada vez mais cheio e forte. E logo surge a dúvida: será que é normal ou há algo errado? A tricologista Juliana Souza, especialista em medicina capilar,<a href="https://www.baruel.com.br/ate-onde-e-normal-o-cabelo-das-criancas-cair/">Continue reading <span class="sr-only">"Até onde é normal o cabelo das crianças cair?"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/ate-onde-e-normal-o-cabelo-das-criancas-cair/">Até onde é normal o cabelo das crianças cair?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ver fios no berço, no travesseiro ou no carrinho pode assustar muitos pais. Afinal, a <strong>expectativa costuma ser de que o cabelo do bebê apenas cresça e fique cada vez mais cheio e forte</strong>. E logo surge a dúvida: será que é normal ou há algo errado?</p>
<p>A tricologista Juliana Souza, especialista em medicina capilar, tranquiliza ao explicar que <strong>a queda pode, sim, acontecer em diferentes fases da infância e nem sempre indica problema.</strong> Nos primeiros meses de vida, por exemplo,<strong> é comum ocorrer uma troca fisiológica dos fios, algo que faz parte da adaptação do organismo.</strong></p>
<p>“Muitos pais e cuidadores se surpreendem porque acreditam que o crescimento será contínuo. Mas o <strong>cabelo infantil também passa por períodos de troca e sincronização dos ciclos capilares, levando à queda antes da estabilização</strong>”, explicou a médica.</p>
<h2>Cada idade, um motivo</h2>
<p>Quando o assunto é queda capilar, existem diferenças em cada fase da vida:</p>
<ul>
<li><strong>recém-nascidos</strong>: é relacionada às <strong>mudanças hormonais</strong> após o parto;</li>
<li><strong>bebês maiores</strong>: ocorre a <strong>troca dos fios</strong> mais finos (lanugo) pelos mais grossos;</li>
<li><strong>crianças maiores</strong>: <strong>outras causas</strong> precisam ser consideradas, como deficiências nutricionais, doenças do couro cabeludo, queda por tração causada por penteados apertados, atrito constante ou até fatores emocionais.</li>
</ul>
<p><strong>Além disso, o ciclo capilar infantil é diferente do adulto.</strong> A fase anágena, que é a etapa de crescimento do fio, tende a ser um pouco mais curta na infância. Com o passar dos anos, esse ciclo vai se ajustando gradualmente até se aproximar do padrão adulto.</p>
<h2>A queda é normal se…</h2>
<p>Segundo a tricologista Juliana Souza, a <strong>queda difusa do cabelinho é bem comum nos primeiros meses de vida.</strong> Também é <strong>comum notar fios mais ralos na região occipital, na parte de trás da cabeça, devido ao atrito com o berço ou o travesseiro</strong>.</p>
<p>Em geral, o quadro é esperado, transitório e apresenta recuperação espontânea, ou seja, sem necessidade de intervenção ou tratamento. Nesses casos, não deve haver nenhum outro sintoma além da perda capilar.</p>
<h2>Quando é hora de investigar</h2>
<p>É preciso atenção quando surgem <strong>sinais diferentes do padrão fisiológico</strong>. Entre os principais pontos de alerta estão:</p>
<ul>
<li>falhas localizadas ou placas sem cabelo;</li>
<li>rarefação progressiva que aumenta com o tempo;</li>
<li>vermelhidão, descamação, coceira ou crostas no couro cabeludo;</li>
<li>fios muito quebradiços ou alteração na haste;</li>
<li>queda persistente por vários meses sem recuperação.</li>
</ul>
<p>A especialista orienta que o pediatra deve ser o primeiro profissional procurado pela família. Porém, se houver um ou mais desses sintomas, é indicado o encaminhamento para avaliação com dermatologista ou tricologista que atende bebês e crianças.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/ate-onde-e-normal-o-cabelo-das-criancas-cair/">Até onde é normal o cabelo das crianças cair?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/primeiro-corte-de-cabelo-como-se-preparar-para-o-momento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiros Fios]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[corte de cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[primeira infância]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=4542</guid>

					<description><![CDATA[<p>O primeiro corte de cabelo costuma ser mais do que uma simples ida ao salão. Para muitas famílias, marca a passagem simbólica do bebê para uma nova fase da infância, despertando nostalgia, expectativa e até um certo aperto no coração. Entre fotos, vídeos e mechas guardadas, o momento se transforma em memória afetiva. Com Giovanna<a href="https://www.baruel.com.br/primeiro-corte-de-cabelo-como-se-preparar-para-o-momento/">Continue reading <span class="sr-only">"Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/primeiro-corte-de-cabelo-como-se-preparar-para-o-momento/">Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O primeiro corte de cabelo costuma ser mais do que uma simples ida ao salão.</strong> Para muitas famílias, <strong>marca a passagem simbólica do bebê para uma nova fase da infância, despertando nostalgia, expectativa e até um certo aperto no coração</strong>. Entre fotos, vídeos e mechas guardadas, o momento se transforma em memória afetiva.</p>
<p>Com Giovanna Moura, mãe de um menino de 3 anos, não foi diferente: a decisão veio acompanhada por emoção e muito significado. “Escolhemos o corte ‘tigelinha’, que eu sempre fui apaixonada. Senti como se ele estivesse virando um mocinho porque precisava cortar o cabelo”, lembra, com saudade.</p>
<p>O menino se mostrou curioso e corajoso, sobretudo após acompanhar o corte do melhor amigo. No salão infantil, com carrinhos e brinquedos, o clima ajudou. “Eu chorei. O pai ficou todo bobo. Tiramos fotos, gravamos, foi lindo!”, conta a mãe. Aproveitaram o momento e guardaram uma pequena mecha do cabelo no livrinho de maternidade, como registro de uma fase bonita.</p>
<h2>Mudança visível, emoção inevitável</h2>
<p>Para a cabeleireira infantil Rô Freire, do complexo de beleza Pelle Capelli, <strong>o primeiro corte costuma ser carregado de emoção porque simboliza crescimento</strong>. “Representa uma mudança visível no desenvolvimento da criança. A imagem do bebê começa a dar lugar a uma nova fase, o que desperta apego, nostalgia e até insegurança”, comenta.</p>
<p>No dia a dia do salão, ela afirma que <strong>o momento vai além da estética.</strong> Costuma ser nessa hora que os adultos percebem que os filhos estão crescendo. Para um marco afetivo tão importante, os pais e cuidadores buscam um profissional de confiança, afinal, não é apenas um cabelo; é a primeira mudança de visual.</p>
<h2>Existe idade certa para cortar?</h2>
<p>Não há idade adequada para o primeiro corte. Segundo Rô Freire, o que orienta essa decisão é a necessidade prática:</p>
<ul>
<li>os fios atrapalham a visão;</li>
<li>o comprimento dificulta a higiene;</li>
<li>o cabelo começa a afetar a rotina.</li>
</ul>
<p>Mas a escolha deve sempre partir da família, que conhece de perto a rotina da criança. Por outro lado, o papel do profissional, nesse contexto, é adaptar o atendimento à fase em que a criança está, independentemente da idade. Mais do que seguir um calendário, o importante é respeitar o ritmo e o conforto do pequeno.</p>
<h2>Medos, expectativas e preparação</h2>
<p>A cabeleireira infantil observa que <strong>muitos pais chegam apreensivos,</strong> preocupados se o pequeno vai chorar, se vai se mexer demais ou se a experiência pode se tornar negativa. Ainda existe a expectativa de que o corte seja rápido, seguro e confortável.</p>
<p>“<strong>A forma como os adultos conduzem o momento influencia diretamente a reação da criança.</strong> Manter postura tranquila, evitar frases que criem medo e não tratar o corte como obrigação ajudam bastante”, garante.</p>
<p>Por isso, conversar com os pais durante o processo e ajustar o atendimento conforme a reação do minicliente faz parte de uma condução cuidadosa. Quando os responsáveis confiam no profissional e transmitem segurança, tudo flui melhor.</p>
<h2>Um ritual que pode ser leve</h2>
<p>Para quem é da área, <strong>o primeiro corte exige sensibilidade.</strong> Entre os principais fatores para a experiência ser positiva estão:</p>
<ul>
<li>estar em um ambiente calmo;</li>
<li>oferecer atendimento respeitoso e com pausas;</li>
<li>ter um profissional que compreenda o comportamento infantil.</li>
</ul>
<p>“Não se trata de velocidade, mas de condução cuidadosa, ajustando postura e técnica ao movimento da criança. Afinal, o primeiro corte não é apenas um serviço técnico: envolve escuta, paciência e repertório”, argumenta Rô Freire.</p>
<p>Para a mãe Giovanna, o episódio com o filho é lembrado com serenidade. “É uma fase como muitas outras da maternidade. Dá saudade daquele bebezinho, mas às vezes o corte é também uma necessidade. E quanto mais leve e legal for, melhor.”</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/primeiro-corte-de-cabelo-como-se-preparar-para-o-momento/">Primeiro corte de cabelo: como se preparar para o momento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
