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	<title>Texturas e Tipos de Cabelo na infância - Baruel Baby</title>
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	<title>Texturas e Tipos de Cabelo na infância - Baruel Baby</title>
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		<title>Filha cacheada quer o cabelo liso das princesas: o que faço?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:50:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cabelos e Cabelinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na infância, querer se parecer com uma princesa não soa como algo problemático até entender o contexto de cada criança. Quando meninas cacheadas ou crespas pedem por um cabelo liso “como o das princesas”, a situação não é tão simples assim. Questões como comparação e identidade são postas à mesa &#8211; e isso pode ser<a href="https://www.baruel.com.br/filha-cacheada-quer-o-cabelo-liso-das-princesas-o-que-faco/">Continue reading <span class="sr-only">"Filha cacheada quer o cabelo liso das princesas: o que faço?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na infância, querer se parecer com uma princesa não soa como algo problemático até entender o contexto de cada criança.</strong> Quando meninas cacheadas ou crespas pedem por um cabelo liso “como o das princesas”, a situação não é tão simples assim. Questões como comparação e identidade são postas à mesa &#8211; e isso <strong>pode ser um pedido de ajuda por pertencimento e aceitação.</strong></p>
<p>A jornalista Caroline Ferreira é mãe de uma menina de 5 anos e viveu essa experiência de forma intensa. “Nem todo o estudo da negritude me preparou para o momento em que a minha filha queria ser branca, ter traços de branco e ser reconhecida como branca”, relata.</p>
<p>O episódio foi no Carnaval, quando a filha escolheu a fantasia da Cinderela e ficou triste porque o cabelo natural dela “não combinava” com o da personagem. Mesmo sendo estudiosa dos movimentos negros e ancestrais, a mãe Carol lembra que a dor foi o sentimento que a invadiu, como se fosse um soco no estômago.</p>
<p>Impactada, ela se viu em um duelo entre a mulher preta empoderada que sempre buscou ser e a mãe que só desejava ver a filha feliz. A saída foi uma só: intensificar as conversas, referências e os cuidados. O processo dessa construção de identidade, porém, não é nada simples.</p>
<h2>De onde nasce esse desejo?</h2>
<p>Segundo a neuropsicóloga infantil Aline Graffiette, da Mental One, <strong>as crianças constroem as próprias noções de beleza a partir das referências com as quais se deparam repetidamente.</strong></p>
<p>Vale lembrar que, há muito tempo, quase todas as princesas e heroínas são representadas com cabelo liso e longo. Quando uma menina observa tais personagens, associa esse modelo padrão à ideia de beleza, aceitação e pertencimento.</p>
<p><strong>O repertório familiar também conta</strong>. “O que tem sido apreciado e valorizado dentro de casa, quais atitudes e pessoas (ou personagens) os pais elogiam, o que é valoroso para aquela família. A criança assiste esse movimento”, pontua a neuropsicóloga.</p>
<p>Isso porque, desde a infância, a sociedade costuma passar mensagens implícitas sobre aparência, sobretudo para as meninas. Comentários, elogios, brinquedos e histórias reforçam que o valor feminino está ligado ao visual.</p>
<p>Para a terapia comportamental, essas experiências ajudam a construir crenças centrais como “para ser bonita preciso me parecer com isso”.</p>
<h2>O impacto emocional da rejeição</h2>
<p><strong>Sentir-se longe do que é um padrão pode levar à própria rejeição.</strong> Assim, quando a criança repele a textura de seu cabelo, por exemplo, isso pode indicar o início de uma desconexão com a própria identidade. Como resultado, surgem sentimentos de inadequação, frustração e diminuição da autoestima.</p>
<p>“A imagem corporal começa a se formar cedo. Se ela aprende que algo que faz parte dela “não é bonito”, isso pode se transformar em pensamentos automáticos negativos sobre si mesma, limitando o que acredita ser capaz de fazer ou ser”, avalia Aline Graffiette.</p>
<p>Por isso, <strong>o desejo pelo cabelo liso não deve ser tratado como rebeldia ou vaidade excessiva, mas como um pedido por pertencimento e aceitação</strong>. Quando adultos oferecem escuta e acolhimento, ajudam a criança a elaborar esse sentimento sem se transformar em culpa ou conflito.</p>
<h2>Como conversar sem invalidar</h2>
<p>A neuropsicóloga infantil orienta que o primeiro passo é acolher o desejo, sem julgamentos. Frases como “entendo que você ache bonito” fazem a criança se sentir ouvida. A partir daí, é possível ampliar a conversa e mostrar outras visões.</p>
<p>O fortalecimento da autoestima acontece quando o adulto:</p>
<ul>
<li>Valida a emoção da criança;</li>
<li>Oferece novas perspectivas;</li>
<li>Reforça o valor da criança para além da aparência.</li>
</ul>
<p>Além disso, pode ser um momento adequado para buscar apoio externo. Psicoterapia, conversas na escola, rodas de diálogo e atividades que ampliem o repertório ajudam a ter contato com diferentes olhares e percepções.</p>
<h2>Representatividade e identidade</h2>
<p><strong>A representatividade é fundamental nesse processo</strong>. “Quando a criança se vê refletida em livros, desenhos, bonecas e referências reais, aprende que pode ser bonita, forte e valorizada sendo quem é”, observa a especialista.</p>
<p>Entre estratégias úteis, os pais podem:</p>
<ul>
<li>Valorizar os cachos com <strong>linguagem positiva</strong> no dia a dia;</li>
<li>Evitar comparações ou comentários negativos;</li>
<li>Transformar o cuidado com os fios em um <strong>momento prazeroso de autocuidado</strong>;</li>
<li>Buscar desenhos, personagens e conteúdos que representem diferentes texturas de cabelo;</li>
<li><strong>Ampliar referências</strong> dentro da própria família e comunidade.</li>
</ul>
<p>Caroline Ferreira coloca essa lista em prática com a filha e busca mostrar à menina que o superpoder da mulher está na individualidade &#8211; e que o cabelo é uma peça-chave nisso. “Quero que ela tenha referências pretas de beleza. Quero que ela se sinta vista, respeitada e amada, independentemente de como estiver o cabelo dela”, pontua.</p>
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