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	<title>Doenças e Dores de bebês e crianças - Baruel Baby</title>
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	<title>Doenças e Dores de bebês e crianças - Baruel Baby</title>
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		<title>Criança pequena pode tomar banho de sol? Descubra!</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/crianca-pequena-pode-tomar-banho-de-sol-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição ao sol faz parte da rotina de muitas famílias, mas, durante o início da primeira infância, o assunto requer mais cuidado e costuma vir repleto de dúvidas. Afinal, o sol é aliado da saúde ou pode representar riscos às crianças pequenas? A resposta passa, antes de tudo, por equilíbrio e informação de qualidade.<a href="https://www.baruel.com.br/crianca-pequena-pode-tomar-banho-de-sol-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Criança pequena pode tomar banho de sol? Descubra!"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição ao sol faz parte da rotina de muitas famílias, mas, <strong>durante o início da primeira infância, o assunto requer mais cuidado e costuma vir repleto de dúvidas</strong>. Afinal, o sol é aliado da saúde ou pode representar riscos às crianças pequenas? A resposta passa, antes de tudo, por <strong>equilíbrio e informação de qualidade.</strong></p>
<p>Para o pediatra Antônio Carlos Turner, da clínica Total Kids, o ponto central é a <strong>segurança fotobiológica</strong>. O sol é vital para a síntese de vitamina D e para a regulação do ciclo circadiano, mas <strong>a pele infantil ainda é mais fina e sensível que a do adulto.</strong></p>
<p>“O foco precisa ser colher os benefícios dessa exposição sem provocar danos oxidativos ou queimaduras. Não se pode ultrapassar o limite de segurança da pele infantil”, esclarece o médico.</p>
<h2>Benefícios e diferenças conforme a idade</h2>
<p>Embora a suplementação de vitamina D seja conduta padrão durante os primeiros meses de vida, a exposição à luz natural, <strong>quando permitida, é benéfica</strong>: auxilia na <strong>regulação do humor</strong> e na <strong>consolidação do ritmo biológico</strong>. Além disso, o contato com a claridade ajuda o cérebro a compreender os ciclos de dia e noite.</p>
<p>De acordo com o especialista, as orientações gerais variam conforme a idade:</p>
<ul>
<li><strong>Bebês até 6 meses</strong>: a exposição não deve acontecer ou deve ser mínima e muito controlada. Nessa fase, o sol deve ser apenas indireto, já que o uso de protetor solar não é recomendado.</li>
<li><strong>Crianças maiores</strong>: com barreira cutânea mais madura, a garotada pode (e deve) usar fotoproteção, o que permite atividades ao ar livre por períodos mais longos, respeitando horários adequados.</li>
</ul>
<p>Além disso, para a síntese de vitamina D, exposições curtas de 10 a 15 minutos, três vezes por semana, costumam ser suficientes para áreas pequenas, como braços e pernas. Para lazer, o tempo pode ser maior, desde que haja proteção adequada.</p>
<h2>Horário, local e uso de protetor</h2>
<p>Os melhores horários para a exposição são <strong>antes das 10h e após as 16h</strong>, quando a incidência de raios UVB é menor. Isso porque, entre esse período, a radiação ultravioleta atinge seu pico de intensidade e deve ser evitada.</p>
<p>“O ideal é que o banho de sol aconteça ao ar livre. O vidro das janelas bloqueia a maioria dos raios UVB, que são justamente os responsáveis pela síntese de vitamina D na pele. E <strong>o contato com o ambiente externo também estimula o desenvolvimento sensorial da criança</strong>”, ressalta o pediatra Antônio Carlos Turner.</p>
<p>Vale lembrar que, <strong>a partir dos 6 meses, o uso de protetor solar torna-se indispensável</strong> em qualquer exposição direta ou prolongada, priorizando produtos com filtros físicos, de barreira mineral, e específicos para a idade.</p>
<h2>Cuidados essenciais e situações de cautela</h2>
<p><strong>Para evitar riscos como queimaduras, insolação ou ressecamento da pele,</strong> o profissional orienta cuidados fundamentais:</p>
<ul>
<li>oferecer <strong>água constantemente</strong>, garantindo hidratação adequada;</li>
<li>investir em <strong>proteção física</strong>, como chapéus com abas, roupas com proteção UV e óculos escuros de qualidade;</li>
<li>observar os <strong>sinais da pele</strong>: se ficar levemente rosada, indica que o limite seguro foi atingido.</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, o banho de sol deve ser evitado ou feito com cautela redobrada. Por isso, é importante consultar o pediatra antes da exposição solar, especialmente para crianças que:</p>
<ul>
<li>utilizam medicações fotossensibilizantes, como alguns antibióticos;</li>
<li>tenham histórico de dermatite atópica severa;</li>
<li>estejam com febre ou processos infecciosos agudos.</li>
</ul>
<p>Por fim, o pediatra Antônio Carlos destaca que esse momento também pode ser uma oportunidade de interação. Desconectar-se das telas e brincar ao ar livre fortalece não apenas a saúde física, mas também a saúde emocional da criança.</p>
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		<title>Como saber se o bebê está com cólica ou gases?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-saber-se-o-bebe-esta-com-colica-ou-gases/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
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		<category><![CDATA[gases]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desconfortos abdominais são comuns nos primeiros meses de vida e costumam gerar muita dúvida nos cuidadores. Embora gases e cólicas possam causar as mesmas reações, como choro e irritação, não são situações iguais. Entender a diferença ajuda a lidar melhor com o quadro e tratá-lo corretamente. A gastroenterologista pediátrica Aline Falleiros explica que a cólica<a href="https://www.baruel.com.br/como-saber-se-o-bebe-esta-com-colica-ou-gases/">Continue reading <span class="sr-only">"Como saber se o bebê está com cólica ou gases?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfortos abdominais são comuns nos primeiros meses de vida e costumam gerar muita dúvida nos cuidadores. <strong>Embora gases e cólicas possam causar as mesmas reações, como choro e irritação, não são situações iguais.</strong> Entender a diferença ajuda a lidar melhor com o quadro e tratá-lo corretamente.</p>
<p>A gastroenterologista pediátrica Aline Falleiros explica que a <strong>cólica do lactente é considerada um distúrbio funcional ligado à maturação dos sistemas gastrointestinal e nervoso</strong>. Por outro lado, os <strong>gases fazem parte do processo digestivo normal e</strong>, na maioria das vezes, <strong>causam apenas um incômodo leve e passageiro</strong>.</p>
<p>Segundo a especialista, <strong>gases e cólicas podem ocorrer ao mesmo tempo</strong>, já que a fermentação do leite no intestino leva à produção de gases ao longo do dia e da noite. Inclusive, a presença dos gases indica que a digestão está acontecendo normalmente.</p>
<h2>Gases X cólicas</h2>
<p><strong>Os gases costumam provocar um desconforto abdominal leve, acompanhado de aumento do volume da barriga e flatulência. O choro, quando aparece, tende a ser esporádico, de menor intensidade e melhora rapidamente, sem se repetir de forma sistemática ao longo dos dias.</strong></p>
<p><strong>Já a cólica apresenta um padrão mais previsível e repetitivo. O bebê pode ter episódios frequentes de choro inconsolável, geralmente no fim da tarde ou início da noite, várias vezes na semana.</strong> Mesmo que não dure três horas seguidas exatamente, o que define o quadro é a repetição desse comportamento por dias consecutivos.</p>
<p>Além disso, alguns sinais corporais costumam acompanhar a <strong>dor abdominal mais intensa</strong>. A médica destaca os principais para ficar de olho:</p>
<ul>
<li>rosto avermelhado;</li>
<li>contrações visíveis no abdome;</li>
<li>enrijecimento muscular;</li>
<li>torções do corpo;</li>
<li>irritação intensa e dificuldade para se acalmar.</li>
</ul>
<h2>O que pode causar ou piorar</h2>
<p>Um dos argumentos populares é que engolir ar durante a mamada ou uso de mamadeira provoca gases. Entretanto, não há evidências de que isso aumente o problema. Na verdade, a <strong>produção de gases está relacionada sobretudo à ação das bactérias da microbiota intestinal durante a digestão.</strong></p>
<p>Já a <strong>cólica do lactente não tem uma única causa definida</strong>. Alguns estudos indicam que pode estar associada a fatores como:</p>
<ul>
<li>imaturidade do sistema nervoso central;</li>
<li>alterações na motilidade intestinal;</li>
<li>hormônios gastrointestinais;</li>
<li>composição da microbiota;</li>
<li>fatores ambientais e biopsicossociais da família.</li>
</ul>
<p>Apesar de muito desconfortável, a <strong>cólica é autolimitada: costuma surgir nas primeiras semanas de vida, atingir o pico entre a sexta e a oitava semana e melhorar progressivamente até os três ou quatro meses, desaparecendo quase sempre antes dos cinco meses.</strong></p>
<h2>O que alivia gases e cólicas do bebê</h2>
<p>Durante as crises, o mais importante é tentar acalmar o bebê. Algumas medidas simples e seguras podem ajudar a resolver a questão:</p>
<ul>
<li><strong>dar colo</strong> com movimentos ritmados;</li>
<li>manter <strong>contato direto da barriga</strong> do cuidador com a do bebê;</li>
<li>enrolar o bebê como um “<strong>charutinho</strong>”;</li>
<li>posicionar de <strong>lado ou de bruços</strong> (sempre com supervisão);</li>
<li>colocar <strong>compressas mornas no abdome</strong>, com cuidado para evitar queimaduras;</li>
<li>recorrer a <strong>ruídos brancos</strong>.</li>
</ul>
<p>A gastropediatra Aline Falleiros reforça que não há comprovação científica sobre a eficácia dos medicamentos para as cólicas, mesmo que alguns bebês se beneficiem em casos específicos. Os chás também não são indicados antes dos seis meses de vida.</p>
<p>Já as restrições alimentares maternas só devem ser consideradas quando houver diagnóstico de alergia ou intolerância feito pelo pediatra.</p>
<h2>Quando procurar o médico</h2>
<p>A avaliação médica é recomendada sempre que surgirem sinais de alerta, como:</p>
<ul>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>dificuldade para ganhar peso;</li>
<li>febre;</li>
<li>recusa para mamar;</li>
<li>vômitos frequentes ou com sangue.</li>
</ul>
<p>Nessas situações, é fundamental investigar causas além dos desconfortos funcionais comuns da infância para o especialista definir o melhor tratamento.</p>
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