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	<title>Saiba mais sobre dermatite - Baruel Baby</title>
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		<title>Casquinha na cabeça do bebê: posso retirar com produto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:44:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As “casquinhas” na cabeça do bebê chamam a atenção dos pais e cuidadores de primeira viagem, mas não costumam indicar problemas. Trata-se de uma situação comum nos primeiros meses de vida e a presença delas faz parte de uma condição benigna da pele, que tende a melhorar com o tempo e cuidados simples no dia<a href="https://www.baruel.com.br/casquinha-na-cabeca-do-bebe-posso-retirar-com-produto/">Continue reading <span class="sr-only">"Casquinha na cabeça do bebê: posso retirar com produto?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As “<strong>casquinhas</strong>” na cabeça do bebê chamam a atenção dos pais e cuidadores de primeira viagem, mas não costumam indicar problemas. Trata-se de uma <strong>situação comum nos primeiros meses de vida e a presença delas faz parte de uma condição benigna da pele, que tende a melhorar com o tempo e cuidados simples</strong> no dia a dia, como alguns produtos seguros.</p>
<p>A pediatra, alergista e imunologista Fernanda Soubak explica que essas escamas são conhecidas como <strong>crosta láctea, nome popular da dermatite seborreica do lactente.</strong> Aparecem como <strong>escaminhas amareladas ou esbranquiçadas, às vezes com aspecto oleoso e, geralmente, grudadas no couro cabeludo</strong>.</p>
<p>Além da cabeça, essas lesões podem surgir em <strong>áreas onde a pele produz mais oleosidade</strong>, como sobrancelhas (ou entre elas), cantos do nariz, maçãs do rosto e atrás das orelhas. Apesar do aspecto, não são contagiosas e, na maioria dos casos, não causam dor nem grande desconforto ao bebê.</p>
<h2>Por que a crosta láctea aparece</h2>
<p>Nos primeiros meses de vida, é comum o bebê apresentar maior oleosidade da pele. Isso acontece porque as glândulas sebáceas ficam mais ativas nessa fase, influenciadas por questões hormonais. Esse excesso facilita o acúmulo de células mortas e, consequentemente, a formação das escamas.</p>
<p>Segundo a dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, esse processo pode ter também a participação de um fungo que faz parte da flora normal da pele, chamado <em>Malassezia</em>, sem que isso signifique infecção.</p>
<p>A boa notícia é que, normalmente, a crosta melhora sozinha em semanas ou poucos meses e se torna bem menos comum após o primeiro ano de vida.</p>
<h2>Como diferenciar de outros problemas de pele</h2>
<p>Entender o que é crosta láctea ou outra questão dermatológica infantil não é tão difícil. As especialistas ouvidas garantem que a identificação é baseada em três pontos:</p>
<p>1. local das lesões;</p>
<p><span style="font-size: 1rem;">2. o aspecto da pele;</span></p>
<p><span style="font-size: 1rem;">3. comportamento do bebê. </span></p>
<p><span style="font-size: 1rem;">Além disso, os sintomas são visuais e leves: <strong>escamas amareladas ou esbranquiçadas, sem coceira intensa nem impacto no bem-estar</strong>.</span></p>
<p>Já outros quadros, como a dermatite atópica, costumam se manifestar de forma diferente. A pele tende a ficar mais seca, muito vermelha, irritada e com coceira importante, deixando o bebê mais inquieto. Esse tipo de dermatite também pode surgir em outras partes do corpo e costuma ser recorrente.</p>
<h2>Posso usar algum produto nas casquinhas?</h2>
<p>Na maioria dos casos, os cuidados podem ser feitos em casa, com medidas simples e suaves, repetidas algumas vezes por semana e sem pressa. As médicas orientam um passo a passo seguro:</p>
<ul>
<li><strong>amolecer a crosta, aplicando um óleo vegetal suave ou próprio para bebês e aguardando de 15 a 30 minutos;</strong></li>
<li><strong>soltar a crosta láctea com delicadeza, usando uma escovinha macia de bebê ou uma gaze, sem forçar;</strong></li>
<li><strong>lavar a cabecinha normalmente, com shampoo infantil neutro, enxaguando bem.</strong></li>
</ul>
<p>O objetivo é reduzir as escamas aos poucos, sem tentar retirar tudo de uma vez. É importante não puxar as crostas secas, nem usar unhas, objetos ou esfregar com força, pois isso pode machucar a pele e aumentar o risco de inflamação ou infecção.</p>
<h2>Quando procurar ajuda</h2>
<p>Apesar de ser uma condição comum, é importante buscar avaliação médica especializada (pediatra ou dermatologista) se surgirem sinais como:</p>
<ul>
<li>vermelhidão intensa, dor ou irritação importante;</li>
<li>secreção, mau cheiro, pus ou crostas com aspecto “melado”;</li>
<li>coceira intensa ou lesões em outras áreas do corpo;</li>
<li>falhas de cabelo em placas;</li>
<li>ausência de melhora após algumas semanas, mesmo com cuidados suaves.</li>
</ul>
<p>Por fim, a pediatra Fernanda Soubak e a dermatologista Maria Carolina Corsi reforçam que a crosta láctea é transitória, não está relacionada à falta de higiene e não causa queda permanente de cabelo. Ainda assim, na dúvida ou diante de qualquer mudança no quadro, a orientação profissional é sempre a melhor escolha.</p>
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