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	<title>Saiba mais sobre dor nas pernas - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Saiba mais sobre dor nas pernas - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Vai viajar? Prepare os pés para andar mais</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/vai-viajar-prepare-os-pes-para-andar-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação. Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho<a href="https://www.baruel.com.br/vai-viajar-prepare-os-pes-para-andar-mais/">Continue reading <span class="sr-only">"Vai viajar? Prepare os pés para andar mais"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tirar férias ou curtir um feriado longe de casa costuma significar mais tempo andando e passando horas sem se sentar. Por isso, <strong>preparar os pés antes do embarque ajuda a evitar dores, bolhas e desconfortos capazes de atrapalhar a programação.</strong></p>
<p>Como os pés absorvem uma carga significativa durante caminhadas prolongadas, se não houver um trabalho antecipado, não estarão preparados para um aumento repentino da atividade física, o que tende a levar às dores musculares.</p>
<p>“Preparar os pés previamente aumenta a resistência, melhora a adaptação ao esforço e reduz o risco de desconfortos que podem comprometer a experiência da viagem”, orienta o ortopedista Thales Rama.</p>
<h2>Cuidados antes de viajar</h2>
<p>A preparação deve começar algumas semanas antes do passeio. <strong>Uma das principais recomendações é aumentar gradualmente o volume de caminhadas para que o corpo se acostume ao esforço esperado durante o roteiro.</strong></p>
<p>Também vale adotar alguns cuidados simples antes da viagem:</p>
<ul>
<li><strong>hidratar a pele dos pés</strong> para evitar rachaduras;</li>
<li><strong>cuidar das unhas</strong> para prevenir encravamentos;</li>
<li><strong>identificar calosidades</strong> excessivas ou dores recorrentes.</li>
</ul>
<p>Outro ponto importante é <strong>utilizar previamente os mesmos calçados que serão levados no destino</strong>. Segundo o médico, estrear tênis ou sapatos durante a viagem aumenta o risco de bolhas e incômodos.</p>
<h2>Calçado faz toda a diferença</h2>
<p><strong>Na hora de escolher o que calçar, o conforto deve vir antes da aparência.</strong> O <strong>modelo ideal precisa oferecer estabilidade, amortecimento, espaço para os dedos e suporte adequado ao arco plantar.</strong></p>
<p>Também é importante verificar se o <strong>calçado possui boa absorção de impacto, não cria pontos de pressão e permite a ventilação dos pés</strong>. Uma pequena folga na parte frontal ajuda a acomodar o inchaço que pode surgir ao longo do dia.</p>
<p>A preparação também inclui alguns exercícios simples, além das caminhadas progressivas:</p>
<ul>
<li>elevação na ponta dos pés;</li>
<li>flexão e extensão dos dedos;</li>
<li>equilíbrio em um pé só;</li>
<li>alongamentos da panturrilha e da fáscia plantar.</li>
</ul>
<h2>Fique atento aos sinais de sobrecarga</h2>
<p>Como sinais de alerta, o ortopedista Thales Rama destaca os principais: <strong>dor persistente, inchaço excessivo, sensação de queimação, bolhas, dificuldade para caminhar ou mudanças na forma de pisar. I</strong>sso indica que os pés estão sendo sobrecarregados e merecem atenção.</p>
<p>Para prevenir problemas maiores e trazer um pouco de alívio, é recomendado:</p>
<ul>
<li>fazer pausas durante os passeios;</li>
<li>alternar caminhada e descanso;</li>
<li>manter boa hidratação;</li>
<li>elevar os pés por alguns minutos;</li>
<li>não usar meias úmidas;</li>
<li>proteger áreas de atrito.</li>
</ul>
<p>O especialista reforça a importância de <strong>não ignorar as dores nem pular os descansos.</strong> Além disso, os cuidados devem ser redobrados para pessoas com diabetes, neuropatias, problemas circulatórios, fascite plantar, tendinites ou deformidades nos pés.</p>
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		<item>
		<title>Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[meias de compressão]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[trombose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O<a href="https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão</strong>. Apesar da popularidade, <strong>as peças não devem ser usadas sem critério</strong>: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios.</p>
<p>O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas <strong>não é indicada para todas as pessoas</strong>.</p>
<p>“<strong>Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações.</strong> Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista.</p>
<h2>Quando meias são realmente indicadas</h2>
<p>De modo geral, a meia de compressão costuma ser <strong>recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose</strong>. Ela também pode integrar o <strong>tratamento de linfedema e lipedema</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores.</p>
<p>Só que <strong>nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa</strong>. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente.</p>
<h2>Escolha errada atrapalha tratamento</h2>
<p>Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que <strong>o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado</strong>.</p>
<p>“Esse tipo de <strong>meia não funciona como uma peça de roupa comum.</strong> É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista.</p>
<p>Embora sejam vendidas livremente, a <strong>orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão</strong>. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns:</p>
<ul>
<li>usar tamanho inadequado;</li>
<li>escolher compressão incorreta;</li>
<li>vestir a meia quando a perna já está inchada;</li>
<li>não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso;</li>
<li>abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado.</li>
</ul>
<h2>Como usar corretamente no dia a dia</h2>
<p>A recomendação geral é <strong>vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir</strong>. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia.</p>
<p>Para <strong>viagens longas</strong>, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia.</p>
<p>O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço:</p>
<ul>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li>evitar longos períodos na mesma posição;</li>
<li>caminhar regularmente;</li>
<li>manter boa hidratação constante;</li>
<li>fazer exercícios com a panturrilha;</li>
<li>reduzir o consumo de sal.</li>
</ul>
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		<title>“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto. Em vez de prevenir problemas, alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões, sobretudo nas pernas e nos pés. Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos,<a href="https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/">Continue reading <span class="sr-only">"“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto.</strong> Em vez de prevenir problemas, <strong>alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões</strong>, sobretudo nas pernas e nos pés.</p>
<p>Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos, quando começou a treinar com mais frequência, mesmo já sentindo um incômodo no joelho. Sem acompanhamento próximo, manteve exercícios intensos na rotina, como agachamento e o famoso “leg press”.</p>
<p>“Teve um momento em que senti uma fisgada no meio do exercício. Depois disso, meu joelho doía em qualquer situação. Parei tudo e fui ao médico. Precisei de remédios, fisioterapia e descanso. Só voltei para a academia com o treino readequado”, lembra.</p>
<h2>Quais lesões são mais comuns</h2>
<p>Casos como o de Giuliana Severino não são raros. Segundo o cirurgião e ortopedista Ernane Neto, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as <strong>lesões mais frequentes em quem pratica atividade física</strong> são:</p>
<ul>
<li>tendinite do tendão de Aquiles (região posterior da perna);</li>
<li>tendinite patelar (joelho);</li>
<li>tendinites dos tendões fibulares (lateral do tornozelo);</li>
<li>tendinite da pata de ganso (joelho);</li>
<li>síndrome da banda iliotibial (lateral da coxa até o joelho);</li>
<li>síndrome do estresse tibial medial (canelite);</li>
<li>fraturas por estresse.</li>
</ul>
<p>“<strong>Os movimentos repetitivos e a sobrecarga podem levar às lesões, principalmente quando o corpo não está adaptado à carga ou à intensidade do exercício</strong>. Já <strong>atividades com mudança de direção ou impacto, como corrida, futebol, vôlei e basquete, aumentam o risco de entorses</strong>”, explica o especialista em trauma ortopédico.</p>
<h2>Quando o exercício piora o quadro</h2>
<p><strong>Nem sempre o problema está na atividade em si, mas na forma como é feita</strong>. Exercícios de impacto, por exemplo, tendem a agravar quadros articulares já existentes, como a artrose, pois aumentam a carga sobre as articulações.</p>
<p>O médico alerta que alguns erros comuns no treino podem acelerar esse processo:</p>
<ul>
<li>iniciar atividades intensas sem adaptação prévia;</li>
<li>aumentar carga ou volume de forma brusca;</li>
<li>executar movimentos com desalinhamento corporal;</li>
<li>treinar sem fortalecimento muscular adequado;</li>
<li>praticar esportes de forma esporádica, sem preparo.</li>
</ul>
<p>Mas não é só: <strong>fatores externos também influenciam</strong>. Usar calçados sem amortecimento adequado e realizar as práticas em superfícies irregulares favorecem entorses e quedas.</p>
<h2>Sinais de alerta e retorno seguro</h2>
<p><strong>Reconhecer os sinais do corpo é essencial para evitar a piora do quadro</strong>. Dores que surgem durante ou logo após o exercício, sobretudo quando são localizadas ou persistentes, sempre merecem atenção.</p>
<p>Nesse sentido, o ortopedista Ernane Neto explica que o <strong>desconforto pós-treino é difuso e melhora entre 24 e 72 horas</strong>. Já a <strong>dor da lesão é específica</strong>, surge durante o esforço e tende a persistir ou até piorar com o tempo.</p>
<p>O profissional ainda chama atenção para sinais de alerta:</p>
<ul>
<li>dor aguda ou que piora durante o treino;</li>
<li>inchaço, vermelhidão ou roxo;</li>
<li>sensação de instabilidade ou falseio;</li>
<li>perda de força ou dificuldade para apoiar o membro;</li>
<li>alteração na forma de andar (mancar).</li>
</ul>
<p>Já sobre o retorno para o esporte, a orientação é clara: só deve acontecer quando houver recuperação e ausência de dor no dia a dia. Ajustar a técnica, reduzir as cargas e retomar os exercícios gradualmente é fundamental para evitar novas lesões.</p>
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		<item>
		<title>Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/aprenda-alongamentos-para-aliviar-cada-tipo-de-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[neuroma de Morton]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado. Em todos esses casos, alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões. A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações. Para<a href="https://www.baruel.com.br/aprenda-alongamentos-para-aliviar-cada-tipo-de-dor/">Continue reading <span class="sr-only">"Aprenda alongamentos para aliviar cada tipo de dor"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor muscular pode ser consequência de horas em pé, longos períodos sentado ou até um esforço mal executado</strong>. Em todos esses casos, <strong>alongar é uma das formas mais simples e eficazes de aliviar o desconforto e prevenir novas tensões.</strong> A prática melhora a circulação, solta as fibras musculares e devolve mobilidade às articulações.</p>
<p>Para a fisioterapeuta Patrícia Franção, do Hospital Moriah, <strong>alongar-se é uma maneira de promover o relaxamento das fibras musculares e favorecer a recuperação dos tecidos</strong>. Quando o corpo está mais flexível e alinhado, a distribuição do peso se torna equilibrada, reduzindo a sobrecarga em pés, tornozelos, joelhos e quadris.</p>
<p>“<strong>A prática regular aumenta a flexibilidade e melhora o alinhamento postural, fatores essenciais para manter as articulações equilibradas e evitar inflamações</strong>. É um hábito simples, mas que faz muita diferença para quem sente dor”, ressalta a profissional.</p>
<h2>Como alongar sem se machucar</h2>
<p>Para que o alongamento traga benefícios reais, é preciso respeitar alguns princípios básicos. <strong>Evitar dor aguda, sentir apenas o leve repuxar e manter a postura correta são regras indispensáveis</strong>. Também <strong>é fundamental aquecer antes de começar e respirar profundamente para ajudar o corpo a relaxar.</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Patrícia reforça que o tipo e o momento da prática influenciam nos resultados. Antes de se exercitar, o indicado é optar por alongamentos dinâmicos, com movimentos leves e controlados, que preparam o corpo sem reduzir a força.</p>
<p>Já no pós-treino, os alongamentos estáticos, em que se mantém a posição por mais tempo, ajudam a relaxar e a prevenir dores. Para quem passa muitas horas sentado ou em pé, pequenas pausas com movimentos leves ao longo do dia também reduzem a rigidez muscular.</p>
<h2>Alongamentos para cada tipo de dor</h2>
<p>Alguns movimentos simples aliviam dores específicas e podem ser feitos em casa, desde que sob orientação profissional. Veja as indicações da fisioterapeuta:</p>
<ul>
<li><strong>Neuroma de Morton</strong>: sentado, cruze uma perna sobre a outra e, com a mão, puxe os dedos do pé elevado em direção à canela até sentir alongar a planta do pé. Mantenha por cerca de 30 segundos.</li>
<li><strong>Fascite plantar ou dores no calcanhar</strong>: em pé sobre um degrau, apoie apenas a parte anterior dos pés, mantendo a metade posterior e tornozelos para fora, suspensos. Abaixe lentamente os calcanhares até sentir alongar as panturrilhas e retorne à posição inicial, repetindo por cerca de 10 vezes.</li>
<li><strong>Metatarsalgia</strong>: sente-se com as pernas estendidas e use as mãos para dobrar suavemente os dedos dos pés em direção ao corpo. Mantenha por cerca de 30 segundos.</li>
<li><strong>Tendinite nos pés ou dores na panturrilha</strong>: em pé, de frente para uma parede, apoie as mãos na divisória, mova uma perna para trás até alongá-la, mantendo dobrado o joelho da frente e o calcanhar no chão. Fique assim por, pelo menos, 30 segundos.</li>
<li><strong>Canelite</strong>: ajoelhe-se com o peito do pé apoiado no solo (ou seja, os dedos dos pés estão esticados para trás e o dorso do pé toca o chão), sustentando o peso sobre ele, até sentir a região da canela alongada.</li>
<li><strong>Bursite nos pés</strong>: sentado, cruze a perna afetada sobre a outra e puxe os dedos do pé em direção ao corpo até sentir um alongamento na planta do pé e na panturrilha. Mantenha por aproximadamente 30 segundos.</li>
<li><strong>Dores no joelho</strong>: em pé, dobre o joelho e segure o tornozelo desta perna com a mão correspondente. Em seguida, puxe o calcanhar em direção às nádegas até sentir o alongamento da parte anterior da coxa.</li>
<li><strong>Dores nas pernas</strong>: sentado no chão, estenda uma perna (mantendo os dedos dos pés apontando para o teto) e flexione o joelho da outra, com o pé tocando a parte interna da coxa esticada. Incline o tronco sobre a perna estendida, com as costas retas, até alongar o posterior da coxa.</li>
<li><strong>Dores nas costas</strong>: deite de costas, dobre as pernas em direção ao tronco e abrace os joelhos próximo ao peito. Leve os ombros em sentido ao solo e mantenha a postura com o joelho ainda dobrado</li>
</ul>
<h2>Duração, frequência e adaptações</h2>
<p>De acordo com Patrícia Franção,<strong> o ideal é manter cada posição de 20 a 30 segundos, repetindo de duas a três vezes</strong>. <strong>A frequência pode variar entre três e cinco vezes por semana ou até diariamente</strong>, em casos de rigidez muscular. A profissional destaca que é mais importante fazer um pouco de exercícios todos os dias do que forçar o corpo de vez em quando.</p>
<p><strong>Erros comuns, como ir além do limite, prender a respiração ou abandonar a posição precocemente, comprometem o resultado e podem causar dor</strong>. Para pessoas com sobrepeso ou menor flexibilidade, a fisioterapeuta recomenda usar apoios, como cadeiras ou faixas elásticas, por exemplo.</p>
<p>“O alongamento é uma forma poderosa de autocuidado, mas não substitui o acompanhamento fisioterapêutico”, comenta. Isso porque, segundo ela, o profissional é capaz de identificar músculos encurtados e montar um plano personalizado para cada paciente.</p>
<h2>Quando o corpo agradece</h2>
<p>A professora Sheila Cristina, de 47 anos, convive com o sobrepeso e as dores típicas de quem passa muitas horas na mesma posição. “Fico muito tempo sentada e, em outros dias, em pé o tempo todo, então minhas costas e joelhos já reclamavam”, revela. Foi por indicação da fisioterapeuta que ela começou a alongar.</p>
<p>“As dores no pescoço e nas costas diminuíram muito, principalmente após um dia inteiro no computador”, lembra. Sheila incorporou o hábito à rotina: faz alongamentos ainda no quarto, pela manhã, e tenta repetir os movimentos no meio da tarde. “Às vezes até puxo meus alunos para fazer comigo.”</p>
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		<title>Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-por-que-pes-e-pernas-incham-no-calor-medico-responde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração. Conforme explica o cirurgião<a href="https://www.baruel.com.br/o-por-que-pes-e-pernas-incham-no-calor-medico-responde/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: <strong>as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração</strong>.</p>
<p>Conforme explica o cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, sob sol escaldante, o <strong>organismo reage automaticamente para tentar equilibrar a temperatura corporal</strong>. Como consequência, os membros podem aumentar de volume.</p>
<p>“<strong>Os pés incham no calor porque os vasos se dilatam para ajudar o corpo a se resfriar</strong>. Esse controle é automático, mas o líquido que deveria circular acaba se acumulando, dificultando o retorno venoso e provocando o edema”, especifica o especialista.</p>
<h2>Quem sofre mais com o inchaço no calor</h2>
<p>O edema é mais frequente entre certos grupos da população. “As <strong>pessoas que mais sofrem com o inchaço em dias quentes são as crianças e os idosos</strong>. No caso dos idosos, a desidratação é um agravante comum”, aponta o médico.</p>
<p>Além disso, o <strong>sobrepeso e o sedentarismo são fatores de risco</strong>. A falta de movimento e a pouca ativação muscular dificultam a circulação, enquanto o sobrepeso aumenta a pressão nas pernas e agrava o quadro.</p>
<p>De maneira geral, o problema não deve (ou deveria) ser visto apenas como estético ou passageiro. “O inchaço não é somente um desconforto. Pode indicar um problema circulatório sério, principalmente quando associado ao uso de determinados medicamentos para pressão”, alerta o cirurgião.</p>
<h2>Hábitos que ajudam a aliviar o inchaço</h2>
<p>Nos dias de calor intenso, é essencial reforçar alguns cuidados para manter o equilíbrio circulatório e evitar o acúmulo de líquidos. Joé Sestello recomenda:</p>
<ul>
<li>Beber bastante água para <strong>manter a hidratação</strong> e ajudar na circulação;</li>
<li><strong>Evitar roupas e calçados apertados</strong> que prejudicam o retorno venoso;</li>
<li><strong>Manter uma rotina de exercícios </strong>físicos leves após avaliação médica;</li>
<li><strong>Controlar fatores como pressão arterial, colesterol e triglicerídeos;</strong></li>
<li><strong>Evitar automedicação</strong> ou manipulação de pequenas feridas nos pés.</li>
</ul>
<p>A elevação das pernas por algum tempo pode ajudar a melhorar a circulação, mas isoladamente não resolve. “Só elevar não é suficiente. É preciso adotar um conjunto de medidas, como hidratação, atividade física e controle clínico, para melhorar o retorno do sangue ao coração”, avisa o médico.</p>
<p>Outro ponto de atenção são as meias elásticas, cujo uso pede cautela. Embora sejam aliadas no tratamento de problemas circulatórios, devem ser usadas apenas com orientação médica. “Se a compressão for inadequada, o edema pode piorar”, alerta o vascular.</p>
<h2>Quando o inchaço pede atenção médica</h2>
<p>Vale ressaltar que nem todo inchaço é benigno e o formato do edema pode dizer muito sobre a causa. “Se aparece em uma única perna ou nas duas, já é motivo suficiente para procurar o especialista. Não espere o surgimento de complicações”, adverte o cirurgião.</p>
<p>Ou seja, a <strong>avaliação profissional é essencial para identificar se o problema está ligado à circulação, ao uso de medicamentos ou a outras condições</strong>, como retenção de líquidos e doenças vasculares. A prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores estratégias para evitar complicações.</p>
<h2>Incômodo que vai além do calor</h2>
<p>A especialista em finanças Tatiana Cortes, de 34 anos, conhece bem o desconforto que o calor pode causar. “Sinto meus pés e pernas mais pesados, quentes e inchados, especialmente no fim do dia”, conta.</p>
<p>O problema se agrava quando Tatiana passa muito tempo em pé ou sentada. “Piora em dias muito quentes ou quando caminho longas distâncias&#8221;, diz. Para aliviar, ela criou uma rotina de autocuidado: elevar as pernas, fazer compressas frias, massagear os pés e beber bastante água.</p>
<p>O acompanhamento médico foi crucial e trouxe mais segurança. “Procurei um vascular e ele explicou que o calor e a má circulação podem agravar o inchaço. Desde então, comecei a fazer drenagem linfática e percebi melhora.”</p>
<p>Nos dias quentes, ela mantém hábitos que fazem diferença: “Uso sapatos leves, evito roupas apertadas, deixo os pés arejados e procuro me movimentar. Bebo pelo menos dois litros de água e faço drenagem semanalmente. Aprendi a não ignorar o desconforto, porque o inchaço constante pode indicar algo circulatório. Hoje presto muito mais atenção aos sinais do corpo”, finaliza.</p>
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		<title>Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-evitar-pernas-inchadas-em-viagens-longas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 12:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais<a href="https://www.baruel.com.br/como-evitar-pernas-inchadas-em-viagens-longas/">Continue reading <span class="sr-only">"Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ficar horas sentado</strong> durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o <strong>inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine</strong>. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata.</p>
<p>Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque <strong>a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração</strong>. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos.</p>
<p>“O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica.</p>
<h2>Pessoas que têm mais riscos</h2>
<p>Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais:</p>
<ul>
<li>Pessoas acima dos 40 anos;</li>
<li>Quem tem histórico de varizes ou trombose;</li>
<li>Gestantes;</li>
<li>Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal;</li>
<li>Pessoas com sobrepeso ou obesidade;</li>
<li>Sedentários;</li>
<li>Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas.</li>
</ul>
<p>Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes.</p>
<h2>Como prevenir durante o trajeto</h2>
<p>A boa notícia é que <strong>pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos</strong>. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas:</p>
<ul>
<li><strong>Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas</strong>, sempre que possível;</li>
<li><strong>Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares</strong>, mesmo sentado;</li>
<li><strong>Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas</strong>;</li>
<li><strong>Usar roupas confortáveis e folgadas</strong> para não dificultar a circulação;</li>
<li>Ao chegar no destino, <strong>descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido</strong>.</li>
</ul>
<p>Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações.</p>
<h2>Quando usar meias de compressão</h2>
<p>As <strong>meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos</strong>. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista.</p>
<p>A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema.</p>
<h2>Sinais de alerta após a viagem</h2>
<p>Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem <strong>sinais que indicam a necessidade de avaliação médica:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Inchaço</strong> em apenas uma perna;</li>
<li><strong>Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento</strong> da região;</li>
<li>Persistência por mais de 48 horas após a viagem;</li>
<li><strong>Falta de ar, dor no peito ou palpitações</strong>.</li>
</ul>
<p>Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados.</p>
<h2>Atenção também às viagens do dia a dia</h2>
<p>O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz.</p>
<p>O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma.</p>
<p>Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.</p>
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		<title>Minhas pernas doem quando corro. E agora?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/minhas-pernas-doem-quando-corro-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 12:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[DMIT]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[formigamento nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[perna]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem começa a correr pode enfrentar desconfortos musculares logo no início do treino. Muitas vezes, as dores fazem parte do processo de adaptação do corpo à nova atividade, mas também podem indicar algo errado, como postura inadequada ou falta de preparo físico. Diz o fisiologista e educador físico Edson Timóteo que sentir certo incômodo nos<a href="https://www.baruel.com.br/minhas-pernas-doem-quando-corro-e-agora/">Continue reading <span class="sr-only">"Minhas pernas doem quando corro. E agora?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quem começa a correr pode enfrentar desconfortos musculares logo no início do treino</strong>. Muitas vezes, as <strong>dores fazem parte do processo de adaptação do corpo à nova atividade, mas também podem indicar algo errado, como postura inadequada ou falta de preparo físico.</strong></p>
<p>Diz o fisiologista e educador físico Edson Timóteo que <strong>sentir certo incômodo nos primeiros minutos da corrida é até esperado</strong>, principalmente para iniciantes ou entre quem ficou muito tempo parado.</p>
<p>&#8220;Isso acontece porque os músculos ainda não estão aquecidos e preparados para o impacto. Porém, se a dor for intensa, persistente ou acompanhada de outros sintomas, pode ser um sinal de sobrecarga ou até lesão”.</p>
<p>Ele diz ainda que a dor pode surgir em diferentes momentos do treino, mas costuma ser mais comum ao final ou depois da atividade, devido ao desgaste muscular. &#8220;<strong>A chamada dor muscular de início tardio (DMIT) aparece 24 a 48 horas depois do esforço, quando ocorrem microlesões nas fibras musculares</strong>&#8220;, acrescenta.</p>
<h2>O que fazer para reduzir as dores</h2>
<p>Se a dor surge já nos primeiros minutos da corrida e atrapalha o desempenho, isso <strong>pode ser sinal de que algo precisa ser ajustado</strong>. O fisiologista recomenda avaliar alguns pontos:</p>
<ul>
<li><strong>Aquecimento inadequado:</strong> começar sem uma preparação muscular pode aumentar a rigidez e dificultar a corrida;</li>
<li><strong>Calçado incorreto:</strong> um tênis sem amortecimento adequado pode sobrecarregar os músculos e articulações;</li>
<li><strong>Técnica errada:</strong> pisada inadequada ou postura desalinhada podem gerar dores desnecessárias;</li>
<li><strong>Falta de condicionamento:</strong> quem começa a correr sem fortalecimento muscular pode sentir mais desconforto.</li>
</ul>
<p>Além desses fatores, condições médicas pré-existentes, como problemas circulatórios e articulares, podem influenciar. &#8220;Se a dor for forte logo no início ou persistir por vários dias, é importante procurar um profissional para investigar a causa&#8221;, alerta o treinador.</p>
<h2>Como deixar a corrida mais fácil</h2>
<p>Para evitar dores e melhorar o desempenho, siga essas recomendações:</p>
<ul>
<li><strong>Comece devagar</strong>: intercale corrida e caminhada até ganhar resistência;</li>
<li><strong>Faça um bom aquecimento</strong>: exercícios de mobilidade e alongamentos dinâmicos ajudam a preparar o corpo;</li>
<li><strong>Use calçados adequados</strong>: um bom tênis evita impactos excessivos;</li>
<li><strong>Hidrate-se e alimente-se bem</strong>: correr em jejum ou desidratado pode causar fadiga precoce;</li>
<li><strong>Respeite o ritmo do seu corpo</strong>: aumente a intensidade gradualmente e evite comparações com outros corredores.</li>
</ul>
<p>&#8220;O mais importante é criar consistência e não forçar o corpo além do limite. Com o tempo, a corrida se torna mais natural e prazerosa&#8221;, enfatiza Timóteo.</p>
<h2>Sinais de alerta</h2>
<p><strong>Algumas dores são comuns, mas outras exigem atenção médica</strong>. É importante ficar atento às que não melhoram com descanso e a outros sinais, como inchaço ou hematomas, dificuldade para movimentar os pés e as pernas, formigamento ou dormências nos membros e dores que irradiam para outras partes do corpo.</p>
<p>Caso algum desses sintomas apareça, o educador físico explica que a corrida deve ser interrompida imediatamente para não agravar o caso. Na sequência, não se deve hesitar em procurar ajuda médica.</p>
<h2>“No início, achei que correr não era para mim”</h2>
<p>O administrador Rafael Costa, de 34 anos, sempre teve vontade de correr, mas enfrentou dores intensas logo no começo. &#8220;Minhas panturrilhas queimavam e sentia pontadas nos joelhos. Achei que eu simplesmente não tinha jeito para a corrida – e olha que eu nem estava tão fora de forma assim&#8221;, lembra.</p>
<p>Com orientação profissional, percebeu que o problema estava na falta de fortalecimento muscular e no uso de um tênis inadequado. &#8220;Ajustei a postura, comecei a fazer exercícios específicos e respeitei muito o meu ritmo. Em poucas semanas, a corrida deixou de ser um sacrifício e virou prazer. Hoje, não fico sem!&#8221;, conta.</p>
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