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	<title>Tudo sobre pisada pronada - Tenys Pé Baruel</title>
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	<title>Tudo sobre pisada pronada - Tenys Pé Baruel</title>
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		<title>Mitos e verdades sobre pisada supinada e pronada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pisar de um jeito “errado” é uma das maiores preocupações de quem pratica corrida ou caminha com frequência. Termos como “pisada pronada” e “pisada supinada” aparecem com frequência em conversas, análises de tênis e avaliações de performance. Porém, muito se fala sobre o assunto, mas nem sempre tudo é correto. Conforme esclarece a fisioterapeuta Denise<a href="https://www.baruel.com.br/pisada-supinada-e-pronada-mitos-e-verdades/">Continue reading <span class="sr-only">"Mitos e verdades sobre pisada supinada e pronada"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pisar de um jeito “errado” é uma das maiores preocupações de quem pratica corrida ou caminha com frequência</strong>. Termos como “pisada pronada” e “pisada supinada” aparecem com frequência em conversas, análises de tênis e avaliações de performance. Porém, muito se fala sobre o assunto, mas nem sempre tudo é correto.</p>
<p>Conforme esclarece a fisioterapeuta Denise Amorim, coordenadora do Hospital Moriah, esses padrões fazem parte do funcionamento natural do corpo. “<strong>A pisada pronada ocorre quando o pé faz uma leve rotação para dentro para absorver o impacto, enquanto a supinada é o movimento oposto, para fora</strong>”, diferencia. E <strong>nenhuma representa um erro, diga-se de passagem.</strong> Spoiler: só existe problema se houver excesso ou limitação dos movimentos.</p>
<p>Tanto é verdade que não deve apontar uma maneira errada que a professora e também fisioterapeuta Brenda Luciano, coordenadora do curso de Fisioterapia da FMU, observa que o foco da fisioterapia moderna não é ‘corrigir o jeito de pisar’, mas promover adaptação e força.</p>
<p>“<strong>A pisada é uma variação individual, não um defeito.</strong> O que realmente previne lesões é o fortalecimento, o controle de carga e a reeducação do movimento”, aponta.</p>
<h2>O que é verdadeiro e o que é falso</h2>
<p>Com tanta informação disponível – e, muitas vezes, contraditória ou pouco confiável –, é comum surgirem dúvidas sobre o que realmente influencia a saúde e seu desempenho. Entender o que é mito e o que é verdade ajuda a evitar diagnósticos apressados e escolhas erradas, como a opção de usar um ou outro calçado, por exemplo.</p>
<p>A seguir, as especialistas desvendam as principais questões sobre o tema.</p>
<ul>
<li><strong>“Pronar é sempre ruim para os pés”</strong></li>
</ul>
<p><strong>MITO</strong>. De acordo com Denise Amorim, esse é um dos maiores equívocos. “A pronação é um movimento fisiológico e essencial para a marcha e a corrida. Ela ajuda a amortecer o impacto e distribuir o peso de forma equilibrada. Sem isso, o pé ficaria rígido e o impacto seria transmitido diretamente para os joelhos, quadris e coluna”, diz.</p>
<p>No entanto, a profissional deixa um alerta, válido apenas para casos de hiperpronação, ou seja, quando há rotação excessiva. Nesses quadros, é muito importante o acompanhamento especializado, pois ajuda a corrigir compensações e prevenir lesões.</p>
<ul>
<li><strong>“Palmilhas curam a pronação e a supinação”</strong></li>
</ul>
<p>MITO. Brenda Luciano observa que as palmilhas podem, sim, aliviar desconfortos e redistribuir a carga de apoio, mas não corrigem a pisada.</p>
<p>“Esses recursos devem ser usados junto com fortalecimento e reeducação motora, evitando dependência prolongada”, pontua. Nesse contexto, a avaliação constante é essencial.</p>
<ul>
<li><strong>“Todo supinador ou pronador precisa usar tênis corretivo”</strong></li>
</ul>
<p><strong>MITO</strong>. Denise afirma que, na maioria dos casos, isso não é necessário. Afinal, os tênis com suporte ou reforço lateral têm função específica e devem ser indicados apenas quando há dor, lesão recorrente ou alteração biomecânica importante.</p>
<p>“Pessoas sem queixas e com bom controle muscular costumam se adaptar perfeitamente a modelos neutros. O mais importante é avaliar individualmente cada caso com fisioterapeuta ou especialista em corrida”, orienta.</p>
<ul>
<li><strong>“Correr descalço corrige a pisada”</strong></li>
</ul>
<p><strong>MITO</strong>. A corrida sem sapatos não traz correções. “Pode melhorar a propriocepção e fortalecer os músculos dos pés, mas deve ser introduzida com cautela. Quando feito sem preparo, pode causar sobrecarga e novas lesões”, lembra Brenda.</p>
<p>A profissional observa ainda que o ideal é combinar o treino descalço com fortalecimento de glúteos, tornozelos e pés, sempre com suporte profissional.</p>
<ul>
<li><strong>“O desgaste do tênis revela a pisada”</strong></li>
</ul>
<p><strong>QUASE VERDADE</strong>. O padrão de desgaste mostra apenas onde há mais atrito, mas não traduz toda a mecânica. “Terreno, tipo de treino, forma de correr e até compensações posturais interferem nesse desgaste. Por isso, olhar apenas a sola pode enganar: o corredor pode ter desgaste lateral e não ser verdadeiramente supinador”, ressalta Denise.</p>
<p>A especialista ainda salienta que o diagnóstico da pisada deve considerar o corpo em movimento, com análise funcional e dinâmica, como filmagens em esteira e observação da biomecânica completa. Ou seja, avaliar o desgaste do tênis até ajuda, mas não é tudo.</p>
<h2>Movimento e adaptação são aliados</h2>
<p>Mais importante do que tentar seguir dicas da internet e “consertar” a pisada é aprender a movimentar-se melhor. Portanto, <strong>fortalecer os pés, tornozelos e quadris, melhorar a mobilidade e ajustar a carga de treino são atitudes que naturalmente reduzem o risco de lesões e trazem mais conforto ao caminhar e correr</strong>.</p>
<p>Assim, as fisioterapeutas ensinam que, no fim das contas, entender o próprio corpo é o passo mais seguro para seguir em frente – com estabilidade e confiança.</p>
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		<item>
		<title>Pisada pronada pode acelerar o desgaste dos pés</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pisada-pronada-pode-acelerar-o-desgaste-dos-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Supinado e Pé Pronado]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma que o pé toca o chão pode influenciar como ele distribui a carga a cada passo. Entre os tipos mais comuns de pisada está a pronada, com entrada excessiva para dentro, levando à sobrecarga. Quando a pronação é além da conta e o corpo não tem preparo ou compensações adequadas, o impacto deixa<a href="https://www.baruel.com.br/pisada-pronada-pode-acelerar-o-desgaste-dos-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"Pisada pronada pode acelerar o desgaste dos pés"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forma que o pé toca o chão pode influenciar como ele distribui a carga a cada passo. Entre os tipos mais comuns de pisada está a pronada, com entrada excessiva para dentro, levando à sobrecarga. <strong>Quando a pronação é além da conta e o corpo não tem preparo ou compensações adequadas, o impacto deixa de ser bem organizado.</strong></p>
<p>Entender mais sobre esse padrão e aprender a identificar sinais de risco e hábitos prejudiciais pode evitar o desgaste acelerado. A <strong>pronação “achata” um pouco o arco e distribui mais peso para a borda interna</strong>, algo bem diferente do que é o pé supinado, também conhecido por supinação.</p>
<p>“Nesse caso, o peso é descarregado para a parte externa, enquanto o arco plantar permanece elevado e sem contato com o chão. Ou seja, são coisas opostas”, diz o fisioterapeuta Daniel Grobman, da Pure Pilates. A <strong>pisada pronada pode gerar fadiga muscular e dores nos pés, tornozelos e até joelhos</strong>”, explica o profissional. Por isso, é essencial diferenciar o que é um movimento natural daquilo que compromete a funcionalidade.</p>
<h2>Congênito ou adquirido</h2>
<p>Você certamente já se perguntou se alguém nasce com o pé pronado ou desenvolve esse padrão ao longo da vida por alguma razão específica. A verdade é que a pronação, assim como a supinação, <strong>não são exatamente doenças congênitas, mas questões de movimento e/ou alinhamento que se desenvolvem com o tempo.</strong></p>
<p>Nesse sentido, Daniel Grobman esclarece que, embora cada indivíduo tenha características próprias ao nascer e isso possa influenciar em apresentar ou não as condições, o ponto-chave é observar como o corpo se organiza no dia a dia.</p>
<p>Assim, se notar algum sintoma associado, como uma pisada “diferente” da esperada, a orientação é uma só (e muito importante): buscar um profissional capacitado, como ortopedista ou fisioterapeuta, para uma avaliação individual.</p>
<h2>Sinais de alerta</h2>
<p>Já que o assunto envolve sintomas, é fundamental saber o que deve ser observado. Alguns indícios que merecem atenção redobrada são:</p>
<ul>
<li><strong>Fadiga muscular</strong> após atividades cotidianas;</li>
<li><strong>Dores constantes</strong> nos pés e/ou tornozelos;</li>
<li><strong>Desconfortos</strong> em joelhos, possivelmente relacionados à pisada.</li>
</ul>
<p>O fisioterapeuta pondera que, sozinhos, esses sinais não fecham o diagnóstico, mas possivelmente indicam que a pisada pode estar envolvida no quadro. Notar tais manifestações é o primeiro passo para ter um tratamento adequado e eficaz.</p>
<h2>Pés pronados aceleraram o desgaste?</h2>
<p>De acordo com Daniel, as <strong>dores nos pés e nas pernas tendem a ser agravadas</strong>. Isso porque, sem preparo ou compensação, a <strong>pisada pronada “bagunça” o modo que o corpo distribui o peso</strong>. O resultado é um <strong>comprometimento da organização do movimento</strong> e, consequentemente, uma sobrecarga mecânica crônica.</p>
<p>O foco, então, é identificar a necessidade de intervenção o mais rápido possível para poder reorganizar as cargas e reduzir essa sobrecarga mecânica. Essa é uma das estratégias para evitar que a pronação leve ao desgaste definitivo.</p>
<p>Se a pronação for excessiva e estiver causando dor ou lesões, há estratégias de controle ou correção – sempre com orientação de um fisioterapeuta. Algumas alternativas são:</p>
<ul>
<li>Palmilhas ortopédicas personalizadas;</li>
<li>Calçados adequados;</li>
<li>Fisioterapia específica;</li>
<li>Reeducação da marcha.</li>
</ul>
<p>Lembre-se: com avaliação profissional, é possível traçar um plano eficaz e personalizado para reorganizar as cargas e reduzir os sintomas.</p>
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		<title>Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/tipo-de-pisada-pode-impactar-a-mobilidade-conheca-os/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
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		<category><![CDATA[pisada pronada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dores nos pés e nas articulações inferiores, como joelhos e quadris, podem muitas vezes estar relacionadas ao tipo de pisada, que impacta a mobilidade das pessoas. Existem basicamente dois tipos principais: a pronada e a supinada, além da neutra, que trazem diferenças estruturais importantes e podem afetar a mobilidade e o equilíbrio de forma diversa.<a href="https://www.baruel.com.br/tipo-de-pisada-pode-impactar-a-mobilidade-conheca-os/">Continue reading <span class="sr-only">"Tipo de pisada pode impactar a mobilidade. Conheça-os"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dores nos pés e nas articulações inferiores</strong>, como joelhos e quadris, podem muitas vezes <strong>estar relacionadas ao tipo de pisada</strong>, que impacta a mobilidade das pessoas.</p>
<p>Existem basicamente dois tipos principais: a <strong>pronada</strong> e a <strong>supinada</strong>, além da <strong>neutra</strong>, que trazem diferenças estruturais importantes e podem afetar a mobilidade e o equilíbrio de forma diversa. Identificar e entender qual é a sua é essencial para evitar problemas e buscar o tratamento correto.</p>
<h2>Pisada pronada</h2>
<p>É caracterizada pelo <strong>pé chato ou plano</strong> e, por ter o arco medial encostando no chão, aumenta a área de contato com o solo. “Comum em quem tem o pé sem cava, o tipo pronado impacta a biomecânica do corpo e pode levar a um desgaste maior das estruturas internas dos pés”, explica o ortopedista André Silveira, especialista em pé e tornozelo, e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE).</p>
<p>Desta forma, quem tem a pisada pronada tende a sentir mais desconforto no tendão tibial posterior, situação que se torna ainda mais acentuada em mulheres de meia idade, devido à sobrecarga nessa região.</p>
<h2>Pisada supinada</h2>
<p>Também chamada de “<strong>pé cavo</strong>”, essa pisada apresenta um arco elevado, reduzindo a área de contato com o solo. Uma vez que costuma causar mais rigidez, acaba tornando os pés menos adaptáveis com o chão.</p>
<p>Nesse caso, o médico André Silveira esclarece que as chances de sofrer entorses e lesões ligamentares, como instabilidades no tornozelo, são maiores, já que o formato limita a capacidade de absorver impactos ao caminhar.</p>
<p>Já por <strong>neutra</strong> entende-se a pisada em que as partes interna e externa do pé tocam o chão praticamente ao mesmo tempo, de maneira quase uniforme. Nesta condição, o peso corporal é distribuído de forma equilibrada.</p>
<h2>Como pisadas afetam a mobilidade</h2>
<ul>
<li>A <strong>pisada é fundamental para o equilíbrio, a estabilidade e a locomoção</strong>. Ela age como um primeiro ponto de contato com o solo e afeta o movimento do corpo por completo.</li>
<li><strong>Pessoas com pé plano costumam ter um desgaste das estruturas internas do pé</strong> e, eventualmente, <strong>nos joelhos e na coluna</strong>, já que a biomecânica se altera devido ao contato excessivo do arco com o chão.</li>
<li>A <strong>pisada supinada</strong>, por outro lado, <strong>tende a comprometer a estabilidade do tornozelo</strong>, especialmente devido à menor área de contato com o solo.</li>
</ul>
<h2>Pisada precisa de correção?</h2>
<p>Segundo o ortopedista, <strong>nem todos os tipos de pisada exigem correção imediata</strong>. O essencial é observar se a forma de contato com o piso está causando dor, desequilíbrio ou afetando a qualidade de vida e rotina da pessoa de alguma maneira, significativamente.</p>
<p>“Se o pé é funcional e permite ao paciente viver bem, a pisada não precisa de correção. Agora, <strong>se surgirem desconfortos, há alternativas, como as palmilhas ortopédicas</strong>, que não corrigem a pisada, mas ajudam a aliviar a dor e melhorar o suporte”, aponta André.</p>
<h2>Tratamento e recomendações</h2>
<ul>
<li>O uso de <strong>palmilhas personalizadas</strong> é uma solução paliativa que, embora não modifique o formato do pé, ajusta a pisada e alivia o desconforto.</li>
<li>Em <strong>casos mais graves</strong>, que incluem deformidades significativas ou dores constantes, a <strong>cirurgia corretiva pode ser indicada</strong>. Com técnicas modernas, a intervenção possibilita reposicionar os ossos e estruturas do pé, melhorando o suporte e a qualidade de vida.</li>
<li>O tratamento deve ser sempre personalizado.</li>
</ul>
<p>&#8220;Não existe um pé certo ou errado. O importante é que funcione conforme as necessidades do paciente. É por isso que a medicina atual busca tratar a pessoa, em sua individualidade&#8221;, conclui o especialista.</p>
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