<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saiba mais sobre saúde física - Tenys Pé Baruel</title>
	<atom:link href="https://www.baruel.com.br/tag/saude-fisica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.baruel.com.br/tag/saude-fisica/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 19:33:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2024/11/cropped-favicon-96x96-1-32x32.png</url>
	<title>Saiba mais sobre saúde física - Tenys Pé Baruel</title>
	<link>https://www.baruel.com.br/tag/saude-fisica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Lesões]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor nas pernas]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=4996</guid>

					<description><![CDATA[<p>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto. Em vez de prevenir problemas, alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões, sobretudo nas pernas e nos pés. Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos,<a href="https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/">Continue reading <span class="sr-only">"“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/">“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto.</strong> Em vez de prevenir problemas, <strong>alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões</strong>, sobretudo nas pernas e nos pés.</p>
<p>Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos, quando começou a treinar com mais frequência, mesmo já sentindo um incômodo no joelho. Sem acompanhamento próximo, manteve exercícios intensos na rotina, como agachamento e o famoso “leg press”.</p>
<p>“Teve um momento em que senti uma fisgada no meio do exercício. Depois disso, meu joelho doía em qualquer situação. Parei tudo e fui ao médico. Precisei de remédios, fisioterapia e descanso. Só voltei para a academia com o treino readequado”, lembra.</p>
<h2>Quais lesões são mais comuns</h2>
<p>Casos como o de Giuliana Severino não são raros. Segundo o cirurgião e ortopedista Ernane Neto, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as <strong>lesões mais frequentes em quem pratica atividade física</strong> são:</p>
<ul>
<li>tendinite do tendão de Aquiles (região posterior da perna);</li>
<li>tendinite patelar (joelho);</li>
<li>tendinites dos tendões fibulares (lateral do tornozelo);</li>
<li>tendinite da pata de ganso (joelho);</li>
<li>síndrome da banda iliotibial (lateral da coxa até o joelho);</li>
<li>síndrome do estresse tibial medial (canelite);</li>
<li>fraturas por estresse.</li>
</ul>
<p>“<strong>Os movimentos repetitivos e a sobrecarga podem levar às lesões, principalmente quando o corpo não está adaptado à carga ou à intensidade do exercício</strong>. Já <strong>atividades com mudança de direção ou impacto, como corrida, futebol, vôlei e basquete, aumentam o risco de entorses</strong>”, explica o especialista em trauma ortopédico.</p>
<h2>Quando o exercício piora o quadro</h2>
<p><strong>Nem sempre o problema está na atividade em si, mas na forma como é feita</strong>. Exercícios de impacto, por exemplo, tendem a agravar quadros articulares já existentes, como a artrose, pois aumentam a carga sobre as articulações.</p>
<p>O médico alerta que alguns erros comuns no treino podem acelerar esse processo:</p>
<ul>
<li>iniciar atividades intensas sem adaptação prévia;</li>
<li>aumentar carga ou volume de forma brusca;</li>
<li>executar movimentos com desalinhamento corporal;</li>
<li>treinar sem fortalecimento muscular adequado;</li>
<li>praticar esportes de forma esporádica, sem preparo.</li>
</ul>
<p>Mas não é só: <strong>fatores externos também influenciam</strong>. Usar calçados sem amortecimento adequado e realizar as práticas em superfícies irregulares favorecem entorses e quedas.</p>
<h2>Sinais de alerta e retorno seguro</h2>
<p><strong>Reconhecer os sinais do corpo é essencial para evitar a piora do quadro</strong>. Dores que surgem durante ou logo após o exercício, sobretudo quando são localizadas ou persistentes, sempre merecem atenção.</p>
<p>Nesse sentido, o ortopedista Ernane Neto explica que o <strong>desconforto pós-treino é difuso e melhora entre 24 e 72 horas</strong>. Já a <strong>dor da lesão é específica</strong>, surge durante o esforço e tende a persistir ou até piorar com o tempo.</p>
<p>O profissional ainda chama atenção para sinais de alerta:</p>
<ul>
<li>dor aguda ou que piora durante o treino;</li>
<li>inchaço, vermelhidão ou roxo;</li>
<li>sensação de instabilidade ou falseio;</li>
<li>perda de força ou dificuldade para apoiar o membro;</li>
<li>alteração na forma de andar (mancar).</li>
</ul>
<p>Já sobre o retorno para o esporte, a orientação é clara: só deve acontecer quando houver recuperação e ausência de dor no dia a dia. Ajustar a técnica, reduzir as cargas e retomar os exercícios gradualmente é fundamental para evitar novas lesões.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/fiz-academia-e-a-dor-piorou-sera-que-o-treino-e-vilao/">“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/exercicios-de-mobilidade-para-cada-fase-da-vida-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=3757</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mover-se com liberdade, equilíbrio e controle é um dos pilares da saúde. A mobilidade articular é justamente a capacidade de as articulações se movimentarem de forma ampla e coordenada. É ela que garante autonomia, previne dores e facilita as tarefas do dia a dia, do simples ato de caminhar até a prática de esportes. Para garanti-las,<a href="https://www.baruel.com.br/exercicios-de-mobilidade-para-cada-fase-da-vida-entenda/">Continue reading <span class="sr-only">"Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/exercicios-de-mobilidade-para-cada-fase-da-vida-entenda/">Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mover-se com liberdade, equilíbrio e controle é um dos pilares da saúde. A <strong>mobilidade articular é justamente a capacidade de as articulações se movimentarem de forma ampla e coordenada</strong>. É ela que <strong>garante autonomia, previne dores e facilita as tarefas do dia a dia,</strong> do simples ato de caminhar até a prática de esportes. Para garanti-las, <strong>fazer exercícios físicos é fundamental!</strong></p>
<p>Caio Caires, especialista em quiropraxia e osteopatia, argumenta que preservar a mobilidade é superimportante para manter o corpo funcional e independente. Isso porque, com o passar dos anos, o sedentarismo e a má postura reduzem a amplitude dos movimentos e aumentam o risco de dores.</p>
<p>O segredo está justamente no <strong>estímulo do movimento de forma consciente e constante, respeitando os limites de cada fase</strong>.</p>
<p>“Quando as articulações se movimentam com liberdade e controle, conseguimos evitar dores, manter uma boa postura e garantir independência em qualquer idade. A mobilidade preserva a estabilidade e o equilíbrio do corpo, reduz o risco de lesões e melhora a qualidade de vida. É essencial para todos”, afirma o profissional.</p>
<p>Se isso não for priorizado, <strong>com o envelhecimento e a falta de atividade física, articulações como ombros, quadris, coluna e tornozelos tendem a perder movimento</strong>. “A ausência de estímulo faz com que o corpo perca flexibilidade, prejudicando a postura, o equilíbrio e a execução de tarefas simples”, avisa Caio Caires.</p>
<p>Aliás, vale esclarecer que <strong>exercícios de mobilidade não são a mesma coisa que alongamentos</strong>. “O alongamento atua no comprimento muscular, enquanto a mobilidade trabalha o movimento ativo e o controle das articulações. A combinação dos dois melhora a flexibilidade e o desempenho”, afirma.</p>
<h2>Exercícios para cada idade</h2>
<p>A mobilidade articular pode (e deve) ser trabalhada por todas as pessoas, em qualquer momento da vida. Porém, a escolha dos exercícios depende do nível de condicionamento e da idade, como indica o fisioterapeuta:</p>
<ul>
<li><strong>Crianças e adolescentes</strong>: atividades lúdicas, agachamentos, pular corda e exercícios de mobilidade para tornozelos e quadris;</li>
<li><strong>Adultos jovens</strong>: exercícios funcionais, pranchas e movimentos para melhorar a mobilidade da coluna torácica e do quadril;</li>
<li><strong>Pessoas de meia-idade</strong>: rotação de tronco, mobilização de ombros e alongamentos controlados;</li>
<li><strong>Idosos</strong>: movimentos lentos e assistidos, articulações de braços e tornozelos, exercícios realizados na água ou na posição sentada.</li>
</ul>
<p>Mesmo sendo as mais indicadas, essas práticas devem ser orientadas e supervisionadas por um profissional, independentemente da fase da vida em que a pessoa se encontra.</p>
<p>A frequência de exercícios de mobilidade também é importante &#8211; devem <strong>ser realizados de três a cinco vezes por semana, podendo ser feitos diariamente, em períodos curtos de duração</strong>.</p>
<p>“<strong>A constância é o que traz resultado</strong>. Para quem tem dores ou limitações, os movimentos precisam ser leves, lentos e totalmente sem dor, com a orientação de um fisioterapeuta”, destaca o especialista.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/exercicios-de-mobilidade-para-cada-fase-da-vida-entenda/">Tem exercícios de mobilidade para cada fase da vida. Entenda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reflexologia podal ativa pontos que refletem no corpo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-ativa-pontos-que-refletem-no-corpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexologia e Massagem]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[automassagem]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia podal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=2922</guid>

					<description><![CDATA[<p>A reflexologia podal é uma técnica milenar que associa diferentes áreas dos pés a órgãos e sistemas do corpo. A partir da estimulação desses pontos, é possível ativar a energia vital, aliviar tensões acumuladas e promover equilíbrio físico e emocional. Mais do que uma simples massagem, a prática funciona como uma ponte entre o toque<a href="https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-ativa-pontos-que-refletem-no-corpo/">Continue reading <span class="sr-only">"Reflexologia podal ativa pontos que refletem no corpo"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-ativa-pontos-que-refletem-no-corpo/">Reflexologia podal ativa pontos que refletem no corpo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reflexologia podal é uma técnica milenar que associa diferentes áreas dos pés a órgãos e sistemas do corpo. A partir da estimulação desses pontos, é possível <strong>ativar a energia vital, aliviar tensões acumuladas e promover equilíbrio físico e emocional</strong>. Mais do que uma simples massagem, a prática funciona como uma <strong>ponte entre o toque e o bem-estar, despertando respostas no organismo por meio da conexão com os pés</strong>.</p>
<p>A técnica se baseia em regiões específicas dos membros inferiores, que concentram tais conexões. “<strong>Os dedos estão ligados à cabeça e aos seios da face, enquanto o arco do pé se conecta ao estômago e aos intestinos, e, por fim, o calcanhar, à região pélvica</strong>”, explica a massoterapeuta Talyta Gusmão, especializada em terapias integrativas e medicina alternativa.</p>
<p>Já a médica Helena Campiglia, especialista em medicina chinesa e medicina integrativa pela University of Arizona, detalha que seis meridianos passam pelos pés: rim, fígado, baço-pâncreas, estômago, vesícula biliar e bexiga.</p>
<p>“Esses <strong>canais energéticos estão ligados tanto ao funcionamento dos órgãos quanto às emoções</strong>. A estimulação ativa o Qi (energia vital) e o sangue, ajudando a desbloquear estagnações e harmonizar o corpo por completo”, afirma.</p>
<h2>Mapa de reflexologia ajuda</h2>
<p>Tanto Talyta Gusmão quanto Helena Campiglia sugerem a automassagem como uma forma acessível de cuidado e reconexão. Para que seja aplicada, é possível usar mapas básicos da reflexologia como guias, fazendo<strong> pressão leve</strong> com os polegares sobre as áreas dos pés.</p>
<p>Segundo as profissionais, algumas dicas extras podem ajudar na tarefa:</p>
<ul>
<li><strong>Uso de óleo ou creme natural</strong> para facilitar os movimentos;</li>
<li><strong>Massagem feita com leveza, em círculos</strong>, respeitando os limites do corpo;</li>
<li>Mergulho dos <strong>pés em água morna com sal grosso ou gengibre</strong> por 10 minutos, antes de começar a automassagem;</li>
<li><strong>Focar no toque e na respiração</strong> consciente;</li>
<li><strong>Evitar áreas com varizes, lesões ou sensibilidade</strong> alterada;</li>
</ul>
<p>“É um momento de conexão. Os pés sustentam nossa jornada e merecem carinho”, reforça a massoterapeuta. Para ela, cuidar dessa área é também um gesto de presença, “uma forma de despertar a energia vital do nosso eu”.</p>
<h2>Benefícios e cuidados</h2>
<p>A prática regular da reflexologia pode trazer diversos benefícios, como <strong>melhora da circulação energética, redução da tensão muscular, estímulo ao sistema imunológico e apoio à função dos órgãos internos</strong>.</p>
<p>Além disso, <strong>atua sobre o equilíbrio emocional</strong>, já que cada órgão tem relação com sentimentos específicos – por exemplo, o fígado está ligado à raiva; os rins, ao medo; o pulmão; à tristeza e assim por diante.</p>
<p>Apesar dos efeitos positivos, a médica Helena Campiglia alerta para contraindicações importantes. A técnica deve ser evitada &#8211; ou, no mínimo, adaptada &#8211; nos seguintes casos:</p>
<ul>
<li>Presença de lesões, infecções ou feridas abertas nos pés;</li>
<li>Febre alta, estados infecciosos ou quadro de debilidade intensa;</li>
<li>Gravidez no primeiro trimestre, especialmente em pontos que estimulam contrações;</li>
<li>Alterações de sensibilidade nos pés, como neuropatias.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-ativa-pontos-que-refletem-no-corpo/">Reflexologia podal ativa pontos que refletem no corpo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>700 milhões de obesos no mundo: como fica a saúde dos pés?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/700-milhoes-de-obesos-no-mundo-como-fica-a-saude-dos-pes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 12:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[esporão calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=2911</guid>

					<description><![CDATA[<p>A obesidade é um problema crescente no Brasil e no mundo. Conforme dados do Mapa da Obesidade, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), a estimativa é de haver cerca de 700 milhões de pessoas obesas no fim deste ano. Embora os impactos mais lembrados decorrentes deste cenário sejam os<a href="https://www.baruel.com.br/700-milhoes-de-obesos-no-mundo-como-fica-a-saude-dos-pes/">Continue reading <span class="sr-only">"700 milhões de obesos no mundo: como fica a saúde dos pés?"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/700-milhoes-de-obesos-no-mundo-como-fica-a-saude-dos-pes/">700 milhões de obesos no mundo: como fica a saúde dos pés?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é um problema crescente no Brasil e no mundo. Conforme dados do <a href="https://abeso.org.br/obesidade-e-sindrome-metabolica/mapa-da-obesidade/" target="_blank" rel="noopener">Mapa da Obesidade</a>, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), a estimativa é de haver cerca de 700 milhões de pessoas obesas no fim deste ano. <strong>Embora os impactos mais lembrados decorrentes deste cenário sejam os problemas cardiovasculares e metabólicos, é fundamental falar sobre como isso também afeta os pés.</strong></p>
<p>O ortopedista Fernando Baldy, da rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, explica que o <strong>sobrepeso compromete diretamente a biomecânica da marcha</strong>. “<strong>Afeta não apenas os pés, mas todas as articulações de carga, como tornozelos, joelhos e quadris. Isso favorece o agravamento de doenças já existentes e pode levar ao surgimento de novas condições ortopédicas</strong>”, afirma.</p>
<p>A podóloga Marcia Albo acrescenta que pessoas acima do peso sentem <strong>dores nos pés e identificam calosidades, rachaduras nos calcanhares e unhas encravadas com mais frequência</strong>. “A pressão constante altera o jeito de pisar e gera um efeito dominó que compromete o equilíbrio e pode refletir até na postura e na coluna”, alerta.</p>
<h2>Problemas causados pelo sobrepeso</h2>
<p>A dupla de especialistas destaca que, entre os quadros mais frequentes, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Pé plano</strong>: o excesso de peso pode acentuar essa condição, diminuindo o arco plantar e sobrecarregando articulações.</li>
<li><strong>Joanete e esporão de calcâneo</strong>: deformidades que se tornam mais dolorosas e frequentes com o ganho de peso.</li>
<li><strong>Osteoartrite</strong>: inflamação que pode surgir devido ao desgaste progressivo das articulações dos pés.</li>
</ul>
<p>Além disso, o ortopedista Fernando Baldy ainda aponta que o sobrepeso <strong>aumenta a gravidade de fraturas e lesões</strong>. “O impacto é maior durante quedas e acidentes. A lesão em um tornozelo ou pé, em uma pessoa obesa, pode ser mais grave e ter recuperação mais lenta”, diz.</p>
<h2>Prevenção e cuidados</h2>
<p>Para resguardar a saúde dos pés, a primeira medida é, sempre que possível, perder peso. “<strong>Reduzir o peso corporal traz benefícios diretos à mobilidade e à saúde das articulações. Mas também é essencial usar calçados apropriados e com bom amortecimento, especialmente durante caminhadas ou atividades físicas</strong>”, reforça o médico Baldy.</p>
<p>A podóloga Marcia Albo, por sua vez, lembra ainda que, por conta da limitação de mobilidade, algumas <strong>pessoas com obesidade negligenciam a higiene e o cuidado com os pés</strong>. Por isso, ela recomenda:</p>
<ul>
<li>Lavar e secar bem os pés diariamente, com atenção especial entre os dedos;</li>
<li>Hidratar a pele para evitar rachaduras e infecções;</li>
<li>Observar alterações como vermelhidão, deformidades ou dor;</li>
<li>Procurar um podólogo ao primeiro sinal de incômodo.</li>
</ul>
<p>“<strong>Palmilhas personalizadas e calçados ortopédicos também ajudam a distribuir melhor o peso e garantir mais estabilidade ao caminhar, mas precisam ser indicados por um profissional</strong>”, complementa a especialista.</p>
<p>Tanto o ortopedista quanto a podóloga enfatizam que o acompanhamento especializado é essencial. Nesse sentido, o paciente deve contar com uma equipe multidisciplinar para ajudá-lo. Isso costuma incluir:</p>
<ul>
<li>Endocrinologista: para abordar a parte hormonal e metabólica;</li>
<li>Nutricionista: para ajustar a dieta;</li>
<li>Ortopedista: para aqueles que já sentem os impactos do sobrepeso ou obesidade nos membros e articulações;</li>
<li>Podólogos: para manter a saúde dos pés em dia, especialmente quando não se consegue alcançá-los, por exemplo.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/700-milhoes-de-obesos-no-mundo-como-fica-a-saude-dos-pes/">700 milhões de obesos no mundo: como fica a saúde dos pés?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como você quer envelhecer? Veja hábitos que afetam mobilidade</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/habitos-que-afetam-mobilidade-ao-envelhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[artrose]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=2358</guid>

					<description><![CDATA[<p>O corpo envelhece com o tempo, mas a forma como esse processo ocorre depende diretamente dos cuidados adotados ao longo da vida. Quem mantém bons hábitos desde cedo tende a preservar a mobilidade e evitar dores e limitações na terceira idade, por exemplo. Já quem negligencia a saúde pode enfrentar dificuldades para realizar até mesmo<a href="https://www.baruel.com.br/habitos-que-afetam-mobilidade-ao-envelhecer/">Continue reading <span class="sr-only">"Como você quer envelhecer? Veja hábitos que afetam mobilidade"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/habitos-que-afetam-mobilidade-ao-envelhecer/">Como você quer envelhecer? Veja hábitos que afetam mobilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O corpo envelhece com o tempo, mas a forma como esse processo ocorre depende diretamente dos cuidados adotados ao longo da vida. <strong>Quem mantém bons hábitos desde cedo tende a preservar a mobilidade e evitar dores e limitações na terceira idade</strong>, por exemplo. Já <strong>quem negligencia a saúde pode enfrentar dificuldades para realizar até mesmo tarefas simples no futuro</strong>.</p>
<p>“A saúde óssea e muscular está diretamente ligada à qualidade do envelhecimento”, pontua o ortopedista Pedro Ribeiro, especialista em medicina do esporte. Isso porque o corpo perde naturalmente massa muscular com o passar dos anos e, desta forma, os ossos tendem a se tornar mais frágeis sem os estímulos adequados. <strong>Quanto menos movimento, maiores serão os riscos de dores e lesões.</strong></p>
<p>&#8220;O exercício físico ajuda a frear essa perda muscular e, em muitos casos, até revertê-la. Além disso, o movimento é um dos pilares para a saúde óssea. O tratamento da osteoporose, por exemplo, não se limita a medicamentos – ele depende da prática de atividades físicas para manter os ossos fortalecidos&#8221;, explica o médico.</p>
<h2>Falta de cuidados pode acelerar problemas</h2>
<p>O <strong>sedentarismo</strong> é um dos principais fatores que comprometem a mobilidade com o passar dos anos, mas não é o único. O ortopedista lista outros riscos, como:</p>
<ul>
<li><strong>Obesidade</strong>: o excesso de peso gera sobrecarga nas articulações e desgasta a cartilagem;</li>
<li><strong>Fraqueza muscular</strong>: sem fortalecimento, os músculos perdem a capacidade de estabilizar o corpo;</li>
<li><strong>Lesões não tratadas</strong>: quando ignoradas, dores podem se transformar em problemas crônicos, como artrose.</li>
</ul>
<p>&#8220;Não existe uma idade certa para começar a se preocupar com a saúde ortopédica. Quem tem sobrepeso, pouca massa muscular ou sinais recorrentes de dor e lesões precisa de atenção redobrada&#8221;, alerta Pedro.</p>
<h2>Hábitos para preservar a mobilidade</h2>
<p>Já para evitar limitações na terceira idade, o ortopedista recomenda:</p>
<ul>
<li><strong>Movimente-se sempre</strong>: evite longos períodos sentado e pratique atividades físicas regularmente;</li>
<li><strong>Use o corpo de forma consciente</strong>: mantenha boa postura e respeite os limites do seu organismo;</li>
<li><strong>Controle o peso</strong>: o excesso de carga nos joelhos e quadris pode levar a desgastes precoces.</li>
</ul>
<p>&#8220;A tecnologia nos trouxe comodidades que diminuíram o esforço físico no dia a dia, mas precisamos encontrar maneiras de continuar ativos. Quanto mais cedo começar, menor será o impacto na mobilidade a longo prazo&#8221;, reforça o especialista.</p>
<h2>Quando procurar ajuda médica</h2>
<p>Mesmo quem nunca teve problemas ortopédicos deve adotar uma rotina preventiva. O ideal é não esperar a dor aparecer para cuidar da saúde das articulações. Contudo, se surgirem sinais de alerta, a consulta com um especialista se torna (ainda mais) indispensável e urgente.</p>
<p>Nesse sentido, fique atento a indicativos como:</p>
<ul>
<li><strong>Dor</strong> frequente ou persistente ao se movimentar;</li>
<li><strong>Inchaço</strong> nas articulações e sensação de rigidez;</li>
<li><strong>Dificuldade</strong> para realizar tarefas simples, como subir escadas;</li>
<li>Sensação de <strong>instabilidade</strong> ou <strong>fraqueza</strong> nas pernas.</li>
</ul>
<p>Conforme salienta Pedro, nunca é tarde para iniciar uma rotina de cuidados com o corpo e prevenir dores no futuro.</p>
<p>&#8220;Sempre é tempo de fortalecer os músculos, proteger as articulações e melhorar a qualidade de vida. O importante é fazer isso com acompanhamento adequado, respeitando os limites individuais&#8221;, orienta.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/habitos-que-afetam-mobilidade-ao-envelhecer/">Como você quer envelhecer? Veja hábitos que afetam mobilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reflexologia podal pode ajudar na ansiedade. Entenda!</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-pode-ajudar-na-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexologia e Massagem]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia podal]]></category>
		<category><![CDATA[relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde física]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de massagem]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=2524</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sensação de insegurança, medo constante, estresse e ansiedade são sintomas cada vez mais frequentes na rotina. Embora existam diversas formas de lidar com essas questões, uma abordagem que tem ganhado espaço é a reflexologia podal. Mas como essa técnica pode ajudar no bem-estar emocional? A reflexologia podal busca promover equilíbrio físico e emocional ao estimular<a href="https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-pode-ajudar-na-ansiedade/">Continue reading <span class="sr-only">"Reflexologia podal pode ajudar na ansiedade. Entenda!"</span></a></p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-pode-ajudar-na-ansiedade/">Reflexologia podal pode ajudar na ansiedade. Entenda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sensação de insegurança, medo constante, estresse e ansiedade são sintomas cada vez mais frequentes na rotina. Embora existam diversas formas de lidar com essas questões, uma abordagem que tem ganhado espaço é a reflexologia podal. Mas como essa técnica pode ajudar no bem-estar emocional?</p>
<p><strong>A reflexologia podal busca promover equilíbrio físico e emocional ao estimular as chamadas zonas reflexas, que correspondem a diferentes órgãos e sistemas do corpo,</strong> segundo a massoterapeuta Andreia de Aguiar, especialista no assunto.</p>
<p><strong>&#8220;Cada área dos pés está ligada a uma parte do organismo. Ao aplicar a pressão correta nesses pontos, conseguimos estimular o corpo a se autorregular, promovendo bem-estar e ajudando a aliviar bloqueios emocionais</strong>&#8220;, explica a profissional.</p>
<h2>O que a reflexologia pode tratar?</h2>
<p>Ela destaca que a técnica pode ser utilizada tanto para o alívio de sintomas, quanto como um método preventivo para melhorar a saúde e evitar desequilíbrios. As principais indicações e benefícios incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Redução do estresse e da ansiedade</strong>, já que a técnica atua no sistema nervoso, promovendo relaxamento profundo;</li>
<li><strong>Alívio de dores e tensões musculares</strong>, pois melhora a circulação sanguínea e reduz inflamações;</li>
<li><strong>Melhoria na qualidade do sono</strong>, uma vez que ajuda a equilibrar o corpo e reduzir insônia;</li>
<li><strong>Suporte emocional</strong>, auxiliando na liberação de bloqueios emocionais que podem causar medos e angústias.</li>
</ul>
<p>&#8220;Para trabalhar especificamente com medos e ansiedade, focamos em pontos como o plexo solar, que regula o estresse, e áreas nos dedos dos pés, ligadas ao cérebro e à mente. Isso ajuda a restaurar a sensação de segurança emocional&#8221;, detalha a massoterapeuta.</p>
<h2>Quem pode fazer e qual frequência</h2>
<p>A reflexologia podal pode ser feita por qualquer pessoa, mas há contraindicações, como feridas nos pés, infecções, problemas circulatórios graves e algumas condições cardíacas, por exemplo.</p>
<p>&#8220;Durante a gravidez, é ainda mais importante que seja realizada por um profissional capacitado, pois alguns pontos podem estimular contrações&#8221;, alerta a especialista.</p>
<p>Quanto à frequência, o ideal varia conforme as necessidades individuais. Para relaxamento e controle do estresse, uma sessão semanal pode ser suficiente. Já para tratar sintomas específicos, o acompanhamento pode ser mais frequente.</p>
<h2>Reflexologia pode substituir tratamentos?</h2>
<p>Embora existam estudos que comprovam os benefícios da técnica no alívio do estresse, da dor e na promoção do bem-estar geral, <strong>a reflexologia não substitui tratamentos médicos convencionais em nenhuma hipótese ou caso.</strong></p>
<p>Nesse sentido, a massagista esclarece que a técnica deve ser usada como terapia complementar, ou seja, para potencializar as demais alternativas terapêuticas, e sempre com orientação profissional.</p>
<h2>&#8220;Depois da reflexologia, minha mente ficou mais leve&#8221;</h2>
<p>A analista de marketing Júlia Cardoso, 31 anos, procurou a reflexologia podal após enfrentar crises de ansiedade intensas. &#8220;Eu acordava cansada, vivia com um aperto no peito e tinha dificuldade para dormir. Foi quando resolvi testar terapias alternativas&#8221;, conta a paulistana, que também recorre à psicoterapia semanalmente.</p>
<p>Após algumas sessões, ela começou a sentir os efeitos positivos. &#8220;A cada atendimento, eu saía mais tranquila e com uma sensação de leveza. Com o tempo, percebi que minha mente estava mais equilibrada, minha respiração ficou mais fluida e minha insônia melhorou&#8221;, relata.</p>
<p>Hoje, Júlia mantém a prática como parte de sua rotina de bem-estar. &#8220;A reflexologia não resolveu tudo sozinha, mas foi essencial para que eu conseguisse lidar melhor com a ansiedade”, finaliza.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/reflexologia-podal-pode-ajudar-na-ansiedade/">Reflexologia podal pode ajudar na ansiedade. Entenda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
