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	<title>unha - Baruel</title>
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	<title>unha - Baruel</title>
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		<title>Os sinais nos pés que pedem visita ao podólogo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/os-sinais-nos-pes-que-pedem-visita-ao-podologo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
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		<category><![CDATA[unha encravada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente convive com desconfortos nos pés por meses (ou até anos) antes de buscar ajuda especializada. O problema é que alterações aparentemente simples podem se agravar quando não recebem os cuidados adequados &#8211; no caso, de podólogos. A podóloga Maria Julia Santos explica que o profissional formado em podologia é capacitado para avaliar, prevenir<a href="https://www.baruel.com.br/os-sinais-nos-pes-que-pedem-visita-ao-podologo/">Continue reading <span class="sr-only">"Os sinais nos pés que pedem visita ao podólogo"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente convive com desconfortos nos pés por meses (ou até anos) antes de buscar ajuda especializada. O problema é que <strong>alterações aparentemente simples podem se agravar quando não recebem os cuidados adequados &#8211; no caso, de podólogos.</strong></p>
<p>A podóloga Maria Julia Santos explica que o profissional formado em podologia é capacitado para <strong>avaliar, prevenir e tratar diversas condições que afetam a saúde dos pés, como unhas encravadas, calosidades, fissuras, bolhas, deformidades ungueais, ressecamento e outras alterações provocadas pelo atrito</strong>.</p>
<p>“Às vezes, as pessoas se acostumam tanto a sentir dores ou incômodos que passam a considerá-los normais. Mas qualquer alteração que persiste merece avaliação para evitar agravamentos”, orienta a especialista em Terapia Natural e Integrativa.</p>
<h2>Sinais para buscar ajuda</h2>
<p>Nem sempre é fácil identificar o momento certo para procurar atendimento. No entanto, alguns sintomas são indícios de que os cuidados caseiros já não são suficientes.</p>
<p>Vale observar sinais como:</p>
<ul>
<li>dor ao caminhar;</li>
<li>sensibilidade constante nos pés;</li>
<li>pele rachada;</li>
<li>unhas deformadas;</li>
<li>calos doloridos;</li>
<li>bolhas recorrentes.</li>
</ul>
<p>É importante destacar que, além do desconforto, esses quadros podem interferir na mobilidade e nas atividades do dia a dia se não receberem atenção adequada.</p>
<h2>Quando o problema deixa de ser simples</h2>
<p>Um calo ocasional, por exemplo, surge após um período de maior atrito e desaparece quando a causa é corrigida. <strong>Já situações recorrentes, dolorosas ou que dificultam a caminhada merecem avaliação para identificar a origem da sobrecarga.</strong></p>
<p>O mesmo vale para unhas encravadas com dor, inchaço ou inflamação, fissuras profundas que sangram e bolhas que aparecem repetidamente. Tais sinais geralmente indicam que existe algum fator mecânico ou hábito inadequado contribuindo para o problema.</p>
<p>“Insistir apenas em soluções caseiras pode acabar piorando o quadro. O acompanhamento especializado permite tratar a alteração de forma segura e investigar o que está provocando aquele desconforto”, destaca a podóloga Maria Julia Santos.</p>
<h2>Prevenção faz parte do cuidado</h2>
<p>Segundo a especialista, nem toda dor nos pés vem de uma lesão visível. Em alguns casos, o desconforto pode estar relacionado a calosidades, alterações nas unhas, excesso de pressão em determinadas regiões ou até ao uso de calçados inadequados.</p>
<p>Quando necessário, o podólogo consegue investigar essas causas, propor medidas corretivas e orientar mudanças de hábitos. Já nos casos com suspeita de condições ortopédicas, neurológicas e circulatórias, o encaminhamento médico é indicado.</p>
<p>Além do tratamento, consultas periódicas ajudam a identificar alterações precocemente e reforçar cuidados preventivos, como hidratação, corte correto das unhas e escolha adequada dos calçados. Essa atenção é especialmente importante para idosos, diabéticos, atletas e pessoas que passam muitas horas em pé durante o dia.</p>
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		<item>
		<title>Disco Ball Nails: tendência leva brilho das pistas para as unhas</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/disco-ball-nails-tendencia-leva-brilho-das-pistas-para-as-unhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 00:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Unhas e Esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[brilho]]></category>
		<category><![CDATA[decoração de unha]]></category>
		<category><![CDATA[disco ball nail]]></category>
		<category><![CDATA[esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[esmalte]]></category>
		<category><![CDATA[espelhada]]></category>
		<category><![CDATA[espelho]]></category>
		<category><![CDATA[mirror ball nail]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As disco ball nails, ou unhas espelhadas, chegaram aos salões de beleza como uma das nail arts mais interessantes do momento. Inspirada nas clássicas bolas de espelho das discotecas, a tendência aposta em pequenos quadrados ou círculos espelhados para criar um efeito de mosaico cheio de brilho e personalidade. O visual conversa com a volta<a href="https://www.baruel.com.br/disco-ball-nails-tendencia-leva-brilho-das-pistas-para-as-unhas/">Continue reading <span class="sr-only">"Disco Ball Nails: tendência leva brilho das pistas para as unhas"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As <em><strong>disco ball nails</strong></em>, ou unhas espelhadas, chegaram aos salões de beleza como uma das <em>nail arts</em> mais interessantes do momento.</p>
<p>Inspirada nas clássicas <strong>bolas de espelho das discotecas</strong>, a tendência aposta em <strong>pequenos quadrados ou círculos espelhados para criar um efeito de mosaico cheio de brilho e personalidade</strong>.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=815292338837879066" width="345" height="713" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>O visual conversa com a volta dos acabamentos metalizados e de referências dos anos 1970 e da estética Y2K, que vêm (re)aparecendo na moda</strong>. O resultado é uma manicure que chama atenção pelo reflexo da luz e transforma as unhas em protagonistas da produção, com diversão e movimento.</p>
<p>Para a <em>nail designer</em> Andreza Nogueira, o sucesso da tendência acompanha uma mudança na forma como as pessoas enxergam a beleza. &#8220;As mulheres querem que as unhas sejam um acessório do look, chamem atenção e sejam criativas para fotografar e postar&#8221;, afirma.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=432204895514090613" width="345" height="583" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Das passarelas para o salão</h2>
<p>A popularidade das <em>disco ball nails</em> mostra como as tendências circulam rapidamente entre passarelas, influenciadoras e clientes. Assim, aquilo que ganha destaque na internet logo passa a inspirar pedidos nos salões de beleza.</p>
<p>Esse movimento específico não acontece apenas com as unhas: roupas, maquiagem e acessórios também acompanham o retorno de elementos metalizados, brilho intenso e a estética das décadas passadas, que voltaram com força nos últimos anos.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=618048748906205939" width="345" height="560" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>A profissional ainda destaca que muitas clientes chegam ao atendimento já com referências salvas no celular. Só que, em vez de reproduzir exatamente igual, costumam adaptar a proposta ao próprio estilo, com outras cores e formatos.</p>
<p>“Isso fez com que essa <em>nail art</em> deixasse de ser exclusiva de ocasiões especiais e passasse a inspirar também produções para o dia a dia”, observa Andreza Nogueira.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=14355292557198656" width="345" height="714" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h2>Um mosaico que exige precisão</h2>
<p>Apesar do visual divertido, a execução da técnica exige bastante cuidado. O processo começa com a preparação das unhas, seguida da esmaltação em gel na cor escolhida pela cliente – normalmente metalizada – e da secagem na cabine.</p>
<p>Depois, as minilantejoulas ou quadradinhos espelhados são aplicados um a um para formar o efeito de mosaico. A finalização é feita com uma camada de <em>top coat</em> (esmalte finalizador) e uma última sessão na cabine para garantir brilho e proteção.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=63613413481826918" width="345" height="714" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O maior desafio está justamente na aplicação das peças. Isso porque as lantejoulas ou quadradinhos não podem ficar sobrepostos nem mal fixados. Também é importante cuidar das bordas para que não fiquem áreas sem acabamento.</p>
<h2>Diferentes versões para cada estilo</h2>
<p>Embora o prata continue sendo o acabamento mais tradicional e o mais pedido, a tendência ganhou diversas releituras:</p>
<ul>
<li>versões holográficas, douradas, brancas e cor-de-rosa;</li>
<li>aplicação sobre bases nude, leitosas ou coloridas;</li>
<li>efeito apenas na francesinha;</li>
<li>filha única com acabamento espelhado;</li>
<li>poucas aplicações para um visual mais discreto.</li>
</ul>
<p>Para quem prefere um resultado mais elegante e versátil, a <em>nail designer</em> recomenda apostar em bases neutras, usar menos aplicações espelhadas ou concentrar o efeito em um só dedo de cada mão.</p>
<p><iframe src="https://assets.pinterest.com/ext/embed.html?id=20969954512519843" width="345" height="445" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>“As unhas curtas e arredondadas também deixam a tendência mais sofisticada, sem perder o charme característico das <em>disco ball nails</em>”, finaliza.</p>
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		<title>Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/corte-errado-e-o-vilao-da-unha-encravada-mitos-e-verdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[unha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. Dor, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo. Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado?<a href="https://www.baruel.com.br/corte-errado-e-o-vilao-da-unha-encravada-mitos-e-verdades/">Continue reading <span class="sr-only">"Corte errado é o vilão da unha encravada? Mitos e verdades"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A unha encravada, chamada cientificamente de onicocriptose, é uma das queixas mais comuns no consultório de podologia. D<strong>or, inchaço e até pus podem surgir quando a lâmina da unha cresce para dentro da pele e causa inflamação na lateral do dedo.</strong> Mas será que a culpa é só de cortar as unhas do jeito errado?</p>
<p>Para a podóloga Deise Ferraz, o corte inadequado realmente pesa no encravamento, mas não é o único fator envolvido. <strong>Há questões genéticas, tipo de calçado e até traumas repetidos que também influenciam no quadro.</strong></p>
<p>“Cortar de modo incorreto é, sim, uma das causas da onicocriptose, principalmente quando a pessoa tira demais ou cava os cantinhos. Ainda assim, não dá para colocar toda a culpa só no cortador”, afirma a profissional.</p>
<h2>5 mitos e verdades sobre unha encravada</h2>
<p>A seguir, a podóloga desvenda os principais mitos e verdades, do corte à unha encravada.</p>
<p><strong>1) Cavar os cantos ajuda a “limpar” a unha?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Esse é o grande erro. Ao cavar os cantinhos – e cortar a unha rente à carne – a pessoa abre espaço para a unha crescer para dentro da pele, o que favorece o encravamento.</p>
<p><strong>2) O corte reto evita unha encravada?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> O corte reto é o mais indicado na maioria dos casos, sempre mantendo os cantos levemente aparentes. Porém, vale uma ressalva: cada unha tem seu formato, então não existe uma regra totalmente universal.</p>
<p><strong>3) Só um corte errado causa unha encravada?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Sapatos apertados, especialmente de bico fino ou tênis muito justos, traumas e hábitos repetidos, unhas naturalmente mais curvadas, fatores genéticos e até transpiração excessiva (o que deixa a pele mais sensível) também contribuem para o quadro.</p>
<p><strong>4) “Cutucar” em casa piora a unha encravada?</strong></p>
<p><strong>VERDADE.</strong> Mexer com palito ou alicate tende a piorar a inflamação, causar sangramento e até infecção com pus. O que era simples pode se transformar em um problemão.</p>
<p><strong>5) Cortar a unha muito arredondada evita que ela encrave?</strong></p>
<p><strong>MITO.</strong> Deixar um formato muito arredondado facilita que os cantos cresçam para dentro da pele. A unha não deve ser uma “lua cheia”. A regra é que os cantos precisam aparecer levemente.</p>
<h2>Quando é hora de procurar ajuda</h2>
<p>Segundo a podóloga Deise Ferraz, a unha encravada deve sempre ser resolvida por um profissional. Porém, alguns sinais de alerta reforçam a gravidade do caso:</p>
<ul>
<li><strong>dor</strong> intensa ao encostar;</li>
<li><strong>inchaço</strong> importante;</li>
<li><strong>vermelhidão</strong>;</li>
<li><strong>febre</strong> local;</li>
<li><strong>secreção</strong>;</li>
<li>formação de <strong>granuloma</strong> (“bolinha de carne”);</li>
<li><strong>pus</strong>, cheiro forte ou dor latejante (que pulsa) indicam infecção instalada.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>pessoas com diabetes</strong> não devem esperar o quadro piorar para buscar avaliação. Quanto antes o atendimento especializado acontece, menores são as chances desse grupo ter complicações.</p>
<p>“Para prevenir novas crises, mantenha o corte reto, evite sapatos apertados, higienize e seque bem os pés, e tenha acompanhamento regular com o podólogo”, resume Deise.</p>
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		<title>“Cutuquei a unha e infeccionou”: ignorar podólogo pode ser perigoso</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/cutuquei-a-unha-e-infeccionou-ignorar-podologo-pode-ser-perigoso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Calos, unhas encravadas ou rachaduras nos calcanhares podem até parecer problemas pequenos e fáceis de resolver em casa &#8211; mas não são. Na prática, ignorar sinais simples nos pés ou tentar “dar um jeito” sozinho tende a acabar custando caro. Evitar procurar um podólogo é um erro, que arrisca acabar em dor, tempo perdido e<a href="https://www.baruel.com.br/cutuquei-a-unha-e-infeccionou-ignorar-podologo-pode-ser-perigoso/">Continue reading <span class="sr-only">"“Cutuquei a unha e infeccionou”: ignorar podólogo pode ser perigoso"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Calos, unhas encravadas ou rachaduras nos calcanhares podem até parecer problemas pequenos e fáceis de resolver em casa &#8211; mas não são. Na prática, <strong>ignorar sinais simples nos pés ou tentar “dar um jeito” sozinho tende a acabar custando caro</strong>. Evitar procurar um podólogo é um erro, que arrisca acabar em dor, tempo perdido e até em tratamentos mais longos.</p>
<p>A podóloga e professora de podologia Juliana Mendes explica que, sem acompanhamento profissional adequado, condições vistas como “simples” podem se agravar e virar algo muito mais complexo. Além da famosa unha encravada, ela inclui quadros de micoses, verrugas plantares e outras alterações.</p>
<h2>Quando o simples vira complicação</h2>
<p>Infelizmente, evitar a consulta podológica pode trazer sérias complicações. Alguns sinais dão pistas de que o problema está evoluindo, como:</p>
<ul>
<li><strong>Dor constante;</strong></li>
<li><strong>Dificuldade para caminhar;</strong></li>
<li><strong>Necessidade de afastamento de atividades do dia a dia;</strong></li>
<li><strong>Infecções e feridas abertas</strong> (em casos mais complexos).</li>
</ul>
<p>Nesse sentido, Juliana alerta que há riscos de calos aumentarem de tamanho e causarem dor ao pisar, enquanto unhas encravadas são propensas a inflamar, infeccionar e até formar abscessos. Já as rachaduras nos calcanhares têm a possibilidade de se aprofundar, sangrar e virar porta de entrada para bactérias.</p>
<h2>O erro bobo que virou um problemão</h2>
<p>O estudante Victor Carvalho, 25 anos, sabe bem como um descuido pode sair do controle. Ele conta que sempre teve a mania de cutucar a unha com a mão, mexendo nos cantinhos e na pele ao redor, até que um dia o pior aconteceu.</p>
<p>“Sempre acabava mal, ficava vermelho, inchado, com dor. Na última vez, os sintomas não passaram e chegou ao ponto de eu não conseguir pôr o pé no chão. Aí descobri que infeccionou”, relata.</p>
<p>Mesmo assim, ele tentou resolver em casa: passou pomadas que a mãe mantinha e colocou gelo, mas não funcionou. O alerta vermelho veio quando a dor impediu coisas simples, como usar meia ou tênis. A vermelhidão, o inchaço, o calor, a dor e a secreção verde entregaram a gravidade da situação: uma infecção na unha.</p>
<h2>Autocuidado errado piora o problema</h2>
<p>A podóloga Juliana Mendes reforça que há <strong>erros comuns que acabam criando ou piorando problemas sem que a pessoa perceba</strong>. Entre os mais frequentes estão:</p>
<ul>
<li>Usar lâminas ou objetos cortantes em casa;</li>
<li>Lixar demais a pele;</li>
<li>Arrancar cantos da unha;</li>
<li>Usar produtos inadequados ou adotar “receitas caseiras”.</li>
</ul>
<p>Essas tentativas <strong>podem causar infecções e tornar o tratamento profissional mais longo, delicado e caro</strong>, como no caso de Victor.</p>
<p>Ele, aliás, acredita que os cuidados que adotou por conta própria mascararam a gravidade e atrasaram a busca por ajuda. “Demorou uns cinco dias a mais para eu ir na podóloga e o tratamento precisou ser mais intenso, envolvendo pronto-socorro e remédios”, conta.</p>
<h2>Quando procurar um podólogo</h2>
<p>A principal orientação é <strong>não esperar o problema piorar</strong> e até mesmo acontecer, ou seja, <strong>ir ao podólogo preventivamente</strong>, de tempos em tempos. Isso vale ainda mais para grupos de risco, como diabéticos ou pessoas com problemas circulatórios, já que a evolução de lesões é mais rápida.</p>
<p>No entanto, além da dor, alguns sintomas indicam que a consulta não deve mais ser adiada. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Inflamação;</strong></li>
<li><strong>Vermelhidão;</strong></li>
<li><strong>Secreção;</strong></li>
<li><strong>Sangramento;</strong></li>
<li><strong>Mudança na cor ou espessura das unhas;</strong></li>
<li><strong>Feridas que não cicatrizam.</strong></li>
</ul>
<p>“O maior erro é procurar o profissional só quando a dor aparece. Ter cuidado constante evita problemas, reduz custos e mantém os pés saudáveis por mais tempo”, conclui a professora.</p>
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