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	<title>Mobilidade e Longevidade - Cuidados com os pés - Baruel</title>
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	<title>Mobilidade e Longevidade - Cuidados com os pés - Baruel</title>
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		<title>Podóloga chama atenção para cuidados com os pés no inverno</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/podologista-chama-atencao-para-cuidados-com-os-pes-no-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, é comum que os pés recebam menos atenção. As temperaturas mais baixas fazem com que eles permaneçam mais tempo protegidos por meias e calçados fechados, criando a falsa sensação de que estão saudáveis apenas por não estarem expostos. Porém, é justamente nessa época do ano que muitos problemas podológicos tendem<a href="https://www.baruel.com.br/podologista-chama-atencao-para-cuidados-com-os-pes-no-inverno/">Continue reading <span class="sr-only">"Podóloga chama atenção para cuidados com os pés no inverno"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do inverno, é comum que os pés recebam menos atenção. As temperaturas mais baixas fazem com que eles permaneçam mais tempo protegidos por meias e calçados fechados, criando a falsa sensação de que estão saudáveis apenas por não estarem expostos. Porém, é justamente nessa época do ano que muitos problemas podológicos tendem a surgir ou se agravar.</p>
<p>O frio reduz naturalmente a hidratação da pele, favorecendo ressecamento, descamações e fissuras, principalmente na região dos calcanhares. Pequenas rachaduras que parecem apenas um incômodo estético podem evoluir para dores, sangramentos e até portas de entrada para infecções.</p>
<p>Além disso, o uso prolongado de sapatos fechados aumenta a umidade e o abafamento dos pés, criando um ambiente ideal para proliferação de fungos e bactérias. Muitas pessoas acreditam que as micoses aparecem apenas no verão, mas o inverno também oferece condições favoráveis, especialmente quando há suor excessivo e pouca ventilação.</p>
<p>Outro hábito comum nessa estação é tomar banhos muito quentes, o que contribui ainda mais para o ressecamento da pele. A hidratação correta dos pés torna-se essencial durante esse período, sempre utilizando produtos adequados e evitando excessos entre os dedos, região mais propensa à umidade e infecções.</p>
<p>A escolha dos calçados também merece atenção. Sapatos apertados, sem ventilação e utilizados por muitas horas seguidas podem causar pressão excessiva, dores, calosidades e alterações nas unhas. Sempre que possível, é importante alternar os calçados e permitir que eles arejem completamente antes do próximo uso.</p>
<p><strong>Pacientes diabéticos, idosos e pessoas com problemas circulatórios devem redobrar os cuidados no inverno.</strong> A diminuição da sensibilidade associada ao ressecamento intenso pode fazer com que pequenas lesões passem despercebidas e evoluam silenciosamente.</p>
<p>Cuidar dos pés no inverno é uma questão de saúde, e, observar sinais como alterações na pele, odores, coceiras, unhas modificadas ou dores é fundamental para buscar orientação profissional antes do agravamento do quadro.</p>
<p>Quando os pés recebem os cuidados corretos, refletem diretamente em bem-estar e qualidade de vida.</p>
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		<title>Como (e por que) higienizar sapatos por dentro</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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		<category><![CDATA[higienização]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos. Tudo porque os sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia, criando um ambiente favorável para fungos e bactérias. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés. De acordo<a href="https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/">Continue reading <span class="sr-only">"Como (e por que) higienizar sapatos por dentro"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem;"><strong>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos</strong>. Tudo porque os <strong>sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia</strong>, criando um <strong>ambiente favorável para fungos e bactérias</strong>. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés.</span></p>
<p>De acordo com a dermatologista Priscila Rettore, os <strong>sapatos funcionam como um microambiente fechado</strong>, com <strong>pouca ventilação e alta umidade</strong>. Mesmo quando os pés estão limpos, o contato frequente com um calçado contaminado pode comprometer a saúde da pele.</p>
<p>“O suor, as células mortas e os resíduos acumulados dentro do sapato servem como alimento para microrganismos. <strong>Sem higienização adequada, o calçado pode se tornar um reservatório de agentes infecciosos</strong>”, alerta a médica.</p>
<h2>Chulé também é sinal de alerta</h2>
<p>Ao contrário do que muita gente pensa, o famoso “chulé” não é apenas uma questão estética. Segundo a especialista, o odor desagradável indica desequilíbrio da microbiota dos pés causado pela ação de bactérias sobre o suor acumulado.</p>
<p>Além do mau cheiro, a <strong>falta de cuidado com os calçados pode causar</strong>:</p>
<ul>
<li>frieira e micose nos pés;</li>
<li>bromidrose;</li>
<li>infecções bacterianas superficiais;</li>
<li>irritações e dermatites.</li>
</ul>
<p>A dermatologista explica que <strong>a umidade acumulada dentro dos sapatos ainda fragiliza a barreira natural da pele</strong>, favorecendo pequenas lesões e dificultando até a eficácia de tratamentos dermatológicos tópicos.</p>
<h2>Como higienizar corretamente</h2>
<p>Segundo Joicy Silva, coordenadora de operações da OMO Lavanderia, o interior dos calçados exige cuidados delicados, sobretudo em modelos sociais ou casuais, que possuem múltiplas camadas internas e menor ventilação.</p>
<p>No dia a dia, a profissional recomenda o seguinte:</p>
<ul>
<li>usar antissépticos em pó próprios para sapatos;</li>
<li>deixar os pares ventilar após o uso;</li>
<li>evitar guardá-los imediatamente;</li>
<li>alternar os modelos durante a semana;</li>
<li>nunca guardá-los enquanto úmidos.</li>
</ul>
<p><strong>Produtos líquidos, detergentes e soluções improvisadas devem ser evitados dentro dos sapatos</strong>, já que podem causar manchas, ressecamento, craquelamento e até desgaste precoce do material.</p>
<h2>Secagem correta contra odores</h2>
<p>Depois da higienização, o processo de secagem também merece atenção. <strong>O uso de calor intenso, secadores e exposição direta ao sol podem acabar piorando o problema ao “fixar” odores e resíduos no material interno do calçado</strong>.</p>
<p>“O ideal é permitir que os sapatos <strong>sequem naturalmente</strong>, em ambiente ventilado e com circulação de ar. Ventiladores podem ajudar no processo, desde que não haja aquecimento direto”, orienta Joicy Silva.</p>
<p>Além disso, ela recomenda deixar os sapatos descansarem por, pelo menos, 30 minutos antes de guardá-los e, se possível, armazená-los em sacos respiráveis, como os de TNT, para evitar acúmulo de umidade e poeira.</p>
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		<title>Pé chato: como identificar os sinais em casa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Chato ou Pé Plano]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[base do pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[pé chato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns testes caseiros ajudam a identificar a condição e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada. A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &#38;<a href="https://www.baruel.com.br/pe-chato-como-identificar-os-sinais-em-casa/">Continue reading <span class="sr-only">"Pé chato: como identificar os sinais em casa"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pé totalmente apoiado no chão, desgaste irregular do calçado e cansaço frequente nas pernas podem ser alguns sinais de pé chato</strong>. Embora o diagnóstico completo dependa de avaliação profissional, alguns <strong>testes caseiros ajudam a identificar a condição</strong> e até avaliar se é hora de procurar ajuda especializada.</p>
<p>A fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento &amp; Postura, esclarece que <strong>pé chato e pé plano são a mesma condição</strong>: a <strong>redução ou ausência da curvatura natural na parte interna dos pés</strong>.</p>
<p>Pode parecer irrelevante, mas esse arco é <strong>importante para absorção de impacto, equilíbrio e distribuição da carga do corpo durante os movimentos</strong>. “O pé é a base de todo o alinhamento corporal. Por isso, qualquer alteração nessa região pode acabar repercutindo no corpo inteiro”, observa a profissional.</p>
<h2>Quais sinais podem indicar pé chato?</h2>
<p>Algumas características costumam aparecer com mais frequência em pessoas com pé plano. O <strong>principal indício é a ausência da “curvinha” interna dos pés</strong>, fazendo com que praticamente <strong>toda a sola fique apoiada no chão</strong>.</p>
<p>Outros sinais importantes incluem:</p>
<ul>
<li>desgaste maior na parte interna do calçado;</li>
<li>tornozelos inclinando para dentro;</li>
<li>dificuldade para manter equilíbrio;</li>
<li>cansaço nos pés após muito tempo em pé;</li>
<li>dores nos pés, joelhos ou lombar.</li>
</ul>
<p>Tatiane explica que alterações na pisada também podem provocar compensações em outras partes do corpo, uma vez que há perda da eficiência na absorção de impacto e no alinhamento biomecânico ao longo do tempo.</p>
<h2>Testes simples ajudam na triagem</h2>
<p>Recorrer a testes caseiros pode ser útil para identificar se é caso de buscar avaliação médica, sobretudo quando há outros sintomas associados. A seguir, a profissional Tatiane Roschel compartilha algumas possibilidades:</p>
<ul>
<li><strong>Reflexo no espelho</strong>: fique descalço em frente ao espelho e observe se existe curvatura interna nos pés ou se os tornozelos parecem “cair para dentro”;</li>
<li><strong>Ponta dos pés</strong>: suba na ponta dos pés e note se o arco aparece. Se for possível vê-lo, pode ser um pé plano flexível. Caso não, pode indicar rigidez e necessidade de avaliação;</li>
<li><strong>“Teste da pisada” ou “teste do pé molhado”</strong>: molhe a sola do pé, pise em uma superfície seca e observe o formato da pegada. Uma curva bem definida aponta para um arco normal, enquanto pisadas completas são sinal de pé chato.</li>
</ul>
<h2>Quando buscar um médico</h2>
<p>Vale lembrar que esses resultados da autoavaliação não são diagnósticos médicos e não substituem a consulta com um profissional especializado. Por isso, a fisioterapeuta Tatiane Roschel recomenda <strong>procurar um especialista em casos de dor frequente (nos pés ou pernas), dificuldade para caminhar, desgaste rápido dos calçados e alterações visíveis na postura</strong>.</p>
<p>Ela também chama atenção para os casos infantis: crianças com alterações persistentes nos pés após os seis ou sete anos devem ser avaliadas para acompanhamento adequado.</p>
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		<title>Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quem-tem-pe-cavo-tropeca-mais-entenda-o-porque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Cavo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pé cavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pé cavo é aquele com o arco mais alto que o normal. Apesar de nem sempre causar sintomas, a condição pode alterar a forma como o corpo se equilibra durante a caminhada, entre outras questões. Isso impacta a estabilidade, especialmente em superfícies irregulares, e aumenta o risco de tropeços e torções. O ortopedista André<a href="https://www.baruel.com.br/quem-tem-pe-cavo-tropeca-mais-entenda-o-porque/">Continue reading <span class="sr-only">"Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O pé cavo é aquele com o arco mais alto que o normal</strong>. Apesar de nem sempre causar sintomas, a condição <strong>pode alterar a forma como o corpo se equilibra durante a caminhada</strong>, entre outras questões. <strong>Isso impacta a estabilidade, especialmente em superfícies irregulares, e aumenta o risco de tropeços e torções</strong>.</p>
<p>O ortopedista André Silveira, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), explica que tal alteração estrutural reduz a área de contato do pé com o solo e modifica a forma como o peso do corpo é distribuído.</p>
<p>“<strong>Esse tipo de pé tem bastante alteração biomecânica, desde a parte posterior do retropé até o antepé, em vários ângulos.</strong> Uma das principais consequências disso é o <strong>contato com o chão</strong> durante a caminhada”, detalha o médico.</p>
<h2>Por que surge instabilidade?</h2>
<p>A <strong>instabilidade é uma das principais queixas de quem tem pé cavo</strong>. Isso acontece porque estruturas importantes para o equilíbrio passam a funcionar de forma limitada, comprometendo a adaptação do pé aos diferentes tipos de solo.</p>
<p>De acordo com o especialista, a culpa disso é da articulação subtalar, a responsável por ajudar o pé a se ajustar em terrenos irregulares. Nesses casos, ela costuma ser mais rígida e isso faz com que o corpo perca essa adaptação natural durante a marcha.</p>
<p>O resultado é uma maior <strong>dificuldade para reagir a pequenas irregularidades do piso</strong>. Como consequência, pode haver episódios repetidos de torção e até uma sensação frequente de “pisar em falso” enquanto anda, como se fosse cair a qualquer momento.</p>
<h2>Impactos no dia a dia</h2>
<p>Mesmo sem sintomas tão claros, quem tem pé cavo pode experimentar sensações bem desagradáveis na rotina, como:</p>
<ul>
<li>instabilidade ao caminhar;</li>
<li>falseio ao pisar;</li>
<li>insegurança na marcha;</li>
<li>até três a quatro torções anuais.</li>
</ul>
<p>Além disso, a redução da área de contato com o solo aumenta a pressão em regiões específicas do pé, o que pode levar à dor na região plantar e lateral, uma vez que o peso do corpo deixa de ser distribuído de forma equilibrada.</p>
<p>É nesse ponto que deixa de ser um problema só do pé, conforme observa o fisioterapeuta Marcio Guimarães, especialista em reabilitação ortopédica e esportiva, à frente da Trato Fisioterapia.</p>
<p>“O corpo inteiro pode entrar em compensação para manter o equilíbrio, aumentando a sobrecarga em outras estruturas, como tornozelos e pernas”, alerta o profissional.</p>
<h2>Como reduzir o risco</h2>
<p>Apesar dos desafios, há formas de melhorar a estabilidade e reduzir o risco de tropeços no dia a dia. O tratamento só é indicado quando há queixas e pode envolver diferentes abordagens. Entre as principais táticas a serem adotadas estão:</p>
<ul>
<li><strong>uso de palmilhas</strong> para redistribuir a pressão e melhorar o contato com o solo;</li>
<li><strong>fisioterapia</strong> para fortalecimento muscular e estabilização do pé;</li>
<li><strong>treino de equilíbrio e propriocepção</strong>, que melhora a resposta do corpo a mudanças no terreno;</li>
<li>exercícios de <strong>fortalecimento</strong> para dar mais suporte à marcha;</li>
<li>escolha de <strong>calçados confortáveis</strong>, que proporcionem segurança ao caminhar.</li>
</ul>
<p>“<strong>O treino de equilíbrio e fortalecimento ajuda a reduzir o risco de torções, sobretudo em quem tem pé cavo</strong>. Fortalecer o ‘foot core’ (núcleo do pé) junto com o joelho e quadril, garante uma base firme e mais segurança ao caminhar”, avalia o fisioterapeuta.</p>
<p>Vale lembrar que nem todos os casos exigem intervenção. A orientação é procurar o ortopedista quando houver dor persistente, instabilidade frequente e entorses de repetição. Somente a avaliação especializada pode definir o melhor caminho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Supinado e Pé Pronado]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia. No entanto, a longo prazo, mesmo pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo. O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia,<a href="https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/">Continue reading <span class="sr-only">"6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia.</strong> No entanto, a longo prazo, mesmo <strong>pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio</strong>. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo.</p>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia, esclarece que <strong>todas as pessoas apresentam pronação (para dentro) e supinação (para fora) ao caminhar</strong>, em maior ou menor proporção, pois são movimentos naturais e necessários para a absorção de impacto e adaptação ao solo.</p>
<p>“É preciso equilíbrio entre ambos. Na pronação, o arco do pé inclina para dentro. Já na supinação é o oposto: ele se afasta do chão. O problema é quando esses movimentos aumentam ou mudam demais com o tempo”, explica o especialista em reabilitação ortopédica e esportiva.</p>
<h2>O que é (ou não) normal</h2>
<p>Na prática, a maioria das pessoas apresenta uma leve pronação ao caminhar, porque o <strong>pé precisa distribuir o peso e absorver o impacto do corpo</strong>. Embora menos frequente, a supinação também ocorre e faz parte do funcionamento natural da pisada.</p>
<p>Portanto, <strong>o alerta não está na existência desses movimentos, mas na mudança progressiva</strong>. Isso porque, quando uma dessas rotações se torna mais acentuada, passa a gerar desconforto, como dores nos pés, sobretudo durante a atividade física.</p>
<p>Nesse sentido, o fisioterapeuta recomenda ficar de olho em possíveis sintomas e procurar uma avaliação profissional para investigar melhor.</p>
<h2>Sinais de que sua pisada pode estar mudando</h2>
<p><strong>Alguns sinais do dia a dia ajudam a identificar alterações importantes na pisada antes mesmo de surgir dor</strong>. Observar o comportamento dos pés e até dos calçados é um dos jeitos mais simples para perceber algo de diferente e agir na hora certa.</p>
<p>Entre os principais indícios, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma INKI de consultas médicas, lista:</p>
<p>1. <strong>Desgaste irregular do solado</strong>.<br />
2. <strong>Calcanhar do sapato inclinando para dentro ou para fora</strong>.<br />
3. <strong>Surgimento de calos</strong> em pontos específicos.<br />
4. <strong>Ressecamento da pele</strong> dos pés.<br />
5. <strong>Desalinhamento dos dedos</strong>, como o joanete.<br />
6. Sensação de <strong>cansaço ou sobrecarga nos tornozelos</strong>.</p>
<p>“Esses sinais mostram que o corpo pode estar compensando uma pisada inadequada. Quando o desvio é acentuado, o peso deixa de ser distribuído corretamente, gerando sobrecarga nas articulações e, com o tempo, dor”, alerta o médico.</p>
<h2>Como evitar problemas e tratar</h2>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães chama atenção para hábitos que podem agravar o caso e até trazer problemas mais sérios, como:</p>
<ul>
<li>aumento repentino de distância ou intensidade nos treinos;</li>
<li>falta de fortalecimento muscular;</li>
<li>uso de calçados sem suporte adequado;</li>
<li>ausência de adaptação progressiva à atividade física.</li>
</ul>
<p>Já quando o assunto é tratamento, o ortopedista Ivo Zulian Neto destaca as palmilhas ortopédicas sob medida como primeira linha por reposicionar as forças e dar equilíbrio à marcha. A fisioterapia também destaca ser fundamental o fortalecimento. Se nada disso resolver, uma intervenção cirúrgica pode ser considerada.</p>
<p>“Sempre gosto de lembrar que nenhum corpo é perfeitamente simétrico. Então, é normal ter pequenas diferenças entre os pés. O perigo mora nas soluções genéricas, como comprar um tênis que promete corrigir sem nem saber o grau do problema. Às vezes, você corrige um lado e prejudica o outro”, finaliza o médico.</p>
<p>O post <a href="https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/">6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.baruel.com.br">Baruel</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar. Para driblar esses desconfortos, conte com os alongamentos. O ortopedista Paulo<a href="https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/">Continue reading <span class="sr-only">"Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. <strong>Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar.</strong> Para driblar esses desconfortos, conte com os <strong>alongamentos</strong>.</p>
<p>O ortopedista Paulo Roberto Dias, embaixador da ISMST no Brasil, explica que a <strong>posição sentada prolongada favorece dores musculares por diferentes mecanismos, como: a flexão exagerada dos joelhos, que pode gerar encurtamento; e a compressão do nervo ciático, capaz de provocar dor e formigamento nas pernas e nos pés</strong>.</p>
<p>“O paciente que permanece sentado por muitas horas também pode apresentar dificuldade no retorno venoso, especialmente quem já tem insuficiência venosa, com atenção às varizes”, alerta o médico.</p>
<h2>Músculos que mais sofrem</h2>
<p>Segundo o especialista, alguns grupos musculares são mais afetados pela rotina sedentária e <strong>merecem atenção especial no alongamento</strong>. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>flexores do quadril;</li>
<li>panturrilhas;</li>
<li>músculos isquiotibiais (parte posterior da coxa);</li>
<li>piriforme (região glútea);</li>
<li>glúteos.</li>
</ul>
<p>O profissional reforça que a <strong>panturrilha é conhecida como o “segundo coração” do corpo</strong>, pois <strong>auxilia no retorno do sangue venoso</strong>. Por isso, manter esses músculos ativos e alongados é fundamental para reduzir os efeitos negativos do sedentarismo.</p>
<h2>Alongamento é saúde</h2>
<p>A <strong>falta de movimento ao longo do dia compromete a mobilidade e reduz a flexibilidade da coluna e dos membros inferiores</strong>. Muitas vezes, a restrição de movimento aparece antes mesmo da dor mais intensa surgir, já como um sinal de alerta do corpo.</p>
<p>Para o ortopedista Paulo Roberto Dias, essa <strong>fase de travas já pede alongamentos para evitar que o desconforto evolua</strong>. Alguns exercícios simples podem ser feitos no próprio ambiente de trabalho:</p>
<p><strong>Alongamento do quadril</strong></p>
<ul>
<li>Em pé ou sentado, leve um dos joelhos em direção ao peito ou cruze uma perna sobre a outra e incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento da panturrilha </strong></p>
<ul>
<li>Em pé, apoie as mãos na parede, estique uma perna para trás e pressione o calcanhar contra o chão.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos isquiotibiais</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, estenda uma das pernas, mantenha a coluna reta (sem curvar as costas) e incline o tronco em direção ao pé.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento do piriforme ou região glútea</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, cruze uma perna sobre a outra, apoiando o tornozelo no joelho oposto. Incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos glúteos</strong></p>
<ul>
<li>Sentado ou até deitado, abrace um dos joelhos em direção ao peito e mantenha a posição por alguns segundos.</li>
</ul>
<p>A recomendação é fazer esses exercícios <strong>diariamente, durante pausas de 10 minutos, a cada duas ou três horas de trabalho sentado contínuo</strong>. Não adianta concentrar tudo no fim do dia ou apenas no final da semana, viu?</p>
<h2>Cuidados importantes</h2>
<p>O médico lembra que se <strong>alongar é ótimo, mas exagerar na intensidade pode surtir o efeito contrário e piorar o quadro</strong>. Isso porque os <strong>alongamentos muito forçados, sobretudo em quem não está condicionado, tendem a gerar mais dor e desconforto do que benefícios.</strong></p>
<p>Caso a dor persista, mesmo a pessoa se alongando, é fundamental buscar avaliação médica com um ortopedista para investigar possíveis condições que exijam tratamentos mais específicos.</p>
<p>Por fim, vale ainda ficar de olho na rotina. “Estudos científicos já associam o trabalho sentado ao aumento do risco de cardiopatias, obesidade, diabetes tipo 2 e trombose venosa profunda (TVP), o que reforça a importância do movimento diário”, alerta o especialista Paulo Roberto.</p>
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		<title>Por que sapatos novos podem machucar tanto?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fricção e Impacto do Calçado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[atrito]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fricção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato novo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que sapatos novos podem machucar tanto?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um <strong>sapato novo</strong> costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. <strong>Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas.</strong> Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a <strong>ciência da biomecânica tem a resposta</strong> para esse inconveniente.</p>
<p>Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da <strong>estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário.</strong> Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido.</p>
<p>“<strong>Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar</strong>. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista.</p>
<h2>Atrito e pressão são os vilões</h2>
<p><strong>A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais</strong>. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas.</p>
<p>É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação.</p>
<p>Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. <strong>Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé.</strong></p>
<h2>O calçado deve se adaptar ao pé</h2>
<p>Cada pé é único. <strong>Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada</strong>. Por isso, a regra de ouro é: <strong>o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário.</strong></p>
<p>“Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa.</p>
<p>Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>maior sensibilidade da pele;</li>
<li>presença de deformidades;</li>
<li>tipo de pisada;</li>
<li>idade;</li>
<li>doenças, como diabetes.</li>
</ul>
<h2>Quando o desconforto vira alerta</h2>
<p>Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a <strong>repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades.</strong></p>
<p>Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas:</p>
<ul>
<li>calcanhar;</li>
<li>lateral do quinto dedo;</li>
<li>parte superior dos dedos;</li>
<li>região plantar anterior.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.</p>
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		<title>Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o joanete está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo. Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de hallux valgus<a href="https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/">Continue reading <span class="sr-only">"Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o <strong>joanete</strong> está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, <strong>além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo.</strong></p>
<p>Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de <strong><em>hallux valgus</em> – altera a base de apoio do pé</strong>. Como o dedão é essencial para a propulsão ao caminhar, seu desalinhamento interfere diretamente na estabilidade e pode levar a quedas.</p>
<p>“O dedão suporta grande parte do peso durante a marcha. Quando ele está desalinhado, o corpo precisa se ajustar e isso pode afetar tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico”, detalha o profissional.</p>
<h2>Joanete altera a marcha</h2>
<p>Se o <em>hálux</em> se inclina em direção aos outros dedos, a <strong>distribuição do peso muda</strong>. Em vez de o dedão cumprir seu papel na propulsão, ocorre sobrecarga na lateral do pé, redução da eficiência do movimento e alteração do centro de pressão, fator crucial para se manter equilibrado.</p>
<p>É aí que o problema começa: para continuar andando, muitas pessoas desenvolvem <strong>compensações naturais</strong>, como apoiar mais a parte externa do pé, girar o pé para fora e dar passos mais curtos. Essas <strong>adaptações ajudam a reduzir a dor, mas modificam a biomecânica e aumentam o risco de sobrecarga nos tornozelos, joelhos e quadris.</strong></p>
<p>Segundo o fisioterapeuta, quanto mais severo for o desalinhamento, maior será o impacto na marcha. Idosos, pessoas com dor intensa ou rigidez no dedão e quem caminha em pisos irregulares ou escorregadios tendem a apresentar maior risco de instabilidade e quedas.</p>
<h2>Quando o equilíbrio falha</h2>
<p>A aposentada Marlene Carvalho, 66 anos, convive com o joanete há mais de uma década. No início, a alteração era apenas estética e incomodava principalmente ao usar determinados sapatos. Com o tempo, a dor começou a interferir na forma de andar.</p>
<p>“Eu pisava mais para o lado para fugir da dor. Fui andando assim na calçada e senti que o pé não firmou. Foi muito rápido, perdi o equilíbrio. Caí de lado e machuquei o joelho e o ombro”, relata.</p>
<p>Ela conta que já percebia sinais de instabilidade antes do episódio. Por vezes, o pé dava uma “balançada” e os tropeços se tornaram mais frequentes no dia a dia. Hoje, Marlene evita saltinhos, aposta em solados mais seguros e redobra a atenção na rua.</p>
<h2>Como reduzir o risco de quedas</h2>
<p>O fisioterapeuta Eduardo Saraiva destaca que o impacto no equilíbrio tende a ser mais significativo quando o joanete está em grau moderado a severo, com inclinação acentuada do dedão, dor constante, rigidez e perda de mobilidade.</p>
<p>Para reduzir o risco de instabilidade e quedas, as principais medidas incluem:</p>
<p><strong>Exercícios e fisioterapia</strong></p>
<ul>
<li>fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé;</li>
<li>treino de equilíbrio unipodal;</li>
<li>exercícios de mobilidade do dedão para melhorar a propulsão.</li>
</ul>
<p><strong>Calçados adequados</strong></p>
<ul>
<li>modelos mais largos, com espaço suficiente para o dedão;</li>
<li>solado estável;</li>
<li>evitar saltos altos ou calçados rígidos.</li>
</ul>
<p><strong>Órteses e acompanhamento</strong></p>
<ul>
<li>uso de separadores de dedos;</li>
<li>palmilhas para redistribuir a pressão plantar;</li>
<li>avaliação fisioterapêutica da marcha e correção de compensações com plano individual de prevenção de quedas.</li>
</ul>
<p>“Uma boa estratégia é combinar exercícios, calçado adequado e órtese. Essa é a forma mais eficaz de manter a estabilidade e reduzir a dor”, orienta o especialista.</p>
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		<title>Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[formato dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[simetria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina. O ortopedista e cirurgião<a href="https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/">Continue reading <span class="sr-only">"Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina.</p>
<p>O ortopedista e cirurgião Rafael Meireles explica que <strong>o corpo humano não é perfeitamente simétrico e que variações discretas fazem parte da anatomia natural.</strong> Sendo assim, diferenças leves no <strong>tamanho, na altura do arco plantar ou no padrão de apoio</strong> (mais para dentro ou mais para fora) podem acontecer sem representar uma condição preocupante.</p>
<p>“O importante não é a simetria perfeita, mas se <strong>essa diferença causa dor ou limita a função.</strong> O foco deve estar nos sintomas e na capacidade de caminhar, correr e realizar atividades sem desconforto”, observa o médico.</p>
<h2>Diferenças “do bem”</h2>
<p>As <strong>assimetrias podem estar presentes desde a infância</strong>, quando são vistas como estruturais, ou <strong>surgir ao longo da vida</strong>. <strong>Prática esportiva repetitiva, entorses de tornozelo, sobrecarga unilateral, alterações posturais e uso inadequado de calçados</strong> são fatores que podem influenciar esse processo.</p>
<p>Do ponto de vista ortopédico, são consideradas distinções discretas comuns:</p>
<ul>
<li>no número do calçado;</li>
<li>leve assimetria do arco plantar;</li>
<li>variações de apoio entre o pé dominante e o não dominante;</li>
<li>desgaste levemente desigual do tênis.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>nem toda diferença anatômica exige tratamento</strong>. Segundo Rafael, se não houver dor persistente, limitação funcional ou histórico de lesões repetidas, o corpo costuma se adaptar bem e conviver com pequenas variações sem prejuízo significativo.</p>
<h2>O que pede atenção</h2>
<p>Para o fisioterapeuta Maurício Garcia, da MG Fisioterapia Especializada, a <strong>questão central é como o pé funciona durante o movimento</strong>. Pés funcionalmente simétricos apresentam mobilidade semelhante entre os lados, arcos plantares com comportamento parecido na marcha, força equivalente e boa distribuição de carga.</p>
<p>Quando há <strong>diferenças mais marcantes, o corpo tende a compensar e isso pode alterar o tempo de apoio de cada pé, modificar o padrão da passada e até redistribuir o peso.</strong> Por isso, vale a pena prestar atenção para identificar:</p>
<ul>
<li>arco mais plano ou mais cavo;</li>
<li>limitação de dorsiflexão (levantar a parte da frente do pé para cima, aproximando dedos da canela);</li>
<li>rigidez do médio-pé (região central do pé);</li>
<li>alteração de apoio medial ou lateral.</li>
</ul>
<p>“<strong>Uma pequena diferença no pé pode repercutir em toda a cadeia cinética</strong>, gerando mudanças no eixo do joelho, rotação do quadril e ajustes na pelve e na coluna. Sem contar que, muitas vezes, o local da dor não é a origem do problema”, alerta o profissional.</p>
<h2>Será que preciso de tratamento?</h2>
<p>Embora o <strong>corpo tenha grande capacidade de adaptação</strong>, compensações prolongadas podem gerar sobrecarga. Nesse sentido, os especialistas recomendam observar se há:</p>
<ul>
<li>dor recorrente sempre do mesmo lado;</li>
<li>sensação de perna mais pesada;</li>
<li>cansaço precoce ao caminhar ou correr;</li>
<li>desgaste irregular do solado do calçado.</li>
</ul>
<p>O ortopedista Rafael Meireles destaca que a investigação é indicada quando há <strong>dor persistente, entorses frequentes, sensação de desnível ao caminhar ou dor anterior no joelho associada a apoio excessivo para dentro,</strong> pois alterações importantes de pronação podem modificar a mecânica femoropatelar (encontro da patela do joelho com o fêmur).</p>
<p>Já o fisioterapeuta Maurício Garcia acrescenta que é possível melhorar a função mesmo quando a anatomia é diferente. Exercícios específicos para pés e tornozelos, treino de equilíbrio, reeducação da marcha, fortalecimento muscular e, quando necessário, ajustes de calçados e palmilhas ajudam no quadro.</p>
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		<item>
		<title>Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ortoplastia-na-podologia-cuidado-conforto-e-correcao-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma<a href="https://www.baruel.com.br/ortoplastia-na-podologia-cuidado-conforto-e-correcao-funcional/">Continue reading <span class="sr-only">"Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma avaliação criteriosa da anatomia, da biomecânica e da queixa principal do paciente.</p>
<p>A ortoplastia consiste na confecção de uma órtese digital, geralmente em silicone de grau médico, moldada diretamente nos pés. Seu objetivo pode ser corretivo ou acomodativo, dependendo da necessidade. É amplamente utilizada em casos de dedos em garra, dedos em martelo, sobreposição digital e alterações como o Hallux Valgus, popularmente conhecido como joanete. Também é uma grande aliada no tratamento de helomas recorrentes, quando há atrito constante e pontos de pressão que provocam dor e inflamação.</p>
<p>Como podóloga, aprendi que não podemos olhar apenas para o dedo afetado. É fundamental observar a pisada, a distribuição de pressão plantar e a forma como esse paciente caminha. Muitas deformidades digitais estão relacionadas a desequilíbrios biomecânicos que começam na base do pé e repercutem ao longo da marcha. Quando confeccionada de forma adequada, a ortoplastia ajuda a redistribuir cargas, diminuir o atrito entre os dedos e oferecer proteção em áreas de maior sobrecarga.</p>
<p>O benefício mais imediato costuma ser o alívio da dor. Porém, o ganho vai além do conforto, estamos falando de prevenção de agravamentos, redução de processos inflamatórios e melhora na qualidade de vida. Pacientes que evitavam determinados calçados ou limitavam suas atividades por desconforto voltam a caminhar com mais segurança.</p>
<p>É importante destacar que a ortoplastia não é um recurso padronizado. Cada órtese é única, assim como cada pé. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável. Em alguns casos, ela terá função corretiva enquanto estiver em uso; em outros, atuará como medida preventiva contínua. O acompanhamento profissional garante ajustes e orientações adequadas ao longo do tempo.</p>
<p>A ortoplastia representa, dentro da podologia, a união entre técnica, olhar clínico e cuidado. Quando bem indicada, ela não apenas protege um dedo, mas contribui para o equilíbrio funcional do pé como um todo, e isso reflete diretamente na postura, na marcha e no bem-estar do paciente.</p>
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