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	<title>Mobilidade e Longevidade - Cuidados com os pés - Baruel</title>
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	<title>Mobilidade e Longevidade - Cuidados com os pés - Baruel</title>
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		<title>Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quem-tem-pe-cavo-tropeca-mais-entenda-o-porque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Cavo]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pé cavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pé cavo é aquele com o arco mais alto que o normal. Apesar de nem sempre causar sintomas, a condição pode alterar a forma como o corpo se equilibra durante a caminhada, entre outras questões. Isso impacta a estabilidade, especialmente em superfícies irregulares, e aumenta o risco de tropeços e torções. O ortopedista André<a href="https://www.baruel.com.br/quem-tem-pe-cavo-tropeca-mais-entenda-o-porque/">Continue reading <span class="sr-only">"Quem tem pé cavo tropeça mais. Entenda o porquê"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O pé cavo é aquele com o arco mais alto que o normal</strong>. Apesar de nem sempre causar sintomas, a condição <strong>pode alterar a forma como o corpo se equilibra durante a caminhada</strong>, entre outras questões. <strong>Isso impacta a estabilidade, especialmente em superfícies irregulares, e aumenta o risco de tropeços e torções</strong>.</p>
<p>O ortopedista André Silveira, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), explica que tal alteração estrutural reduz a área de contato do pé com o solo e modifica a forma como o peso do corpo é distribuído.</p>
<p>“<strong>Esse tipo de pé tem bastante alteração biomecânica, desde a parte posterior do retropé até o antepé, em vários ângulos.</strong> Uma das principais consequências disso é o <strong>contato com o chão</strong> durante a caminhada”, detalha o médico.</p>
<h2>Por que surge instabilidade?</h2>
<p>A <strong>instabilidade é uma das principais queixas de quem tem pé cavo</strong>. Isso acontece porque estruturas importantes para o equilíbrio passam a funcionar de forma limitada, comprometendo a adaptação do pé aos diferentes tipos de solo.</p>
<p>De acordo com o especialista, a culpa disso é da articulação subtalar, a responsável por ajudar o pé a se ajustar em terrenos irregulares. Nesses casos, ela costuma ser mais rígida e isso faz com que o corpo perca essa adaptação natural durante a marcha.</p>
<p>O resultado é uma maior <strong>dificuldade para reagir a pequenas irregularidades do piso</strong>. Como consequência, pode haver episódios repetidos de torção e até uma sensação frequente de “pisar em falso” enquanto anda, como se fosse cair a qualquer momento.</p>
<h2>Impactos no dia a dia</h2>
<p>Mesmo sem sintomas tão claros, quem tem pé cavo pode experimentar sensações bem desagradáveis na rotina, como:</p>
<ul>
<li>instabilidade ao caminhar;</li>
<li>falseio ao pisar;</li>
<li>insegurança na marcha;</li>
<li>até três a quatro torções anuais.</li>
</ul>
<p>Além disso, a redução da área de contato com o solo aumenta a pressão em regiões específicas do pé, o que pode levar à dor na região plantar e lateral, uma vez que o peso do corpo deixa de ser distribuído de forma equilibrada.</p>
<p>É nesse ponto que deixa de ser um problema só do pé, conforme observa o fisioterapeuta Marcio Guimarães, especialista em reabilitação ortopédica e esportiva, à frente da Trato Fisioterapia.</p>
<p>“O corpo inteiro pode entrar em compensação para manter o equilíbrio, aumentando a sobrecarga em outras estruturas, como tornozelos e pernas”, alerta o profissional.</p>
<h2>Como reduzir o risco</h2>
<p>Apesar dos desafios, há formas de melhorar a estabilidade e reduzir o risco de tropeços no dia a dia. O tratamento só é indicado quando há queixas e pode envolver diferentes abordagens. Entre as principais táticas a serem adotadas estão:</p>
<ul>
<li><strong>uso de palmilhas</strong> para redistribuir a pressão e melhorar o contato com o solo;</li>
<li><strong>fisioterapia</strong> para fortalecimento muscular e estabilização do pé;</li>
<li><strong>treino de equilíbrio e propriocepção</strong>, que melhora a resposta do corpo a mudanças no terreno;</li>
<li>exercícios de <strong>fortalecimento</strong> para dar mais suporte à marcha;</li>
<li>escolha de <strong>calçados confortáveis</strong>, que proporcionem segurança ao caminhar.</li>
</ul>
<p>“<strong>O treino de equilíbrio e fortalecimento ajuda a reduzir o risco de torções, sobretudo em quem tem pé cavo</strong>. Fortalecer o ‘foot core’ (núcleo do pé) junto com o joelho e quadril, garante uma base firme e mais segurança ao caminhar”, avalia o fisioterapeuta.</p>
<p>Vale lembrar que nem todos os casos exigem intervenção. A orientação é procurar o ortopedista quando houver dor persistente, instabilidade frequente e entorses de repetição. Somente a avaliação especializada pode definir o melhor caminho.</p>
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		<title>6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Supinado e Pé Pronado]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia. No entanto, a longo prazo, mesmo pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo. O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia,<a href="https://www.baruel.com.br/6-sinais-de-que-sua-pisada-esta-piorando-com-o-tempo/">Continue reading <span class="sr-only">"6 sinais de que sua pisada está piorando com o tempo"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A forma como o pé encosta no chão costuma passar despercebida no dia a dia.</strong> No entanto, a longo prazo, mesmo <strong>pequenas mudanças nesse padrão podem indicar que algo saiu do equilíbrio</strong>. O resultado é um impacto não só nos pés, mas em todo o corpo.</p>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães, à frente da Trato Fisioterapia, esclarece que <strong>todas as pessoas apresentam pronação (para dentro) e supinação (para fora) ao caminhar</strong>, em maior ou menor proporção, pois são movimentos naturais e necessários para a absorção de impacto e adaptação ao solo.</p>
<p>“É preciso equilíbrio entre ambos. Na pronação, o arco do pé inclina para dentro. Já na supinação é o oposto: ele se afasta do chão. O problema é quando esses movimentos aumentam ou mudam demais com o tempo”, explica o especialista em reabilitação ortopédica e esportiva.</p>
<h2>O que é (ou não) normal</h2>
<p>Na prática, a maioria das pessoas apresenta uma leve pronação ao caminhar, porque o <strong>pé precisa distribuir o peso e absorver o impacto do corpo</strong>. Embora menos frequente, a supinação também ocorre e faz parte do funcionamento natural da pisada.</p>
<p>Portanto, <strong>o alerta não está na existência desses movimentos, mas na mudança progressiva</strong>. Isso porque, quando uma dessas rotações se torna mais acentuada, passa a gerar desconforto, como dores nos pés, sobretudo durante a atividade física.</p>
<p>Nesse sentido, o fisioterapeuta recomenda ficar de olho em possíveis sintomas e procurar uma avaliação profissional para investigar melhor.</p>
<h2>Sinais de que sua pisada pode estar mudando</h2>
<p><strong>Alguns sinais do dia a dia ajudam a identificar alterações importantes na pisada antes mesmo de surgir dor</strong>. Observar o comportamento dos pés e até dos calçados é um dos jeitos mais simples para perceber algo de diferente e agir na hora certa.</p>
<p>Entre os principais indícios, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma INKI de consultas médicas, lista:</p>
<p>1. <strong>Desgaste irregular do solado</strong>.<br />
2. <strong>Calcanhar do sapato inclinando para dentro ou para fora</strong>.<br />
3. <strong>Surgimento de calos</strong> em pontos específicos.<br />
4. <strong>Ressecamento da pele</strong> dos pés.<br />
5. <strong>Desalinhamento dos dedos</strong>, como o joanete.<br />
6. Sensação de <strong>cansaço ou sobrecarga nos tornozelos</strong>.</p>
<p>“Esses sinais mostram que o corpo pode estar compensando uma pisada inadequada. Quando o desvio é acentuado, o peso deixa de ser distribuído corretamente, gerando sobrecarga nas articulações e, com o tempo, dor”, alerta o médico.</p>
<h2>Como evitar problemas e tratar</h2>
<p>O fisioterapeuta Marcio Guimarães chama atenção para hábitos que podem agravar o caso e até trazer problemas mais sérios, como:</p>
<ul>
<li>aumento repentino de distância ou intensidade nos treinos;</li>
<li>falta de fortalecimento muscular;</li>
<li>uso de calçados sem suporte adequado;</li>
<li>ausência de adaptação progressiva à atividade física.</li>
</ul>
<p>Já quando o assunto é tratamento, o ortopedista Ivo Zulian Neto destaca as palmilhas ortopédicas sob medida como primeira linha por reposicionar as forças e dar equilíbrio à marcha. A fisioterapia também destaca ser fundamental o fortalecimento. Se nada disso resolver, uma intervenção cirúrgica pode ser considerada.</p>
<p>“Sempre gosto de lembrar que nenhum corpo é perfeitamente simétrico. Então, é normal ter pequenas diferenças entre os pés. O perigo mora nas soluções genéricas, como comprar um tênis que promete corrigir sem nem saber o grau do problema. Às vezes, você corrige um lado e prejudica o outro”, finaliza o médico.</p>
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		<title>Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alongamento Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar. Para driblar esses desconfortos, conte com os alongamentos. O ortopedista Paulo<a href="https://www.baruel.com.br/alongamento-para-quem-trabalha-sentado-evita-travas-e-dores/">Continue reading <span class="sr-only">"Alongamento para quem trabalha sentado evita travas e dores"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar muitas horas sentado pode parecer relaxante e totalmente inofensivo, mas o corpo sente o impacto disso e tende a cobrar o preço depois. <strong>Travas musculares, rigidez nas pernas e desconforto nos pés são queixas comuns de quem passa o dia sem se levantar.</strong> Para driblar esses desconfortos, conte com os <strong>alongamentos</strong>.</p>
<p>O ortopedista Paulo Roberto Dias, embaixador da ISMST no Brasil, explica que a <strong>posição sentada prolongada favorece dores musculares por diferentes mecanismos, como: a flexão exagerada dos joelhos, que pode gerar encurtamento; e a compressão do nervo ciático, capaz de provocar dor e formigamento nas pernas e nos pés</strong>.</p>
<p>“O paciente que permanece sentado por muitas horas também pode apresentar dificuldade no retorno venoso, especialmente quem já tem insuficiência venosa, com atenção às varizes”, alerta o médico.</p>
<h2>Músculos que mais sofrem</h2>
<p>Segundo o especialista, alguns grupos musculares são mais afetados pela rotina sedentária e <strong>merecem atenção especial no alongamento</strong>. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>flexores do quadril;</li>
<li>panturrilhas;</li>
<li>músculos isquiotibiais (parte posterior da coxa);</li>
<li>piriforme (região glútea);</li>
<li>glúteos.</li>
</ul>
<p>O profissional reforça que a <strong>panturrilha é conhecida como o “segundo coração” do corpo</strong>, pois <strong>auxilia no retorno do sangue venoso</strong>. Por isso, manter esses músculos ativos e alongados é fundamental para reduzir os efeitos negativos do sedentarismo.</p>
<h2>Alongamento é saúde</h2>
<p>A <strong>falta de movimento ao longo do dia compromete a mobilidade e reduz a flexibilidade da coluna e dos membros inferiores</strong>. Muitas vezes, a restrição de movimento aparece antes mesmo da dor mais intensa surgir, já como um sinal de alerta do corpo.</p>
<p>Para o ortopedista Paulo Roberto Dias, essa <strong>fase de travas já pede alongamentos para evitar que o desconforto evolua</strong>. Alguns exercícios simples podem ser feitos no próprio ambiente de trabalho:</p>
<p><strong>Alongamento do quadril</strong></p>
<ul>
<li>Em pé ou sentado, leve um dos joelhos em direção ao peito ou cruze uma perna sobre a outra e incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento da panturrilha </strong></p>
<ul>
<li>Em pé, apoie as mãos na parede, estique uma perna para trás e pressione o calcanhar contra o chão.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos isquiotibiais</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, estenda uma das pernas, mantenha a coluna reta (sem curvar as costas) e incline o tronco em direção ao pé.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento do piriforme ou região glútea</strong></p>
<ul>
<li>Sentado, cruze uma perna sobre a outra, apoiando o tornozelo no joelho oposto. Incline levemente o tronco para frente.</li>
</ul>
<p><strong>Alongamento dos glúteos</strong></p>
<ul>
<li>Sentado ou até deitado, abrace um dos joelhos em direção ao peito e mantenha a posição por alguns segundos.</li>
</ul>
<p>A recomendação é fazer esses exercícios <strong>diariamente, durante pausas de 10 minutos, a cada duas ou três horas de trabalho sentado contínuo</strong>. Não adianta concentrar tudo no fim do dia ou apenas no final da semana, viu?</p>
<h2>Cuidados importantes</h2>
<p>O médico lembra que se <strong>alongar é ótimo, mas exagerar na intensidade pode surtir o efeito contrário e piorar o quadro</strong>. Isso porque os <strong>alongamentos muito forçados, sobretudo em quem não está condicionado, tendem a gerar mais dor e desconforto do que benefícios.</strong></p>
<p>Caso a dor persista, mesmo a pessoa se alongando, é fundamental buscar avaliação médica com um ortopedista para investigar possíveis condições que exijam tratamentos mais específicos.</p>
<p>Por fim, vale ainda ficar de olho na rotina. “Estudos científicos já associam o trabalho sentado ao aumento do risco de cardiopatias, obesidade, diabetes tipo 2 e trombose venosa profunda (TVP), o que reforça a importância do movimento diário”, alerta o especialista Paulo Roberto.</p>
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		<item>
		<title>Por que sapatos novos podem machucar tanto?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fricção e Impacto do Calçado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[atrito]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fricção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato novo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-sapatos-novos-podem-machucar-tanto/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que sapatos novos podem machucar tanto?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, comprar um <strong>sapato novo</strong> costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. <strong>Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas.</strong> Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a <strong>ciência da biomecânica tem a resposta</strong> para esse inconveniente.</p>
<p>Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da <strong>estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário.</strong> Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido.</p>
<p>“<strong>Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar</strong>. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista.</p>
<h2>Atrito e pressão são os vilões</h2>
<p><strong>A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais</strong>. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas.</p>
<p>É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação.</p>
<p>Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. <strong>Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé.</strong></p>
<h2>O calçado deve se adaptar ao pé</h2>
<p>Cada pé é único. <strong>Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada</strong>. Por isso, a regra de ouro é: <strong>o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário.</strong></p>
<p>“Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa.</p>
<p>Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são:</p>
<ul>
<li>maior sensibilidade da pele;</li>
<li>presença de deformidades;</li>
<li>tipo de pisada;</li>
<li>idade;</li>
<li>doenças, como diabetes.</li>
</ul>
<h2>Quando o desconforto vira alerta</h2>
<p>Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a <strong>repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades.</strong></p>
<p>Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas:</p>
<ul>
<li>calcanhar;</li>
<li>lateral do quinto dedo;</li>
<li>parte superior dos dedos;</li>
<li>região plantar anterior.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Joanete]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[joanete]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o joanete está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo. Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de hallux valgus<a href="https://www.baruel.com.br/joanete-pode-afetar-o-equilibrio-entenda-o-risco/">Continue reading <span class="sr-only">"Joanete pode afetar o equilíbrio? Entenda o risco"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu que o <strong>joanete</strong> está associado à dor e, sobretudo, à deformidade estética no dedão do pé. No entanto, <strong>além do incômodo ao usar sapatos, a deformidade pode impactar algo muito mais sério: o equilíbrio do corpo.</strong></p>
<p>Como esclarece o fisioterapeuta esportivo Eduardo Saraiva, o joanete – chamado tecnicamente de <strong><em>hallux valgus</em> – altera a base de apoio do pé</strong>. Como o dedão é essencial para a propulsão ao caminhar, seu desalinhamento interfere diretamente na estabilidade e pode levar a quedas.</p>
<p>“O dedão suporta grande parte do peso durante a marcha. Quando ele está desalinhado, o corpo precisa se ajustar e isso pode afetar tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico”, detalha o profissional.</p>
<h2>Joanete altera a marcha</h2>
<p>Se o <em>hálux</em> se inclina em direção aos outros dedos, a <strong>distribuição do peso muda</strong>. Em vez de o dedão cumprir seu papel na propulsão, ocorre sobrecarga na lateral do pé, redução da eficiência do movimento e alteração do centro de pressão, fator crucial para se manter equilibrado.</p>
<p>É aí que o problema começa: para continuar andando, muitas pessoas desenvolvem <strong>compensações naturais</strong>, como apoiar mais a parte externa do pé, girar o pé para fora e dar passos mais curtos. Essas <strong>adaptações ajudam a reduzir a dor, mas modificam a biomecânica e aumentam o risco de sobrecarga nos tornozelos, joelhos e quadris.</strong></p>
<p>Segundo o fisioterapeuta, quanto mais severo for o desalinhamento, maior será o impacto na marcha. Idosos, pessoas com dor intensa ou rigidez no dedão e quem caminha em pisos irregulares ou escorregadios tendem a apresentar maior risco de instabilidade e quedas.</p>
<h2>Quando o equilíbrio falha</h2>
<p>A aposentada Marlene Carvalho, 66 anos, convive com o joanete há mais de uma década. No início, a alteração era apenas estética e incomodava principalmente ao usar determinados sapatos. Com o tempo, a dor começou a interferir na forma de andar.</p>
<p>“Eu pisava mais para o lado para fugir da dor. Fui andando assim na calçada e senti que o pé não firmou. Foi muito rápido, perdi o equilíbrio. Caí de lado e machuquei o joelho e o ombro”, relata.</p>
<p>Ela conta que já percebia sinais de instabilidade antes do episódio. Por vezes, o pé dava uma “balançada” e os tropeços se tornaram mais frequentes no dia a dia. Hoje, Marlene evita saltinhos, aposta em solados mais seguros e redobra a atenção na rua.</p>
<h2>Como reduzir o risco de quedas</h2>
<p>O fisioterapeuta Eduardo Saraiva destaca que o impacto no equilíbrio tende a ser mais significativo quando o joanete está em grau moderado a severo, com inclinação acentuada do dedão, dor constante, rigidez e perda de mobilidade.</p>
<p>Para reduzir o risco de instabilidade e quedas, as principais medidas incluem:</p>
<p><strong>Exercícios e fisioterapia</strong></p>
<ul>
<li>fortalecimento dos músculos intrínsecos do pé;</li>
<li>treino de equilíbrio unipodal;</li>
<li>exercícios de mobilidade do dedão para melhorar a propulsão.</li>
</ul>
<p><strong>Calçados adequados</strong></p>
<ul>
<li>modelos mais largos, com espaço suficiente para o dedão;</li>
<li>solado estável;</li>
<li>evitar saltos altos ou calçados rígidos.</li>
</ul>
<p><strong>Órteses e acompanhamento</strong></p>
<ul>
<li>uso de separadores de dedos;</li>
<li>palmilhas para redistribuir a pressão plantar;</li>
<li>avaliação fisioterapêutica da marcha e correção de compensações com plano individual de prevenção de quedas.</li>
</ul>
<p>“Uma boa estratégia é combinar exercícios, calçado adequado e órtese. Essa é a forma mais eficaz de manter a estabilidade e reduzir a dor”, orienta o especialista.</p>
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		<title>Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tipos de Pés]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[formato dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[simetria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina. O ortopedista e cirurgião<a href="https://www.baruel.com.br/meus-pes-sao-diferentes-entre-si-isso-e-normal/">Continue reading <span class="sr-only">"Meus pés são diferentes entre si. Isso é normal?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Olhar para os próprios pés e perceber que um parece diferente do outro pode causar estranheza. A dúvida surge rápido: é normal ou será que indica algum problema? A verdade é que pequenas diferenças no formato, no apoio ou até no desgaste do calçado são mais comuns do que se imagina.</p>
<p>O ortopedista e cirurgião Rafael Meireles explica que <strong>o corpo humano não é perfeitamente simétrico e que variações discretas fazem parte da anatomia natural.</strong> Sendo assim, diferenças leves no <strong>tamanho, na altura do arco plantar ou no padrão de apoio</strong> (mais para dentro ou mais para fora) podem acontecer sem representar uma condição preocupante.</p>
<p>“O importante não é a simetria perfeita, mas se <strong>essa diferença causa dor ou limita a função.</strong> O foco deve estar nos sintomas e na capacidade de caminhar, correr e realizar atividades sem desconforto”, observa o médico.</p>
<h2>Diferenças “do bem”</h2>
<p>As <strong>assimetrias podem estar presentes desde a infância</strong>, quando são vistas como estruturais, ou <strong>surgir ao longo da vida</strong>. <strong>Prática esportiva repetitiva, entorses de tornozelo, sobrecarga unilateral, alterações posturais e uso inadequado de calçados</strong> são fatores que podem influenciar esse processo.</p>
<p>Do ponto de vista ortopédico, são consideradas distinções discretas comuns:</p>
<ul>
<li>no número do calçado;</li>
<li>leve assimetria do arco plantar;</li>
<li>variações de apoio entre o pé dominante e o não dominante;</li>
<li>desgaste levemente desigual do tênis.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>nem toda diferença anatômica exige tratamento</strong>. Segundo Rafael, se não houver dor persistente, limitação funcional ou histórico de lesões repetidas, o corpo costuma se adaptar bem e conviver com pequenas variações sem prejuízo significativo.</p>
<h2>O que pede atenção</h2>
<p>Para o fisioterapeuta Maurício Garcia, da MG Fisioterapia Especializada, a <strong>questão central é como o pé funciona durante o movimento</strong>. Pés funcionalmente simétricos apresentam mobilidade semelhante entre os lados, arcos plantares com comportamento parecido na marcha, força equivalente e boa distribuição de carga.</p>
<p>Quando há <strong>diferenças mais marcantes, o corpo tende a compensar e isso pode alterar o tempo de apoio de cada pé, modificar o padrão da passada e até redistribuir o peso.</strong> Por isso, vale a pena prestar atenção para identificar:</p>
<ul>
<li>arco mais plano ou mais cavo;</li>
<li>limitação de dorsiflexão (levantar a parte da frente do pé para cima, aproximando dedos da canela);</li>
<li>rigidez do médio-pé (região central do pé);</li>
<li>alteração de apoio medial ou lateral.</li>
</ul>
<p>“<strong>Uma pequena diferença no pé pode repercutir em toda a cadeia cinética</strong>, gerando mudanças no eixo do joelho, rotação do quadril e ajustes na pelve e na coluna. Sem contar que, muitas vezes, o local da dor não é a origem do problema”, alerta o profissional.</p>
<h2>Será que preciso de tratamento?</h2>
<p>Embora o <strong>corpo tenha grande capacidade de adaptação</strong>, compensações prolongadas podem gerar sobrecarga. Nesse sentido, os especialistas recomendam observar se há:</p>
<ul>
<li>dor recorrente sempre do mesmo lado;</li>
<li>sensação de perna mais pesada;</li>
<li>cansaço precoce ao caminhar ou correr;</li>
<li>desgaste irregular do solado do calçado.</li>
</ul>
<p>O ortopedista Rafael Meireles destaca que a investigação é indicada quando há <strong>dor persistente, entorses frequentes, sensação de desnível ao caminhar ou dor anterior no joelho associada a apoio excessivo para dentro,</strong> pois alterações importantes de pronação podem modificar a mecânica femoropatelar (encontro da patela do joelho com o fêmur).</p>
<p>Já o fisioterapeuta Maurício Garcia acrescenta que é possível melhorar a função mesmo quando a anatomia é diferente. Exercícios específicos para pés e tornozelos, treino de equilíbrio, reeducação da marcha, fortalecimento muscular e, quando necessário, ajustes de calçados e palmilhas ajudam no quadro.</p>
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		<item>
		<title>Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/ortoplastia-na-podologia-cuidado-conforto-e-correcao-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[postura]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma<a href="https://www.baruel.com.br/ortoplastia-na-podologia-cuidado-conforto-e-correcao-funcional/">Continue reading <span class="sr-only">"Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma avaliação criteriosa da anatomia, da biomecânica e da queixa principal do paciente.</p>
<p>A ortoplastia consiste na confecção de uma órtese digital, geralmente em silicone de grau médico, moldada diretamente nos pés. Seu objetivo pode ser corretivo ou acomodativo, dependendo da necessidade. É amplamente utilizada em casos de dedos em garra, dedos em martelo, sobreposição digital e alterações como o Hallux Valgus, popularmente conhecido como joanete. Também é uma grande aliada no tratamento de helomas recorrentes, quando há atrito constante e pontos de pressão que provocam dor e inflamação.</p>
<p>Como podóloga, aprendi que não podemos olhar apenas para o dedo afetado. É fundamental observar a pisada, a distribuição de pressão plantar e a forma como esse paciente caminha. Muitas deformidades digitais estão relacionadas a desequilíbrios biomecânicos que começam na base do pé e repercutem ao longo da marcha. Quando confeccionada de forma adequada, a ortoplastia ajuda a redistribuir cargas, diminuir o atrito entre os dedos e oferecer proteção em áreas de maior sobrecarga.</p>
<p>O benefício mais imediato costuma ser o alívio da dor. Porém, o ganho vai além do conforto, estamos falando de prevenção de agravamentos, redução de processos inflamatórios e melhora na qualidade de vida. Pacientes que evitavam determinados calçados ou limitavam suas atividades por desconforto voltam a caminhar com mais segurança.</p>
<p>É importante destacar que a ortoplastia não é um recurso padronizado. Cada órtese é única, assim como cada pé. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável. Em alguns casos, ela terá função corretiva enquanto estiver em uso; em outros, atuará como medida preventiva contínua. O acompanhamento profissional garante ajustes e orientações adequadas ao longo do tempo.</p>
<p>A ortoplastia representa, dentro da podologia, a união entre técnica, olhar clínico e cuidado. Quando bem indicada, ela não apenas protege um dedo, mas contribui para o equilíbrio funcional do pé como um todo, e isso reflete diretamente na postura, na marcha e no bem-estar do paciente.</p>
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		<title>Quando a dor não começa onde dói: a relação entre pisada, joelhos e quadris</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quando-a-dor-nao-comeca-onde-doi-a-relacao-entre-pisada-joelhos-e-quadris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pisada e Palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor joelho]]></category>
		<category><![CDATA[dor no quadril]]></category>
		<category><![CDATA[pisada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas procuram atendimento relatando dores nos joelhos, desconforto nos quadris ou até na região lombar, sem imaginar que a origem do problema pode estar nos pés. A forma como pisamos interfere diretamente no alinhamento de todo o corpo. Os pés são a base da nossa sustentação e qualquer alteração nesta base pode gerar compensações<a href="https://www.baruel.com.br/quando-a-dor-nao-comeca-onde-doi-a-relacao-entre-pisada-joelhos-e-quadris/">Continue reading <span class="sr-only">"Quando a dor não começa onde dói: a relação entre pisada, joelhos e quadris"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas procuram atendimento relatando dores nos joelhos, desconforto nos quadris ou até na região lombar, sem imaginar que a origem do problema pode estar nos pés. A forma como pisamos interfere diretamente no alinhamento de todo o corpo. Os pés são a base da nossa sustentação e qualquer alteração nesta base pode gerar compensações ascendentes ao longo da cadeia muscular e articular.</p>
<p>Quando há uma pisada inadequada, seja ela excessivamente pronada, supinada ou com sobrecargas mal distribuídas, ocorre um desalinhamento progressivo que impacta tornozelos, joelhos e quadris. Esse desalinhamento modifica o eixo biomecânico do membro inferior, alterando a forma como as articulações absorvem impacto e distribuem peso durante a marcha. Com o tempo, essas compensações podem resultar em dores articulares, desgaste precoce e processos inflamatórios.</p>
<p>O joelho, por exemplo, depende de um bom alinhamento do tornozelo e do pé para manter seu funcionamento adequado. Se o arco plantar colapsa ou há instabilidade na pisada, o joelho pode sofrer uma rotação interna ou externa além do fisiológico. Já os quadris podem ser afetados por diferenças de apoio e desequilíbrios musculares gerados por essa base instável.</p>
<p>Na podologia, a análise da pisada e da marcha é uma etapa fundamental da avaliação. Observar como o paciente caminha, onde concentra mais pressão e como distribui o peso corporal permite identificar padrões que muitas vezes passam despercebidos. Não se trata apenas de olhar para os pés isoladamente, mas de compreender o corpo como um sistema integrado.</p>
<p>Quando identificamos alterações biomecânicas, podemos atuar de forma preventiva e terapêutica, seja por meio de orientações, órteses digitais, cuidados com pontos de pressão ou encaminhamento interdisciplinar quando necessário. O objetivo não é apenas aliviar sintomas locais, mas contribuir para o equilíbrio funcional do corpo como um todo.</p>
<p>Cuidar da pisada é cuidar das articulações. Muitas vezes, ao melhorar a base, conseguimos reduzir dores que pareciam não ter relação alguma com os pés. Esse olhar ampliado faz parte da podologia moderna: entender que cada passo influencia toda a estrutura corporal e que prevenir é sempre mais eficaz do que tratar consequências futuras.</p>
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		<item>
		<title>Podologia preventiva: um cuidado essencial após os 40 anos</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/podologia-preventiva-um-cuidado-essencial-apos-os-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podologia e Podólogos]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir dos 40 anos, o corpo começa a apresentar mudanças naturais que muitas vezes passam despercebidas até que surjam dores, desconfortos ou limitações. Os pés, que sustentam nosso peso diariamente e absorvem impactos constantes, também sofrem essas transformações. A pele tende a ficar mais ressecada, a elasticidade diminui, a circulação pode se tornar menos<a href="https://www.baruel.com.br/podologia-preventiva-um-cuidado-essencial-apos-os-40-anos/">Continue reading <span class="sr-only">"Podologia preventiva: um cuidado essencial após os 40 anos"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir dos 40 anos, o corpo começa a apresentar mudanças naturais que muitas vezes passam despercebidas até que surjam dores, desconfortos ou limitações. Os pés, que sustentam nosso peso diariamente e absorvem impactos constantes, também sofrem essas transformações. A pele tende a ficar mais ressecada, a elasticidade diminui, a circulação pode se tornar menos eficiente e alterações articulares tornam-se mais frequentes. É nesse contexto que a podologia preventiva ganha ainda mais importância.</p>
<p>Diferente do cuidado pontual, procurado apenas quando há dor ou lesão instalada, a podologia preventiva atua antes que o problema se agrave. Pequenas alterações na pisada, no formato das unhas, na distribuição de pressão plantar ou no alinhamento dos dedos podem evoluir ao longo do tempo e gerar complicações maiores, como calosidades dolorosas, fissuras, unhas encravadas recorrentes e deformidades progressivas.</p>
<p>Após os 40, também é comum o surgimento ou agravamento de condições metabólicas, como diabetes e alterações circulatórias, que exigem atenção redobrada com os pés. A prevenção, nesse caso, não é apenas estética, é uma questão de saúde. Avaliações periódicas permitem identificar sinais iniciais de risco, orientar sobre hidratação adequada, corte correto das unhas, escolha de calçados e cuidados específicos para cada necessidade.</p>
<p>Outro ponto importante é a relação entre os pés e as articulações. Com o passar dos anos, desgastes naturais podem alterar a biomecânica da marcha. Uma pisada desajustada pode intensificar dores nos joelhos, quadris e coluna. A avaliação podológica preventiva observa esses detalhes e possibilita intervenções precoces, contribuindo para mais conforto e mobilidade.</p>
<p>Cuidar dos pés após os 40 é investir em qualidade de vida. É manter autonomia, equilíbrio e segurança ao caminhar. É compreender que prevenção não é exagero, mas sim maturidade no cuidado com o próprio corpo.</p>
<p>A podologia preventiva é, acima de tudo, um olhar atento e contínuo. Porque envelhecer faz parte da vida, mas sofrer com dores evitáveis não precisa fazer.</p>
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		<item>
		<title>Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/telas-e-sedentarismo-afetam-mobilidade-de-criancas-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade Articular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade e Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[telas]]></category>
		<category><![CDATA[vida digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés. O resultado é a dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo<a href="https://www.baruel.com.br/telas-e-sedentarismo-afetam-mobilidade-de-criancas-e-jovens/">Continue reading <span class="sr-only">"Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. <strong>Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés.</strong> O resultado é a <strong>dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo antes do tempo.</strong></p>
<p>“Quando a criança se movimenta menos, os pés deixam de receber estímulos importantes para fortalecimento muscular, ganho de equilíbrio, alongamento e até para a mudança natural do formato durante o crescimento”, afirma o ortopedista pediátrico Tiago Mascarenhas, do Hospital viValle, da Rede D’Or.</p>
<p>Ele ainda reforça que <strong>ficar parado por longos períodos também contribui para essa redução: o corpo funciona como um músculo, ou seja, precisa ser usado para se desenvolver bem.</strong> Com o tempo, isso pode <strong>gerar rigidez, encurtamento e dores nos pés, tornozelos e pernas.</strong></p>
<h2>Dor de adulto já aos oito anos</h2>
<p>A jornalista Juliana Franco percebeu que a filha começou a reclamar de dor ao acordar quando tinha apenas oito anos. “O primeiro sinal foi quando ela dizia que doía ao colocar o pé no chão. Achamos que era dor de crescimento, mas passou a se repetir”, conta.</p>
<p>A menina, hoje com nove anos, também sentia incômodo depois de muito tempo sentada e, aos poucos, começou a evitar atividades comuns da idade. “Ela dizia que parecia um repuxar ou queimar a sola do pé. Não corria nem pulava mais. Em passeios, queria sentar ou pedia colo. Era estranho, parecia uma velhinha com dor”, relembra a mãe.</p>
<p>Após a avaliação com um ortopedista pediátrico, a criança recebeu o diagnóstico de sobrecarga da fáscia plantar, causada principalmente pela falta de movimento e pelo excesso de tempo sentada. O tratamento envolveu fisioterapia, alongamentos orientados, ajustes na rotina e mais atenção aos calçados.</p>
<h2>Gerações diferentes, pés diferentes</h2>
<p>O especialista Tiago Mascarenhas observa que <strong>há diferenças perceptíveis na saúde dos pés da turma jovem hoje, especialmente após a pandemia, quando muitas crianças ficaram mais tempo dentro de casa</strong>. Isso porque o <strong>aumento dos intervalos diante de tela tem reduzido atividades que estimulam equilíbrio, fortalecimento muscular e controle neurológico.</strong></p>
<p>Nesse sentido, o médico destaca a amplificação de casos de marcha equina idiopática, em que a criança passa a andar na ponta dos pés, associado, entre outros fatores, à imaturidade no controle neurológico dos músculos.</p>
<h2>Quando buscar ajuda</h2>
<p>Alguns sinais indicam que a criança já pode estar perdendo mobilidade ou função nos pés. Entre os principais estão:</p>
<ul>
<li><strong>Dores frequentes</strong> ao brincar ou praticar esportes;</li>
<li><strong>Cansaço</strong> rápido em tarefas simples;</li>
<li><strong>Quedas</strong> constantes;</li>
<li><strong>Dificuldade para acompanhar colegas;</strong></li>
<li><strong>Evitar correr ou brincar;</strong></li>
<li>Músculos aparentando <strong>pouco volume ou fraqueza</strong>.</li>
</ul>
<p>Esses sintomas merecem atenção, principalmente quando interferem na rotina. O ortopedista pediátrico alerta que a infância é uma fase essencial para formar pés fortes e funcionais – e a falta de estímulo pode aumentar o risco de dores e lesões no futuro.</p>
<h2>Cuidados do dia a dia</h2>
<p>A boa notícia é que hábitos simples do dia a dia fazem diferença na saúde de crianças e adolescentes. Assim, vale incluir na rotina:</p>
<ul>
<li>Equilibrar o acesso a telas com a movimentação diária;</li>
<li>Estimular brincadeiras ao ar livre e esportes;</li>
<li>Correr durante o recreio escolar e se movimentar ao longo do dia;</li>
<li>Permitir contato dos pés com grama, terra ou areia;</li>
<li>Evitar ficar parado a semana inteira e concentrar tudo no fim de semana.</li>
</ul>
<p>“A tecnologia faz parte da vida moderna, mas não pode substituir o movimento, porque o desenvolvimento dos pés depende de estímulos constantes desde os primeiros passos até o fim da adolescência”, conclui o especialista.</p>
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