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	<title>Frieira e micose</title>
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	<title>Frieira e micose</title>
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		<title>Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frieira, também conhecida como pé de atleta, é uma micose superficial causada por fungos dermatófitos que encontram nos pés o ambiente perfeito para se multiplicar: quente, úmido e pouco ventilado. Além disso, certos lugares são mais propícios para espalhar esses fungos e um risco maior, caso não haja cuidados adequados. Esse tipo de infecção<a href="https://www.baruel.com.br/piscina-vestiarios-os-locais-de-risco-para-frieira/">Continue reading <span class="sr-only">"Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>frieira</strong>, também conhecida como pé de atleta, é uma <strong>micose superficial causada por fungos dermatófitos</strong> que encontram nos pés o ambiente perfeito para se multiplicar: <strong>quente, úmido e pouco ventilado</strong>. Além disso, certos lugares são mais propícios para espalhar esses fungos e um risco maior, caso não haja cuidados adequados.</p>
<p>Esse tipo de infecção é um <strong>problema comum, mas costuma ser confundido com outras contaminações</strong>, o que atrasa o tratamento e favorece recidivas. Como esclarece a dermatologista Cibele Leite, pós-graduada em dermatologia clínica, cirúrgica e cosmiatria, o que <strong>diferencia a frieira de outras micoses é principalmente a região onde aparece no corpo, que são pontos com maior calor e umidade</strong>.</p>
<p>“Costuma afetar áreas interdigitais, ou seja, entre os dedos dos pés, enquanto outras micoses dos pés podem aparecer nas plantas (micose plantar) ou nas unhas (onicomicose). Além disso, a frieira é caracteristicamente esbranquiçada, descamativa, com fissuras e coceira”, diferencia a médica.</p>
<h2>Contágio com maior frequência</h2>
<p><strong>Ambientes compartilhados e com pouca ventilação são os principais vilões</strong>. Isso porque, conforme a especialista, os fungos se multiplicam em locais quentes, úmidos e pouco arejados. Consequentemente, o risco de contágio aumenta.</p>
<p>Entre os principais ambientes estão:</p>
<ul>
<li><strong>Vestiários e banheiros públicos</strong>: o piso úmido e quente é ideal para fungos;</li>
<li><strong>Piscinas e academias</strong>: o compartilhamento de pisos molhados, duchas e armários facilita a transmissão;</li>
</ul>
<p>A médica lembra que fatores como uso prolongado de calçados fechados, falta de secagem adequada dos pés após o banho, problemas circulatórios e imunidade baixa, como pessoas com diabetes, também favorecem o aparecimento da frieira.</p>
<h2>Quando a frieira não é tratada</h2>
<p>Sem o tratamento correto, o quadro tende a piorar. “As <strong>fissuras entre os dedos servem como porta de entrada para bactérias e isso pode levar a infecções mais sérias</strong>, como a celulite, que é uma infecção profunda da pele”, alerta Cibele. O <strong>fungo ainda pode se espalhar e migrar para outras partes do corpo, piorando o quadro geral</strong>.</p>
<p>“É <strong>uma infecção contagiosa. A pessoa pode se autoinocular, levando o fungo dos pés para as mãos, virilha ou unhas</strong>. Além disso, pode transmitir para outras pessoas pelo contato com toalhas, pisos, calçados ou meias contaminadas”, reforça ela.</p>
<h2>Como se proteger em locais públicos</h2>
<p>Evitar o contágio é simples e começa com medidas básicas de higiene e prevenção. Veja as principais:</p>
<ul>
<li>Usar <strong>chinelos em vestiários, duchas e áreas de piscina</strong>;</li>
<li><strong>Evitar compartilhar</strong> toalhas, meias e calçados;</li>
<li><strong>Secar bem os pés</strong> antes de calçar os sapatos;</li>
<li>Optar por <strong>meias de algodão</strong> e trocá-las sempre que ficarem úmidas.</li>
</ul>
<p>“Também é importante <strong>alternar os calçados</strong>, permitindo que arejem por, pelo menos 24 horas, e evitar sapatos muito fechados em dias quentes”, acrescenta a dermatologista.</p>
<h2>Cuidados diários que previnem</h2>
<p>A rotina de cuidados também faz diferença para quem quer manter os pés saudáveis e, sobretudo, longe das frieiras. Anote algumas dicas profissionais:</p>
<ul>
<li>Lave e seque cuidadosamente entre os dedos;</li>
<li>Use talcos ou sprays antifúngicos se houver tendência à transpiração;</li>
<li>Prefira calçados ventilados e tecidos respiráveis;</li>
<li>Evite meias sintéticas e sapatos de material plástico ou impermeável.</li>
</ul>
<p>Sobre tratamentos caseiros, a Cibele é categórica: “Vinagre e bicarbonato podem até aliviar momentaneamente, mas não eliminam o fungo e o uso em excesso pode irritar a pele e agravar as lesões. O ideal é sempre buscar orientação médica para antifúngicos tópicos ou orais, conforme a gravidade.”</p>
<h2>“Uma coceira sem fim”</h2>
<p>A designer de interiores Juliana Gonçalves, de 27 anos, sabe bem como lidar com a frieira. “Tudo indica que peguei em um hotel fazenda para onde viajei”, conta. “A pele entre os meus dedos começou a descamar e coçava muito. Era como se tivessem umas fissuras, aí eu puxava a parte branca e ia machucando. Chegou até a sair água.”</p>
<p>Foi justamente a coceira intensa que a levou a procurar ajuda dermatológica. “Teve um dia, depois da academia, que eu comecei a colocar a meia entre os dedos e puxar de um lado para o outro para ver se a coceira parava. A gente tratou com medicamento oral e também pomadas que eu aplicava após o banho, depois de secar muito bem”, relembra.</p>
<p>Depois do episódio, Juliana mudou totalmente sua rotina. “Hoje, uso chinelos em qualquer situação, mesmo conhecendo o lugar. Também faço doses profiláticas de antifúngico em épocas de viagens e piscina. O chinelo realmente salva, porque impede o contato com o chão contaminado. Mas o essencial é procurar o médico nos primeiros sinais. Se perceber qualquer coceirinha ou ferida, vá direto no dermato”, reforça.</p>
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		<title>Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/usar-calcados-fechados-no-calor-pode-causar-frieira-sabia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada.<a href="https://www.baruel.com.br/usar-calcados-fechados-no-calor-pode-causar-frieira-sabia/">Continue reading <span class="sr-only">"Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o <strong>suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira</strong>. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada.</p>
<p>Larissa Wood Fraga, dermatologista do Instituto Fraga de Dermatologia, explica que os <strong>fungos se desenvolvem facilmente em locais quentes, úmidos e pouco ventilados</strong>, como o interior dos sapatos. Isso não ocorre só no verão, mas em qualquer época mais quente, como alguns dias da primavera, por exemplo.</p>
<p>“Quando a pele permanece úmida por muito tempo, perde sua proteção natural. Isso cria o cenário perfeito para os fungos se multiplicarem rapidamente e, consequentemente, causarem condições como a frieira”, alerta a médica.</p>
<h2>Sinais iniciais da frieira</h2>
<p><strong>Identificar os sintomas no começo do problema faz diferença no tratamento e evita que a frieira se espalhe</strong>. De acordo com a especialista, os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Coceira</strong> leve entre os dedos;</li>
<li><strong>Descamação</strong> discreta e vermelhidão;</li>
<li>Pequenas <strong>rachaduras</strong> (fissuras);</li>
<li><strong>Odor</strong> desagradável;</li>
<li>Sensação de <strong>ardor</strong> ou queimação.</li>
</ul>
<p>Assim, ao reconhecer uma ou mais destas manifestações, é melhor não ignorá-las e buscar ajuda de um podólogo ou médico para avaliação profissional, diagnóstico e tratamento adequados.</p>
<h2>Melhores e piores tipos de calçados</h2>
<p>Já quando o assunto são os sapatos, vale lembrar que nem todo modelo traz o mesmo risco ao pé no verão. Isso vai depender de características específicas do calçado:</p>
<ul>
<li><strong>Oferecem riscos menores:</strong> sandálias, rasteirinhas e chinelos, que permitem ventilação e reduzem a umidade.</li>
<li><strong>Mais seguros entre os fechados</strong>: modelos de tecido leve e respirável.</li>
<li><strong>Grandes vilões</strong>: sapatos sintéticos, como os de plástico, couro sintético, e tênis usados por longos períodos sem meias adequadas.</li>
</ul>
<p>A dermatologista Larissa lembra que, muitas vezes, pode ser necessário usar um sapato mais fechado por diferentes motivos, como trabalho ou ocasiões formais. Nesses casos, a orientação é prestar atenção no material do calçado: quanto mais permitir a respiração da pele, melhor será a escolha.</p>
<h2>Higiene faz a diferença</h2>
<p>Além de escolher um calçado adequado, <strong>manter bons hábitos de higiene é fundamental</strong> para evitar e tratar a frieira. Esteja atento a:</p>
<ul>
<li>Lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos;</li>
<li>Usar meias limpas diariamente e dar preferência às de algodão;</li>
<li>Alternar calçados e deixá-los arejar ao sol ou em local ventilado;</li>
<li>Não compartilhar toalhas, meias ou sapatos.</li>
</ul>
<p>O propósito desses hábitos é evitar que a região permaneça quente e/ou úmida, já que os fungos buscam exatamente esse ambiente. Tais práticas também são cuidados contra o contágio.</p>
<h2>O que fazer se notar sinais de frieira?</h2>
<p>Intensificar a higiene e manter os pés secos são os primeiros passos para amenizar a frieira. Também é importante evitar sapatos fechados por muitas horas e, sobretudo, procurar um profissional para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento correto.</p>
<p>Geralmente, o <strong>tratamento começa com antifúngicos tópicos</strong>, aplicados diretamente na lesão por 2 a 4 semanas. Se a infecção for mais extensa ou resistente, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais – sempre com prescrição médica.</p>
<p>“O acompanhamento com um dermatologista garante que a frieira seja totalmente tratada e isso evita que ela volte ou cause complicações, como infecções bacterianas”, destaca Larissa.</p>
<p>Além disso, muita gente acredita que a frieira é passageira, mas, se não tratada corretamente, pode se tornar crônica e até se espalhar para as unhas, tornando o tratamento mais difícil e longo.</p>
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		<item>
		<title>O que é frieira ou pé de atleta?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-e-frieira-ou-pe-de-atleta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar. Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-e-frieira-ou-pe-de-atleta/">Continue reading <span class="sr-only">"O que é frieira ou pé de atleta?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar.</p>
<p>Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e encontrar um corte na pele, muito provavelmente a resposta será “sim”.</p>
<p>A frieira ou o pé de atleta são a mesma coisa: uma infecção na pele causada por fungos chamados de dermatófitos – o nome clínico dessa condição é “tinea pedis”. Esses fungos são oportunistas e surgem entre os dedos do pé quando essa parte do corpo fica úmida por muito tempo.</p>
<p>Além da umidade, eles curtem também um “escurinho”, ressalta Ariane da Silva Pires, enfermeira podiatra e professora-adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Eles não resistem à umidade e ao escurinho dos calçados. E pode também haver contaminação se o calçado estiver infectado.”</p>
<h2>Como saber se eu tenho pé de atleta?</h2>
<p>Alguns dos sintomas mais comuns do pé de atleta (ou frieira) são:</p>
<ul>
<li>Coceira e sensação de queimadura entre os dedos dos pés</li>
<li>Pele muito seca, com descamação</li>
<li>Fissuras ou rachaduras na pele da sola dos pés e do calcanhar</li>
<li>Pele esbranquiçada</li>
<li>Aberturas entre os dedos, deixando, em casos graves, a região “em carne viva”</li>
</ul>
<p>Ariane explica que a pele do pé fica esbranquiçada porque, como o fungo está se multiplicando entre os dedos, vai causar uma infecção na pele que causa essa mudança de cor.</p>
<p>“Lembra um pouco quando a gente passa o dia inteiro na praia ou na piscina e a nossa pele fica enrugada e amolecida, parecendo com a pele que ficou de molho”, explica a podiatra. “Às vezes a pele pode apresentar também algum tipo de odor por conta da proliferação desses fungos. E pode rachar, o que realmente é bastante doloroso.”</p>
<h2>Como evitar o pé de atleta</h2>
<p>A melhor forma de evitar toda essa chateação é bem simples: basta enxugar muito bem a área entre os dedos dos pés após o banho. Ariane também recomenda o uso de um talco próprio para os pés para manter a região seca (como um desodorante para os pés em pó).</p>
<p>Outro cuidado importante é sempre usar chinelos se for tomar banho em um banheiro coletivo ou fora de casa. Isso porque o pé de atleta é contagioso e podemos nos infectar se andarmos descalços no boxe ou mesmo pelo banheiro.</p>
<p>“Um fungo vai estar presente em vários ambientes. Se você for a uma piscina e não utilizar um calçado e alguém tiver pisado por ali descalço tendo frieira, pode haver contaminação. Daí a importância de não andar descalço ou descalça, principalmente nesses locais de banho e piscina coletivos”, reforça a podóloga.</p>
<h2>Como tratar o pé de atleta</h2>
<p>O tratamento da frieira envolve o uso de medicamentos antimicóticos ou antifúngicos no local afetado, sempre seguindo a orientação de um profissional, que pode ser um(a) médico(a) ou um(a) enfermeiro(a) podiatra.</p>
<p>Também é importante ter mais atenção ao usar sapatos e tênis para não se infectar novamente, pois eles podem ter sido contaminados com o fungo. Isso porque se esse microrganismo continuar no calçado, pode haver uma reinfecção.</p>
<p>“Todos os calçados têm que ser lavados e higienizados. Essa limpeza pode ser feita com álcool 70%. Nos dias de sol, vale abrir os calçados e colocá-los para tomar sol, um dos inimigos do fungo”, ensina Ariane. Além disso, é fundamental lembrar de usar desodorante em pó nos sapatos antes de guardá-los.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verão é a estação em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e<a href="https://www.baruel.com.br/unhas-no-verao-sem-fungos-em-piscinas-e-praias/">Continue reading <span class="sr-only">"Unhas no verão sem fungos em piscinas e praias"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>verão é a estação</strong> em que mais aproveitamos praias, piscinas e atividades ao ar livre. Apesar da diversão, é também o <strong>período em que as unhas ficam mais vulneráveis a problemas como ressecamento, quebra e infecções por fungos</strong>. Para mantê-las fortes, bonitas e saudáveis, alguns cuidados simples fazem toda a diferença na saúde e na aparência.</p>
<p>A rotina de cuidados começa dentro de casa e reflete diretamente na resistência das unhas, sem esquecer que hidratação e alimentação equilibrada são essenciais. “Proteínas, ferro, zinco e biotina ajudam no crescimento saudável. Além disso, usar hidratantes específicos para mãos e cutículas evita descamação e quebras”, explica a dermatologista Ana Maria Benvegnú.</p>
<p>Já o podólogo Marcos Araujo observa que ambientes quentes e úmidos são os principais vilões no verão. “Piscinas, praias e vestiários criam condições perfeitas para os fungos se multiplicarem. Por isso, é importante proteger os pés e não deixar que fiquem molhados por muito tempo dentro do sapato”, alerta.</p>
<h2>Riscos aumentam (e os cuidados também)</h2>
<p>A médica Ana Maria ressalta que o <strong>contato constante com água, areia, sol e calor pode facilitar o surgimento de micoses, principalmente nos pés</strong>. Quando a condição acomete as unhas, é chamada de onicomicoses. “Os principais agentes são os dermatófitos, mas também existem casos causados por leveduras, como a cândida, e por fungos não dermatófitos.”</p>
<p>Por essa razão, verão, mar e piscina pedem ainda mais cuidados. Os profissionais recomendam atenção especial a algumas práticas:</p>
<ul>
<li><strong>Secar bem os pés após o contato com a água</strong>, inclusive entre os dedos;</li>
<li><strong>Preferir calçados abertos</strong>, como chinelos, para evitar que a umidade fique “presa” dentro do sapato;</li>
<li>Dar <strong>intervalos entre as esmaltações</strong>;</li>
<li>Usar <strong>protetor solar</strong>;</li>
<li><strong>Não ficar descalço em vestiários, clubes e saunas</strong>;</li>
<li><strong>Não compartilhar toalhas, lixas, esmaltes e cortadores</strong>.</li>
</ul>
<p>“Se notar qualquer questão, procure um podólogo antes que a situação piore”, reforça Marcos Araujo.</p>
<h2>Como identificar sinais de fungos</h2>
<p>De acordo com Ana Maria Benvegnú, é importante ficar sempre de olho em sinais típicos da infecção fúngica. Isso porque, quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápido e eficaz será o tratamento. Não espere a unha deformar ou doer para procurar um profissional. Agende uma consulta se reparar em:</p>
<ul>
<li><strong>Unha espessada e quebradiça</strong>;</li>
<li><strong>Alteração na cor</strong>, como amarelada ou esbranquiçada;</li>
<li><strong>Descolamento ou deformidade</strong>;</li>
<li><strong>Dor ou inflamação</strong> na região.</li>
</ul>
<p>No início, os sinais podem ser sutis, como lembra o podólogo Marcos. “A unha pode só perder o brilho ou ficar um pouco grossa. Tratar logo no começo evita que o problema se espalhe e se torne mais difícil de resolver”, afirma.</p>
<h2>Grupos de risco</h2>
<p>Por último, a dermatologista lembra que grupos como <strong>idosos, diabéticos, pessoas com imunidade baixa e quem transpira muito nos pés têm risco maior de desenvolver micoses</strong>. Assim, ela indica cuidados redobrados, já que a infecção pode se espalhar rapidamente ainda e causar complicações.</p>
<p>Marcos, por sua vez, reforça que, se houver mudanças visíveis, dor ou sinais persistentes, o ideal é buscar ajuda profissional imediatamente. “Um podólogo consegue identificar o problema e indicar o tratamento adequado desde o início”, garante.</p>
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		<title>10 hábitos diários que podem causar frieira</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/10-habitos-diarios-que-podem-causar-frieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem. Apesar de parecer um<a href="https://www.baruel.com.br/10-habitos-diarios-que-podem-causar-frieira/">Continue reading <span class="sr-only">"10 hábitos diários que podem causar frieira"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A frieira, também chamada de pé de atleta, é uma infecção causada por fungos que se instalam principalmente entre os dedos dos pés. <strong>O problema se desenvolve em ambientes quentes e úmidos, quando a pele está fragilizada por pequenas fissuras ou descamações, criando a condição perfeita para os fungos se multiplicarem.</strong></p>
<p>Apesar de parecer um problema simples, a freira merece atenção. “<strong>É uma infecção contagiosa que, se não for tratada, pode se espalhar para outras áreas, como as unhas, e até abrir portas para bactérias, causando complicações mais graves</strong>”, explica a dermatologista Camila Sampaio, especialista em dermatopatologia.</p>
<p>Já a podóloga Mercia Carvalho, de São Paulo (SP), reforça que a frieira está diretamente ligada aos hábitos diários. “Muitos pacientes não percebem que pequenas atitudes, como não secar bem os pés ou usar sempre o mesmo sapato, são suficientes para aumentar bastante o risco de desenvolver o problema”, alerta.</p>
<h2>Práticas que favorecem a frieira</h2>
<p>A verdade é que <strong>atitudes comuns do dia a dia podem ser um prato cheio para os fungos</strong> e, por isso, é melhor evitá-las. Veja os dez principais hábitos que aumentam as chances de frieira, de acordo com as profissionais:</p>
<p>1. <strong>Ficar com o pé molhado ou suado</strong> por muito tempo, sem secar bem após o banho ou exercícios;</p>
<p>2. <strong>Usar o mesmo sapato todos os dias</strong>, sem dar tempo para secar e arejar;</p>
<p>3. <strong>Reutilizar meias suadas ou não trocá-las diariamente</strong>, acumulando umidade;</p>
<p>4. <strong>Não secar o vão entre os dedos depois do banho</strong>, deixando a pele molhada na região mais crítica;</p>
<p>5. <strong>Andar descalço em lugares úmidos e coletivos</strong>, como academias, piscinas, clubes ou vestiários;</p>
<p>6. <strong>Compartilhar toalhas, meias ou calçados</strong> com outras pessoas;</p>
<p>7. <strong>Usar sapatos muito apertados ou de material sintético</strong>, que não deixam o pé respirar;</p>
<p>8. <strong>Não trocar calçados molhados</strong> depois de pegar chuva ou suar excessivamente;</p>
<p>9. <strong>Ignorar pequenos machucados ou rachaduras</strong>, que funcionam como porta de entrada para o fungo;</p>
<p>10. <strong>Deixar os calçados guardados em locais fechados e úmidos</strong>, sem exposição ao sol ou ventilação.</p>
<p>A dermatologista Camila Sampaio e a podóloga Mercia Carvalho explicam que esses comportamentos favorecem o crescimento dos fungos sem que a pessoa perceba e elevam o risco de infecção.</p>
<h2>Calor e umidade pioram o problema</h2>
<p>A médica esclarece que o <strong>ambiente quente e abafado dentro dos sapatos cria condições ideais para o desenvolvimento dos fungos</strong>. Justamente por isso é indicada a troca de calçados e meias após cada uso, além de deixá-los limpos e arejados.</p>
<p>“O suor fica retido, a pele não ventila e permanece úmida por muito tempo. Isso reduz a proteção natural da pele e facilita a proliferação desses microrganismos”, detalha Camila. O mesmo vale para quando os meios dos dedos ficam molhados de água.</p>
<h2>Grupo de risco e sinais de alerta</h2>
<p>Embora todos devam evitar e tratar a frieira, algumas pessoas precisam de atenção redobrada aos primeiros sintomas por serem mais suscetíveis à condição e, sobretudo, às possíveis complicações. São:</p>
<ul>
<li>Pessoas que <strong>transpiram excessivamente</strong> nos pés (com diagnóstico de hiperidrose);</li>
<li><strong>Atletas e esportistas</strong> que passam longas horas usando tênis fechados;</li>
<li><strong>Indivíduos com diabetes, baixa imunidade ou problemas circulatórios;</strong></li>
<li>Quem já teve frieira anteriormente, pois a pele pode estar mais sensível.</li>
</ul>
<p>Quanto aos sinais de alerta, vale lembrar que <strong>detectar a frieira cedo faz toda a diferença no tratamento.</strong> Fique atento ao seguinte:</p>
<ul>
<li>Descamação fina ou esbranquiçada entre os dedos;</li>
<li>Coceira leve que pode piorar com o tempo;</li>
<li>Sensação de ardência ou mau cheiro;</li>
<li>Pele macerada (molinha e esbranquiçada) ou começando a rachar.</li>
</ul>
<p>Lembre-se: quanto antes tratar, mais rápido é o resultado e menor o risco de complicações, garantem as especialistas.</p>
<p>Outro ponto: trate sempre com um profissional. Mercia explica que o <strong>tratamento inicial envolve higiene rigorosa e uso de cremes ou sprays antifúngicos</strong> vendidos em farmácias. Porém, as orientações certas só podem ser fornecidas por um profissional e que conheça os protocolos da doença.</p>
<p>“Como podóloga, ensino a maneira correta de limpar e secar os pés, corto as unhas na forma correta e removo a pele morta. Se houver sinais de infecção ou ferida aberta, encaminho para o dermatologista, que vai prescrever medicamentos mais fortes”, diz.</p>
<p>Se bater a dúvida sobre quando recorrer diretamente ao consultório médico, vale ficar de olho em: feridas abertas, pus e sinais de infecção ou ser do grupo de risco, como diabéticos, ou ter problemas de má circulação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Onicomicose: o desafio do diagnóstico diferencial na podologia</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/onicomicose-o-desafio-do-diagnostico-diferencial-na-podologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[podólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A onicomicose, conhecida popularmente como “micose de unha”, é uma das alterações ungueais mais frequentes nos consultórios de podologia. Apesar de ser comum, representa um verdadeiro desafio clínico, isso porque muitas vezes, os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras condições, o que pode levar a diagnósticos equivocados e, consequentemente, tratamentos ineficazes. Por que<a href="https://www.baruel.com.br/onicomicose-o-desafio-do-diagnostico-diferencial-na-podologia/">Continue reading <span class="sr-only">"Onicomicose: o desafio do diagnóstico diferencial na podologia"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A onicomicose, conhecida popularmente como “micose de unha”, é uma das alterações ungueais mais frequentes nos consultórios de podologia. Apesar de ser comum, representa um verdadeiro desafio clínico, isso porque muitas vezes, os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras condições, o que pode levar a diagnósticos equivocados e, consequentemente, tratamentos ineficazes.</p>
<h2>Por que é tão difícil diagnosticar a onicomicose?</h2>
<p>As unhas podem refletir diversas alterações locais e sistêmicas. Espessamento, descolamento, alteração de cor e fragilidade nem sempre indicam infecção fúngica. Alterações como psoríase ungueal, trauma repetitivo, líquen plano e até reações a medicamentos podem se apresentar de maneira muito semelhante.</p>
<p>É nesse ponto que entra a importância do diagnóstico diferencial. A avaliação criteriosa do podólogo, aliada a exames laboratoriais quando necessários, evita erros e garante que o tratamento seja direcionado corretamente.</p>
<h2>Principais condições confundidas com a onicomicose:</h2>
<ol>
<li><strong>Psoríase ungueal</strong> provoca espessamento, manchas amareladas e descolamento, simulando micose.</li>
<li><strong>Trauma repetitivo</strong> muito comum em atletas e pessoas que usam calçados apertados, pode gerar deformidades e colorações escuras.</li>
<li><strong>Onicólise não fúngica</strong> que é o descolamento da lâmina por causas químicas, traumas ou doenças de pele.</li>
<li><strong>Líquen plano</strong> que é uma inflamação crônica que também altera a estrutura da unha.</li>
<li><strong>Distrofias ungueais hereditárias ou adquiridas </strong>que provocam alterações estéticas semelhantes.</li>
</ol>
<h2>A importância do diagnóstico correto</h2>
<p>Quando o diagnóstico é feito de forma precipitada, o paciente pode passar meses utilizando antifúngicos tópicos ou sistêmicos sem nenhuma melhora e, em alguns casos, ainda sofrendo com efeitos colaterais.</p>
<p>O podólogo, ao realizar uma anamnese detalhada e uma análise clínica minuciosa, é capaz de identificar sinais importantes e decidir pelo encaminhamento médico ou solicitação de exames, como a micologia direta e a cultura fúngica.</p>
<h2>Papel da podologia no manejo da onicomicose</h2>
<ul>
<li><strong>Redução mecânica da lâmina ungueal:</strong> auxilia na melhora estética, conforto e potencializa a ação de produtos tópicos.</li>
<li><strong>Orientação sobre prevenção:</strong> higiene correta, cuidados com calçados e meias, biossegurança.</li>
<li><strong>Acompanhamento contínuo:</strong> monitorar a evolução do caso e ajustar condutas.</li>
<li><strong>Encaminhamento interdisciplinar:</strong> quando necessário, para médicos dermatologistas ou infectologistas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A onicomicose é uma condição que impacta a saúde, o bem-estar e a autoestima dos pacientes. Por isso, o desafio do diagnóstico diferencial deve ser encarado com responsabilidade e atenção.</p>
<p>Somente com uma avaliação criteriosa e fundamentada é possível oferecer um tratamento eficaz, seguro e realmente resolutivo, reafirmando o papel da podologia como ciência essencial na saúde dos pés.</p>
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		<item>
		<title>Calcanhar rachado pode causar micose? Entenda a relação e como tratar</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-pode-causar-micose-entenda-a-relacao-e-como-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calcanhar rachado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados básicos]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[pés rachados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O calcanhar rachado vai muito além de um incômodo estético: ele pode se transformar em uma porta de entrada para infecções. Isso porque as fissuras na pele favorecem a proliferação de fungos, aumentando o risco de micoses, por exemplo. Por outro lado, essa condição também pode agravar rachaduras, criando um ciclo difícil de se quebrar.<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-pode-causar-micose-entenda-a-relacao-e-como-tratar/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar rachado pode causar micose? Entenda a relação e como tratar"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>calcanhar rachado</strong> vai muito além de um incômodo estético: ele <strong>pode se transformar em uma porta de entrada para infecções</strong>. Isso porque as <strong>fissuras na pele favorecem a proliferação de fungos, aumentando o risco de micoses</strong>, por exemplo. Por outro lado, essa condição também pode agravar rachaduras, criando um <strong>ciclo difícil de se quebrar</strong>.</p>
<p>Segundo a dermatologista Camila Sampaio, as <strong>fissuras podem ser superficiais ou profundas, causando dor e até sangramento</strong>. “Os principais fatores por trás desse quadro são ressecamento intenso, uso frequente de calçados abertos, andar descalço em superfícies ásperas e doenças como diabetes e psoríase”, explica a especialista em Dermatopatologia pela International Society of Dermatopathology.</p>
<p>A podóloga Dayana Sousa acrescenta que o <strong>problema é mais comum em quem passa longos períodos em pé ou tem sobrepeso</strong>, já que a pressão sobre os calcanhares aumenta. “Muita gente acha que rachadura não é nada, mas é justamente o contrário: ela expõe o pé a riscos de infecção e micose”, alerta.</p>
<h2>Como a rachadura favorece a micose?</h2>
<p>Quando a pele se abre, perde sua barreira de proteção natural, deixando o caminho livre para a entrada de fungos e bactérias. Ambientes úmidos e quentes, como sapatos fechados ou meias suadas, são perfeitos para que esses micro-organismos se desenvolvam. Alguns sinais indicam que a micose já se instalou:</p>
<ul>
<li><strong>Pele mais seca, áspera e descamativa</strong>, sem coceira ou vermelhidão no início;</li>
<li>Em casos avançados, <strong>vermelhidão, coceira intensa</strong>, ardência e fissuras dolorosas;</li>
<li><strong>Mau cheiro, secreção</strong> ou dor forte são indícios de infecção mais grave.</li>
</ul>
<p>“Mesmo quando os sintomas são leves, a micose precisa ser tratada. Quanto antes começar, mais rápido será o resultado”, orienta a médica.</p>
<p>O processo também pode ocorrer ao contrário, ou seja, a própria micose enfraquece a pele, resseca e provoca descamação, aumentando a probabilidade de novas fissuras ou agravando as que já existem. “É comum o paciente chegar com coceira, pele fina e rachaduras que doem, sangram e até infeccionam”, diz a pedicure.</p>
<h2>Tratamentos combinados</h2>
<p>As profissionais ensinam que o cuidado precisa ser duplo, atuando tanto nas rachaduras quanto na micose.</p>
<p><strong>Para tratar as rachaduras:</strong></p>
<ul>
<li>Hidratação intensa com produtos que contenham ureia, ácido lático ou lactato de amônio;</li>
<li>Pomadas reparadoras específicas;</li>
<li>Em consultório, desbaste da pele espessa para acelerar a regeneração;</li>
<li>Evitar andar descalço e usar sapatos acolchoados e bem ajustados para reduzir o impacto.</li>
</ul>
<p><strong>Para tratar a micose:</strong></p>
<ul>
<li>Uso de antifúngicos tópicos, como cremes, loções ou sprays;</li>
<li>Em casos resistentes, tratamento oral com prescrição médica.</li>
</ul>
<p>“O tratamento simultâneo traz uma melhora mais rápida e evita complicações que podem ser bem graves”, ressalta Camila.</p>
<p><strong>Previna tanto rachaduras, quanto micoses</strong></p>
<p>Além do diagnóstico e tratamento, outro pilar fundamental para <strong>driblar o ciclo de pele rachada com micose é a prevenção</strong>. Quer dizer que pequenos hábitos diários podem ajudar a evitar as duas condições. Veja só:</p>
<ul>
<li><strong>Hidratar os pés diariamente</strong>, especialmente após o banho;</li>
<li><strong>Secar bem entre os dedos</strong> após lavar os pés;</li>
<li><strong>Usar meias de algodão limpas</strong> todos os dias;</li>
<li><strong>Preferir sapatos ventilados</strong> e evitar calçados que causem atrito no calcanhar;</li>
<li><strong>Não andar descalço</strong> em locais públicos, como piscinas e vestiários;</li>
<li>Procurar <strong>ajuda profissional</strong> diante de rachaduras profundas ou sinais de infecção.</li>
</ul>
<p>Por fim, a médica reforça que o calcanhar rachado precisa ser levado a sério. “Pode ser a porta de entrada para problemas maiores, que, às vezes, exigem tratamentos longos e complexos. Cuidar diariamente é sempre mais fácil e seguro.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unhas contaminadas por fungos por meio de esmaltes e materiais compartilhados</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unhas-contaminadas-por-fungos-por-meio-de-esmaltes-e-materiais-compartilhados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[esmaltação]]></category>
		<category><![CDATA[esmalte]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[salão de beleza]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=3281</guid>

					<description><![CDATA[<p>A saúde das unhas vai muito além da estética. Muitas vezes, pequenos hábitos de descuido podem abrir portas para infecções que comprometem não apenas a aparência, mas também o bem-estar. Um dos maiores riscos na podologia e na estética é a contaminação por fungos através de esmaltes e materiais compartilhados. Como acontece a contaminação Os<a href="https://www.baruel.com.br/unhas-contaminadas-por-fungos-por-meio-de-esmaltes-e-materiais-compartilhados/">Continue reading <span class="sr-only">"Unhas contaminadas por fungos por meio de esmaltes e materiais compartilhados"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde das unhas vai muito além da estética. Muitas vezes, pequenos hábitos de descuido podem abrir portas para infecções que comprometem não apenas a aparência, mas também o bem-estar. Um dos maiores riscos na podologia e na estética é a contaminação por fungos através de esmaltes e materiais compartilhados.</p>
<h2>Como acontece a contaminação</h2>
<p>Os fungos, como os dermatófitos e leveduras, são microrganismos oportunistas que se desenvolvem facilmente em ambientes úmidos e fechados. Quando um pincel de esmalte entra em contato com uma unha infectada, ele pode transportar partículas fúngicas para dentro do frasco. Assim, ao ser utilizado novamente, acaba disseminando a infecção para outras unhas.</p>
<p>O mesmo ocorre com instrumentos como alicates, espátulas e lixas: se não forem devidamente esterilizados ou descartados, podem se tornar veículos de transmissão.</p>
<h2>Principais riscos</h2>
<ul>
<li>Onicomicose (micose de unha): alteração na cor, espessura e formato da unha, causada por fungos.</li>
<li>Paroníquia: inflamação dolorosa ao redor da unha, que pode evoluir para infecção.</li>
<li>Maior vulnerabilidade em pessoas com baixa imunidade, idosos e pacientes diabéticos.</li>
</ul>
<h2>O esmalte como vilão silencioso</h2>
<p>Muitas pessoas acreditam que o esmalte é inofensivo, mas ele pode ser um dos grandes responsáveis pela contaminação cruzada. O pincel funciona como “meio de transporte” do fungo, e o interior do frasco é um ambiente propício para sua sobrevivência. Isso porque quando o mesmo produto é aplicado em diferentes pessoas, a disseminação é quase inevitável.</p>
<p>Um artigo publicado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto analisou a viabilidade de fungos causadores de onicomicose dentro de frascos de esmalte. Foram testadas várias cores (incolor, branco e vermelho) e marcas, com contaminação por espécies como <em>Trichophyton rubrum</em>, <em>T. mentagrophytes</em>, <em>Candida albicans</em> e <em>C. parapsilosis</em>.</p>
<p><strong>Eles observaram:</strong></p>
<ul>
<li>Todas as quatro espécies de fungos sobreviveram dentro dos frascos nas primeiras 8 horas após a contaminação;</li>
<li>A sobrevivência por períodos mais prolongados variou conforme a cor e a marca do esmalte;</li>
<li><em>Trichophyton rubrum</em>, em particular, foi capaz de sobreviver por até 28 dias em pelo menos uma cor de todos os esmaltes testados.</li>
</ul>
<p>Sim, estudos confirmam que fungos podem sobreviver por mais de 8 horas e até semanas em vidrinhos de esmalte. Isso reforça muito a necessidade de não compartilhar esmaltes entre clientes, uma prática que pode aumentar o risco de transmissão de micose.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mitos e verdades sobre as micoses</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/mitos-e-verdades-sobre-as-micoses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[tinea corporis]]></category>
		<category><![CDATA[tinea pedis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As micoses são infecções fúngicas que podem afetar a pele, unhas e até mesmo órgãos internos. Existem muitos mitos e verdades sobre as micoses, então é importante esclarecer o que é realmente verdade e o que não é. Mitos sobre as micoses: Mito: &#8220;Micoses são causadas apenas pela falta de higiene&#8221; Verdade: Embora a falta<a href="https://www.baruel.com.br/mitos-e-verdades-sobre-as-micoses/">Continue reading <span class="sr-only">"Mitos e verdades sobre as micoses"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As micoses são infecções fúngicas que podem afetar a pele, unhas e até mesmo órgãos internos. Existem muitos mitos e verdades sobre as micoses, então é importante esclarecer o que é realmente verdade e o que não é.</p>
<h2>Mitos sobre as micoses:</h2>
<ul>
<li><strong>Mito: &#8220;Micoses são causadas apenas pela falta de higiene&#8221;</strong><br />
Verdade: Embora a falta de higiene possa contribuir para o desenvolvimento de micoses, elas também podem ser causadas por fatores como um sistema imunológico enfraquecido, uso excessivo de antibióticos, ambientes úmidos ou até predisposição genética.</li>
<li><strong>Mito: &#8220;Micoses não são contagiosas&#8221;</strong><br />
Verdade: Algumas micoses são contagiosas e podem ser transmitidas por contato direto com a pele ou objetos contaminados, como toalhas e calçados. Isso é comum em micoses como a Tinea pedis (pé de atleta) e tinea corporis (micose de corpo).</li>
<li><strong>Mito: &#8220;É só aplicar um creme que a micose vai desaparecer rapidamente&#8221;</strong><br />
Verdade: O tratamento de micoses pode ser mais complexo e demorado, dependendo do tipo de fungo e da gravidade da infecção. É importante seguir as orientações médicas e realizar o tratamento completo, mesmo que os sintomas desapareçam antes.</li>
<li><strong>Mito: &#8220;Micoses só afetam pessoas com baixa imunidade&#8221;</strong><br />
Verdade: Embora pessoas com o sistema imunológico comprometido estejam mais suscetíveis, qualquer pessoa pode contrair uma micose, principalmente em ambientes propensos a fungos, como vestiários, academias e piscinas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Verdades sobre as micoses:</h2>
<ul>
<li><strong>Verdade: &#8220;Micoses podem afetar diferentes partes do corpo&#8221;</strong><br />
As micoses podem afetar a pele, as unhas, o couro cabeludo e até órgãos internos. Elas podem se manifestar de diferentes formas, como manchas, coceira, descamação, vermelhidão ou espessamento das unhas.</li>
<li><strong>Verdade: &#8220;Ambientes úmidos favorecem o desenvolvimento de micoses&#8221;</strong><br />
Lugares quentes e úmidos, como vestiários, piscinas e saunas, são ambientes ideais para o crescimento de fungos. O uso de roupas molhadas ou mal ventiladas também pode aumentar o risco de infecções fúngicas.</li>
<li><strong>Verdade: &#8220;O tratamento para micoses pode variar dependendo da gravidade&#8221;</strong><br />
O tratamento pode ser feito com antifúngicos tópicos (cremes e pomadas) ou orais, dependendo do tipo de micose e da extensão da infecção. Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos que precisam de prescrição médica.</li>
<li><strong>Verdade: &#8220;Prevenir é a melhor forma de evitar micoses&#8221;</strong><br />
Para evitar micoses, é fundamental manter a pele seca e limpa, usar roupas leves e ventiladas, evitar o uso de calçados apertados e molhados, e não compartilhar itens pessoais, como toalhas e sapatos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se houver suspeita de uma micose, é importante buscar orientação médica ou podológica para o diagnóstico correto e o tratamento adequado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/micose-nos-pes-tipos-causas-e-desafios-no-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente causada por fungos que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar. “A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas,<a href="https://www.baruel.com.br/micose-nos-pes-tipos-causas-e-desafios-no-tratamento/">Continue reading <span class="sr-only">"Micose nos pés: tipos, causas e desafios no tratamento"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A micose nos pés é uma condição incômoda e persistente <strong>causada por fungos</strong> que afeta milhões de pessoas. Comumente encontrada na pele ou nas unhas, essa infecção pode <strong>variar de uma irritação leve a um problema mais difícil de tratar.</strong></p>
<p>“A frieira, também conhecida como pé de atleta, e a onicomicose, que afeta as unhas, são os tipos mais comuns de micose nos pés”, explica a podóloga Gabriela Maia, da Majô Beauty Club.</p>
<p>Os fungos responsáveis pela micose se proliferam em ambientes quentes e úmidos, como os proporcionados por sapatos fechados ou pés mal secos após o banho. De acordo com a especialista, a frieira é causada pelo fungo <em>Trichophyton</em>, já presente na pele, enquanto a onicomicose pode ser provocada por diferentes espécies, como <em>Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton</em>.</p>
<h2>Causas e hábitos que favorecem a doença</h2>
<p>A micose ocorre quando fungos encontram as condições ideais para se multiplicarem. Portanto, na lista de fatores mais comuns estão:</p>
<ul>
<li><strong>Uso de sapatos fechados e apertados</strong>, porque retêm umidade e calor, criando um ambiente favorável para os fungos;</li>
<li><strong>Higiene inadequada</strong>, visto que pés mal lavados ou sem estarem completamente secos facilitam a proliferação;</li>
<li><strong>Compartilhamento de objetos pessoais</strong>, como toalhas, meias ou calçados, o que pode transmitir os fungos;</li>
<li><strong>Frequentar ambientes úmidos e coletivos</strong>, tais quais piscinas, academias e vestiários públicos, que são locais de alto risco.</li>
</ul>
<p>“Pequenas lesões ou rachaduras na pele também facilitam a entrada dos fungos e podem agravar o quadro”, alerta a podóloga.</p>
<h2>Tipos de micose nos pés e seus sintomas</h2>
<p>As micoses mais comuns que afetam os pés são:</p>
<ul>
<li><strong>Frieira, também conhecida como ‘pé de atleta’: </strong>os sintomas incluem coceira, odor forte, vermelhidão, descamação e rachaduras, especialmente entre os dedos. O problema geralmente causa desconforto constante e pode evoluir para fissuras dolorosas, se não tratado.</li>
<li><strong>Onicomicose, a micose específica das unhas: </strong>unhas com manchas amareladas ou esbranquiçadas, espessamento, fragilidade, deformação e odor desagradável são os principais sinais. A condição pode levar meses para ser tratada completamente, devido ao crescimento lento das unhas.</li>
</ul>
<h2>Por que é tão difícil curar micose nos pés?</h2>
<p>O tratamento de micoses nos pés é desafiador, especialmente quando elas afetam as unhas. Isso ocorre porque os fungos se alimentam de queratina, uma proteína presente na pele e nas unhas. “<strong>O ambiente quente e úmido nos pés cria as condições ideais para a proliferação dos fungos e dificulta a erradicação total</strong>”, explica a especialista.</p>
<p>Assim, enquanto a frieira pode ser resolvida em cerca de um mês, com o uso correto de pomadas e cuidados diários, a onicomicose exige tratamentos prolongados. O processo pode levar de 6 a 12 meses, dependendo do crescimento da unha e da adesão ao tratamento.</p>
<h2>Como tratar a micose nos pés</h2>
<p>O tratamento deve ser iniciado com a avaliação de um profissional qualificado. Entre as medidas recomendadas estão:</p>
<ul>
<li><strong>Higienização rigorosa</strong>: lavar bem os pés, secá-los completamente, sobretudo entre os dedos, e evitar compartilhar objetos pessoais;</li>
<li><strong>Cuidados com calçados</strong>: higienizar sapatos regularmente, deixá-los secar ao sol e aplicar desinfetantes específicos;</li>
<li><strong>Uso de medicamentos tópicos</strong>: pomadas ou cremes antifúngicos são indicados para casos leves de frieira;</li>
<li><strong>Tratamentos avançados</strong>: em casos mais graves, podem ser necessários laser ou medicamentos orais, sempre prescritos por um médico.</li>
</ul>
<p>Além disso, manter a constância no tratamento é essencial para garantir resultados duradouros. “Interromper o uso de medicamentos antes do tempo pode levar à recorrência da micose”, alerta Gabriela.</p>
<h2>Impactos na qualidade de vida</h2>
<p>Embora pareçam problemas simples, as micoses nos pés podem causar desconforto significativo, além de afetar a autoestima e a rotina. A coceira persistente, as rachaduras dolorosas e o comprometimento estético das unhas são reclamações frequentes entre pacientes.</p>
<p>A podóloga destaca que, ao menor sinal de micose, é importante buscar ajuda profissional. “<strong>Quanto mais cedo o problema for tratado, menores serão as chances de complicações ou recidivas</strong>”, conclui.</p>
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