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	<title>Frieira e micose</title>
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	<title>Frieira e micose</title>
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	<item>
		<title>Mau cheiro nos pés pode indicar fungos ou bactérias</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/mau-cheiro-nos-pes-pode-indicar-fungos-ou-bacterias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 12:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O famoso chulé costuma ser associado apenas ao suor, mas essa nem sempre é a única explicação para o problema. Em alguns casos, o mau cheiro também pode estar relacionado à presença de fungos ou bactérias. A micose é um dos exemplos citados pela dermatologista Bhertha Tamura. A condição tem origem fúngica e pode provocar<a href="https://www.baruel.com.br/mau-cheiro-nos-pes-pode-indicar-fungos-ou-bacterias/">Continue reading <span class="sr-only">"Mau cheiro nos pés pode indicar fungos ou bactérias"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O famoso chulé costuma ser associado apenas ao suor, mas essa nem sempre é a única explicação para o problema. Em alguns casos, o<strong> mau cheiro também pode estar relacionado à presença de fungos ou bactérias.</strong></p>
<p>A micose é um dos exemplos citados pela dermatologista Bhertha Tamura. A condição tem origem fúngica e pode provocar um odor bem desagradável na região. “Também pode ocorrer por uma tendência à contaminação por bactérias. Elas se proliferam com facilidade em quem apresenta excesso de suor nos pés&#8221;, explica a especialista.</p>
<h2>Um ambiente perfeito</h2>
<p><strong>Suor e umidade criam um ambiente favorável para a proliferação de fungos e bactérias</strong>. Não por acaso, os pés costumam reunir essas condições sobretudo ao permanecerem por muitas horas dentro de calçados fechados.</p>
<p>A médica costuma dizer que os micro-organismos &#8220;adoram&#8221; esse tipo de ambiente. Por isso, além de tratar o problema quando ele aparece, é importante modificar as condições para dificultar sua proliferação.</p>
<p>As dicas incluem:</p>
<ul>
<li>manter a higiene dos pés em dia;</li>
<li>higienizar e alternar os calçados, evitando usar o mesmo par todos os dias;</li>
<li>dar preferência a sapatos abertos;</li>
<li>usar meias que absorvam a umidade e trocá-las sempre;</li>
<li>aplicar talco, sempre que possível.</li>
</ul>
<h2>Prevenção faz parte do tratamento</h2>
<p><strong>Embora o chulé possa incomodar bastante, o objetivo não deve ser apenas combater o odor, mas prevenir esse aparecimento.</strong> Para isso, é fundamental reduzir a umidade dos pés e dos sapatos, além de manter a higiene em dia.</p>
<p>Mas quando essas medidas não são suficientes ou o mau cheiro persiste, a orientação é procurar um dermatologista para investigar a causa e indicar o tratamento mais adequado para cada situação.</p>
<h2>Não ignore o mau cheiro</h2>
<p>A médica Bhertha Tamura chama atenção para sinais que podem surgir junto ao mau odor, como <strong>alterações na cor do próprio suor ou pequenas depressões bacterianas na pele</strong>. Alguns casos podem exigir antibióticos ou antifúngicos.</p>
<p>“O momento de procurar ajuda é quando o problema passa a incomodar o próprio paciente. Ou, para os mais distraídos, quando alguém acabar avisando”, brinca a especialista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pés dão pistas sobre doenças; veja os sinais mais comuns</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-dao-pistas-sobre-doencas-veja-os-sinais-mais-comuns/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[fascite plantar]]></category>
		<category><![CDATA[fungo nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor, inchaço, mudanças na cor da pele e perda de sensibilidade nos pés nem sempre indicam apenas um problema localizado. Essas alterações também podem estar relacionadas a condições que afetam outras partes do organismo. O médico clínico e cirurgião geral Anderson Oliveira lembra que os pés estão entre as regiões menos observadas no dia a<a href="https://www.baruel.com.br/pes-dao-pistas-sobre-doencas-veja-os-sinais-mais-comuns/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés dão pistas sobre doenças; veja os sinais mais comuns"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dor, inchaço, mudanças na cor da pele e perda de sensibilidade nos pés nem sempre indicam apenas um problema localizado</strong>. Essas alterações também <strong>podem estar relacionadas a condições que afetam outras partes do organismo.</strong></p>
<p>O médico clínico e cirurgião geral Anderson Oliveira lembra que os pés estão entre as regiões menos observadas no dia a dia. No entanto, <strong>infecções, edemas, fissuras e mudanças estruturais na base do corpo podem fornecer pistas importantes sobre o estado de saúde.</strong></p>
<p>“A observação regular dos pés pode ajudar a identificar precocemente alterações importantes. Isso é especialmente relevante para pessoas com diabetes, doenças vasculares ou outras condições crônicas”, salienta.</p>
<h2>Condições que podem se manifestar nos pés</h2>
<p>A localização, o tipo de dor e os sintomas associados ajudam a orientar a investigação. Confira algumas condições que podem provocar alterações nos pés e qual especialista procurar em cada caso, de acordo com o médico.</p>
<figure id="attachment_5745" aria-describedby="caption-attachment-5745" style="width: 780px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5745 size-full" src="https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/780-500px.png" alt="" width="780" height="500" srcset="https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/780-500px.png 780w, https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/780-500px-300x192.png 300w, https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/780-500px-768x492.png 768w, https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/780-500px-150x96.png 150w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /><figcaption id="caption-attachment-5745" class="wp-caption-text">O que os pés revelam sobre a sua saúde</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DIABETES</strong></p>
<ul>
<li><strong>O que afeta</strong>: dedos, planta dos pés e calcâneo.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: queimação e fisgadas no início; em casos avançados, pode haver perda de sensibilidade. Rachaduras, ressecamento, calosidades e deformidades dos dedos também podem surgir.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: aumento da urina, da sede e da fome e, em situações de descompensação glicêmica importante, tonturas.</li>
<li><strong>Qual médico procurar:</strong> endocrinologista.</li>
</ul>
<p><strong>DOENÇA RENAL</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: ambos os pés; quando há desconforto, ele pode aparecer nos tornozelos e no dorso.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: sensação de peso e inchaço bilateral.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: progressão do edema para pernas e coxas, inchaço nas pálpebras e redução da quantidade de urina.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: nefrologista.</li>
</ul>
<p><strong>DANO NERVOSO</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: dedos, calcâneo e dorso dos pés.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: formigamento e dormência, que podem evoluir para a sensação de pequenos choques elétricos.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: fraqueza muscular, redução dos reflexos dos tendões e, em casos avançados, atrofia muscular.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: neurologista. Quando a neuropatia estiver relacionada ao diabetes, o acompanhamento com endocrinologista também é importante.</li>
</ul>
<p><strong>VARIZES OU INSUFICIÊNCIA VENOSA</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: tornozelos e região dos pés.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: peso, inchaço, desconforto e queimação.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: edema dos membros inferiores, tromboflebite, trombose venosa e escurecimento crônico da pele, chamado dermatite ocre.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: cirurgião vascular.</li>
</ul>
<p><strong>INFECÇÕES</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: diferentes regiões dos pés, incluindo pontas dos dedos e calcâneos.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: dor, queimação e, dependendo do quadro, dor lancinante.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: febre, mal-estar e outros sinais sistêmicos.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: clínico geral, que poderá encaminhar o paciente conforme a causa e a gravidade.</li>
</ul>
<p><strong>GOTA</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: a articulação na base do dedão (também chamado hálux), principalmente.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: dor intensa em pontada ou fisgada, vermelhidão e inchaço. As crises podem piorar à noite e evoluir com rigidez articular.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: dores nas articulações, edema, sintomas febris e tofos gotosos.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: reumatologista.</li>
</ul>
<p><strong>FASCITE PLANTAR</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: planta do pé, especialmente a região do calcâneo.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: fisgada ou queimação, geralmente mais intensa nos primeiros passos após períodos de repouso.</li>
<li><strong>Fatores associados</strong>: sobrepeso, sedentarismo e falta de alongamento.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: ortopedista.</li>
</ul>
<p><strong>DOENÇA CARDÍACA</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: tornozelos e pés, principalmente.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: sensação de peso provocada pelo edema, que pode deixar uma depressão na pele após a pressão com o dedo.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: cansaço, mal-estar, falta de ar durante esforços e dificuldade para respirar ao deitar.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: cardiologista.</li>
</ul>
<p><strong>ARTRITE REUMATOIDE</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: antepé e articulações dos dedos.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: inchaço, dor e rigidez, frequentemente nos dois pés.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: nódulos reumatoides, fadiga, febre baixa e, em alguns casos, perda de peso. O ressecamento dos olhos e da boca pode aparecer quando há condições associadas, como a síndrome de Sjögren.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: reumatologista.</li>
</ul>
<p><strong>ANEMIA</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: os sintomas não costumam se restringir a uma região específica dos pés.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: depende do tipo de anemia. Na ferropriva, predominam cansaço, fraqueza e indisposição; na deficiência de vitamina B12, podem ocorrer formigamentos e alterações neurológicas; e, na anemia falciforme, crises vaso-oclusivas podem causar dor intensa em diferentes regiões.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: cansaço, fraqueza, indisposição, desânimo, palidez e dificuldade de concentração.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: hematologista.</li>
</ul>
<p><strong>INFECÇÕES POR FUNGOS</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: entre os dedos, na lateral e na planta dos pés.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: coceira, descamação, fissuras e, em alguns casos, dor ou ardência.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: fissuras podem facilitar infecções bacterianas secundárias. Febre ou dor intensa exigem avaliação para descartar complicações.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: dermatologista.</li>
</ul>
<p><strong>DEFICIÊNCIA DE VITAMINAS</strong></p>
<ul>
<li><strong>Onde afeta</strong>: extremidades do corpo, incluindo pés e dedos.</li>
<li><strong>Como se manifesta</strong>: formigamento, dormência e alterações de sensibilidade, de acordo com a deficiência e sua gravidade.</li>
<li><strong>Sintomas associados</strong>: fraqueza, alterações ósseas, dores, manifestações neurológicas e mudanças cognitivas. A falta de vitamina B12 pode causar neuropatia periférica.</li>
<li><strong>Qual médico procurar</strong>: clínico geral ou nutrólogo, com encaminhamento conforme a causa.</li>
</ul>
<h2>Sinais que exigem ainda mais atenção</h2>
<p>O médico Anderson Oliveira esclarece que o <strong>inchaço</strong> pode aparecer ao final do dia em quem passa muitas horas em pé. Mas, se o sintoma persistir por mais de 24 horas ou deixar uma <strong>depressão na pele após a pressão com o dedo</strong>, pode estar relacionado a alterações cardiovasculares ou renais e merece avaliação.</p>
<p><strong>Mudanças de coloração</strong> também devem ser observadas. “O escurecimento da pele pode estar associado à insuficiência venosa crônica, enquanto palidez e alterações de temperatura ou cor acompanhadas de dor ao caminhar podem sugerir comprometimento arterial”, alerta o cirurgião.</p>
<p>Já <strong>pele enegrecida, secreção, mau odor ou outros sinais de infecção</strong> exigem atendimento urgente. Por isso, a dica é observar regularmente a planta dos pés, os espaços entre os dedos e os cantos das unhas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde dos pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma unha começa a esfarelar, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados. De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as<a href="https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando uma unha começa a esfarelar</strong>, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. <strong>Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados.</strong></p>
<p>De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as <strong>unhas esfarelando não devem ser interpretadas automaticamente como uma infecção fúngica.</strong> Por isso, o diagnóstico correto é fundamental para evitar tratamentos inadequados e identificar a verdadeira origem do problema.</p>
<p>“Além da onicomicose, que é a micose das unhas, outras condições podem causar alterações semelhantes, como <strong>psoríase, líquen plano, traumas repetitivos, algumas deficiências nutricionais e até tumores</strong>, como o carcinoma espinocelular e o onicomatricoma”, esclarece a especialista.</p>
<h2>Como identificar micose nas unhas</h2>
<p>Não adianta considerar apenas o esfarelamento como sinal de infecção fúngica. A médica explica que a micose costuma provocar um conjunto de alterações que ajudam a diferenciar o quadro de outros problemas dermatológicos, como:</p>
<ul>
<li>descoloração da unha, que pode ficar amarelada, esbranquiçada, acastanhada, esverdeada ou escura;</li>
<li>espessamento da lâmina ungueal;</li>
<li>descolamento da unha do leito ungueal (onicólise);</li>
<li>perda de brilho;</li>
<li>fragilidade e quebra com facilidade;</li>
<li>deformidades, sulcos e superfície irregular;</li>
<li>odor desagradável, em alguns casos.</li>
</ul>
<p>Além disso, em situações mais avançadas, a infecção pode causar manchas brancas, inflamação ao redor da unha e destruição significativa da sua estrutura.</p>
<h2>Risco maior de desenvolver micose</h2>
<p><strong>As unhas dos pés são as mais afetadas porque os fungos encontram condições favoráveis para se multiplicarem em ambientes úmidos, escuros e pouco ventilados, como as meias e os sapatos.</strong></p>
<p>Outros fatores associados ao desenvolvimento da onicomicose incluem <strong>traumas repetitivos nas unhas, frieira, idade avançada, diabetes, imunossupressão, doença vascular periférica e exposição frequente a áreas de piscinas, vestiários e chuveiros públicos.</strong></p>
<p>“<strong>A onicomicose tende a progredir quando não é tratada</strong>. Com o tempo, pode se espalhar para outras unhas, causar dor, dificultar o uso de calçados e favorecer infecções bacterianas secundárias, especialmente em pessoas com diabetes ou imunidade comprometida”, alerta a dermatologista Carolina Malavassi.</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>A aparência da unha, sozinha, não é suficiente para confirmar uma micose. O diagnóstico começa com a avaliação clínica e pode ser complementado por exames como o micológico direto (cultura para fungos) e, em alguns casos, a análise histopatológica de fragmentos da unha.</p>
<p>Já o tratamento varia conforme a gravidade do quadro:</p>
<ul>
<li>Casos mais leves podem ser tratados com esmaltes antifúngicos, soluções ou cremes;</li>
<li>As infecções mais extensas costumam exigir medicamentos orais, que precisam de acompanhamento médico.</li>
<li>Em algumas situações, terapias combinadas podem aumentar a eficácia do tratamento.</li>
</ul>
<p>Para prevenir a micose, a especialista recomenda manter os pés sempre limpos e bem secos, usar calçados ventilados, trocar as meias regularmente, não compartilhar itens pessoais, utilizar chinelos em ambientes úmidos de uso coletivo e garantir que instrumentos de manicure e pedicure sejam esterilizados adequadamente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quando a tínea interdigital, ou frieira, se transforma em problema</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quando-a-tinea-interdigital-ou-frieira-se-transforma-em-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[infecções fúngicas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tinea pedis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tínea interdigital, popularmente conhecida como “frieira”, é uma das infecções fúngicas mais comuns nos pés e costuma atingir principalmente a região entre os dedos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples do dia a dia, essa condição merece atenção, pois pode evoluir, causar desconforto significativo e favorecer infecções secundárias. O ambiente entre<a href="https://www.baruel.com.br/quando-a-tinea-interdigital-ou-frieira-se-transforma-em-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Quando a tínea interdigital, ou frieira, se transforma em problema"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tínea interdigital, popularmente conhecida como <strong>“frieira”</strong>, é uma das infecções fúngicas mais comuns nos pés e costuma atingir principalmente a <strong>região entre os dedos</strong>. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples do dia a dia, essa condição merece atenção, pois pode evoluir, causar desconforto significativo e favorecer infecções secundárias.</p>
<p>O ambiente entre os dedos dos pés reúne condições ideais para a proliferação de fungos pelo calor, umidade, pouca ventilação e abafamento prolongado em calçados fechados. Quando associado ao suor excessivo, secagem inadequada após o banho ou uso contínuo do mesmo sapato, o risco aumenta consideravelmente.</p>
<p>Os primeiros sinais geralmente incluem descamação, coceira, pele esbranquiçada, odor forte e pequenas fissuras dolorosas. Em alguns casos, a pele pode apresentar aspecto macerado, sensível e até ardência ao caminhar. Muitas pessoas acabam ignorando esses sintomas iniciais.</p>
<p><strong>Durante o inverno, os casos tendem a aumentar</strong> devido ao uso frequente de meias e calçados fechados por longos períodos. O abafamento contínuo dificulta a ventilação natural da pele e favorece ainda mais o crescimento dos fungos.</p>
<p>Além do desconforto local, a tínea interdigital pode servir como porta de entrada para bactérias, aumentando o risco de infecções mais graves, principalmente em idosos, diabéticos e pessoas com baixa imunidade.</p>
<p>A prevenção continua sendo uma das principais formas de cuidado. Secar bem entre os dedos após o banho, alternar os calçados, utilizar meias limpas e evitar permanecer com os pés úmidos por muito tempo são atitudes simples, mas extremamente importantes. Em casos persistentes, a avaliação profissional torna-se fundamental para identificar corretamente o agente causador e indicar o tratamento adequado.</p>
<p>Coceira, fissuras, descamações e alterações na pele dos pés nunca devem ser vistos como algo “normal”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como (e por que) higienizar sapatos por dentro</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos. Tudo porque os sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia, criando um ambiente favorável para fungos e bactérias. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés. De acordo<a href="https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/">Continue reading <span class="sr-only">"Como (e por que) higienizar sapatos por dentro"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem;"><strong>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos</strong>. Tudo porque os <strong>sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia</strong>, criando um <strong>ambiente favorável para fungos e bactérias</strong>. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés.</span></p>
<p>De acordo com a dermatologista Priscila Rettore, os <strong>sapatos funcionam como um microambiente fechado</strong>, com <strong>pouca ventilação e alta umidade</strong>. Mesmo quando os pés estão limpos, o contato frequente com um calçado contaminado pode comprometer a saúde da pele.</p>
<p>“O suor, as células mortas e os resíduos acumulados dentro do sapato servem como alimento para microrganismos. <strong>Sem higienização adequada, o calçado pode se tornar um reservatório de agentes infecciosos</strong>”, alerta a médica.</p>
<h2>Chulé também é sinal de alerta</h2>
<p>Ao contrário do que muita gente pensa, o famoso “chulé” não é apenas uma questão estética. Segundo a especialista, o odor desagradável indica desequilíbrio da microbiota dos pés causado pela ação de bactérias sobre o suor acumulado.</p>
<p>Além do mau cheiro, a <strong>falta de cuidado com os calçados pode causar</strong>:</p>
<ul>
<li>frieira e micose nos pés;</li>
<li>bromidrose;</li>
<li>infecções bacterianas superficiais;</li>
<li>irritações e dermatites.</li>
</ul>
<p>A dermatologista explica que <strong>a umidade acumulada dentro dos sapatos ainda fragiliza a barreira natural da pele</strong>, favorecendo pequenas lesões e dificultando até a eficácia de tratamentos dermatológicos tópicos.</p>
<h2>Como higienizar corretamente</h2>
<p>Segundo Joicy Silva, coordenadora de operações da OMO Lavanderia, o interior dos calçados exige cuidados delicados, sobretudo em modelos sociais ou casuais, que possuem múltiplas camadas internas e menor ventilação.</p>
<p>No dia a dia, a profissional recomenda o seguinte:</p>
<ul>
<li>usar antissépticos em pó próprios para sapatos;</li>
<li>deixar os pares ventilar após o uso;</li>
<li>evitar guardá-los imediatamente;</li>
<li>alternar os modelos durante a semana;</li>
<li>nunca guardá-los enquanto úmidos.</li>
</ul>
<p><strong>Produtos líquidos, detergentes e soluções improvisadas devem ser evitados dentro dos sapatos</strong>, já que podem causar manchas, ressecamento, craquelamento e até desgaste precoce do material.</p>
<h2>Secagem correta contra odores</h2>
<p>Depois da higienização, o processo de secagem também merece atenção. <strong>O uso de calor intenso, secadores e exposição direta ao sol podem acabar piorando o problema ao “fixar” odores e resíduos no material interno do calçado</strong>.</p>
<p>“O ideal é permitir que os sapatos <strong>sequem naturalmente</strong>, em ambiente ventilado e com circulação de ar. Ventiladores podem ajudar no processo, desde que não haja aquecimento direto”, orienta Joicy Silva.</p>
<p>Além disso, ela recomenda deixar os sapatos descansarem por, pelo menos, 30 minutos antes de guardá-los e, se possível, armazená-los em sacos respiráveis, como os de TNT, para evitar acúmulo de umidade e poeira.</p>
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		<title>Como desinfectar tênis e meias para evitar frieiras</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-desinfectar-tenis-e-meias-para-evitar-frieiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[higienização]]></category>
		<category><![CDATA[meia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coceira, descamação, rachaduras entre os dedos e mau cheiro podem indicar o início de uma frieira. Além de tratar os pés, desinfetar corretamente tênis e meias também é essencial para evitar a multiplicação de fungos e até reinfecções. Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, explica que os calçados costumam criar um ambiente propício para a<a href="https://www.baruel.com.br/como-desinfectar-tenis-e-meias-para-evitar-frieiras/">Continue reading <span class="sr-only">"Como desinfectar tênis e meias para evitar frieiras"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coceira, descamação, rachaduras entre os dedos e mau cheiro podem indicar o início de uma frieira. Além de tratar os pés, <strong>desinfetar corretamente tênis e meias também é essencial para evitar a multiplicação de fungos e até reinfecções</strong>.</p>
<p>Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, explica que os <strong>calçados costumam criar um ambiente propício para a proliferação de microrganismos</strong> porque o pé passa horas dentro de um espaço fechado, quente e úmido.</p>
<p>“Na prática, é como se o pé ficasse abafado o dia todo. <strong>O suor e o calor favorecem odores, micoses e outras condições, como a frieira</strong>”, afirma a especialista em limpeza.</p>
<h2>Passo a passo para desinfectar os tênis</h2>
<p>Para <strong>evitar o acúmulo de fungos e bactérias nos tênis</strong>, Nerivalda orienta um passo a passo simples de desinfecção:</p>
<ul>
<li>não guarde o tênis imediatamente ao chegar em casa;</li>
<li>deixe o calçado ventilar em local arejado;</li>
<li>limpe a parte interna com pano úmido e desinfetante indicado para vestuário;</li>
<li>deixe secar naturalmente;</li>
<li>aplique sprays ou pós antissépticos;</li>
<li>evite usar o mesmo par todos os dias.</li>
</ul>
<p>Além do tempo de uso, os <strong>materiais e tipos dos tênis fazem diferença</strong>. Modelos muito fechados, rígidos ou de plástico dificultam a respiração da pele e retêm mais suor. Já tecidos leves, com telas ou furinhos ajudam na circulação e reduzem a umidade.</p>
<h2>Meias precisam de atenção</h2>
<p><strong>Não adianta desinfectar os pares de sapato e esquecer das meias.</strong> Afinal, <strong>elas absorvem o suor diretamente da pele</strong>. Se ficam úmidas por muito tempo, também favorecem a propagação de microrganismos.</p>
<p>Para essas peças, a especialista em higienização recomenda:</p>
<ul>
<li>não deixe as meias enroladas no cesto ainda molhadas;</li>
<li>abra os pares antes de lavar ou secar para evitar umidade no tecido;</li>
<li>faça uma pré-lavagem de 10 minutos com água e detergente ou sabão;</li>
<li>priorize modelos de algodão com maior absorção de suor;</li>
<li>não reutilize peças sem lavagem adequada.</li>
</ul>
<p>“Mesmo quem mantém bons hábitos de higiene está sujeito a esse cenário, simplesmente pelo tempo prolongado de uso. Por isso, é fundamental adotar cuidados regulares com ventilação e higienização”, reforça a profissional.</p>
<h2>Frieira volta sem desinfecção correta</h2>
<p>Já a podóloga Sheila Cristina Alves pontua que <strong>a frieira é um tipo de micose que costuma surgir principalmente entre os dedos dos pé</strong>s. Coceira, ardência, descamação, rachaduras e pele esbranquiçada são alguns dos sinais mais comuns.</p>
<p>Inclusive, a condição recebeu o nome de “pé de atleta” justamente por aparecer em pessoas que transpiram bastante nos pés e usam tênis fechados por longos períodos, como esportistas e praticantes de atividades físicas.</p>
<p>“Em casos recorrentes, <strong>a desinfecção do calçado tem papel importante no controle da infecção</strong>. Às vezes, a pessoa trata o pé, mas continua usando o mesmo tênis ou a mesma meia contaminada, e acaba se reinfectando”, alerta a podóloga.</p>
<p>Por último, Nerivalda Lima completa que, além da manutenção em casa, higienizações profissionais podem ser necessárias. Em serviços especializados, o processo considera o tipo de material do tênis e pode incluir tecnologias específicas, como controle de temperatura e luz UV.</p>
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		<title>Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/usar-tenis-sem-meia-aumenta-o-risco-de-frieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[meias]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[pé de atleta]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deixar as meias de lado na hora de calçar o tênis pode parecer apenas uma questão de conforto ou estilo. No entanto, quando o assunto é saúde, esse hábito tende a ser prejudicial, pois aumenta o risco de frieira (o famoso pé de atleta) e outras micoses nos pés. A culpa é do suor excessivo<a href="https://www.baruel.com.br/usar-tenis-sem-meia-aumenta-o-risco-de-frieira/">Continue reading <span class="sr-only">"Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deixar as meias de lado na hora de calçar o tênis</strong> pode parecer apenas uma questão de conforto ou estilo. No entanto, quando o assunto é saúde, esse hábito <strong>tende a ser prejudicial</strong>, pois aumenta o risco de <strong>frieira</strong> (o famoso pé de atleta) e outras <strong>micoses nos pés</strong>. A culpa é do <strong>suor excessivo e do uso prolongado do calçado</strong>.</p>
<p>Segundo a dermatologista Isabela Pitta, a frieira é uma micose causada por fungos dermatófitos, principalmente a <em>Tinea pedis</em>. Esses micro-organismos se desenvolvem com facilidade em ambientes quentes, úmidos e abafados, características comuns identificadas dentro do tênis.</p>
<p>“Quando usamos tênis sem meia, o suor fica em contato direto com o calçado, a ventilação diminui e a pele permanece úmida por mais tempo. Esse cenário é perfeito para a proliferação de fungos”, explica a especialista.</p>
<h2>Umidade, calor e atrito</h2>
<p>De acordo com Isabela, umidade, calor e atrito formam a tríade perfeita para surgirem infecções nos pés.</p>
<ul>
<li><strong>Umidade</strong>: o suor amolece a camada superficial da pele e acaba facilitando pequenas fissuras;</li>
<li><strong>Calor</strong>: o ambiente fechado do tênis aumenta a temperatura local e favorece o crescimento fúngico;</li>
<li><strong>Atrito</strong>: microlesões na pele servem como porta de entrada para fungos e bactérias.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale lembrar que os fungos não surgem “do nada”: eles podem já estar presentes no ambiente ou no próprio calçado. Isso porque<strong> o tecido interno do tênis pode acumular micro-organismos se não houver ventilação adequada, levando a reinfecções diárias</strong>. Nesse contexto, a meia funciona como uma barreira absorvente muito eficaz.</p>
<h2>A influência do calçado</h2>
<p>Há diferença entre usar tênis sem meia por pouco tempo e por longos períodos. O uso rápido e ocasional representa risco menor, especialmente se o pé não transpira muito.</p>
<p>“Já o uso prolongado, como durante horas de trabalho, na academia ou em atividades intensas, aumenta significativamente o risco, pois mantém o pé abafado e exposto à umidade por mais tempo”, acrescenta a médica.</p>
<p>Alguns modelos também elevam as chances: tênis de material sintético que não respiram, modelagens muito fechadas ou calçados usados diariamente sem tempo adequado para secagem completa.</p>
<h2>Primeiros sintomas e prevenção</h2>
<p>A dermatologista Isabela Pitta orienta observar sinais iniciais que indicam o desenvolvimento de frieria, como:</p>
<ul>
<li><strong>coceira</strong> entre os dedos;</li>
<li><strong>descamação</strong> esbranquiçada;</li>
<li><strong>mau cheiro</strong> persistente;</li>
<li><strong>ardor</strong> ou sensação de <strong>queimação</strong>;</li>
<li>pequenas <strong>fissuras</strong> na pele;</li>
<li><strong>pele úmida</strong> ou <strong>macerada</strong> entre os dedos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pessoas com diabete devem ter atenção redobrada, já que pequenas lesões nos pés podem evoluir com mais facilidade, enquanto pacientes com hiperidrose plantar (suor excessivo) também apresentam risco aumentado pela umidade contínua. De modo geral, quanto mais cedo o tratamento é iniciado, mais simples costuma ser a resolução.</p>
<p>A especialista compartilha algumas <strong>dicas de prevenção</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>alternar os calçados;</strong></li>
<li><strong>deixar o tênis secar completamente;</strong></li>
<li><strong>evitar compartilhar sapatos;</strong></li>
<li><strong>preferir meias de tecidos absorventes</strong>, como dry fit e poliamida, ou tecnológicos respiráveis, com ajuste adequado e costura suave;</li>
<li><strong>sempre usar meias</strong>, mesmo que sejam mais simples, e trocá-las uma ou mais vezes ao dia, se necessário.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É importante lembrar que nem toda coceira indica micose. Dermatites e alergias ao material do tênis também podem causar sintomas semelhantes. Por isso, a avaliação médica é fundamental”, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/piscina-vestiarios-os-locais-de-risco-para-frieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frieira, também conhecida como pé de atleta, é uma micose superficial causada por fungos dermatófitos que encontram nos pés o ambiente perfeito para se multiplicar: quente, úmido e pouco ventilado. Além disso, certos lugares são mais propícios para espalhar esses fungos e um risco maior, caso não haja cuidados adequados. Esse tipo de infecção<a href="https://www.baruel.com.br/piscina-vestiarios-os-locais-de-risco-para-frieira/">Continue reading <span class="sr-only">"Piscina, vestiários e mais: locais em que frieira é um risco"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>frieira</strong>, também conhecida como pé de atleta, é uma <strong>micose superficial causada por fungos dermatófitos</strong> que encontram nos pés o ambiente perfeito para se multiplicar: <strong>quente, úmido e pouco ventilado</strong>. Além disso, certos lugares são mais propícios para espalhar esses fungos e um risco maior, caso não haja cuidados adequados.</p>
<p>Esse tipo de infecção é um <strong>problema comum, mas costuma ser confundido com outras contaminações</strong>, o que atrasa o tratamento e favorece recidivas. Como esclarece a dermatologista Cibele Leite, pós-graduada em dermatologia clínica, cirúrgica e cosmiatria, o que <strong>diferencia a frieira de outras micoses é principalmente a região onde aparece no corpo, que são pontos com maior calor e umidade</strong>.</p>
<p>“Costuma afetar áreas interdigitais, ou seja, entre os dedos dos pés, enquanto outras micoses dos pés podem aparecer nas plantas (micose plantar) ou nas unhas (onicomicose). Além disso, a frieira é caracteristicamente esbranquiçada, descamativa, com fissuras e coceira”, diferencia a médica.</p>
<h2>Contágio com maior frequência</h2>
<p><strong>Ambientes compartilhados e com pouca ventilação são os principais vilões</strong>. Isso porque, conforme a especialista, os fungos se multiplicam em locais quentes, úmidos e pouco arejados. Consequentemente, o risco de contágio aumenta.</p>
<p>Entre os principais ambientes estão:</p>
<ul>
<li><strong>Vestiários e banheiros públicos</strong>: o piso úmido e quente é ideal para fungos;</li>
<li><strong>Piscinas e academias</strong>: o compartilhamento de pisos molhados, duchas e armários facilita a transmissão;</li>
</ul>
<p>A médica lembra que fatores como uso prolongado de calçados fechados, falta de secagem adequada dos pés após o banho, problemas circulatórios e imunidade baixa, como pessoas com diabetes, também favorecem o aparecimento da frieira.</p>
<h2>Quando a frieira não é tratada</h2>
<p>Sem o tratamento correto, o quadro tende a piorar. “As <strong>fissuras entre os dedos servem como porta de entrada para bactérias e isso pode levar a infecções mais sérias</strong>, como a celulite, que é uma infecção profunda da pele”, alerta Cibele. O <strong>fungo ainda pode se espalhar e migrar para outras partes do corpo, piorando o quadro geral</strong>.</p>
<p>“É <strong>uma infecção contagiosa. A pessoa pode se autoinocular, levando o fungo dos pés para as mãos, virilha ou unhas</strong>. Além disso, pode transmitir para outras pessoas pelo contato com toalhas, pisos, calçados ou meias contaminadas”, reforça ela.</p>
<h2>Como se proteger em locais públicos</h2>
<p>Evitar o contágio é simples e começa com medidas básicas de higiene e prevenção. Veja as principais:</p>
<ul>
<li>Usar <strong>chinelos em vestiários, duchas e áreas de piscina</strong>;</li>
<li><strong>Evitar compartilhar</strong> toalhas, meias e calçados;</li>
<li><strong>Secar bem os pés</strong> antes de calçar os sapatos;</li>
<li>Optar por <strong>meias de algodão</strong> e trocá-las sempre que ficarem úmidas.</li>
</ul>
<p>“Também é importante <strong>alternar os calçados</strong>, permitindo que arejem por, pelo menos 24 horas, e evitar sapatos muito fechados em dias quentes”, acrescenta a dermatologista.</p>
<h2>Cuidados diários que previnem</h2>
<p>A rotina de cuidados também faz diferença para quem quer manter os pés saudáveis e, sobretudo, longe das frieiras. Anote algumas dicas profissionais:</p>
<ul>
<li>Lave e seque cuidadosamente entre os dedos;</li>
<li>Use talcos ou sprays antifúngicos se houver tendência à transpiração;</li>
<li>Prefira calçados ventilados e tecidos respiráveis;</li>
<li>Evite meias sintéticas e sapatos de material plástico ou impermeável.</li>
</ul>
<p>Sobre tratamentos caseiros, a Cibele é categórica: “Vinagre e bicarbonato podem até aliviar momentaneamente, mas não eliminam o fungo e o uso em excesso pode irritar a pele e agravar as lesões. O ideal é sempre buscar orientação médica para antifúngicos tópicos ou orais, conforme a gravidade.”</p>
<h2>“Uma coceira sem fim”</h2>
<p>A designer de interiores Juliana Gonçalves, de 27 anos, sabe bem como lidar com a frieira. “Tudo indica que peguei em um hotel fazenda para onde viajei”, conta. “A pele entre os meus dedos começou a descamar e coçava muito. Era como se tivessem umas fissuras, aí eu puxava a parte branca e ia machucando. Chegou até a sair água.”</p>
<p>Foi justamente a coceira intensa que a levou a procurar ajuda dermatológica. “Teve um dia, depois da academia, que eu comecei a colocar a meia entre os dedos e puxar de um lado para o outro para ver se a coceira parava. A gente tratou com medicamento oral e também pomadas que eu aplicava após o banho, depois de secar muito bem”, relembra.</p>
<p>Depois do episódio, Juliana mudou totalmente sua rotina. “Hoje, uso chinelos em qualquer situação, mesmo conhecendo o lugar. Também faço doses profiláticas de antifúngico em épocas de viagens e piscina. O chinelo realmente salva, porque impede o contato com o chão contaminado. Mas o essencial é procurar o médico nos primeiros sinais. Se perceber qualquer coceirinha ou ferida, vá direto no dermato”, reforça.</p>
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		<item>
		<title>Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/usar-calcados-fechados-no-calor-pode-causar-frieira-sabia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados essenciais]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[odor]]></category>
		<category><![CDATA[pé de atleta]]></category>
		<category><![CDATA[sapato fechado]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada.<a href="https://www.baruel.com.br/usar-calcados-fechados-no-calor-pode-causar-frieira-sabia/">Continue reading <span class="sr-only">"Usar calçados fechados no calor pode causar frieira, sabia?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias quentes, a transpiração dos pés aumenta naturalmente e, diante do uso de calçados fechados, o <strong>suor fica retido no espaço do sapato, cujo ambiente abafado favorece o surgimento da frieira</strong>. Também chamada de pé de atleta, trata-se de uma infecção fúngica que atinge principalmente a pele entre os dedos e precisa ser acompanhada.</p>
<p>Larissa Wood Fraga, dermatologista do Instituto Fraga de Dermatologia, explica que os <strong>fungos se desenvolvem facilmente em locais quentes, úmidos e pouco ventilados</strong>, como o interior dos sapatos. Isso não ocorre só no verão, mas em qualquer época mais quente, como alguns dias da primavera, por exemplo.</p>
<p>“Quando a pele permanece úmida por muito tempo, perde sua proteção natural. Isso cria o cenário perfeito para os fungos se multiplicarem rapidamente e, consequentemente, causarem condições como a frieira”, alerta a médica.</p>
<h2>Sinais iniciais da frieira</h2>
<p><strong>Identificar os sintomas no começo do problema faz diferença no tratamento e evita que a frieira se espalhe</strong>. De acordo com a especialista, os sinais mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Coceira</strong> leve entre os dedos;</li>
<li><strong>Descamação</strong> discreta e vermelhidão;</li>
<li>Pequenas <strong>rachaduras</strong> (fissuras);</li>
<li><strong>Odor</strong> desagradável;</li>
<li>Sensação de <strong>ardor</strong> ou queimação.</li>
</ul>
<p>Assim, ao reconhecer uma ou mais destas manifestações, é melhor não ignorá-las e buscar ajuda de um podólogo ou médico para avaliação profissional, diagnóstico e tratamento adequados.</p>
<h2>Melhores e piores tipos de calçados</h2>
<p>Já quando o assunto são os sapatos, vale lembrar que nem todo modelo traz o mesmo risco ao pé no verão. Isso vai depender de características específicas do calçado:</p>
<ul>
<li><strong>Oferecem riscos menores:</strong> sandálias, rasteirinhas e chinelos, que permitem ventilação e reduzem a umidade.</li>
<li><strong>Mais seguros entre os fechados</strong>: modelos de tecido leve e respirável.</li>
<li><strong>Grandes vilões</strong>: sapatos sintéticos, como os de plástico, couro sintético, e tênis usados por longos períodos sem meias adequadas.</li>
</ul>
<p>A dermatologista Larissa lembra que, muitas vezes, pode ser necessário usar um sapato mais fechado por diferentes motivos, como trabalho ou ocasiões formais. Nesses casos, a orientação é prestar atenção no material do calçado: quanto mais permitir a respiração da pele, melhor será a escolha.</p>
<h2>Higiene faz a diferença</h2>
<p>Além de escolher um calçado adequado, <strong>manter bons hábitos de higiene é fundamental</strong> para evitar e tratar a frieira. Esteja atento a:</p>
<ul>
<li>Lavar e secar bem os pés, principalmente entre os dedos;</li>
<li>Usar meias limpas diariamente e dar preferência às de algodão;</li>
<li>Alternar calçados e deixá-los arejar ao sol ou em local ventilado;</li>
<li>Não compartilhar toalhas, meias ou sapatos.</li>
</ul>
<p>O propósito desses hábitos é evitar que a região permaneça quente e/ou úmida, já que os fungos buscam exatamente esse ambiente. Tais práticas também são cuidados contra o contágio.</p>
<h2>O que fazer se notar sinais de frieira?</h2>
<p>Intensificar a higiene e manter os pés secos são os primeiros passos para amenizar a frieira. Também é importante evitar sapatos fechados por muitas horas e, sobretudo, procurar um profissional para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento correto.</p>
<p>Geralmente, o <strong>tratamento começa com antifúngicos tópicos</strong>, aplicados diretamente na lesão por 2 a 4 semanas. Se a infecção for mais extensa ou resistente, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais – sempre com prescrição médica.</p>
<p>“O acompanhamento com um dermatologista garante que a frieira seja totalmente tratada e isso evita que ela volte ou cause complicações, como infecções bacterianas”, destaca Larissa.</p>
<p>Além disso, muita gente acredita que a frieira é passageira, mas, se não tratada corretamente, pode se tornar crônica e até se espalhar para as unhas, tornando o tratamento mais difícil e longo.</p>
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		<title>O que é frieira ou pé de atleta?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-e-frieira-ou-pe-de-atleta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[coceira no pé]]></category>
		<category><![CDATA[desodorante para os pés]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[fungo nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[pé de atleta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar. Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-e-frieira-ou-pe-de-atleta/">Continue reading <span class="sr-only">"O que é frieira ou pé de atleta?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar.</p>
<p>Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e encontrar um corte na pele, muito provavelmente a resposta será “sim”.</p>
<p>A frieira ou o pé de atleta são a mesma coisa: uma infecção na pele causada por fungos chamados de dermatófitos – o nome clínico dessa condição é “tinea pedis”. Esses fungos são oportunistas e surgem entre os dedos do pé quando essa parte do corpo fica úmida por muito tempo.</p>
<p>Além da umidade, eles curtem também um “escurinho”, ressalta Ariane da Silva Pires, enfermeira podiatra e professora-adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Eles não resistem à umidade e ao escurinho dos calçados. E pode também haver contaminação se o calçado estiver infectado.”</p>
<h2>Como saber se eu tenho pé de atleta?</h2>
<p>Alguns dos sintomas mais comuns do pé de atleta (ou frieira) são:</p>
<ul>
<li>Coceira e sensação de queimadura entre os dedos dos pés</li>
<li>Pele muito seca, com descamação</li>
<li>Fissuras ou rachaduras na pele da sola dos pés e do calcanhar</li>
<li>Pele esbranquiçada</li>
<li>Aberturas entre os dedos, deixando, em casos graves, a região “em carne viva”</li>
</ul>
<p>Ariane explica que a pele do pé fica esbranquiçada porque, como o fungo está se multiplicando entre os dedos, vai causar uma infecção na pele que causa essa mudança de cor.</p>
<p>“Lembra um pouco quando a gente passa o dia inteiro na praia ou na piscina e a nossa pele fica enrugada e amolecida, parecendo com a pele que ficou de molho”, explica a podiatra. “Às vezes a pele pode apresentar também algum tipo de odor por conta da proliferação desses fungos. E pode rachar, o que realmente é bastante doloroso.”</p>
<h2>Como evitar o pé de atleta</h2>
<p>A melhor forma de evitar toda essa chateação é bem simples: basta enxugar muito bem a área entre os dedos dos pés após o banho. Ariane também recomenda o uso de um talco próprio para os pés para manter a região seca (como um desodorante para os pés em pó).</p>
<p>Outro cuidado importante é sempre usar chinelos se for tomar banho em um banheiro coletivo ou fora de casa. Isso porque o pé de atleta é contagioso e podemos nos infectar se andarmos descalços no boxe ou mesmo pelo banheiro.</p>
<p>“Um fungo vai estar presente em vários ambientes. Se você for a uma piscina e não utilizar um calçado e alguém tiver pisado por ali descalço tendo frieira, pode haver contaminação. Daí a importância de não andar descalço ou descalça, principalmente nesses locais de banho e piscina coletivos”, reforça a podóloga.</p>
<h2>Como tratar o pé de atleta</h2>
<p>O tratamento da frieira envolve o uso de medicamentos antimicóticos ou antifúngicos no local afetado, sempre seguindo a orientação de um profissional, que pode ser um(a) médico(a) ou um(a) enfermeiro(a) podiatra.</p>
<p>Também é importante ter mais atenção ao usar sapatos e tênis para não se infectar novamente, pois eles podem ter sido contaminados com o fungo. Isso porque se esse microrganismo continuar no calçado, pode haver uma reinfecção.</p>
<p>“Todos os calçados têm que ser lavados e higienizados. Essa limpeza pode ser feita com álcool 70%. Nos dias de sol, vale abrir os calçados e colocá-los para tomar sol, um dos inimigos do fungo”, ensina Ariane. Além disso, é fundamental lembrar de usar desodorante em pó nos sapatos antes de guardá-los.</p>
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