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	<title>Saúde e cuidados - Da amamentação ao choro - Baruel Baby</title>
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	<title>Saúde e cuidados - Da amamentação ao choro - Baruel Baby</title>
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		<title>Febre após a vacina: o que é esperado e os sinais de alerta</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/febre-apos-a-vacina-o-que-e-esperado-e-os-sinais-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Febre]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de extremamente necessárias para a saúde, as vacinas podem causar desconfortos. Dor local, irritabilidade, sonolência e, principalmente, febre são reações possíveis após a vacinação. Mas, mais do que olhar para o termômetro, vale prestar atenção no todo. “É importante observar quando a febre começou, sua duração e como a criança está: ativa, mamando ou<a href="https://www.baruel.com.br/febre-apos-a-vacina-o-que-e-esperado-e-os-sinais-de-alerta/">Continue reading <span class="sr-only">"Febre após a vacina: o que é esperado e os sinais de alerta"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de extremamente necessárias para a saúde, as vacinas podem causar desconfortos. Dor local, irritabilidade, sonolência e, principalmente, febre são reações possíveis após a vacinação. Mas, mais do que olhar para o termômetro, vale prestar atenção no todo.</p>
<p>“É importante observar quando a febre começou, sua duração e como a criança está: ativa, mamando ou se alimentando, aceitando líquidos, fazendo xixi normalmente e mantendo um comportamento normal”, orienta a pediatra Gigliola Peláez.</p>
<p>Além disso, a médica lembra que as reações variam conforme a vacina. Por isso, não existe uma única temperatura ou um padrão que sirva para todas elas.</p>
<h2>O que pode acontecer após a vacina</h2>
<p>Febre, dor, sensibilidade, vermelhidão e um pequeno inchaço no local da aplicação são os efeitos mais esperados e costumam melhorar sozinhos em alguns dias. A criança também pode ficar mais sonolenta, irritada e ter menos apetite.</p>
<p>Quando as reações são leves, alguns cuidados ajudam a atravessar esse período com mais conforto:</p>
<ul>
<li>ofereça líquidos com frequência;</li>
<li>mantenha a alimentação conforme a aceitação;</li>
<li>respeite a necessidade de descanso;</li>
<li>mantenha ou ofereça o aleitamento materno com maior frequência, conforme a demanda e a aceitação do bebê;</li>
<li>faça compressa fria no local da aplicação, sem apertar ou massagear.</li>
</ul>
<p>Outra estratégia que começa ainda na picadinha é a mamanalgesia, ou seja, amamentar durante ou imediatamente antes e depois da vacina pode ajudar a diminuir o estresse e o desconforto por meio da sucção, do contato e do acolhimento materno.</p>
<h2>Quando procurar atendimento</h2>
<p>Segundo a especialista Gigliola Peláez, medicamentos antitérmicos ou analgésicos não devem ser oferecidos por conta própria, sobretudo aos bebês. Se a temperatura continuar alta e o estado geral da criança não for bom, a recomendação é consultar o pediatra.</p>
<p>No entanto, alguns sinais exigem uma avaliação mais rápida. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>dificuldade para respirar;</li>
<li>inchaço importante no rosto, nos lábios ou na garganta;</li>
<li>desmaio ou convulsão;</li>
<li>prostração intensa ou alteração importante da consciência;</li>
<li>redução importante das mamadas ou do xixi;</li>
<li>piora significativa do estado geral.</li>
</ul>
<p>“Na dúvida, principalmente quando se trata de um bebê pequeno, é melhor buscar orientação médica do que tentar interpretar o quadro apenas pela temperatura”, afirma a pediatra.</p>
<h2>Nem sempre a culpa é da vacina</h2>
<p>Vale lembrar que reações leves não significam que a vacina esteja fazendo mal: a vacinação é uma importante forma de proteção contra doenças que podem ser graves.</p>
<p>Além disso, alguns sintomas podem surgir após a dose e não ter, necessariamente, uma relação com ela. Por isso, quando os cuidadores identificam sinais fora dos esperados, é recomendado procurar o médico.</p>
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		<title>Nem todo incômodo do bebê é dente nascendo</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/nem-todo-incomodo-do-bebe-e-dente-nascendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[dentição]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais saliva, vontade de morder e gengiva sensível são sinais que um bebê manifesta quando os primeiros dentinhos estão chegando. Por outro lado, febre, vômitos e diarreia não devem entrar automaticamente na conta da dentição. Se outros sintomas aparecem ao mesmo tempo, é sempre bom observar outras questões. “Não é porque o dente está nascendo<a href="https://www.baruel.com.br/nem-todo-incomodo-do-bebe-e-dente-nascendo/">Continue reading <span class="sr-only">"Nem todo incômodo do bebê é dente nascendo"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais saliva, vontade de morder e gengiva sensível são sinais que um bebê manifesta quando os primeiros dentinhos estão chegando. Por outro lado, febre, vômitos e diarreia não devem entrar automaticamente na conta da dentição. Se outros sintomas aparecem ao mesmo tempo, é sempre bom observar outras questões.</p>
<p>“Não é porque o dente está nascendo que todos os sintomas que aparecem nessa época são causados por ele”, afirma a odontopediatra Stella Faria Dumke.</p>
<p>De acordo com a especialista, a erupção dentária é um processo natural que costuma provocar manifestações locais e passageiras. E cada bebê pode reagir de uma maneira diferente a essa fase.</p>
<h2>O que costuma acompanhar a dentição</h2>
<p>O melhor caminho é observar o bebê como um todo. Quando o incômodo está ligado aos dentes, ele pode ficar mais irritado e inquieto, salivar bastante, levar objetos à boca mais vezes e querer morder com maior frequência.</p>
<p>Alguns outros sinais também podem aparecer, entre eles:</p>
<ul>
<li>gengiva sensível, avermelhada ou levemente inchada;</li>
<li>pequenas alterações no sono;</li>
<li>mudanças leves na alimentação.</li>
</ul>
<p>Os primeiros dentinhos aparecem, em média, por volta dos 6 meses de idade. Apesar do desconforto, o bebê tende a continuar ativo, hidratado e responsivo.</p>
<p>Já se surgirem sintomas intensos, persistentes ou que alterem significativamente seu comportamento, é melhor dar atenção para outras possíveis causas além dos dentinhos.</p>
<h2>O que não é esperado</h2>
<p>Febre, vômito e diarreia não são culpa dos dentes. Esses sintomas não são considerados manifestações normais da dentição e devem ser investigados.</p>
<p>Mas vale lembrar que essa fase coincide com um período de maior contato do bebê com o ambiente e, consequentemente, maior suscetibilidade a infecções.</p>
<p>Do mesmo modo, a sensibilidade na gengiva até pode diminuir um pouco o apetite, mas uma recusa importante ou persistente de alimentos também não pode ser simplesmente explicada pelos dentes.</p>
<p>Para aliviar o incômodo em casa, a dentista recomenda:</p>
<ul>
<li>refrigerar, sem congelar, mordedores adequados à idade;</li>
<li>massagear suavemente a gengiva com o dedo limpo;</li>
<li>evitar receitas caseiras e produtos anestésicos sem prescrição;</li>
<li>não utilizar colares e pulseiras de âmbar, que não apresentam benefício comprovado e podem oferecer risco de estrangulamento ou engasgo.</li>
</ul>
<h2>Quando procurar ajuda profissional</h2>
<p>A primeira consulta com o odontopediatra não precisa esperar um problema aparecer: o ideal é que aconteça ainda no primeiro ano de vida. Nessa fase, o profissional pode acompanhar a erupção e orientar os primeiros cuidados de saúde bucal.</p>
<p>No entanto, alguns sinais de alerta podem justificar uma consulta mais urgente:</p>
<ul>
<li>febre alta ou persistente;</li>
<li>vômitos ou diarreia importante;</li>
<li>prostração ou sonolência excessiva;</li>
<li>sinais de desidratação;</li>
<li>dificuldade para respirar ou engolir.</li>
</ul>
<p>Já na boca, também merecem um olhar mais atento a ocorrência de inchaços importantes, presença de pus, sangramento incompatível com a erupção, lesões, dor intensa ou persistente e alterações no trajeto ou na sequência de nascimento dos dentinhos.</p>
<p>“Se a intensidade ou a duração do sintoma não parece compatível com um simples desconforto gengival, é melhor investigar”, orienta a especialista Stella Faria Dumke.</p>
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		<item>
		<title>Bebê só quer mamar de madrugada: fome, conforto ou hábito?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/bebe-so-quer-mamar-de-madrugada-fome-conforto-ou-habito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação e Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordar várias vezes durante a madrugada e procurar o peito não significa necessariamente que o bebê esteja sempre com fome. A amamentação também pode oferecer conforto, segurança e regulação aos pequeninos. Nesse sentido, Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação (IBCLC), explica que essa busca pode acontecer por sede, necessidade de sucção, proximidade<a href="https://www.baruel.com.br/bebe-so-quer-mamar-de-madrugada-fome-conforto-ou-habito/">Continue reading <span class="sr-only">"Bebê só quer mamar de madrugada: fome, conforto ou hábito?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acordar várias vezes durante a madrugada e procurar o peito não significa necessariamente que o bebê esteja sempre com fome. A amamentação também pode oferecer conforto, segurança e regulação aos pequeninos.</p>
<p>Nesse sentido, Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação (IBCLC), explica que essa busca pode acontecer por sede, necessidade de sucção, proximidade ou simplesmente pelo despertar entre os ciclos de sono.</p>
<p>“Principalmente nos primeiros meses de vida, precisamos ter cuidado ao chamar a procura pelo peito durante a noite simplesmente de ‘hábito’”, ressalta a especialista.</p>
<h2>Idade do bebê também importa</h2>
<p>Nos primeiros meses, as mamadas noturnas podem ter uma função nutricional muito importante. Segundo o pediatra Hamilton Robledo, da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, o estômago do bebê ainda é pequeno e o leite materno é facilmente digerido e absorvido.</p>
<p>Conforme a criança cresce e inicia a alimentação complementar, a necessidade de mamar durante a madrugada pode diminuir. Por isso, para compreender o momento de cada bebê, é preciso considerar a aceitação das refeições, crescimento, ganho de peso e padrão de sono.</p>
<p>O médico ainda orienta observar como acontecem os despertares. “Acordar repetidamente e fazer apenas poucas sucções antes de voltar a dormir, por exemplo, pode indicar que nem toda procura pelo peito está relacionada à fome”, afirma.</p>
<h2>Resposta para a noite pode estar no dia</h2>
<p>Olhar para as 24 horas é fundamental. A consultora de amamentação Cinthia Calsinski conta que alguns bebês maiores ficam mais distraídos durante o dia e interrompem as mamadas para observar o ambiente, compensando parte dessa ingestão à noite.</p>
<p>Por isso, antes de tentar reduzir as mamadas noturnas, observe:</p>
<ul>
<li>quantas vezes o bebê mama durante o dia;</li>
<li>se as mamadas são efetivas;</li>
<li>se existe boa transferência de leite;</li>
<li>como estão o ganho de peso e a produção materna;</li>
<li>como é a rotina de sono da criança.</li>
</ul>
<p>Se as noites estiverem muito desgastantes, é possível ampliar gradualmente outras formas de acolhimento. Em despertares nos quais não houver necessidade alimentar, outro cuidador pode participar oferecendo colo, contato, voz e carinho.</p>
<h2>Situações que devem ser avaliadas</h2>
<p>Baixo ganho de peso, poucas mamadas ou mamadas pouco efetivas durante o dia, dificuldade de pega ou transferência de leite, sonolência excessiva e redução do xixi são sinais que merecem atenção. Prematuridade e outras condições clínicas também exigem avaliação individualizada.</p>
<p>A exaustão materna é outro motivo válido para procurar ajuda. “Não precisamos sair de ‘mama em todos os despertares’ para ‘não mama mais à noite’. Existe um caminho entre esses dois extremos”, reforça a enfermeira obstetra.</p>
<p>Por isso, antes de reduzir ou retirar mamadas, é preciso considerar uma série de fatores individuais, além da própria produção de leite, que pode ser afetada por uma redução abrupta da amamentação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A fralda vai embora, mas a assadura pode voltar no desfralde</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/a-fralda-vai-embora-mas-a-assadura-pode-voltar-no-desfralde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assadura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[assadura]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção de assadura]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[troca de fralda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desfralde representa um passo rumo à autonomia, mas também pode trazer de volta uma velha conhecida: a assadura. Isso ocorre porque escapes de xixi ou cocô, roupa íntima úmida e uma higiene ainda em aprendizado podem deixar a pele mais exposta à irritação nessa fase. “A criança deixa de contar com a proteção das<a href="https://www.baruel.com.br/a-fralda-vai-embora-mas-a-assadura-pode-voltar-no-desfralde/">Continue reading <span class="sr-only">"A fralda vai embora, mas a assadura pode voltar no desfralde"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desfralde representa um passo rumo à autonomia, mas também pode trazer de volta uma velha conhecida: a assadura. Isso ocorre porque escapes de xixi ou cocô, roupa íntima úmida e uma higiene ainda em aprendizado podem deixar a pele mais exposta à irritação nessa fase.</p>
<p>“A criança deixa de contar com a proteção das pomadas, a alta absorção das fraldas descartáveis e pode permanecer algum tempo com pequenas quantidades de urina na calcinha ou cueca sem perceber”, esclarece o pediatra Hamilton Robledo, da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo.</p>
<p>Essa umidade em contato prolongado com a pele é o que causa irritação. Segundo o médico, a situação é comum, já que a criança costuma não esvaziar totalmente a bexiga pela pressa de brincar, ficando com as peças úmidas após os escapes.</p>
<h2>Escapou? Melhor não esperar para trocar</h2>
<p>Ao menor sinal de xixi ou cocô, a recomendação é trocar a roupa íntima e higienizar bem a região para não deixar resíduos. Nesse cenário, os lenços umedecidos são ótimos aliados. Lembre-se também de secar totalmente a pele.</p>
<p>Outra medida indicada pelo especialista é priorizar calcinhas e cuequinhas feitas 100% de algodão, que permitem melhor ventilação da pele e favorecem menos umidade em comparação aos tecidos sintéticos.</p>
<p>Incentivar a criança a não ter pressa no vaso e esperar até sentir que terminou todas as necessidades é outro ponto que faz parte do processo. Isso pode ajudar a evitar que pequenas quantidades acabem ficando na roupa depois.</p>
<h2>Autonomia se aprende aos poucos</h2>
<p>Durante o desfralde, os pequenos começam a participar mais da própria higiene, mas não se pode esperar que consigam fazer tudo corretamente desde o início. Como lembra o médico, autonomia é uma construção que acontece aos poucos, com orientação e supervisão.</p>
<p>Se acontecer um escape, nada de transformar o episódio em motivo de constrangimento:</p>
<ul>
<li>mantenha a calma e não demonstre nojo ou irritação;</li>
<li>evite broncas e castigos;</li>
<li>não conte o episódio a outras pessoas ou colegas;</li>
<li>faça a higiene e a troca de roupa com privacidade;</li>
<li>incentive a criança a continuar tentando.</li>
</ul>
<p>Uma dica extra é permitir que a criança tente se limpar e, em seguida, conferir se a higiene foi realmente adequada. Assim, ela participa da rotina sem assumir sozinha uma responsabilidade para a qual ainda está aprendendo.</p>
<h2>Sinais de alerta</h2>
<p>De acordo com o pediatra Hamilton Robledo, é preciso ficar atento pois existe o risco de a umidade e o abafamento favorecerem quadros causados pelo fungo Candida albicans, deixando a pele bastante irritada e podendo provocar lesões dolorosas.</p>
<p>Por isso, a presença de ulcerações ou pus merece atenção profissional para identificar a causa da irritação e definir a conduta adequada. Nessas horas, a regra é fugir de soluções caseiras e buscar ajuda especializada o quanto antes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Meu bebê chora todo fim de tarde. Existe hora para o caos?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/meu-bebe-chora-todo-fim-de-tarde-existe-hora-para-o-caos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 12:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[hora da bruxa]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega determinado horário e é certeza: o bebê começa a chorar, nada parece resolver e a família fica com a sensação de que existe algum problema. A situação é tão comum que ganhou até o nome de “hora da bruxa”, mas não passa de uma fase. Segundo a pediatra Thatyana Turassa Ernani, integrante da plataforma<a href="https://www.baruel.com.br/meu-bebe-chora-todo-fim-de-tarde-existe-hora-para-o-caos/">Continue reading <span class="sr-only">"Meu bebê chora todo fim de tarde. Existe hora para o caos?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega determinado horário e é certeza: <strong>o bebê começa a chorar, nada parece resolver e a família fica com a sensação de que existe algum problema</strong>. A situação é tão comum que ganhou até o nome de “<strong>hora da bruxa</strong>”, mas não passa de uma fase.</p>
<p>Segundo a pediatra Thatyana Turassa Ernani, integrante da plataforma de consultas INKI, esse <strong>comportamento aparece nas primeiras semanas de vida, atinge o pico por volta da sexta semana e melhora espontaneamente entre o terceiro e o quinto mês.</strong></p>
<p>&#8220;Os novos critérios internacionais deixaram de chamá-lo apenas de &#8216;cólica do lactente&#8217; e passaram a usar o termo &#8216;síndrome da angústia do lactente&#8217;, reconhecendo que esse choro nem sempre está relacionado ao intestino. O bebê chora porque ainda está aprendendo a existir fora do útero&#8221;, explica a especialista.</p>
<h2>Excesso de estímulos pesa</h2>
<p><strong>O choro costuma resultar da combinação entre imaturidade do sistema nervoso, acúmulo de estímulos ao longo do dia e dificuldade natural do bebê para se autorregular.</strong> Nesse momento, quem ajuda nessa regulação ainda são os cuidadores.</p>
<p><strong>Ao longo do dia, o recém-nascido recebe uma enorme quantidade de informações</strong>: luzes, sons, vozes, movimentos, colo e novas experiências. Esse excesso pode fazer com que, no fim da tarde, o &#8220;<strong>copo transborde&#8221; e o choro apareça.</strong></p>
<p>Para tornar esse período mais tranquilo, a médica recomenda:</p>
<ul>
<li><strong>reduzir luzes, ruídos e visitas</strong> no fim da tarde;</li>
<li>oferecer <strong>colo, contato pele a pele</strong> ou usar sling;</li>
<li><strong>embalar o bebê</strong> com movimentos suaves;</li>
<li>utilizar <strong>ruído branco</strong> ou fazer um &#8220;shhh&#8221; contínuo;</li>
<li>oferecer o <strong>peito em livre demanda</strong>;</li>
<li>dar um <strong>banho morno</strong>;</li>
<li><strong>revezar os cuidadores</strong> quando alguém estiver muito cansado.</li>
</ul>
<h2>Nem todo choro significa doença</h2>
<p>Na fase da chamada &#8220;hora da bruxa&#8221;, o bebê costuma ficar bem no restante do dia: mama normalmente, ganha peso e mantém boa disposição. Já quando o choro foge desse padrão ou aparece acompanhado de outros sintomas, a situação merece atenção.</p>
<p>Entre os sinais de alerta estão:</p>
<ul>
<li>febre;</li>
<li>vômitos frequentes;</li>
<li>recusa alimentar;</li>
<li>dificuldade para respirar;</li>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>diarreia;</li>
<li>baixo ganho de peso;</li>
<li>prostração;</li>
<li>choro muito diferente do habitual, intenso e inconsolável.</li>
</ul>
<p>A pediatra Thatyana Turassa Ernani recomenda buscar avaliação médica se o choro persistir além do quinto mês, for intenso em qualquer horário ou vier acompanhado dos sintomas acima. Já a suspeita de alergia à proteína do leite de vaca deve ser criteriosa.</p>
<h2>Fase vai passar</h2>
<p>Durante a hora da bruxa, <strong>é importante evitar atitudes sem respaldo científico ou orientação, como restringir a alimentação da mãe, trocar fórmulas, interromper a amamentação ou oferecer medicamentos e chás sem indicação profissional.</strong></p>
<p><strong>Nunca sacudir o pequenino também está entre as recomendações</strong>. Se o cuidador perceber que está perdendo o controle, o mais seguro é colocá-lo no berço por alguns minutos, respirar e pedir ajuda antes de retornar.</p>
<p>&#8220;O objetivo não é zerar o choro, mas atravessar esse momento junto com o bebê. Colo, nessa fase, não é excesso. É uma necessidade básica. E uma mensagem importante para os pais: vocês não estão fazendo nada errado. Essa fase passa”, finaliza a médica.</p>
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		<title>Bolsa do bebê em passeios: só carregue o que é essencial</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/bolsa-do-bebe-em-passeios-so-carregue-o-que-e-essencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sair com um bebê não significa levar a casa inteira. Na prática, uma bolsa bem organizada costuma funcionar melhor do que uma cheia de itens que nem chegam a ser usados. O segredo é pensar no tipo de passeio e nas principais necessidades. A enfermeira pediátrica Lissandra Borba da Cunha, gerente de ensino do Grupo<a href="https://www.baruel.com.br/bolsa-do-bebe-em-passeios-so-carregue-o-que-e-essencial/">Continue reading <span class="sr-only">"Bolsa do bebê em passeios: só carregue o que é essencial"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sair com um bebê não significa levar a casa inteira. Na prática, <strong>uma bolsa bem organizada costuma funcionar melhor do que uma cheia de itens que nem chegam a ser usados. O segredo é pensar no tipo de passeio e nas principais necessidades.</strong></p>
<p>A enfermeira pediátrica Lissandra Borba da Cunha, gerente de ensino do Grupo Santa Joana, ensina que uma <em>nécessaire</em> funcional deve ser montada <strong>considerando três situações: troca de fraldas, alimentação e imprevistos.</strong></p>
<p>Já a duração da saída é o que define a quantidade dos itens. “A diferença entre um passeio de uma hora e um de cinco horas não está nas coisas que você leva, mas em quantas peças”, diz a profissional.</p>
<h2>Passeio, idade e destino fazem diferença</h2>
<p><strong>Em saídas rápidas, de até duas horas</strong>, o bebê geralmente já está alimentado e com a fralda limpa. Nesses casos, costuma ser suficiente levar duas ou três fraldas, um pacote pequeno de lenços umedecidos, uma muda de roupa e um ou dois paninhos de boca.</p>
<p><strong>Nos passeios mais longos</strong>, porém, é importante reforçar o estoque de fraldas – em média uma para cada duas horas, além de duas extras. Também incluir uma manta leve, itens para alimentação e recipientes térmicos, quando necessário.</p>
<p><strong>A idade também influencia na organização</strong>. Até os seis meses, as fraldas e os paninhos ocupam boa parte do espaço. Já com a chegada da introdução alimentar, outros itens entram na lista: babador, copo, talheres infantis e lanchinhos.</p>
<p><strong>Depois de um ano de idade</strong>, álcool em gel, garrafinha de água e pequenos brinquedos passam a fazer muita diferença, já que o bebê explora mais o ambiente.</p>
<h2>O que vale colocar na bolsa</h2>
<p>Para a especialista Lissandra Borba da Cunha, organizar por categorias ajuda a montar uma bolsa de passeio eficiente e a não carregar peso desnecessário.</p>
<ul>
<li><strong>Para a troca</strong>: fraldas, lenços umedecidos, pomada, trocador portátil e sacos plásticos para roupas ou fraldas sujas.</li>
<li><strong>Para a alimentação</strong>: paninhos de boca, fralda de ombro, água e, conforme a idade, babador impermeável e alimentos.</li>
<li><strong>Para imprevistos</strong>: uma muda completa de roupa para o bebê, manta ou casaco leve e álcool em gel para quem vai cuidar dele.</li>
<li><strong>Conforme o lugar</strong>: em ambientes fechados, um casaco costuma ser suficiente; já em locais abertos, podem ser necessários chapéu, canga impermeável, protetor solar e repelente para bebês maiores de seis meses, sempre seguindo orientação pediátrica.</li>
<li><strong>Itens que costumam salvar o passeio</strong>: camiseta extra para o adulto, sacos com fechamento hermético para isolar roupas sujas e um brinquedo pequeno para distrair o bebê.</li>
</ul>
<p>“Organizar a mochila por pequenos kits também facilita bastante. Separar os itens em nécessaires para troca, alimentação e roupas extras evita bagunça e agiliza o atendimento quando surge alguma necessidade”, orienta a enfermeira pediátrica.</p>
<h2>Menos excesso, mais organização</h2>
<p>Da mesma forma que algumas estratégias ajudam na organização, há aqueles hábitos que estão entre os erros mais comuns. Levar diversos medicamentos para passeios não muito longos, sobretudo quando o bebê está saudável, é o principal deles.</p>
<p>Ser pego de surpresa por roupas que não servem mais também está na lista. Por isso, a recomendação da profissional é revisar periodicamente o tamanho das peças e das fraldas, além de conferir a validade dos produtos guardados.</p>
<p>Como dica final, Lissandra Borba da Cunha orienta a <strong>reorganizar a bolsa logo após chegar em casa</strong>. Reponha as fraldas, troque a roupa reserva e deixe tudo ajeitado para a próxima saída.</p>
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		<title>Febre que vai e volta: melhora entre picos também importa</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/febre-que-vai-e-volta-melhora-entre-picos-tambem-importa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Febre]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a febre diminui, muitos pais respiram aliviados. Mas a observação deve ir além do termômetro: o comportamento da criança entre os picos de temperatura costuma trazer informações importantes sobre a gravidade do quadro. A pediatra Paulla Linhares explica haver uma expectativa sobre esse intervalo. “A criança deve voltar a brincar, interagir, aceitar líquidos e<a href="https://www.baruel.com.br/febre-que-vai-e-volta-melhora-entre-picos-tambem-importa/">Continue reading <span class="sr-only">"Febre que vai e volta: melhora entre picos também importa"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a febre diminui, muitos pais respiram aliviados. <strong>Mas a observação deve ir além do termômetro: o comportamento da criança entre os picos de temperatura costuma trazer informações importantes sobre a gravidade do quadro.</strong></p>
<p>A pediatra Paulla Linhares explica haver uma expectativa sobre esse intervalo. “<strong>A criança deve voltar a brincar, interagir, aceitar líquidos e demonstrar interesse pelo ambiente, mesmo que permaneça um pouco mais quieta do que o normal</strong>”, cita.</p>
<p>Por outro lado, <strong>se a temperatura baixa, mas a prostração continua, a avaliação médica ainda é necessária</strong>. Sonolência, irritação inconsolável, recusa hídrica, dificuldade para respirar ou falta de reação também são sinais de alerta.</p>
<h2>O que observar entre um pico e outro</h2>
<p>Na pediatria, a regra é tratar a criança e não somente o número que aparece no termômetro. Por essa razão, <strong>a forma como o pequeno age entre os picos de febre acaba sendo mais importante do que a temperatura em si.</strong></p>
<p>Assim, esses intervalos são uma boa oportunidade para acompanhar a evolução da doença. Atente-se a:</p>
<ul>
<li><strong>disposição</strong> para brincar, explorar o ambiente e interagir;</li>
<li><strong>contato visual</strong>, resposta quando é chamado e interesse pelas pessoas;</li>
<li>aceitação de <strong>líquidos e sinais de boa hidratação</strong>, como boca úmida e urina clara;</li>
<li><strong>alimentação</strong>, mesmo que em pequenas quantidades;</li>
<li><strong>sono</strong>, observando se há apenas cansaço ou sonolência excessiva;</li>
<li><strong>respiração</strong>, verificando se permanece confortável ou apresenta esforço.</li>
</ul>
<p>Segundo a especialista, essas observações ajudam muito mais do que saber apenas qual foi a temperatura máxima. Uma criança que volta ao comportamento normal costuma transmitir tranquilidade, enquanto o oposto merece atenção.</p>
<h2>Nem toda febre que volta é sinal de piora</h2>
<p><strong>A febre costuma oscilar ao longo do dia em muitas infecções, principalmente nas virais.</strong> Nos primeiros dois ou três dias, é comum a criança apresentar um pico, melhorar após o antitérmico ou com a queda natural da temperatura e voltar a ter febre horas depois.</p>
<p>“Esse padrão, isoladamente, não indica agravamento. O que realmente orienta a conduta é o contexto, especialmente o estado geral da criança entre os episódios”, observa a médica. Em geral, a reavaliação médica é indicada quando:</p>
<ul>
<li>a febre persiste por mais de 72 horas;</li>
<li>retorna depois de um período longo sem febre;</li>
<li>surge acompanhada de dificuldade para respirar, convulsões, rigidez na nuca, manchas na pele, recusa persistente de líquidos ou prostração importante.</li>
</ul>
<p><strong>Os bebês com menos de três meses também precisam de atendimento rápido em casos de febre, ainda que pareçam bem.</strong></p>
<h2>Como acompanhar a evolução em casa</h2>
<p>Enquanto a criança estiver doente, a principal recomendação é oferecer líquidos com frequência e respeitar seu ritmo. A diminuição do apetite durante uma infecção é esperada, por isso não é indicado forçar grandes refeições.</p>
<p>E não precisa de repouso o tempo todo: estar disposta para brincar ou realizar atividades leves é um ótimo sinal. Vale reservar o termômetro para os momentos de desconforto ou quando sentir a pele mais quente.</p>
<p>Já as medicações são outro ponto destacado pela pediatra Paulla Linhares. Isso porque os antitérmicos devem ser usados para aliviar sintomas e não apenas pela temperatura alta. Novamente, o comportamento infantil é um bom marcador.</p>
<p>“<strong>Uma temperatura alta nem sempre significa uma doença grave. Do mesmo modo, uma condição mais séria pode ocorrer com febre baixa ou até sem febre. Observem mais a criança e menos o termômetro</strong>”, finaliza a médica.</p>
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		<title>Quem amamenta pode tomar Mounjaro? Veja o que se sabe</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quem-amamenta-pode-tomar-mounjaro-veja-o-que-se-sabe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amamentação e Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde da mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal, uma mãe pode usar Mounjaro enquanto ainda amamenta o bebê? Se essa dúvida parece descabida, saiba que o mesmo questionamento levou milhares de pessoas ao Google e foi a principal pergunta sobre amamentação feita na plataforma em apenas um ano, com mais de 70 mil buscas. A resposta, porém, não é tão simples. Igor<a href="https://www.baruel.com.br/quem-amamenta-pode-tomar-mounjaro-veja-o-que-se-sabe/">Continue reading <span class="sr-only">"Quem amamenta pode tomar Mounjaro? Veja o que se sabe"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, uma mãe pode usar Mounjaro enquanto ainda amamenta o bebê? Se essa dúvida parece descabida, saiba que o mesmo questionamento levou milhares de pessoas ao Google e foi a principal pergunta sobre amamentação feita na plataforma em apenas um ano, com mais de 70 mil buscas.</p>
<p>A resposta, porém, não é tão simples. Igor Viana, especialista em endocrinologia e metabologia, conta que já existem dados tranquilizadores sobre a passagem da tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) para o leite materno, mas <strong>as evidências ainda são insuficientes para considerar seu uso plenamente seguro para o aleitamento.</strong></p>
<p>Por isso, o medicamento não deve ser usado de maneira indiscriminada nesse período, especialmente quando o objetivo é exclusivamente estético. A decisão precisa considerar a necessidade clínica da mãe, a idade e as condições do bebê, a fase da lactação, as alternativas disponíveis e os benefícios e possíveis riscos envolvidos.</p>
<h2>A tirzepatida passa para o leite materno?</h2>
<p>De acordo com o médico, a bula mais recente do Mounjaro, nos Estados Unidos, já incorpora um estudo específico de lactação. Os dados disponíveis indicam que essa passagem existe, mas parece ser muito pequena. No impresso do medicamento, cita-se que 11 mulheres lactantes receberam uma dose única de 5 mg, sendo que a tirzepatida foi indetectável em 164 de 171 amostras de leite. Nas demais, a quantidade total encontrada correspondeu a menos de 0,02% da dose administrada.</p>
<p>Ainda assim, o médico destaca que o <strong>número de mulheres estudadas é pequeno e que o principal estudo avaliou apenas uma dose do medicamento</strong>. “Faltam dados robustos sobre o uso contínuo, doses mais altas e possíveis efeitos a longo prazo no crescimento e no desenvolvimento dos bebês”, alerta.</p>
<p>É por isso que, neste momento, <strong>ainda não se pode falar em risco zero para os lactentes. Inclusive, até a saúde da própria mãe deve entrar nessa discussão.</strong> Tudo porque o remédio reduz o apetite e pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e diarreia na mulher, enquanto a amamentação, por si só, aumenta as demandas nutricionais e hídricas.</p>
<h2>A indicação médica muda tudo</h2>
<p><strong>A real necessidade do tratamento faz toda a diferença nessa decisão.</strong> Para Karoline Prado, ginecologista e obstetra, uma mulher com diabetes tipo 2 pode receber indicação, já que precisa manter o controle adequado da doença, mas ainda existem opções mais experientes na literatura, como a metformina e a insulina.</p>
<p>Se a finalidade é exclusivamente a perda de peso, a avaliação muda. Dependendo do caso, pode ser possível priorizar inicialmente outros cuidados durante o pós-parto, como:</p>
<ul>
<li>alimentação adequada e acompanhamento nutricional;</li>
<li>atividade física progressiva, quando houver liberação médica;</li>
<li>atenção ao sono e à recuperação materna;</li>
<li>acompanhamento das condições metabólicas e de possíveis comorbidades.</li>
</ul>
<p>Isso não significa, porém, ignorar a obesidade ou reduzi-la a uma questão de força de vontade. “<strong>Mas não existe uma regra única para todas as lactantes</strong>”, afirma a especialista.</p>
<p><strong>Grau de obesidade, presença de outras doenças e necessidade clínica</strong> devem entrar na balança para encontrar o melhor equilíbrio entre o tratamento da mãe, a segurança do bebê e a manutenção da amamentação.</p>
<h2>Usuárias antigas</h2>
<p>Outra dúvida é se é preciso esperar o desmame para retomar o Mounjaro? Nem sempre. De acordo com a ginecologista Karoline Prado, a<strong>tualmente não existe uma recomendação universal de que toda mulher precise aguardar o desmame para voltar a usar</strong> <strong>tirzepatida</strong>, se já fazia uso prévio. Por outro lado, <strong>os dados disponíveis também não significam que qualquer lactante possa simplesmente retomá-lo após o parto.</strong></p>
<p>A orientação é considerar o contexto: idade e saúde do bebê, prematuridade, momento do aleitamento, estado nutricional da mãe, indicação de tratamento e, sobretudo, a existência de alternativas mais experientes e seguras &#8211; tudo sob respaldo médico.</p>
<p>Caso o medicamento seja utilizado, alimentação, hidratação e manutenção da produção de leite pedem merecem acompanhamento multidisciplinar.</p>
<p>Para a obstetra, é <strong>importante evitar que essa discussão se transforme em uma escolha entre amamentar e cuidar da própria saúde</strong>. “Doenças como obesidade e diabetes merecem tratamento, mas o puerpério também não deve ser marcado pela pressão para retornar rapidamente ao corpo anterior à gestação”, defende.</p>
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		<item>
		<title>Antes de beijar um recém-nascido, leia isto</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/antes-de-beijar-um-recem-nascido-leia-isto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visitar um bebê, sobretudo um recém-nascido, desperta a vontade de pegar no colo, beijar e demonstrar carinho. Entretanto, até mesmo o carinho precisa de cuidado. Nas primeiras semanas de vida, evitar alguns gestos é importante para reduzir o risco de infecções. E a regra vale para todo mundo. Foi por esse motivo que a advogada<a href="https://www.baruel.com.br/antes-de-beijar-um-recem-nascido-leia-isto/">Continue reading <span class="sr-only">"Antes de beijar um recém-nascido, leia isto"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Visitar um bebê, sobretudo um recém-nascido, desperta a vontade de pegar no colo, beijar e demonstrar carinho. Entretanto, <strong>até mesmo o carinho precisa de cuidado</strong>. <strong>Nas primeiras semanas de vida, evitar alguns gestos é importante para reduzir o risco de infecções</strong>. E a regra vale para todo mundo.</p>
<p>Foi por esse motivo que a advogada Paloma Moura, mãe de uma menina de dois anos, decidiu estabelecer limites para as visitas ainda durante a gestação. A preocupação surgiu depois de conhecer casos de bronquiolite em bebês pequenos.</p>
<p>“Eu li muito sobre a doença durante a gravidez, porque isso já me preocupava bastante. Quando minha filha nasceu, não pensei duas vezes antes de limitar as visitas”, relembra.</p>
<h2>Primeiros dias exigem proteção extra</h2>
<p>Segundo a pediatra Clery Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana, <strong>o recém-nascido possui um sistema imunológico imaturo, o que aumenta sua vulnerabilidade às infecções virais e bacterianas.</strong></p>
<p>O primeiro leite da mãe, conhecido como colostro, ajuda a oferecer anticorpos e proteínas importantes para essa proteção. Além disso, ainda na gestação, o bebê recebe anticorpos pela placenta, motivo pelo qual a vacinação materna é essencial.</p>
<p>“<strong>O beijo no rosto pode transmitir, por meio de micropartículas e gotículas respiratórias, diversos agentes infecciosos. Da mesma forma, o beijo nas mãos também representa risco, porque o bebê costuma levá-las à boca</strong>”, alerta a médica.</p>
<h2>Quem deve evitar contato com o bebê</h2>
<p>A principal preocupação entre os pediatras está nas primeiras semanas de vida. O cenário se torna ainda mais alarmante quando acontece em um período de maior circulação de vírus respiratórios, como o inverno, por exemplo.</p>
<p>Mas nem toda visita representa o mesmo risco. De acordo com a especialista, algumas situações exigem ainda mais cuidado e podem, inclusive, justificar o adiamento do encontro. Como recomendação, ela destaca:</p>
<ul>
<li>evitar visitas com sintomas gripais, febre ou qualquer processo infeccioso;</li>
<li>impedir o contato direto de pessoas com herpes labial ou outras lesões na pele;</li>
<li>evitar a presença de crianças em idade escolar, que podem transmitir vírus respiratórios;</li>
<li>higienizar as mãos antes de tocar no bebê;</li>
<li>utilizar máscara durante a visita.</li>
</ul>
<h2>Limites sem conflitos</h2>
<p>Na experiência de Paloma, compartilhar informações sobre os riscos ajudou a tornar essa conversa mais fácil e superar o receio de desagradar outras pessoas valeu a pena. Para o marido foi mais difícil, mas priorizar a bebê era inegociável.</p>
<p><strong>Conversar com os familiares antecipadamente e deixar claro que os cuidados são temporários pode ajudar</strong>. Explique que o objetivo não é afastá-los, mas <strong>proteger o bebê</strong>, já que uma simples coriza pode representar um risco real.</p>
<p>Por último, a pediatra Clery Gallacci recomenda <strong>restringir as visitas nas primeiras semanas para avós e tios próximos que estejam saudáveis</strong>. Ela também lembra que o carinho da família pode ser demonstrado de outras maneiras, como participando da rede de apoio da mãe ou tocando o bebê apenas sobre a roupa.</p>
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		<item>
		<title>Febre de madrugada: o que observar antes de ir para o hospital</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/febre-de-madrugada-o-que-observar-antes-de-ir-para-o-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Baruel Baby]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Febre]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[kids]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da criança]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordar no meio da noite com o bebê ou criança febril causa uma preocupação imediata. Nessa hora, a principal pergunta é: observar os sintomas em casa ou sair para o médico? Na verdade, o primeiro passo deve ser confirmar a temperatura com um termômetro. Essa medição ajuda a orientar os próximos cuidados e evita decisões<a href="https://www.baruel.com.br/febre-de-madrugada-o-que-observar-antes-de-ir-para-o-hospital/">Continue reading <span class="sr-only">"Febre de madrugada: o que observar antes de ir para o hospital"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Acordar no meio da noite com o bebê ou criança febril causa uma preocupação imediata.</strong> Nessa hora, a principal pergunta é: observar os sintomas em casa ou sair para o médico? Na verdade,<strong> o primeiro passo deve ser confirmar a temperatura com um termômetro.</strong></p>
<p>Essa medição ajuda a orientar os próximos cuidados e evita decisões tomadas apenas pela impressão de que o pequenino está quente, conforme explica a pediatra Maria Isabela Mendonça, professora de medicina da Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<p>&#8220;<strong>Depois de confirmar a febre, os pais devem manter a calma para observar outros sinais que ajudam a avaliar como a criança está e a definir a necessidade de atendimento&#8221;</strong>, diz a médica.</p>
<h2>Em que ficar de olho</h2>
<p>Além da temperatura, a <strong>orientação é acompanhar alguns aspectos do estado geral do filho</strong>. Vale atenção para:</p>
<ul>
<li>hidratação;</li>
<li>respiração;</li>
<li>irritabilidade;</li>
<li>sonolência;</li>
<li>dificuldade para acordar.</li>
</ul>
<p>Essas informações orientam a família sobre a evolução do quadro ao longo da noite e ajudam na decisão de esperar amanhecer ou ir ao hospital logo.</p>
<h2>Quando buscar atendimento imediatamente</h2>
<p>Em algumas situações, não é indicado esperar amanhecer. De acordo com a especialista, <strong>todo bebê com menos de três meses que apresentar temperatura de 37,5°C ou mais deve receber a medicação orientada pelo pediatra e ser avaliado o mais rápido possível</strong>.</p>
<p>Também é preciso procurar atendimento imediatamente quando houver:</p>
<ul>
<li>crise convulsiva;</li>
<li>ausência de respiração;</li>
<li>palidez da pele;</li>
<li>boca arroxeada.</li>
</ul>
<p>Enquanto o atendimento não acontece, o objetivo é manter o bebê confortável com o antitérmico prescrito e os cuidados dos pais. Já o banho frio deve ser evitado.</p>
<h2>Nem toda febre é algo grave</h2>
<p>Embora assuste, <strong>a febre não é um sintoma indicativo de doença que precisa de antibióticos.</strong> “Na verdade, <strong>é um sinal de que o sistema imunológico entrou em ação e, muitas vezes, o organismo consegue resolver o problema sem a necessidade desse tipo de medicamento</strong>”, esclarece a professora Maria Isabela Mendonça.</p>
<p>No entanto, <strong>se a febre persistir por mais de 48 horas e vier acompanhada de falta de apetite, baixa ou nenhuma ingestão de líquidos, recusa das mamadas em bebês menores de seis meses ou sonolência, o quadro requer avaliação.</strong></p>
<p>Em caso de dúvidas, é importante buscar informação médica confiável para conduzir o quadro com segurança, ou seja, contatar o pediatra responsável ou procurar um pronto-socorro infantil.</p>
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