Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal

Nossa essência

Baruel é a marca de cuidado do dia a dia dos brasileiros, levando produtos que todos precisam com qualidade, confiança e cheirinho de carinho.

Nossa missão

Ser a empresa de cuidado e bem-estar do dia a dia dos brasileiros, oferecendo produtos acessíveis, inovadores e com qualidade, gerando impacto positivo contribuindo para o desenvolvimento social e ambiental.

Nossa visão

Ser uma marca brasileira admirada no setor de cuidados pessoais democratizando acesso a produtos com qualidade para toda a população.

Nossos valores

  • Cuidar de gente

  • Execução

  • Consumidor no centro

  • Qualidade

  • Sustentabilidade

Manifesto

Baruel é brasileira.
Caminha junto, evolui junto.
Tá sempre lá, mesmo quando alguns não notam.
Nos corres da vida. Nas emoções da rotina.
No primeiro banho. Nas grandes conquistas.
Do “sapo que não lava o pé”, ao funk do “mete o pé”.
Na bola, no banho, na ginga, na moda.
Baruel é brasileira. Da cabeça aos pés.
Com sorriso aberto. De coração inteiro.
Do cuidado real. Na vida real.
Cuida de todos os corpos. Cabe em todos os bolsos.
É para todas as idades.
Depois de mais de 130 anos, tem uma coisa que só Baruel pode dizer: a gente sabe cuidar dos brasileiros e brasileiras, e sabe o jeito brasileiro de cuidar.
Baruel. O jeito brasileiro de cuidar bem.

Nossa cultura

Aqui na Baruel, acreditamos que a nossa cultura é o alicerce de quem somos. É o que nos define, molda nossos valores e orienta nossas ações. É o coração pulsante que une todos os membros de nosso time e nos impulsiona a atingir nossos objetivos.

Nossa história

Francisco Antônio Baruel era agricultor, criador de animais, fabricante de farinha e telhas e proprietário de fazendas, dentre elas a Baruel. Em 1852, Francisco Baruel adquiriu terras na atual zona norte paulistana. Na chácara comprada havia plantações de café, arroz, feijão, milho e cana.

O alferes teve cinco filhos com a esposa Ana Maria da Conceição, dentre eles se destacou Francisco Nicolau Baruel, que herdou a propriedade após a morte de seu pai. Era farmacêutico, empresário e vereador municipal. Em 1892, fundou a Farmácia Baruel, também conhecida como Casa Baruel, localizada no centro da cidade de São Paulo. Lá foi onde tudo começou.

Foto histórica da Farmácia Baruel, fundada em 1892 no centro da cidade de São Paulo.
A Casa Baruel evoluiu para o setor de higiene doméstica, higiene pessoal e cosméticos, com um objetivo muito claro: promover o bem-estar do consumidor, oferecendo produtos de alta qualidade a preços competitivos.

100% nacional

Há mais de 130 anos no mercado, a Baruel é líder no segmento de cuidados com os pés e tem seus produtos distribuídos em mais de 190 mil pontos de vendas em todo o País. Ao longo dos anos, a empresa cresceu e fortaleceu os seus valores com um único objetivo: promover o bem-estar do seu consumidor, oferecendo produtos de alta qualidade a preços acessíveis.

Estrutura

A Baruel possui uma complexa e eficiente estrutura. Com ampla capacidade produtiva, sua unidade fabril, localizada na cidade de Guarulhos/SP, foi construída e recentemente modernizada para atender as normativas, ao mais alto padrão de qualidade e para adotar os mais modernos processos de produtividade.

Distribuição

Para garantir agilidade na distribuição nacional de seus produtos, conta com 2 centros de distribuição, sendo um em Extrema, Minas Gerais e o segundo em João Pessoa/Paraíba. Seu escritório central é sediado na Rua George Ohm no bairro do Brooklin em São Paulo. Atua em todos os canais de venda: atacado, distribuição, varejo direto e cash & carry. Seu mix de produtos contempla mais de 100 itens.

Trabalhe conosco

Quer fazer parte da nossa equipe?
Você pode enviar seu currículo para o e-mail recrutamento@baruel.com.br ou conferir nossas vagas no LinkedIn https://www.linkedin.com/company/baruel/jobs/

Relatório de Transparência Salarial 2026

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo do Pé

Problemas no fígado podem influenciar a saúde dos pés
Inchaço e Edema

Problemas no fígado podem influenciar a saúde dos pés

Problemas relacionados ao fígado podem afetar os pés, embora de maneira indireta. O fígado é um órgão essencial para a filtragem de toxinas, metabolização de nutrientes e produção de substâncias importantes para o corpo, como proteínas e bile. Quando o fígado não está funcionando corretamente, isso pode levar a uma série de complicações que, por sua vez, podem afetar a saúde dos pés. Confira algumas delas: 1. Retenção de Líquidos (Edema) Causa: A insuficiência hepática pode resultar em uma condição chamada hipoalbuminemia (baixa concentração de albumina no sangue), que interfere na regulação da quantidade de fluído nos vasos sanguíneos. Isso pode levar à retenção de líquidos, particularmente nos membros inferiores, como os pés e tornozelos. Consequência: O inchaço (edema) nos pés e tornozelos pode ser doloroso e desconfortável. Em casos graves, pode limitar a mobilidade e aumentar o risco de infecções, caso a pele se rompa. 2. Alterações na Circulação Sanguínea Causa: Problemas no fígado, como cirrose, podem causar hipertensão portal, ou seja, um aumento na pressão sanguínea na veia principal que transporta o sangue do trato gastrointestinal para o fígado. Isso pode levar à dilatação de veias em diferentes partes do corpo, incluindo as pernas e os pés. Consequência: Essa pressão aumentada pode resultar em varizes (veias dilatadas) e pode prejudicar a circulação sanguínea adequada, causando dor, inchaço e sensação de cansaço nas pernas e pés. 3. Distúrbios na Coagulação Causa: O fígado é responsável pela produção de proteínas necessárias para a coagulação do sangue. Quando o fígado está comprometido, pode haver uma diminuição na produção dessas proteínas, aumentando o risco de sangramentos e hematomas. Consequência: Em casos de pequenos traumas ou lesões nos pés, a coagulação inadequada pode levar a hematomas, sangramentos ou dificuldades para cicatrizar feridas, o que aumenta o risco de infecções. 4. Síndrome Hepatorrenal Causa: A síndrome hepatorrenal é uma complicação grave que ocorre em estágios avançados de doenças hepáticas, como cirrose, quando o fígado e os rins começam a falhar juntos. Isso pode afetar a função renal e levar à retenção de sódio e líquidos. Consequência: Essa condição pode causar inchaço significativo nos pés e nas pernas, além de outros problemas relacionados à função renal. 5. Síndrome de Raynaud Causa: Em algumas doenças hepáticas, como a cirrose biliar primária, pode haver alterações na circulação periférica, resultando na síndrome de Raynaud, que causa espasmos nas pequenas artérias dos dedos das mãos e dos pés. Consequência: Durante um episódio de Raynaud, os dedos dos pés podem ficar pálidos, frios e dormentes, especialmente em resposta ao frio ou estresse. 6. Infecções e Problemas na Pele Causa: A função hepática comprometida pode reduzir a capacidade do corpo de combater infecções, o que pode resultar em um risco aumentado de infecções na pele e nos pés. Consequência: As infecções podem ser mais difíceis de tratar e podem se espalhar rapidamente. Além disso, a pele nos pés pode ficar mais propensa a feridas e úlceras. Como Prevenir e Tratar Se você tem problemas no fígado e está notando sintomas como inchaço, dor ou alteração na pele dos pés, é importante buscar ajuda médica. Alguns cuidados que podem ajudar incluem: Controlar a retenção de líquidos com medicamentos diuréticos (prescritos pelo médico) e evitando o consumo excessivo de sal. Usar meias de compressão para ajudar a melhorar a circulação e reduzir o inchaço. Monitorar regularmente a função hepática com exames de sangue, como as transaminases e bilirrubina. Evitar lesões nos pés e proteger a pele com calçados confortáveis e adequados.   O tratamento para essas complicações depende do tipo e da gravidade do problema hepático, sendo fundamental seguir as orientações médicas para gerenciar as condições hepáticas e suas possíveis consequências nos pés.

O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?
Pé Diabético

O que é o pé diabético e quais são os cuidados essenciais?

Quem tem diabetes precisa caprichar na hidratação e checar os pés todo dia para evitar feridas que prejudiquem sua saúde. Algumas pessoas que têm diabetes podem desenvolver uma condição chamada de “pé diabético”. Isso acontece quando se tem uma ou mais complicações do diabetes, como neuropatia (que afeta o funcionamento dos nervos), circulação reduzida ou deformidades na estrutura do pé. A neuropatia causa uma perda de sensibilidade que não deixa a pessoa sentir dor e desconforto nos pés se tiver uma irritação na pele, que pode virar uma ferida (ou úlcera). “Essa ferida é a uma causa importante de amputação”, alerta a endocrinologista Sharon Nina Admoni, responsável pelo ambulatório de pé diabético do grupo de diabetes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e médica do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês. Já a doença vascular reduz a circulação nas pernas e nos pés devido ao acúmulo de placas de gordura na parede das artérias, dificultando a cicatrização de feridas e piorando o inchaço. E a deformidade dos pés, combinada com a neuropatia e/ou a diminuição da circulação, pode levar ao desenvolvimento de uma ferida que pode ter graves consequências. “Essa ulceração é mais comum na planta do pé. Se não for tratada, pode destruir os tecidos mais profundos, levando à amputação”, explica Roseanne Montargil Rocha, enfermeira especialista em Estomaterapia e coordenadora do Departamento do Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes. Um sapato apertado, uma pedrinha na meia ou uma pressão sob determinada área do pé, por exemplo, cria uma calosidade. “Por baixo desse calo pode acontecer uma hemorragia, que não é sentida por causa da perda de sensibilidade e dá origem à úlcera, que afeta as camadas por baixo da pele”, diz Admoni. Nesses casos, é preciso consultar um especialista para remover o calo e tratar a lesão ou infecção — e jamais fazer isso em casa. Isso porque, dependendo da seriedade do problema, será preciso debridar a úlcera, ou seja, remover o tecido que necrosou e limpar a lesão para deixar somente a pele e os tecidos saudáveis. Como cuidar do pé diabético Como quem tem pé diabético pode não sentir dor ao se ferir ou ao pisar de maneira diferente por causa de alterações na estrutura do pé, precisa dedicar um tempinho ao cuidado diário com os pés. “Essa inspeção deve ser feita todo dia, especialmente em caso de perda de sensibilidade”, diz Rocha. Para começar essa rotina diária de cuidado, a Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda observar a textura da pele e ver se algum ponto está mais áspero ou ressecado —especialmente no calcanhar— e se há calosidades, vermelhidão, inchaço, rachaduras na pele ou aumento da temperatura, que podem ser indícios de uma infecção. Na rotina de cuidado, também é importante afastar os dedos dos pés para procurar feridas ou um aspecto esbranquiçado na pele, que pode sinalizar a presença de micoses (como as frieiras). E, claro, manter os hábitos de higiene, como lavar e secar bem os pés e, principalmente, aplicar hidratante específico para eles. “A neuropatia deixa o pé mais ressecado, mais propenso a ter rachaduras e fissuras”, afirma Admoni. Uma vez por semana, é bom fazer uma esfoliação nos pés. Os esfoliantes removem as células mortas da superfície da pele e estimulam sua renovação, além de preparar a pele para absorver melhor o hidratante. Quem tem pé diabético precisa de calçados especiais? Outra recomendação importante é nunca andar com os pés descalços, especialmente quem tem neuropatia, porque isso aumenta as chances de machucar os pés sem perceber e pode causar úlceras. Os calçados devem estar na medida certa: nem muito apertados nem muito largos, para não causar bolhas e outras feridas por causa do atrito. “O calçado inadequado é a principal causa externa das ulcerações no pé”, afirma Rocha. Além disso, deve ter um solado rígido. “Assim, ele organiza o caminhar e distribui de maneira melhor as pressões sobre os pés”, completa Admoni. “Também é importante, especialmente para quem tem neuropatia, que o calçado tenha um contraforte. É aquela estrutura na parte do calcanhar, para que o pé não escorregue.” Para não machucar o pé, escolha calçados sem costuras internas ou rebarbas e feitos de materiais macios. Com eles, é bom usar meias de algodão, também sem costuras, e de preferência claras, que “denunciam” se houver algum machucado. Se a meia tiver costuras, o melhor é usá-la do avesso. 5 dicas para a saúde do pé Verifique sempre a glicemia para mantê-la sob controle; Inspecione seus pés diariamente para ver se existe alguma lesão, inchaço ou aumento de temperatura; Aplique hidratante todo dia para melhorar a qualidade da pele; Use calçados adequados, de solado rígido, para dar apoio aos pés; Se descobrir alguma lesão, procure auxílio médico — não tente tratar em casa.

Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?
Suor e Odor

Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?

O mau odor nos pés, conhecido popularmente como chulé, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma combinação de fatores. Conforme explica a dermatologista Adriana Brito, do dr.Consulta, o cheiro, também chamado de bromidrose plantar, é uma consequência do arranjo que envolve suor, bactérias e o ambiente em que os pés ficam ao longo do dia. “O chulé é causado pela ação de bactérias que vivem naturalmente na pele. O suor dos pés não tem cheiro, mas, quando se mistura com células mortas e queratina, essas bactérias liberam substâncias como o ácido isovalérico, responsável pelo odor característico”, observa a médica. Por que uns mais e outros menos Nem todo mundo sofre com o problema na mesma intensidade. Isso acontece porque o chulé não depende apenas dos hábitos, mas também de fatores biológicos e individuais, ou seja, muda de pessoa para pessoa. Segundo a especialista, há uma predisposição que envolve genética, alterações hormonais e condições como hiperidrose, que causa suor excessivo. Além disso, fatores como obesidade, diabetes e até o tabagismo podem aumentar o risco. Vale desmistificar que nem sempre quem transpira mais terá odor mais forte. A intensidade depende mesmo é da combinação entre suor, bactérias e umidade retida, e não apenas da quantidade de suor. Afinal, a composição da microbiota da pele também varia individualmente. O que favorece o chulé Alguns fatores do dia a dia criam o ambiente ideal para a proliferação de bactérias e intensificam o odor. Entre os principais, estão: uso prolongado de sapatos fechados ou sintéticos; meias de náilon ou poliéster, que não absorvem a umidade; não secar bem os pés, sobretudo entre os dedos; uso repetido do mesmo calçado, sem tempo para ventilação; consumo de alimentos como alho, cebola e curry; uso de medicamentos que alteram o suor. A dermatologista Adriana Brito reforça que o tipo de calçado também tem papel central no desenvolvimento (ou não) do chulé. Sapatos muito fechados, como tênis e botas ou de material sintético, tendem a reter o calor e a umidade, funcionando como uma “incubadora” para os fungos e bactérias. Sinais de alerta e tratamento Embora seja comum, o chulé pode, em alguns casos, estar associado a problemas dermatológicos. É recomendado investigar se, ao mesmo tempo, houver outros sintomas como: coceira; vermelhidão; descamação; fissuras; bolhas; maceração da pele. “Quando o odor vem acompanhado de alterações na pele pode haver infecção fúngica ou bacteriana associada”, alerta a médica. Nesses casos, apenas o dermatologista pode diagnosticar a condição e orientar o melhor tratamento. No entanto, se a queixa for só o mau odor, hábitos simples costumam resolver: boa higiene, secar os pés, investir em meias adequadas e alternar os calçados. Se isso não for suficiente, o especialista pode receitar antitranspirantes, medicamentos ou até botox para reduzir o suor.

Acessar o Universo do Pé

Conheça o Universo Infantil

Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir
Sono e Soneca

Canção de ninar ou ruído branco? O que é melhor para o bebê dormir

Na tentativa de ajudar o bebê a dormir melhor, muitos pais recorrem a recursos sonoros que prometem acalmar e facilitar o adormecer. Entre os mais conhecidos estão as canções de ninar e o chamado ruído branco. Mas qual dessas estratégias funciona melhor? Spoiler: depende da criança. Ambas as opções costumam ajudar no relaxamento dos nenês, conforme afirma a pediatra Ana Maria Melo, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas. No entanto, o efeito não é igual para todos. Essa resposta depende sobretudo das características e da sensibilidade de cada um. “Há bebês que se acalmam com o ruído branco, principalmente nos primeiros meses de vida, quando o som pode lembrar o ambiente auditivo do útero materno. Mas também existem aqueles que não se adaptam”, pondera a médica. Como o ruído atua no cérebro do bebê Ruído branco é aquele som constante, que reúne diversas frequências audíveis ao mesmo tempo. Exemplos comuns incluem o barulho da chuva, das ondas do mar ou de aparelhos que o reproduzem continuamente. Segundo Ana Maria, esse padrão sonoro cria um ambiente auditivo uniforme, capaz de bloquear ruídos externos que poderiam distrair ou despertar o bebê. Essa sensação de conforto costuma favorecer o relaxamento e o sono. Além disso, o ruído branco tem impacto sobre o córtex cerebral, região responsável pela percepção e pelo processamento de estímulos. Ao mascarar sons externos, o barulhinho pode reduzir distrações e ajudar o bebê a manter o foco no descanso. Músicas também são eficientes As famosas canções de ninar têm um papel importante não apenas no relaxamento, como na construção de vínculos afetivos. Isso porque o contato do bebê com sons e vozes começa desde a gestação e continua sendo relevante. A especialista Ana Maria Melo explica que a audição começa a se desenvolver ainda no útero e o pequenino não só percebe sons do ambiente, mas também reconhece a voz dos próprios pais nos últimos meses da gravidez. “Uma melodia suave, calma e relaxante pode ser adicionada à rotina do sono e proporcionar sensações agradáveis para o bebê, além de favorecer o vínculo com o cuidador”, diz a profissional. Por outro lado, o silêncio não deve ser descartado, especialmente quando há costume com ambientes mais tranquilos. Cuidados na rotina de sono Embora esses recursos possam ajudar no relaxamento, o uso precisa ser equilibrado e com bastante responsabilidade. O volume deve ser moderado e não ultrapassar cerca de 50 decibéis, que é o limite considerado seguro para os bebês. Ainda é importante evitar que o pequenino se torne dependente sempre do mesmo estímulo sonoro para conseguir dormir, ou seja, é melhor variar as opções ao longo do dia. Entre as orientações que podem ajudar nesse processo estão: Manter o volume dos sons em níveis baixos. Usar ruído branco ou música apenas como apoio ao relaxamento. Variar os estímulos auditivos durante o dia. Evitar exposição sonora contínua, por longos períodos. Prestar atenção a como o filho reage aos diferentes sons. “Cada bebê é único e precisa ser observado em suas necessidades e preferências. Nem todos se adaptam ao ruído branco ou à música, e isso faz parte do processo de desenvolvimento”, reforça Ana Maria Melo.

Avó cuida do neto, mas do jeito dela. Como resolver isso?
Família

Avó cuida do neto, mas do jeito dela. Como resolver isso?

Quando a avó passa a ser responsável pelos cuidados da criança com frequência, é comum surgirem diferenças na forma de educar. Regras sobre alimentação, sono, escola ou disciplina podem gerar tensão dentro de casa e desafiar a autoridade dos pais. Com isso, vem o dilema: como impor limites sem parecer ingratidão? O equilíbrio é difícil, mas possível. A empreendedora Lilian Melo, de 40 anos, viveu esse tipo de situação na própria família. Ela foi mãe muito jovem e, com a filha mais velha, contou intensamente com a ajuda da própria mãe para conseguir terminar o estudo e começar a trabalhar. Com o tempo, percebeu que a avó acabou assumindo muitas decisões sobre a criação da neta, incluindo questões ligadas à escola, alimentação e até regras. “Na época, eu ainda era adolescente e não tinha repertório sobre maternidade, então era difícil entender se aquilo era certo ou errado. Depois que tive minha segunda filha, já mais velha, percebi que minha mãe tentou retomar o mesmo papel, mas dessa vez eu senti que precisava assumir esse lugar como mãe”, conta. Conflito também de gerações O psicólogo André Machado, mestre e doutor pela PUC-RJ, avalia que conflitos desse tipo são comuns porque a educação dos filhos envolve valores muito profundos, ligados à identidade e, também, às experiências de cada geração. De um lado, os pais estão construindo seu próprio jeito de formar uma família e, muitas vezes, tentando corrigir ou transformar aspectos da própria infância. Já do outro lado, a avó tende a repetir práticas que, para ela, funcionaram como mãe. Além disso, o próprio envelhecimento leva a mudanças no modo de cuidar. “O problema aparece quando esses jeitos colidem. Os pais podem sentir que sua autoridade está sendo ameaçada, enquanto a avó pode interpretar que sua ajuda está sendo desvalorizada. No fundo, é menos sobre certo ou errado e mais sobre proteger a autoestima e o pertencimento dentro da família”, explica o profissional. Como equilibrar ajuda e autoridade A boa notícia é que existe, sim, uma linha saudável entre reconhecer a ajuda da avó e manter a autoridade parental. Para o especialista, esse equilíbrio – difícil, mas possível – costuma surgir quando gratidão e clareza de papéis caminham juntas. Nesse sentido, demonstrar reconhecimento pelo cuidado oferecido ajuda a diminuir tensões. Ao mesmo tempo, os pais precisam definir o que é inegociável na criação da criança, como segurança física, limites saudáveis, rotina de sono e alimentação. “Conversas colaborativas costumam funcionar melhor. Algo como ‘vamos alinhar juntos o que é importante para ele crescer bem?’ tende a reduzir o clima de confronto e reforçar a ideia de parceria”, orienta o psicólogo André Machado. Onde flexibilizar e onde ter limites O primeiro passo é reconhecer que nem todas as diferenças precisam virar discussão. Afinal, cada familiar tem um papel importante na rotina e na criação da criança: Avós: costumam oferecer mais colo, brincadeiras livres e histórias de família. Essas experiências fortalecem o apego e ajudam na construção da resiliência emocional. Pais: tendem a agir com mais firmeza, que se torna essencial quando estão em jogo aspectos centrais do desenvolvimento da criança, como segurança física, ausência de agressões, limites no uso de telas, qualidade do sono e alimentação equilibrada. O especialista André Machado ainda sugere transformar o alinhamento familiar em um hábito. Conversas periódicas ajudam a prevenir atritos e permitem que todos entendam quais pontos são realmente inegociáveis e onde há espaço para flexibilizar. No caso de Lilian, o melhor caminho foi mesmo a conversa, mas ela não foi nada fácil. Apesar do medo de magoar a mãe, a empreendedora precisou agir com firmeza quando a filha mais nova tinha cerca de 3 anos. O diálogo foi essencial para escrever um capítulo diferente no seu jeito de maternar. “Eu tenho uma gratidão enorme por tudo que minha mãe fez por mim e pelas minhas filhas, mas entendi que precisava tomar as rédeas da maternidade. Hoje, acredito que cada mulher precisa assumir esse papel, principalmente quando está criando os filhos sozinha”, compartilha.

Mala da maternidade cedo demais: organização ou ansiedade?
Mala da Maternidade

Mala da maternidade cedo demais: organização ou ansiedade?

Na reta final da gravidez, preparar a mala da maternidade costuma ser um marco simbólico. É quando a espera ganha forma concreta, com roupinhas dobradas e listas conferidas. Mas, quando essa mala fica pronta cedo demais, vale se perguntar o que esse gesto pode estar dizendo. A psicóloga Anastacia Brum explica que a mala vai muito além da função prática. Ela representa uma travessia silenciosa, marcando a passagem da mulher para a maternidade e organizando, junto aos itens do bebê, sentimentos e expectativas. “Ao dobrar cada roupinha, muitas gestantes tentam, de forma inconsciente, organizar também as próprias inseguranças. É nesse momento que o bebê idealizado começa a se transformar no bebê real”, avalia. Planejamento X medo Preparar a mala com antecedência não significa, necessariamente, ansiedade. Quando a tarefa acontece de forma tranquila, como parte do planejamento, tende a ser apenas organização mesmo. O sinal de alerta só aparece quando a mala passa a funcionar como uma tentativa de aliviar um medo constante. Nesse caso, alguns pensamentos costumam surgir durante o processo: E se o bebê nascer antes do previsto? E se algo importante for esquecido? E se eu não souber o que fazer? E se algo sair do controle? No fundo, a mala pode ser uma forma concreta de tentar responder a uma pergunta mais profunda da gestante: será que vou dar conta? Junto da expectativa e da alegria, pode surgir também uma sensação de despedida da vida anterior, da autonomia e do controle que já não serão os mesmos. Quando a preparação gera tensão “Existe, sim, uma relação entre a mala pronta cedo demais e o medo de perder o controle. O parto é, por natureza, imprevisível e, mesmo com planejamento, há aspectos que fogem ao domínio da mãe”, aponta a psicóloga Anastacia Brum. Assim, se tudo é preparado muito antes e revisado repetidamente, pode indicar uma tentativa de organizar o que está à mão para compensar a sensação interna de incerteza. Diante disso, cabe um alerta: se gera sofrimento, não é algo saudável. Para identificar se é hora de buscar ajuda psicológica para lidar com a ansiedade, a orientação da profissional é observar alguns sinais de alerta, como: pensamentos sobre o parto que ocupam grande parte do dia; dificuldade para dormir por preocupação; irritabilidade frequente; necessidade constante de confirmação de que tudo está certo; sensação permanente de urgência; crises de choro constantes; pensamentos catastróficos persistentes; taquicardia ou falta de ar recorrente; histórico prévio de ansiedade ou depressão. Expectativa sem sobrecarga Segundo Anastacia, é importante validar as emoções da mãe sem deixar que os sentimentos dominem. Isso porque o medo não precisa desaparecer para dar lugar à sensação de ser capaz, uma vez que eles podem coexistir. Algumas estratégias simples podem ajudar a gestante a viver esse momento com mais equilíbrio: Limitar o tempo de pesquisa sobre parto e possíveis complicações. Definir uma data para preparar a mala e evitar mexer no que foi separado. Conversar abertamente sobre medos reais com o obstetra. Praticar respiração consciente e prestar atenção ao corpo. “A mala pronta cedo demais não fala apenas do parto, mas da história dessa mulher. Pode refletir perdas anteriores, tentativas frustradas ou uma necessidade antiga de controle como forma de se sentir segura. Compreender essas camadas ajuda a atravessar essa fase com mais consciência e menos julgamento”, conclui a psicóloga.

Acessar o Universo Infantil

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções