Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal

Nossa essência

Baruel é a marca de cuidado do dia a dia dos brasileiros, levando produtos que todos precisam com qualidade, confiança e cheirinho de carinho.

Nossa missão

Ser a empresa de cuidado e bem-estar do dia a dia dos brasileiros, oferecendo produtos acessíveis, inovadores e com qualidade, gerando impacto positivo contribuindo para o desenvolvimento social e ambiental.

Nossa visão

Ser uma marca brasileira admirada no setor de cuidados pessoais democratizando acesso a produtos com qualidade para toda a população.

Nossos valores

  • Cuidar de gente

  • Execução

  • Consumidor no centro

  • Qualidade

  • Sustentabilidade

Manifesto

Baruel é brasileira.
Caminha junto, evolui junto.
Tá sempre lá, mesmo quando alguns não notam.
Nos corres da vida. Nas emoções da rotina.
No primeiro banho. Nas grandes conquistas.
Do “sapo que não lava o pé”, ao funk do “mete o pé”.
Na bola, no banho, na ginga, na moda.
Baruel é brasileira. Da cabeça aos pés.
Com sorriso aberto. De coração inteiro.
Do cuidado real. Na vida real.
Cuida de todos os corpos. Cabe em todos os bolsos.
É para todas as idades.
Depois de mais de 130 anos, tem uma coisa que só Baruel pode dizer: a gente sabe cuidar dos brasileiros e brasileiras, e sabe o jeito brasileiro de cuidar.
Baruel. O jeito brasileiro de cuidar bem.

Nossa cultura

Aqui na Baruel, acreditamos que a nossa cultura é o alicerce de quem somos. É o que nos define, molda nossos valores e orienta nossas ações. É o coração pulsante que une todos os membros de nosso time e nos impulsiona a atingir nossos objetivos.

Nossa história

Francisco Antônio Baruel era agricultor, criador de animais, fabricante de farinha e telhas e proprietário de fazendas, dentre elas a Baruel. Em 1852, Francisco Baruel adquiriu terras na atual zona norte paulistana. Na chácara comprada havia plantações de café, arroz, feijão, milho e cana.

O alferes teve cinco filhos com a esposa Ana Maria da Conceição, dentre eles se destacou Francisco Nicolau Baruel, que herdou a propriedade após a morte de seu pai. Era farmacêutico, empresário e vereador municipal. Em 1892, fundou a Farmácia Baruel, também conhecida como Casa Baruel, localizada no centro da cidade de São Paulo. Lá foi onde tudo começou.

Foto histórica da Farmácia Baruel, fundada em 1892 no centro da cidade de São Paulo.
A Casa Baruel evoluiu para o setor de higiene doméstica, higiene pessoal e cosméticos, com um objetivo muito claro: promover o bem-estar do consumidor, oferecendo produtos de alta qualidade a preços competitivos.

100% nacional

Há mais de 130 anos no mercado, a Baruel é líder no segmento de cuidados com os pés e tem seus produtos distribuídos em mais de 190 mil pontos de vendas em todo o País. Ao longo dos anos, a empresa cresceu e fortaleceu os seus valores com um único objetivo: promover o bem-estar do seu consumidor, oferecendo produtos de alta qualidade a preços acessíveis.

Estrutura

A Baruel possui uma complexa e eficiente estrutura. Com ampla capacidade produtiva, sua unidade fabril, localizada na cidade de Guarulhos/SP, foi construída e recentemente modernizada para atender as normativas, ao mais alto padrão de qualidade e para adotar os mais modernos processos de produtividade.

Distribuição

Para garantir agilidade na distribuição nacional de seus produtos, conta com 2 centros de distribuição, sendo um em Extrema, Minas Gerais e o segundo em João Pessoa/Paraíba. Seu escritório central é sediado na Rua George Ohm no bairro do Brooklin em São Paulo. Atua em todos os canais de venda: atacado, distribuição, varejo direto e cash & carry. Seu mix de produtos contempla mais de 100 itens.

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Óleo essencial nos pés relaxa e combate problemas
Óleos Essenciais

Óleo essencial nos pés relaxa e combate problemas

Incluir óleos essenciais na rotina de cuidados com os pés pode ser mais benéfico do que você imagina. Além de hidratar e proporcionar relaxamento, eles combatem problemas comuns, como fungos, inchaços e dores, funcionando como uma alternativa terapêutica e prazerosa para manter os pés saudáveis. De acordo com a podóloga Maria José Duca Vasconcelos, especialista em podologia geriátrica e cuidados com pés diabéticos, da Levezi Beleza e Estética, o uso de óleos essenciais é bastante comum e altamente recomendado. “Os pés absorvem rapidamente os componentes ativos dos óleos, o que torna essa prática eficiente para o relaxamento e a saúde geral da região”, explica. Principais óleos essenciais para os pés Entre os óleos mais utilizados nos pés, Maria José destaca os seguintes: Lavanda: promove relaxamento, alivia dores musculares e auxilia na regeneração da pele; Melaleuca (Tea tree): possui ação antifúngica e antibacteriana, ideal para prevenir infecções; Hortelã-pimenta: refresca a pele, alivia inchaços e estimula a circulação sanguínea; Eucalipto: atua como relaxante muscular e tem propriedades antissépticas; Alecrim: revitaliza os pés e ajuda a melhorar a circulação. Motivos para incluir óleos na rotina Além de hidratar a pele, os óleos essenciais oferecem outros benefícios significativos – não só para os pés, mas para o corpo e o bem-estar de modo geral. Veja só: Prevenção de infecções, graças às propriedades antifúngicas e antibacterianas. Melhora a circulação sanguínea, o que os torna ideais para pés inchados ou cansados. Alívio de dores e desconfortos, ou seja, são excelentes para relaxar após longos períodos em pé ou praticando esportes. Relaxamento profundo, já que ajudam a reduzir o estresse e promovem bem-estar geral. Pele saudável e macia, uma vez que combatem o ressecamento, deixando os pés mais hidratados. Todo mundo pode usar? Segundo a podóloga Maria José Duca Vasconcelos, os óleos essenciais podem ser usados até em pés diabéticos, mas com algumas ressalvas: precisam ser diluídos em bases vegetais e devem ser evitadas áreas com feridas abertas. “É fundamental consultar um profissional antes, para avaliar o perfil individual”, ressalta. Além desse grupo, a especialista adverte que pessoas com sensibilidade ou histórico alérgico devem sempre testar o produto em uma pequena área, antes da aplicação completa. Outro detalhe: pode misturar óleos essenciais, sim! É possível combinar diferentes óleos para potencializar os benefícios, desde que sejam respeitadas as dosagens seguras e as combinações apropriadas. “Misturar lavanda com hortelã-pimenta proporciona um efeito relaxante e revitalizante ao mesmo tempo”, exemplifica. Apesar disso, adotar um único óleo essencial também traz resultados eficazes, levando-se em conta a necessidade de cada pessoa. Como usar óleos essenciais nos pés Antes de tudo, vale reforçar que os óleos essenciais não devem ser aplicados diretamente na pele, nem podem entrar em contato com olhos, nariz e boca. O ideal é diluí-los em um óleo carreador, ou seja, próprio para essa diluição, como óleo de coco, amêndoas ou semente de uva. Isso garantirá mais segurança e melhor absorção. Não tem segredo para o uso, segundo a podóloga: 1. Diluição: misture algumas gotas do óleo essencial em um óleo carreador; 2. Aplicação: faça uma massagem na planta dos pés, calcanhares e entre os dedos, sempre evitando unhas ou áreas lesionadas. Em relação à frequência, pode ser feito de 2 a 3 vezes por semana ou conforme orientação profissional. Para Maria José, os benefícios do uso de óleos essenciais vão além dos cuidados com os membros inferiores. “Os pés possuem diversos pontos reflexológicos que estão conectados a outros órgãos do corpo. Ao massagear essas áreas com óleos essenciais, promove-se não só a saúde dos pés, mas também o equilíbrio geral do organismo”, afirma.

Como o taping e a podologia ajudam no controle da dor
Podologia e Podólogos

Como o taping e a podologia ajudam no controle da dor

As dores nos pés são mais comuns do que se imagina e podem afetar diretamente a qualidade de vida. Seja pelo uso de calçados inadequados, sobrecarga, alterações na marcha ou condições clínicas específicas, o desconforto nos pés pode limitar atividades simples do dia a dia. Nesse cenário, técnicas modernas e abordagens especializadas têm ganhado destaque e entre elas, o uso do taping associado à atuação do podólogo. O taping, também conhecido como bandagem funcional, consiste na aplicação de fitas adesivas elásticas sobre a pele com o objetivo de promover suporte, aliviar a dor e melhorar a função muscular e articular. Quando aplicado corretamente, ele auxilia na redistribuição das cargas plantares, reduz a tensão em estruturas sobrecarregadas e pode contribuir para a melhora da circulação local. É uma técnica amplamente utilizada em áreas como a fisioterapia e a medicina esportiva, mas que também vem sendo incorporada à podologia com excelentes resultados. Dentro do contexto podológico, o uso do taping ganha um olhar ainda mais direcionado. O podólogo, profissional especializado no cuidado dos pés, é capaz de avaliar alterações como calosidades, unhas encravadas, fissuras, deformidades e padrões de marcha que podem estar relacionados à dor. A partir dessa análise, o taping pode ser utilizado como recurso complementar ao tratamento, promovendo alívio imediato e contribuindo para a correção funcional. O trabalho preventivo e terapêutico do podólogo é fundamental especialmente para grupos como idosos, diabéticos e pessoas que permanecem longos períodos em pé. A associação de técnicas como o taping, orientações de autocuidado e intervenções específicas reforça a importância desse profissional na promoção da saúde e bem-estar. Quando ciência, técnica e olhar clínico caminham juntos, o resultado é mais conforto, mobilidade e qualidade de vida.

Verruga plantar é contagiosa, mas tem tratamento
Verruga Plantar

Verruga plantar é contagiosa, mas tem tratamento

As verrugas plantares são lesões que aparecem na sola dos pés e, embora possam ser confundidas com calos, têm uma origem viral específica. Apesar de já existirem tratamentos disponíveis, a prevenção ainda é a melhor forma de se defender. Tais verrugas são causadas pelo Papilomavírus Humano (HPV), mas não o mesmo tipo que acomete os genitais, relacionado às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como esclarece o dermatologista José Roberto Fraga Filho, diretor clínico do Instituto Fraga de Dermatologia. A saber, as lesões que caracterizam a verruga plantar ocorrem quando o vírus entra na pele por pequenas fissuras ou rachaduras, especialmente em ambientes úmidos e quentes, como chuveiros, vestiários e piscinas públicas. Ao contrário dos calos, as verrugas plantares podem crescer para dentro da pele e, dependendo do caso, causar desconforto significativo. “Elas são duras, ásperas e apresentam pontinhos enegrecidos em sua superfície, que são pequenos vasos sanguíneos. Algumas são assintomáticas, enquanto outras podem ser muito dolorosas, lembrando a sensação de pisar em uma pedra dentro do sapato”, descreve o médico. Quem tem predisposição De acordo com o profissional, crianças e jovens adultos são mais vulneráveis ao problema. Isso porque o sistema imunológico deles ainda está em desenvolvimento e pode ter mais dificuldade para combater o HPV. Além disso, atividades frequentes em locais públicos úmidos, como piscinas e vestiários, aumentam as chances de contato com o vírus. Por isso vale atenção redobrada a quem frequenta natação, academias e praias com frequência. Como evitar verrugas plantares Embora o contato com o vírus seja comum, algumas medidas simples podem prevenir o surgimento da lesão. Entre as principais recomendações, Fraga destaca: Use chinelos ou sandálias em áreas públicas, como piscinas, saunas e banheiros coletivos, para evitar o contato direto da pele com superfícies contaminadas; Não compartilhe itens pessoais, como toalhas, sapatos ou meias, que podem estar contaminados pelo vírus; Mantenha os pés secos e bem cuidados, já que a umidade facilita a proliferação do HPV e o aparecimento de lesões. Como medida adicional e visando o bem-estar geral dos pés, hidratá-los diariamente também ajuda. Afinal, a pele hidratada evita e melhora rachaduras e cortes, que são a porta de entrada para o vírus na pele. Tratamentos disponíveis O dermatologista reforça que a prevenção é a melhor estratégia. Porém, com o diagnóstico confirmado, iniciar o tratamento das verrugas plantares é um passo importante para não sofrer com desconfortos maiores. A boa notícia é que existem diversos métodos terapêuticos à disposição, como: Desbastamento: remove parte da camada endurecida da verruga para facilitar outros tratamentos; Produtos à base de ácido salicílico: ajudam a destruir a lesão de forma gradual e segura; Crioterapia: utiliza nitrogênio líquido para congelar e destruir o tecido infectado; Aplicação de laser: em casos mais resistentes, o laser pode ser uma solução eficaz para remover a verruga. “Cada caso deve ser avaliado por um profissional, que indicará o melhor tratamento conforme o tamanho, a quantidade e a localização das lesões, bem como a resposta do paciente às terapias anteriores”, pontua José Roberto Fraga Filho. Identificar a verruga plantar logo no início facilita o tratamento e reduz as chances de que ela se espalhe ou cause dores mais intensas. Além disso, quanto antes o paciente procurar um dermatologista, mais rápidas serão as intervenções e o alívio dos sintomas. Verruga plantar não é DST Um ponto importante destacado pelo especialista é o esclarecimento sobre o tipo de HPV envolvido. "Esse HPV não é o mesmo que acomete os genitais nas DSTs", ressalta Fraga, desmistificando um equívoco comum. Além disso, ele reforça que, apesar de ser contagiosa, a verruga plantar raramente causa problemas graves, mas pode afetar a qualidade de vida devido ao desconforto.

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Mesmo desafinada, a voz dos pais acalma o bebê
Músicas

Mesmo desafinada, a voz dos pais acalma o bebê

Não é preciso ter afinação nem conhecer um grande repertório. Para o bebê, a voz familiar de quem cuida pode ser mais reconfortante do que uma música executada com perfeição. Nessas horas, importa menos a técnica e mais a presença de quem canta. Repetido na rotina, o canto se associa ao colo, à segurança e ao acolhimento, fortalecendo o vínculo desde os primeiros meses de vida. A musicoterapeuta comportamental Michelle de Melo explica que, quando um adulto canta para o bebê, o momento favorece a liberação de substâncias relacionadas ao relaxamento, ao prazer e ao fortalecimento do laço afetivo. "Não se trata de performance. Trata-se de vínculo entre pais e bebê. A pessoa pode ser afinada ou desafinada: o que mais importa é essa interação, que também estimula o desenvolvimento da linguagem", destaca a especialista. Voz dos pais vale mais que playlist Mesmo uma música tecnicamente perfeita dificilmente vai substituir a voz de quem cuida do bebê. Isso porque ela faz parte da história da criança desde a gestação e vem acompanhada de muitos outros estímulos que nenhuma gravação pode reproduzir. Enquanto canta, o adulto também estabelece contato visual, embala o nenê, oferece colo, troca olhares e cria uma interação afetiva. É esse conjunto que torna a experiência tão aconchegante. É por isso que ouvir uma playlist pode até fazer parte da rotina, mas ela não é tão eficaz quanto a presença, o calor humano e a troca que acontecem quando alguém canta diretamente para o pequenino. Momentos em que vale cantar Segundo a especialista, a música pode acompanhar diferentes momentos do dia e ajudar a dar ritmo à rotina da criança. Assim, a proposta muda conforme a situação e não precisa ficar restrita à hora de dormir. Ela pode aparecer: durante as brincadeiras; na troca de fraldas; na hora das refeições; enquanto os brinquedos são guardados; no preparo para o sono, com canções mais lentas, luzes reduzidas e longe das telas. Quanto mais cedo esse contato acontecer, melhor. Os balbúcios que costumam surgir por volta dos cinco ou seis meses, por exemplo, fazem parte da exploração da própria voz e ajudam a construir, mais adiante, as primeiras palavras. Existe uma música certa? Não existe um repertório ideal. Algumas crianças gostam de cantigas infantis, enquanto outras se acalmam com músicas que já faziam parte da rotina da família durante a gestação. O mais importante é que aquela canção tenha significado para quem canta e seja compartilhada com presença e afeto. Por outro lado, as músicas infantis ainda podem ampliar o vocabulário, estimular gestos, favorecer a compreensão da linguagem e enriquecer as interações do dia a dia - o que não significa que elas sejam a única opção, lembre-se! "A voz mais bonita para o bebê é a voz dos pais e cuidadores. É essa voz que ele conhece desde a gestação e que fortalece o elo afetivo. O que faz diferença não é cantar perfeitamente, mas estar presente", conclui a musicoterapeuta Michelle de Melo.

Chá de fraldas ou chá de bebê: qual vale mais a pena?
Chá de Bebê

Chá de fraldas ou chá de bebê: qual vale mais a pena?

Na hora de organizar a chegada do bebê, é comum ficar em dúvida entre fazer um chá de bebê ou um chá de fraldas. Embora os dois tenham o mesmo objetivo de reunir pessoas queridas, cada formato atende necessidades diferentes. "A melhor escolha depende exclusivamente do que a família realmente precisa e consegue fazer naquele momento. Não existe um modelo certo para todo mundo", diz Rita Nunes, organizadora de eventos infantis. Como explica a profissional, a principal diferença está na lista de pedidos. No chá de bebê, os convidados costumam colaborar com diferentes itens do enxoval, enquanto no chá de fraldas, o foco fica no estoque de fraldas, lenços umedecidos e pomadas. Cada decisão é única Antes de definir o melhor formato, vale analisar alguns fatores importantes, como: orçamento disponível; espaço para receber os convidados; rede de apoio; itens que ainda faltam no enxoval. Se a família já comprou boa parte dos produtos para os primeiros meses, o chá de fraldas costuma ser uma boa opção para reduzir um gasto recorrente. Por outro lado, se ainda faltam peças importantes do enxoval, o chá de bebê pode ser melhor. É possível adaptar o evento Mas não é regra escolher apenas um formato. Uma alternativa é manter a fralda como pedido principal do convite e acrescentar uma pequena sugestão de itens complementares para quem desejar contribuir. "O importante é manter uma lista objetiva e deixar claro que qualquer contribuição é bem-vinda. A maior deselegância nesses tipos de eventos é transformar o presente em uma obrigação", orienta a organizadora Rita Nunes. Outro cuidado importante é evitar listas extensas, pedidos em excesso ou falta de orientação sobre prioridades e tamanhos dos produtos. Um bom planejamento ajuda a reduzir desperdícios e aumenta as chances de receber presentes úteis. Lembre-se de que o foco da comemoração é reunir pessoas que são especiais e facilitar a chegada do bebê. Assim, não vale se apegar a modelos prontos nem tendências das redes sociais. O que faz sentido é aquilo que funciona bem para cada família. O que incluir na lista de pedidos Itens de higiene e de alimentação e roupas costumam ser os mais frequentes nas listas de chá de bebê. Entre os pedidos essenciais entram fraldas (de diferentes tamanhos), lenços umedecidos, pomada para prevenção de assadura, além de sabonete (líquido), shampoo, algodão e hastes flexíveis (próprias para bebês, lembre-se). No departamento do vestuário, bodies e macacões básicos, babadores e cueiros, toalhas de banho com capuz e paninhos de boca são muito bem-vindos. Para ajudar na alimentação, mamadeiras, pratinhos e copos - já pensando na introdução alimentar - são itens bastante úteis para o enxoval do bebê. Detalhe importante: em vez de eleger uma única marca para fraldas, lencinhos umedecidos e mesmo a parte de roupinhas, é interessante sugerir opções diferentes, já que pode acontecer de o bebê não se adaptar a uma ou outra.

Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”
Músicas

Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”

Na hora de escolher o que tocar para o bebê, o gênero musical não deve ser o único critério. Diferentes estilos podem fazer parte da rotina, desde que o volume seja adequado e haja interação. O que importa não é restringir as músicas, mas criar momentos positivos com elas, já que a voz de quem cuida, a presença e o afeto envolvidos nesse momento ajudam a transformar a música em uma experiência compartilhada. Sem contar que, quando os cuidadores apresentam diferentes estilos além do infantil, acabam ampliando o repertório sonoro do bebê. Isso ainda ajuda a fortalecer os momentos de conexão entre a família. E os benefícios da música não param por aí: ainda favorece o desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação e fala, da atenção, da expressão corporal e das habilidades sociais e emocionais. O ambiente também faz diferença Segundo a musicoterapeuta infantil Tatiana Harumi Komi, prestar atenção ao ambiente é mais importante do que escolher a playlist. Tudo porque, nos primeiros meses de vida, o sistema auditivo é bastante sensível e merece alguns cuidados. Sons muito altos ou repentinos, como fogos de artifício, secadores de cabelo e liquidificadores, devem ser evitados sempre que possível perto de um pequeno ser. O ideal é apresentar o bebê aos sons do cotidiano de maneira gradual e sem excessos. “Lembre-se de que o silêncio também faz parte das experiências sonoras. Alternar momentos tranquilos com outros de maior estímulo ajuda o bebê a se adaptar aos diferentes ambientes sem sobrecarregar a audição”, orienta a profissional. Voz da família torna música especial Além das canções, as vozes dos pais e cuidadores ocupam um lugar especial nessa experiência. Como a audição se desenvolve durante a gestação, o bebê já entra em contato com diversos sons antes mesmo de nascer, o que rende a formação de uma memória musical. Nesse sentido, Tatiana Harumi Komi lembra que a família pode criar as próprias musiquinhas para momentos específicos, como o banho, as brincadeiras ou a hora de dormir. Esses rituais sonoros ajudam na compreensão da rotina e do que vem a seguir. “Não existem regras específicas. O que torna essa experiência especial é a intenção, o afeto e a interação entre quem canta e o bebê”, afirma. Cuidado com as letras Nem sempre as músicas mais calmas são as mais indicadas para os bebês. Inclusive, cada um responderá de um jeito diferente. Entretanto, vale uma atenção especial para as letras das músicas, sobretudo as composições voltadas para adultos. Mesmo que os pequenos não compreendam as palavras, percebem aspectos emocionais transmitidos pela melodia. Com o passar do tempo e o desenvolvimento da criança, as letras contribuem para a comunicação, os balbucios e a aquisição da fala. Como dica final, a musicoterapeuta recomenda estar verdadeiramente presente. “Cantar, conversar, brincar e compartilhar músicas são formas simples de fortalecer o vínculo e criar lembranças afetivas que podem acompanhar durante toda a vida.”

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