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	<title>Sintomas e Dores - Dor no pé e cuidados em um só lugar - Baruel</title>
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	<title>Sintomas e Dores - Dor no pé e cuidados em um só lugar - Baruel</title>
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		<title>Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fascite Plantar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas. Normalmente, as dores são causadas pelo alongamento repentino<a href="https://www.baruel.com.br/dor-ao-pisar-no-chao-quando-acorda-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Dor ao pisar no chão quando acorda: saiba o que pode ser"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A dor ao pisar pela primeira vez de manhã é uma queixa bastante comum e com diferentes explicações</strong>. Mesmo melhorando ao longo do dia, o sintoma não deve ser ignorado, pois pode ser sinal de situações variadas, <strong>desde alterações na fáscia plantar até inflamações ou doenças reumatológicas.</strong></p>
<p>Normalmente,<strong> as dores são causadas pelo alongamento repentino da fáscia plantar ao levantar da cama.</strong> Como explica a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, essa estrutura, que vai dos dedos ao calcanhar, <strong>permanece em repouso durante a noite e acaba sentindo esse “choque” pela manhã.</strong></p>
<p>“A fascite plantar é uma dessas causas, mas não a única. O principal sinal costuma ser a dor localizada, sensação de queimação, agulhada ou repuxo na sola do pé, principalmente ao pisar”, afirma a profissional.</p>
<h2>O que melhora e o que piora</h2>
<p>Uma série de intervenções pode ajudar ou prejudicar o quadro. <strong>Sapatos inadequados, por exemplo, são os principais vilões. Chinelos, rasteirinhas e solados rígidos ou sem amortecimento aumentam a sobrecarga dos pés durante o dia.</strong></p>
<p>Além disso, <strong>o sobrepeso e a falta de alongamento favorecem o encurtamento da fáscia plantar e podem intensificar o desconforto logo ao acordar.</strong> Em geral, <strong>a dor costuma ser localizada e não vem acompanhada de inchaço ou vermelhidão.</strong></p>
<p>Por outro lado, há <strong>hábitos que aliviam</strong> os sintomas nos primeiros passos matutinos. A fisioterapeuta recomenda:</p>
<ul>
<li>movimentar os dedos dos pés ainda na cama;</li>
<li>fazer “garras” com os dedos;</li>
<li>estimular a abertura dos pés;</li>
<li>alongar pernas e panturrilhas antes de levantar.</li>
</ul>
<h2>Nem toda dor é só fascite plantar</h2>
<p><strong>Embora a fascite plantar seja uma das causas mais conhecidas, dores ao acordar também podem estar relacionadas a condições reumatológicas.</strong> O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, lembra que inflamações nos tendões e articulações entram nessa investigação.</p>
<p>Entre as principais possibilidades estão:</p>
<ul>
<li>entesite (inflamação onde tendão ou ligamento se prende ao osso);</li>
<li>espondiloartrites (doenças inflamatórias que afetam principalmente coluna e articulações);</li>
<li>artrite psoriásica (artrite associada à psoríase);</li>
<li>artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações);</li>
<li>gota (dor causada por cristais de ácido úrico nas articulações);</li>
<li>tendinite do tibial posterior (inflamação no tendão que sustenta o arco do pé).</li>
</ul>
<p>“<strong>Dores inflamatórias costumam piorar ao acordar, vêm acompanhadas de rigidez matinal prolongada e melhoram com o movimento. Já dores mecânicas tendem a piorar com o uso e a aliviar durante o repouso</strong>”, diferencia o médico.</p>
<h2>Avaliação correta muda o tratamento</h2>
<p>Vale lembrar que dor ao pisar ao acordar é um sintoma, e não um diagnóstico fechado. Se a sensação persiste por semanas, volta com frequência ou aparece junto de outros sinais, como inchaço em articulações, dor lombar, psoríase ou vermelhidão nos olhos, é importante investigar a causa com acompanhamento especializado.</p>
<p>Segundo o especialista Henrique Dalmolin, <strong>exames de sangue, ultrassom e ressonância podem ser necessários para entender a origem do problema</strong>. Em alguns casos, pacientes passam anos tratando uma suposta fascite plantar sem melhora, quando a causa da dor é reumatológica e precisa de outro tipo de abordagem.</p>
<p>Já a fisioterapeuta Andrea Guerra reforça que o <strong>tratamento depende diretamente do fator causal.</strong> Casos ortopédicos leves podem responder bem a anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças na rotina, por exemplo.</p>
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		<item>
		<title>Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde das pernas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão. Apesar da popularidade, as peças não devem ser usadas sem critério: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios. O<a href="https://www.baruel.com.br/pes-e-pernas-inchadas-meias-de-compressao-ajudam/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés e pernas inchadas: meias de compressão ajudam?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas pesadas, sensação de cansaço e inchaço ao longo do dia costumam levar muita gente direto às meias de compressão</strong>. Apesar da popularidade, <strong>as peças não devem ser usadas sem critério</strong>: dependendo da causa do inchaço e do modelo escolhido, o efeito pode não ser o esperado, causar desconfortos ou até problemas mais sérios.</p>
<p>O cirurgião vascular Vinícius Bertoldi, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que a meia compressora costuma ajudar bastante em quadros venosos, mas <strong>não é indicada para todas as pessoas</strong>.</p>
<p>“<strong>Problemas graves de circulação arterial, infecções na pele, feridas abertas sem tratamento e doenças cardíacas descompensadas são algumas contraindicações.</strong> Por isso, é importante ter sempre orientação médica antes de começar a usar”, frisa o especialista.</p>
<h2>Quando meias são realmente indicadas</h2>
<p>De modo geral, a meia de compressão costuma ser <strong>recomendada para varizes, sensação de peso nas pernas, cansaço, inchaço recorrente, gravidez e histórico de trombose</strong>. Ela também pode integrar o <strong>tratamento de linfedema e lipedema</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, é como se esse recurso desse um “empurrãozinho” para o sangue voltar ao coração, facilitando o movimento natural do líquido no corpo humano. A pressão gerada pela meia é maior no tornozelo e menor em direção ao joelho e coxa, ao subir pela perna. Dessa forma, melhora a circulação, diminui o inchaço e reduz a sensação de peso e dor nos membros inferiores.</p>
<p>Só que <strong>nem todo inchaço está ligado exclusivamente à circulação venosa</strong>. Retenção de líquidos, alterações hormonais, uso de medicamentos e outras condições também podem provocar o problema. Assim, a escolha da meia deve sempre considerar as características e necessidades de cada paciente.</p>
<h2>Escolha errada atrapalha tratamento</h2>
<p>Michel Nasser, cirurgião vascular e diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), alerta que <strong>o grau de compressão, a altura e o modelo da meia, as medidas corretas da perna e até o tipo de malha fazem diferença no resultado</strong>.</p>
<p>“Esse tipo de <strong>meia não funciona como uma peça de roupa comum.</strong> É preciso medir as circunferências das pernas e saber qual é a malha indicada: a circular é usada para problemas venosos, enquanto a plana é indicada para casos mais específicos, como linfedema e lipedema”, pondera o especialista.</p>
<p>Embora sejam vendidas livremente, a <strong>orientação médica continua sendo muito importante para garantir a segurança e a eficácia das meias de compressão</strong>. Do contrário, o paciente pode acabar cometendo alguns erros bastante comuns:</p>
<ul>
<li>usar tamanho inadequado;</li>
<li>escolher compressão incorreta;</li>
<li>vestir a meia quando a perna já está inchada;</li>
<li>não esticar corretamente e “dobrar” o tecido durante o uso;</li>
<li>abandonar o tratamento por desconforto causado pelo modelo errado.</li>
</ul>
<h2>Como usar corretamente no dia a dia</h2>
<p>A recomendação geral é <strong>vestir a meia logo pela manhã, ao acordar, quando as pernas ainda estão menos inchadas, e retirar antes de dormir</strong>. Em média, o uso costuma variar entre oito e 12 horas ao longo do dia.</p>
<p>Para <strong>viagens longas</strong>, sobretudo acima de seis horas, as meias ajudam a reduzir o inchaço e o risco de trombose. Mesmo assim, é preciso combinar com a movimentação das pernas (ou seja, caminhar em paradas ou dentro do ônibus e do avião), maior hidratação e, sempre que indicado, avaliação vascular prévia.</p>
<p>O médico Michel Nasser elenca alguns outros hábitos que também ajudam a melhorar a circulação e reduzir o inchaço:</p>
<ul>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li>evitar longos períodos na mesma posição;</li>
<li>caminhar regularmente;</li>
<li>manter boa hidratação constante;</li>
<li>fazer exercícios com a panturrilha;</li>
<li>reduzir o consumo de sal.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Como desinfectar tênis e meias para evitar frieiras</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-desinfectar-tenis-e-meias-para-evitar-frieiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coceira, descamação, rachaduras entre os dedos e mau cheiro podem indicar o início de uma frieira. Além de tratar os pés, desinfetar corretamente tênis e meias também é essencial para evitar a multiplicação de fungos e até reinfecções. Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, explica que os calçados costumam criar um ambiente propício para a<a href="https://www.baruel.com.br/como-desinfectar-tenis-e-meias-para-evitar-frieiras/">Continue reading <span class="sr-only">"Como desinfectar tênis e meias para evitar frieiras"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coceira, descamação, rachaduras entre os dedos e mau cheiro podem indicar o início de uma frieira. Além de tratar os pés, <strong>desinfetar corretamente tênis e meias também é essencial para evitar a multiplicação de fungos e até reinfecções</strong>.</p>
<p>Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, explica que os <strong>calçados costumam criar um ambiente propício para a proliferação de microrganismos</strong> porque o pé passa horas dentro de um espaço fechado, quente e úmido.</p>
<p>“Na prática, é como se o pé ficasse abafado o dia todo. <strong>O suor e o calor favorecem odores, micoses e outras condições, como a frieira</strong>”, afirma a especialista em limpeza.</p>
<h2>Passo a passo para desinfectar os tênis</h2>
<p>Para <strong>evitar o acúmulo de fungos e bactérias nos tênis</strong>, Nerivalda orienta um passo a passo simples de desinfecção:</p>
<ul>
<li>não guarde o tênis imediatamente ao chegar em casa;</li>
<li>deixe o calçado ventilar em local arejado;</li>
<li>limpe a parte interna com pano úmido e desinfetante indicado para vestuário;</li>
<li>deixe secar naturalmente;</li>
<li>aplique sprays ou pós antissépticos;</li>
<li>evite usar o mesmo par todos os dias.</li>
</ul>
<p>Além do tempo de uso, os <strong>materiais e tipos dos tênis fazem diferença</strong>. Modelos muito fechados, rígidos ou de plástico dificultam a respiração da pele e retêm mais suor. Já tecidos leves, com telas ou furinhos ajudam na circulação e reduzem a umidade.</p>
<h2>Meias precisam de atenção</h2>
<p><strong>Não adianta desinfectar os pares de sapato e esquecer das meias.</strong> Afinal, <strong>elas absorvem o suor diretamente da pele</strong>. Se ficam úmidas por muito tempo, também favorecem a propagação de microrganismos.</p>
<p>Para essas peças, a especialista em higienização recomenda:</p>
<ul>
<li>não deixe as meias enroladas no cesto ainda molhadas;</li>
<li>abra os pares antes de lavar ou secar para evitar umidade no tecido;</li>
<li>faça uma pré-lavagem de 10 minutos com água e detergente ou sabão;</li>
<li>priorize modelos de algodão com maior absorção de suor;</li>
<li>não reutilize peças sem lavagem adequada.</li>
</ul>
<p>“Mesmo quem mantém bons hábitos de higiene está sujeito a esse cenário, simplesmente pelo tempo prolongado de uso. Por isso, é fundamental adotar cuidados regulares com ventilação e higienização”, reforça a profissional.</p>
<h2>Frieira volta sem desinfecção correta</h2>
<p>Já a podóloga Sheila Cristina Alves pontua que <strong>a frieira é um tipo de micose que costuma surgir principalmente entre os dedos dos pé</strong>s. Coceira, ardência, descamação, rachaduras e pele esbranquiçada são alguns dos sinais mais comuns.</p>
<p>Inclusive, a condição recebeu o nome de “pé de atleta” justamente por aparecer em pessoas que transpiram bastante nos pés e usam tênis fechados por longos períodos, como esportistas e praticantes de atividades físicas.</p>
<p>“Em casos recorrentes, <strong>a desinfecção do calçado tem papel importante no controle da infecção</strong>. Às vezes, a pessoa trata o pé, mas continua usando o mesmo tênis ou a mesma meia contaminada, e acaba se reinfectando”, alerta a podóloga.</p>
<p>Por último, Nerivalda Lima completa que, além da manutenção em casa, higienizações profissionais podem ser necessárias. Em serviços especializados, o processo considera o tipo de material do tênis e pode incluir tecnologias específicas, como controle de temperatura e luz UV.</p>
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		<item>
		<title>Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-mitos-erros-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
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		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
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		<category><![CDATA[pés ressecados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o calcanhar começa a ressecar e a rachar, muita gente tenta resolver tudo de uma vez só, ou seja,  lixa demais, usa produtos agressivos ou aposta em receitas caseiras sem orientação. O problema é que alguns desses hábitos acabam piorando ainda mais as fissuras e aumentando o risco de dor, sangramento e infecções na<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-mitos-erros-cuidados/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar rachado: mitos e erros nos cuidados"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o calcanhar começa a ressecar e a rachar, muita gente tenta resolver tudo de uma vez só, ou seja,  lixa demais, usa produtos agressivos ou aposta em receitas caseiras sem orientação. O problema é que alguns desses <strong>hábitos acabam piorando ainda mais as fissuras e aumentando o risco de dor, sangramento e infecções na região</strong>. Há maneiras corretas de fazer isso e muita coisa ensinada por aí é puro mito!</p>
<p>A podóloga Marcineide Tavares explica que um<strong> dos erros mais comuns é deixar a pele ressecar excessivamente antes de iniciar qualquer cuidado</strong>. Depois disso, fica complicado tentar “corrigir” o problema rapidamente usando métodos mais grosseiros. Mas não é só isso. Ela também aponta práticas que sensibilizam ainda mais a pele.</p>
<ul>
<li><strong>Usar lâmina nos pés;</strong></li>
<li><strong>Exagerar no uso da lixa;</strong></li>
<li><strong>Deixar de hidratar a região com frequência.</strong></li>
</ul>
<p>“E isso pode agravar bastante o quadro do ressacamento dos pés e até das fissuras podais”, alerta.</p>
<h2>Mitos sobre o calcanhar rachado</h2>
<p>Segundo a dermatologista Giuliana Miranda, da Clínica Elsimar Coutinho, o <strong>ressecamento intenso dos pés acontece pela combinação entre pele seca e pressão constante na região</strong>. Como os pés possuem menos glândulas sebáceas, já existe uma tendência natural para ressecarem.</p>
<p>Entre os mitos mais comuns sobre o tratamento e cuidados do calcanhar rachado estão:</p>
<ul>
<li><strong>achar que só hidratar resolve tudo;</strong></li>
<li><strong>acreditar que lixar os pés todos os dias acelera a melhora;</strong></li>
<li><strong>pensar que andar descalço ajuda a pele a “respirar”;</strong></li>
<li><strong>tratar as fissuras apenas como um problema estético.</strong></li>
</ul>
<p>Esses hábitos e crenças podem piorar o ressecamento, aumentar a pressão sobre os calcanhares e favorecer novas rachaduras.</p>
<h2>Erros pioram as fissuras</h2>
<p><strong>Acreditar em mitos e dicas milagrosas também atrapalha o tratamento</strong>. Afinal, não existe fórmula mágica. <strong>Os cuidados precisam ser contínuos e focados tanto na hidratação quanto na recuperação dérmica.</strong></p>
<p>Nesse sentido, a dermatologista Giuliana Miranda acrescenta que soluções caseiras podem até hidratar superficialmente, mas nem sempre tratam a causa do ressecamento. E faz um alerta! Em fissuras abertas, certas receitas improvisadas podem causar mais irritação.</p>
<p>O tratamento realmente eficaz envolve ativos capazes de tratar as fissuras de forma segura. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>ureia;</li>
<li>ácido lático;</li>
<li>ácido salicílico;</li>
<li>glicerina;</li>
<li>pantenol;</li>
<li>manteigas e óleos vegetais.</li>
</ul>
<p>A recomendação é <strong>aplicar os produtos após o banho e usar meias (preferencialmente de algodão) para potencializar o efeito da hidratação</strong>. Além disso, a avaliação e a orientação de um profissional médico são importantes, já que algumas fórmulas podem ter contraindicações.</p>
<h2>Sinais de alerta: fique de olho</h2>
<p>Quando as fissuras ficam profundas, dolorosas ou apresentam sinais inflamatórios, o acompanhamento profissional passa a ser bem mais importante para evitar complicações.</p>
<p>De acordo com Giuliana Miranda, os principais sinais de alerta incluem:</p>
<ul>
<li>sangramento;</li>
<li>secreção;</li>
<li>vermelhidão;</li>
<li>inchaço;</li>
<li>pus;</li>
<li>dor intensa;</li>
<li>mau odor.</li>
</ul>
<p>“A presença de fissuras pode funcionar como porta de entrada para bactérias e fungos, principalmente em pacientes com diabetes ou outras condições associadas”, reforça a médica dermatologista Giuliana Miranda.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que meus pés fedem? Conheça possíveis causas</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/por-que-meus-pes-fedem-conheca-possiveis-causas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[mau cheiro]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que, na maioria das vezes, o chulé não está ligado diretamente à falta de higiene? Na verdade, o mau cheiro nos pés é bem mais comum do que se imagina. Mesmo assim, costuma causar bastante desconforto no dia a dia e merece ser investigado e tratado, pois pode envolver questões hormonais e metabólicas. Para<a href="https://www.baruel.com.br/por-que-meus-pes-fedem-conheca-possiveis-causas/">Continue reading <span class="sr-only">"Por que meus pés fedem? Conheça possíveis causas"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabia que, na maioria das vezes, o <strong>chulé não está ligado diretamente à falta de higiene</strong>? Na verdade, o mau cheiro nos pés é bem mais comum do que se imagina. Mesmo assim, costuma causar bastante desconforto no dia a dia e merece ser investigado e tratado, pois <strong>pode envolver questões hormonais e metabólicas</strong>.</p>
<p>Para começar, vale saber que esse <strong>odor surge a partir da interação entre o suor e as bactérias naturalmente presentes na pele, criando um ambiente propício para a produção de substâncias com cheiro desagradável</strong>. É o que explica a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma de consultas médicas INKI.</p>
<p>“O suor não tem cheiro. Esse odor aparece quando bactérias degradam componentes do suor e células mortas da pele, liberando substâncias responsáveis pelo cheiro característico”, desmistifica a médica.</p>
<h2>Odor mais forte</h2>
<p>Nem todo mundo sente o problema com a mesma intensidade. Isso acontece porque <strong>o mau cheiro depende de uma combinação de fatores individuais e ambientais</strong>, como:</p>
<ul>
<li>composição da <strong>microbiota</strong> da pele;</li>
<li>presença de <strong>hiperidrose</strong> (suor excessivo);</li>
<li><strong>predisposição</strong> genética;</li>
<li><strong>alterações hormonais</strong>, como na puberdade, gravidez e menopausa.</li>
</ul>
<p>Além disso, a endocrinologista integrativa Juliana Brettas destaca que <strong>questões hormonais e metabólicas influenciam o quadro</strong>. Hipertireoidismo, estresse intenso e alterações no funcionamento do organismo podem aumentar a produção de suor e favorecer o ambiente para proliferação de micro-organismos.</p>
<h2>Sinais que indicam problema</h2>
<p>Embora o chamado “chulé” seja a causa mais comum, <strong>o odor nos pés também pode ser um sinal de alterações dermatológicas ou até sistêmicas</strong>. Nesse sentido, a especialista Carolina Malavassi orienta observar se há outras queixas associadas:</p>
<ul>
<li>descamação, vermelhidão ou fissuras;</li>
<li>presença de “crateras” na pele;</li>
<li>manchas entre os dedos;</li>
<li>coceira, dor ou inflamação.</li>
</ul>
<p>“Esses sintomas podem indicar condições como micose (<em>tinea pedis</em>), eritrasma ou ceratólise plantar, que exigem tratamento específico”, esclarece a dermatologista.</p>
<p>Considerando questões sistêmicas, perda de peso, coração acelerado e ansiedade são motivos suficientes para consultar um especialista da área.</p>
<h2>O que piora o odor (e quando procurar ajuda)</h2>
<p>Como pontapé inicial para investigar a causa do mau cheiro dos pés, procure observar alguns hábitos do dia a dia. Apesar de parecerem inofensivos, esses costumes favorecem diretamente o chulé:</p>
<ul>
<li>uso frequente de calçados fechados e pouco ventilados;</li>
<li>meias sintéticas que não absorvem a umidade;</li>
<li>não secar bem os pés, especialmente entre os dedos;</li>
<li>reutilizar calçados sem deixá-los arejar;</li>
<li>não trocar as meias com frequência.</li>
</ul>
<p>Alimentação, uso de certos medicamentos e algumas doenças ainda são possíveis causas do odor. A metabologista Juliana Brettas lembra que, no caso da diabetes, pode haver alteração na sudorese, além de maior predisposição a infecções por fungos e bactérias.</p>
<p>O ideal é buscar avaliação médica quando o mau cheiro persiste mesmo com cuidados básicos, se surgem lesões na pele ou há impacto na qualidade de vida. Lembre-se de que o suor excessivo, sobretudo quando aparece de forma intensa ou repentina, também merece investigação.</p>
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		<item>
		<title>Calcanhar rachado: como fechar as fissuras antes do inverno</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-como-fechar-as-fissuras-antes-do-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calcanhar rachado]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem pense que o inverno seja a solução para o calcanhar rachado, já que as sandálias voltam para o armário e os calçados mais fechados, como tênis e botas, escondem as rachaduras. Mas a verdade é que o frio piora a situação: a pele fica mais ressecada, perde a elasticidade e abre pequenas fissuras,<a href="https://www.baruel.com.br/calcanhar-rachado-como-fechar-as-fissuras-antes-do-inverno/">Continue reading <span class="sr-only">"Calcanhar rachado: como fechar as fissuras antes do inverno"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem pense que o inverno seja a solução para o <strong>calcanhar rachado</strong>, já que as sandálias voltam para o armário e os calçados mais fechados, como tênis e botas, escondem as rachaduras. Mas a verdade é que <strong>o frio piora a situação: a pele fica mais ressecada, perde a elasticidade e abre pequenas fissuras, que podem doer e sangrar.</strong></p>
<p>Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema começa de forma silenciosa, conforme a estação vai mudando. Ocorrem o ressecamento e o espessamento da pele na região dos pés, especialmente nos calcanhares, que sofrem maior pressão no dia a dia.</p>
<p>“Os ‘rachados’ surgem a partir da área ressecada, enquanto as fissuras são um estágio mais avançado. É quando a pele se rompe e forma pequenas aberturas, aumentando o risco até mesmo de sangramento e infecções”, alerta a profissional.</p>
<h2>Por que o frio piora</h2>
<p>Além das quedas na temperatura, o <strong>inverno brasileiro é marcado pelo ar mais seco</strong>. Essa combinação climática torna o cenário perfeito para a pele perder sua hidratação natural e ceder lugar para as rachaduras.</p>
<p>Mas a culpa não é só do frio. <strong>Outros fatores aumentam o risco</strong> ou agravam o quadro ao longo do tempo:</p>
<ul>
<li>pele extremamente <strong>ressecada</strong>;</li>
<li>uso frequente de <strong>calçados abertos</strong>;</li>
<li>longos períodos <strong>em pé</strong>;</li>
<li><strong>sobrepeso</strong>;</li>
<li>falta de <strong>hidratação</strong>;</li>
<li><strong>doenças</strong> como diabetes.</li>
</ul>
<p>Nesse contexto, o calcanhar passa a sofrer não só com o ressecamento, mas também com a pressão constante, o que favorece o surgimento de cortes mais profundos.</p>
<h2>Quando o ressecamento vira alerta</h2>
<p>É bom lembrar que nem todo ressecamento exige intervenção imediata. Ainda assim, é importante saber identificar quando o quadro evolui para algo mais sério.</p>
<p>Para se ter uma ideia, em estágios iniciais, a pele tende a ficar apenas áspera e esbranquiçada. Por outro lado, quando surgem fissuras profundas, os sinais mudam. Atente-se quando identificar:</p>
<ul>
<li><strong>dor</strong> ao caminhar;</li>
<li>presença de cortes visíveis;</li>
<li><strong>sangramento</strong>;</li>
<li><strong>desconforto</strong> constante.</li>
</ul>
<h2>Como tratar e evitar piora</h2>
<p>A podóloga Simone Bonani compartilha formas eficientes de fechar as fissuras antes do frio chegar. Com constância, adote essas medidas:</p>
<ul>
<li>hidratação diária;</li>
<li>uso de meias para potencializar os cremes;</li>
<li>uso de calçados adequados;</li>
<li>tomar banhos mornos;</li>
<li>não andar descalço;</li>
<li>não lixar os pés em casa.</li>
</ul>
<p>“Ureia, ácido salicílico e lactato de amônio são bons ativos para investir, com prescrição, porque promovem hidratação e renovação da pele. Em casos leves, a melhora pode aparecer em poucos dias”, afirma a profissional.</p>
<p>Para os quadros mais avançados, são necessárias algumas semanas de cuidados contínuos, além da avaliação e orientação de um especialista, sobretudo para a recomendação de produtos seguros.</p>
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		<title>Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Queimação e Dor nas pernas e pés]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação biomecânica]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pé]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria. De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro<a href="https://www.baruel.com.br/sente-dor-ao-andar-rapido-saiba-o-que-pode-ser/">Continue reading <span class="sr-only">"Sente dor ao andar rápido? Saiba o que pode ser"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Andar mais rápido até pode acelerar a respiração pelo esforço repentino, mas não causar dor nos pés. O esperado é sempre ser uma caminhada estável e sem desconforto, portanto, <strong>qualquer alteração é sinal de alerta e aviso de que a biomecânica não está funcionando como deveria</strong>.</p>
<p>De acordo com a ortopedista Fabiana Maria Freitas, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), essa dor está diretamente ligada a <strong>alterações na forma como o corpo distribui o peso durante o movimento</strong>.</p>
<p>Além disso, a médica reforça que o desconforto não deve ser ignorado. “Sentir dor não é normal. O aceitável é caminhar com estabilidade e sem dor. Qualquer alteração em relação a isso deve ser investigada”, avisa.</p>
<h2>O que pode estar por trás</h2>
<p>A dor ao caminhar rápido pode ter diferentes origens, mas costuma estar ligada a <strong>alterações na marcha ou na forma de pisar, como pronação ou supinação</strong>. Outros sintomas comuns disso são <strong>calosidades e desgaste irregular dos sapatos</strong>.</p>
<p>É importante destacar que essas mudanças biomecânicas <strong>não impactam apenas os pés, mas também outras regiões, gerando dores articulares nos tornozelos, joelhos, quadril e até na coluna lombar.</strong></p>
<p>A especialista em pé e tornozelo esclarece que isso acontece porque o corpo funciona de forma integrada, ou seja, um desequilíbrio em qualquer região pode sobrecarregar outras áreas.</p>
<h2>Quando a dor é um sinal de alerta</h2>
<p>Nenhuma dor deve ser ignorada, mas alguns sinais reforçam que é hora de buscar avaliação. O principal deles é a persistência ao longo do tempo. Vale observar também:</p>
<ul>
<li>desconforto que não melhora espontaneamente;</li>
<li>dor associada à caminhada, mesmo em atividades simples;</li>
<li>sensação de sobrecarga nos pés ou tornozelos.</li>
</ul>
<p>A ortopedista Fabiana Maria Freitas reforça a importância de olhar para outras estruturas dos pés, como a fáscia plantar, os tendões e as articulações, já que a má distribuição de carga pode afetar essas regiões e aumentar o risco de lesões a longo prazo.</p>
<h2>Como evitar o problema</h2>
<p>O <strong>tratamento depende da causa da dor</strong>, mas, de forma geral, envolve uma combinação de medidas para corrigir a sobrecarga e melhorar a mecânica da caminhada. Entre as principais abordagens estão:</p>
<ul>
<li>escolha de <strong>calçados adequados</strong> ao tipo de pisada;</li>
<li><strong>uso de palmilhas</strong> com prescrição;</li>
<li><strong>fisioterapia</strong> e reabilitação motora;</li>
<li>fortalecimento muscular para melhorar a estabilidade;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos ou intervenções</strong> (em casos específicos).</li>
</ul>
<p>“Os quadros de dor em região de pé e tornozelo sempre merecem uma avaliação individual e detalhada. Os exames complementares são solicitados conforme a suspeita clínica, mas a imagem isoladamente não substitui a avaliação médica”, orienta a especialista.</p>
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		<title>Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/pes-rachados-e-trabalho-em-pe-como-aliviar-o-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[fissura podal]]></category>
		<category><![CDATA[pés rachados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[rachaduras no pés]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns. Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a<a href="https://www.baruel.com.br/pes-rachados-e-trabalho-em-pe-como-aliviar-o-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. <strong>Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns.</strong></p>
<p>Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a longas jornadas, ele começou a perceber mudanças nos pés ao longo dos anos, com o calcanhar ficando mais grosso e o surgimento das rachaduras.</p>
<p>“No fim do dia, até doía para andar, mas ignorei por muito tempo. Agora minha namorada me ensinou a cuidar melhor: passar um hidratante mais potente após o banho, não usar chinelo com frequência e trabalhar com sapatos confortáveis”, conta.</p>
<h2>Quem trabalha em pé sofre mais</h2>
<p>Não é coincidência: quem passa o dia em pé realmente tem mais chance de desenvolver rachaduras nos pés. Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema está na <strong>pressão constante sobre os calcanhares.</strong></p>
<p>“<strong>O peso do corpo, somado ao atrito, favorece o espessamento da pele.</strong> Com o tempo, o ressecamento, aliado à carga contínua, leva às fissuras”, explica a profissional.</p>
<p>No entanto, isso não acontece de uma hora para a outra. <strong>O processo é gradual e começa pelo ressecamento.</strong> Quanto mais ressecar, mais grossa a pele fica. É aí que surgem as rachaduras, que podem até mesmo sangrar e doer.</p>
<h2>Quando o problema deixa de ser estético</h2>
<p><strong>Nem toda rachadura é igual</strong>. Além disso, em alguns casos, o quadro deixa de ser superficial e afeta o dia a dia da pessoa para além da estética.</p>
<p>Os principais <strong>sinais de alerta</strong> são:</p>
<ul>
<li>fissuras profundas;</li>
<li>dor ao caminhar;</li>
<li>sangramento;</li>
<li>vermelhidão;</li>
<li>sensibilidade na região.</li>
</ul>
<p>Diante de tais situações, Simone Bonani recomenda procurar um profissional para evitar complicações. Isso porque ter um ou mais desses sintomas indica que a pele já perdeu sua função de barreira protetora.</p>
<h2>O que ajuda (ou piora) no dia a dia</h2>
<p>A boa notícia é que alguns <strong>cuidados simples fazem diferença</strong>, sobretudo para aqueles trabalhadores que, assim como o açougueiro Bruno Morais, não conseguem evitar longos períodos em pé. Vale apostar em:</p>
<ul>
<li><strong>hidratar os pés todos os dias</strong>, principalmente após o banho;</li>
<li><strong>manter a pele sempre limpa e seca;</strong></li>
<li><strong>evitar andar descalço</strong>;</li>
<li>fazer a <strong>remoção de calosidades</strong> com um profissional.</li>
</ul>
<p>“O tipo de calçado também pesa muito. Sapatos confortáveis e com bom amortecimento ajudam a reduzir o impacto. Já modelos abertos ou muito rígidos tendem a piorar o quadro”, afirma a podóloga Simone.</p>
<p>Por último, vale um ponto de atenção: nada de tentar remover a pele em casa com lâminas ou objetos cortantes. Essa prática pode agravar as fissuras e aumentar o risco de infecção, especialmente em pessoas com diabetes.</p>
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		<item>
		<title>Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/chule-por-que-alguns-pes-cheiram-mais-do-que-outros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados diários]]></category>
		<category><![CDATA[mau cheiro]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mau odor nos pés, conhecido popularmente como chulé, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma combinação de fatores. Conforme explica a dermatologista<a href="https://www.baruel.com.br/chule-por-que-alguns-pes-cheiram-mais-do-que-outros/">Continue reading <span class="sr-only">"Chulé: por que alguns pés cheiram mais do que outros?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>mau odor nos pés</strong>, conhecido popularmente como <strong>chulé</strong>, é comum e pode causar bastante desconforto no dia a dia. Mas já reparou que esse cheirinho desagradável varia entre cada pessoa? Enquanto para uns é uma queixa constante, outros passam longe do problema. Por trás disso, há uma <strong>combinação de fatores</strong>.</p>
<p>Conforme explica a dermatologista Adriana Brito, do dr.Consulta, o cheiro, também chamado de bromidrose plantar, é uma <strong>consequência do arranjo que envolve suor, bactérias e o ambiente em que os pés ficam ao longo do dia.</strong></p>
<p>“O chulé é causado pela ação de bactérias que vivem naturalmente na pele. <strong>O suor dos pés não tem cheiro, mas, quando se mistura com células mortas e queratina, essas bactérias liberam substâncias como o ácido isovalérico, responsável pelo odor característico</strong>”, observa a médica.</p>
<h2>Por que uns mais e outros menos</h2>
<p>Nem todo mundo sofre com o problema na mesma intensidade. Isso acontece porque o chulé não depende apenas dos hábitos, mas também de <strong>fatores biológicos e individuais</strong>, ou seja, muda de pessoa para pessoa.</p>
<p>Segundo a especialista, há uma predisposição que envolve <strong>genética, alterações hormonais e condições</strong> como hiperidrose, que causa suor excessivo. Além disso, fatores como <strong>obesidade, diabetes e até o tabagismo</strong> podem aumentar o risco.</p>
<p>Vale desmistificar que nem sempre quem transpira mais terá odor mais forte. A intensidade depende mesmo é da combinação entre suor, bactérias e umidade retida, e não apenas da quantidade de suor. Afinal, a composição da microbiota da pele também varia individualmente.</p>
<h2>O que favorece o chulé</h2>
<p>Alguns fatores do dia a dia criam o ambiente ideal para a proliferação de bactérias e intensificam o odor. Entre os principais, estão:</p>
<ul>
<li>uso prolongado de <strong>sapatos fechados ou sintéticos</strong>;</li>
<li><strong>meias de náilon ou poliéster</strong>, que não absorvem a umidade;</li>
<li><strong>não secar bem os pés,</strong> sobretudo entre os dedos;</li>
<li><strong>uso repetido do mesmo calçado</strong>, sem tempo para ventilação;</li>
<li><strong>consumo de alimentos</strong> como alho, cebola e curry;</li>
<li>uso de <strong>medicamentos que alteram o suor</strong>.</li>
</ul>
<p>A dermatologista Adriana Brito reforça que o tipo de calçado também tem papel central no desenvolvimento (ou não) do chulé. Sapatos muito fechados, como tênis e botas ou de material sintético, tendem a reter o calor e a umidade, funcionando como uma “incubadora” para os fungos e bactérias.</p>
<h2>Sinais de alerta e tratamento</h2>
<p>Embora seja comum, o chulé pode, em alguns casos, estar associado a problemas dermatológicos. É recomendado investigar se, ao mesmo tempo, houver outros sintomas como:</p>
<ul>
<li><strong>coceira</strong>;</li>
<li><strong>vermelhidão;</strong></li>
<li><strong>descamação;</strong></li>
<li><strong>fissuras;</strong></li>
<li><strong>bolhas;</strong></li>
<li><strong>maceração da pele.</strong></li>
</ul>
<p>“Quando o odor vem acompanhado de alterações na pele pode haver infecção fúngica ou bacteriana associada”, alerta a médica. Nesses casos, apenas o dermatologista pode diagnosticar a condição e orientar o melhor tratamento.</p>
<p>No entanto, se a queixa for só o mau odor, hábitos simples costumam resolver: boa higiene, secar os pés, investir em meias adequadas e alternar os calçados. Se isso não for suficiente, o especialista pode receitar antitranspirantes, medicamentos ou até botox para reduzir o suor.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/usar-tenis-sem-meia-aumenta-o-risco-de-frieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[meias]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[pé de atleta]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde do pé]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.baruel.com.br/?p=4790</guid>

					<description><![CDATA[<p>Deixar as meias de lado na hora de calçar o tênis pode parecer apenas uma questão de conforto ou estilo. No entanto, quando o assunto é saúde, esse hábito tende a ser prejudicial, pois aumenta o risco de frieira (o famoso pé de atleta) e outras micoses nos pés. A culpa é do suor excessivo<a href="https://www.baruel.com.br/usar-tenis-sem-meia-aumenta-o-risco-de-frieira/">Continue reading <span class="sr-only">"Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deixar as meias de lado na hora de calçar o tênis</strong> pode parecer apenas uma questão de conforto ou estilo. No entanto, quando o assunto é saúde, esse hábito <strong>tende a ser prejudicial</strong>, pois aumenta o risco de <strong>frieira</strong> (o famoso pé de atleta) e outras <strong>micoses nos pés</strong>. A culpa é do <strong>suor excessivo e do uso prolongado do calçado</strong>.</p>
<p>Segundo a dermatologista Isabela Pitta, a frieira é uma micose causada por fungos dermatófitos, principalmente a <em>Tinea pedis</em>. Esses micro-organismos se desenvolvem com facilidade em ambientes quentes, úmidos e abafados, características comuns identificadas dentro do tênis.</p>
<p>“Quando usamos tênis sem meia, o suor fica em contato direto com o calçado, a ventilação diminui e a pele permanece úmida por mais tempo. Esse cenário é perfeito para a proliferação de fungos”, explica a especialista.</p>
<h2>Umidade, calor e atrito</h2>
<p>De acordo com Isabela, umidade, calor e atrito formam a tríade perfeita para surgirem infecções nos pés.</p>
<ul>
<li><strong>Umidade</strong>: o suor amolece a camada superficial da pele e acaba facilitando pequenas fissuras;</li>
<li><strong>Calor</strong>: o ambiente fechado do tênis aumenta a temperatura local e favorece o crescimento fúngico;</li>
<li><strong>Atrito</strong>: microlesões na pele servem como porta de entrada para fungos e bactérias.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale lembrar que os fungos não surgem “do nada”: eles podem já estar presentes no ambiente ou no próprio calçado. Isso porque<strong> o tecido interno do tênis pode acumular micro-organismos se não houver ventilação adequada, levando a reinfecções diárias</strong>. Nesse contexto, a meia funciona como uma barreira absorvente muito eficaz.</p>
<h2>A influência do calçado</h2>
<p>Há diferença entre usar tênis sem meia por pouco tempo e por longos períodos. O uso rápido e ocasional representa risco menor, especialmente se o pé não transpira muito.</p>
<p>“Já o uso prolongado, como durante horas de trabalho, na academia ou em atividades intensas, aumenta significativamente o risco, pois mantém o pé abafado e exposto à umidade por mais tempo”, acrescenta a médica.</p>
<p>Alguns modelos também elevam as chances: tênis de material sintético que não respiram, modelagens muito fechadas ou calçados usados diariamente sem tempo adequado para secagem completa.</p>
<h2>Primeiros sintomas e prevenção</h2>
<p>A dermatologista Isabela Pitta orienta observar sinais iniciais que indicam o desenvolvimento de frieria, como:</p>
<ul>
<li><strong>coceira</strong> entre os dedos;</li>
<li><strong>descamação</strong> esbranquiçada;</li>
<li><strong>mau cheiro</strong> persistente;</li>
<li><strong>ardor</strong> ou sensação de <strong>queimação</strong>;</li>
<li>pequenas <strong>fissuras</strong> na pele;</li>
<li><strong>pele úmida</strong> ou <strong>macerada</strong> entre os dedos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pessoas com diabete devem ter atenção redobrada, já que pequenas lesões nos pés podem evoluir com mais facilidade, enquanto pacientes com hiperidrose plantar (suor excessivo) também apresentam risco aumentado pela umidade contínua. De modo geral, quanto mais cedo o tratamento é iniciado, mais simples costuma ser a resolução.</p>
<p>A especialista compartilha algumas <strong>dicas de prevenção</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>alternar os calçados;</strong></li>
<li><strong>deixar o tênis secar completamente;</strong></li>
<li><strong>evitar compartilhar sapatos;</strong></li>
<li><strong>preferir meias de tecidos absorventes</strong>, como dry fit e poliamida, ou tecnológicos respiráveis, com ajuste adequado e costura suave;</li>
<li><strong>sempre usar meias</strong>, mesmo que sejam mais simples, e trocá-las uma ou mais vezes ao dia, se necessário.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É importante lembrar que nem toda coceira indica micose. Dermatites e alergias ao material do tênis também podem causar sintomas semelhantes. Por isso, a avaliação médica é fundamental”, finaliza.</p>
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