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	<title>Sintomas e Dores - Dor no pé e cuidados em um só lugar - Baruel</title>
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	<title>Sintomas e Dores - Dor no pé e cuidados em um só lugar - Baruel</title>
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		<title>Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inchaço e Edema]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, nem todo inchaço é simples ou passageiro. Às vezes, pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares, que exigem avaliação médica. O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53<a href="https://www.baruel.com.br/inchaco-retencao-de-liquido-ou-doenca-vascular/">Continue reading <span class="sr-only">"Inchaço: retenção de líquido ou doença vascular?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pernas e pés inchados costumam ser associados à retenção de líquidos</strong>, especialmente após um dia cansativo ou ao passar muito tempo na mesma posição. No entanto, <strong>nem todo inchaço é simples ou passageiro</strong>. Às vezes, <strong>pode ser sintoma de problemas mais sérios, como doenças vasculares</strong>, que exigem avaliação médica.</p>
<p>O mecânico Dorival Pinheiro Júnior, 53 anos, acreditou por meses que o inchaço que começou nos pés e depois avançou para as pernas era algo comum. Como a dor aumentava, passou a tomar analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria, mas os sintomas continuaram piorando e começaram a limitar sua mobilidade.</p>
<p>“Eu passava o dia deitado, com a perna elevada. Chegou um ponto em que já não conseguia nem calçar sapato. Demorei para ir ao médico e, quando fui, já estava em um estágio mais avançado, com insuficiência venosa”, conta.</p>
<h2>Quando o inchaço merece atenção</h2>
<p>A cirurgiã vascular Flavia Magalhães, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), explica que o <strong>edema ocasional costuma surgir nas duas pernas e em situações bem específicas</strong>: horas em pé ou sentado, viagens longas, em dias quentes ou no período pré-menstrual. A ocorrência melhora com elevação dos membros e desaparece com repouso noturno.</p>
<p><strong>Já os sinais de alerta costumam ser diferentes</strong>. O inchaço merece investigação quando está em apenas uma perna, persiste após o descanso ou vem acompanhado de sintomas como dor, vermelhidão, calor local, endurecimento da pele, escurecimento próximo aos tornozelos ou feridas que não cicatrizam.</p>
<p>“A regra prática é simples: <strong>inchaço que melhora com repouso e elevação tende a ser benigno. Já o que persiste, é assimétrico ou vem acompanhado de dor, alterações na pele ou falta de ar precisa de avaliação médica</strong>”, orienta a especialista.</p>
<h2>Doenças por trás do inchaço nas pernas</h2>
<p>Entre as causas vasculares mais frequentes está a <strong>insuficiência venosa crônica</strong>, condição em que as válvulas das veias deixam de funcionar adequadamente, favorecendo o acúmulo de sangue nas pernas. Sensação de peso, cansaço, varizes, vasinhos, câimbras e alterações na pele fazem parte do quadro.</p>
<p>Outras condições importantes incluem a <strong>trombose venosa profunda</strong> (TVP), caracterizada pela formação de coágulos nas veias profundas, e o <strong>linfedema</strong>, provocado por alterações no sistema linfático.</p>
<p>Procure atendimento médico com urgência em situações como:</p>
<ul>
<li>inchaço súbito e doloroso em apenas uma perna;</li>
<li>inchaço acompanhado de falta de ar ou dor no peito;</li>
<li>vermelhidão, calor e dor intensa na perna;</li>
<li>feridas que não cicatrizam;</li>
<li>alterações persistentes na cor ou textura da pele;</li>
<li>inchaço que não melhora após alguns dias de repouso;</li>
<li>varizes dolorosas, inflamadas ou com sangramento.</li>
</ul>
<p>É importante lembrar que<strong> nem todo inchaço tem origem vascular</strong>. <strong>Doenças do coração, dos rins e do fígado também podem causar edema</strong>, geralmente nas duas pernas, e precisam ser consideradas durante a investigação.</p>
<h2>Como descobrir a causa do problema</h2>
<p>Se houver suspeita de doença vascular, o principal exame utilizado é o ecodoppler venoso, um ultrassom capaz de mostrar o fluxo sanguíneo nas veias e identificar alterações como refluxo, obstruções e coágulos.</p>
<p>Segundo a médica Flavia Magalhães, algumas medidas ajudam tanto a prevenir problemas vasculares quanto a controlar quadros iniciais. Vale destaque para:</p>
<ul>
<li>praticar <strong>atividade física regularmente</strong>;</li>
<li>evitar longos períodos parado;</li>
<li>elevar as pernas ao final do dia;</li>
<li><strong>manter o peso</strong> adequado;</li>
<li><strong>não fumar</strong>;</li>
<li><strong>controlar doenças</strong> como diabetes, hipertensão e colesterol alto;</li>
<li>em alguns casos, as meias de compressão podem ser indicadas.</li>
</ul>
<p>Quando o edema está relacionado apenas à retenção de líquidos, as orientações costumam incluir caminhar, hidratar-se adequadamente, moderar o consumo de sal, evitar permanecer muito tempo na mesma posição e elevar as pernas.</p>
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		<item>
		<title>Calos: proteção do corpo ou sinal de problema?</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calos-protecao-do-corpo-ou-sinal-de-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calo e Calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calo]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade plantar]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[podologia]]></category>
		<category><![CDATA[podólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os calos nos pés são frequentemente vistos apenas como um incômodo. No entanto, o que muitos não sabem é que eles representam um mecanismo de defesa do próprio corpo. A pele, ao sofrer pressão ou atrito constante, reage se tornando mais espessa na tentativa de proteger as camadas mais profundas. Ou seja, o calo não<a href="https://www.baruel.com.br/calos-protecao-do-corpo-ou-sinal-de-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Calos: proteção do corpo ou sinal de problema?"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os calos nos pés são frequentemente vistos apenas como um incômodo. No entanto, o que muitos não sabem é que eles representam um <strong>mecanismo de defesa do próprio corpo</strong>. A pele, ao sofrer pressão ou atrito constante, reage se tornando mais espessa na tentativa de proteger as camadas mais profundas. Ou seja, o calo não surge por acaso, ele é um sinal.</p>
<p>Esse sinal não deve ser ignorado.<strong> Quando há formação de calos, existe um fator causador por trás,</strong> como o uso de calçados inadequados, alterações na pisada, sobrecarga em determinadas regiões do pé ou até deformidades ósseas. O problema começa quando essa proteção natural se torna excessiva.</p>
<p>Com o tempo, o acúmulo de queratina pode causar dor, ardência e até dificuldade para caminhar. Em alguns casos, o calo pode evoluir para lesões mais profundas, como fissuras ou até ulcerações, principalmente em pessoas com sensibilidade reduzida, como idosos e diabéticos.</p>
<p><strong>Um erro muito comum é tentar remover os calos em casa</strong>, utilizando lâminas, lixas agressivas ou produtos inadequados. Essas práticas podem causar lesões, infecções e agravar ainda mais o quadro, transformando um problema potencialmente simples em algo mais sério.</p>
<p>É nesse contexto que entra a atuação do podólogo. O profissional não apenas realiza a remoção segura do excesso de queratina, mas também investiga a causa do problema. Avaliar a distribuição de pressão nos pés, orientar sobre calçados adequados e, quando necessário, indicar recursos como palmilhas ou correções são passos fundamentais para evitar a recorrência.</p>
<p>Mais do que eliminar o calo, é preciso entender por que ele está ali.</p>
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		<title>O que nunca fazer quando a unha encrava</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/o-que-nunca-fazer-quando-a-unha-encrava/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
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		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada. Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa. A jornalista Gabriela de Souza,<a href="https://www.baruel.com.br/o-que-nunca-fazer-quando-a-unha-encrava/">Continue reading <span class="sr-only">"O que nunca fazer quando a unha encrava"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada.</strong> Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa.</p>
<p>A jornalista Gabriela de Souza, 32 anos, percebeu os primeiros sintomas quando começou a sentir incômodo na lateral do dedo. Ao notar uma pequena ponta da unha entrando na pele, decidiu tentar removê-la usando um alicate.</p>
<p>“Quando vi que estava vermelho, olhei com mais atenção e encontrei a pontinha da unha. Peguei um alicate e tentei tirar, mas acabei cortando no meio. A dor aumentou e tive até um rubor na região. Depois descobri que estava com infecção”, relata.</p>
<h2>O que causa a unha encravada</h2>
<p>A podóloga Sueli Santos explica que a <strong>unha encravada, conhecida tecnicamente como onicocriptose</strong>, <strong>acontece quando uma das laterais da unha cresce e penetra na pele ao redor. Isso é bastante comum e pode surgir por diferentes motivos.</strong></p>
<p>Entre as <strong>causas mais frequentes estão o corte incorreto das unhas, sobretudo quando os cantinhos são retirados, o uso de sapatos apertados, o formato natural da unha e pancadas repetidas nos dedos</strong>. Os primeiros sinais costumam incluir <strong>dor ao toque, vermelhidão, inchaço e desconforto ao caminhar ou usar meias e calçados.</strong></p>
<p>“Muitas pessoas acreditam que vai passar sozinho, mas é justamente nessa fase inicial que a situação costuma ser mais fácil de resolver. <strong>Quanto mais cedo houver atenção, menor a chance de complicações</strong>”, orienta a profissional.</p>
<h2>O que nunca fazer</h2>
<p>Segundo a profissional, <strong>a tentativa de resolver o problema em casa está entre os erros mais comuns observados no atendimento.</strong> Frequentemente, a pessoa tenta retirar uma pequena parte da unha e acaba provocando mais inflamação do que havia no início.</p>
<p>Por isso, algumas práticas devem ficar de fora da rotina:</p>
<ul>
<li>cavar a lateral da unha com alicate, pinça ou objetos pontiagudos;</li>
<li>arrancar pedaços da unha por conta própria;</li>
<li>cortar os cantinhos para tentar liberar a pele;</li>
<li>cortar a unha curta demais;</li>
<li>ignorar sinais de inflamação;</li>
<li>compartilhar instrumentos sem esterilização adequada;</li>
<li>usar receitas caseiras ou produtos sem orientação profissional.</li>
</ul>
<p>Tais medidas podem provocar ferimentos, sangramentos, inflamações e infecções. Em alguns casos, acabam favorecendo o surgimento de uma espécie de tecido elevado e doloroso ao redor da unha, o que dificulta ainda mais a recuperação.</p>
<h2>Quando procurar ajuda</h2>
<p><strong>O tratamento da unha encravada depende do estágio do problema e da causa envolvida.</strong> Por isso, a recomendação da especialista é procurar um podólogo logo nos primeiros sinais, antes que a situação evolua.</p>
<p>A avaliação profissional se torna indispensável se surgirem inflamação importante, secreção, sangramento ou sinais de infecção. Nesses casos, tentar insistir em soluções caseiras pode agravar ainda mais o quadro.</p>
<p>Além disso, a podóloga reforça que as unhas devem ser cortadas da forma mais reta possível, sem retirar os cantos. <strong>Pessoas com diabetes ou problemas de circulação merecem atenção redobrada</strong>, já que qualquer machucado nos pés pode trazer complicações maiores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[micose]]></category>
		<category><![CDATA[onicomicose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma unha começa a esfarelar, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados. De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as<a href="https://www.baruel.com.br/unha-esfarelando-sempre-indica-micose-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Unha esfarelando sempre indica micose? Descubra"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quando uma unha começa a esfarelar</strong>, é comum pensar imediatamente em micose. Embora esta seja uma das causas mais frequentes, está longe de ser a única. <strong>Doenças dermatológicas, traumas e até problemas de saúde entram nessa lista e merecem ser investigados.</strong></p>
<p>De acordo com a dermatologista Carolina Malavassi, da plataforma INKI de consultas médicas, as <strong>unhas esfarelando não devem ser interpretadas automaticamente como uma infecção fúngica.</strong> Por isso, o diagnóstico correto é fundamental para evitar tratamentos inadequados e identificar a verdadeira origem do problema.</p>
<p>“Além da onicomicose, que é a micose das unhas, outras condições podem causar alterações semelhantes, como <strong>psoríase, líquen plano, traumas repetitivos, algumas deficiências nutricionais e até tumores</strong>, como o carcinoma espinocelular e o onicomatricoma”, esclarece a especialista.</p>
<h2>Como identificar micose nas unhas</h2>
<p>Não adianta considerar apenas o esfarelamento como sinal de infecção fúngica. A médica explica que a micose costuma provocar um conjunto de alterações que ajudam a diferenciar o quadro de outros problemas dermatológicos, como:</p>
<ul>
<li>descoloração da unha, que pode ficar amarelada, esbranquiçada, acastanhada, esverdeada ou escura;</li>
<li>espessamento da lâmina ungueal;</li>
<li>descolamento da unha do leito ungueal (onicólise);</li>
<li>perda de brilho;</li>
<li>fragilidade e quebra com facilidade;</li>
<li>deformidades, sulcos e superfície irregular;</li>
<li>odor desagradável, em alguns casos.</li>
</ul>
<p>Além disso, em situações mais avançadas, a infecção pode causar manchas brancas, inflamação ao redor da unha e destruição significativa da sua estrutura.</p>
<h2>Risco maior de desenvolver micose</h2>
<p><strong>As unhas dos pés são as mais afetadas porque os fungos encontram condições favoráveis para se multiplicarem em ambientes úmidos, escuros e pouco ventilados, como as meias e os sapatos.</strong></p>
<p>Outros fatores associados ao desenvolvimento da onicomicose incluem <strong>traumas repetitivos nas unhas, frieira, idade avançada, diabetes, imunossupressão, doença vascular periférica e exposição frequente a áreas de piscinas, vestiários e chuveiros públicos.</strong></p>
<p>“<strong>A onicomicose tende a progredir quando não é tratada</strong>. Com o tempo, pode se espalhar para outras unhas, causar dor, dificultar o uso de calçados e favorecer infecções bacterianas secundárias, especialmente em pessoas com diabetes ou imunidade comprometida”, alerta a dermatologista Carolina Malavassi.</p>
<h2>Diagnóstico e tratamento</h2>
<p>A aparência da unha, sozinha, não é suficiente para confirmar uma micose. O diagnóstico começa com a avaliação clínica e pode ser complementado por exames como o micológico direto (cultura para fungos) e, em alguns casos, a análise histopatológica de fragmentos da unha.</p>
<p>Já o tratamento varia conforme a gravidade do quadro:</p>
<ul>
<li>Casos mais leves podem ser tratados com esmaltes antifúngicos, soluções ou cremes;</li>
<li>As infecções mais extensas costumam exigir medicamentos orais, que precisam de acompanhamento médico.</li>
<li>Em algumas situações, terapias combinadas podem aumentar a eficácia do tratamento.</li>
</ul>
<p>Para prevenir a micose, a especialista recomenda manter os pés sempre limpos e bem secos, usar calçados ventilados, trocar as meias regularmente, não compartilhar itens pessoais, utilizar chinelos em ambientes úmidos de uso coletivo e garantir que instrumentos de manicure e pedicure sejam esterilizados adequadamente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Calos nos pés? Saiba quando eles merecem atenção</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/calos-nos-pes-saiba-quando-eles-merecem-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calo e Calosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calo]]></category>
		<category><![CDATA[calosidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente enxerga o calo apenas como um incômodo estético ou uma consequência natural do uso de determinados calçados. Só que nem sempre ele deve ser ignorado. Se houver dor, inflamação ou impacto na caminhada, é hora de investigar o problema. Todo calo surge como resposta ao atrito e à pressão repetitiva sobre uma determinada<a href="https://www.baruel.com.br/calos-nos-pes-saiba-quando-eles-merecem-atencao/">Continue reading <span class="sr-only">"Calos nos pés? Saiba quando eles merecem atenção"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente enxerga o calo apenas como um incômodo estético ou uma consequência natural do uso de determinados calçados. <strong>Só que nem sempre ele deve ser ignorado. Se houver dor, inflamação ou impacto na caminhada, é hora de investigar o problema.</strong></p>
<p>Todo c<strong>alo surge como resposta ao atrito e à pressão repetitiva sobre uma determinada região do pé</strong>, segundo explica a podóloga Thaís Santana. O quadro merece atenção quando provoca sintomas ou limita atividades do dia a dia.</p>
<p>“<strong>Dor persistente, vermelhidão, inchaço, sangramento, fissuras ou dificuldade para caminhar são sinais de alerta. Nesses casos, o ideal é procurar ajuda especializada para avaliar a causa e receber o tratamento adequado</strong>”, orienta a profissional.</p>
<h2>Calo pode indicar problemas na pisada</h2>
<p>Embora o atrito causado pelos sapatos seja um dos principais fatores envolvidos, o ortopedista Rafael Raso, especialista em medicina esportiva, ressalta que, muitas vezes, o calo é apenas a manifestação visível de uma alteração mecânica já existente.</p>
<p><strong>Alterações na pisada, deformidades, desequilíbrios musculares e problemas na distribuição do peso corporal podem fazer com que determinadas regiões recebam mais pressão do que deveriam</strong>. Como mecanismo de proteção, a pele se torna mais espessa e forma o calo.</p>
<p>“<strong>Pés planos, pés cavos, pronação ou supinação excessivas, insuficiência do arco plantar, joanetes, dedos em garra e até fraqueza da musculatura dos pés podem favorecer o aparecimento recorrente dos calos</strong>”, explica o médico.</p>
<h2>Quando o problema deixa de ser simples</h2>
<p><strong>O próprio surgimento dos calos já merece atenção, pois indica que existe um excesso de pressão ou atrito em alguma região do pé. N</strong>o entanto, o quadro se torna mais preocupante quando começa a gerar dor ou limitações no cotidiano.</p>
<p>Vale ficar atento a sinais como:</p>
<ul>
<li>dor ao caminhar ou permanecer em pé;</li>
<li>dificuldade para praticar atividade física;</li>
<li>incômodo ao usar determinados calçados;</li>
<li>alteração da forma de andar para evitar a dor;</li>
<li>crescimento progressivo do calo;</li>
<li>vermelhidão, inflamação ou fissuras;</li>
<li>reaparecimento frequente de calo no mesmo local.</li>
</ul>
<p>Sem tratamento adequado, a tendência é que a sobrecarga continue acontecendo e passe a comprometer cada vez mais a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<h2>Tratamento e prevenção</h2>
<p>A podóloga Thaís Santana alerta que <strong>tentar remover o calo em casa costuma ser um dos erros mais comuns</strong>. O uso de lâminas, lixas em excesso ou produtos sem orientação profissional pode causar lesões e agravar o problema.</p>
<p>O <strong>tratamento geralmente envolve a remoção segura, a identificação da causa e orientações para prevenir o reaparecimento.</strong> Quando existem alterações biomecânicas associadas, o ortopedista Rafael Raso considera ainda:</p>
<ul>
<li>fortalecer a musculatura dos pés;</li>
<li>corrigir fatores mecânicos;</li>
<li>usar calçados adequados;</li>
<li>recorrer às palmilhas personalizadas, quando pertinente.</li>
</ul>
<p>“O tratamento mais eficaz é aquele que combina o cuidado local do calo com a correção dos fatores que geraram a sobrecarga. Apenas removê-lo pode aliviar os sintomas temporariamente, mas não resolve a causa do problema”, finaliza o médico.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unha infeccionada recorrente vira sinal de alerta</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/unha-infeccionada-recorrente-vira-sinal-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Unha Encravada]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[granuloma]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das unhas]]></category>
		<category><![CDATA[unha do pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unha encravada e infeccionada é uma queixa frequente nos atendimentos podológicos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples, a recorrência desse quadro deve acender um sinal de alerta importante. Quando a inflamação e a dor retornam repetidamente no mesmo local, não estamos mais diante de um problema pontual, mas sim de uma<a href="https://www.baruel.com.br/unha-infeccionada-recorrente-vira-sinal-de-alerta/">Continue reading <span class="sr-only">"Unha infeccionada recorrente vira sinal de alerta"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A unha encravada e infeccionada é uma queixa frequente nos atendimentos podológicos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples,<strong> a recorrência desse quadro deve acender um sinal de alerta importante.</strong></p>
<p>Quando a inflamação e a dor retornam repetidamente no mesmo local, não estamos mais diante de um problema pontual, mas sim de uma condição que exige investigação mais aprofundada. Fatores como corte inadequado das unhas, uso de calçados apertados, formato anatômico da lâmina ungueal e até alterações na pisada podem contribuir para esse ciclo contínuo de inflamação.</p>
<p>Além do desconforto local, a unha infeccionada recorrente pode evoluir para quadros mais graves. A presença constante de inflamação favorece a entrada de bactérias e fungos, podendo levar a infecções mais profundas, formação de granulomas (chamado “carne esponjosa”) e, em casos mais avançados, comprometimento dos tecidos ao redor.</p>
<p>O risco é ainda maior em pacientes com doenças crônicas, como diabetes, problemas circulatórios ou baixa imunidade. Nesses casos, uma lesão aparentemente simples pode evoluir rapidamente, aumentando o risco de complicações sérias.</p>
<p>É nesse contexto que o papel do podólogo se torna essencial. A atuação profissional vai além do alívio imediato da dor. Ela envolve a identificação da causa, o manejo adequado da unha, a aplicação de técnicas corretivas (como órteses ungueais) e a orientação preventiva ao paciente.</p>
<p>Ignorar a recorrência é permitir que o problema se agrave. Dor persistente, vermelhidão intensa, presença de secreção ou dificuldade para caminhar são sinais claros de que é hora de buscar ajuda especializada.</p>
<p>Atenção e tratamento adequado fazem toda a diferença.</p>
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		<title>Quando a tínea interdigital, ou frieira, se transforma em problema</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/quando-a-tinea-interdigital-ou-frieira-se-transforma-em-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosi Sant'Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[infecções fúngicas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tinea pedis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tínea interdigital, popularmente conhecida como “frieira”, é uma das infecções fúngicas mais comuns nos pés e costuma atingir principalmente a região entre os dedos. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples do dia a dia, essa condição merece atenção, pois pode evoluir, causar desconforto significativo e favorecer infecções secundárias. O ambiente entre<a href="https://www.baruel.com.br/quando-a-tinea-interdigital-ou-frieira-se-transforma-em-problema/">Continue reading <span class="sr-only">"Quando a tínea interdigital, ou frieira, se transforma em problema"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tínea interdigital, popularmente conhecida como <strong>“frieira”</strong>, é uma das infecções fúngicas mais comuns nos pés e costuma atingir principalmente a <strong>região entre os dedos</strong>. Apesar de muitas vezes ser tratada como algo simples do dia a dia, essa condição merece atenção, pois pode evoluir, causar desconforto significativo e favorecer infecções secundárias.</p>
<p>O ambiente entre os dedos dos pés reúne condições ideais para a proliferação de fungos pelo calor, umidade, pouca ventilação e abafamento prolongado em calçados fechados. Quando associado ao suor excessivo, secagem inadequada após o banho ou uso contínuo do mesmo sapato, o risco aumenta consideravelmente.</p>
<p>Os primeiros sinais geralmente incluem descamação, coceira, pele esbranquiçada, odor forte e pequenas fissuras dolorosas. Em alguns casos, a pele pode apresentar aspecto macerado, sensível e até ardência ao caminhar. Muitas pessoas acabam ignorando esses sintomas iniciais.</p>
<p><strong>Durante o inverno, os casos tendem a aumentar</strong> devido ao uso frequente de meias e calçados fechados por longos períodos. O abafamento contínuo dificulta a ventilação natural da pele e favorece ainda mais o crescimento dos fungos.</p>
<p>Além do desconforto local, a tínea interdigital pode servir como porta de entrada para bactérias, aumentando o risco de infecções mais graves, principalmente em idosos, diabéticos e pessoas com baixa imunidade.</p>
<p>A prevenção continua sendo uma das principais formas de cuidado. Secar bem entre os dedos após o banho, alternar os calçados, utilizar meias limpas e evitar permanecer com os pés úmidos por muito tempo são atitudes simples, mas extremamente importantes. Em casos persistentes, a avaliação profissional torna-se fundamental para identificar corretamente o agente causador e indicar o tratamento adequado.</p>
<p>Coceira, fissuras, descamações e alterações na pele dos pés nunca devem ser vistos como algo “normal”.</p>
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		<title>Como (e por que) higienizar sapatos por dentro</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Frieira e Micose]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Suor e Odor]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[chulé]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[higienização]]></category>
		<category><![CDATA[mau cheiro]]></category>
		<category><![CDATA[mau odor]]></category>
		<category><![CDATA[micose nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[pé de atleta]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sapato]]></category>
		<category><![CDATA[suor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos. Tudo porque os sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia, criando um ambiente favorável para fungos e bactérias. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés. De acordo<a href="https://www.baruel.com.br/como-e-por-que-higienizar-sapatos-por-dentro/">Continue reading <span class="sr-only">"Como (e por que) higienizar sapatos por dentro"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 1rem;"><strong>Lavar os pés corretamente nem sempre é suficiente para evitar mau cheiro, micose e outros desconfortos</strong>. Tudo porque os <strong>sapatos também acumulam suor, calor e resíduos ao longo do dia</strong>, criando um <strong>ambiente favorável para fungos e bactérias</strong>. Por isso, higienizar o interior dos calçados faz parte da rotina de saúde dos pés.</span></p>
<p>De acordo com a dermatologista Priscila Rettore, os <strong>sapatos funcionam como um microambiente fechado</strong>, com <strong>pouca ventilação e alta umidade</strong>. Mesmo quando os pés estão limpos, o contato frequente com um calçado contaminado pode comprometer a saúde da pele.</p>
<p>“O suor, as células mortas e os resíduos acumulados dentro do sapato servem como alimento para microrganismos. <strong>Sem higienização adequada, o calçado pode se tornar um reservatório de agentes infecciosos</strong>”, alerta a médica.</p>
<h2>Chulé também é sinal de alerta</h2>
<p>Ao contrário do que muita gente pensa, o famoso “chulé” não é apenas uma questão estética. Segundo a especialista, o odor desagradável indica desequilíbrio da microbiota dos pés causado pela ação de bactérias sobre o suor acumulado.</p>
<p>Além do mau cheiro, a <strong>falta de cuidado com os calçados pode causar</strong>:</p>
<ul>
<li>frieira e micose nos pés;</li>
<li>bromidrose;</li>
<li>infecções bacterianas superficiais;</li>
<li>irritações e dermatites.</li>
</ul>
<p>A dermatologista explica que <strong>a umidade acumulada dentro dos sapatos ainda fragiliza a barreira natural da pele</strong>, favorecendo pequenas lesões e dificultando até a eficácia de tratamentos dermatológicos tópicos.</p>
<h2>Como higienizar corretamente</h2>
<p>Segundo Joicy Silva, coordenadora de operações da OMO Lavanderia, o interior dos calçados exige cuidados delicados, sobretudo em modelos sociais ou casuais, que possuem múltiplas camadas internas e menor ventilação.</p>
<p>No dia a dia, a profissional recomenda o seguinte:</p>
<ul>
<li>usar antissépticos em pó próprios para sapatos;</li>
<li>deixar os pares ventilar após o uso;</li>
<li>evitar guardá-los imediatamente;</li>
<li>alternar os modelos durante a semana;</li>
<li>nunca guardá-los enquanto úmidos.</li>
</ul>
<p><strong>Produtos líquidos, detergentes e soluções improvisadas devem ser evitados dentro dos sapatos</strong>, já que podem causar manchas, ressecamento, craquelamento e até desgaste precoce do material.</p>
<h2>Secagem correta contra odores</h2>
<p>Depois da higienização, o processo de secagem também merece atenção. <strong>O uso de calor intenso, secadores e exposição direta ao sol podem acabar piorando o problema ao “fixar” odores e resíduos no material interno do calçado</strong>.</p>
<p>“O ideal é permitir que os sapatos <strong>sequem naturalmente</strong>, em ambiente ventilado e com circulação de ar. Ventiladores podem ajudar no processo, desde que não haja aquecimento direto”, orienta Joicy Silva.</p>
<p>Além disso, ela recomenda deixar os sapatos descansarem por, pelo menos, 30 minutos antes de guardá-los e, se possível, armazená-los em sacos respiráveis, como os de TNT, para evitar acúmulo de umidade e poeira.</p>
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		<title>Erros comuns que ressecam os pés sem você perceber</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/erros-comuns-que-ressecam-os-pes-sem-voce-perceber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calcanhar Rachado]]></category>
		<category><![CDATA[Hidratação e Emolientes]]></category>
		<category><![CDATA[Relaxamento e Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[pele do pé]]></category>
		<category><![CDATA[pele ressecada]]></category>
		<category><![CDATA[pés ressecados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[ressecamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se já sentiu os pés ásperos, esbranquiçados e ressecados, saiba que a culpa não é apenas pela falta do hidratante. Alguns hábitos bem comuns do dia a dia são verdadeiros erros quando o assunto é hidratação e podem ressecar a pele. Com o passar do tempo, a barreira cutânea é comprometida e surgem até fissuras.<a href="https://www.baruel.com.br/erros-comuns-que-ressecam-os-pes-sem-voce-perceber/">Continue reading <span class="sr-only">"Erros comuns que ressecam os pés sem você perceber"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se já sentiu os <strong>pés ásperos, esbranquiçados e ressecados</strong>, saiba que a culpa não é apenas pela falta do hidratante. <strong>Alguns hábitos bem comuns do dia a dia são verdadeiros erros quando o assunto é hidratação e podem ressecar a pele.</strong> Com o passar do tempo, a barreira cutânea é comprometida e surgem até fissuras.</p>
<p>De acordo com a podóloga Lana Fagundes, <strong>atrito constante, clima seco, uso frequente de calçados fechados e até características naturais da pele</strong> são fatores de risco para o ressecamento dos pés. Atitudes pequenas, mas repetidas, também entram na lista.</p>
<p>“Esquecer de hidratar os pés depois do banho, andar descalço com frequência e usar lixa em excesso são hábitos bastante comuns e que podem piorar muito o quadro”, alerta a profissional.</p>
<h2>Exageros também prejudicam</h2>
<p>Tudo que significa excesso não ajuda, inclusive o que diz respeito ao corpo humano. <strong>O banho muito quente pode parecer relaxante, mas a temperatura elevada da água remove a camada natural da pele, levando à perda de água pelo corpo durante todo o dia.</strong> O resultado afeta os pés, que se tornam bem mais secos, ásperos e sensíveis a longo prazo.</p>
<p>Lana Fagundes também alerta para o <strong>uso exagerado de sabonetes e outros produtos de higiene</strong>. Isso porque certos componentes na formulação podem retirar a proteção da pele e facilitar ainda mais o ressecamento da região.</p>
<p>A mesma lógica vale para o uso de determinados calçados. <strong>Sapatos muito fechados, apertados ou peças utilizadas por muitas horas seguidas aumentam o abafamento, o atrito e a pressão nos pés</strong>, deixando-os mais espessos e ressecados.</p>
<h2>Quando é hora de se preocupar</h2>
<p><strong>Nem todo ressecamento representa apenas uma questão estética.</strong> Em alguns casos, a pele começa a apresentar sinais de que o problema está realmente evoluindo para algo mais intenso e que exige atenção maior. Fique de olho em:</p>
<ul>
<li>pele muito grossa;</li>
<li>aspecto esbranquiçado;</li>
<li>sensação de “casca”;</li>
<li>pequenas rachaduras;</li>
<li>dor ao pisar.</li>
</ul>
<p>A podóloga explica que, em casos mais intensos, pode ser necessário procurar um especialista para um tratamento mais específico.</p>
<h2>Hábitos simples para recuperar a pele</h2>
<p>A boa notícia é que <strong>pequenas mudanças na rotina costumam ajudar bastante na recuperação da saúde dos pés.</strong> O primeiro passo é criar uma rotina consistente de hidratação diária com produtos adequados para a região.</p>
<p>Para manter os pés hidratados, a profissional recomenda:</p>
<ul>
<li>hidratar os pés diariamente, de preferência à noite;</li>
<li>secar bem após o banho;</li>
<li>evitar água muito quente;</li>
<li>não exagerar no uso da lixa;</li>
<li>alternar os calçados;</li>
<li>usar meias de algodão.</li>
</ul>
<p>Detalhe: <strong>o inverno pode agravar o caso, já que o clima mais seco e os banhos muito quentes favorecem ainda mais a perda de hidratação da pele</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Esporão de calcâneo desaparece sozinho? Descubra</title>
		<link>https://www.baruel.com.br/esporao-de-calcaneo-desaparece-sozinho-descubra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Tenys Pé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporão de Calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Universo do Pé]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[esporão de calcâneo]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receber o diagnóstico de esporão de calcâneo costuma assustar muita gente, sobretudo pela dor ao pisar e a ideia de que existe um “osso crescendo” no pé. Mas, apesar da preocupação inicial, em muitos casos, o desconforto melhora bastante com os cuidados corretos. A verdade, porém, é que esse “probleminha” vai continuar existindo. Conforme a<a href="https://www.baruel.com.br/esporao-de-calcaneo-desaparece-sozinho-descubra/">Continue reading <span class="sr-only">"Esporão de calcâneo desaparece sozinho? Descubra"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Receber o diagnóstico de esporão de calcâneo costuma assustar muita gente, sobretudo pela dor ao pisar e a ideia de que existe um “osso crescendo” no pé</strong>. Mas, apesar da preocupação inicial, em muitos casos, <strong>o desconforto melhora bastante com os cuidados corretos.</strong> A verdade, porém, é que esse “probleminha” vai continuar existindo.</p>
<p>Conforme a fisioterapeuta Andrea Guerra Pacola, da clínica Movimento &amp; Postura, <strong>o esporão é uma ponta óssea formada no calcanhar após atritos, impactos e sobrecargas repetidas na região</strong>. O crescimento acontece como uma espécie de <strong>resposta de defesa do próprio corpo</strong>.</p>
<p><strong>“O esporão nunca vai desaparecer completamente, porque é uma ponta do osso. O que melhora é o processo inflamatório ao redor dele</strong>. Muitas vezes, a dor some, mas ele continua lá, sem incomodar”, afirma a profissional.</p>
<h2>Não some, mas melhora</h2>
<p>Você sabia que nem sempre a dor sentida vem do esporão? É por isso que muitas pessoas só descobrem a condição após exames de imagem. Normalmente, <strong>o que leva os pacientes ao consultório é o desconforto, mas associado a outras condições.</strong> Fascite plantar é uma dessas situações.</p>
<p>“A fascite plantar costuma ser uma das responsáveis pela dor. O esporão geralmente provoca um processo inflamatório na fáscia plantar, uma faixa de tecido que vai do calcanhar até os dedos dos pés. Essa inflamação é o que causa sensibilidade e desconforto ao pisar”, cita a fisioterapeuta.</p>
<p>Para avaliar se o quadro de esporão está se resolvendo, vale observar se há:</p>
<ul>
<li>menos dor ao pisar pela manhã;</li>
<li>redução da sensibilidade ao apertar a região;</li>
<li>caminhada mais confortável ao longo do dia.</li>
</ul>
<h2>Alguns hábitos pioram sintomas</h2>
<p>Por outro lado, a piora também pode acontecer. <strong>Passar longos períodos em pé e sobrecarregar a região</strong> são exemplos de hábitos bastante prejudiciais.</p>
<p>O uso de <strong>calçados inadequados</strong> é outro fator que costuma afetar negativamente o desconforto. Entre as piores escolhas, a fisioterapeuta Andrea Guerra cita os sapatos sem amortecimento, os chinelos e as rasteirinhas, especialmente para quem já sente dor no calcanhar.</p>
<p>Além disso, ignorar os sinais de dor e manter uma rotina intensa de impacto sem adaptação adequada pode dificultar ainda mais a recuperação da região a longo prazo.</p>
<h2>Redução da sobrecarga</h2>
<p>Avaliar a pisada e os encurtamentos musculares é o pontapé inicial do tratamento para entender o que está contribuindo para o problema do esporão. Porém, mais que o controle da dor, é necessário focar na redução da sobrecarga dos pés.</p>
<p>Para aliviar os sintomas no dia a dia, a profissional recomenda:</p>
<ul>
<li>avaliar o amortecimento do calçado;</li>
<li>observar sola e palmilha;</li>
<li>alongar panturrilhas;</li>
<li>alongar a parte posterior das coxas;</li>
<li>alongar a sola dos pés;</li>
<li>fazer compressas frias com gelo no local.</li>
</ul>
<p>“As medidas analgésicas e anti-inflamatórias utilizadas na fisioterapia também fazem parte da recuperação e costumam ser associadas à melhora da mobilidade e da distribuição de impacto durante a caminhada”, finaliza Andrea.</p>
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