Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal

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Quem tem diabetes pode fazer tratamento com laser?
Pé Diabético

Quem tem diabetes pode fazer tratamento com laser?

“Quem tem diabetes pode e deve fazer tratamento com laser”, diz Sonia Bauer, podóloga com atenção ao pé diabetico e laserterapeuta. O uso de laser no pé diabético tem vários benefícios. “Desde a cicatrização mais rápida até protocolos de inativação de microorganismos, além disso a técnica ILIB melhora e muito o sistema imunológico dos pacientes”, explica a podóloga. ILIB é uma sigla em inglês para Intravascular Laser Irradiation of Blood. Em português seria Irradiação Intravascular do Sangue com Laser. É um laser de baixa intensidade de uso terapêutico que vem sendo usado entre diabéticos e também idosos porque oferece bons resultados em doenças crônicas, melhorando a qualidade de vida do paciente. O ILIB induz reações no interior das células sem ser invasivo, ou seja é indolor, tem custo acessível e é seguro. Desde a década de 80, seu uso para tratamento de doenças cardiovasculares comprovou ser eficaz para a microcirculação. Hoje vem sendo utilizado para controle da dor, doenças metabólicas etc. Quem pode aplicar a laserterapia? Somente um profissional que possua capacitação específica em fotobiomodulacão pode aplicar a laserterapia. E apesar do uso não apresentar contraindicações e efeitos colaterais consideráveis, não é recomendado para pacientes com fotossensibilidade, câncer de pele e grávidas. “Os protocolos precisam ser personalizados, então não é uma receita de bolo que eu diga 10 ou 13 seções”, explica Sonia Bauer. Segundo ela, é preciso avaliar o paciente globalmente para poder elaborar um protocolo de acordo com as necessidades específicas dele. “A ficha de anamnese é obrigatória e é com ela que vou conseguir montar um protocolo personalizado e conversar com o paciente sobre o que é esse tratamento, explicar os benefícios e efeitos que irá proporcionar”, diz a podóloga. “Dessa forma o paciente se sente seguro e tranquilo para realizar o tratamento”, conclui Sonia.

Artrite nos pés e tornozelos: saiba identificar e tratar
Prevenção de Lesões

Artrite nos pés e tornozelos: saiba identificar e tratar

A artrite nos pés e tornozelos é um processo inflamatório crônico que provoca desgaste progressivo da cartilagem das articulações. Esse quadro causa dor, inchaço e perda gradual de movimento, impactando diretamente a qualidade de vida. Segundo o ortopedista Rafael Botelho, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as causas mais comuns incluem: Fraturas graves no tornozelo; Instabilidades crônicas após entorses mal tratadas; Alterações da pisada, como o pé plano grave; Doenças inflamatórias, como artrite reumatoide e lúpus; Infecções articulares. “A artrite é um processo inflamatório crônico que gera desgaste progressivo da cartilagem que reveste os ossos das articulações, causando dor, inchaço e redução da amplitude de movimento de forma progressiva”, explica o especialista em cirurgia minimamente invasiva do pé. Sintomas e diagnóstico Os primeiros sinais são dor e inchaço de instalação lenta, geralmente acompanhados de rigidez matinal. Para diferenciar de outros problemas articulares, como tendinites ou fascite, é importante observar a duração dos sintomas. Veja só: Problemas benignos costumam durar menos de duas semanas e cessam espontaneamente. A artrite, ao contrário, provoca dores persistentes que se estendem por meses ou anos, limitam atividades físicas e profissionais e só regridem com tratamento médico. Além disso, nos estágios mais avançados, a artrite compromete a movimentação dos pés e tornozelos. Essa limitação leva a uma sobrecarga das articulações vizinhas, já que o corpo busca compensar a dor alterando a forma de pisar e andar. Com o tempo, esse padrão favorece o surgimento de novas lesões. Tratamentos disponíveis Os procedimentos para reverter o cenário variam conforme a gravidade e devem ser sempre individualizados. De acordo com o médico, existem três abordagens principais: Não cirúrgicas: fortalecimento muscular dos membros inferiores (panturrilha, inversores e eversores do tornozelo), uso de colágeno tipo 2 para auxiliar a cartilagem remanescente e adoção de calçados de solado firme (como tênis, plataforma, papete, tamanco ou anabela) e palmilhas para corrigir alterações da pisada. Procedimentos guiados: infiltrações articulares com ácido hialurônico, que aliviam a dor por 6 a 12 meses e ajudam no deslizamento articular. Cirurgias: indicadas em casos de destruição articular ou deformidades graves, podendo envolver fusão das articulações (artrodeses) ou substituição das mesmas (artroplastias). “A escolha do tratamento é individual e feita pelo ortopedista, levando em conta o grau de destruição articular e o impacto na vida do paciente”, salienta Rafael. Cuidados no dia a dia Alguns hábitos ajudam a controlar os sintomas da artrite e prevenir crises mais dolorosas. Alguns deles são: Manter uma dieta saudável; Controlar o peso corporal; Praticar atividades de baixo impacto, como bicicleta, pilates, elíptico ou exercícios aquáticos; Fortalecer a musculatura periarticular para estabilizar tornozelos e pés. Manter o peso adequado, associado aos esportes corretos, promove a saúde das articulações e reduz o risco de artrite. Além disso, tratar precocemente alterações da pisada ou dores persistentes ajuda a evitar a progressão da doença. Sinais de alerta O alarme deve soar com dores osteoarticulares intensas ou que duram mais de duas semanas. Esses casos merecem investigação de perto pelo ortopedista para descartar ou diagnosticar a doença. “Uma lesão tratada de forma precoce com reforço muscular, palmilhas ou pequenas cirurgias pode ser revertida sem prejuízos a longo prazo. Mas negligenciar a dor pode levar a artrite com destruição articular, exigindo tratamentos e cirurgias complexas”, alerta o médico.

Como se usa o desodorante de pé?
Suor e Odor

Como se usa o desodorante de pé?

Manter os pés sempre secos, cheirosos e protegidos no dia a dia além de ser um cuidado essencial para a saúde, também é essencial para a autoestima e para o bem-estar. E um grande aliado no combate contra o suor e o mau cheiro é o desodorante para os pés. Ele ajuda combater o odor e ainda deixa a pele mais seca e fresca por mais tempo. Mas, será que você sabe usar o produto da maneira correta? Porque para que ele tenha eficácia é importante aplicá-lo corretamente. O desodorante para os pés ajuda a: Combater bactérias causadoras do odor; Controlar o excesso de suor; Reduzir a umidade; Deixar uma sensação prolongada de frescor. Como usar desodorante para os pés 1. Lave e seque bem os pés Antes de aplicar, higienize os pés com água e sabonete. E o mais importante, seque muito bem, principalmente entre os dedos, para evitar umidade. 2. Aplique o desodorante nos pés secos Com os pés completamente secos: No caso de spray, mantenha uma distância de aproximadamente 15 a 20 cm e pulverize por toda a planta dos pés, entre os dedos e, até no dorso, se desejar. No caso do formato em pó, espalhe uma quantidade suficiente para cobrir bem a pele, focando nas áreas que costumam transpirar mais. 3. Espere secar Deixe o produto agir por alguns segundos antes de colocar meias ou calçados. Isso ajuda na melhor fixação e aumenta a eficácia do produto. 4. Aplique também nos calçados Alguns desodorantes são próprios tanto para os pés quanto para os calçados. Aplicar dentro dos sapatos ajuda a combater odores persistentes e prolonga a sensação de frescor. 5. Use diariamente Inclua na sua rotina. A aplicação diária garante a proteção contínua contra o mau cheiro, principalmente em dias quentes, na prática de atividades físicas ou sempre que os pés ficam muito tempo fechados. Dicas extras para potencializar o efeito Use meias de algodão ou tecidos que absorvem a umidade. Alterne os calçados para evitar que fiquem úmidos. Combine com escalda-pés regulares e hidratação da pele para manter os pés saudáveis e livres de odores.   O desodorante para os pés é mais do que um aliado contra o mau cheiro, ele faz parte de uma rotina de cuidados com o corpo e promove bem-estar, higiene e conforto no dia a dia.

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Sem guerra no banho: lavar o cabelo pode ser divertido
Rotina de Cuidados

Sem guerra no banho: lavar o cabelo pode ser divertido

Lavar o cabelo costuma gerar tensão em muitas casas com moradores mirins. A criança chora, se encolhe, tenta fugir ou reage com irritação. Logo, o que deveria ser rotina vira confronto. Para muitos adultos, parece birra, mas vale um olhar atento ao comportamento. Conforme esclarece a psicóloga Adriana de Lima, do Hospital e Maternidade Santa Joana, a lavagem do cabelo ativa três pontos sensíveis do desenvolvimento infantil: autonomia, sensorialidade e imprevisibilidade. Dos dois aos sete anos, o senso de controle do corpo está sendo construído e qualquer sensação de invasão é intensa. “Quando a criança se sente sem controle ou em desconforto, o sistema de ameaça é ativado. Surge a resposta de luta, fuga ou congelamento. Isso é reatividade neurobiológica, não birra”, afirma a profissional. O que está por trás da resistência É importante entender que o conflito durante o banho geralmente revela uma tentativa de recuperar controle corporal. Inclinar a cabeça, fechar os olhos e sentir água escorrendo pode gerar sensação de vulnerabilidade. E medos reais entram em cena: de levar um tombo, da água entrar nos olhos, do ardor do shampoo ou sensação de sufocamento. Além disso, há também crianças com maior sensibilidade tátil e vestibular. Perfis sensoriais mais intensos não são necessariamente patológicos, mas tornam estímulos como temperatura, cheiro e toque mais impactantes. A boa notícia é que isso não deve durar para sempre. Quando o banho se conecta com vínculo e segurança, a resistência tende a diminuir. Mas se for ligado à tensão, continuará virando sinal de perigo. É fundamental trabalhar nessa mudança. Como transformar o banho em ritual de conexão Para a psicóloga Adriana de Lima, pequenos combinados funcionam melhor que imposições, porque diminuem a luta de poder e aumentam a cooperação. Vale também trabalhar com antecipação e previsibilidade para reduzir a ansiedade: avise com antecedência, explique o passo a passo e combine a duração. Outras estratégias simples podem tornar a experiência mais leve: fazer o “banho do boneco” antes; usar um espelho para a criança acompanhar o que está acontecendo; criar contagem regressiva divertida (“chuva do foguete em 3… 2… 1…”); montar “chapéu” ou “coroa” de espuma antes do enxágue; oferecer escolhas simples (“sentado ou em pé?”, “qual shampoo?”); criar histórias (“chuva mágica da floresta”); deixar uma toalha quentinha pronta para antecipar conforto. “O brincar regula o sistema nervoso. Quando a experiência vira ritual relacional, o cérebro aprende a associar banho com segurança e vínculo”, analisa a especialista. Empatia com firmeza muda o comportamento Respeitar o limite não significa abandonar a higiene. A situação pede equilíbrio entre empatia, firmeza e calma. Para isso, o cuidador deve: validar o desconforto; manter tom previsível; conduzir com segurança. Por outro lado, a psicóloga recomenda evitar ameaças, ironias, pressa brusca e contenção física sem explicação, porque costumam intensificar o conflito. Fique de olho também nos sinais de alerta que indicam memória emocional negativa do banho: entrar no banheiro já tenso; chorar antes mesmo de começar; rigidez corporal; tentativa de fuga. “O cérebro infantil aprende por repetição. Experiências previsíveis, respeitosas, lúdicas e constantes reduzem a resposta de ameaça e aumentam a cooperação ao longo das semanas. Isso é neuroplasticidade relacional”, conclui Adriana.

Mala de maternidade: o que precisa (ou não) estar na lista
Mala da Maternidade

Mala de maternidade: o que precisa (ou não) estar na lista

Montar a mala de maternidade costuma gerar dúvidas, insegurança e, em boa parte das vezes, exageros. Entre listas longas, indicações da internet e o medo de faltar algo importante, é comum que famílias acabem levando itens que nunca chegam a ser usados durante a internação. Ouvir relatos de mães e conversar com profissionais podem ajudar. É justamente esse olhar prático que a enfermeira obstetra Emanuela Gomes, que atua também como educadora perinatal, reforça no atendimento às gestantes. Para ela, o primeiro ponto é alinhar expectativa com realidade. Por exemplo, mãe e bebê saudáveis ficam internados por um período menor e isso já muda as necessidades. “Vejo malas com cinco trocas completas, acessórios e tecidos que não fazem sentido para um bebê que acabou de nascer”, relata a profissional. Nesse sentido, quanto mais robusta for a lista, maiores são as chances de conter itens desnecessários. Menos trocas, mais conforto Falando em roupinhas, a recomendação da especialista é levar três trocas de roupa para o bebê. Isso porque, nas primeiras 24 horas de vida, o recém-nascido ainda não deve tomar banho. Geralmente, só vão trocá-lo se a fralda vazar ou por uma escolha estética da família, algo comum para fotos. Quando for organizar as peças de vestuário, é bom evitar excesso de camadas e tecidos inadequados. As orientações são: Nada de lã, mantas grossas e tecidos ásperos ou muito quentes. São preferidos materiais leves, bem macios e confortáveis. Toucas, luvas e acessórios não costumam ser usados. Considere ainda a região de nascimento e estação vigente na época do parto. Frio e calor são bons guias para decidir o que deve ir na mala. O que você provavelmente não vai usar Entre os itens que mais retornam para casa sem uso estão os produtos de higiene. Chupetas, bicos e itens estéticos também entram nessa lista – a não ser em situações muito específicas, esses objetos não são necessários na maternidade. “Hoje não se recomenda o uso de sabonetes, shampoos, óleos ou produtos com cheiro na pele do recém-nascido. A orientação atual é manter o umbigo limpo e seco, apenas com água e sabão, sem álcool 70%”, explica a enfermeira obstetra Emanuela Gomes. E para a mãe? Além das roupas básicas, a educadora perinatal diz que alguns itens podem melhorar bastante o conforto da mamãe, como um travesseiro vindo de casa ou uma almofada de amamentação, já que os itens fornecidos pelo hospital podem nem sempre ser confortáveis. A produtora de eventos Aparecida Lopes, de 38 anos, se tornou mãe de um menino há quatro meses e exagerou na mala da maternidade. “Para mim, levei maquiagem, cinta e coisas para o cabelo. Não usei quase nada disso”, conta. Hoje, ela entende que o foco está no descanso e bem-estar. Portanto, não levaria nada estético, como cosméticos e acessórios. A camisola longa e o roupão também ficariam de fora da lista por não serem confortáveis. Pijamas larguinhos, absorventes geriátricos, calcinha e chinelo dão conta do recado. O tipo de parto muda a mala? Pouco ou quase nada. Assim como aconteceu com Aparecida, muitas mães definem uma via de parto e acabam tendo que mudar na hora por decisão médica. A real é que os itens principais atendem perfeitamente as duas situações. “Para o bebê, não muda absolutamente nada. Para a mãe, também não. A lista pós-parto é a mesma, com exceção de um spray para higiene da região íntima que pode ser recomendado após o parto normal”, esclarece a especialista Emanuela. Cueiros, chupetas, cintas e cosméticos seguem não sendo importantes em nenhum dos casos. Já macacão, body, calça, fraldas e cobertor são as indicações da mamãe que passou pela experiência recente. Ela dá uma dica útil: confira previamente o que já é oferecido pelo hospital para riscar da lista. Checklist: o que não deve faltar na mala de maternidade Com base na prática clínica e na experiência de quem acabou de sair da maternidade, a mala pode ser simples e bastante funcional. Anote o que não deve faltar: Para o bebê: 3 trocas de roupa leves (macacão, body, calça e meias); fraldas no tamanho RN; manta leve; roupa de saída da maternidade. Para a mãe: pijamas confortáveis; calcinha e absorventes pós-parto (o geriátrico funciona bem); chinelo; travesseiro (opcional); almofada de amamentação (se desejar); itens básicos de higiene; roupa larga para quando receber alta hospitalar. Se fosse montar a mala novamente, Aparecida priorizaria organização. “Os organizadores de roupas, com a troca completa, foram essenciais. Já deixava fralda, body, calça e macacão juntos. Isso facilita muito quando você está cansada”, compartilha.

Cabelo comprido: meu filho quer, os avós criticam. E agora?
Penteados e Produtos

Cabelo comprido: meu filho quer, os avós criticam. E agora?

Quando uma criança ou adolescente decide deixar o cabelo crescer, a escolha pode parecer simples, afinal, é só uma mudança no visual. Mas, dentro da família, o assunto às vezes vira motivo de crítica, desconforto e até conflito entre gerações. Muitos pais acabam no dilema entre respeitar a vontade do filho e lidar com a opinião dos avós. Foi o que aconteceu com a assessora de imprensa Ioná Ribeiro, de 36 anos, quando o filho adolescente decidiu assumir um estilo mais roqueiro e deixar o cabelo crescer. A reação dos avós foi imediata, intensa e bastante negativa. “Eu fui a única que sustentei a decisão do meu filho, porque meu marido também foi contra. Mas ele não estava fazendo mal a ninguém. Era uma escolha de estilo, coisa de adolescente que está se descobrindo”, conta a mãe. Quando o visual vira questão geracional Conforme explica a psicóloga Taís Almeida, escolhas que parecem simples para os pais e para a própria criança muitas vezes ativam questões mais profundas em familiares mais velhos. Isso acontece porque cada geração foi educada dentro de valores e normas sociais diferentes, sobretudo em relação à aparência, gênero e disciplina. “Para muitos avós, a aparência da criança está diretamente associada à ideia de boa educação ou até de respeito. Mudanças que fogem do padrão que consideram adequado podem gerar desconforto ou preocupação, mesmo que não exista um problema real”, observa a especialista. Ela acrescenta que familiares de gerações anteriores cresceram em contextos com menos espaço para expressão individual. Quando veem uma criança exercendo autonomia, isso pode soar como permissividade ou falta de limites, ainda que esteja dentro de um desenvolvimento saudável. Por trás das críticas Na maioria das vezes, as falas dos avós não nascem da intenção de ferir, mas de um conjunto de fatores emocionais e culturais. Entre os principais estão: preocupação genuína com possíveis críticas ou bullying; valores mais rígidos sobre aparência e papéis de gênero; dificuldade em lidar com a mudança de papéis dentro da família; medo do julgamento social sobre a imagem familiar. “Comentários repetidos começam a moldar a forma como a criança se enxerga. Quando a crítica é frequente, pode gerar insegurança, vergonha ou medo excessivo de julgamento”, pontua a psicóloga Taís Almeida. Compreender essas camadas ajuda os pais a responderem com mais serenidade, sem transformar a situação em confronto, mas também sem abrir mão de decisões que favoreçam o desenvolvimento emocional da criança. Proteger a autonomia sem romper vínculos Permitir pequenas escolhas apropriadas à idade, como o estilo do cabelo, contribui para a construção da identidade, da autoestima e da sensação de pertencimento ao próprio corpo. No entanto, autonomia não significa ausência de limites: a liberdade saudável acontece em um ambiente seguro e com regras claras. Quando os pais sustentam a decisão com firmeza e respeito, transmitem uma mensagem clara de proteção emocional. “Reconhecer a intenção do familiar e, ao mesmo tempo, reafirmar o papel parental ajuda a estabelecer limites sem desqualificar o outro”, orienta a profissional. Foi justamente essa postura que a mãe Ioná adotou ao conversar com os avós. “Falei que respeito o gosto deles e que deveriam respeitar o do meu filho. Não precisam gostar nem fazer igual, mas não falarão coisas que possam machucá-lo. Dali para frente, o assunto não entrou mais em pauta”, relata, sem arrependimentos.

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