Joanete
O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.
Produtos
Corretivo de Joanete Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
Corretivo entre dedos. Alinha a articulação e evita a progressão do joanete. Ajuste anatômico e reutilizável.
Corretivo de Joanete Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel
Corretivo entre dedos para alinhamento da articulação. Evita a progressão da deformidade com ajuste anatômico.
Luva Protetora de Joanete Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
Protetor de joanete para alívio da dor e proteção contra o atrito. Ajuste perfeito para maior fixação e mobilidade.
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Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Como aliviar dores de joanetes
Quem tem joanete sabe que passar muito tempo com um calçado apertado, que incomoda a saliência do osso, é sinônimo de chegar em casa com o pé dolorido. Afinal, quando esse osso meio saltado é pressionado, a bursa — uma bolsa com líquido que envolve a joanete — inflama, causando uma dor aguda e vermelhidão no local. Nessas horas, o que fazer? Quando o joanete já está dolorido, a primeira atitude a tomar é tirar o sapato assim que possível. Confira, a seguir, o que mais você pode fazer para aliviar a dor no pé. Faça uma bolsa de gelo Ao chegar em casa, você pode fazer um escalda-pés com água quente ou aplicar uma bolsa de gelo por dez minutos nessa região do pé —fazer uma massagem também pode aliviar. Aplique anti-inflamatório Para aliviar a dor, outra opção é aplicar um gel ou um spray anti-inflamatório na região do joanete, indica Isnar Moreira de Castro Junior, especialista em pé e tornozelo e chefe do grupo de pé e tornozelo do Instituto Nacional de Traumato Ortopedia (INTO). Tome um analgésico Quando o pé está dolorido, tomar um analgésico também ajuda a reduzir esse desconforto, afirma o médico ortopedista José Sanhudo, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Dê uma folga para o pé Se no dia seguinte o joanete estiver ainda um pouco incômodo, é melhor evitar usar o calçado que causou a dor. Escolha um sapato confortável, sem salto (ou de salto baixo), que tenha uma biqueira larga que acomode bem o pé. “O uso de calçados abertos, sem atrito com o joanete, costuma ajudar muito nos períodos de crise dolorosa”, afirma Sanhudo. Castro Junior sugere, também, exigir menos do pé. “Quando o joanete está dolorido, é bom diminuir a demanda”, diz. Use um protetor de joanete Para evitar o atrito com o calçado e a volta da dor, você pode usar um protetor de joanete —mas, antes, cheque se há espaço suficiente para acomodá-lo. “Uma vez que começa a haver uma deformação óssea do dedo, as áreas de osso proeminentes ficam em atrito com o calçado, e isso dói. Quando você protege as áreas que estão sob pressão no calçado, isso alivia a dor”, diz Castro Junior. Escolha um calçado confortável No dia a dia, a melhor maneira de lidar com o joanete para evitar as dores é usar o calçado certo, bem ajustado à largura do seu pé — e evitar os de salto alto, bico fino ou apertados. Quando devo procurar um(a) ortopedista? Se, mesmo tomando esses cuidados, as dores no joanete forem persistentes e começarem a ocorrer com mais frequência ou a prejudicar o caminhar, é melhor procurar um(a) ortopedista. “Se você tem o joanete, mas não tem muita dor, ainda assim vale a pena procurar um ortopedista para ver se é indicado fazer a cirurgia. Operar um joanete pequeno, no começo, é mais simples do que fazer o mesmo com a deformidade bem mais evoluída”, afirma Castro Junior. “A cirurgia visa retirar um pedaço do osso proeminente e corrigir a deformidade do primeiro dedo.”
Órtese ou prótese: entenda as diferenças e indicações
Quando o assunto é reabilitação e suporte para os pés, dois termos costumam gerar dúvidas: órtese e prótese. Embora ambos ajudem na mobilidade, eles possuem funções bem distintas. Enquanto as órteses auxiliam na correção e estabilização dos pés, as próteses substituem total ou parcialmente partes do membro inferior. "As órteses incluem palmilhas, tornozeleiras e suportes ortopédicos que alinham a pisada e reduzem sobrecargas articulares. Já as próteses, são indicadas para pacientes que sofreram amputação, permitindo a reabilitação funcional e a marcha”, diferencia o ortopedista Brasil Sales, especialista em medicina intervencionista da dor. Quando usar órtese nos pés As órteses podem ser indicadas em diferentes casos, trazendo benefícios para quem sofre com dores e desalinhamentos. Entre as principais condições, o médico destaca: Pé chato (pé plano): melhoram a distribuição de carga e reduz o estresse articular; Fascite plantar e esporão de calcâneo: redistribuem a pressão e aliviam a dor; Pé cavo (arco elevado): oferecem amortecimento e suporte extra; Alterações posturais: ajudam no equilíbrio biomecânico. Diabetes com neuropatia: previnem úlceras de pressão. “As contraindicações são raras, mas podem ocorrer quando há deformidades fixas graves ou adaptação inadequada, porque podem gerar desconforto”, diz Sales. Quando recorrer à prótese Já as próteses, conforme o especialista explica, são indicadas quando há amputação parcial ou total do pé. Os principais tipos incluem: Próteses transtibiais: para amputações abaixo do joelho; Próteses transfemurais: usadas em amputações acima do joelho; Próteses parciais de pé: como as de antepé ou Lisfranc. Fatores como doenças vasculares graves, falta de força ou desequilíbrio podem dificultar a adaptação à prótese. Nesses casos, exigem acompanhamento médico especializado. Órtese pode corrigir pisada errada? SIM! As órteses são bastante eficazes para corrigir desalinhamentos, proporcionando: Redistribuição da carga nos pés. Prevenção de sobrecarga em tornozelos, joelhos e quadris. Ajuste na biomecânica da marcha, especialmente em crianças. Contudo, para adultos, vale lembrar que as órteses ajudam a aliviar os sintomas, mas nem sempre corrigem completamente a pisada. Órteses previnem problemas ortopédicos? A resposta também é SIM. O uso de órteses não apenas trata, como também pode prevenir diversas condições ortopédicas: Atletas usam palmilhas personalizadas para prevenir lesões por impacto. Pessoas com predisposição à artrose reduzem o desgaste articular precoce. Quem tem pés planos pode evitar sobrecarga na coluna e joelhos. Como escolher e usar órtese ou prótese Para um uso seguro e eficaz, é necessário adotar e seguir os seguintes cuidados: Ir à avaliação médica: um ortopedista deve indicar a melhor opção. Ter ajuste adequado: órteses mal adaptadas podem causar dores. Realizar troca periódica: palmilhas perdem eficácia com o tempo. Receber acompanhamento regular: ajustes podem ser necessários, especialmente para crianças e idosos. Inovações tecnológicas para pés mais saudáveis O ortopedista lembra que a tecnologia tem revolucionado o desenvolvimento de órteses e próteses. Entre as principais inovações, ele ressalta: Órtese personalizada por impressão 3D, que possibilita ajustes milimétricos. Materiais de alta tecnologia: carbono e polímeros garantem mais conforto e leveza. Próteses biônicas, que se ajustam aos movimentos do usuário. Palmilhas inteligentes, cujos sensores monitoram a pressão plantar em tempo real. Assim, tanto órtese quanto prótese têm papéis fundamentais na vida de quem precisa recorrer a alguma delas. Para garantir um bom resultado, é essencial ter indicação e acompanhamento médico, além de manter os cuidados necessários para o uso.
Tênis ideal para fascite: como escolher e o que evitar
Quem convive com fascite plantar sabe que o primeiro passo do dia pode ser o mais dolorido. A boa notícia é que o tênis adequado ajuda (e muito!) a aliviar os sintomas e até favorecer a recuperação. Já a escolha errada do modelo pode provocar exatamente o contrário. “A fascite plantar é uma inflamação da fáscia plantar, faixa de tecido resistente que vai do calcanhar até os dedos e ajuda a sustentar o arco do pé e absorver parte do impacto da caminhada. Quando essa estrutura é sobrecarregada, surgem pequenas lesões que provocam dor”, explica o ortopedista Sérgio Costa. O médico acrescenta que a dor geralmente é mais intensa ao acordar ou após longos períodos na posição sentada. Nesse cenário, usar o calçado certo funciona como o principal sistema de amortecimento do corpo durante a marcha – e isso faz toda a diferença. O tênis ideal é… Quando o assunto é fascite plantar, o especialista ensina que o tênis mais indicado deve reunir três pilares básicos: Amortecimento: ao amortecer o calcanhar, o tênis ajuda a reduzir o impacto direto; Suporte: quando adequado ao arco do pé, diminui-se a tensão da fáscia; Estabilidade: o tênis não deve ser rígido demais, nem muito mole. Afinal, amortecer em excesso leva à perda da estabilidade e dificulta o controle do movimento. Outro ponto importante é apresentar uma leve elevação do calcanhar em relação à parte da frente do pé, pois isso contribui para aliviar a tração sobre a região. Outro detalhe simples, mas essencial, é que o conforto deve ser imediato ao calçar. Se o tênis “precisa amaciar”, provavelmente já está sobrecarregando um pé que está inflamado. Modelos que costumam piorar a dor Do outro lado, deve-se levar em consideração que alguns formatos de calçados devem ser evitados, de modo geral, por quem tem fascite plantar. Entre os principais vilões estão: Sapatos muito baixos ou completamente retos; Calçados com solados finos e duros; Chinelos, rasteirinhas e sandálias sem suporte; Sapatilhas e calçados minimalistas. Isso porque esses modelos praticamente não absorvem impacto e não sustentam o arco do pé, aumentando a tensão e prolongando a inflamação. ATENÇÃO: Tênis velho também entra na lista de vilões para quem sofre com fascite plantar! Mesmo que seja um modelo adequado, pode se tornar um problema com o tempo. É que os materiais perdem a capacidade de amortecer e manter a estabilidade, inclusive se parecerem conservados visualmente. Tratamento é complementar O ortopedista Sérgio Costa complementa que usar palmilhas pode ajudar bastante no tratamento da fascite plantar, pois melhoram a distribuição das cargas e reduzem a tensão na fáscia. Porém, o tênis precisa acompanhar essa estratégia: ter espaço interno e estrutura suficiente para acomodar uma palmilha, sem apertar os pés. Além disso, é muito importante diferenciar os modelos usados para treinar daqueles do dia a dia. Embora os princípios sejam os mesmos – amortecimento, suporte e estabilidade –, o tipo de atividade muda a prioridade: Corrida: causa impacto repetitivo, então o tênis precisa amortecer em dobro; Esportes de quadra: movimentos laterais rápidos pedem firmeza e controle; Academia: o modelo precisa equilibrar absorção de impacto com estabilidade. “Já no dia a dia, o objetivo é manter o pé protegido e bem sustentado ao longo de muitas horas, mesmo sem impactos extremos. O tênis precisa ser adequado à atividade e às necessidades biomecânicas do pé”, indica o médico. Pense no todo Achar que o tênis certo vai curar a fascite plantar sozinho é um grande erro, uma vez que ele ajuda no alívio da dor e na recuperação, mas acaba sendo só uma parte do conjunto de cuidados que compõem o tratamento - além de acompanhamento profissional, alongamento e controle da sobrecarga na região. “Escolher bem o tênis é um passo importante, literalmente, para sair da dor e voltar a caminhar com mais conforto”, conclui o médico.
Mais sobre Joanete
O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.
Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.
A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo.

