Joanete
O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.
Produtos
Corretivo de Joanete Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
Corretivo entre dedos. Alinha a articulação e evita a progressão do joanete. Ajuste anatômico e reutilizável.
Corretivo de Joanete Tamanho 34 a 38 – Tenys Pé Baruel
Corretivo entre dedos para alinhamento da articulação. Evita a progressão da deformidade com ajuste anatômico.
Luva Protetora de Joanete Tamanho 39 a 43 – Tenys Pé Baruel
Protetor de joanete para alívio da dor e proteção contra o atrito. Ajuste perfeito para maior fixação e mobilidade.
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Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Fascite plantar: o que é e como evitar
A fascite plantar é uma condição que causa dor na parte inferior do pé, geralmente perto do calcanhar. Ela ocorre quando a fáscia plantar, um ligamento espesso que conecta o calcanhar aos dedos, se inflama. Essa condição é mais comum em pessoas que praticam atividades que envolvem ficar em pé por longos períodos, correr ou andar muito. A dor da fascite plantar é mais intensa pela manhã, ao dar os primeiros passos, e pode diminuir com o tempo, mas geralmente retorna após atividades que exigem mais esforço. Além disso, fatores como sobrepeso, uso de calçados inadequados e movimentos repetitivos podem aumentar o risco de desenvolver fascite plantar. Para evitar a fascite plantar Você pode seguir algumas dicas para evitar a fascite: 1. Escolha calçados adequados: use sapatos que proporcionem bom suporte para o arco do pé e amortecimento suficiente para absorver o impacto. Evite saltos altos ou sapatos sem suporte. 2. Alongamento e aquecimento: faça alongamentos regulares para a panturrilha e a fáscia plantar, especialmente antes de atividades físicas. Um bom alongamento pode ajudar a reduzir a tensão na fáscia plantar. 3. Evite o sobrepeso: o excesso de peso aumenta a pressão sobre os pés, o que pode contribuir para o desenvolvimento da fascite plantar. Manter um peso saudável pode ajudar a prevenir essa condição. 4. Moderação na atividade física: se você está começando uma nova rotina de exercícios, aumente a intensidade gradualmente para evitar sobrecarregar os pés. Atividades de alto impacto, como corrida em superfícies duras, podem ser um fator de risco. 5. Use palmilhas ortopédicas: se necessário, palmilhas personalizadas podem ajudar a corrigir problemas de alinhamento nos pés e proporcionar suporte extra. 6. Evite ficar em pé por longos períodos: quando possível, alterne entre sentar e ficar de pé para reduzir a pressão constante sobre os pés. 7. Fortaleça os músculos dos pés: exercícios que fortaleçam os músculos do pé e da panturrilha podem melhorar a resistência e evitar o desenvolvimento de problemas como a fascite plantar. Essas práticas podem ajudar a reduzir o risco de fascite plantar, mas caso você já tenha sintomas, é importante consultar um médico, fisioterapeuta ou podólogo especializado em biomecânica, para um tratamento adequado.
Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.
As verrugas plantares são lesões benignas causadas pelo vírus HPV e aparecem na sola dos pés. Embora não sejam perigosas, podem causar dor e desconforto ao caminhar, além de serem persistentes e até recorrentes, em alguns casos. Apresentam uma superfície áspera e elevada, coloração amarelada ou acinzentada e podem ter pequenos pontos escuros no centro, que correspondem a vasos sanguíneos. “Surgem em áreas de pressão dos pés e podem ser confundidas com calos ou micoses. Por isso, um exame clínico detalhado é essencial para um diagnóstico correto”, destaca a dermatologista Geanny Fagundes. A real é que muitas pessoas fazem essa confusão, já que podem apresentar aspecto semelhante. No entanto, a presença de pontinhos escuros e a dor ao pisar são sinais característicos das verrugas. A podóloga Ana Maria Motta reforça que essa identificação precoce é fundamental para evitar complicações. “O tratamento pode ser feito com ácidos, laser ou cauterização, dependendo do tamanho e da profundidade da verruga”, explica. O problema é que a verruga plantar pode voltar após o tratamento. As chances de reaparecer existem, já que o HPV pode permanecer latente na pele. A dermatologista Geanny Fagundes explica que alguns fatores aumentam o risco de recidiva: Imunidade baixa: pessoas com o sistema imunológico comprometido têm maior propensão a desenvolver novas verrugas; Ambientes úmidos: frequentar piscinas, vestiários e banheiros públicos aumenta a exposição ao vírus; Microtraumas na pele: pequenas lesões ou rachaduras facilitam a infecção pelo HPV. Como evitar que a verruga plantar volte Apesar da possibilidade de surgir novamente, não significa que a verruga vá, obrigatoriamente, aparecer. Isso porque há maneiras de evitar novas ocorrências. Para tentar impedir que isso aconteça, as especialistas têm quatro recomendações principais: Manter o sistema imunológico fortalecido: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e prática regular de exercícios ajudam a fortalecer as defesas do organismo; Evitar andar descalço: usar chinelos em ambientes públicos reduz a exposição ao vírus HPV; Higienizar e secar bem os pés: a umidade favorece a proliferação do vírus, por isso, é essencial manter os pés secos; Não compartilhar objetos pessoais: toalhas, meias e calçados devem ser de uso individual para evitar contaminação. “Quem já teve verruga plantar deve redobrar a atenção ao pisar em locais úmidos, pois o vírus pode estar presente no ambiente e reinfectar a pele”, alerta Ana Maria. O que fazer se voltar Caso a verruga reapareça, a recomendação é procurar um profissional para iniciar o tratamento o quanto antes. “O ideal é tratar logo para evitar que a lesão cresça, se espalhe ou fique mais profunda”, ressalta a podóloga. A dermatologista reforça que, em casos mais resistentes, pode ser necessária uma nova abordagem terapêutica. “Temos diferentes opções, como crioterapia, eletrocauterização e laser, que podem ser utilizadas conforme a necessidade do paciente”, explica. Por isso, ao notar qualquer sinal de verruga plantar, o melhor caminho é buscar um dermatologista ou podólogo para avaliar o caso e definir o tratamento mais adequado. “Se a verruga causar dor intensa, sangramento ou mudança de aparência, procure um médico imediatamente”, finaliza a médica.
Uso de pequenas órteses no tratamento da unha encravada
Um dos problemas mais comuns e dolorosos que afeta os pés é a unha encravada, conhecida também por onicocriptose. Acontece quando a borda da unha penetra na pele, causando dor, vermelhidão, inflamação e, em casos mais graves, infecção. Muitas vezes, o desconforto é tão intenso que caminhar se torna quase impossível. Mas, felizmente, a podologia moderna oferece soluções que vão além do corte ou da cirurgia: as órteses ungueais. As órteses são dispositivos finos e moldáveis aplicados sobre a unha, com a função de corrigir sua curvatura natural. Unhas encravadas normalmente têm uma curvatura excessiva, principalmente nas bordas laterais. Ao colocar a órtese, a unha é gradualmente elevada e tensionada de maneira equilibrada, evitando que continue penetrando na pele. É um processo delicado, que exige conhecimento técnico, mas oferece resultados notáveis. Existem diferentes tipos de órteses, cada uma indicada para um perfil específico de unha: Órtese de resina rígida ou flexível: usada em casos de curvaturas moderadas, mantém a forma da unha e distribui a pressão uniformemente. Fita de aço ou fibra de memória: ideal para unhas mais grossas ou resistentes, corrigindo de forma progressiva a deformidade. Órteses autoajustáveis: materiais mais flexíveis, adaptam-se ao crescimento da unha, oferecendo conforto imediato e prevenção de novos encravamentos. Além da correção mecânica, o uso da órtese traz benefícios fisiológicos importantes. Ao reduzir a pressão sobre o tecido periungueal, diminui a inflamação e a dor. Evita ainda a formação de granulomas e o risco de infecção, que são complicações frequentes em unhas encravadas negligenciadas. Outro ponto essencial é a personalização do tratamento. Cada unha tem seu formato, espessura e tendência de crescimento. Por isso, a órtese não é uma solução genérica: ela acompanha o crescimento da unha e pode ser ajustada conforme a evolução do paciente, garantindo conforto, estética e funcionalidade. Em resumo, as órteses ungueais representam uma abordagem moderna, conservadora e eficaz para o tratamento da onicocriptose. Elas não apenas aliviam a dor e previnem complicações, mas também devolvem a liberdade de caminhar, correr e viver sem a preocupação constante de um incômodo nos pés. Às vezes, a solução mais simples, como uma pequena órtese, é a que gera o maior alívio e transforma completamente a experiência de cuidar dos pés. Mas sempre vale lembrar que um profissional habilitado é a melhor pessoa para esclarecer dúvidas e indicar o tratamento adequado.
Mais sobre Joanete
O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.
Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.
A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo.

