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O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.

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Escoliose x palmilhas como e quando podem ajudar
Pisada e Palmilha

Escoliose x palmilhas como e quando podem ajudar

As palmilhas posturais podem ajudar em alguns casos de escoliose, mas não “corrigem” a escoliose. A escoliose é uma curvatura tridimensional da coluna vertebral, que envolve desvio lateral e rotação das vértebras. As palmilhas posturais ou ortopédicas têm um papel coadjuvante, podendo: Ajudar a melhorar o alinhamento global do corpo, reduzindo compensações. Diminuir dores relacionadas a sobrecarga nos pés, joelhos ou quadris. Contribuir para uma melhor distribuição do peso, o que indiretamente pode influenciar na postura. Quando as palmilhas são indicadas? Quando há alterações nos pés (pé plano, pé cavo, diferença de altura entre os membros) que impactam o alinhamento do corpo. Quando o ortopedista ou fisioterapeuta avalia que o suporte plantar pode ajudar no conforto e no equilíbrio postural. Mas é importante saber: As palmilhas não corrigem a curvatura da coluna em si. O tratamento da escoliose geralmente envolve fisioterapia, exercícios específicos, e em casos mais graves, coletes ou cirurgia. Usar palmilhas sem avaliação pode até piorar dores ou compensações.   Palmilhas posturais podem ser um suporte auxiliar para pessoas com escoliose, ajudando no conforto, equilíbrio e dores musculoesqueléticas associadas. Mas devem ser indicadas por um profissional (ortopedista, fisioterapeuta ou podologista biomecânico) após avaliação detalhada.

Escalda-pés alivia inchaço e retenção no calor
Escalda Pés

Escalda-pés alivia inchaço e retenção no calor

Se nos dias de altas temperaturas o calor provoca a dilatação dos vasos sanguíneos e facilita o acúmulo de líquidos nas extremidades, homens e mulheres acabam sofrendo com pés e tornozelos mais pesados e inchados. A situação desconfortante pode ser resolvida, ou, pelo menos, amenizada, com alguns cuidados até que relativamente simples, como um escalda-pés em casa. A cosmetóloga Raquel Venancio, especialista em Ciências da Pele e Cosmetologia Avançada, defende que a técnica de manter os pés em água com alguns ingredientes específicos vai muito além do relaxamento. “A imersão em água morna estimula a circulação, melhora o retorno venoso e favorece a drenagem linfática. O resultado é uma sensação imediata de leveza e bem-estar”, afirma. A clínica geral Márcia Umbelino, por sua vez, complementa que o calor controlado também tem efeito terapêutico. “Ao dilatar os vasos, o escalda-pés melhora a oxigenação dos tecidos e o funcionamento das células de reparação”, diz. Monitorar a temperatura é importante, visto que existe um risco de queimaduras, sobretudo em pacientes diabéticos ou com sensibilidade reduzida. Ingredientes que potencializam os efeitos A cosmetóloga Raquel explica que o segredo do escalda-pés está na escolha dos ingredientes, capazes de transformar o ritual em um verdadeiro tratamento. Alguns dos mais indicados para estimular a circulação e aliviar o inchaço são: Sal grosso: rico em minerais, ajuda a eliminar líquidos e toxinas; Alecrim: tem ação estimulante e vasodilatadora leve, facilitando o retorno venoso; Hortelã-pimenta: seu mentol ativa a microcirculação e traz sensação refrescante; Lavanda: atua como calmante cutâneo e reduz a tensão muscular; Castanha-da-índia: favorece a permeabilidade capilar e o alívio de pernas cansadas. Importante: é necessário ter certeza de que a pessoa não seja alérgica a nenhum dos insumos antes de colocá-los em contato com a pele. O que é importante saber Como a temperatura da água faz toda a diferença no resultado esperado para o escalda-pés, em dias quentes, a cosmetóloga recomenda o uso de água morna a fria, entre 28 °C e 35 °C. “Se a água for mais quente, pode agravar a vasodilatação e aumentar o edema, enquanto a água morna relaxa sem sobrecarregar a circulação”, orienta. A profissional ainda indica que o escalda-pés pode ser feito duas a três vezes por semana, por cerca de 15 a 20 minutos. Para evitar o ressecamento da pele, é essencial hidratar os pés após o procedimento com cremes ricos em manteigas vegetais e óleos nutritivos. Receitas refrescantes para o verão Com o calor batendo à porta, nada melhor do que aprender alguns escalda-pés para aliviar o inchaço dos pés e das pernas, relaxar e ainda se refrescar. O modo de preparo é simples: misturar todos os ingredientes na água e afundar os pés. Pode-se usar ofurôs próprios para a experiência ou baldes e bacias, desde que estejam higienizados. Aprenda algumas as receitas recomendadas pela especialista: Escalda-pés drenante e refrescante Alivia o cansaço e proporciona sensação imediata de leveza. 2 colheres (sopa) de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta (diluídas em óleo vegetal) 1 punhado de folhas frescas de alecrim Água morna a fria Escalda-pés relaxante pós-dia quente Reduz a tensão muscular e acalma os pés após longos períodos em pé. 2 colheres (sopa) de sal de Epsom (sal amargo) 4 gotas de óleo essencial de lavanda (diluídas em óleo vegetal) 1 colher (sopa) de camomila seca Escalda-pés para pernas pesadas Estimula a circulação e ajuda a combater o edema. 2 colheres (sopa) de argila verde 3 gotas de óleo essencial de cipreste (diluídas em óleo vegetal) 1 colher (sopa) de extrato de castanha-da-índia É importantíssimo diluir os óleos essenciais em óleo vegetal, como amêndoas ou semente de uva, antes de adicioná-los à água. Cuidados e contraindicações Embora seja um cuidado simples, em alguns casos, o escalda-pés exige atenção. A médica Márcia Umbelino destaca que pacientes diabéticos, hipertensos descontrolados ou com feridas nos pés devem evitar o procedimento, sobretudo sem orientação e indicação profissional. “Em pessoas com neuropatia diabética, a sensibilidade é reduzida e há risco de queimaduras. E o calor excessivo ainda pode dificultar o retorno venoso em quem sofre com problemas circulatórios”, alerta a médica.

Neuroma de Morton ou dormência: como diferenciar em casa
Neuroma de Morton

Neuroma de Morton ou dormência: como diferenciar em casa

Sentir dormência ou formigamento nos dedos do pé pode parecer algo pontual, sobretudo ao ficar muito tempo na mesma posição. No entanto, quando o incômodo começa a se repetir, principalmente ao caminhar ou usar determinados sapatos, vale prestar atenção na possibilidade de ser Neuroma de Morton. Quanto antes buscar o tratamento, melhor. O ortopedista e traumatologista Marco Aurélio Neves, especialista em medicina esportiva, explica que o Neuroma de Morton é um espessamento de um nervo entre os dedos, geralmente entre o terceiro e o quarto, causado por compressão ou irritação. “Isso pode provocar dormência, dor em queimação e até sensação de choque ou de estar pisando em uma ‘pedrinha’ no sapato”, diz o médico. Por essa razão, sentir os dedos “dormirem” costuma causar dúvida sobre o possível diagnóstico. Nem toda dormência é neuroma Apesar de ser uma causa comum, a dormência nem sempre indica o Neuroma de Morton. O sintoma também pode aparecer em outras situações, como: Compressões de nervos na coluna lombar (ciática); Alterações vasculares; Diabetes; Uso de certos medicamentos; Uso frequente de calçados inadequados. No Neuroma de Norton, porém, o padrão costuma ser bem característico: Dormência ou ardência entre dois dedos específicos (geralmente o 3º e 4º); Piora com sapatos fechados ou apertados; Alívio ao tirar o calçado ou massagear o local; A dormência melhora ao andar descalço; Surge a sensação de pisar em algo, mesmo sem nada no sapato; O incômodo fica concentrado sempre no mesmo ponto. “Essas sensações são típicas porque o nervo comprimido gera dor neuropática contínua, parecida com quando batemos o nervo do cotovelo, só que no pé”, destaca o especialista. Quando procurar avaliação médica A atenção deve aumentar se a dormência: Persiste por vários dias; Cresce em intensidade; Vem acompanhada de dor ou desequilíbrio; Espalha-se para regiões como a perna ou toda a planta do pé. Nesses casos, a recomendação é procurar um ortopedista, já que há o risco de o quadro estar se tornando crônico ou sendo confundido com outras condições, como hérnia de disco, síndrome do túnel do tarso ou neuropatia periférica causada por diabetes. Diagnóstico precoce faz diferença Quando identificado cedo, o Neuroma de Morton pode ser controlado com mudanças no calçado, fisioterapia e palmilhas personalizadas. Em casos mais avançados, pode haver necessidade de infiltrações ou cirurgia. Vale, por exemplo, fugir dos sapatos de bico fino, salto alto ou que apertam os pés, porque eles tendem a agravar o desconforto. Opte por modelos mais largos e com bom amortecimento, capazes de aliviar as dores. Como dica final, o médico Marco Aurélio reforça: se a dormência aparece com frequência, especialmente ao usar certos calçados, não ignore a sensação. Pequenas mudanças podem evitar o agravamento e a avaliação médica ajuda a definir o melhor caminho.

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Mais sobre Joanete

O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.

Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.

A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo. ​​