Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logotipo Joanete

Joanete

O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.

Produtos

Conheça outros tipos de produtos

Cuidado com os Pés

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo do Pé

O que é frieira ou pé de atleta?
Frieira e Micose

O que é frieira ou pé de atleta?

Sentiu uma coceira estranha entre os dedos? Pode ser uma infecção por fungos – contamos aqui como evitar e tratar. Você está secando os pés e, de repente, ao separar um dos dedos, sente uma ardência, uma queimação, até uma coceirinha: será uma frieira ou pé de atleta? Se você olhar mais de perto e encontrar um corte na pele, muito provavelmente a resposta será “sim”. A frieira ou o pé de atleta são a mesma coisa: uma infecção na pele causada por fungos chamados de dermatófitos – o nome clínico dessa condição é “tinea pedis”. Esses fungos são oportunistas e surgem entre os dedos do pé quando essa parte do corpo fica úmida por muito tempo. Além da umidade, eles curtem também um “escurinho”, ressalta Ariane da Silva Pires, enfermeira podiatra e professora-adjunta da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). “Eles não resistem à umidade e ao escurinho dos calçados. E pode também haver contaminação se o calçado estiver infectado.” Como saber se eu tenho pé de atleta? Alguns dos sintomas mais comuns do pé de atleta (ou frieira) são: Coceira e sensação de queimadura entre os dedos dos pés Pele muito seca, com descamação Fissuras ou rachaduras na pele da sola dos pés e do calcanhar Pele esbranquiçada Aberturas entre os dedos, deixando, em casos graves, a região “em carne viva” Ariane explica que a pele do pé fica esbranquiçada porque, como o fungo está se multiplicando entre os dedos, vai causar uma infecção na pele que causa essa mudança de cor. “Lembra um pouco quando a gente passa o dia inteiro na praia ou na piscina e a nossa pele fica enrugada e amolecida, parecendo com a pele que ficou de molho”, explica a podiatra. “Às vezes a pele pode apresentar também algum tipo de odor por conta da proliferação desses fungos. E pode rachar, o que realmente é bastante doloroso.” Como evitar o pé de atleta A melhor forma de evitar toda essa chateação é bem simples: basta enxugar muito bem a área entre os dedos dos pés após o banho. Ariane também recomenda o uso de um talco próprio para os pés para manter a região seca (como um desodorante para os pés em pó). Outro cuidado importante é sempre usar chinelos se for tomar banho em um banheiro coletivo ou fora de casa. Isso porque o pé de atleta é contagioso e podemos nos infectar se andarmos descalços no boxe ou mesmo pelo banheiro. “Um fungo vai estar presente em vários ambientes. Se você for a uma piscina e não utilizar um calçado e alguém tiver pisado por ali descalço tendo frieira, pode haver contaminação. Daí a importância de não andar descalço ou descalça, principalmente nesses locais de banho e piscina coletivos”, reforça a podóloga. Como tratar o pé de atleta O tratamento da frieira envolve o uso de medicamentos antimicóticos ou antifúngicos no local afetado, sempre seguindo a orientação de um profissional, que pode ser um(a) médico(a) ou um(a) enfermeiro(a) podiatra. Também é importante ter mais atenção ao usar sapatos e tênis para não se infectar novamente, pois eles podem ter sido contaminados com o fungo. Isso porque se esse microrganismo continuar no calçado, pode haver uma reinfecção. “Todos os calçados têm que ser lavados e higienizados. Essa limpeza pode ser feita com álcool 70%. Nos dias de sol, vale abrir os calçados e colocá-los para tomar sol, um dos inimigos do fungo”, ensina Ariane. Além disso, é fundamental lembrar de usar desodorante em pó nos sapatos antes de guardá-los.

Pés à mostra: sem medo de usar sandálias e chinelos
Autoestima

Pés à mostra: sem medo de usar sandálias e chinelos

Mostrar os pés em público pode ser um desafio para muita gente. Isso porque a vergonha de usar sandálias ou chinelos está frequentemente ligada à autoestima e não apenas à estética. Detalhes como rachaduras, calos ou unhas irregulares costumam gerar insegurança, mas essa relação pode ser transformada com leveza e confiança. Em boa parte dos casos, o acanhamento costuma vir à tona quando a pessoa sente que os pés fogem do padrão de beleza esperado, na opinião da podóloga Sheila Cristina Ferreira, especialista em estética podal. “Muitas pessoas sentem vergonha por acharem os pés feios, malcuidados ou diferentes”, explica. Já para a psicóloga Aline Graffiette, fundadora da Mental One, a autoimagem tem papel decisivo nessa percepção. “Quando temos uma autoimagem distorcida, tendemos a supervalorizar detalhes que passam muitas vezes despercebidos para os outros, como os pés. Aprender a enxergar o corpo como um todo é um passo importante para reconstruir a autoestima”, afirma. Motivos que geram vergonha O desconforto com os pés pode surgir por diferentes razões – algumas estéticas, outras emocionais. Entre os principais incômodos apontados pelos especialistas estão situações como: Calos e rachaduras nos calcanhares, que comprometem a aparência; Unhas encravadas ou com micose, que causam dor e constrangimento; Ressecamento excessivo e descamação, que deixam os pés ásperos; Alterações no formato dos dedos ou unhas, que impactam a autoimagem. De acordo com a podóloga Sheila, até o tamanho dos dedos é motivo de insatisfação para algumas pessoas. A psicóloga Aline, por sua vez, lembra que esse desconforto pode ir além da estética. “A vergonha é uma emoção poderosa que, quando não compreendida, pode limitar comportamentos e atitudes. Muitas pessoas acabam evitando situações sociais, roupas específicas ou momentos de lazer por não se sentirem à vontade para mostrar os pés.” Autocuidado que devolve confiança Cuidar dos pés é mais do que um gesto de vaidade: é uma forma de retomar o vínculo com o próprio corpo. E pequenas atitudes fazem diferença! Algumas fáceis são: Hidratar todos os dias, principalmente à noite; Esfoliar suavemente uma vez por semana; Cortar as unhas corretamente, sem retirar os cantos; Consultar o podólogo regularmente para prevenir rachaduras e infecções. “O mais transformador é ver o paciente retomando a autoestima e o prazer de usar sandálias ou ir à praia sem constrangimento”, conta Sheila. Segundo ela conta, pequenos cuidados trazem resultados visíveis e mostram que pés bem tratados são parte essencial da beleza e do bem-estar. Aceitação e autoestima Além da rotina de cuidados, a psicóloga reforça que o olhar emocional tem papel decisivo nesse processo. Ela explica que a vergonha de mostrar os pés é apenas um reflexo da relação que temos com o próprio corpo. “Quem sente vergonha de mostrar os pés pode acabar evitando momentos de lazer e convivência. Esse movimento de esconder-se do mundo enfraquece a autoconfiança e alimenta a sensação de inadequação”, afirma a profissional. Para mudar essa relação, o segredo está na autocompaixão, que pode ser praticada por meio de ações e gestos como: Evitar comparações e acolher o que há de único no próprio corpo; Transformar o cuidado em ritual, massageando e hidratando com atenção; Exercitar o olhar gentil, trocando a crítica pelo reconhecimento; Valorizar o que seus pés representam: força, sustentação e história. “O autocuidado é um gesto de amor-próprio. Cuidar dos pés é reconhecer que eles te sustentam todos os dias”, aponta a especialista em saúde mental. “Os pés contam uma história. Levam e permitem chegar aonde se deseja. Mostrá-los é um ato simbólico de liberdade e aceitação. O que torna belo não é a ausência de imperfeições, mas a forma como se acolhe.”

Ortoplastia proporciona alívio aos pés. Saiba o que é
Tipos de Pés

Ortoplastia proporciona alívio aos pés. Saiba o que é

Sendo os pés a base do corpo com a tarefa de suportar nosso peso diariamente, a presença de deformidades, atritos constantes e até mesmo calos podem causar incômodos, dores e dificuldades ao caminhar. É nesse cenário que a ortoplastia surge como uma solução na podologia, proporcionando alívio e melhorando o posicionamento dos dedos dos pés. “A ortoplastia é uma técnica com órtese de silicone moldada sob medida, desenvolvida para corrigir ou aliviar problemas nos dedos dos pés. É capaz de reduzir dores, corrigir deformidades leves e evitar o atrito entre os dedos, proporcionando mais conforto na pisada”, explica o podólogo José Aroldo Mota. Para entender melhor, saiba que a ortoplastia é um procedimento simples e não invasivo realizado pelo podólogo. O processo envolve algumas etapas essenciais: Avaliação do pé: o profissional analisa a necessidade do paciente e define o melhor formato para a órtese. Moldagem da órtese: o silicone específico é ajustado no dedo do paciente para criar um molde personalizado. Ajuste e adaptação: a órtese é modelada para garantir que se encaixe corretamente sem causar desconforto. Orientações de uso: o podólogo ensina como utilizar e higienizar o dispositivo para garantir sua eficácia. Para quem a ortoplastia é indicada? Esse tipo de órtese é especialmente útil para pessoas que sofrem com: Calos e calosidades causados pelo atrito entre os dedos; Dedos tortos ou sobrepostos, que precisam de correção leve para evitar desconforto; Pressão excessiva nos pés, que pode levar a dores e dificuldades ao caminhar. Por outro lado, existem casos em que o uso não é recomendado. Pessoas com alergia ao material de silicone ou que possuem problemas circulatórios graves devem evitar a ortoplastia, pois pode haver risco de complicações. Mais benefícios Além de aliviar dores e corrigir pequenos desalinhamentos nos dedos, a ortoplastia traz outros benefícios importantes: Previne o surgimento de calos e bolhas ao reduzir o atrito entre os dedos; Melhora o alinhamento dos pés, proporcionando mais conforto ao caminhar; Facilita a adaptação a calçados, tornando o uso diário mais agradável. Quanto tempo dura uma ortoplastia? A durabilidade da órtese varia de acordo com o uso e o material utilizado. Em geral, pode durar meses. No entanto, é fundamental fazer a manutenção regular com o podólogo para avaliar o desgaste e garantir que a peça continue cumprindo sua função corretamente. Para prolongar a vida útil, o podólogo José Aroldo orienta que a limpeza seja feita de forma simples: “A higienização deve ser realizada com água e sabão neutro, garantindo que o material continue íntegro e seguro para o uso”. Se bem utilizada, a ortoplastia pode ser uma grande aliada na mobilidade, proporcionando mais conforto e prevenindo problemas nos pés a longo prazo. Para quem sente incômodos ao caminhar, buscar um podólogo para avaliar a necessidade dessa órtese pode ser o primeiro passo para uma melhor qualidade de vida. “Em casos mais graves, pode ser necessária a avaliação de um ortopedista. Mas, de maneira geral, a ortoplastia pode ser feita integralmente pelo podólogo”, afirma José Aroldo.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções

Mais sobre Joanete

O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.

Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.

A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo. ​​