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O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.

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Bolha estourou? Aprenda a fazer o curativo ideal
Bolha

Bolha estourou? Aprenda a fazer o curativo ideal

As bolhas nos pés são uma resposta natural da pele ao atrito, calor ou umidade, que funcionam como uma proteção para o tecido lesionado. Só que, quando se rompem, deixam a área sensível e exposta, aumentando o risco de inflamações e infecções. O problema é bastante comum em quem usa sapatos apertados ou caminha por longos períodos em dias quentes, como relata a podóloga Aline Campos Silva. “A bolha junta líquido para proteger a pele, mas se a pressão aumenta ou a gente força muito, acaba estourando sozinha”, explica. De acordo com a dermatologista e cirurgiã Paula Sian, especializada em medicina chinesa, as bolhas podem surgir por outras causas além do atrito. “O mais comum é o trauma, mas também aparecem devido a queimaduras, alergias, infecções ou até micoses. Quando estouram, expõem uma pele que ainda está se recuperando, o que favorece a infecção”, alerta. O que fazer quando uma bolha estourar Quando a bolha se rompe, os cuidados iniciais são fundamentais para evitar complicações. Nesse sentido, Aline recomenda higienizar o local imediatamente e proteger a região com um curativo adequado. “É necessário limpar muito bem com água e sabão, usar um antisséptico e evitar encostar a mão suja para não infeccionar”, orienta a podóloga. Segundo ela, o ideal é cobrir com um curativo próprio para bolhas, que não gruda e ajuda a aliviar a dor. Durante o dia, a recomendação é manter o curativo para evitar o contato com sujeira e atrito. À noite, porém, vale deixar o ferimento respirar um pouco para acelerar a cicatrização. Erros que pioram a situação Vale lembrar que alguns hábitos bem comuns podem agravar o quadro e atrasar a recuperação. A podóloga Aline cita, por exemplo, a mania de furar as bolhas, arrancar a pele ao redor ou passar álcool no local. Usar sapatos apertados, que aumentam o atrito, é outro erro clássico. Tudo isso tende a piorar o caso. Assim, enquanto estiver com a bolha, opte por modelos de calçados mais largos, que não causarão machucados na região já sensibilizada. A dermatologista Paula Sian explica que manter a pele limpa e protegida é o melhor caminho para uma recuperação sem riscos. “O importante é garantir limpeza com água corrente e sabonete. Depois, usar pomada hidratante ou lubrificante e aplicar curativos oclusivos, como gaze vaselinada ou películas de silicone, que protegem sem grudar”, orienta. Já em caso de bolhas infeccionadas, a médica alerta que pode ser necessário o uso de pomada antibiótica. “Se houver inflamação, dor ou secreção, o tratamento deve sempre ser orientado pelo dermatologista”, complementa. Para não ficar na dúvida, confira quais são os sinais que indicam necessidade de avaliação profissional: Dor que só piora; Vermelhidão e inchaço; Eliminação de pus ou secreção amarelada. “Esses sintomas mostram que o machucado não está cicatrizando bem”, adverte a especialista. Como evitar que novas bolhas apareçam A prevenção começa pela escolha do calçado e pela rotina de cuidados com os pés. A cirurgiã recomenda sempre priorizar o conforto. “Use sapatos já amaciados e evite estrear pares novos em viagens ou caminhadas longas. Calçados novos ainda vão ceder aos pés e podem causar bolhas”, avisa. Para evitar o problema definitivamente, vale seguir as dicas: Prefira sapatos confortáveis e bem ajustados; Não estreie calçados novos em longas caminhadas; Mantenha os pés secos e limpos; Use meias que reduzam o atrito. “Lembre-se: cuidar logo no início das bolhas evita dor e infecção. É um cuidado simples, mas que faz toda diferença”, finaliza Aline.

Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional
Podologia e Podólogos

Ortoplastia na podologia: cuidado, conforto e correção funcional

Na prática podológica, a ortoplastia é uma das ferramentas mais valiosas quando falamos em alívio de dor, prevenção de lesões e melhora da função dos pés. Diferente do que muitos imaginam, ela não se resume à confecção de um “silicone para o dedo”, mas sim a um recurso terapêutico personalizado, pensado a partir de uma avaliação criteriosa da anatomia, da biomecânica e da queixa principal do paciente. A ortoplastia consiste na confecção de uma órtese digital, geralmente em silicone de grau médico, moldada diretamente nos pés. Seu objetivo pode ser corretivo ou acomodativo, dependendo da necessidade. É amplamente utilizada em casos de dedos em garra, dedos em martelo, sobreposição digital e alterações como o Hallux Valgus, popularmente conhecido como joanete. Também é uma grande aliada no tratamento de helomas recorrentes, quando há atrito constante e pontos de pressão que provocam dor e inflamação. Como podóloga, aprendi que não podemos olhar apenas para o dedo afetado. É fundamental observar a pisada, a distribuição de pressão plantar e a forma como esse paciente caminha. Muitas deformidades digitais estão relacionadas a desequilíbrios biomecânicos que começam na base do pé e repercutem ao longo da marcha. Quando confeccionada de forma adequada, a ortoplastia ajuda a redistribuir cargas, diminuir o atrito entre os dedos e oferecer proteção em áreas de maior sobrecarga. O benefício mais imediato costuma ser o alívio da dor. Porém, o ganho vai além do conforto, estamos falando de prevenção de agravamentos, redução de processos inflamatórios e melhora na qualidade de vida. Pacientes que evitavam determinados calçados ou limitavam suas atividades por desconforto voltam a caminhar com mais segurança. É importante destacar que a ortoplastia não é um recurso padronizado. Cada órtese é única, assim como cada pé. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável. Em alguns casos, ela terá função corretiva enquanto estiver em uso; em outros, atuará como medida preventiva contínua. O acompanhamento profissional garante ajustes e orientações adequadas ao longo do tempo. A ortoplastia representa, dentro da podologia, a união entre técnica, olhar clínico e cuidado. Quando bem indicada, ela não apenas protege um dedo, mas contribui para o equilíbrio funcional do pé como um todo, e isso reflete diretamente na postura, na marcha e no bem-estar do paciente.

Pés na terceira idade e os cuidados necessários
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Pés na terceira idade e os cuidados necessários

Os pés são fundamentais para a mobilidade e equilíbrio, mas sofrem alterações significativas com o avanço da idade. Essas mudanças vão desde o ressecamento da pele até deformidades articulares, que tornam os cuidados com a região ainda mais necessários, sobretudo para preservar a saúde e a qualidade de vida dos idosos. De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, cofundador do canal Longidade, as transformações nos pés durante a terceira idade envolvem tanto o formato quanto a funcionalidade dos membros. “Com o tempo, a osteoartrite e a perda de elasticidade ligamentar podem deformá-los, causando joanetes e dedos em garra, além de ocorrer a redução do coxim plantar, que amortece os impactos ao caminhar”, cita. O podólogo Joaquim Sato acrescenta que o ressecamento da pele e o afinamento dos tecidos também tornam os pés mais suscetíveis a rachaduras e infecções. “A pele perde elasticidade e oleosidade com o passar dos anos, o que aumenta o risco de complicações, como micoses e rachaduras nos calcanhares”, alerta. Alterações mais comuns nos pés de idosos Entre as principais mudanças que ocorrem ao longo da vida, os profissionais destacam: Deformidades articulares, como joanetes (hálux valgo) e dedos em garra, causadas pela artrose; Redução do coxim plantar, resultado da perda da camada de gordura que protege a sola dos pés, provocando desconforto ao caminhar; Rigidez articular, causada pela diminuição da flexibilidade das articulações; Ressecamento e rachaduras, consequências da perda de elasticidade e hidratação da pele; Alterações nas unhas, como engrossamento e maior suscetibilidade a infecções fúngicas. Cuidados essenciais Para prevenir complicações e manter a saúde dos pés, é fundamental adotar uma rotina de cuidados. Entre eles, Sato recomenda: 1. Hidratação diária: use cremes específicos para evitar ressecamento e rachaduras. 2. Higiene adequada: lave os pés com sabonetes suaves e seque bem entre os dedos. 3. Corte correto das unhas: sempre reto, para evitar encravamentos. 4. Calçados apropriados: escolha sapatos confortáveis, com solado acolchoado e material respirável. 5. Exercícios e alongamentos: práticas simples ajudam a manter a flexibilidade e prevenir dores. Outro ponto importante é estar atento com lesões típicas da terceira idade. Isso porque, com o envelhecimento, tais ocorrências se tornam mais frequentes. Segundo o médico, vale redobrar a atenção com: Neuropatias, caracterizadas por danos nos nervos periféricos, que causam dormência ou formigamento; Fascite plantar, que é uma inflamação na sola do pé devido à sobrecarga; Fraturas por fragilidade, decorrentes da osteoporose; Úlceras e calosidades, agravadas pelo uso de calçados inadequados. Quando procurar um profissional? A terceira idade já requer visitas mais frequentes a consultórios médicos, inclusive do ortopedista. Quanto o assunto envolve os pés, a indicação é marcar consultas semestrais, caso não haja nenhum incômodo, ou buscar o especialista logo quando alguma queixa surgir. Já na rotina com a podologia, Joaquim recomenda visitas mensais para prevenir e tratar problemas como calosidades, unhas encravadas e micoses. “A manutenção regular ajuda a evitar complicações mais graves e mantém os pés saudáveis”, afirma. Agora, uma curiosidade: sabia que, durante a terceira idade, o número dos sapatos tende a mudar? O ortopedista Sérgio Costa confirma que os pés podem aumentar ligeiramente com o tempo. “Alterações na estrutura óssea, como a artrose, e inchaços causados por problemas circulatórios podem levar ao uso de calçados maiores e mais confortáveis”, explica.

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Mais sobre Joanete

O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.

Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.

A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo. ​​