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Joanete

O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.

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Como proteger as articulações dos pés na meia-idade
Proteção Articular

Como proteger as articulações dos pés na meia-idade

Com o passar dos anos, os pés começam a dar sinais de desgaste, mas nem sempre a dor é o primeiro deles. Às vezes, aparece como rigidez, incômodo ao caminhar ou até uma sensação de impacto mais forte no chão. Reconhecer os sintomas e buscar o especialista certo é a chave para evitar problemas mais sérios. Embora as mudanças sejam esperadas com o avanço da idade, o ortopedista Ivo Zulian Neto, da plataforma de consultas médicas INKI, destaca que transformações corporais nunca devem ser ignoradas. Afinal, podem afetar diretamente a mobilidade. “A partir da meia-idade, é comum observar desgaste articular, perda da elasticidade dos ligamentos e redução do coxim gorduroso plantar, que funciona como um amortecedor natural”, detalha o médico. O que muda nos pés com o tempo? Na prática, o corpo vai perdendo parte da capacidade de absorver impacto. A cartilagem se desgasta, os ligamentos ficam menos elásticos e o pé passa a sentir mais cada passo. A partir disso, algumas alterações costumam surgir. Segundo o especialista, entre as mudanças mais comuns estão: dor e rigidez nas articulações; redução da mobilidade; menor capacidade de amortecimento; deformidades como o hálux valgo (joanete). Essas e outras deformidades mudam a forma de pisar e acabam sobrecarregando outras regiões do corpo, como joelhos e quadris. Quando o alerta vai além da dor comum Vale destacar que nem toda dor no pé tem a mesma origem. Essa questão é importante, porque, em alguns casos, o problema não é apenas mecânico, mas inflamatório. Aí, outras especialidades entram em cena para somar com a ortopedia. O reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, alerta que dores persistentes não devem ser tratadas como algo “normal da idade”, principalmente quando vêm acompanhadas de outros sinais como: dor que melhora com movimento e piora no repouso; rigidez pela manhã por mais de 30 minutos; inchaço sem trauma; dor noturna ou nos primeiros passos do dia. “Esses sintomas podem indicar doenças como gota, artrite reumatoide ou artrite psoriásica. Até quadros de fascite plantar que não melhoram podem ter origem inflamatória, não apenas sobrecarga”, acrescenta o médico. Cuidados com as articulações A boa notícia é que pequenas mudanças na rotina fazem diferença. Para ambos os especialistas, começar por escolhas simples, que ajudam a reduzir o impacto e preservar as articulações ao longo dos anos, é o ideal. O tipo de calçado utilizado é um ponto destacado pelo ortopedista Ivo Zulian Neto, já que influencia diretamente na proteção dos pés. Por isso, vale optar por modelos com bom amortecimento, estabilidade, espaço adequado para os dedos e material confortável. Entre outras orientações estão: Manter o peso sob controle. Evitar salto alto ou uso prolongado de chinelos. Fortalecer a musculatura, incluindo os pequenos músculos do pé. Praticar atividade física de baixo impacto. Por último, o reumatologista Henrique Dalmolin orienta: dor frequente não deve ser ignorada. “É sinal de que algo precisa ser investigado”, frisa.

Posso ter esporão nos dois pés? Especialistas respondem
Esporão de Calcâneo

Posso ter esporão nos dois pés? Especialistas respondem

É fato: sentir dor no calcanhar, característica comum em casos de esporão de calcâneo, já dificulta a rotina. Quando o incômodo aparece nos dois pés ao mesmo tempo, o impacto costuma ser ainda maior. A boa notícia é que existem caminhos para aliviar a dor e evitar a progressão do quadro. Entender a origem do esporão, ajustar a marcha e adotar cuidados específicos ajudam no controle dos sintomas. O ortopedista Eduardo Novak, do Hospital Universitário Cajuru, explica que o esporão do calcâneo é uma calcificação que se forma na região onde a fáscia plantar se liga ao osso do calcanhar. “Esse tecido fibroso ajuda a manter a curvatura do pé e, quando submetido à tração repetida ao longo dos anos, pode sofrer microlesões”, detalha. Como resposta disso, o organismo produz a calcificação, ou seja, o esporão. Quando ocorre nos dois pés, é por causa da distribuição de peso entre eles, que costuma ser semelhante. Assim, se a sobrecarga acomete ambos os lados, o problema também pode surgir bilateralmente. Esporão bilateral indica algo mais grave? Calma! Ter esporão nos dois pés não é incomum e não significa, necessariamente, um quadro mais grave. Isso indica que ambos os pés estão sendo submetidos a tensões parecidas. Apesar de o corpo não ser perfeitamente simétrico, alterações similares podem se desenvolver nos dois lados ao mesmo tempo. Quando a dor é bilateral, o tratamento costuma exigir mais conscientização do paciente, já que proteger apenas um pé se torna impossível. Até porque, mesmo nos casos em que a dor aparece em apenas um dos membros, os exercícios e cuidados devem ser feitos bilateralmente para evitar que o problema se instale no outro lado. Mas nem sempre dói Embora o esporão apareça nas radiografias, ele não é a causa primária da dor. O desconforto está relacionado à inflamação ou irritação da fáscia plantar, submetida à tração excessiva por encurtamento, sobrecarga de peso ou uso inadequado de calçados. Por isso, é comum encontrar pessoas com esporão visível no exame de imagem sem sintomas. O ortopedista Eduardo Novak mostra que estudos indicam que até 20% da população pode ter essa calcificação de forma assintomática. E mais: tratar a fáscia costuma aliviar a dor, mesmo que o esporão permaneça. Quando investigar com mais cuidado? Na maioria dos casos, o diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e no exame físico. A radiografia auxilia na identificação do esporão, mas exames complementares podem ser solicitados quando: A dor é persistente ou não melhora com o tratamento inicial; Há suspeita de outras causas associadas; O quadro foge do padrão típico da fascite plantar. Desde as primeiras dores até quadros mais sérios, o ortopedista é o especialista médico mais indicado para acompanhar o paciente. O impacto não se resume aos pés Do ponto de vista funcional, a fisioterapeuta Mayara Barbosa, do Hospital São Marcelino Champagnat, esclarece que a dor nos dois calcanhares dificulta as compensações naturais da marcha. Para evitar o impacto, o corpo passa a adotar adaptações automáticas, como: Passos mais curtos e lentos; Apoio mais plano do pé no solo; Transferência de carga para o antepé; Redução da mobilidade do tornozelo. Com o tempo, essas alterações podem gerar sobrecarga em joelhos, quadris e coluna, além de aumentar o gasto energético e provocar fadiga precoce. Tratamento bilateral Quando o esporão afeta ambos os pés, a fisioterapia tem papel central na reorganização do movimento. O foco não é apenas aliviar a dor, mas evitar compensações que levem a novos problemas. Entre as prioridades estão: Orientações sobre o apoio correto do pé no solo; Ajustes na marcha e nas atividades do dia a dia; Escolha adequada de calçados; Controle do tempo em pé e da exposição ao impacto. “Alongamentos da panturrilha, ganho de mobilidade do tornozelo, fortalecimento dos membros inferiores e reeducação da pisada ajudam a distribuir melhor as cargas e reduzem a tensão sobre a fáscia plantar”, analisa a fisioterapeuta Mayara. Cuidados que fazem diferença Os profissionais destacam que algumas medidas simples auxiliam no controle da dor e na prevenção da piora do quadro bilateral: Usar calçados com curvatura adequada no arco do pé; Evitar rasteirinhas e chinelos muito planos; Alongar antes de sair da cama, reduzindo a fisgada matinal; Diminuir atividades de impacto durante crises; Manter-se ativo, respeitando os limites do corpo. Além disso, a avaliação conjunta com ortopedista e fisioterapeuta permite identificar o problema de origem, ajustar o tratamento e preservar a qualidade de vida em qualquer situação.

Uso de pequenas órteses no tratamento da unha encravada
Unha Encravada

Uso de pequenas órteses no tratamento da unha encravada

Um dos problemas mais comuns e dolorosos que afeta os pés é a unha encravada, conhecida também por onicocriptose. Acontece quando a borda da unha penetra na pele, causando dor, vermelhidão, inflamação e, em casos mais graves, infecção. Muitas vezes, o desconforto é tão intenso que caminhar se torna quase impossível. Mas, felizmente, a podologia moderna oferece soluções que vão além do corte ou da cirurgia: as órteses ungueais. As órteses são dispositivos finos e moldáveis aplicados sobre a unha, com a função de corrigir sua curvatura natural. Unhas encravadas normalmente têm uma curvatura excessiva, principalmente nas bordas laterais. Ao colocar a órtese, a unha é gradualmente elevada e tensionada de maneira equilibrada, evitando que continue penetrando na pele. É um processo delicado, que exige conhecimento técnico, mas oferece resultados notáveis. Existem diferentes tipos de órteses, cada uma indicada para um perfil específico de unha:  Órtese de resina rígida ou flexível: usada em casos de curvaturas moderadas, mantém a forma da unha e distribui a pressão uniformemente.  Fita de aço ou fibra de memória: ideal para unhas mais grossas ou resistentes, corrigindo de forma progressiva a deformidade. Órteses autoajustáveis: materiais mais flexíveis, adaptam-se ao crescimento da unha, oferecendo conforto imediato e prevenção de novos encravamentos. Além da correção mecânica, o uso da órtese traz benefícios fisiológicos importantes. Ao reduzir a pressão sobre o tecido periungueal, diminui a inflamação e a dor. Evita ainda a formação de granulomas e o risco de infecção, que são complicações frequentes em unhas encravadas negligenciadas. Outro ponto essencial é a personalização do tratamento. Cada unha tem seu formato, espessura e tendência de crescimento. Por isso, a órtese não é uma solução genérica: ela acompanha o crescimento da unha e pode ser ajustada conforme a evolução do paciente, garantindo conforto, estética e funcionalidade. Em resumo, as órteses ungueais representam uma abordagem moderna, conservadora e eficaz para o tratamento da onicocriptose. Elas não apenas aliviam a dor e previnem complicações, mas também devolvem a liberdade de caminhar, correr e viver sem a preocupação constante de um incômodo nos pés. Às vezes, a solução mais simples, como uma pequena órtese, é a que gera o maior alívio e transforma completamente a experiência de cuidar dos pés. Mas sempre vale lembrar que um profissional habilitado é a melhor pessoa para esclarecer dúvidas e indicar o tratamento adequado.

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Mais sobre Joanete

O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.

Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.

A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo. ​​