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Joanete

O joanete é uma deformidade que causa desconforto nos pés. Conheça algumas opções de produtos específicos para alívio de dores e prevenção.

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Cuidado com os Pés

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Como eu devo cuidar do pé todo dia?
Cuidado Diário

Como eu devo cuidar do pé todo dia?

Nada mais justo do que dedicar um tempinho para o cuidado com os pés. Afinal, são eles que sustentam e equilibram o nosso corpo durante todo o dia. “Eles suportam grandes cargas e sofrem com a pressão das nossas atividades diárias, portanto merecem cuidados especiais”, comenta Renato Buscher Cruz, docente de saúde e bem-estar do Senac Osasco. Algumas atitudes básicas podem trazer benefícios estéticos e de saúde para eles. Confira o três passos principais para garantir pés bonitos e saudáveis: Passo 1: limpeza no banho Essa rotina começa no banho, lavando os pés com sabonete comum. “Usar sabonete antibactericida todos os dias só é necessário se houver alguma patologia. Quem não tem pode usar o sabonete de sua preferência”, ensina o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Ele explica que usar o sabonete antibacteriano sem ter problemas nos pés pode eliminar a flora bacteriana que está protegendo o nosso corpo ou até causar uma dermatite de contato ao eliminar esses micro-organismos. No banho, o pé pode ser limpo usando uma esponja ou bucha. “Não precisa usar força, é só para ajudar a retirar a pele que está em constante descamação. A concentração dessa pele, que todo dia está descamando, contribui para a formação de odores desagradáveis e facilita a proliferação de fungos e bactérias”, completa Cruz. Passo 2: secagem cuidadosa Ao sair do banho, é extremamente importante secar bem os pés, principalmente entre os dedos. Isso evita que bactérias e fungos que vivem na nossa pele se multipliquem quando estiverem em ambientes quentes e úmidos (como fica o nosso pé quando usamos meias e calçados). Os pés podem ser secos com uma toalha ou papel higiênico. Quem estiver com frieira deve usar folhas de papel individualizado e depois descartá-las, porque elas serão contaminadas com fungos que causam a doença. “A região entre os dedos deve estar sempre seca. Quanto mais seca, mais se evita a proliferação de micro-organismos como os fungos”, diz Queiroz. Para pessoas que têm a pele seca é recomendável o uso de um hidratante após a secagem dos pés. Esse creme deve ser específico para essa parte do corpo, que tem uma pele diferente, mais espessa e com menos oleosidade. “O creme para pele ressecada da Baruel tem uma substância muito parecida com a ureia, que faz uma ligação com as moléculas de água e mantém essa água na pele por mais tempo. Isso traz uma hidratação natural e evita a perda de água”, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Passo 3: desodorante para os pés Por fim, aplica-se o desodorante para os pés (ou desodorante pédico), que tem uma formulação especial para essa parte do corpo. É ele que vai controlar a transpiração para evitar a umidade que favorece a multiplicação das bactérias e fungos que causam doenças na pele e nas unhas. “As pessoas pensam no desodorante apenas pela questão do odor. Mas o desodorante para os pés não faz só isso: ele também é antisséptico, por isso previne a micose e as infecções bacterianas”, ressalta Bega. Para quem transpira muito, ele indica usar o desodorante em pó, que absorve melhor a umidade dos pés. O mesmo vale para prevenir as frieiras. “O excesso de transpiração pode levar ao aparecimento de fissuras no pé, e a frieira pode se instalar. Quando o pé está seco, isso não acontece.”

Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés
Exercícios Funcionais

Transforme o dia a dia em treino funcional para os pés

O treino funcional não precisa acontecer apenas na academia. Movimentos simples do dia a dia, como subir escadas ou pegar objetos no chão, podem se transformar em estímulos estratégicos para fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Para a educadora física Aline Turazzi, diretora de operação da rede Azzurro Fitness, o treino funcional para os pés acontece quando eles são preparados para cumprir bem o que fazem na vida real: sustentar o corpo, absorver impacto, equilibrar e empurrar o chão ao caminhar ou subir. “O foco não é ‘queimar’ o pé, mas melhorar a eficiência e segurança do movimento. Na prática, envolve trabalhar a força dos músculos intrínsecos da planta, mobilidade do tornozelo, controle do arco plantar, coordenação e estabilidade”, explica. Cotidiano como estímulo inteligente Segundo Aline, movimentos diários podem ser tão eficazes quanto exercícios específicos porque o corpo melhora aquilo que repete com qualidade e consistência. Além disso, o cotidiano oferece três vantagens importantes: Frequência alta, já que os movimentos se repetem várias vezes ao dia; Contexto real, com transferência de peso e ajustes de equilíbrio; Integração com pé, tornozelo, joelho, quadril e tronco trabalhando juntos.   Subir escadas, por exemplo, pode virar treino quando feito com atenção ao chamado “tripé do pé”, ou seja, manter apoio na base do dedão, do mindinho e no calcanhar. Já o ato de “empurrar”o degrau para baixo e para trás no movimento de subir, como se quisesse afastar o piso, ativa melhor o arco plantar, enquanto controlar conscientemente a descida do degrau, fazendo isso de forma lenta e segura, ajuda a treinar a estabilidade e a reduzir o risco de torções. Pequenas ações, grandes ajustes Agachar para pegar um objeto no chão parece coisa simples, mas o corpo precisa transferir peso e ajustar o tornozelo para manter o equilíbrio. Para estimular a estabilidade e a coordenação, é necessário deixar o arco plantar ativo, distribuir o peso (sem jogar tudo no calcanhar ou na ponta do pé) e, se for seguro, apoiar mais em uma perna. Até ações como empurrar portas ou simplesmente ficar em pé envolvem os pés mais do que parece. Para gerar força no tronco e nos braços ao empurrar algo, é preciso ter pressão e estabilidade no pé, com boa transferência de peso para o solo. “Ficar em pé é um exercício de microajustes constantes. Os pés e tornozelos fazem correções o tempo todo para manter o centro de massa equilibrado, especialmente quando mudamos o peso de um lado para o outro ou estamos em superfície irregular”, destaca a educadora física Aline Turazzi. Exercício não deve envolver dor Vale lembrar que o progresso desse dia a dia funcional deve ser gradual e não envolve sentir dor. Um desconforto muscular leve até pode acontecer, mas dor aguda, pontadas, dormência ou piora progressiva são sinais de alerta. Casos de desalinhamentos do arco, joelho e calcanhar também merecem atenção médica. Para fugir das sobrecargas, a especialista orienta: Evitar excessos repetitivos, como subir escadas na ponta do pé o dia inteiro. Observar calçado e piso, já que tênis muito gasto ou instável pode atrapalhar. Respeitar limitações em casos de lesão recente, inflamação, instabilidade ou perda de sensibilidade.   “Como são movimentos cotidianos, podem ser aproveitados diariamente, desde que haja qualidade e dosagem. Se houver histórico de lesão, dor persistente ou objetivo esportivo específico, vale buscar orientação profissional”, conclui Aline.

Calo dói? Entenda quando pode ser um problema maior
Calo e Calosidade

Calo dói? Entenda quando pode ser um problema maior

Calos são uma  resposta natural da pele ao atrito e à pressão repetitiva, formando uma camada mais grossa de pele. A pressão no lugar pode gerar dor e desconforto. O que faz o calo doer mais? Via de regra, o calo literalmente aperta quando ocorre atrito constante ou pressão excessiva, dois fatores suficientes para aumentar a dor. Mas a ligação com nervos também pode explicar a dor intensa. A podóloga Maria Eliza Silva, bacharel em Podologia pela International University of the Health Sciences e pela School of Medicine, de St. Christopher and Nevis, explica que calos com núcleo, ou seja, em formato cônico e que atingem terminações nervosas, são especialmente dolorosos. “Esse tipo de calo é chamado de neurovascular e costuma ser bastante dolorido, pela pressão e pelo inchaço”, descreve. Além disso, problemas biomecânicos, como pisada incorreta ou desequilíbrios de peso ao caminhar, também aumentam o risco de calos dolorosos. “Pisar de forma inadequada sobrecarrega certas regiões dos pés, fazendo com que calos e calosidades surjam e fiquem doloridos”, acrescenta Armando Bega. Quando um calo representa problema Nem todo calo é um problema, contudo, a presença de dor intensa, vermelhidão, lesões ao redor ou sinais de inflamação soa o alerta. Um calo que não é tratado corretamente pode servir de entrada para bactérias e causar infecções, especialmente em pacientes diabéticos e/ou idosos. “Esses grupos precisam de cuidado extra, já que as condições do sistema circulatório são mais frágeis, o que pode dificultar a cicatrização de feridas causadas pelo calo”, ressalta Maria Eliza. Além dos riscos de infecção, calos que afetam a qualidade de vida merecem atenção. Se o calo prejudica a caminhada ou impede o uso de sapatos de modo confortável, por exemplo, é fundamental buscar ajuda profissional. “Vale lembrar que eliminar o calo sem tratar sua causa apenas adia o problema, pois ele volta a crescer em pouco tempo”, alerta o podólogo Bega. Calo pode desaparecer sozinho Em alguns casos, o calo pode desaparecer sem intervenção, especialmente se o fator causal for removido - por exemplo, a troca de um calçado inadequado por outro que reduza a pressão pode fazer o calo regredir naturalmente. No entanto, o podólogo lembra que, se a causa do calo for um problema biomecânico ou alterações estruturais no pé, como uma pisada incorreta ou sobrecarga de peso, a remoção completa exige tratamento especializado. “Nesses casos, o uso de palmilhas personalizadas, ajustes posturais e fortalecimento dos músculos dos pés ajudam a impedir que o calo reapareça”, afirma Armando Bega. Busque um especialista O tratamento vai além da remoção do calo. O podólogo trata o problema e, também, investiga a causa para evitar sua recorrência. Segundo a podóloga Maria Eliza Silva, o atendimento em consultório inclui uma análise completa dos fatores de risco. “Durante a consulta, é importante investigar o tipo de calçado usado, a frequência de atividade física e até o ambiente de trabalho do paciente e se ele fica muito tempo em pé”, exemplifica. Após a avaliação, o profissional pode recomendar palmilhas ortopédicas, órteses e protetores para aliviar o atrito e evitar o reaparecimento do calo. Em casa, os cuidados básicos como hidratação diária e higiene dos pés ajudam a manter a pele macia e evitar a formação incômoda. A profissional recomenda também verificar regularmente os calçados para garantir que estejam em bom estado e não promovam atrito. No entanto, a especialista reforça que o tratamento completo só deve ser feito em consultório, com instrumentos esterilizados, para evitar lesões e possíveis infecções.

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Mais sobre Joanete

O joanete, uma deformidade óssea que afeta o dedão do pé, pode causar desconforto, dor e até dificuldade para caminhar. O problema ocorre quando o dedão se desalinha e pressiona os dedos vizinhos, resultando em inflamação e inchaço.

Para aliviar os sintomas e evitar a progressão da condição, é fundamental adotar uma rotina de cuidados específicos. O uso de produtos como protetores de silicone, espaçadores e almofadas pode proporcionar conforto, reduzindo a fricção e a dor.

A marca Tenys Pé Baruel oferece uma linha completa de produtos que auxiliam na prevenção e no alívio dos sintomas do joanete, garantindo conforto e qualidade de vida em cada passo. ​​