Condicionador Infantil
Condicionador infantil com fórmula suave para deixar o cabelinho macio e fácil de pentear, evitando puxões e desconforto. Do loiro ao crespo, fios hidratados e com brilho natural.
Produtos
Condicionador Infantil Cabelos Crespos 400ml – Baruel Baby
Condicionador para bebês e crianças. Desembaraça e ajuda no controle do frizz** dos cabelos crespinhos.
Condicionador Infantil Suave 210ml – Baruel Baby
Condicionador com ingredientes suaves para desembaraçar o cabelo infantil de bebês e crianças deixando os fios mais macios.
Condicionador Infantil Sono Tranquilo 210ml – Baruel Baby
Condicionador que promove sensação de relaxamento. Desembaraça o cabelo de bebês e crianças.
Condicionador Infantil Sono Tranquilo 400ml – Baruel Baby
Condicionador ideal para o sono. Desembaraça o cabelo e promove sensação de conforto e relaxamento.
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Perguntas frequentes
Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.
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Meu bebê chora muito para dormir. É normal?
A privação de sono de pais e cuidadores é um dos maiores desafios após a chegada do bebê e esses episódios tendem a se intensificar quando os choros noturnos começam. Será dor, uma fase normal do desenvolvimento ou algum problema de saúde? Entre dúvidas, inseguranças e tentativas, vale investigar o que está acontecendo. Meia hora dormindo e outras muitas horas acordada, chorando. Assim era a rotina de três meses da filha de Ana Cristina. Mãe de primeira viagem, ela tentou de tudo: canção de ninar, luzes baixas, ruído branco, difusor de óleo essencial, banho relaxante e até reorganização dos móveis do quarto da menina, mas nada resolveu. “Fiquei muito preocupada com as crises de choro e quis investigar absolutamente todas as possibilidades: dor, doença, algum distúrbio”, conta. Só depois de conversar com a pediatra e descartar problemas de saúde, entendeu que se tratava de um salto de desenvolvimento, típico dessa faixa etária. O que é esperado no sono do bebê Recém-nascidos adormecem no chamado sono “ativo”, caracterizado por padrões respiratórios e cardíacos irregulares, tônus muscular diminuído, olhos fechados e manifestações como choro, sorrisos ou gemidos, conforme explica a pediatra Clery Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana. Esse comportamento ocupa cerca de 60% do tempo dos recém-nascidos a termo (dentro do prazo esperado) e pode chegar até 80% a 90% entre os prematuros. Segundo a médica, essa característica está relacionada à imaturidade do sistema nervoso central nas primeiras semanas de vida. O choro, portanto, pode fazer parte dessa adaptação neurológica. Ao nascer, o bebê tem um sono polifásico, ou seja, dorme de oito a dez vezes ao longo do dia, e isso naturalmente leva a mais episódios de choro. Apesar de diferente, essa organização é fundamental para o desenvolvimento e a plasticidade do cérebro dele. Mas as coisas mudam a partir do primeiro mês, com mais horas de sono noturno. Pistas e causas O choro pode ser uma boa dica para entender o que está acontecendo, já que o timbre muda conforme a situação. Quando está mais agudo, reflete dor ou desconforto, por exemplo. Por isso, os cuidadores devem observar esse padrão ao longo dos dias para reconhecer diferenças importantes. Além disso, o sono infantil também sofre influência de: ruídos ambientais; temperaturas extremas; rotinas; interação social; fome (mamadas inadequadas); dor; secreção hormonal. “Os despertares noturnos também variam de acordo com a maturidade: cerca de 50% dos lactentes aos nove meses apresentam despertares e entre 20% e 40% podem mantê-los entre 12 e 24 meses”, destaca a pediatra Clery Gallacci. Como lidar com o choro pré-sono A especialista lista medidas que podem colaborar para um sono mais tranquilo: manter rotina diária bem estabelecida com mamadas, banhos etc.; diminuir a luz artificial ao anoitecer; oferecer ambiente familiar calmo; garantir temperatura adequada do ambiente e do bebê; evitar estímulos de telas, luz e som nas primeiras semanas, caso o bebê durma no mesmo ambiente que o adulto; a partir do sexto mês, incentivar o bebê a dormir sozinho no berço. Em caso de dúvida ou se nenhuma estratégia surtir efeito, os responsáveis devem consultar o pediatra. O acompanhamento profissional é fundamental para descartar causas mais graves e orientar o melhor caminho. No caso da mamãe Ana Cristina, mesmo relutante por medo de julgamentos, o que resolveu foi a cama compartilhada, com extensor. Hoje, com a situação controlada, ela garante: essa fase vai passar. “Investigue mesmo que digam que é exagero. Tente tudo o que achar que vale a pena, independentemente do que acharem”, aconselha.
Assadura é comunicação: o que a pele do bebê diz?
Nem sempre a assadura é apenas um incômodo local. Muitas vezes, é também o primeiro sinal de que algo no ambiente do bebê precisa ser ajustado. Quando a pele fica vermelha, sensível ou mais úmida do que o habitual, o corpo está reagindo a um desequilíbrio e precisa de atenção e cuidados específicos. Para o pediatra Antônio Carlos Turner, da clínica Total Kids, dizer que a assadura é uma forma de comunicação significa reconhecer que o corpo do bebê “fala” quando algo foge do esperado. Como o pequeno ainda não tem repertório verbal, a pele utiliza o processo inflamatório para sinalizar que o microclima da fralda não está bem. “É um pedido de socorro biológico. A pele está manifestando um desequilíbrio homeostático, com rubor, calor e edema, para avisar que algo no ambiente imediato não está em harmonia com a fisiologia do bebê”, alerta o médico. Decifrando os sinais na pele Cada situação costuma deixar uma espécie de “digital” visível. Observar o aspecto da vermelhidão e o local em que aparece ajuda os adultos a entenderem se o problema está relacionado à umidade excessiva, ao atrito ou a uma reação de contato. Entre os sinais mais comuns, o especialista destaca: Umidade: a pele pode ficar com aspecto murcho ou macerado; a assadura esbranquiçada nas bordas, antes de se tornar vermelha, sinal de que a barreira cutânea está encharcada e fragilizada. Atrito: a vermelhidão tende a ser mais intensa nas áreas de maior contato, como dobrinhas das coxas ou onde o elástico da fralda aperta. Reação química: quando há vermelhidão localizada logo após a troca de fralda ou uso de produto novo, pode indicar dermatite de contato irritativa. Mudanças na rotina também provocam respostas quase imediatas. Isso porque a pele do bebê possui um pH levemente ácido que funciona como proteção natural. Ao alterar o tipo de fralda ou utilizar lenços com fragrâncias fortes, essa barreira pode ser rompida, levando à inflamação localizada. Fezes, urina e calor na equação Outros fatores fazem parte do quadro, já que a química do próprio corpo tem papel central na formação da assadura. A urina é um bom exemplo: quando fica muito tempo em contato com a pele, produz amônia e eleva o pH da derme. Isso ativa enzimas das fezes, que começam a agredir a camada superficial cutânea. Além disso, há outras mudanças sistêmicas que interferem: a introdução alimentar pode alterar o pH e a microbiota das fezes, tornando-as mais agressivas; o uso frequente de antibióticos causa diarreia e modifica a flora intestinal e da pele, abrindo caminho para assaduras por fungos; o calor intenso aumenta a vasodilatação e a sudorese, acelerando o processo inflamatório. “O suor, especialmente em dias quentes, soma-se a tudo isso criando um ambiente de ‘estufa’ dentro da fralda, facilitando a proliferação de fungos, como a Candida albicans”, acrescenta o pediatra Antônio Carlos Turner. Como ler os sinais e prevenir Lembre-se: o bumbum do bebê traz pistas importantes, tanto visuais quanto comportamentais. Pontinhos vermelhos ao redor da mancha costumam indicar infecção fúngica, enquanto vermelhidão e pele brilhante sugerem irritação química ou acidez. Se houver choro na hora da troca, o dano pode ter atingido os nervos. Para tratar e prevenir novas assaduras, o médico recomenda adotar o mantra “Limpar, Secar e Proteger”, ou seja": trocar o lenço umedecido por algodão e água morna sempre que possível; deixar o bebê alguns minutos por dia com o “bumbum livre”, permitindo que o ar ajude na cicatrização; aplicar cremes com óxido de zinco ou dexpantenol para criar uma barreira protetora; evitar apertar demais a fralda, permitindo mínima circulação de ar. Os pais também devem observar além da pele: irritabilidade no sono, choro agudo ao urinar e recusa alimentar podem estar relacionados ao quadro. Quando a assadura se torna frequente, pode indicar necessidade de ajustar a rotina e incluir mais trocas de fraldas. Ao surgirem sintomas físicos ou comportamentais, é necessário procurar um pediatra.
Minha filha de 1 ano quase não tem cabelo. É normal?
Alguns pais ficam preocupados quando o bebê completa o primeiro ano de vida e apresenta poucos fios de cabelo. Além da frustração de quem idealizou penteados e da comparação com outras crianças mais cabeludas, surge o medo de aquilo indicar algo grave. Mas vale saber que normalmente essa situação faz parte do desenvolvimento natural. Conforme explica a dermatologista Luiza Turner, da clínica Total Kids, é bastante comum que crianças nessa idade ainda tenham menos cabelo aparente. Isso acontece porque as estruturas responsáveis pelo crescimento do cabelo, conhecidas como folículos capilares, ainda estão em fase de maturação. “Na grande maioria dos casos, ter poucos fios é completamente normal e não representa doença. O crescimento capilar infantil é gradual, e cada criança tem o seu próprio ritmo”, assegura a especialista. Bebês com menos cabelo Sem uma regra universal, a quantidade de fios e o próprio crescimento deles varia para cada pessoinha. Enquanto alguns bebês nascem cabeludos, outros apresentam fios bem fininhos ou até menos cabelo durante o primeiro ano de vida. Segundo a médica, essa diferença costuma estar relacionada a fatores individuais, como genética familiar, espessura natural do fio, etnia e fase do ciclo capilar. Em muitos casos, inclusive, a genética explica boa parte dessas diferenças. Se os pais tiveram pouco cabelo na infância, por exemplo, é bastante provável que a criança apresente um padrão semelhante. Quando é hora de investigar “A recomendação é aguardar até os dois anos de idade para investigar crescimento capilar reduzido, desde que a criança esteja saudável e sem sinais associados”, orienta a especialista Luiza Turner. Mas existem alguns sinais que merecem atenção: áreas completamente sem cabelo (falhas bem definidas); queda de cabelo progressiva; lesões ou descamação no couro cabeludo; alterações no desenvolvimento. Nesses casos, a avaliação médica com pediatra ou dermatologista pode tirar dúvidas, tranquilizar a família e investigar possíveis alterações dermatológicas, genéticas ou nutricionais, se necessário. Adote só cuidados comprovados Mesmo quando o bebê tem poucos fios, alguns cuidados simples ajudam a manter o couro cabeludo saudável durante essa fase. O mais importante é manter hábitos básicos e evitar práticas que possam prejudicar o crescimento capilar. A dermatologista também recomenda: manter uma alimentação equilibrada; realizar a higiene adequada com shampoo infantil suave; evitar tração excessiva nos cabelos, como penteados apertados ou uso frequente de elásticos; não utilizar produtos químicos. “Raspar o cabelo ou usar produtos que prometem ‘fortalecer’ os fios não altera a espessura, a velocidade de crescimento ou o número de cabelos. Isso ocorre de forma fisiológica com o desenvolvimento da criança”, reforça Luiza.
Mais sobre Condicionador
Condicionador infantil da linha Baruel Baby, criado especialmente para hidratar e desembaraçar os fios delicados dos cabelos de bebês e crianças. Ele possui fórmula suave que ajuda a deixar o cabelo macio e fácil de pentear, evitando puxões e desconforto na hora do cuidado com os pequenos.
Ele é ideal para os fios finos e sensíveis dos bebês e ainda respeita a necessidade de cada tipo de cabelo. Do loiro ao crespo, fios hidratados, macios e com brilho natural.
O uso de um condicionador específico para bebês e crianças é fundamental para garantir segurança e proteção. Aplique após o shampoo, espalhe suavemente e enxágue bem para obter um cabelinho desembaraçado e com cheirinho de carinho prolongado.

