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Condicionador Infantil Sono Tranquilo 400ml – Baruel Baby

Condicionador ideal para o sono. Desembaraça o cabelo e promove sensação de conforto e relaxamento.

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Condicionador Infantil Sono Tranquilo 400ml
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Quantidade

400 ml

Também nas versões

Fragrância

Sono Tranquilo

Benefícios

• Sensação de conforto e relaxamento*
• Ideal para o sono
• Hipoalergênico
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Com ingredientes de origem natural
• Cheirinho de carinho
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Após lavar os cabelinhos do seu bebê com o Shampoo Sono Tranquilo Baruel Baby, aplique o condicionador nos fios, massageando suavemente.

Em seguida, enxágue bem.

Resultado

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, GLICEROL, FENOXIETANOL, PERFUME, DIMETICONA, CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, HIETELOSE, FOSFATO DE AMIDO HIDROXIPROPÍLICO, METOSSULFATO DE BEENTRIMÔNIO, ETILHEXILGLICERINA, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CÍTRICO, ACETATO DE SÓDIO, LINALOL, ÁLCOOL ISOPROPÍLICO, CELULOSE.

INGREDIENTS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, GLYCERIN, PHENOXYETHANOL, PARFUM, DIMETHICONE, STEARALKONIUM CHLORIDE, HYDROXYETHYLCELLULOSE, HYDROXYPROPYL STARCH PHOSPHATE, BEHENTRIMONIUM METHOSULFATE, ETHYLHEXYLGLYCERIN, DISODIUM EDTA , CITRIC ACID, SODIUM ACETATE, LINALOOL, ISOPROPYL ALCOHOL, CELLULOSE.

Mais sobre Condicionador Infantil Sono Tranquilo 400ml – Baruel Baby

Condicionador ideal para sono. Desembaraça o cabelo de bebês e crianças e promove sensação de conforto e relaxamento.

O Condicionador Sono Tranquilo Baruel Baby foi elaborado com ingredientes de origem natural para o cuidado e a hidratação dos cabelos de bebês e crianças. A fragrância é suave e contém notas de lavanda, que ajudam o bebê a acalmar, proporcionando uma agradável sensação de conforto e relaxamento*.

Além de desembaraçar os cabelos, o Condicionador Sono Tranquilo deixa os fios macios e cheirosos, com aquele cheirinho de carinho prolongado.

Condicionador sem parabenos e não testado em animais.

Hipoalergênico e oftalmo e dermatologicamente testado para segurança no uso.

É um produto vegano e ideal para o sono.

*Sensação relacionada aos componentes da fragrância.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Evitar contato com os olhos. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Casa vista do chão: cômodos acessíveis às descobertas infantis
Adaptação e Ambiente

Casa vista do chão: cômodos acessíveis às descobertas infantis

Quando um adulto entra em um cômodo, ele enxerga organização e funcionalidade. Já a criança pequena vive o ambiente a partir do corpo e, literalmente, do chão. É engatinhando, sentando, se levantando e andando que ela explora o mundo e constrói seu desenvolvimento. Como adaptar a casa à infância, então? A terapeuta ocupacional Lígia Carvalho expõe que pensar a “casa vista do chão” significa mudar completamente o ponto de referência. Isso envolve observar altura, alcance e visibilidade entre 30 e 90 centímetros do chão, além de identificar obstáculos invisíveis aos adultos, como quinas, fios, excesso de estímulos visuais, textura e qualidade do piso e até a estabilidade dos móveis. “Quando o ambiente favorece a ação, promove desenvolvimento. Mas quando restringe, limita experiências motoras, sensoriais e cognitivas. A criança pequena vive o mundo a partir do corpo e precisa de oportunidades de exploração espontânea”, afirma a mestre em Educação e Desenvolvimento Infantil. Pequenas adaptações funcionam bem O acesso aos objetos e aos espaços permite que o pequenino aja ativamente sobre o ambiente, sem depender do adulto para mediar todas as experiências. Ao iniciar ações, explorar, tentar, errar e ajustar movimentos, ele acaba fortalecendo habilidades importantes, como a autonomia, a autoconfiança e o senso de competência. Para isso, pequenas adaptações estruturais já fazem diferença: Na sala: brinquedos em caixas acessíveis, tapete firme e antiderrapante e estantes baixas e abertas favorecem visualização e rotatividade dos itens. No quarto: cama baixa ou colchão no chão, cabideiros na altura da criança, cestos com identificação e espelho seguro estimulam a consciência corporal. Na cozinha: uma gaveta com utensílios seguros, participação supervisionada em tarefas simples e quadros com rotina diária e semanal aproximam a criança das atividades reais da casa. Segundo Lígia, ao manipular, transportar, alcançar, subir, agachar e organizar objetos, a criança aprimora o planejamento motor, equilíbrio, força e coordenação fina e global. Isso porque o movimento é uma necessidade biológica e o contato com diferentes materiais (madeira, tecido, borracha) amplia o repertório motor, sensorial e cognitivo. Segurança X descobertas Existe diferença entre um ambiente apenas seguro e outro que realmente favorece a exploração. O desenvolvimento acontece justamente no equilíbrio entre segurança e desafio graduado, já que ambientes excessivamente restritivos podem reduzir iniciativa e curiosidade. “Um espaço apenas seguro tende a remover riscos, restringir acesso e focar exclusivamente na prevenção de acidentes, enquanto um ambiente que favorece a exploração continua sendo seguro, mas permite testar hipóteses, variar experiências e estimular movimento ativo na medida certa”, reforça a terapeuta Lígia Carvalho. Para equilibrar a liberdade com limites, a orientação é organizar o ambiente para reduzir riscos graves sem transformar tudo em “não”. Isso inclui: definir áreas de “sim” e “não”; adaptar antes de recorrer apenas à proibição; oferecer alternativas seguras; manter previsibilidade na organização; supervisionar sem interferir constantemente. A observação é fundamental, pois cada criança responde de forma diferente conforme a idade e o momento do desenvolvimento. Ambiente organizado reduz conflitos De acordo com a neuropsicopedagoga Silvia Kelly Bosi, especialista em comportamento infantil, adaptar a casa à fase da criança é capaz de reduzir grande parte dos conflitos do dia a dia. Muitas birras não acontecem por desobediência, mas porque o ambiente não está adequado à curiosidade e à necessidade de movimento dessa fase. “Quando tudo é proibido, surgem frustração constante, irritabilidade, oposição frequente e pais exaustos, criando um ciclo repetitivo de confronto. Ao organizar a casa considerando altura, segurança e necessidade de ação, diminuem-se embates e favorece-se a autorregulação na rotina”, argumenta a profissional. Entretanto, Silvia destaca que a autonomia é a independência com limite. Deixar acessível o que pode e retirar do alcance o que não pode ensina com estrutura, sem permissividade excessiva. Veja algumas dicas por idade: até 2 anos: a criança pode guardar itens junto com o adulto; de 3 a 5 anos: participa respeitando caixas identificadas e combinados simples; de 6 a 9 anos: assume pequenas responsabilidades; a partir dos 10 anos: já é possível negociar organização e planejamento. “Quando a casa coopera, a rotina se torna mais leve e o crescimento acontece com mais segurança emocional”, garante a neuropsicopedagoga.

Bolsa do bebê sem excesso: o essencial para sair de casa
Enxoval

Bolsa do bebê sem excesso: o essencial para sair de casa

Sair de casa com um bebê pela primeira vez traz aquela famosa dúvida aos pais e cuidadores: o que realmente precisa levar na bolsa? Entre fraldas, roupas extras, acessórios e comidas, muitas famílias acabam exagerando na lista e carregando peso à toa. Só que nem tudo é realmente necessário e pode ficar de fora. Segundo a enfermeira Tatiany Varjão, do Hospital Santa Paula, da Rede Américas, o segredo é focar no essencial e evitar excessos motivados apenas pela preocupação. Além disso, considerar o destino, como consulta médica, passeio rápido ou viagem, por exemplo, ajuda a ter mais assertividade. “No começo, é comum exagerar nos itens da bolsa porque a família ainda está em período de adaptação. Com o tempo, fica mais fácil perceber o que realmente é necessário para cada saída”, tranquiliza a profissional. Levar ou deixar em casa? Não dá para sugerir uma lista como a única certeira. Afinal, cada família vai desenvolver sua própria rotina com o bebê e, a partir disso, entender do que precisa ou não. No entanto, alguns itens são considerados básicos para as saídas de casa, sobretudo nos primeiros meses de vida: fraldas; enços umedecidos; fralda de boca troca de roupa adequada à temperatura porta-leite e mamadeira, quando necessário Por outro lado, há aqueles produtos que aparecem na bolsa mais por precaução do que utilidade e, no fim das contas, só servem de peso para as costas dos pais. Nesse sentido, você pode observar se precisa mesmo de: comida congelada; vários babadores; calçados; muitas peças de roupa extras. Bolsa muda conforme o bebê cresce Para a enfermeira Tatiany Varjão, o tempo muda as necessidades, incluindo o que vai ou não na bolsa da ala infantil. Isso porque um recém-nascido costuma precisar de itens bem diferentes das necessidades de um bebê maiorzinho. “Com o crescimento da criança e mudanças naturais no desenvolvimento, a quantidade de itens indispensáveis tende a diminuir”, explica a profissional. Como exemplo prático disso, ela cita o desfralde. Se o banheiro já foi introduzido e funciona com segurança, as fraldas descartáveis se tornam desnecessárias, assim como as trocas extras por medo de vazar ou sujar. Como evitar bolsas grandes e pesadas Para tirar o peso dos ombros, comece cortando da lista aquilo que é maior e não faz diferença nas saídas. Normalmente, muitas roupas, cobertores e objetos grandes acabam sendo levados só por precaução e ocupam espaço à toa. Pensar na saída de forma estratégica é outra dica da enfermeira. Antes de montar a bolsa, vale considerar o tipo de saída, quanto tempo a família ficará fora de casa e o que realmente precisará nesse período. “Uma forma simples de organizá-la é fazer um mapa mental do que será feito durante o passeio e avaliar o que é necessário. Em caso de emergência, muitas vezes é possível adquirir o item no próprio local”, observa Tatiany.

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Sono e Soneca

O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal

Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto
Brincadeiras

Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto

Nem todo dia é possível para um pai ou mãe sentar no chão cheio de energia, inventar personagens e sustentar uma hora de faz de conta com os filhos. Entre o expediente no trabalho, as demandas da casa e a carga mental de tudo isso acumula, muitos adultos terminam o dia exaustos e, junto do cansaço, vem a culpa por não “brincar direito” com os filhos. Mas há alternativas para situações como essas. A psicóloga Cibele Pejan, do dr.consulta, explica que essa culpa costuma nascer de uma régua impossível. “Muita gente aprendeu que um bom pai ou uma boa mãe é quem está sempre disponível, animado e criativo. Quando o cuidado real encontra esse ideal de perfeição, os pais se sentem culpados. Mas exaustão não é falta de amor”, afirma. Conexão não exige performance e saber disso muda o jogo. A questão não está em fazer mais, mas em estar presente de forma possível. Mesmo em dias de pouca energia, a conexão pode acontecer em gestos simples, desde que haja disponibilidade emocional. É isso que sustenta o vínculo, não a quantidade de brincadeiras elaboradas. Conectar-se não exige muito esforço Planejar grandes programas ou longas atividades não é sinônimo de conexão de qualidade entre a família. Pais e filhos se conectam quando o pequeno sente que ‘existe’ para o adulto à frente, naquele momento – e isso pode acontecer em minutos de presença real. Segundo a profissional, crianças não precisam de um adulto performático, mas de alguém emocionalmente disponível, ainda que por pouco tempo. Alguns pequenos gestos costumam ser suficientes para gerar vínculo, como: olhar nos olhos; escutar com atenção; validar uma emoção; oferecer um abraço; perguntar com interesse genuíno. Para isso acontecer, o cuidador também precisa estar bem. Sinais persistentes de irritabilidade, exaustão, culpa intensa, queda de motivação e sintomas físicos denunciam algo mais sério que o cansaço, como o esgotamento. Nesses casos, vale buscar ajuda – dividir tarefas, acionar a rede de apoio, iniciar a terapia ou fazer uma avaliação médica podem ser caminhos importantes. Brincar com pouca energia também vale Quando o cansaço reina, a professora e coordenadora pedagógica Paula Malagrino destaca que o ideal são brincadeiras calmas, com poucos estímulos, que priorizem vínculo e presença. Mais do que gasto energético, vale oferecer atenção de qualidade. Muitas atividades podem ser feitas com o que já existe em casa, sem exigir preparo extra, como: desenhos livres ou de observação; massinha; caça ao tesouro simples; jogos de memória ou quebra-cabeça; banho nos brinquedos; organizar objetos por cor ou tamanho. A mesma proposta pode ser adaptada conforme a idade: Para os menores: comandos simples e foco em cores, formas e movimentos. Para os maiores: incluir pistas, regras, desafios ou histórias mais elaboradas. “O essencial é respeitar o que cada criança já consegue fazer, garantindo participação e sucesso”, acrescenta a educadora. A rotina pode ser uma brincadeira Nem toda interação precisa ser uma brincadeira tradicional. Segundo Paula, atividades do cotidiano podem se transformar em momentos afetivos e educativos quando o adulto convida a criança a adotar o lúdico, de forma leve e divertida: Durante e após o banho: desenhar no box ou fazer esculturas com espuma. Antes de dormir: cantar músicas ou contar histórias curtas. No decorrer do dia: separar roupas pode virar “o time das roupas pretas e o time das claras”. Na organização do quarto: guardar brinquedos se transforma em “missão” ao propor-se levar cada item “para sua casinha”. Ao ar livre, na natureza: regar plantas pode ser uma brincadeira de descobrir “quem está com mais sede hoje”. Nessas situações, a criança desenvolve raciocínio lógico, autonomia, senso de colaboração e pertencimento familiar, sem que o adulto precise criar algo novo do zero. “O mais importante não é a tarefa em si, mas como o adulto conduz esse momento”, garante a professora. No fim, como reforça a psicóloga Cibele: muitas crianças crescem saudáveis não porque tiveram pais incansáveis, mas, sim, pais que voltavam, reparavam e tentavam de novo.

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças
Cafuné

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças

Antes do soninho chegar, pequenos rituais podem ajudar bebês e crianças a se prepararem para o descanso. Um exemplo simples, mas poderoso, é o cafuné: o toque suave é capaz de sinalizar que o dia está chegando ao fim, além de favorecer o relaxamento, a segurança emocional e a transição entre vigília e sono. Esse gesto carinhoso faz parte da rotina da hora de dormir que a artesã Daiana da Silva adota com seu filho de dois anos. Inspirada em uma lembrança da própria infância, ela manteve o hábito com o menino como uma forma de conexão antes de dormir. “Percebo que ele dorme melhor e mais rápido quando esse momento de aconchego acontece. Eu também sou assim, por isso meu namorado sempre faz em mim. A gente lê uma historinha e depois ficamos no chamego do cafuné, em família, até adormecer”, conta. O poder de um gesto de carinho Segundo a neurologista Priscila Mageste, especialista em medicina do sono, gestos como o cafuné podem ajudar no processo de desaceleração que antecede o ato de dormir. Isso porque movimentos lentos funcionam como um sinal para o corpo iniciar a transição entre estar acordado e entrar no descanso. “O toque suave ativa receptores da pele que se conectam ao sistema sensorial e às áreas cerebrais ligadas às emoções e ao conforto. Isso favorece a sensação de segurança e contribui para que o organismo desacelere”, explica a médica. Com essa ativação, algumas respostas fisiológicas começam a mudar: a respiração se torna mais lenta, a frequência cardíaca diminui e as ondas cerebrais passam gradualmente para um ritmo associado ao relaxamento e ao início do sono, com a liberação de hormônios associados à sensação de segurança e conforto. Ritual para desacelerar De acordo com a profissional, repetir esse gesto dentro de um protocolo noturno pode ajudar o cérebro da criança a reconhecer que o momento de dormir está chegando. A previsibilidade da rotina reduz o estado de alerta e facilita o relaxamento, especialmente após um dia cheio de estímulos. Entre os primeiros anos de vida, esse tipo de regulação externa costuma ser ainda mais importante porque o sistema nervoso segue em desenvolvimento. Além do cafuné, outras práticas podem integrar esse momento, como: leitura de uma história tranquila; ouvir música calma; banho morno no período da noite; diminuir a intensidade das luzes do ambiente. “Com o tempo, porém, é importante que o cafuné não seja o único sinal associado ao início do sono. A criança também precisa desenvolver autonomia para adormecer sem depender exclusivamente do contato físico”, orienta a médica do sono Priscila Mageste. Mudanças com o evoluir com a idade Mesmo que uma rotina noturna funcione muito bem para o bebê cair no sono, isso tende a mudar com o crescimento dele. Afinal, as necessidades já não são mais as mesmas quando o bebê se torna uma criança, assim como a própria rotina familiar, que se transforma ao longo desse desenvolvimento. Nesse sentido, a neurologista destaca algumas medidas eficazes: Manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos finais de semana. Expor a criança à luz natural pela manhã (com proteção). Reduzir estímulos e atividades agitadas no período da noite. Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de dormir. Reservar o quarto para o momento de descanso. Criar uma rotina consistente em casa faz diferença. Para Priscila, a melhora do sono costuma acontecer de forma gradual, com hábitos que ajudam o corpo e o cérebro da criança a reconhecer, dia após dia, que chegou a hora de descansar.

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?
Amamentação e Alimentação

Amamentar a cada 3 horas: até quando é necessário?

Nos primeiros dias de vida do bebê, muitas famílias ficam reféns do relógio quando o assunto é amamentação. A orientação padrão de oferecer o peito a cada 3 horas costuma gerar dúvidas, causar ansiedade e até sentimento de culpa. Entender melhor a recomendação médica é o melhor caminho para lidar com essa situação. Na prática, amamentar “de 3 em 3 horas” significa contar o intervalo a partir do início da mamada anterior e não do momento em que ela termina. “Essa recomendação funciona como uma regra de segurança no início da vida para evitar que o bebê fique longos períodos sem se alimentar até recuperar o peso do nascimento”, explica a enfermeira obstetra e consultora de amamentação Meiriele Rodrigues. Esse cuidado faz sentido porque o recém-nascido ainda tem uma capacidade gástrica muito pequena, o leite materno é digerido rapidamente e as mamadas frequentes são fundamentais para estimular e regular a produção de leite da mãe. É como se os primeiros dias “calibrassem” a fábrica materna. Regra não vale para sempre De modo geral, esses intervalos curtos e regulares para mamar só são indicados até o nenê retornar ao peso que nasceu. Isso costuma acontecer entre o 10º e 15º dia de vida. A partir dali, se o recém-nascido estiver saudável, alerta e com bom ganho ponderal, o relógio tende a perder um pouco a importância. Não significa, porém, abandonar os cuidados. Para a profissional, é a hora certa de entender que a amamentação deve seguir mais os sinais que o bebezinho dá do que horários previamente estabelecidos. Já a livre demanda é indicada desde o início, com uma ressalva importante: nas primeiras semanas, ela é “livre” para o bebê pedir, mas a mãe deve ofertar o peito, caso ele durma por tempo prolongado. Com o ganho de peso bem estabelecido, isso muda. Será que meu bebê está mamando o suficiente? Mesmo quando os intervalos entre as mamadas começam a variar, alguns sinais ajudam a confirmar que a amamentação está adequada. Entre os principais, a especialista Meiriele Rodrigues destaca: fraldas de xixi frequentes, claras e bem cheias (geralmente seis ou mais por dia); comportamento de saciedade após a mamada, como soltar o peito espontaneamente e relaxar as mãos; ganho de peso constante nas consultas de acompanhamento com o pediatra. Por outro lado, tentar espaçar demais as mamadas antes do tempo também pode trazer riscos. Vale ficar de olho em: desidratação; letargia (o bebê fica tão fraco que não acorda para pedir leite); dificuldade em engordar. Além disso, a mãe também costuma sofrer com o espaçamento precoce. Diminuição da produção de leite e risco aumentado para mastite e ingurgitamento mamário – o famoso “leite empedrado” – são algumas das consequências. “Peito é fábrica; não, estoque. Quanto mais o bebê mama, mais leite o corpo entende que precisa produzir”, reforça a profissional. Durante a madrugada Acordar o recém-nascido de madrugada para oferecer o peito pode parecer errado, afinal, ele finalmente dormiu. Porém, é uma regra necessária nas primeiras semanas, enquanto os quilos do nascimento ainda não foram recuperados. Normalmente, o intervalo para aleitamento não deve ultrapassar três ou quatro horas, mas quem define é o pediatra. A consultora de amamentação Meiriele Rodrigues lembra que, após essa fase, se tudo estiver bem, não há mais necessidade de despertar o nenê, uma vez que o sono também é essencial para o desenvolvimento neurológico. Para mães que se sentem presas ao relógio, a enfermeira ensina que observar o filho é o melhor caminho. Isso porque, antes mesmo do choro, ele já dá sinais claros de que está com fome, como: levar as mãos à boca; virar a cabeça; ou fazer movimentos de sucção. “Responder a esses sinais torna a amamentação mais fluida, eficiente e menos angustiante”, garante a especialista.

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