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Escalda-pés: 3 receitas para relaxamento e bem-estar
Escalda Pés

Escalda-pés: 3 receitas para relaxamento e bem-estar

Depois de um longo dia, um escalda-pés pode ser a solução ideal para aliviar o cansaço, melhorar a circulação e promover o bem-estar. A prática consiste em mergulhar os pés em água morna com ingredientes que potencializam seus benefícios, como sais, óleos essenciais e ervas naturais. Segundo a esteticista e cosmetóloga Talita Bovi, um bom escalda-pés é capaz de atender e tratar diversas queixas, entre cansaço, estresse, ansiedade, ressecamento, insônia, inchaço e peso, tensão e rigidez, hiperidrose e até bromidrose, o famoso chulé. A dica é deixar a temperatura da água por volta de 36 °C e 40 °C, proporcionando relaxamento sem causar desconforto. "Pode ser feito de uma a duas vezes por semana, especialmente após dias intensos ou longos períodos em pé. Apesar disso, repetir semanalmente é suficiente para manter os pés hidratados e saudáveis", ensina. Benefícios do escalda-pés Sem restrições de idade, o ritual é um convite ao relaxamento e ainda tem uma série de benefícios, como: Alívio do cansaço e tensão muscular. Melhora a circulação sanguínea. Redução do estresse e ansiedade. Hidratação e recuperação da pele ressecada. Diminuição da sensação de inchaço nos pés. No entanto, a profissional alerta para situações em que o escalda-pés não é recomendado. "Pessoas com diabetes descompensada, hipotensão, trombose, doenças de pele ou feridas abertas devem evitar a prática para não agravar suas condições", orienta. Gestantes na reta final da gravidez também fazem parte da lista. De acordo com a especialista, o calor excessivo nos pés pode aumentar o fluxo sanguíneo de forma indesejada e causar desconfortos. É importante ter liberação médica e supervisão. Caseiro X profissional Apesar de poder ser realizado em casa, o escalda-pés feito por um profissional oferece algumas vantagens adicionais. "Em clínicas especializadas, é possível personalizar os ingredientes e combinar a técnica com massagens relaxantes, reflexologia e hidratação profunda, intensificando os resultados", ressalta a cosmetóloga. Mas se a ideia é aproveitar o momento de cuidado em casa, a especialista compartilha três receitas fáceis e eficazes para diferentes necessidades. Aprenda e aproveite! Como fazer escalda-pés em casa Escalda-pés relaxante Indicado para alívio do estresse e relaxamento profundo. Serão necessários: 3 litros de água morna 1/2 xícara de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de lavanda 3 colheres (sopa) de flores secas de camomila ou 3 sachês de chá de camomila Creme hidratante para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura confortável, adicione o sal grosso e misture bem até dissolver. 2. Acrescente o óleo essencial e as flores (ou sachês de chá) de camomila. 3. Mergulhe os pés por 15 a 20 minutos, preferencialmente estando em um ambiente tranquilo. 4. Para finalizar, seque os pés e aplique o creme hidratante. Escalda-pés para bromidrose (chulé) Recomendado para controle de odores, redução do suor e combate a bactérias. Serão necessários: 3 litros de água morna 1/2 xícara de vinagre de maçã 5 gotas de óleo essencial de melaleuca (tea tree) 2 colheres (sopa) de hortelã fresca ou seca Creme hidratante antisséptico para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura confortável, adicione o vinagre de maçã. 2. Acrescente o óleo essencial e as folhas de hortelã. 3. Mergulhe os pés por 20 minutos. 4. Seque bem e aplique o hidratante antisséptico. Escalda-pés para dores musculares Ajuda a aliviar tensões e dores nos pés e pernas. Serão necessários: 3 litros de água quente 1/2 xícara de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de eucalipto 5 gotas de óleo essencial de alecrim 2 colheres (sopa) de hortelã fresca ou seca Creme hidratante para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura quente, mas confortável, acrescente e dissolva o sal grosso. 2. Acrescente os óleos essenciais e a hortelã. 3. Deixe os pés imersos por 20 minutos. 4. Finalize com um creme hidratante. “Uma dica final: sempre hidrate bem os pés após o escalda-pés, especialmente se utilizou sal ou vinagre, para evitar ressecamento”, conclui a esteticista.

O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?
Biomecânica

O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?

A marcha é o ato de caminhar e envolve uma sequência complexa de movimentos coordenados entre pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna. Qualquer alteração nesse processo pode gerar sobrecargas, compensações e, com o tempo, dores e lesões em diferentes partes do corpo. Por isso, a análise da marcha é uma ferramenta fundamental na avaliação da saúde locomotora. A análise da marcha consiste na observação detalhada de como a pessoa caminha, avaliando o apoio dos pés no solo, a distribuição do peso corporal, o alinhamento dos membros inferiores e o movimento das articulações durante cada fase do passo. Muitas vezes, o paciente sente dor no joelho, no quadril ou na lombar, mas a causa do problema está na forma como os pés realizam o contato com o chão. Pisada inadequada Quando a pisada é inadequada, o corpo passa a realizar compensações biomecânicas para manter o equilíbrio e a locomoção. Essas compensações podem provocar rotações excessivas das pernas, desalinhamento dos joelhos e sobrecarga nos quadris, favorecendo o surgimento de dores crônicas, inflamações e desgaste articular. O joelho, por exemplo, é uma articulação que sofre grande influência da pisada, pois recebe tanto o impacto do solo quanto as alterações de alinhamento vindas dos pés e dos quadris. Já os quadris têm papel essencial na estabilidade e no controle do movimento durante a marcha. Quando esses segmentos não trabalham em harmonia, todo o corpo é afetado. Análise da marcha A importância da análise da marcha está justamente na identificação precoce desses desequilíbrios. Através dessa avaliação, o profissional consegue compreender a origem das queixas do paciente e propor um plano de cuidado individualizado. Isso pode incluir orientações posturais, cuidados podológicos específicos, exercícios de fortalecimento e alongamento e, quando indicado, o uso de órteses plantares. Além do tratamento, a análise da marcha tem um papel essencial na prevenção. Crianças, adultos, idosos, atletas e pessoas com doenças crônicas podem se beneficiar dessa avaliação, evitando o agravamento de alterações que poderiam evoluir para quadros mais complexos no futuro. Investir na análise da marcha é investir em qualidade de vida. Cuidar da forma de caminhar é cuidar do corpo como um todo, promovendo equilíbrio, conforto e saúde a cada passo.

Escoliose x palmilhas como e quando podem ajudar
Pisada e Palmilha

Escoliose x palmilhas como e quando podem ajudar

As palmilhas posturais podem ajudar em alguns casos de escoliose, mas não “corrigem” a escoliose. A escoliose é uma curvatura tridimensional da coluna vertebral, que envolve desvio lateral e rotação das vértebras. As palmilhas posturais ou ortopédicas têm um papel coadjuvante, podendo: Ajudar a melhorar o alinhamento global do corpo, reduzindo compensações. Diminuir dores relacionadas a sobrecarga nos pés, joelhos ou quadris. Contribuir para uma melhor distribuição do peso, o que indiretamente pode influenciar na postura. Quando as palmilhas são indicadas? Quando há alterações nos pés (pé plano, pé cavo, diferença de altura entre os membros) que impactam o alinhamento do corpo. Quando o ortopedista ou fisioterapeuta avalia que o suporte plantar pode ajudar no conforto e no equilíbrio postural. Mas é importante saber: As palmilhas não corrigem a curvatura da coluna em si. O tratamento da escoliose geralmente envolve fisioterapia, exercícios específicos, e em casos mais graves, coletes ou cirurgia. Usar palmilhas sem avaliação pode até piorar dores ou compensações.   Palmilhas posturais podem ser um suporte auxiliar para pessoas com escoliose, ajudando no conforto, equilíbrio e dores musculoesqueléticas associadas. Mas devem ser indicadas por um profissional (ortopedista, fisioterapeuta ou podologista biomecânico) após avaliação detalhada.

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Chá de fraldas ou chá de bebê: qual vale mais a pena?
Chá de Bebê

Chá de fraldas ou chá de bebê: qual vale mais a pena?

Na hora de organizar a chegada do bebê, é comum ficar em dúvida entre fazer um chá de bebê ou um chá de fraldas. Embora os dois tenham o mesmo objetivo de reunir pessoas queridas, cada formato atende necessidades diferentes. "A melhor escolha depende exclusivamente do que a família realmente precisa e consegue fazer naquele momento. Não existe um modelo certo para todo mundo", diz Rita Nunes, organizadora de eventos infantis. Como explica a profissional, a principal diferença está na lista de pedidos. No chá de bebê, os convidados costumam colaborar com diferentes itens do enxoval, enquanto no chá de fraldas, o foco fica no estoque de fraldas, lenços umedecidos e pomadas. Cada decisão é única Antes de definir o melhor formato, vale analisar alguns fatores importantes, como: orçamento disponível; espaço para receber os convidados; rede de apoio; itens que ainda faltam no enxoval. Se a família já comprou boa parte dos produtos para os primeiros meses, o chá de fraldas costuma ser uma boa opção para reduzir um gasto recorrente. Por outro lado, se ainda faltam peças importantes do enxoval, o chá de bebê pode ser melhor. É possível adaptar o evento Mas não é regra escolher apenas um formato. Uma alternativa é manter a fralda como pedido principal do convite e acrescentar uma pequena sugestão de itens complementares para quem desejar contribuir. "O importante é manter uma lista objetiva e deixar claro que qualquer contribuição é bem-vinda. A maior deselegância nesses tipos de eventos é transformar o presente em uma obrigação", orienta a organizadora Rita Nunes. Outro cuidado importante é evitar listas extensas, pedidos em excesso ou falta de orientação sobre prioridades e tamanhos dos produtos. Um bom planejamento ajuda a reduzir desperdícios e aumenta as chances de receber presentes úteis. Lembre-se de que o foco da comemoração é reunir pessoas que são especiais e facilitar a chegada do bebê. Assim, não vale se apegar a modelos prontos nem tendências das redes sociais. O que faz sentido é aquilo que funciona bem para cada família. O que incluir na lista de pedidos Itens de higiene e de alimentação e roupas costumam ser os mais frequentes nas listas de chá de bebê. Entre os pedidos essenciais entram fraldas (de diferentes tamanhos), lenços umedecidos, pomada para prevenção de assadura, além de sabonete (líquido), shampoo, algodão e hastes flexíveis (próprias para bebês, lembre-se). No departamento do vestuário, bodies e macacões básicos, babadores e cueiros, toalhas de banho com capuz e paninhos de boca são muito bem-vindos. Para ajudar na alimentação, mamadeiras, pratinhos e copos - já pensando na introdução alimentar - são itens bastante úteis para o enxoval do bebê. Detalhe importante: em vez de eleger uma única marca para fraldas, lencinhos umedecidos e mesmo a parte de roupinhas, é interessante sugerir opções diferentes, já que pode acontecer de o bebê não se adaptar a uma ou outra.

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro
Banho

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro

O banho do recém-nascido é daqueles momentos que mais despertam insegurança nos pais. Medo do bebê escorregar, de se afogar, de a água entrar no ouvido ou de não saber segurar direito estão entre os receios comuns registrados nas primeiras semanas. O cuidado envolve confiança e adaptação, mas algumas dicas podem ajudar. Antes do primeiro banho da filha, a relações públicas Ana Cristina, 28 anos, tentou se preparar ao máximo. Ela e o marido fizeram cursos, assistiram a vídeos, leram livros e até deram banho em bebês de amigos, mas ainda assim o receio persistia. O maior medo era de afogamento na banheira ou de o suporte dela ceder. A solução veio ao optar pelo chuveiro, no colo e com a água controlada. Isso trouxe mais segurança à mãe, que conseguiu finalmente relaxar e aproveitar o momento de verdade. “Parece que meu medo desapareceu e pude curtir o banho da minha filha pela primeira vez”, lembra. Por que banho gera tanto medo Para a enfermeira obstetra Karina Trevisan, o medo do banho está muito ligado ao desconhecido. Afogar o bebê ou deixá-lo escorregar são os receios mais frequentes, especialmente nas primeiras experiências. Também surgem dúvidas sobre a necessidade do banho diário, principalmente quando há muitas trocas no dia. “Essa avalanche de questionamentos mostra que o medo não está apenas na técnica, mas no excesso de informação e na falta de confiança. A própria preparação da banheira pode aumentar a tensão de quem está inseguro: montar, encher, organizar”, acrescenta a especialista em cuidados da saúde. A temperatura é outro ponto de insegurança dos cuidadores. Nos dias frios, a dica é aquecer o próprio ambiente antes de começar o banho, o que ajuda na sensação de aconchego. Já no calor, o bebê regula melhor a temperatura, mas o local ainda precisa estar com um clima confortável. Dicas que aumentam a confiança Você sabia que o bebê não tem medo de água? Ou que não é ruim cair água no rosto ou no ouvido dele, por exemplo? Embora muitos pais imaginam isso, o bebezinho costuma até aproveitar o momento. Por isso, a confiança deve vir do adulto. Quanto mais centrado e consciente do que está fazendo, mais tranquila será a experiência. Algumas dicas podem ajudar a “destravar”: 1. Testar a temperatura da água no antebraço, garantindo que esteja morna, sem necessidade obrigatória de termômetro. 2. Enrolar o bebê em uma fraldinha no início, tanto na banheira quanto no chuveiro, para dar mais segurança. 3. Apoiar o corpo do bebê junto ao do adulto e segurar a cabeça com firmeza. 4. Ter atenção ao virar o bebê na banheira para não molhar o rosto inadvertidamente. 5. Iniciar o banho pela cabeça, especialmente na imersão, antes de mergulhar totalmente o corpo. 6. Evitar estímulos excessivos e tornar o momento menos técnico e fluido. 7. Considerar o banho de chuveiro como alternativa prática e calmante. 8. Observar como o bebê reage após o banho (alguns ficam mais relaxados, outros mais despertos) para escolher o melhor horário. 9. Se o banho noturno favorecer um sono mais longo, aproveitar para descansar junto com o bebê. 10. Manter uma rotina, mas entendendo que cada família pode adaptar o horário conforme a resposta da criança. “A dica-chave é confiar. Existe um instinto por trás da maternidade e da paternidade. Você é capaz de dar banho no seu bebê de uma maneira tranquila”, afirma a enfermeira obstetra Karina Fernandes Trevisan. Quando a segurança chega Na experiência de Ana Cristina, entender que não existe só um jeito correto para o banho acabou mudando a percepção. “Tudo bem não usar a banheira e optar pelo chuveiro. Isso não nos torna menos pais. Considere a melhor opção para a sua família”, diz. Nesse sentido, a especialista alerta os pais a não deixarem que comentários inseguros ou opiniões alheias interfiram nesse momento. Avós e familiares costumam transmitir seus próprios medos, mas o banho só deve ter espaço para troca, carinho e confiança. “Um ambiente calmo, uma conversa durante o banho, a sensação de segurança no toque e a confiança de quem conduz fazem com que o momento se torne mais prazeroso e menos cercado de tensão. Outra pessoa não precisa assumir isso por insegurança dos pais”, finaliza Karina.

O bebê ainda não entende, mas a leitura já funciona
Historinhas

O bebê ainda não entende, mas a leitura já funciona

Antes mesmo de acompanhar e compreender a história, o bebê já ganha muito quando alguém lê para ele. Isso porque, nos primeiros meses de vida, a leitura vai muito além do enredo: envolve voz, colo, contato e afeto que estimulam o desenvolvimento e fortalecem os vínculos. É por isso que o hábito pode entrar cedo na rotina, em momentos simples do dia. Para Adelir Marinho, doutora em educação e pesquisadora da infância, esses momentos expõem o bebê a diferentes sons, ritmos, palavras e expressões, contribuindo para desenvolver a linguagem, a atenção e a memória, além de aumentarem a aproximação com os pais e cuidadores. "Antes mesmo de aprender a ler, a criança começa a perceber que o livro é um objeto de prazer, acolhimento e descoberta. Essa troca também favorece a linguagem receptiva, ou seja, a capacidade de compreender a fala antes mesmo de falar", explica a profissional. Muito além da história Quando um adulto lê para um bebê, não é apenas a narrativa que importa. A voz, a entonação, a repetição e o contato físico que fazem parte dessa experiência ajudam a criar um ambiente seguro e acolhedor. Para tornar esse momento ainda mais rico, a especialista indica: usar diferentes entonações e ritmos durante a leitura; reler a mesma história sem receio, já que a repetição fortalece a memória, amplia o vocabulário e ajuda a reconhecer padrões da linguagem; manter contato visual, sorrir e ficar próximo da criança; permitir que ela toque o livro, observe as imagens e, quando já for maiorzinha, vire as páginas. A leitura não precisa seguir regras rígidas: pode acontecer antes de dormir, depois do banho ou em qualquer parte tranquila do dia. O mais importante é que seja um momento leve, sem cobranças ou expectativa de atenção plena. Se o bebê não quiser ouvir a história Sem frustrações: é completamente esperado que o bebê não se envolva com a leitura. Nos primeiros meses e anos de vida, o interesse dele, muitas vezes, está mais nas imagens, nas cores ou até mesmo no próprio livro do que na sequência da narrativa. "Nesses momentos, vale comentar as imagens, nomear os objetos e respeitar o ritmo da criança. Quando acompanhamos a leitura com leveza e sem cobranças, ela se transforma em uma experiência prazerosa e fortalece o vínculo entre ambos", destaca a pesquisadora Adelir. Por isso, na hora de escolher os livros, prefira modelos resistentes, como os de pano, banho ou cartonados. Imagens grandes, cores contrastantes, pouco texto, linguagem simples, rimas, repetições, temas do cotidiano e elementos interativos (como abas e diferentes texturas) tornam a experiência ainda mais interessante. Como criar hábito desde cedo Não existe uma idade ideal para começar, mas a leitura pode fazer parte da rotina desde o nascimento. Afinal, o mais importante não é terminar um livro ou ler por muito tempo e, sim, criar momentos frequentes de interação e afeto. É justamente dessas experiências afetivas que nasce a relação da criança com os livros. Ou seja, em qualquer fase da vida vale compartilhar esse momento com leveza, respeitando o tempo do bebê e a experiência sobre acolhimento, descoberta e conexão. "O que realmente faz diferença é a constância dessas pequenas interações. Quando a criança cresce em um ambiente em que os livros fazem parte do cotidiano e percebe que a leitura é valorizada, aumenta a probabilidade de desenvolver uma relação positiva com esse universo", finaliza a especialista.

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