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Você retira a cutícula das unhas dos pés? Entenda os riscos
Remover a cutícula das unhas dos pés é uma prática comum, mas gera polêmica entre profissionais. “As pedicures normalmente tiram a cutícula para garantir uma boa esmaltação nos salões, mas a maioria das podólogas não indicam a remoção da cutícula. Ela tem uma função protetora muito importante. Retirá-la pode trazer riscos”, explica a podóloga Ivanilda de Assis. Do ponto de vista da podologia, tirar essa fina camada de pele pode abrir caminho para inflamações, infecções e outros problemas de saúde. Isso porque essa estrutura, que parece pequena e totalmente dispensável, na verdade, protege a base da unha como uma barreira protetora contra a entrada de fungos, bactérias e outros micro-organismos. Trata-se de uma barreira natural e eficiente e, sem ela, a pele pode ficar mais vulnerável às inflamações e micoses. Quando a remoção é necessária Em alguns casos, a remoção parcial pode ser indicada. A profissional esclarece que isso acontece quando a cutícula está muito espessa, ressecada ou atrapalha a higiene da região. Ainda assim, é necessário cautela. “Antes de retirar, é sempre melhor tentar hidratar com canetas específicas ou cremes próprios. Se for preciso remover, o ideal é amolecer bem e ter muito cuidado”, orienta. A forma como a cutícula é retirada também faz toda a diferença. Cortes profundos, puxões ou o uso de instrumentos inadequados podem machucar a pele, provocar sangramentos e até causar deformações no crescimento das unhas. Como cuidar da cutícula sem removê-la A boa notícia é que é possível manter a estética das unhas sem remover totalmente a cutícula. Veja as recomendações da podóloga: Após o banho, empurre delicadamente a cutícula com uma espátula, quando ela estiver amolecida; Hidrate regularmente com canetas ou produtos específicos para a região; Mantenha a higiene dos pés em dia para evitar o acúmulo de pele morta. “A remoção frequente pode deixar a região sensível, suscetível a infecções e com crescimento irregular da unha”, reforça Ivanilda. Ajuda profissional A avaliação de um podólogo é fundamental, especialmente se houver ressecamento, excesso de pele ou problemas como unhas encravadas. O profissional da área pode remover apenas o necessário, sem comprometer a proteção natural da área, além de orientar os cuidados ideais para cada caso. Ponto importantíssimo que tanto pedicures quanto podólogas alertam é sobre a necessidade da esterilização do alicate. É fundamental e faz parte da segurança desse processo. Se fizer a remoção em casa, tenha um de uso exclusivo e mantenha-o sempre limpo. Já se optar por salões ou consultórios podológicos, escolha um lugar que faça todo o ciclo de limpeza dos instrumentos para não correr nenhum tipo de risco.
Como prevenir lesões nos pés causadas pelo esporte
A prática esportiva traz inúmeros benefícios para a saúde, mas também pode ser acompanhada de desafios, como o risco de lesões nos pés. Quando não prevenidos ou tratados incorretamente, esses machucados podem comprometer a performance e até mesmo afastar o atleta das atividades. Mas, afinal, por que isso acontece? Segundo o fisioterapeuta Bernardo Sampaio, diretor clínico do ITC Vertebral de Guarulhos, fatores como volume elevado de atividade sem descanso adequado, aumento brusco na intensidade dos treinos e o uso de calçados inadequados estão entre os principais responsáveis por lesões nos pés durante a prática esportiva. Principais lesões nos pés O profissional explica que as lesões mais recorrentes incluem: Fratura nos ossos do pé: especialmente no metatarso, causada por traumas diretos, comuns em esportes de contato; Entorse de tornozelo: resultado de movimentos bruscos ou torções; Fasciopatia plantar: inflamação na fáscia plantar, tecido que sustenta a sola do pé; Tendinopatia: acomete os tendões, como o de Aquiles, frequentemente sobrecarregados; Fratura de tornozelo: lesão grave que pode ocorrer em atividades de alta intensidade. Porém, nem toda dor súbita durante a prática esportiva indica, necessariamente, uma lesão. "Pode ser apenas uma contratura muscular sem gravidade", exemplifica o profissional. Mesmo assim, é importante estar atento a dores persistentes ou limitantes durante e após a atividade. Esportes com maior risco de lesões nos pés Embora qualquer modalidade possa lesionar os pés, alguns esportes apresentam mais chances, como a corrida de rua e os chamados esportes de contato, a exemplo do futebol, devido à maior incidência de lesões. “A corrida apresenta alto índice de lesões em membros inferiores, enquanto o futebol é marcado por entorses e fraturas devido ao contato físico”, observa o diretor clínico. Apesar de as fraturas decorrentes de traumas serem difíceis de evitar, outras lesões podem, sim, ser prevenidas com estratégias simples, mas realmente eficazes. Veja as recomendações de Sampaio: Fortalecimento muscular: trabalhar não só os pés, mas todo o membro inferior, para garantir suporte adequado durante os movimentos esportivos; Escolha de calçados apropriados: usar tênis que ofereçam suporte, amortecimento e sejam adequados ao tipo de atividade praticada; Treinos progressivos: evitar aumentar a intensidade ou duração dos exercícios de forma abrupta; Mobilidade articular e alongamento: apesar de o alongamento isolado não prevenir lesões, quando combinado com exercícios de mobilidade, contribui para a flexibilidade e resistência. Tratamento e retorno às atividades Lesões esportivas costumam demandar tratamento multidisciplinar, envolvendo ortopedistas e fisioterapeutas. “A fisioterapia é essencial tanto para a recuperação quanto para a prevenção de recorrências”, ressalta Bernardo. Em muitos casos, pode ser necessário reduzir o volume de atividade ou até interromper temporariamente, dependendo da gravidade da lesão. Além de tratar as lesões, a fisioterapia desempenha um papel preventivo. “Com uma avaliação funcional detalhada e um plano de tratamento personalizado, é possível retornar às atividades com segurança e evitar novas lesões”, garante o profissional.
Usar calçados inadequados traz riscos à saúde do pé
A escolha do calçado ideal vai muito além da estética, já que sapatos inadequados podem trazer riscos à saúde dos pés, pernas e até da coluna e, consequentemente, afetar a mobilidade. “Um modelo é impróprio quando não oferece suporte e amortecimento para a biomecânica do pé, levando a problemas variados”, explica o ortopedista e traumatologista Leonardo Quental, membro da The American Orthopaedic Foot and Ankle Society. O que caracteriza um calçado inadequado? Para ser adequado, o sapato precisa respeitar a anatomia do pé e oferecer suporte e conforto. Veja os principais fatores que o tornam inadequado: Ser de material rígido ou sintético, pois aumenta a fricção e o suor, predispondo a bolhas e infecções; Ter bico fino, solado reto e salto alto, três características que alteram a postura e sobrecarregam as articulações; Estar muito apertado, já que tamanhos menores comprimem os dedos – principal causa de calosidades e unhas encravadas; Não oferecer o amortecimento necessário. De acordo com a podóloga Silvana Rocha, calçados apertados ou com bico fino, além de causarem calos e calosidades, aumentam o risco de deformidades nos pés, como joanetes e dedos em martelo. “Esses modelos também pressionam as unhas, facilitando infecções e inflamações”, alerta a especialista em atendimento humanizado. Riscos à saúde O uso prolongado de calçados que não respeitam a biomecânica pode causar problemas em diversas áreas do corpo: Nos pés: calos, bolhas, unhas encravadas, joanetes e fascite plantar; Nas pernas: dores musculares, fadiga, varizes e inchaço; Na coluna: dores lombares, escoliose e até hérnia de disco; Outras articulações, provocando dores nos joelhos e quadril. Juntos, esses fatores são capazes de comprometer o alinhamento postural e a distribuição do peso corporal da pessoa. Como escolher um calçado “saudável” Para preservar a saúde dos pés, os profissionais sugerem os seguintes cuidados ao escolher os próximos calçados: Checar se o calçado permite que os dedos se movam confortavelmente; Optar por materiais naturais e respiráveis; Escolher modelos que sigam o formato natural do pé e tenham bom suporte ao arco plantar; Preferir solas com bom amortecimento para reduzir o impacto; Saber que cada atividade requer um tipo específico de calçado; Consultar um profissional, principalmente ao ter necessidades específicas que precisam de orientação. A podóloga Silvana Rocha acrescenta ainda que reservar momentos para andar descalço, especialmente em superfícies naturais, ajuda a fortalecer a musculatura dos pés e melhorar a circulação. “Por outro lado, deve-se evitar superfícies duras para não sobrecarregar as articulações”, pontua. Para aliviar o incômodo diário, a profissional orienta que, após o uso de calçados desconfortáveis, alguns cuidados ajudar a aliviar, como: Massagear os pés para aliviar a tensão e melhorar a circulação; Mergulhá-los em água morna com sal grosso e óleos essenciais para relaxar e reduzir o inchaço; Hidratar a região, inclusive com produtos específicos para calos e calosidades. Tratando os problemas Se o efeito negativo do calçado foi mais avançado do que se espera, o ortopedista do que Nesse sentido, o ortopedista Leonardo Quental aponta formas conservadoras de tratamento, ou seja, que não requerem cirurgia: Repousar; Usar palmilhas; Fazer fisioterapia; Tomar medicação para dor e inflamação, sempre com orientação e prescrição médica. Já as intervenções cirúrgicas se aplicam apenas aos quadros graves, como os de deformidades ósseas, que só podem ser corrigidas desta maneira. “O ideal é que os sintomas iniciais sejam investigados para evitar agravamentos”, ressalta o ortopedista e traumatologista.
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Quando a febrefobia dos pais pode atrapalhar
Ver um número alto no termômetro costuma assustar pais e cuidadores. Esse medo exagerado da febre, conhecido como febrefobia, é bastante comum. No entanto, a temperatura, sozinha, nem sempre indica um problema sério. "Um bebê com febre alta pode estar em bom estado geral, enquanto outro com febre mais baixa pode apresentar sinais de maior gravidade. O mais importante é avaliar o conjunto de sintomas e o estado clínico da criança", orienta o pediatra Mauro Almeida. Vale lembrar que a febre não é uma doença: é um sinal de que o organismo está conseguindo reagir, geralmente a uma infecção. Fique de olho nos sintomas Perceber como o bebê está se comportando é mais importante do que o resultado do termômetro. Além da febre, é necessário considerar se ele: está ativo ou muito prostrado; aceita líquidos e mamadas; está fazendo xixi normalmente; apresenta dificuldade para respirar; tem vômitos persistentes; demonstra irritabilidade intensa; está com sonolência excessiva ou dificuldade para acordar. Esses sinais ajudam a entender quando a criança precisa apenas de acompanhamento e quando é realmente necessário procurar atendimento médico rapidamente. O que fazer em casa Segundo o médico Mauro Almeida, o primeiro passo é manter a calma. Meça a temperatura corretamente e deixe o bebê confortável enquanto acompanha os sintomas. Entre as estratégias para o bem-estar do pequeno estão: oferecer bastante líquido; vestir roupas leves; manter o ambiente ventilado; usar antitérmicos prescritos por um médico. Por outro lado, as medidas caseiras devem ser evitadas. Banhos gelados e compressas com álcool, por exemplo, não apresentam benefícios comprovados e ainda podem causar desconfortos. Quando procurar um médico Algumas situações exigem avaliação profissional imediata, independentemente do valor registrado no termômetro: bebês com menos de 3 meses, mesmo sem sintomas associados; dificuldades para respirar; convulsões; rigidez na nuca; manchas roxas na pele; recusa persistente para mamar; desidratação; choro inconsolável; estado geral comprometido. "A febre é um dos sintomas mais comuns da infância e costuma ter relação com infecções virais que evoluem bem. O objetivo é aliviar o desconforto da criança e identificar quando precisa de tratamento específico", avalia o pediatra. Um adendo: combater a febrefobia não significa ignorar a febre, mas entender que deve ser analisada junto com o estado geral do bebê.
Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto
Nem todo dia é possível para um pai ou mãe sentar no chão cheio de energia, inventar personagens e sustentar uma hora de faz de conta com os filhos. Entre o expediente no trabalho, as demandas da casa e a carga mental de tudo isso acumula, muitos adultos terminam o dia exaustos e, junto do cansaço, vem a culpa por não “brincar direito” com os filhos. Mas há alternativas para situações como essas. A psicóloga Cibele Pejan, do dr.consulta, explica que essa culpa costuma nascer de uma régua impossível. “Muita gente aprendeu que um bom pai ou uma boa mãe é quem está sempre disponível, animado e criativo. Quando o cuidado real encontra esse ideal de perfeição, os pais se sentem culpados. Mas exaustão não é falta de amor”, afirma. Conexão não exige performance e saber disso muda o jogo. A questão não está em fazer mais, mas em estar presente de forma possível. Mesmo em dias de pouca energia, a conexão pode acontecer em gestos simples, desde que haja disponibilidade emocional. É isso que sustenta o vínculo, não a quantidade de brincadeiras elaboradas. Conectar-se não exige muito esforço Planejar grandes programas ou longas atividades não é sinônimo de conexão de qualidade entre a família. Pais e filhos se conectam quando o pequeno sente que ‘existe’ para o adulto à frente, naquele momento – e isso pode acontecer em minutos de presença real. Segundo a profissional, crianças não precisam de um adulto performático, mas de alguém emocionalmente disponível, ainda que por pouco tempo. Alguns pequenos gestos costumam ser suficientes para gerar vínculo, como: olhar nos olhos; escutar com atenção; validar uma emoção; oferecer um abraço; perguntar com interesse genuíno. Para isso acontecer, o cuidador também precisa estar bem. Sinais persistentes de irritabilidade, exaustão, culpa intensa, queda de motivação e sintomas físicos denunciam algo mais sério que o cansaço, como o esgotamento. Nesses casos, vale buscar ajuda – dividir tarefas, acionar a rede de apoio, iniciar a terapia ou fazer uma avaliação médica podem ser caminhos importantes. Brincar com pouca energia também vale Quando o cansaço reina, a professora e coordenadora pedagógica Paula Malagrino destaca que o ideal são brincadeiras calmas, com poucos estímulos, que priorizem vínculo e presença. Mais do que gasto energético, vale oferecer atenção de qualidade. Muitas atividades podem ser feitas com o que já existe em casa, sem exigir preparo extra, como: desenhos livres ou de observação; massinha; caça ao tesouro simples; jogos de memória ou quebra-cabeça; banho nos brinquedos; organizar objetos por cor ou tamanho. A mesma proposta pode ser adaptada conforme a idade: Para os menores: comandos simples e foco em cores, formas e movimentos. Para os maiores: incluir pistas, regras, desafios ou histórias mais elaboradas. “O essencial é respeitar o que cada criança já consegue fazer, garantindo participação e sucesso”, acrescenta a educadora. A rotina pode ser uma brincadeira Nem toda interação precisa ser uma brincadeira tradicional. Segundo Paula, atividades do cotidiano podem se transformar em momentos afetivos e educativos quando o adulto convida a criança a adotar o lúdico, de forma leve e divertida: Durante e após o banho: desenhar no box ou fazer esculturas com espuma. Antes de dormir: cantar músicas ou contar histórias curtas. No decorrer do dia: separar roupas pode virar “o time das roupas pretas e o time das claras”. Na organização do quarto: guardar brinquedos se transforma em “missão” ao propor-se levar cada item “para sua casinha”. Ao ar livre, na natureza: regar plantas pode ser uma brincadeira de descobrir “quem está com mais sede hoje”. Nessas situações, a criança desenvolve raciocínio lógico, autonomia, senso de colaboração e pertencimento familiar, sem que o adulto precise criar algo novo do zero. “O mais importante não é a tarefa em si, mas como o adulto conduz esse momento”, garante a professora. No fim, como reforça a psicóloga Cibele: muitas crianças crescem saudáveis não porque tiveram pais incansáveis, mas, sim, pais que voltavam, reparavam e tentavam de novo.
O que seu filho leva da escola além da mochila?
Quando volta da escola, a criança não traz consigo apenas o caderno cheio de tarefas ou o estojo organizado na mochila. Ela também carrega uma bagagem emocional construída no convívio diário com colegas e professores. São aprendizados que não aparecem no boletim, mas moldam comportamento, percepção e maturidade. O professor César Guimarães, diretor da MMP Materiais Pedagógicos de Matemática, afirma que a vivência escolar é um laboratório intenso de experiências sociais. Jogos, atividades em grupo e até situações de conflito contribuem para o desenvolvimento de habilidades que extrapolam o conteúdo formal. “A escola não ensina só soma ou conteúdo curricular. Ela ensina a esperar, a ganhar, a perder, a lidar com frustração e a se conectar com pessoas. A vida é uma eterna quinta série, porque muitas dessas experiências continuam se repetindo na vida adulta”, pondera o matemático. Convivência ensina mais do que parece A rotina no colégio favorece o desenvolvimento da autonomia ao propor tarefas, acompanhar responsabilidades e valorizar atitudes positivas, estimulando o aluno a assumir compromissos e entender as consequências de suas escolhas. No dia a dia escolar, a criança ainda aprende a: negociar e dividir espaços; esperar sua vez; lidar com frustrações; resolver conflitos; ajustar estratégias de comunicação quando algo não funciona. Até mesmo trocas de amizade, pequenas decepções e a sensação de “traição” entre colegas fazem parte desse amadurecimento. A convivência em grupo amplia a empatia e a capacidade de leitura do outro, contribuindo diretamente para a construção de maturidade emocional. Perspicácia do ambiente às emoções A vivência coletiva fortalece ainda a perspicácia – capacidade de perceber o clima do ambiente e interpretar emoções alheias. Muitas vezes, o próprio professor auxilia nesse processo ao nomear situações e destacar sentimentos presentes no grupo. “A criança aprende a perceber se o meio está leve ou tenso, se alguém está feliz ou chateado. Quando o professor chama atenção para isso, está ensinando a ler o outro e a ajustar o próprio comportamento”, explica o professor César Guimarães. Em casa, os pais podem observar reflexos diretos dessa experiência, por exemplo maior responsabilidade ou organização são sinais positivos, que surgem naturalmente. Por outro lado, se uma criança extrovertida fica introvertida, chorosa ou retraída, pode ser que algo negativo tenha acontecido e merece escuta atenta e acompanhamento cuidadoso. Família e escola formam parceria Como ressalta o educador, a escola não substitui a educação que começa em casa. Valores como respeito, responsabilidade e empatia têm origem em casa e são reforçados no ambiente escolar. Quando a parceria entre instituição de ensino e organização familiar funciona, os aprendizados são potencializados. No sentido oposto, se a família invalida qualquer correção feita pela escola e defende o filho a qualquer custo, o processo educativo se fragiliza. O ideal é pais e professores atuarem alinhados para a criança compreender os limites com mais clareza.

