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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.
Os produtos Baruel Kids são indicados para uso a partir dos 3 anos.
Entre outros, os nossos repelentes protegem contra as picadas de insetos como o. Proteção de mosquitos testada para espécie Culex Quinquefasciatus e Aedes Aegypti, este último transmissor das doenças Dengue, Zika, e Chikungunya.
Conheça o Universo do Pé
Como age o Tenys Pé Baruel?
Em pó ou spray? Qual Tenys Pé usar? Ambos são desodorantes para os pés, mas um é mais indicado para quem transpira mais — descubra as diferenças entre eles. O Tenys Pé Baruel é um desodorante para os pés que basicamente tem duas funções: controlar o excesso de transpiração e eliminar 99% das bactérias e dos fungos que podem causar mau odor nesta região. Para manter os pés secos ao longo do dia ou na prática de exercícios, o Tenys Pé absorve a umidade causada pela transpiração durante essas atividades. E, para evitar que fungos e bactérias se multipliquem nos pés, possui ativos antissépticos, como o decileno glicol. Para completar, a fragrância traz um cheirinho mais agradável ao longo do dia. “O desodorante para os pés deve ser usado duas vezes ao dia, de preferência de manhã e à noite”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Para quem é indicado o Tenys Pé Baruel em pó? A versão do desodorante em pó é mais indicada para quem costuma transpirar bastante no pé (seja no cotidiano, seja na prática de esportes), aponta Bega. “O Tenys Pé Baruel em pó é mais específico para uma pele que transpira mais”, completa. “Por estar na forma de talco, ele absorve a transpiração quando entra em contato com a pele e mantém a região do pé mais seca.” Bega ressalta que o Tenys Pé Baruel em pó é formulado com ingredientes específicos para a pele dos pés. “Usar talco comum, ou mesmo os formulados para bebês, não é indicado porque eles não contêm as substâncias específicas para a microbiota dos pés.” O desodorante para os pés em pó também é indicado para prevenir o aparecimento das frieiras (ou pé de atleta), uma infecção na pele causada por fungos que surgem entre os dedos do pé por excesso de suor. “Para prevenir a frieira, é melhor usar o desodorante em pó para absorver melhor a transpiração. O problema é que o excesso de transpiração pode levar ao aparecimento de fissuras no pé, e aí a frieira pode se instalar”, afirma Bega. “O pé seco fica mais protegido. Logo, se você usar algo que absorva a transpiração, isso ajuda mais do que usar um antisséptico que não absorva.” Quando é melhor usar o Tenys Pé Baruel em spray? Quem não transpira muito nos pés pode usar a versão do Tenys Pé Baruel em spray, que também tem agentes para controlara multiplicação de fungos e bactérias que podem trazer um odor indesejável. “Mesmo quando as pessoas não têm bromidrose, que é esse mau cheiro nos pés, nem todo mundo gosta desse odor. Ter um perfume, então, ajuda”, diz Bega. Assim como a versão em pó, o Tenys Pé Baruel em spray tem ação antisséptica contra bactérias e fungos que causam problemas como micoses e frieiras. “O desodorante para os pés em aerossol, que é o spray, impede o crescimento dos microrganismos e deposita no pé uma essência que também proporciona um odor agradável”, comenta Bega. “Ele é formulado especificamente para o tipo de transpiração e de microrganismos que afetam mais os pés.” Para quem prefere a versão em spray, a Baruel tem o Tenys Pé aerossol original e o Tenys Pé Jato Seco, que se difere do primeiro por ser rapidamente absorvido, sem deixar resíduos visíveis nos pés.
Por que sapatos novos podem machucar tanto?
Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário. Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido. “Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista. Atrito e pressão são os vilões A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas. É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação. Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé. O calçado deve se adaptar ao pé Cada pé é único. Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada. Por isso, a regra de ouro é: o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário. “Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa. Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são: maior sensibilidade da pele; presença de deformidades; tipo de pisada; idade; doenças, como diabetes. Quando o desconforto vira alerta Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades. Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas: calcanhar; lateral do quinto dedo; parte superior dos dedos; região plantar anterior. Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.
Unha esfarelando: o que observar antes de tentar tratar
Perceber a unha do pé mais frágil, quebradiça ou até “esfarelando” pode levantar a suspeita de micose. A infecção por fungos realmente é uma das possibilidades, mas mudanças desse tipo também podem aparecer por outros motivos. Segundo a dermatologista Patrícia Dalboni, alguns fatores podem fragilizar as unhas, como: envelhecimento, impacto repetitivo de alguns esportes, uso prolongado de esmaltes, removedores agressivos, excesso de umidade, alterações hormonais e carências nutricionais. “Ou seja, nem toda doença de unha é necessariamente micose. Ainda assim, ela deve sempre ser considerada na investigação”, destaca a médica. Alterações que indicam micose Além do esfarelamento, a infecção fúngica pode provocar outras mudanças perceptíveis nas unhas. A estrutura pode ficar mais espessa, opaca, irregular ou frágil e começar a se descolar do leito ungueal, geralmente a partir da ponta. Também vale observar a coloração: a unha pode ficar amarelada, esbranquiçada, esverdeada ou escurecer, mas é importante lembrar que esses sinais não fecham o diagnóstico sozinhos. “Existem outras doenças de unha, como a psoríase, o líquen plano da unha e o trauma ungueal”, acrescenta a especialista. O exame micológico, feito a partir da coleta de material para análise, ajuda a confirmar a presença do fungo. Micose não é apenas questão estética Quando não tratada, a infecção pode alcançar outras unhas e até mesmo a pele dos pés. Nesse caso, ela provoca a chamada tinea pedis, conhecida como frieira, além de comprometer a barreira cutânea e facilitar a entrada de microrganismos. Por isso, ao perceber alterações suspeitas, a orientação é procurar avaliação dermatológica em vez de iniciar tratamentos por conta própria, incluindo receitas caseiras ou pomadas sem prescrição médica. O acompanhamento também é importante porque outras condições podem ter aparência semelhante à micose (ou até coexistir com ela) e somente um médico pode realizar o diagnóstico e orientar como tratar corretamente. Cuidados evitam transmissão e recorrência A especialista Patrícia Dalboni reforça que o tratamento exige paciência. Isso porque pode levar, em média, de seis meses a mais de um ano e, em alguns casos, incluir medicamentos por via oral. Abandoná-lo antes da cura favorece a recorrência. Enquanto isso, alguns cuidados fazem diferença: manter os pés secos; trocar as meias regularmente; evitar permanecer muito tempo com sapatos fechados; não compartilhar alicates e lixas; evitar cortar, lixar ou retirar totalmente a parte esfarelada da unha; separar os materiais usados na unha com suspeita de micose daqueles utilizados nas demais. “Usar utensílios na unha doente e, depois, nas outras transmitirá o fungo para as unhas saudáveis”, alerta a médica.
Conheça o Universo Infantil
Trocar a fralda virou uma batalha? Saiba como agir
Basta chegar a hora de trocar a fralda para a criança correr, virar o corpo ou começar a protestar. Essa resistência é comum sobretudo entre 1 e 3 anos, fase marcada pela conquista da autonomia. Com algumas “estratégias”, os cuidadores podem vencer essa batalha. Uma das principais explicações para o comportamento está na interrupção de uma atividade prazerosa, como as brincadeiras, para realizar a troca, conforme explica a psicóloga infantil Claudia Melo. “Isso pode gerar frustração intensa, já que o cérebro infantil ainda está amadurecendo e a criança nem sempre consegue controlar seus impulsos ou organizar aquilo que sente”, justifica a especialista. Antes de insistir, observe Nem toda fuga deve ser interpretada como desobediência. Em algumas situações, a criança pode estar cansada, com fome, muito envolvida na brincadeira ou ter sido surpreendida pela interrupção. Por isso, a orientação da profissional é olhar além do comportamento e antecipar o que vai acontecer. Avisar que a troca está próxima ajuda a reduzir a sensação de quebra brusca da atividade. E respeitar e incluir o pequenino pode gerar colaboração. Também vale acolher a emoção sem retirar o limite. Em vez de mandar parar de chorar, o adulto pode dizer: “Sei que você queria continuar brincando. Vamos trocar a fralda e depois você volta”. Assim, a criança se sente compreendida e entende que a troca será feita. Estratégias para cada fase A participação deve acompanhar a idade e as habilidades da criança. Pequenos convites fortalecem a autonomia sem tirar do adulto a condução do cuidado. Até 12 meses: Manter uma rotina previsível. Conversar com voz tranquila durante a troca. Fazer contato visual e cantar músicas conhecidas. Evitar excesso de estímulos. Entre 1 e 2 anos: Avisar que a troca está chegando. Oferecer escolhas simples, como selecionar entre duas fraldas. Pedir ajuda para segurar a fralda limpa ou levar o lenço umedecido. Usar músicas, histórias curtas ou brincadeiras para deixar o momento mais leve. Entre 2 e 3 anos: Criar combinados simples, como “primeiro trocamos, depois voltamos a brincar”. Usar linguagem objetiva e positiva. Reconhecer quando a criança colabora. Manter uma rotina consistente. O que costuma aumentar a resistência Segundo a psicóloga Claudia Melo, interromper a brincadeira de repente, gritar, ameaçar ou transformar a troca em uma disputa de poder tende a intensificar o conflito. Mudar a forma de agir todos os dias também reduz a previsibilidade e dificulta a colaboração. “Outro cuidado envolve o uso constante de telas para distração. Embora o recurso resolva a troca naquele momento, pode atrapalhar o desenvolvimento de estratégias próprias para lidar com pequenas frustrações”, avalia a especialista. Já a busca por ajuda profissional deve acontecer diante dos seguintes sinais de alerta: resistência muito intensa e em todas as trocas; sofrimento importante; regressão no desenvolvimento; dificuldades de comunicação ou interação; sensibilidade exagerada ao toque, aos tecidos ou à limpeza íntima. Isso não significa, necessariamente, que exista algum transtorno, mas indica que vale investigar para compreender melhor as necessidades da criança e poder ajudá-la.
Quando a febrefobia dos pais pode atrapalhar
Ver um número alto no termômetro costuma assustar pais e cuidadores. Esse medo exagerado da febre, conhecido como febrefobia, é bastante comum. No entanto, a temperatura, sozinha, nem sempre indica um problema sério. "Um bebê com febre alta pode estar em bom estado geral, enquanto outro com febre mais baixa pode apresentar sinais de maior gravidade. O mais importante é avaliar o conjunto de sintomas e o estado clínico da criança", orienta o pediatra Mauro Almeida. Vale lembrar que a febre não é uma doença: é um sinal de que o organismo está conseguindo reagir, geralmente a uma infecção. Fique de olho nos sintomas Perceber como o bebê está se comportando é mais importante do que o resultado do termômetro. Além da febre, é necessário considerar se ele: está ativo ou muito prostrado; aceita líquidos e mamadas; está fazendo xixi normalmente; apresenta dificuldade para respirar; tem vômitos persistentes; demonstra irritabilidade intensa; está com sonolência excessiva ou dificuldade para acordar. Esses sinais ajudam a entender quando a criança precisa apenas de acompanhamento e quando é realmente necessário procurar atendimento médico rapidamente. O que fazer em casa Segundo o médico Mauro Almeida, o primeiro passo é manter a calma. Meça a temperatura corretamente e deixe o bebê confortável enquanto acompanha os sintomas. Entre as estratégias para o bem-estar do pequeno estão: oferecer bastante líquido; vestir roupas leves; manter o ambiente ventilado; usar antitérmicos prescritos por um médico. Por outro lado, as medidas caseiras devem ser evitadas. Banhos gelados e compressas com álcool, por exemplo, não apresentam benefícios comprovados e ainda podem causar desconfortos. Quando procurar um médico Algumas situações exigem avaliação profissional imediata, independentemente do valor registrado no termômetro: bebês com menos de 3 meses, mesmo sem sintomas associados; dificuldades para respirar; convulsões; rigidez na nuca; manchas roxas na pele; recusa persistente para mamar; desidratação; choro inconsolável; estado geral comprometido. "A febre é um dos sintomas mais comuns da infância e costuma ter relação com infecções virais que evoluem bem. O objetivo é aliviar o desconforto da criança e identificar quando precisa de tratamento específico", avalia o pediatra. Um adendo: combater a febrefobia não significa ignorar a febre, mas entender que deve ser analisada junto com o estado geral do bebê.
Quando amamentar dói emocionalmente, é preciso agir
Amamentar costuma ser associado a vínculo, entrega e conexão. Mas, para muitas mulheres, esse momento também pode ser atravessado por sentimentos difíceis, que nem sempre encontram espaço para serem nomeados. Quando o peito alimenta, mas o coração aperta, é importante olhar para além do gesto. Cinthia Calsinski, enfermeira obstetra e consultora internacional de lactação, explica que a dor emocional na amamentação diz respeito ao impacto psíquico dessa experiência, especialmente diante da expectativa de que tudo deveria acontecer de forma natural, instintiva e prazerosa. “Pode aparecer como frustração, culpa por sentir dificuldade, sensação de incapacidade ou fracasso, solidão - mesmo estando cercada de pessoas -, ansiedade intensa antes ou durante as mamadas, exaustão física e mental, ambivalência e até vergonha de admitir que está difícil”, afirma a especialista. Se o sofrimento vai além da técnica Tais sentimentos tendem a se intensificar em algumas situações específicas. Dor persistente ao amamentar, dificuldades de pega ou ganho de peso do bebê, necessidade de complementação e orientações contraditórias são fatores que costumam fragilizar emocionalmente a mãe, segundo a consultora de amamentação. Também pesam o pouco apoio familiar ou profissional, o cansaço extremo do puerpério imediato, as comparações com outras mulheres e o desmame precoce não planejado. Cada um desses elementos pode reforçar a ideia de que algo está errado. “Mesmo quando a amamentação está funcionando do ponto de vista técnico, o sofrimento emocional pode existir, porque esse bom ‘funcionamento’ não significa necessariamente ausência de sofrimento psíquico”, pontua Cinthia Calsinski. A pressão social e os gatilhos Para a psiquiatra Luana Carvalho, especialista em saúde mental materna, a amamentação acontece em um dos períodos mais sensíveis da vida da mulher. Isso porque, no pós-parto, há queda brusca de hormônios, privação de sono, dor física e adaptação intensa à nova rotina. Inclusive, a oscilação das primeiras semanas pode estar ligada ao chamado “baby blues”, ou melancolia pós-parto, que tende a melhorar em até 15 dias. A expectativa construída durante a gestação também influencia a forma como a mulher vive a realidade. Quando se acredita que amamentar é algo automático e, imediatamente, prazeroso, a discrepância entre idealização e experiência concreta tende a gerar sentimentos negativos, de fracasso. “Se essa experiência não acontece como a mãe imaginou, pode despertar frustração, culpa e sensação de incapacidade. Para algumas mulheres, a dor não é só no peito, é também emocional”, explica a médica. Como atravessar o momento Segundo as especialistas, o primeiro passo é validar a experiência. Reconhecer que amamentar pode, sim, ser difícil já transforma o cenário e diminui a solidão que muitas mães sentem ao enfrentar desafios na amamentação. Alguns pilares ajudam nesse processo: escuta ativa, sem julgamento; avaliação técnica qualificada da mamada; informação baseada em evidência; plano individualizado; inclusão da rede de apoio; evitar frases como “você precisa insistir” ou “amamentar é tão importante”, que costumam aumentar a pressão; monitoramento da saúde mental; encaminhamento quando necessário. Se o sofrimento é frequente, intenso e não melhora com apoio e descanso, é importante investigar quadros como depressão ou ansiedade pós-parto. “Vínculo não se constrói apenas pelo peito, mas no olhar, no toque e na presença. Saúde mental materna não é luxo; é necessidade”, destaca a psiquiatra Luana Carvalho.

