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Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.
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Conheça o Universo do Pé
Suor excessivo nos pés tem tratamento? Tem, sim!
Suor nos pés é comum em dias quentes ou após atividade física. No entanto, quando acontece de forma persistente – mesmo em repouso ou em ambientes frescos, por exemplo – pode deixar de ser normal e merecer atenção. Na maioria dos casos, o especialista certo pode identificar a causa e tratá-la. A dermatologista Elisabeth Lima explica que o quadro é chamado de hiperidrose plantar: uma produção de suor maior do que o necessário para regular a temperatura corporal, capaz de causar desconforto, constrangimento e impacto na qualidade de vida. A causa mais comum é a hiperidrose primária, uma condição funcional em que as glândulas sudoríparas trabalham de forma exagerada, sem relação com doenças sistêmicas. Estresse, ansiedade, predisposição genética e o uso prolongado de calçados fechados ou meias sintéticas podem agravar o quadro. Um problema, muitos incômodos Além do desconforto, a médica alerta que o excesso de umidade favorece outras complicações, já que cria um ambiente ideal para fungos e bactérias. Os problemas mais comuns incluem: Bromidrose: o mau odor causado pela ação bacteriana; Micoses (pé de atleta): com coceira, descamação e fissuras; Dermatite irritativa: pela umidade constante; Queratólise puntacta: com pequenos “furinhos” na sola e mau cheiro frequente. Alguns pacientes também relatam sensação de retenção nos pés. Mas suor é diferente de inchaço. Suar é ter a pele úmida e pegajosa, sem aumento real do volume. Já no edema, um acúmulo de líquido causa sensação de peso e mudança visível no tamanho do membro, formando até uma depressão temporária ao apertá-lo. Tratamento existe e funciona Segundo a dermatologista Elisabeth Lima, o controle da hiperidrose depende da intensidade, mas, no geral, pode envolver: Antitranspirantes com sais de alumínio; Medicamentos tópicos específicos; Iontoforese (técnica terapêutica e estética); Toxina botulínica (em casos selecionados); Orientações de higiene; Escolha de calçados ventilados e meias de algodão. “Elaborar um plano terapêutico individualizado evita complicações e melhora muito a qualidade de vida”, reforça a especialista. Investigando causas hormonais Às vezes, os hormônios podem ser os culpados. O endocrinologista Augusto Assunção explica que alterações hormonais podem contribuir para a sudorese excessiva, especialmente em situações como: Distúrbios da tireoide; Puberdade; Gravidez; Climatério; Condições associadas à liberação aumentada de catecolaminas (mais raro). Entretanto, o médico lembra que, quando a causa é hormonal, o suor costuma vir acompanhado de outros sinais sistêmicos, como: Perda ou ganho de peso inexplicável; Palpitações, tremores e cansaço excessivo; Alterações do sono, do humor ou do ciclo menstrual. Nesse cenário, exames de sangue, como TSH e T4 livre, glicemia, insulina, hemoglobina glicada e cortisol podem ser indicados, conforme a suspeita clínica. “A atuação conjunta com o dermatologista é fundamental, especialmente para orientar tratamentos tópicos e descartar hiperidrose primária”, finaliza o endocrinologista.
Alongar os pés antes de dormir reduz o cansaço
Por sustentarem todo o peso do corpo durante o dia, os pés podem acumular tensão muscular, sobrecarga nas articulações e até líquidos. Sapatos inadequados, como os modelos muito apertados, planos, de salto alto ou com pouco amortecimento também favorecem dores e desconfortos. À noite, o resultado não poderia ser diferente: vem aquela sensação de cansaço e fadiga, que não vai embora tão facilmente. A boa notícia é que um simples alongamento antes de dormir pode ser a chave para driblar esse incômodo. Segundo a fisioterapeuta Juliana Duarte, do Centro Universitário FMU, estirar os pés antes de dormir ajuda a relaxar a musculatura, melhora a circulação sanguínea e devolve mobilidade às articulações. Estes efeitos reduzem dores, previnem câimbras noturnas e proporcionam um descanso mais reparador. “O alongamento noturno funciona como um pequeno ritual de desaceleração: relaxa músculos que trabalharam o dia todo, estimula o sistema circulatório e retorna a elasticidade às estruturas dos pés e tornozelos. Quando vira hábito, os benefícios se somam e significam menos desconforto e mais mobilidade e bem-estar”, lista a profissional. Benefícios para o corpo inteiro Quando feito diariamente, o alongamento não só alivia o cansaço imediato, como traz ganhos importantes ao longo do tempo. Entre eles, estão: Prevenção de dores e lesões, como fascite plantar e esporão de calcâneo; Melhora da postura e do alinhamento corporal; Aumento da flexibilidade e da mobilidade articular; Redução da rigidez e das câimbras noturnas; Sensação de bem-estar geral, com menor estresse e melhor qualidade do sono. “Pés mais soltos e funcionais influenciam no corpo inteiro, reduzindo sobrecargas em joelhos, quadris e coluna”, reforça a fisioterapeuta. Alongamentos para fazer antes de dormir A seguir, aprenda exercícios simples indicados por Juliana Duarte, que podem ser feitos em casa e em poucos minutos. Leia cada instrução e execute com calma, sem forçar. Antes, porém, esteja atento a alguns detalhes: Por quanto tempo fazer? Cada exercício deve ser mantido por 20 a 30 segundos, e repetido de 2 a 3 vezes de forma lenta e controlada. Uma rotina de 5 a 10 minutos por dia já traz resultados perceptíveis. Afinal, a regularidade é o que mais conta. Quem se beneficia mais? O hábito é especialmente útil para quem passa longas horas em pé, atletas e praticantes de esportes de impacto, pessoas com sobrepeso e indivíduos com tendência a câimbras ou fascite plantar. Quando evitar ou ter cautela? Apesar de seguro para a maioria, há situações que pedem cuidado: lesões recentes, inflamações intensas, dor forte ou edema importante, neuropatias e condições crônicas em fase aguda, como artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, procure orientação profissional para adaptar ou adiar os exercícios. Agora, aprenda como fazer em casa: Alongamento da planta do pé: sentado, cruze uma perna sobre a outra e puxe suavemente os dedos em direção ao tornozelo. Rolo plantar: massageie a sola do pé com uma bolinha de tênis (ou semelhante) e aplique leve pressão. Alongamento de panturrilha na parede: em pé, apoie as mãos na parede, deixe uma perna atrás com o calcanhar no chão e incline o corpo para frente; troque as pernas depois. Flexão e extensão dos dedos: deitado, movimente os dedos para frente e para trás algumas vezes. Mais do que alongar, a fisioterapeuta acrescenta que é importante escolher calçados adequados, fazer pausas para movimentar as pernas ao longo do dia e incluir exercícios de fortalecimento. “Cuidar dos pés é cuidar da base que sustenta o corpo todo. Pequenas rotinas diárias trazem grandes ganhos de saúde e qualidade de vida”, finaliza.
O que faz o pé ficar áspero e como evitar
Se manter a pele do rosto e das mãos hidratada já é hábito para muita gente, os pés ainda costumam ser esquecidos. Só que tal prática não deveria ser ignorada, uma vez que a região plantar é naturalmente mais seca e espessa, ficando ainda mais vulnerável ao ressecamento, aspereza e rachaduras, caso não receba os cuidados adequados. Para a podóloga Thayná Magalhães, formada pelo Senac, o estilo de vida moderno contribui diretamente para o problema. “Hábitos como beber pouca água, andar descalça, usar rasteirinhas e tomar banhos muito quentes fazem com que a pele dos pés perca ainda mais hidratação. Para se proteger dessas agressões, o corpo acaba engrossando a pele da região”, explica. Essa característica é reforçada pela dermatologista Luana Vieira, da Kora Saúde. Ela lembra que, desde a formação embrionária, a pele dos pés é diferente do restante do corpo. “A planta dos pés desenvolve uma camada espessa de queratina para suportar o peso e proteger contra cortes e lesões. Além disso, é uma área com poucas glândulas sebáceas, o que torna sua hidratação natural limitada”, esclarece. Doenças e maus hábitos agravam problema Além de fatores externos, algumas condições de saúde também favorecem o ressecamento intenso. Entre elas: Psoríase: provoca descamação e deixa a pele ainda mais seca; Infecções fúngicas: espessam a pele e causam descamações típicas; Diabetes: reduz a hidratação natural e aumenta o risco de fissuras. “Em todos esses casos, o comprometimento da barreira cutânea dos pés exige atenção redobrada para hidratação e cuidados preventivos”, alerta a médica. Outro fator que merece atenção é o tipo de calçado escolhido no dia a dia. A podóloga Thayná Magalhães reforça que rasteirinhas, chinelos e sapatos abertos expõem os pés à sujeira, atrito e ressecamento excessivo, prejudicando a saúde da pele. “Optar por sapatos fechados, confortáveis e que protejam a região é essencial”, orienta. E a lixa: pode ou não? Quando usada corretamente, a lixa tende a ajudar a suavizar a pele dos pés. Mas o excesso é prejudicial. “Se for feita com cuidado, por um profissional e com uma boa lixa, a esfoliação ajuda. Agora, lixar demais, em casa, estimula a pele a engrossar ainda mais - o chamado efeito rebote”, explica a podóloga. Portanto, a recomendação é: Esfoliar suavemente, de uma a duas vezes por semana (no máximo); Utilizar lixas apropriadas e em movimentos delicados; Evitar o uso excessivo, que pode agravar a aspereza. Como hidratar corretamente A chave para pés sempre macios está na hidratação diária, feita com os ativos certos. De acordo com a dermatologista Luana Vieira, as substâncias mais eficazes para essa área são: Ureia, em concentrações variadas, para hidratar e esfoliar suavemente; Alantoína, capaz de acelerar a regeneração e acalmar a pele; Lactato de amônio, ótimo para reter a água na epiderme; Ácido salicílico, que promove uma renovação suave da camada externa. “É fundamental usar hidratantes, e não apenas emolientes”, orienta a médica. Isso porque, enquanto o emoliente apenas cria uma barreira na superfície, o hidratante realmente repõe a umidade e restaura o equilíbrio hídrico da pele. A melhor rotina para pés lisinhos Manter os pés hidratados e protegidos depende de uma rotina simples, mas constante. As especialistas recomendam: Aplicar o hidratante nos primeiros três minutos após o banho, aproveitando a pele ainda úmida; À noite, usar cremes mais densos e vestir meias de algodão para potencializar a absorção; Escolher calçados que reduzam o atrito e evitar andar descalço por longos períodos; Esfoliar suavemente para remover células mortas, sem estimular a hiperprodução de queratina.
Conheça o Universo Infantil
Pequenas tarefas hoje, filhos mais responsáveis amanhã
Guardar brinquedos, escolher a roupa ou ajudar em tarefas simples podem até parecer pequenos gestos do dia a dia, mas têm um papel importante na vida das crianças. Mais do que facilitar a rotina da casa, essas ações ensinam sobre ser mais responsável, cooperar e até ter autonomia, previsibilidade e segurança emocional. Na casa da estrategista digital Luana Rosário, mãe de duas crianças pequenas, essa participação começou aos poucos. Como os filhos têm três anos de diferença, ela precisou adaptar as tarefas para que ambos pudessem colaborar de alguma forma, mesmo com habilidades diferentes. “Pesquisando e conversando com a psicóloga deles, entendi que podia atribuir ações diferentes e complementares. Muitas vezes, o caçula entra como apoio da mais velha e isso foi muito positivo para o senso de responsabilidade e cooperação da nossa família”, relata. Como os hábitos estruturam a rotina infantil Segundo a terapeuta ocupacional Lígia Carvalho, mestre em Educação e Desenvolvimento Infantil e fundadora da Ludens Cursos, os pequenos hábitos cotidianos são muito importantes, porque ajudam a estruturar emocionalmente o dia a dia dos pequeninos e isso traz diversos benefícios. “Na primeira infância, o cérebro está em intenso processo de maturação. Quando há consistência na organização das atividades, isso oferece previsibilidade e continuidade, o que reduz a ansiedade e aumenta a sensação de segurança”, explica a especialista. Além disso, a repetição diária dessas ações, como guardar brinquedos, lavar as mãos ou seguir uma sequência antes de dormir, fortalece a autorregulação. Com o tempo, a criança passa a antecipar etapas, esperar sua vez e concluir pequenas tarefas, desenvolvendo organização interna e maior autonomia. Incentivar a participação independe da idade De acordo com a profissional, envolver a criança em pequenas responsabilidades já é possível pouco antes dos dois anos de vida, desde que as atividades respeitem seu nível de desenvolvimento e não exijam maturidade antes da hora. Entre os exemplos de participação no dia a dia estão: Por volta de 1 ano e meio a 2 anos: com ajuda de um adulto, pode guardar brinquedos, levar a fralda ao lixo ou colocar a roupa no cesto. Entre 3 e 4 anos: consegue assumir tarefas um pouco mais estruturadas, como organizar materiais, ajudar a colocar a mesa ou cuidar dos próprios pertences com mais independência. A partir dos 5 anos: com supervisão, já pode organizar a mochila conforme as atividades do dia e escolher a roupa que prefere usar. “Quando a criança participa ativamente da rotina, deixa de ser apenas conduzida pelo adulto e passa a se reconhecer como parte importante do funcionamento da casa. Essa vivência fortalece o senso de pertencimento e de competência”, afirma a terapeuta ocupacional Lígia Carvalho. Se a criança não quer colaborar A resistência à repetição das tarefas é comum na primeira infância e costuma fazer parte do próprio processo de desenvolvimento. A especialista detalha que essas recusas podem estar ligadas ao cansaço, sobrecarga ou dificuldade na transição entre atividades. Algumas estratégias simples para lidar com a situação incluem: dividir a tarefa em etapas mais simples; torná-la mais lúdica e concreta; oferecer escolhas limitadas; antecipar o que será feito (por exemplo: “daqui a cinco minutos vamos guardar”); validar emoções e manter limites consistentes. No caso de Luana Rosário, a maior resistência não veio dos filhos, mas das pessoas de fora. Isso porque havia uma visão equivocada de que os pais, ao dar pequenas tarefas aos pequenos, querem se livrar da responsabilidade ou do trabalho. Para ela, é o oposto: isso ensina valores muito importantes, como cooperação e igualdade. “Nós estamos construindo uma rotina mais justa para todos. Se desde pequeno o menino souber que também é responsável pelos afazeres da casa na mesma medida que a menina, vamos criar homens que dividem tarefas com as mulheres”, avalia a mãe.
Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?
É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes dependendo do ambiente em que estão. Em casa, costumam se sentir mais seguras e previsíveis, enquanto em espaços externos, como escola, festas ou encontros sociais, podem se manifestar de maneiras que surpreendem os pais. A pergunta é: como agir nesses casos? Segundo a psicóloga Priscila Evangelista, isso acontece porque todos nós desempenhamos papéis sociais distintos conforme o contexto. Assim como um adulto não se comporta da mesma forma em casa, no trabalho ou com amigos, a criança aprende gradualmente a se adaptar ao ambiente em que está. “Ela ainda está aprendendo a lidar com esses papéis sociais. Por isso, apresentar comportamentos diferentes em cada espaço é algo muito comum e faz parte do processo de desenvolvimento e socialização”, explica a especialista em saúde da família. Desafios dentro e fora de casa Ficar excessivamente tímido, agressivo ou desobediente em ambientes externos pode ter relação com os desafios que a criança enfrenta fora do espaço familiar. Novas regras, pessoas desconhecidas e situações sociais diferentes exigem uma organização emocional que ainda está em construção durante a infância. Priscila também considera o contexto que o pequeno está vivendo naquele momento para justificar comportamentos mais “primitivos”, como gritar ou se opor, sendo uma forma de defesa. “Ele pode estar lidando com a separação dos pais, desafios sociais ou simplesmente algo que ainda não sabe como administrar emocionalmente”, observa. A própria adaptação a novos ambientes influencia diretamente essas reações. Como a criança está aprendendo a organizar internamente suas emoções e interações sociais, é natural que mudanças de comportamento apareçam enquanto ela se ajusta ao novo local. Quando o comportamento pede atenção Na maioria das vezes, mudar fora de casa não é motivo de preocupação. No entanto, também é importante observar o tempo e a intensidade dessas mudanças, já que comportamentos persistentes sem construção de novos vínculos podem indicar que a criança está enfrentando mais dificuldade para se adaptar do que o esperado. A especialista explica que o alerta surge quando há prejuízo claro no funcionamento da criança. Assim, alguns sinais merecem a atenção dos pais e cuidadores: Ficar excessivamente quieta ou retraída. Deixar de socializar com amigos ou parentes com quem antes interagia. Perder o interesse por brincadeiras de que costumava gostar. Evitar sair do quarto ou participar de atividades sociais. Outro ponto importante é evitar comparações com outras crianças. Isso porque o paralelo a coloca em um lugar de desvalorização e não ajuda no desenvolvimento emocional, intensificando sentimentos de inferioridade e falta de pertencimento. Como os pais podem agir A reação dos adultos é uma peça essencial nessas situações. De acordo com a psicóloga Priscila Evangelista, o primeiro passo é oferecer acolhimento em vez de responder à tensão com ainda mais tensão, além de conversar com a criança antes de chegar a um lugar novo, antecipando o que pode acontecer e reduzindo sua insegurança. “Se a criança grita ou se joga no chão, não adianta gritar de volta. É preciso acolher a emoção que está sendo expressa ali, mostrar que está tudo bem sentir aquilo e ajudar a encontrar uma forma de resolver a situação”, orienta a profissional. Depois que ela estiver mais calma, falem sobre o ocorrido e como funcionam ambientes diferentes. Por último, vale lembrar que, quando há segurança emocional, é mais fácil enfrentar os desafios e construir vínculos em novos espaços. Além disso, o processo envolve ajudar o pequeno a perceber que outras pessoas podem se tornar essa referência segura, como professores e cuidadores.
O recém-nascido dorme muito? Entenda se é normal
Nos primeiros dias em casa, muitos pais se assustam ao perceber que o recém-nascido parece passar mais tempo dormindo do que acordado. É comum baterem as dúvidas: será que meu bebê dorme muito? Será que existe um período considerado normal? Devo acordar meu bebê para mamar? Spoiler: não precisa de tanta preocupação. O pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, garante que dormir bastante faz parte do desenvolvimento esperado nessa fase inicial da vida. “Das 24 horas do dia, o recém-nascido tende a dormir entre 16 e 20 horas, com despertares para mamar”, esclarece. E aí: quando o sono é considerado normal? Apegar-se ao relógio nem sempre é o melhor caminho. Além das horas dormidas, o médico destaca que o comportamento do bebê quando está acordado também importa. Isso porque um recém-nascido saudável costuma: acordar para mamar; sugar bem; reagir aos estímulos. Também é recomendado observar o contexto: molhar várias fraldas por dia e ganhar peso adequadamente são ótimos indicadores de que tudo está dentro do previsto. Se isso estiver acontecendo, os pais e cuidadores podem ficar tranquilos: o sono é fisiológico. É preciso acordar para mamar? Segundo o especialista Luis Bonilha, pode ser necessário acordar o bebê para mamar nas primeiras semanas de vida, caso ele passe muitas horas sem se alimentar. Essa orientação costuma valer até que o recém-nascido apresente bom ganho de peso, acompanhado nas consultas regulares com profissionais. “A puericultura é o acompanhamento periódico feito pelo pediatra para avaliar crescimento e desenvolvimento. Manter a frequência nessas consultas é essencial para garantir que tudo esteja evoluindo como esperado”, orienta. Esses encontros também são fundamentais para definir abordagens individualizadas. Por exemplo, esclarecer o intervalo entre cada mamada e saber quando se deve (ou não) interromper o sono para realizar a amamentação. O sono como sinal de alerta Na maioria das vezes, dormir muito é normal, mas o pediatra Luis Bonilha sugere avaliação médica quando o bebê: não acorda para mamar; mama pouco; fica muito “molinho”; não ganha peso. Esses sinais devem ser relatados em consultório para uma investigação mais detalhada, se necessário. A melhor estratégia e o segredo para observar o cenário sem ansiedade envolvem ter um profissional de confiança por perto. “A puericultura dá tranquilidade às famílias e ajuda a identificar precocemente qualquer alteração”, reforça o médico.

