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Podologia e qualidade de vida: muito além da estética
Podologia e Podólogos

Podologia e qualidade de vida: muito além da estética

Muitas pessoas ainda associam a podologia apenas à aparência dos pés, unhas e calos. No entanto, a atuação do podólogo vai muito além da estética: trata-se de uma prática essencial para a saúde, bem-estar e qualidade de vida. Como a podologia impacta a qualidade de vida > Prevenção de dores e desconfortos Pés saudáveis permitem caminhar, praticar atividades físicas e manter a mobilidade sem dor. O tratamento de calos, calosidades e unhas encravadas reduz significativamente o sofrimento diário.   > Prevenção de complicações graves Pacientes com diabetes, problemas circulatórios ou doenças reumatológicas dependem do cuidado podológico para evitar úlceras, infecções e deformidades. A detecção precoce de alterações garante intervenções mais simples e eficazes.   > Bem-estar emocional e autoestima Pés doloridos ou com problemas visíveis podem gerar constrangimento e limitar a vida social. A podologia restauradora contribui para a confiança e para a sensação de cuidado com o próprio corpo.   > Atenção à saúde integral O podólogo identifica sinais que podem indicar condições sistêmicas ou deficiências posturais. A intervenção adequada promove equilíbrio, postura correta e melhora na marcha.   O papel do podólogo O profissional de podologia vai além da estética: ele atua como guardião da saúde dos pés, combinando conhecimento técnico, avaliação clínica e orientações preventivas. A prática inclui: Avaliação detalhada da pele, unhas e estruturas dos pés. Planejamento de cuidados personalizados, incluindo tratamentos, hidratação e órteses. Educação do paciente sobre hábitos saudáveis e prevenção de complicações. Encaminhamentos estratégicos a outros profissionais de saúde quando necessário.   A podologia é uma especialidade que transforma vidas, proporcionando alívio da dor, mobilidade, bem-estar e segurança. Cuidar dos pés é, na prática, cuidar de toda a saúde do corpo e da mente. Reconhecer o valor dessa profissão vai muito além da estética: é reconhecer sua importância na prevenção, na reabilitação e na qualidade de vida dos pacientes.

Qual a função da palmilha ortopédica?
Pisada e Palmilha

Qual a função da palmilha ortopédica?

Rosi Sant’Ana, podóloga especialista em palmilhas, explica que a função da palmilha ortopédica é corrigir ou melhorar a postura e o alinhamento dos pés, proporcionando suporte adequado para aliviar ou prevenir dores e desconfortos. “A palmilha ortopédica é indicada em diversas situações, especialmente quando há desconfortos ou problemas relacionados aos pés, postura ou movimento, como por exemplo nos casos de fascite plantar, esporão de calcâneo, canelite, pés planos, pés cavos, dentre outras patologias”, explica Rosi. A podóloga, que também é nutricionista, diz que sempre soube que seria da área da saúde e quando descobriu a podologia, se sentiu abraçada e acolhida pela profissão. “Aprendi com a minha mãe a profissão manicure, mas sempre me perguntei se não existia algo além do embelezamento”, conta ela. Hoje, Rosi tem sua própria clínica, a Sant’podologia em Vitória no Espírito Santo. Quando a palmilha é indicada? Alguns sinais podem acionar o alerta para a necessidade do uso de palmilhas. “Devemos sempre estar atentos a dores persistentes, desconforto ao andar, alterações visíveis no formato dos pés, dores que irradiam para outras partes do corpo etc.”, explica Rosi. Segundo ela, geralmente o próprio corpo apresenta sinais, por isso ela recomenda estar sempre atento. Dentre os benefícios do uso de palmilhas, além dos ortopédicos, também existem palmilhas apropriadas para tratar o suor e o mau cheiro nos pés, outras palmilhas promovem estímulos sensoriais e até servem para massagear a região dos pés e há até palmilhas mais simples apenas para promover maior conforto no uso de determinados calçados. Qual a melhor palmilha para dores no pé? A podóloga especializada em palmilhas ortopédicas explica que como cada paciente tem suas particularidades e patologias diferentes, a indicação de uma palmilha ortopédica é extremamente individualizada. “Somente com uma análise individualizada e observação clínica conseguimos desenvolver uma palmilha específica para o paciente”, afirma Rosi. Por isso, antes de usar uma palmilha é importante passar por uma avaliação profissional e garantir que o uso e a palmilha são adequados para você. Quanto dura uma palmilha ortopédica? Uma palmilha de boa qualidade dura em torno de 2 a 3 anos, segundo Rosi. E o custo de um par pode variar de acordo com a região do país. O uso de palmilha resolve todos problemas? O uso de palmilhas é bastante eficaz de modo geral, segundo Rosi, mas ela confirma que de fato algumas patologias precisam de um olhar mais cauteloso. São as seguintes condições: Deformidades ósseas; Pé equino ou pé torto congênito; Artroses avançadas; Osteoartrite nos pés e nas articulações; Problemas neuro musculares. Rosi conta que no Brasil ainda falta informação de qualidade em relação ao uso adequado das palmilhas ortopédicas. “A falta de conteúdo de qualidade pode levar a mal entendidos e até ao uso inadequado das palmilhas ortopédicas”, alerta a podóloga. “Quando se faz o uso correto das palmilhas ortopédicas vemos resultado”, diz Rosi. Ela conta de um caso recente de um paciente que tinha muita instabilidade para andar e um quadro de condromalácia grau 3 nos joelhos. O paciente adulto tinha o sonho de voltar a correr sem dor. “Realizamos toda as análises necessárias para a confecção e desenvolvimento de uma palmilha personalizada para ele. Após 30 dias esse paciente volta para o retorno já sem dor e conseguindo correr seus 5km livre de instabilidade e zero dor”, conta Rosi. “É uma alegria muito grande poder por meio do conhecimento poder ajudar meus pacientes. É muito gratificante ser Podóloga!”, complementa Rosi. Assista ao vídeo: [video width="480" height="848" mp4="https://www.baruel.com.br/wp-content/uploads/2024/12/palmilha-ortopedica-rosi-santana.mp4"][/video] Pise bem, viva melhor!

Como se usa o desodorante para pé
Suor e Odor

Como se usa o desodorante para pé

É muito simples aplicar esse tipo de desodorante: saiba qual é a maneira correta de usar o desodorante nas apresentações pó, aerossol e jato seco. O desodorante de pé, assim como o que usamos nas axilas, é um produto essencial para a nossa rotina de cuidados com o corpo. Afinal, é ele que dá proteção aos pés contra o mau odor que pode surgir ao longo do dia graças à combinação da umidade vinda do suor com a microbiota de bactérias e fungos que vivem nesta região. Para manter os pés secos e protegidos contra a ação desses microrganismos, o desodorante de pé tem uma formulação diferente da do desodorante que aplicamos nas axilas. Ele age, basicamente, como um antitranspirante (para evitar a umidade) e antisséptico (para eliminar as bactérias e os fungos que podem causar mau odor). Por isso, o ideal é aplicar o desodorante de pé duas vezes ao dia, de preferência de manhã e à noite, recomenda Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Quais são os tipos de desodorante de pé? Existem três tipos de desodorantes para os pés: em pó, em aerossol e jato seco. “Tanto o desodorante em pó como o aerossol ou jato seco agem de forma parecida, é uma questão de opção de cada pessoa, de acordo com a sua preferência”, explica Bega. O desodorante em pó é uma boa opção para quem sua demais nos pés. “Quando há excesso de transpiração, o pó absorve essa umidade. O aerossol ou o jato seco não vão fazer a absorção da mesma forma, mas combatem o odor e tem uma ação refrescante, então ambos podem ser usados nas mesmas situações”, reforça Bega. No caso dos desodorantes na forma de aerossol e jato seco, a diferença é que o aerossol demora um pouco mais para secar do que o jato seco, que seca quase instantaneamente, aponta o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Como usar o desodorante de pé? O desodorante deve ser aplicado, principalmente, na planta (a parte inferior dos pés) e entre os dedos, que são as regiões que mais transpiram. Mas, quem quiser pode passar no dorso (na parte superior, ou “peito do pé”) também, apesar de não ser essencial, explica Bega. A aplicação é bem simples: veja a seguir como usar os desodorantes em pó, aerossol e jato seco. Desodorante em pó Certifique-se de estar com os pés limpos e bem secos; Polvilhe o desodorante na planta dos pés e entre os dedos. Desodorante aerossol e jato seco Certifique-se de estar com os pés limpos e bem secos; Mantenha o produto a uma distância de ao menos 10 centímetros do pé; Aplique o desodorante na planta dos pés e entre os dedos.

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O que ninguém te conta sobre o enxoval do bebê
Enxoval

O que ninguém te conta sobre o enxoval do bebê

Montar o enxoval costuma ser um dos momentos mais empolgantes da gestação. Entre listas prontas, referências de internet e sugestões de familiares, tudo parece indispensável e urgente. Só que, quando o bebê nasce, a rotina mostra que muitas escolhas foram feitas com base na expectativa e não na realidade do cuidado diário. Quem comprou tudo o que viu pela frente foi a lash designer Aline Lins enquanto estava à espera da filha, hoje com um ano. Mãe de primeira viagem, ela acreditava que, em algum momento, precisaria daquilo tudo. Foram muitos macacões, roupas e vários laços. Mas, no fim das contas, a correria do dia a dia pedia bem menos coisas. “Você precisa do básico e do que é fácil. Como eu ia montar roupas elaboradas se eu não conseguia nem dormir? Sou autônoma, voltei a trabalhar logo e comecei a fugir do que complicava a rotina”, conta. O que pode ficar de fora A consultora materno-infantil Fernanda Carvalho explica que essa idealização do enxoval é bastante comum e pode gerar frustração quando a rotina começa. A principal ilusão é priorizar estética e organização ao invés de focar na funcionalidade. Com pouca utilidade nos primeiros meses, não vale investir em: roupas em grande quantidade, principalmente RN e P, já que o bebê cresce rápido e muitas peças nem chegam a ser usadas; sapatos e acessórios, porque têm pouca função prática no início; objetos de quarto muito elaborados, como almofadas decorativas e kits completos de berço, que não interferem na rotina real de cuidados. “Muitos pais montam o enxoval pensando em fotos, combinações de cores e listas de internet, mas esquecem que nos primeiros meses o bebê basicamente mama, dorme, chora e precisa de troca constante”, observa a profissional. Simples, mas campeões de uso Em contrapartida, paninhos de boca, cueiros e fraldas de pano são campeões de uso. Multifuncionais, eles podem dar apoio na amamentação, como proteção da roupa, em uma limpeza rápida e, sobretudo, na hora da troca. Já no vestuário, a orientação é apostar em bodies e macacões confortáveis, pois serão mais úteis que qualquer conjunto elaborado. A roupa deve ser simples, fácil de vestir e, se possível, abrir totalmente na parte da frente. Isso fará diferença para pais e cuidadores que ainda estiverem inseguros. “No pós-parto, a prioridade passa a ser sobreviver à rotina com o mínimo de esforço possível. A dica de ouro é sempre optar pelo mais descomplicado, mais rápido e mais acessível”, aconselha a consultora materno-infantil Fernanda Carvalho. Enxoval que funciona de verdade O primeiro passo é desapegar da idealização que ocorre antes do nascimento e dar lugar à realidade de cada família quando o bebê chegar. Listas prontas e referências externas não conseguem compreender a necessidade de cada casa, enquanto a vivência prática é capaz de reorganizar completamente as prioridades. A especialista compartilha algumas dicas práticas: pense em fases curtas, já que o recém-nascido muda rápido; priorize conforto, segurança e facilidade; questione-se: é difícil de vestir, lavar ou organizar? Se for, provavelmente não funcionará bem. Um ano depois, a mãe Aline Lins garante que o básico bem feito vai funcionar. “Entre o prático e o bonito, escolha sempre a praticidade. Um bom enxoval deve facilitar sua vida e não te dar mais problemas”, aconselha.

Meu filho quer raspar o cabelo por bullying. Devo deixar?
Texturas e Tipos de Cabelo

Meu filho quer raspar o cabelo por bullying. Devo deixar?

Querer raspar o cabelo por estar sofrendo bullying não é apenas uma vontade estética: é um pedido carregado de dor e sofrimento. Para os responsáveis, o corte pode dar a sensação de ser uma solução rápida, já que a mudança de aparência tende a encerrar o assunto. Mas é preciso olhar além disso para proteger a criança. O psicólogo Ricardo Davids lembra que isso é um tipo de violência e mexe diretamente com a autoestima e a identidade de quem sofre. A criança pode começar a acreditar que precisa se adaptar para ser aceita, só que o verdadeiro problema está no ambiente. Por isso, o foco não deve ficar apenas na vítima – tudo deve ser observado. “Para chegar a esse ponto, de raspar o cabelo, já existe um problema sistêmico gravíssimo, que transcende o grupinho imediato que faz o bullying. Esse espaço diz que a pessoa não pode ser o que ela é”, alerta o profissional. O que esse pedido revela Crianças usam o corpo para comunicar estados internos antes de conseguirem explicar tudo em palavras. Assim, o desejo de “apagar” um traço da própria aparência pode vir acompanhado de sensações corporais difíceis e emoções intensas, como raiva, nojo e rejeição de si mesmo. Achar que é uma simples fase ou um exagero tende a minimizar o sofrimento. Além disso, existe diferença entre o desejo genuíno de mudança e o pedido movido pela tentativa de evitar dor. Quando ocorre por afirmação de identidade e pertencimento em grupos harmônicos, pode ser saudável. Agora, se for uma pré-condição para ser aceito por quem exclui ou ridiculariza, exige intervenção. Segundo Davids, o impacto disso pode ser profundo. Ele cita a autora Melanie Harned ao mencionar pensamentos que podem se consolidar com a repetição do bullying, como “sou feio, defeituoso e indesejável” ou “eu não pertenço”. Com o tempo, a criança pode passar a se esconder para não ser criticada. Como acolher sem agir no impulso A orientação central é acolher e validar o que está acontecendo, sem atender ao pedido de imediato quando ele surge como reação a um ambiente hostil. Permitir a mudança sem trabalhar o que está por trás pode reforçar os termos da exclusão. Para entender o que ocorre na escola, o profissional recomenda ouvir sem julgar e sem induzir respostas. Repetir com suas palavras o que a criança contou e fazer perguntas abertas – como “o que mais aconteceu?”, “quem participou?” e “o que você sentiu?” – ajudam a ampliar a compreensão. “Depois disso, é essencial investigar o ambiente e envolver a instituição. Um caso de bullying nunca é resolvido individualmente, porque é um problema coletivo”, orienta o psicólogo Ricardo Davids. Sinais de alerta e próximos passos O conceito de bullying já caracteriza o intolerável, pois se trata de um processo sistêmico e crônico em que a vítima raramente consegue se proteger sozinha. Mas alguns sinais indicam que o impacto está exigindo apoio psicológico mais próximo: alterações de humor (muita raiva ou muita tristeza); isolamento social; relutância em ir à escola; negligência com o autocuidado; mudanças bruscas de comportamento; vergonha e tentativa de esconder o sofrimento. Lembre-se: a escola tem papel central e indispensável. “É comum que a vítima desenvolva habilidades e, ainda assim, o bullying continue, porque o ambiente mantém a estigmatização. Desconfie de instituições que criam barreiras para enfrentar o problema”, reforça o profissional. Ricardo ainda lembra que quem vive o bullying sofre prejuízos no desenvolvimento de habilidades sociais, negociação e tolerância à frustração. A naturalização da violência traz consequências futuras, em relações e até no trabalho.

Pai, mãe, babá: cada colo cria uma memória diferente no bebê
Vínculo

Pai, mãe, babá: cada colo cria uma memória diferente no bebê

Antes de aprender a falar, o bebê usa o corpo para se comunicar e compreender o cuidado que recebe de cada pessoa. Colo, carinho e embalo ajudam a transmitir confiança e participam da construção dos primeiros vínculos afetivos. O toque funciona como um alicerce dessa relação. “É por meio dessas experiências que se forma o vínculo de apego, base emocional importante para o desenvolvimento psíquico da criança”, explica a psicóloga Larissa Pádua. A especialista ainda desmistifica a ideia de vínculos perfeitos: o que realmente importa é a constância e o cuidado. Nesse sentido, cada cuidador pode colaborar à sua maneira, com sua própria forma de amar o pequenino. Um jeito de cuidar particular Pai, mãe, avós, tios, babá e outros cuidadores podem demonstrar carinho de formas diferentes – e não há nada de errado com isso. Na verdade, o bebê reconhece desde cedo as particularidades no jeito de segurar, olhar, falar e acolher. Para Larissa Pádua, essas experiências ampliam o repertório de relações. Aos poucos, a criança aprende que o afeto pode ser demonstrado de maneiras variadas e, ainda assim, continuar sendo seguro. Ter mais de um cuidador afetuoso, portanto, pode aumentar sua rede de segurança emocional. Entretanto, isso não diminui a importância dos pais. O vínculo central com os genitores passa a coexistir com outras relações de confiança. Muito além do toque A conexão também é construída por pequenos gestos que fazem o bebê se sentir visto e compreendido. Entre eles estão: Responder com atenção ao choro. Olhar para o bebê durante os cuidados. Usar um tom de voz acolhedor. Estar física e emocionalmente presente. Demonstrar paciência nos momentos difíceis. Acolher as necessidades da criança com constância. “Esse conjunto de comportamentos se chama sintonia afetiva. Mesmo sem compreender as palavras, o bebê percebe a disponibilidade do cuidador e passa a associar aquela presença à proteção e ao acolhimento”, afirma a especialista. Qualidade vale mais do que quantidade Não existe uma quantidade ideal de horas para que um vínculo seja construído. Mais importante do que o tempo de convivência é a qualidade da presença oferecida durante aquele período. Um cuidador que dispõe de menos tempo, mas está emocionalmente disponível, atento e envolvido, pode construir uma conexão muito forte. Já permanecer muitas horas ao lado da criança sem essa entrega não produz necessariamente o mesmo efeito. Por último, a psicóloga Larissa Pádua reforça que as diferenças entre toques, olhares, vozes e formas de acolher enriquecem o mundo emocional do bebê. É assim que ele aprende que pode se sentir seguro com pessoas distintas e levar essa confiança para outras relações ao longo da vida.

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