Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel

Ajuda: Perguntas frequentes

Aqui você encontra as principais dúvidas sobre nossos produtos

Escolha as dúvidas por marca:

Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo do Pé

Sapato de bico fino: moda em alta, saúde dos pés em baixa
Bolha

Sapato de bico fino: moda em alta, saúde dos pés em baixa

Elegantes e clássicos, os sapatos de bico fino fazem parte da rotina de muitas pessoas. Entretanto, o uso frequente de modelos estreitos e altos pode levar a incômodos recorrentes nos pés, como unhas encravadas, calos e bolhas. Segundo o ortopedista Edgard Saito, preceptor do internato do Centro Integrado de Saúde da Universidade Anhembi Morumbi, isso ocorre porque o calçado em questão comprime os dedos e aumenta a pressão sobre as bordas das unhas, favorecendo dor, inflamação e encravamentos. "Além do uso repetido desses sapatos, outros fatores influenciam nesses quadros, como anatomia, hereditariedade, idade e doenças preexistentes", esclarece o médico. Muito além da unha encravada A advogada Yasmin Borges conhece a situação de perto. Por causa da profissão, que exige um visual mais formal, ela usou sapatos assim por anos até começar a sofrer com bolhas muito doloridas, principalmente nos dedinhos, e a ter unhas encravadas. Chegou ao ponto de recorrer a uma podóloga para cuidar da unha. Foi a profissional também que lhe indicou pomadas para as bolhas. “Passei a escolher sapatos com o bico mais largo e a usar protetores. Hoje, uso bico fino esporadicamente”, revela a advogada. A lista de desconfortos e problemas causados pelos bicos finos vai além das bolhas e unhas encravadas. Também pode incluir: dor; sensação de compressão nos dedos e no antepé; escoriações; calos e calosidades; vermelhidão, inchaço e inflamação ao redor das unhas. Em alguns casos, ainda pode agravar condições já existentes e dolorosas, como joanetes, dedos em martelo (deformidade em que uma articulação fica dobrada permanentemente), Neuroma de Morton ou mesmo alterar a forma de caminhar. Como reduzir os riscos Não existe uma fórmula segura para todo mundo. O especialista Edgard Saito avalia que depende das características dos pés, do ajuste e da altura do sapato, do tempo em pé, da distância percorrida e da presença de deformidades ou doenças já existentes. “Pessoas com antepé mais largo, dedos longos, unhas muito curvas ou espessas, joanete, dedos em martelo, artrite, alterações circulatórias ou perda de sensibilidade estão entre as mais suscetíveis”, alerta o médico. Já idosos e quem tem diabetes, neuropatia periférica ou histórico de úlceras nos pés merecem atenção especial, pois podem não perceber uma lesão logo no início. Na prática, a recomendação é reservar calçado de bicos finos para períodos mais curtos e ocasiões específicas, evitando caminhadas longas. Uma estratégia simples é fazer o trajeto com um calçado confortável e trocar pelo modelo social ao chegar ao local. Nem sempre é preciso abrir mão do modelo A quem ama os bicos finos, aí vai uma boa notícia: os sapatos não precisam ficar guardados para sempre. Escolher o modelo com mais cuidado pode ajudar bastante. As recomendações a serem seguidas são: respeitar o formato natural dos pés; manter cerca de 1 a 1,5 cm entre o dedo mais longo e a ponta do calçado; optar por materiais macios e flexíveis sobre os dedos; preferir versões com calcanhar firme e sola estável; priorizar saltos baixos e largos para uso prolongado; antes de comprar, experimentar o calçado no fim do dia, quando os pés costumam estar mais inchados. "O calçado pode ficar ajustado, mas não deve comprimir, provocar dormência nem deixar marcas dolorosas”, orienta o ortopedista. Ele ainda reforça sobre os cuidados com as unhas: devem ser cortadas retas, sem arredondar profundamente os cantos nem ficarem curtas demais. Depois de tratar os problemas ocasionados pelo bico fino recorrente, a advogada Yasmin Borges tem o conselho na ponta da língua: “Não usar com tanta frequência, investir em protetores e considerar outros modelos mais largos, como os arredondados”, finaliza.

Unhas decoradas no pé? Conheça as tendências!
Embelezamento

Unhas decoradas no pé? Conheça as tendências!

As unhas decoradas são sensação há muito tempo, mas decorar as unhas dos pés costumava ser visto como algo secundário em relação às mãos. Mas isso tem mudado a ponto de, cada vez mais, ser um serviço solicitado nos salões de beleza. Inspirada por tradições milenares e renovada pelas tendências atuais, a prática ganhou força principalmente nas estações mais quentes e se tornou uma forma de expressão estética que une criatividade e personalidade. Segundo a pedicure Kelly Alves, o hábito de decorar as unhas tem origem antiga. “É algo milenar, que veio da China. O mais curioso é que, hoje, unhas minimalistas são associadas a um maior poder aquisitivo Naquela época era o contrário: só inventaram isso por ‘status’”, comenta. Ao longo dos anos, o estilo foi se transformando. A profissional observa que, antes, o visual era mais ousado. “As clientes pediam adesivo em todas as unhas, pedrarias, brilho, francesinha... Tudo ao mesmo tempo! Hoje, a maioria é mais básica: decora só o dedão ou faz uma inglesinha, que é a francesinha com ponta colorida.” As preferidas dos salões De acordo com Kelly Alves, os modelos mais pedidos atualmente são: Adesivo ou strass (geralmente no dedão); Francesinha tradicional; Inglesinha com tons pastel; Efeito marmorizado; Desenhos à mão livre - raros, mas ainda presentes em alguns pedidos especiais. Kelly explica que os desenhos, quando feitos nas unhas das mãos, costumam ser mais criativos e elaborados, principalmente quando a cliente usa alongamento - é que a área maior permite mais detalhes. Já nos pés, a tendência é manter o visual mais limpo, focando em um ou dois dedos apenas. “Francesinhas e inglesinhas ficam melhores em unhas quadradas, que são também o formato mais indicado para evitar encravamento. Adesivos e strass combinam com qualquer tipo de unha”, indica. Truques para a decoração durar A técnica de nail art nos pés exige atenção redobrada com os materiais usados. “É importante tomar cuidado com tintas, colas, palitos e pincéis, garantindo que tudo esteja limpo e adequado”, pontua Kelly. Ela também ressalta cuidados para que a decoração dure mais, sobretudo finalizar com top coat ou extra brilho e, por parte de quem optou por esse estilo, evitar calçados fechados até a esmaltação estar completamente seca. Quem usa, aprova A jornalista Giovanna Penha, de 28 anos, é uma das adeptas da decoração nas unhas dos pés. “Sempre gostei de pintar as unhas dos pés, mas comecei a decorar porque acho que dá um charme a mais, principalmente no verão”, conta. As francesinhas clássicas continuam sendo as preferidas dela. Vez ou outra, porém, abre uma exceção para colocar strass no dedão ou até adesivos mais delicados, como os de florezinhas. “Ultimamente, tenho usado muito inglesinha, mas sem exagerar. Ainda assim, opto por cores mais clarinhas, como tons pastel”, finaliza Giovanna.

Calçados barefoot: todo mundo pode usar?
Tipos de Calçados

Calçados barefoot: todo mundo pode usar?

Com presença crescente no mercado, a proposta dos calçados barefoot inclui modelos mais minimalistas e sem amortecimento, que ganham cada vez mais popularidade no esporte por prometer benefícios como melhor alinhamento postural e fortalecimento dos pés. Mas será que qualquer um pode usá-los? Segundo o fisioterapeuta Rafael Temoteo, membro da Sonafe (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física) e especialista no tratamento da dor no pé, algumas pessoas devem ter cautela ao adotar o sapato tipo barefoot. Ter problemas articulares ou estar com sobrepeso são fatores que encabeçam essa lista. "Calçados barefoot podem ser extremamente eficazes em atividades de força, como agachamentos, por fortalecerem a musculatura do pé e tornozelo, mas seu uso generalizado não é recomendado", argumenta o profissional. Barefoot X tênis normais Em livre tradução, barefoot significa ‘pés-descalços’ e isso diz bastante de seu objetivo, que é justamente ser o mais leve possível e aproximar a sensação de estar sem sapato durante a prática esportiva. Veja só as principais diferenças entre ele e os tênis comuns: Amortecimento Barefoot: não Tênis tradicional: sim Design Barefoot: minimalista Tênis tradicional: variado Peso Barefoot: muito leve Tênis tradicional: até 300g Cadarço Barefoot: não Tênis tradicional: sim Indicação Barefoot: treinos Tênis tradicional: dia a dia “Normalmente, calçados barefoot têm um formato que se assemelha a meias e sem nenhum tipo de amortecimento. Também costumam não ter cadarço, apresentando apenas um componente para dar proteção e não machucar o pé com atrito, além de antiderrapante”, detalha Rafael. Os benefícios para o esporte Para quem pratica atividades que exigem força, como levantamento de peso, o uso de calçados barefoot pode trazer vantagens significativas. Nesse sentido, o fisioterapeuta lista alguns dos benefícios: Mobilidade do tornozelo: o uso de barefoot permite uma maior liberdade de movimento no tornozelo, algo importante para a flexibilidade e a adaptação do corpo durante o exercício. Melhora na postura: com menos amortecimento, o pé tem mais controle sobre seus movimentos, o que contribui para uma postura mais correta durante os exercícios de força. Fortalecimento muscular: ao estimular a musculatura dos pés e tornozelos, o barefoot pode melhorar a resistência dos músculos e prevenir lesões no futuro. Assim, usá-lo para treinos de força, cujo objetivo é aumentar a resistência e melhorar a estabilidade das pernas e dos pés, pode ser uma ótima ideia. Agachamentos e outros movimentos de força serão beneficiados pelo maior controle durante os movimentos. Cuidado com as lesões Embora os calçados barefoot tragam benefícios inegáveis, não são indicados para todas as pessoas, conforme apontado pelo especialista. Desse modo, o uso indiscriminado pode trazer um risco de lesões, principalmente para quem não está acostumado a esse tipo de calçado ou tem condições físicas específicas: Pessoas com sobrepeso: o excesso de peso aumenta a carga sobre os pés e tornozelos, o que pode resultar em lesões quando combinados com a falta de amortecimento dos barefoot; Problemas articulares: indivíduos com dores nas articulações, como as que afetam os joelhos ou tornozelos, devem evitar o uso de calçados barefoot, pois a falta de suporte pode intensificar esses problemas. "Fortalecer a musculatura do pé e tornozelo antes de adotar o barefoot é fundamental para prevenir lesões”, indica o Temoteo. Quando houver dor, o uso deve ser evitado, já que não oferecem suporte suficiente para reduzir o impacto sobre as estruturas lesionadas. Vá aos poucos A dica principal é não abandonar os tênis comuns de uma hora para a outra e já sair usando o barefoot. Isso porque a tendência é que o corpo estranhe a mudança brusca e não responda da maneira esperada. “É necessária uma adaptação. Imagine só usar calçados com amortecimento durante toda a vida e, de repente, não usar mais? Os pés estão totalmente adaptados a uma condição, por isso, deve ser gradual”, conclui o especialista.

Acessar o Universo do Pé

Conheça o Universo Infantil

Bebê confortável no banho, mesmo no tempo frio
Banho

Bebê confortável no banho, mesmo no tempo frio

Nos dias frios, a gente sabe que os pais ficam receosos ou mesmo com peninha de dar banho no bebê sem que ele passe qualquer tipo de desconforto. Nessas ocasiões, o planejamento é a dica principal para um momento gostoso e confortável antes, durante e depois da higiene. “Prepare o ambiente e organize tudo com antecedência. O banho acontecerá com mais calma, segurança e conforto para toda a família”, indica a neonatologista Luciana Alla, do Hospital e Maternidade Santa Maria. Em ocasiões de baixa temperatura, um dos principais objetivos é evitar que o bebê permaneça muito tempo exposto ao frio. Com os itens separados e à mão, a higienização se torna muito mais rápida. Preparação faz toda a diferença Antes mesmo de tirar a roupa do bebê, vale organizar tudo o que será utilizado para evitar interrupções durante o banho. Deixe por perto: toalha macia (de preferência com capuz); fralda limpa; roupa completa já separada e aberta; sabonete infantil suave; algodão ou gaze, quando necessário; pomada para prevenção de assaduras, caso faça parte da rotina. Nessas ocasiões, o banho também pode ser um pouco mais rápido, sem comprometer a higiene. O bebê saudável não precisa de banhos muito longos nem de mais de um banho por dia para estar limpo. Água morna, ambiente aquecido Além da organização, a temperatura da água e do ambiente merece atenção, sobretudo para os recém-nascidos: a água deve ficar entre 36 °C e 37 °C; o ambiente deve permanecer entre 24 °C e 26 °C. Caso não haja um termômetro próprio, a temperatura da água pode ser testada com a parte interna do punho ou do antebraço, regiões mais sensíveis ao calor. A médica ainda orienta evitar alguns erros que parecem improváveis, mas são comuns nessa época do ano, como abrir portas e janelas durante o banho, por exemplo. Outros hábitos incluem: prolongar demais o banho; demorar para secar e vestir o bebê; manter a criança muito tempo sem roupa; usar água muito quente, porque resseca a pele; deixar o ambiente frio demais. Depois do banho, envolva o bebê imediatamente em uma toalha, seque bem, principalmente as dobrinhas da pele, e vista primeiro a parte superior do corpo. Horário ideal depende da rotina De acordo com a especialista Luciana Alla, não existe um horário obrigatório para o banho durante o inverno. O mais importante é escolher um momento em que o bebê esteja alimentado e tranquilo, e a família consiga realizá-lo com tranquilidade e em um ambiente aquecido. Muitas famílias preferem o fim da tarde ou o início da noite para relaxar e ajudar na hora do sono. No entanto, se a casa costuma ficar mais fria nesse período, um banho durante o dia pode ser mais confortável. Durante todo o processo, conversar com o bebê ajuda a transmitir segurança. “O banho vai muito além da higiene: quando realizado com calma e carinho, também fortalece o vínculo entre o bebê e quem cuida dele”, lembra a neonatologista. Vale ainda observar a pele após o banho e procurar orientação do pediatra caso apareçam ressecamento intens]o, manchas ou irritações persistentes.

Filha cacheada quer o cabelo liso das princesas: o que faço?
Texturas e Tipos de Cabelo

Filha cacheada quer o cabelo liso das princesas: o que faço?

Na infância, querer se parecer com uma princesa não soa como algo problemático até entender o contexto de cada criança. Quando meninas cacheadas ou crespas pedem por um cabelo liso “como o das princesas”, a situação não é tão simples assim. Questões como comparação e identidade são postas à mesa - e isso pode ser um pedido de ajuda por pertencimento e aceitação. A jornalista Caroline Ferreira é mãe de uma menina de 5 anos e viveu essa experiência de forma intensa. “Nem todo o estudo da negritude me preparou para o momento em que a minha filha queria ser branca, ter traços de branco e ser reconhecida como branca”, relata. O episódio foi no Carnaval, quando a filha escolheu a fantasia da Cinderela e ficou triste porque o cabelo natural dela “não combinava” com o da personagem. Mesmo sendo estudiosa dos movimentos negros e ancestrais, a mãe Carol lembra que a dor foi o sentimento que a invadiu, como se fosse um soco no estômago. Impactada, ela se viu em um duelo entre a mulher preta empoderada que sempre buscou ser e a mãe que só desejava ver a filha feliz. A saída foi uma só: intensificar as conversas, referências e os cuidados. O processo dessa construção de identidade, porém, não é nada simples. De onde nasce esse desejo? Segundo a neuropsicóloga infantil Aline Graffiette, da Mental One, as crianças constroem as próprias noções de beleza a partir das referências com as quais se deparam repetidamente. Vale lembrar que, há muito tempo, quase todas as princesas e heroínas são representadas com cabelo liso e longo. Quando uma menina observa tais personagens, associa esse modelo padrão à ideia de beleza, aceitação e pertencimento. O repertório familiar também conta. “O que tem sido apreciado e valorizado dentro de casa, quais atitudes e pessoas (ou personagens) os pais elogiam, o que é valoroso para aquela família. A criança assiste esse movimento”, pontua a neuropsicóloga. Isso porque, desde a infância, a sociedade costuma passar mensagens implícitas sobre aparência, sobretudo para as meninas. Comentários, elogios, brinquedos e histórias reforçam que o valor feminino está ligado ao visual. Para a terapia comportamental, essas experiências ajudam a construir crenças centrais como “para ser bonita preciso me parecer com isso”. O impacto emocional da rejeição Sentir-se longe do que é um padrão pode levar à própria rejeição. Assim, quando a criança repele a textura de seu cabelo, por exemplo, isso pode indicar o início de uma desconexão com a própria identidade. Como resultado, surgem sentimentos de inadequação, frustração e diminuição da autoestima. “A imagem corporal começa a se formar cedo. Se ela aprende que algo que faz parte dela “não é bonito”, isso pode se transformar em pensamentos automáticos negativos sobre si mesma, limitando o que acredita ser capaz de fazer ou ser”, avalia Aline Graffiette. Por isso, o desejo pelo cabelo liso não deve ser tratado como rebeldia ou vaidade excessiva, mas como um pedido por pertencimento e aceitação. Quando adultos oferecem escuta e acolhimento, ajudam a criança a elaborar esse sentimento sem se transformar em culpa ou conflito. Como conversar sem invalidar A neuropsicóloga infantil orienta que o primeiro passo é acolher o desejo, sem julgamentos. Frases como “entendo que você ache bonito” fazem a criança se sentir ouvida. A partir daí, é possível ampliar a conversa e mostrar outras visões. O fortalecimento da autoestima acontece quando o adulto: Valida a emoção da criança; Oferece novas perspectivas; Reforça o valor da criança para além da aparência. Além disso, pode ser um momento adequado para buscar apoio externo. Psicoterapia, conversas na escola, rodas de diálogo e atividades que ampliem o repertório ajudam a ter contato com diferentes olhares e percepções. Representatividade e identidade A representatividade é fundamental nesse processo. “Quando a criança se vê refletida em livros, desenhos, bonecas e referências reais, aprende que pode ser bonita, forte e valorizada sendo quem é”, observa a especialista. Entre estratégias úteis, os pais podem: Valorizar os cachos com linguagem positiva no dia a dia; Evitar comparações ou comentários negativos; Transformar o cuidado com os fios em um momento prazeroso de autocuidado; Buscar desenhos, personagens e conteúdos que representem diferentes texturas de cabelo; Ampliar referências dentro da própria família e comunidade. Caroline Ferreira coloca essa lista em prática com a filha e busca mostrar à menina que o superpoder da mulher está na individualidade - e que o cabelo é uma peça-chave nisso. “Quero que ela tenha referências pretas de beleza. Quero que ela se sinta vista, respeitada e amada, independentemente de como estiver o cabelo dela”, pontua.

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?
Troca e Fraldas

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?

O cheirinho de talco é uma das maiores lembranças da infância e, durante anos, o produto foi parte essencial da troca de fraldas. De uns tempos para cá, com o avanço das orientações médicas, a recomendação tem sido ajustada. A segurança na aplicação e a quantidade de produto utilizada são alguns dos pontos que despertam dúvidas. Para o pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, o talco em pó não precisa mais fazer parte da rotina dos bebês, especialmente os pequeninos, pelo risco respiratório. Isso porque algumas partículas podem ser inaladas involuntariamente durante a aplicação. Possíveis irritações na pele também entram como motivo para evitá-lo. Exagerar na quantidade é problema Em excesso, o uso de talco pode ser ainda mais crítico. É comum pensar que mais talco pode ajudar quando a pele está machucada ou úmida. No entanto, a abundância tende a piorar os quadros. Nesses casos, o ideal é reforçar a higiene adequada, garantir boa secagem da região e utilizar pomadas de barreira, quando necessário. Para saber se exagerou na dose, o médico dá uma dica simples: observe se o produto está acumulado nas dobrinhas da pele do bebê. Além disso, usar uma perceptível grande quantidade em cada troca é mais um sinal que denuncia exagero. “Caso haja indicação de uso, a orientação é aplicar apenas uma camada fina e sempre com orientação do pediatra, o que geralmente é feito nas consultas de puericultura”, ressalta o especialista. Sinais de alerta A dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, reforça que a pele do bebê é muito mais fina e sensível do que a do adulto. Por isso, muito talco pode ressecar a região, alterar a barreira natural da pele e favorecer irritações. “Alguns pós contêm fragrâncias ou conservantes que podem desencadear dermatite de contato, com vermelhidão e desconforto”, alerta a médica. Entre os sinais de que o produto pode estar fazendo mal ao bebê estão: vermelhidão persistente; descamação ou aspecto esbranquiçado da pele; pequenas bolinhas ou placas irritadas; aumento da sensibilidade ao toque; choro durante a troca de fraldas. Em quadros mais intensos, podem surgir fissuras ou áreas inflamadas, especialmente nas dobrinhas. Cautela do começo ao fim O cuidado deve começar na hora de escolher o talco, caso haja liberação do pediatra para utilizá-lo. Segundo a dermatologista, há diferenças entre os tipos de pó, como produtos à base de talco mineral e à base de amido (milho ou arroz). “Mesmo as versões consideradas ‘infantis’ devem ser usadas com cautela, sobretudo quando contêm perfume, corantes ou múltiplos aditivos”, alerta a especialista Maria Carolina Corsi. Outro ponto importante é que o pó pode acumular nas dobras da pele e se misturar com a umidade, formando uma pasta que aumenta o atrito local. O excesso acaba: retendo umidade; dificultando a ventilação da região; causando assaduras; favorecendo infecções por fungos e bactérias. Troca de fraldas eficiente Para prevenir assaduras sem recorrer ao talco, a base dos cuidados é simples: trocar a fralda com frequência; limpar suavemente com água morna ou lenços sem fragrância; secar bem, sem esfregar; permitir que a pele “respire” alguns minutos, sempre que possível. Caso surjam assaduras frequentes ou lesões que não melhoram em poucos dias, a recomendação é procurar avaliação médica.

Acessar o Universo Infantil

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções