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6 dicas para evitar frieira no pé
Frieira e Micose

6 dicas para evitar frieira no pé

Com alguns cuidados simples no dia a dia, dá para prevenir a frieira no pé, também conhecida como pé de atleta. Saiba quais são eles. Será que dá para evitar a frieira no pé? Dá, sim, e a melhor maneira de fazer isso é manter essa região sempre bem seca, principalmente entre os dedos, afirma Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Tudo começa ao sair do chuveiro. “Após o banho, é superimportante secar os pés para evitar a frieira que dá entre os dedos”, reforça o podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo. Isso porque a umidade, combinada com calor e com os fungos que vivem naturalmente na nossa pele, favorece o aparecimento da frieira (ou pé de atleta). Ao longo do dia, quando suamos muito nos pés ou não secamos bem entre os dedos, essa umidade persiste, e os fungos aproveitam essa condição para se multiplicar em excesso, causando essa infecção. O mesmo pode acontecer quando passamos muito tempo com calçados fechados e meias feitas de tecidos sintéticos, que não absorvem a transpiração. “É preciso tomar cuidado com os calçados esportivos, como chuteiras, e com as meias finas feitas de material sintético”, diz Bega. “É melhor usar meias de algodão e calçados de materiais não sintéticos.” Com esses e outros cuidados simples com os pés no dia a dia, podemos evitar o aparecimento das frieiras. “Para completar a prevenção, usar um talco antisséptico para os pés ajuda, especialmente quando ele tem agentes antimicrobianos”, explica Bega. “O antisséptico em aerossol também pode ser utilizado. O importante é associar o uso desses produtos à higiene dos pés.” Dicas para prevenir a frieira no pé Ao sair do banho, seque bem a região entre os dedos com a toalha, pois os fungos adoram umidade; Aplique o desodorante para os pés para controlar a transpiração; se você transpira muito nos pés, prefira o desodorante em forma de talco, que absorve mais umidade; Use calçados e meias feitos de materiais que absorvem a transpiração (como o algodão) sempre que possível; Ao usar o chuveiro da academia ou de outros espaços compartilhados, calce chinelos para evitar a contaminação pelo piso; Se for possível, seque sua toalha no sol ou em local arejado para que ela não fique úmida, pois isso favorece os fungos; Quem sua muito nos pés pode fazer, uma vez por semana, um escalda-pés com água morna e 50 ml de vinagre 6% por 5 minutos para prevenir a frieira.

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde
Proteção Articular

Estalar os dedos do pé faz mal? Médico responde

Apesar de ser mais comum com as mãos, muita gente tem o hábito de estalar os dedos dos pés, seja para aliviar uma sensação de rigidez ou por costume mesmo. Mas será que tal prática pode prejudicar as articulações ao longo do tempo? De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia, não há evidências científicas de que estalar os dedos dos pés cause danos diretos às articulações. No entanto, embora seja uma situação mais rara, se o movimento for feito com força excessiva ou de forma repetitiva, pode gerar desconforto e até pequenas lesões. “O estalo ocorre pela formação e rompimento de uma bolha de gás dentro da articulação. Esse fenômeno é natural e, quando não há dor associada, não precisa ser motivo de preocupação”, afirma o médico. Mesmo não sendo problema, o especialista pontua algumas questões que devem ser observadas: Dor ao estalar: “Se houver dor ao estalar os dedos dos pés, pode ser um indicativo de desequilíbrio ou rigidez articular.” Estalo frequente: “O estalo excessivo pode indicar uma alteração na mobilidade da articulação. Se a pessoa sente necessidade constante de estalar os dedos, vale investigar se há algum problema ortopédico.” Movimento forçado: “Se o estalo é causado por um movimento muito intenso, pode gerar sobrecarga nos ligamentos e cápsulas articulares, aumentando o risco de lesões.” Estalo como sinal de problema Se o estalar dos dedos for acompanhado de sintomas como dor, inchaço ou rigidez, pode haver uma alteração ortopédica subjacente. Entre as possíveis condições estão: Alinhamento irregular dos ossos ou de ligamentos: se há uma alteração na estrutura óssea ou ligamentar dos pés, o estalo pode ocorrer com mais frequência e vir acompanhado de desconforto; Desgaste da articulação: em alguns casos, o estalo pode estar relacionado a processos degenerativos, portanto, se houver perda de cartilagem ou instabilidade articular, o ruído pode indicar um problema mais sério; Processos inflamatórios: inflamações em tendões e cartilagens também podem gerar estalos frequentes, principalmente se houver dor associada. O especialista reforça que, se o estalo vem acompanhado de dor que não vai embora, é recomendado buscar orientação médica para investigar a causa. Saúde das articulações “Estalar os dedos dos pés, por si só, não causa artrite ou artrose. Essas doenças estão mais relacionadas a fatores como envelhecimento, predisposição genética e lesões repetitivas”, diz Sérgio Costa Ele lembra que não é preciso se assustar com o barulho produzido pela bolha de gás que se rompe dentro da articulação - o ruído não é sinal de alerta. “Esse gás é, na maioria das vezes, dióxido de carbono, e sua liberação não causa nenhum prejuízo à articulação”, acrescenta o médico. Cuide da saúde articular Mesmo sem comprovação de que o estalo cause danos, manter a saúde das articulações é essencial. O ortopedista recomenda: Usar calçados adequados, que ofereçam suporte e conforto; Fazer exercícios de fortalecimento e alongamento para manter a flexibilidade dos pés e pernas; Evitar sobrecarga nas articulações, distribuindo bem o peso corporal; Praticar atividades físicas regulares, sempre respeitando os limites do corpo; Manter a higiene dos pés, lavando e secando bem a região. “O ideal é manter os pés sempre fortalecidos e alongados para evitar problemas articulares no futuro”, finaliza Costa.

O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho
Pisada e Palmilha

O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho

O alinhamento dos pés influencia diretamente a postura e a distribuição do impacto ao caminhar. Quando há alterações no arco plantar - seja um pé muito plano ou muito curvado - , todo o equilíbrio do corpo pode ser afetado, sobrecarregando articulações como o joelho e até mesmo o quadril. Isso ocorre porque o arco plantar tem um papel importantíssimo na biomecânica do corpo. “Ele atua como um amortecedor natural, distribuindo o peso e absorvendo impactos ao longo dos membros inferiores. Quando esse equilíbrio é comprometido, os joelhos podem sentir”, adverte o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia. Além disso, fatores como tipo de pisada, estrutura óssea e uso inadequado de calçados podem agravar esse quadro. “Se o arco plantar estiver muito baixo ou muito alto, há uma sobrecarga desnecessária nas articulações, o que pode alterar o alinhamento dos joelhos e gerar impactos negativos na mobilidade. Essa condição pode, inclusive, levar a dores crônicas e problemas mais sérios ao longo do tempo”, explica o médico. Como o arco plantar afeta os joelhos O formato do arco dos pés pode impactar diretamente o alinhamento das pernas e gerar dores articulares. Pé plano (arco plantar muito baixo): a condição faz com que o pé afunde mais do que o ideal, podendo levar a uma rotação interna das pernas e aumentar a pressão no joelho. Com o tempo, tende a causar um desalinhamento conhecido como joelho valgo – em “X”. Pé cavo (arco plantar muito alto): isso dificulta a absorção do impacto ao caminhar, sobrecarregando as articulações do joelho e levando a dores. Sendo assim, problemas na pisada podem causar lesões. Segundo o médico, um padrão de pisada inadequado pode provocar um desgaste anormal das estruturas do joelho, aumentando o risco de lesões. Entre os principais desvios biomecânicos, o especialista destaca: Pronação excessiva: é quando o pé gira muito para dentro ao caminhar e acaba causando sobrecarga nos ligamentos e cartilagens do joelho; Supinação: quando o pé gira para fora, reduzindo a absorção de impacto e aumentando a pressão na articulação. “A longo prazo, essas alterações podem causar problemas mais sérios, como lesões ligamentares e até artrose no joelho”, alerta. O papel das palmilhas ortopédicas Para corrigir desalinhamentos e evitar dores no joelho, as palmilhas ortopédicas podem ser grandes aliadas. “Ajudam a estabilizar o arco plantar e redistribuir o peso do corpo, diminuindo a sobrecarga no joelho”, afirma Sérgio Costa. Além das palmilhas, outras estratégias podem auxiliar na correção da pisada: Exercícios de fortalecimento muscular, especialmente para panturrilha, quadríceps e isquiotibiais – três músculos localizados no posterior das coxas; Alongamentos específicos, que melhoram a flexibilidade e evitam sobrecarga nas articulações; Uso de calçados adequados, capazes de oferecer suporte ao arco plantar e amortecimento ao impacto; Manutenção do peso corporal, para evitar carga excessiva nas articulações. Quando se preocupar com a pisada Mesmo sem dor aparente, o alinhamento da pisada deve ser avaliado como forma de prevenção. “Quem corrige o arco plantar precocemente pode evitar dores e lesões futuras”, explica o profissional. Então, se houver desconforto ao caminhar ou na prática de atividades físicas, um especialista pode avaliar a pisada e indicar o melhor tratamento para manter o equilíbrio biomecânico do corpo.

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Enxoval já não serve mais: guardar, doar ou descartar?
Enxoval

Enxoval já não serve mais: guardar, doar ou descartar?

Quando o bebê cresce, muitos itens do enxoval começam a perder suas funções. Bodies, macacões, calças e meinhas deixam de ser usados quase de um dia para o outro, mas continuam ali, ocupando espaço e carregando memórias. A dúvida da organização é: guardar tudo, doar ou descartar? Te ajudamos na decisão. Transitar do enxoval de bebê para a fase de criança pequena é um dos maiores desafios de organização doméstica, conforme afirma a personal organizer Adriana Moura. Como o crescimento é acelerado, o acúmulo acontece de forma silenciosa e rápida, exigindo método e decisão prática. “O erro mais comum é tentar organizar tudo de uma vez. O primeiro passo ideal é a setorização imediata. Ou seja, assim que uma peça deixa de servir ou um objeto perde a utilidade, deve ser retirado do fluxo de uso diário”, ensina a profissional. Comece pela triagem, não pela arrumação Para evitar bagunça e retrabalho, Adriana recomenda criar uma “estação de saída”, como uma caixa ou cesto temporário fora do armário do bebê. A ideia é simples: tudo o que não serve mais vai para lá antes mesmo de qualquer grande reorganização. Depois, para decidir o que fica e o que vai embora, vale aplicar a regra dos três filtros: Estado de conservação: itens manchados, com elásticos frouxos ou plásticos ressecados devem ser descartados. Valor sentimental: guardar apenas o “fio da meada”, como a saída de maternidade ou o primeiro sapatinho. Frequência de uso: se foi pouco usado por ser pouco prático, dificilmente será útil em outra fase. “Essa triagem por categorias ajuda a enxergar o volume real do que está deixando de ser usado. Em vez de reorganizar o que já perdeu função, a família passa a lidar apenas com o que ainda faz sentido manter”, explica a organizadora. Organizar sem comprometer espaço Quando o espaço é menor, ficar com alguns itens pode ser mais complicado. Nesses casos, a personal organizer Adriana Moura aconselha apostar na verticalização e na compactação como aliadas, sobretudo em apartamentos pequenos. Entre as soluções práticas, ela recomenda: sacos a vácuo: reduzem o volume de roupas e mantas em até 70% e protegem contra umidade e poeira; uso das partes altas dos armários: maleiros e sapateiras elevadas ajudam a ocupar as chamadas “zonas mortas”; identificação clara: etiquetas externas com faixa etária e conteúdo evitam abrir tudo desnecessariamente. Além disso, vale anotar algumas dicas da especialista para manter o controle do que fica e evitar erros comuns ao guardar itens do enxoval: Realize a “ronda do enxoval” a cada troca de estação, quer dizer, revise o que ainda faz sentido e reavalie se o plano de um segundo filho segue no mesmo horizonte de tempo. Crie uma única “caixa de memórias”. O que não couber nela deve ser doado. Lave as roupas antes de guardar para não gerar manchas permanentes. Sempre cheque a validade de itens como bicos e termômetros. Guardar por memória ou por medo? O psicólogo Getúlio Yuzo Okuma, do dr.consulta, explica que o enxoval costuma ter um peso emocional importante porque representa cuidado, expectativa e a construção da identidade como pai e mãe. Assim, as peças deixam de ser um conjunto de objetos e passam a simbolizar o vínculo do que está se formando. “Mas existe diferença entre guardar por memória e por medo ou culpa. Quando evoca lembranças positivas sem sofrimento, o apego é saudável. Já se a ideia de doar provoca ansiedade, sensação de perda irreparável ou conflitos constantes, pode haver um apego sustentado por insegurança emocional”, alerta o profissional. Reconhecer a passagem do tempo é essencial para encerrar os ciclos e isso pode ser difícil. Por outro lado, Okuma lembra que ambientes mais organizados favorecem a funcionalidade, a clareza mental e a redução das tensões domésticas, equilibrando memória e presente. Na dúvida, tire fotos para se lembrar daquilo que foi especial e evite decisões impulsivas – o encerramento deve ser gradual, consciente e saudável.

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?
Banho

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?

Banheiro preparado, água morna, ambiente tranquilo. O banho deveria ser daqueles momentos de puro cuidado e acolhimento, mas, às vezes, o choro do bebê já começa na hora de tirar a roupinha e entrar na banheira. Será que a temperatura da água está por trás de tantas lágrimas? Alguns sinais respondem a dúvida e ajudam a resolver o caso. A pediatra Anna Dominguez, dos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o choro no banho é comum, principalmente nos primeiros três meses de vida. Nessa fase, o sistema neurológico ainda é imaturo, e mudanças de temperatura, retirada da roupa e afastamento do colo podem gerar desconforto. “O banho envolve troca de estímulos, contato com a água e alteração de posição, o que pode ser intenso para quem ainda está se adaptando ao mundo”, avalia a médica. Não compreender a transição de ambiente também está entre os motivos. Temperatura faz diferença Sem dúvidas, a água pode ser um fator importante no choro. A recomendação é testar antes de colocar a criança na banheira. A parte interna do antebraço é uma boa referência: se o adulto sentir desconforto por estar muito fria ou muito quente, o bebê provavelmente também sentirá. Existe uma faixa considerada ideal e segura para a água: em torno de 34 °C. Termômetros próprios para banheira ajudam a garantir essa precisão, já que o teste de pele não conseguirá ser tão exato. Além do choro, o corpo costuma dar sinais claros de desconforto térmico: calor excessivo: pele avermelhada, suor, rosto ou corpo inchados, menor atividade e até sonolência; frio excessivo: palidez ou tom acinzentado, irritação, choro persistente e pele marmorizada. “Observar esses indícios físicos e comportamentais ajuda a diferenciar um incômodo pontual de algo que precisa ser ajustado”, orienta Anna Dominguez, que ministra cursos de atualização para outros médicos do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais fatores que podem incomodar Nem sempre o problema está na água. Excesso de estímulos tende a ser estressante para bebês pequenos. Isso porque, quanto mais barulho ou movimentação, maior será a agitação dos pequeninos. Para tornar o momento mais confortável e favorecer a adaptação, a pediatra recomenda: manter ambiente calmo e silencioso; preferir luz indireta; ter, no máximo, uma ou duas pessoas conduzindo a rotina; optar por banhos rápidos; utilizar a temperatura adequada. Por fim, cabe um alerta: se, mesmo após os três meses, o bebê continuar apresentando estresse intenso no banho ou se o choro for tão forte a ponto de fazê-lo perder o fôlego, é importante buscar avaliação médica. “Pele extremamente arroxeada também merece atenção, pois pode indicar algo além do desconforto térmico”, finaliza a médica.

Kit de higiene eficiente para recém-nascido: menos é mais
Produtos

Kit de higiene eficiente para recém-nascido: menos é mais

Nos primeiros dias de vida, é comum que a família queira ter tudo à mão para cuidar do bebê. Prateleiras cheias e listas extensas até podem dar a sensação de preparo aos pais e cuidadores, mas nem sempre quantidade é sinônimo de eficiência. Descubra o que realmente faz diferença e como evitar excessos. Um kit de higiene eficiente é aquele que atende às necessidades reais do dia a dia, respeita a pele imatura e sensível do recém-nascido e prioriza simplicidade, segurança e funcionalidade, conforme explica a pediatra Juliana Sobral, da Maternidade Brasília, da Rede Américas. “O foco deve estar em poucos produtos, com fórmulas suaves e bem indicadas para a faixa etária. Quanto mais simples e bem escolhido for o kit, mais seguro ele tende a ser para o bebê”, assegura a médica. O que é realmente essencial nos primeiros dias Segundo a especialista, a lista básica e suficiente para as primeiras semanas inclui: algodão (em bolas ou quadrados); água morna, que funciona como principal agente de limpeza; sabonete líquido suave, específico para recém-nascido; fraldas descartáveis adequadas ao peso ou de pano, conforme a preferência da família; pomada ou creme para prevenção de assaduras; toalha macia e exclusiva para o bebê; álcool 70% para higiene das mãos do cuidador. Por outro lado, vale evitar produtos que são comuns em kits comerciais, mas geralmente dispensáveis: perfumes, talcos, sabonetes antissépticos, shampoos 2 em 1, escovas rígidas e múltiplos tipos de cremes sem indicação específica. Produtos devem ser adequados para bebê A pele do recém-nascido é mais permeável e delicada, por isso, a escolha dos produtos deve ser criteriosa. A orientação profissional é priorizar aqueles com pH fisiológico, hipoalergênicos, com poucos componentes na fórmula e específicos para recém-nascidos, além de versões sem perfume ou com fragrância mínima. “É importante evitar itens com corantes, álcool, conservantes agressivos e óleos essenciais. Quanto mais simples a composição, menor o risco de irritações ou alergias”, reforça a pediatra Juliana Sobral. Há também diferença entre o cuidado hospitalar e o domiciliar: No hospital: a higiene é ainda mais restrita, com foco em água, algodão e produtos padronizados. Em casa: pode-se manter a mesma lógica, introduzindo gradualmente um sabonete suave. Um erro comum é acreditar que, fora da maternidade, o bebê precisa de mais produtos, quando, na prática, menos costuma ser mais. Escolhas conscientes e orientadas Especialmente nas primeiras semanas de vida, a escolha de higiene deve se limitar a algodão com água morna. Lenços umedecidos podem ser usados apenas em saídas de casa ou situações emergenciais e devem ser próprios para recém-nascidos, sem perfume e sem álcool. O uso contínuo na fase inicial não é indicado. A médica também alerta que sabonetes e shampoos devem ficar fora da rotina no primeiro mês. “Quando introduzidos, devem ser líquidos, usados em pequena quantidade e sem fricção excessiva, já que a pele do bebê não precisa ser ‘desengordurada’”, ensina. É importante observar que, limpeza excessiva também pode ser prejudicial. Se houver alguma dúvida para montar o kit, lembre-se: a avaliação médica torna-se ainda mais importante em casos de histórico familiar de alergias, prematuridade ou alterações de pele precoces. Nessas circunstâncias, produtos específicos podem ser necessários, sempre com orientação profissional.

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