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A pele do bebê é delicada e sensível, por isso requer cuidados especiais. Use sempre produtos dermatologicamente testados para prevenir irritações e alergias.

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O dia a dia da escola visto pelas crianças: entenda como é
Escola

O dia a dia da escola visto pelas crianças: entenda como é

Para compreender o que acontece na escola, muitas vezes é preciso tentar enxergar a rotina pela perspectiva da própria criança. Quando os pais fazem esse exercício, conseguem perceber emoções, desafios e pequenas conquistas que ajudam a entender melhor como o dia escolar é vivido. A professora de Educação Infantil Brenda Azevedo, especialista em Neuroeducação, explica que compreender a escola a partir do olhar do pequeno ajuda os pais e cuidadores a reconhecer sentimentos e vivências que, muitas vezes, acabam passando despercebidos pelos adultos. “A experiência escolar não é vivida com o olhar adulto, mas com o corpo e as emoções da criança. Se tentarmos compreender essa perspectiva, conseguimos validar sensações, medos e descobertas que, para nós, podem parecer pequenos, mas para ela são enormes”, observa a educadora. Tudo muda na infância em grupo Ao sair de casa e passar parte do dia em um ambiente coletivo, a criança entra em um espaço onde precisa dividir atenção, brinquedos, tempo e até o próprio ambiente. Esse novo contexto exige habilidades novas, como espera, escuta e convivência, o que representa um importante exercício emocional e social. Com isso, alguns momentos da rotina acabam sendo especialmente marcantes para ela, ainda que passem despercebidos pelos adultos, como: a despedida na porta da escola; o momento da alimentação; o horário do sono; o tom de voz da professora; quem se senta ao lado na roda ou na mesa. Brenda ainda lembra que, para crianças pequenas, a previsibilidade da rotina tem papel fundamental nesse processo. Quando sabem o que vai acontecer ao longo do dia, elas se sentem mais seguras e conseguem compreender melhor o ambiente escolar. Pequenos acontecimentos Esses detalhes aparentemente simples ajudam a organizar emocionalmente a experiência na infância. Quem pegou o brinquedo que ela queria, o livro escolhido para a leitura ou até o abraço de despedida de um colega pode ter grande significado. Além disso, a professora infantil Brenda Azevedo destaca que, muitas vezes, o momento preferido de uma criança nem sempre é o que a família imagina. Enquanto alguns gostam de brincar no parque, outros podem se sentir especiais ao participar como ajudantes do dia ou ao ouvir a leitura de uma história. “Se a criança se sente segura com o adulto de referência, ela consegue elaborar melhor a separação e as frustrações. Muitas vezes, essas emoções aparecem no corpo, com choro, mais agitação ou silêncio”, diz a especialista. E se não tiver choro? Nesses casos, nem sempre indica uma adaptação tranquila. Pode ser também uma inibição e, nesse contexto, o apoio parental é essencial para nomear os sentimentos. Como se aproximar desse universo Em casa, a forma como os familiares conversam sobre a escola pode ajudar o pequenino a compartilhar mais sobre o que viveu. Em vez de perguntas diretas que soam como interrogatório, comentários afetuosos costumam abrir espaço para que fale no próprio tempo. Quando a resposta vem apenas como “foi legal” ou “não sei”, isso também pode indicar cansaço ou dificuldade de organizar a experiência em palavras. Algumas estratégias simples podem ajudar nesse diálogo: comentar que pensou nela durante o dia; imaginar situações da rotina escolar; perguntar sobre as brincadeiras ou colegas; valorizar pequenas conquistas; criar rituais, como um abraço de despedida ou frases repetidas; ter um momento de acolhimento ao voltar da aula. Alterações no sono, no apetite ou nas brincadeiras podem revelar como a experiência escolar está sendo vivida pela criança. “Muitas vezes, durante o brincar em casa, a criança reproduz situações vividas na escola. Observar esses sinais ajuda a compreender como o dia foi elaborado internamente”, orienta Brenda.

Chá de fraldas ou chá de bebê: qual vale mais a pena?
Chá de Bebê

Chá de fraldas ou chá de bebê: qual vale mais a pena?

Na hora de organizar a chegada do bebê, é comum ficar em dúvida entre fazer um chá de bebê ou um chá de fraldas. Embora os dois tenham o mesmo objetivo de reunir pessoas queridas, cada formato atende necessidades diferentes. "A melhor escolha depende exclusivamente do que a família realmente precisa e consegue fazer naquele momento. Não existe um modelo certo para todo mundo", diz Rita Nunes, organizadora de eventos infantis. Como explica a profissional, a principal diferença está na lista de pedidos. No chá de bebê, os convidados costumam colaborar com diferentes itens do enxoval, enquanto no chá de fraldas, o foco fica no estoque de fraldas, lenços umedecidos e pomadas. Cada decisão é única Antes de definir o melhor formato, vale analisar alguns fatores importantes, como: orçamento disponível; espaço para receber os convidados; rede de apoio; itens que ainda faltam no enxoval. Se a família já comprou boa parte dos produtos para os primeiros meses, o chá de fraldas costuma ser uma boa opção para reduzir um gasto recorrente. Por outro lado, se ainda faltam peças importantes do enxoval, o chá de bebê pode ser melhor. É possível adaptar o evento Mas não é regra escolher apenas um formato. Uma alternativa é manter a fralda como pedido principal do convite e acrescentar uma pequena sugestão de itens complementares para quem desejar contribuir. "O importante é manter uma lista objetiva e deixar claro que qualquer contribuição é bem-vinda. A maior deselegância nesses tipos de eventos é transformar o presente em uma obrigação", orienta a organizadora Rita Nunes. Outro cuidado importante é evitar listas extensas, pedidos em excesso ou falta de orientação sobre prioridades e tamanhos dos produtos. Um bom planejamento ajuda a reduzir desperdícios e aumenta as chances de receber presentes úteis. Lembre-se de que o foco da comemoração é reunir pessoas que são especiais e facilitar a chegada do bebê. Assim, não vale se apegar a modelos prontos nem tendências das redes sociais. O que faz sentido é aquilo que funciona bem para cada família. O que incluir na lista de pedidos Itens de higiene e de alimentação e roupas costumam ser os mais frequentes nas listas de chá de bebê. Entre os pedidos essenciais entram fraldas (de diferentes tamanhos), lenços umedecidos, pomada para prevenção de assadura, além de sabonete (líquido), shampoo, algodão e hastes flexíveis (próprias para bebês, lembre-se). No departamento do vestuário, bodies e macacões básicos, babadores e cueiros, toalhas de banho com capuz e paninhos de boca são muito bem-vindos. Para ajudar na alimentação, mamadeiras, pratinhos e copos - já pensando na introdução alimentar - são itens bastante úteis para o enxoval do bebê. Detalhe importante: em vez de eleger uma única marca para fraldas, lencinhos umedecidos e mesmo a parte de roupinhas, é interessante sugerir opções diferentes, já que pode acontecer de o bebê não se adaptar a uma ou outra.

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?
Troca e Fraldas

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?

O cheirinho de talco é uma das maiores lembranças da infância e, durante anos, o produto foi parte essencial da troca de fraldas. De uns tempos para cá, com o avanço das orientações médicas, a recomendação tem sido ajustada. A segurança na aplicação e a quantidade de produto utilizada são alguns dos pontos que despertam dúvidas. Para o pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, o talco em pó não precisa mais fazer parte da rotina dos bebês, especialmente os pequeninos, pelo risco respiratório. Isso porque algumas partículas podem ser inaladas involuntariamente durante a aplicação. Possíveis irritações na pele também entram como motivo para evitá-lo. Exagerar na quantidade é problema Em excesso, o uso de talco pode ser ainda mais crítico. É comum pensar que mais talco pode ajudar quando a pele está machucada ou úmida. No entanto, a abundância tende a piorar os quadros. Nesses casos, o ideal é reforçar a higiene adequada, garantir boa secagem da região e utilizar pomadas de barreira, quando necessário. Para saber se exagerou na dose, o médico dá uma dica simples: observe se o produto está acumulado nas dobrinhas da pele do bebê. Além disso, usar uma perceptível grande quantidade em cada troca é mais um sinal que denuncia exagero. “Caso haja indicação de uso, a orientação é aplicar apenas uma camada fina e sempre com orientação do pediatra, o que geralmente é feito nas consultas de puericultura”, ressalta o especialista. Sinais de alerta A dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, reforça que a pele do bebê é muito mais fina e sensível do que a do adulto. Por isso, muito talco pode ressecar a região, alterar a barreira natural da pele e favorecer irritações. “Alguns pós contêm fragrâncias ou conservantes que podem desencadear dermatite de contato, com vermelhidão e desconforto”, alerta a médica. Entre os sinais de que o produto pode estar fazendo mal ao bebê estão: vermelhidão persistente; descamação ou aspecto esbranquiçado da pele; pequenas bolinhas ou placas irritadas; aumento da sensibilidade ao toque; choro durante a troca de fraldas. Em quadros mais intensos, podem surgir fissuras ou áreas inflamadas, especialmente nas dobrinhas. Cautela do começo ao fim O cuidado deve começar na hora de escolher o talco, caso haja liberação do pediatra para utilizá-lo. Segundo a dermatologista, há diferenças entre os tipos de pó, como produtos à base de talco mineral e à base de amido (milho ou arroz). “Mesmo as versões consideradas ‘infantis’ devem ser usadas com cautela, sobretudo quando contêm perfume, corantes ou múltiplos aditivos”, alerta a especialista Maria Carolina Corsi. Outro ponto importante é que o pó pode acumular nas dobras da pele e se misturar com a umidade, formando uma pasta que aumenta o atrito local. O excesso acaba: retendo umidade; dificultando a ventilação da região; causando assaduras; favorecendo infecções por fungos e bactérias. Troca de fraldas eficiente Para prevenir assaduras sem recorrer ao talco, a base dos cuidados é simples: trocar a fralda com frequência; limpar suavemente com água morna ou lenços sem fragrância; secar bem, sem esfregar; permitir que a pele “respire” alguns minutos, sempre que possível. Caso surjam assaduras frequentes ou lesões que não melhoram em poucos dias, a recomendação é procurar avaliação médica.

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A pele do bebê é extremamente delicada e sensível, sendo mais fina e vulnerável que a dos adultos. Por isso, cuidados especiais são essenciais para proteger essa pele frágil de irritações, alergias e ressecamento. É importante utilizar produtos dermatologicamente testados, que não contenham fragrâncias fortes. Além disso, o uso de roupas macias e respiráveis, assim como a troca frequente de fraldas, ajuda a evitar assaduras. Manter a pele do bebê sempre hidratada com loções e óleos adequados é uma prática que contribui para o conforto e bem-estar dos pequenos.

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