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Condicionador Infantil Cabelos Crespos 400ml – Baruel Baby

Condicionador para bebês e crianças. Desembaraça e ajuda no controle do frizz** dos cabelos crespinhos.

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Condicionador para cabelos crespos curvaturas 3ABC e 4ABC
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Quantidade

400 ml

Benefícios

• Para curvaturas 3ABC E 4 ABC
• Com óleo de coco
• Cabelos macios e hidratados*
• Anti-frizz**
• Hipoalergênico
• Oftalmo e dermatologicamente testado
• Cheirinho de carinho
• Com ingredientes de origem natural
• Sem parabenos
• Não testado em animais
• Produto vegano

Dicas de Uso

Após lavar os cabelinhos do seu bebê com o Shampoo Infantil Cabelos Crespos Baruel Baby, aplique o condicionador nos fios, massageando suavemente.

Em seguida, enxágue bem.

Resultado

Cabelinho crespo condicionado e hidratado com ajuda dos ingredientes de origem natural e do óleo de coco.

Crespinho macio e sem frizz com aquele cheirinho de carinho por mais tempo.

Só a Baruel Baby entende o jeito brasileiro de cuidar bem dos nossos bebês, que é repleto de afeto, com qualidade e segurança.

Todo bebê merece esse carinho!

Ingredientes

COMPOSIÇÃO: ÁGUA, ÁLCOOL CETEARÍLICO, GLICEROL, FENOXIETANOL, PERFUME, DIMETICONA, CLORETO DE ESTEARALCÔNIO, HIETELOSE, ÓLEO DE COCO, FOSFATO DE AMIDO HIDROXIPROPÍLICO, METOSSULFATO DE BEENTRIMÔNIO, ETILHEXILGLICERINA, EDETATO DISSÓDICO, ÁCIDO CITRICO, ACETATO DE SÓDIO, ÁLCOOL ISOPROPÍLICO, CELULOSE.

INGREDIENTS: AQUA, CETEARYL ALCOHOL, GLYCERIN, PHENOXYETHANOL, PARFUM, DIMETHICONE , STEARALKONIUM CHLORIDE, HYDROXYETHYLCELLULOSE, COCOS NUCIFERA OIL, HYDROXYPROPYL STARCH PHOSPHATE, BEHENTRIMONIUM METHOSULFATE, ETHYLHEXYLGLYCERIN, DISODIUM EDTA , CITRIC ACID, SODIUM ACETATE, ISOPROPYL ALCOHOL, CELLULOSE.

Mais sobre Condicionador Infantil Cabelos Crespos 400ml – Baruel Baby

Condicionador para bebês e crianças de cabelo crespo com curvaturas 3ABC e 4ABC. Desembaraça e deixa os cabelos macios e hidratados*, ajudando no controle do frizz** dos cabelos crespinhos.

O Condicionador Cabelos Crespos Baruel Baby foi elaborado com ingredientes de origem natural e hidratantes como óleo de coco, que além de ajudar a desembarar, também ajuda a controlar o volume e o frizz quando combinado com o shampoo e o creme para pentear.

Seguro para uso em bebês e crianças, o condicionador para cabelos crespos é oftalmo e dermatologicamente testado, além de ser hipoalergênico.

Condicionador infantil vegano, não testado em animais e sem parabenos, mas com um cheirinho de carinho irresistível que dura por mais tempo.

*Resultado obtido através do uso combinado do shampoo, condicionador e creme para pentear da linha.
**Controle de frizz em ambiente com alta umidade.

Recomendações

Produto para uso externo. Conservar em local seco e fresco. Manter o produto fora do alcance de crianças. Evitar contato com os olhos. Deve ser aplicado por adulto ou sob sua supervisão. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado. Em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico. Caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico. Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia.

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Como entender o choro do meu bebê em cada fase
Choro

Como entender o choro do meu bebê em cada fase

Nos primeiros meses de vida, o choro é um reflexo de sobrevivência. Como o bebê ainda não possui linguagem, autorregulação ou compreensão simbólica, ele utiliza esse recurso como principal canal de comunicação com seus cuidadores. Mas, com o passar do tempo, os motivos por trás das lágrimas costumam mudar. A psicóloga infantil e psicopedagoga Bianca Zambon explica que, segundo a Teoria do Apego, do psiquiatra John Bowlby (1907-1990), o choro ativa o sistema de cuidado do adulto, funcionando como um chamado por presença e proteção. “Entre seis e oito semanas de vida, é comum um choro mais intenso no final do dia, que pode indicar sono, fome, dor, frio ou calor. Os pais passam a reconhecer os significados com o tempo e convivência”, assegura a profissional. Quando o choro ganha novos significados Com o passar do tempo, as lágrimas vão ganhando novos motivos. Por volta de seis a nove meses, por exemplo, o choro começa a apresentar componentes emocionais. Já depois dos 2 anos, com o avanço da linguagem e da consciência, expressa frustração, raiva, ciúme, necessidade de atenção e sobrecarga. Bianca destaca que o padrão também muda. Além do choro, podem surgir falas, gritos ou birras, especialmente quando a criança já tenta comunicar melhor o que sente, mas ainda não consegue regular as emoções. Conforme o cérebro amadurece, a turma mirim começa a nomear emoções e prever frustrações. Como a autorregulação segue em construção, o choro vira uma descarga emocional e passa a se relacionar com causas, não apenas com respostas fisiológicas. Interpretando cada lágrima No dia a dia, não há uma resposta exata para diferenciar cada tipo de choro, mas é possível fazer relações com o contexto. Quando acontece no final do dia, costuma estar ligado ao cansaço, com irritabilidade, e tende a diminuir com colo, atenção e um ambiente mais tranquilo. Agora, se for um choro de frustração ou birra, geralmente aparece após um “não” e pode vir acompanhado de raiva. Nesses casos, a orientação é acolher, explicar o motivo da negativa e estabelecer combinados prévios, que ajudam a diminuir essas reações. “Uma criança pequena não tem maturidade para manipular de forma estratégica. Na maioria das vezes, é uma tentativa de regulação emocional. Elas também agem intencionalmente por tentativa e erro: se fizeram algo anteriormente e conseguiram o que queriam, esse comportamento tende a se intensificar”, esclarece a psicopedagoga. O papel do adulto Ignorar o choro pode ter efeitos diferentes, dependendo da fase. Nos primeiros anos, essa postura gera insegurança, ansiedade e dificuldade de identificar emoções, enquanto a presença do adulto ensina que sentimentos são aceitos. A psicóloga infantil Bianca Zambon reforça que, ao ser ignorada pelo cuidador, a criança pode intensificar o choro ou inibir emoções. Por isso, é importante avaliar cada caso e cuidar para não desvalidar sentimentos. Se os episódios forem frequentes e excessivos, vale buscar ajuda profissional. Para lidar com a situação no dia a dia, ela orienta usar o diálogo: conversar, fazer combinados, nomear emoções, falar de como se sente e dar exemplos positivos. Com o tempo, o papel do adulto deixa de ser apenas cessar o choro e passa a ajudar a criança a reconhecer emoções, tolerar frustrações e encontrar estratégias alternativas.

Choro para pentear o cabelo? Talvez a culpa não seja do pente
Penteados e Produtos

Choro para pentear o cabelo? Talvez a culpa não seja do pente

O momento de pentear o cabelo das crianças nem sempre é tão agradável assim. Muitas vezes, o que era para ser um cuidado se torna um desafio, com direito a bastante choro e reclamações. Mas talvez a culpa não esteja no pente nem na escova. Aprender a fazer do jeito certo de desembaraçar os fios importa muito. Quem concorda com isso é a auxiliar de escritório Thifany Araújo, mãe de uma menina de 4 anos. Pouco tempo atrás, os cuidados capilares pós-banho envolviam gritaria e, vez ou outra, até correria pela casa. Com o cabelo cheio e comprido, a filha reclamava que a escova puxava muito e aquilo lhe causava dor. “Ela já começava a gritar quando eu pegava as coisas para pentear o cabelo. Muitas vezes, saía correndo e eu tinha que ir atrás. Como a gente estava sempre atrasada, parecia mais uma disputa entre nós duas do que um momento de cuidado”, lembra. Nem sempre o problema é o pente Segundo a cabeleireira Rô Freire, especialista em atendimento infantil no complexo de beleza Pelle Capelli, é muito comum ouvir dos pais que a criança “odeia pentear o cabelo”. No entanto, normalmente o problema não está no instrumento em si, mas na forma como ele é usado. “Quando o desembaraço é feito com pressa, força ou sem preparo prévio dos fios, a experiência se torna desconfortável mesmo. Além disso, nem sempre o pente é a melhor opção, já que hoje existem escovas e acessórios desenvolvidos para diferentes tipos de cabelo e níveis de sensibilidade”, explica a profissional. Se o utensílio não é adequado ou o cabelo não está preparado, a criança pode associar o momento à dor e à tensão. Com o tempo, isso faz com que a resistência infantil apareça antes mesmo de o cuidado começar. Por outro lado, um toque mais delicado transmite segurança, enquanto a conversa durante o processo ajuda na distração. Pequenos ajustes fazem diferença De acordo com a cabeleireira, pequenas mudanças na rotina podem transformar completamente a experiência de pentear o cabelo da criança. A forma de desembaraçar os fios, o horário escolhido e até o tipo de instrumento utilizado influenciam diretamente no conforto durante o processo. Por isso, ela recomenda: desembaraçar os fios ainda úmidos; começar sempre pelas pontas e subir gradualmente até a raiz; usar movimentos leves e contínuos para evitar puxões; optar por pentes de dentes largos ou escovas próprias para cabelo infantil; evitar pentear o cabelo totalmente seco ou começar diretamente pela raiz; aplicar produtos que reduzam o atrito durante o desembaraço; Além disso, cada tipo de cabelo pede uma abordagem diferente. Os lisos embaraçam menos, mas formam nós finos, enquanto os ondulados precisam de atenção no comprimento e funcionam melhor úmidos e com creme. Já os cacheados exigem produtos e pentes específicos. Para os crespos, hidratação e divisão em mechas são a melhor alternativa. Quando o cuidado vira conexão Para a especialista Rô Freire, criar uma rotina tranquila e previsível é a chave para transformar o momento do penteado em algo mais leve. Embora isso pareça difícil, ela recomenda algumas estratégias que ajudam muito no processo: escolher horários em que a criança não esteja com sono ou fome; conversar e explicar o que está sendo feito; tornar o momento algo lúdico e tranquilo; permitir que a criança participe da escolha do penteado; elogiar o cabelo do pequeno; colocar uma música ou permitir que ela assista a algo durante o processo. Na casa de Thifany, pequenas mudanças na rotina realmente fizeram diferença. “Comecei a comprar produtinhos de cabelo de criança e a gente faz tipo um ‘spa’ juntas. Também passei a lavar o cabelo dela à noite para já estar mais arrumado de manhã. Vamos conversando, escolhendo o penteado e ela se distrai”, compartilha. Mesmo assim, ainda há dias de dificuldade e isso é totalmente normal. O importante é adotar medidas que tornem o momento mais tranquilo e respeitar as emoções da criança.

Filho doente: como adaptar a rotina sem culpa
Doenças e Dores

Filho doente: como adaptar a rotina sem culpa

Quando uma criança adoece, a rotina da casa costuma se reorganizar automaticamente. Horários mudam, tarefas são redistribuídas e as prioridades passam a girar em torno do cuidado. Nesses momentos, o ideal é não se cobrar, mas focar no restabelecimento do filho e ajustar aquilo que é possível no dia a dia. Na casa da estrategista digital Luana Rosário, mãe de duas crianças pequenas, a rotina costuma ser bastante organizada quando todos estão saudáveis. Acordam cedo, tomam café juntos e, após deixar os filhos na escola integral, os pais seguem para o trabalho. A família se reencontra à noite para o jantar, o banho e a leitura. “Mas se uma das crianças fica doente, muda tudo. Às vezes, precisamos pedir ajuda para minha mãe ou minha sogra durante o dia e, quando chegamos em casa, ainda temos remédio, inalação e até ida ao hospital. É uma bagunça!”, conta a mãe. Cuidado com a culpa Segundo a psicóloga Thamiris Camargo, da Clínica Revitalis, quando uma criança adoece, os pais entram em um estado emocional de alerta bastante primitivo. Mesmo doenças leves podem despertar medo, culpa e sensação de impotência. “Até quadros simples causam pensamentos como ‘será que demorei para perceber?’ ou ‘poderia ter evitado?’. Esse movimento é natural e protetivo, mas o problema surge quando o estado de alerta não desacelera”, observa a especialista em saúde mental. Se a tensão permanecer por muito tempo, o clima emocional da casa pode se tornar mais pesado. A criança pequena talvez não compreenda exatamente o que está acontecendo com seu corpo, mas percebe o tom da voz dos adultos, a pressa e a preocupação no ambiente. A casa entra em modo cuidado Do ponto de vista psicológico, a doença reorganiza a dinâmica da família porque todos passam a operar em torno da proteção de quem adoeceu. Entre as mudanças mais comuns (e totalmente compreensíveis) nesses períodos estão: flexibilização de horários; redistribuição das tarefas da casa; irmãos recebendo menos atenção por alguns dias; maior presença dos pais ou cuidadores. “Essa reorganização comunica algo importante para a criança: naquele momento, o foco é protegê-la. Porém, o risco aparece quando a casa continua girando em torno da fragilidade mesmo depois da melhora”, pondera a psicóloga Thamiris Camargo. Ou seja, é importante reavaliar as prioridades nesses dias, mas existe um limite saudável até mesmo para a preocupação e as mudanças na rotina. Embora seja fundamental adotar todos os cuidados recomendados, também é necessário retomar a rotina aos poucos, devolvendo à criança a sensação de normalidade e estabilidade. Como conduzir com mais segurança Pequenos rituais de cuidado ajudam a criança a se sentir segura durante os dias de doença. Gestos simples, repetidos com calma, criam previsibilidade e ajudam a organizar emocionalmente o momento mais delicado. Nesse sentido, a profissional destaca: administrar o remédio com calma; oferecer mais colo e presença; manter pequenos rituais, como leitura antes de dormir; flexibilizar algumas regras temporariamente. A mãe Luana Rosário conta que prefere retomar a rotina rapidamente quando os filhos estão melhores. “Assim que retornam para a escola, tudo volta ao normal, mesmo que ainda tenha algum remédio ou retorno no médico”, compartilha.

Participar da troca de fraldas gera autonomia e confiança
Troca e Fraldas

Participar da troca de fraldas gera autonomia e confiança

Chega um momento em que a criança deixa de ser apenas cuidada e passa a querer participar da própria rotina. Durante a troca de fralda, começam a avisar que fizeram cocô, querem escolher a fralda ou tentar ajudar a fechar o adesivo do item. Isso até pode parecer detalhe no dia a dia, mas tem ligação direta com a autonomia. A psicóloga Anastacia Brum explica que esse movimento costuma surgir entre 1 ano e meio e 3 anos de idade. Nesse período, a criança começa a demonstrar maior interesse pelos próprios cuidados e, também, pelo que acontece com seu corpo. “Esse comportamento sinaliza dois avanços importantes. O primeiro é o aumento da consciência corporal. Já o segundo é o fortalecimento da autonomia. A criança começa a perceber que tem vontades, preferências e que pode participar do que acontece com ela”, detalha. Os pequenos gestos já importam Quando a criança avisa que a fralda está suja, quer escolher qual modelo de fralda usar ou tentar colaborar durante a troca, ela está experimentando um novo lugar na rotina: o de participante ativa. Isso indica que está deixando a posição de total dependência e começando a construir protagonismo. De acordo com Anastacia, essas pequenas participações ajudam a desenvolver percepções importantes sobre si mesma. Ao notar que consegue colaborar e que o adulto confia em sua participação, a criança começa a formar ideias internas como: “eu consigo” e “minha ajuda é importante”. “A autoconfiança nasce da experiência concreta, não apenas de palavras de incentivo. Pequenas conquistas do cotidiano ajudam a construir uma base interna de segurança que será importante ao longo do desenvolvimento”, afirma a psicóloga. Organização e previsibilidade Para que a troca de fralda continue sendo um momento tranquilo mesmo com essa nova participação, a organização da rotina faz diferença. A orientadora parental e neuropsicóloga Bruna Vitorelli, da Mental One, reforça que a previsibilidade ajuda os pequenos a entenderem o que está acontecendo. Um bom exemplo disso é narrar as ações desde cedo, explicando o que está sendo feito durante os cuidados. Isso ajuda na compreensão da sequência e dá mais segurança. Afinal, na primeira infância, habilidades como planejamento, organização e autocontrole ainda estão em desenvolvimento. “Criar uma pequena rotina com começo, meio e fim previsíveis e oferecer uma tarefa simples e clara ajuda a criança a colaborar. Quando há previsibilidade, o cérebro reduz o estado de alerta e aumenta a chance de cooperação”, orienta a especialista. Pequenas tarefas geram autonomia É importante lembrar que participar da troca não significa que a criança precisa fazer tudo sozinha. Pequenas tarefas já são suficientes para estimular autonomia e senso de participação. Entre as possibilidades de ações simples estão: escolher qual fralda pegar; levar a fralda até o trocador; abrir o pacote de lenços umedecidos; jogar a fralda usada no lixo; colocar uma peça de roupa no cesto. Mesmo quando a ajuda ainda não é totalmente funcional, a intenção de participar indica desenvolvimento social e motivacional. “O ideal é validar a tentativa da criança, adaptar a tarefa e manter um clima de cooperação. Esses momentos cotidianos são oportunidades importantes de aprendizagem”, diz a orientadora Bruna Vitorelli. Outro ponto é que esse tipo de resposta fortalece a autoeficácia, conceito da psicologia do desenvolvimento ligado à confiança nas próprias capacidades.

Kit de higiene eficiente para recém-nascido: menos é mais
Produtos

Kit de higiene eficiente para recém-nascido: menos é mais

Nos primeiros dias de vida, é comum que a família queira ter tudo à mão para cuidar do bebê. Prateleiras cheias e listas extensas até podem dar a sensação de preparo aos pais e cuidadores, mas nem sempre quantidade é sinônimo de eficiência. Descubra o que realmente faz diferença e como evitar excessos. Um kit de higiene eficiente é aquele que atende às necessidades reais do dia a dia, respeita a pele imatura e sensível do recém-nascido e prioriza simplicidade, segurança e funcionalidade, conforme explica a pediatra Juliana Sobral, da Maternidade Brasília, da Rede Américas. “O foco deve estar em poucos produtos, com fórmulas suaves e bem indicadas para a faixa etária. Quanto mais simples e bem escolhido for o kit, mais seguro ele tende a ser para o bebê”, assegura a médica. O que é realmente essencial nos primeiros dias Segundo a especialista, a lista básica e suficiente para as primeiras semanas inclui: algodão (em bolas ou quadrados); água morna, que funciona como principal agente de limpeza; sabonete líquido suave, específico para recém-nascido; fraldas descartáveis adequadas ao peso ou de pano, conforme a preferência da família; pomada ou creme para prevenção de assaduras; toalha macia e exclusiva para o bebê; álcool 70% para higiene das mãos do cuidador. Por outro lado, vale evitar produtos que são comuns em kits comerciais, mas geralmente dispensáveis: perfumes, talcos, sabonetes antissépticos, shampoos 2 em 1, escovas rígidas e múltiplos tipos de cremes sem indicação específica. Produtos devem ser adequados para bebê A pele do recém-nascido é mais permeável e delicada, por isso, a escolha dos produtos deve ser criteriosa. A orientação profissional é priorizar aqueles com pH fisiológico, hipoalergênicos, com poucos componentes na fórmula e específicos para recém-nascidos, além de versões sem perfume ou com fragrância mínima. “É importante evitar itens com corantes, álcool, conservantes agressivos e óleos essenciais. Quanto mais simples a composição, menor o risco de irritações ou alergias”, reforça a pediatra Juliana Sobral. Há também diferença entre o cuidado hospitalar e o domiciliar: No hospital: a higiene é ainda mais restrita, com foco em água, algodão e produtos padronizados. Em casa: pode-se manter a mesma lógica, introduzindo gradualmente um sabonete suave. Um erro comum é acreditar que, fora da maternidade, o bebê precisa de mais produtos, quando, na prática, menos costuma ser mais. Escolhas conscientes e orientadas Especialmente nas primeiras semanas de vida, a escolha de higiene deve se limitar a algodão com água morna. Lenços umedecidos podem ser usados apenas em saídas de casa ou situações emergenciais e devem ser próprios para recém-nascidos, sem perfume e sem álcool. O uso contínuo na fase inicial não é indicado. A médica também alerta que sabonetes e shampoos devem ficar fora da rotina no primeiro mês. “Quando introduzidos, devem ser líquidos, usados em pequena quantidade e sem fricção excessiva, já que a pele do bebê não precisa ser ‘desengordurada’”, ensina. É importante observar que, limpeza excessiva também pode ser prejudicial. Se houver alguma dúvida para montar o kit, lembre-se: a avaliação médica torna-se ainda mais importante em casos de histórico familiar de alergias, prematuridade ou alterações de pele precoces. Nessas circunstâncias, produtos específicos podem ser necessários, sempre com orientação profissional.

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos
Sono e Soneca

Rotina de sono: 5 erros mais comuns de pais novatos

Organizar o sono de um bebê parece simples na teoria, mas costuma ser um dos maiores desafios para pais de primeira viagem. Na tentativa de ajudar, muitos acabam adotando hábitos que, sem perceberem, dificultam o adormecer e a consolidação do sono. A boa notícia é que ajustes pontuais e consistentes podem fazer grande diferença. “Alguns deslizes se repetem com frequência nas famílias que estão começando essa jornada. Eles envolvem desde ambiente inadequado até expectativas irreais sobre o ritmo biológico da criança”, observa a otorrinolaringologista Saramira Bohadana, especialista em sono infantil do Grupo Santa Joana. De acordo com a médica, o sono não se ajusta de forma imediata e exige previsibilidade para amadurecer. No entanto, é comum que, nos primeiros meses, os pais e cuidadores tenham dificuldade em entender que se trata de um processo. Erros mais comuns A má higiene do sono é um dos pontos que mais impactam negativamente o descanso infantil. Quando os horários de dormir e despertar variam muito, o ciclo circadiano encontra mais dificuldade para se organizar. Entre os erros mais frequentes na rotina de sono, estão: 1. Permitir que a criança durma na cama dos pais, em vez de ter berço ou cama própria. 2. Estabelecer horário de dormir muito tarde ou sem regularidade. 3. Acostumar o bebê a adormecer apenas com artifícios como colo ou balanço. 4. Oferecer tempo de tela prolongado. 5. Manter uma má higiene do sono. Criar uma rotina previsível ajuda o cérebro da criança a compreender que o dia está terminando. Assim, o preparo para dormir deve incluir atividades relaxantes, como leitura e histórias, além de redução da luminosidade e afastamento de estímulos. O que evitar e o que fazer O excesso de estímulos antes de dormir ativa o estado de alerta do cérebro quando ele deveria desacelerar. Por isso, é importante evitar luz intensa, telas e brincadeiras agitadas. Criar uma zona de transição de 30 a 60 minutos com ambiente calmo e iluminação reduzida também costuma ajudar. “A confusão não está em oferecer colo ou peito, especialmente nos primeiros meses, mas em fazer com que o bebê dependa exclusivamente disso para pegar no sono e voltar a dormir após despertares”, esclarece a especialista Saramira Bohadana. Além disso, alguns sinais indicam que a janela do sono está chegando, como olhar perdido, quietude e menor interação. Não os interpretar na hora certa (ou confundi-los) pode levar o nenê ao supercansaço, com a liberação de cortisol e adrenalina, o que paradoxalmente dificulta ainda mais o adormecer. Dicas de ouro Embora poucos pais e cuidadores saibam, a ansiedade dos adultos interfere diretamente na construção do sono saudável. Mudar frequentemente de estratégia, ter expectativa de resultados imediatos e buscar por soluções rápidas gera inconsistência e confunde o pequenino, que precisa de repetição para aprender. Há também diferenças importantes conforme a criança cresce: Nos primeiros meses de vida, os erros estão ligados à interpretação do funcionamento biológico e às expectativas irreais sobre longos períodos de sono. Após os 4 a 6 meses, surgem desafios comportamentais, associações mais rígidas, resistência para dormir e maior impacto da irregularidade de horários, com retirada de sonecas, transição para a cama e medo do escuro, por exemplo. “A dica de ouro é buscar consistência, não perfeição. Escolher horários aproximados para acordar, respeitar as janelas de sono e manter um ritual simples e repetido todos os dias já promove grande diferença”, finaliza a médica.

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