Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logotipo Baruel Baby

Todo bebê merece esse carinho

Os produtos Baruel Baby foram desenvolvidos para cuidar da pele delicada dos bebês. Conheça nossos produtos com fórmulas suaves e seguras para a pele infantil.

Produtos

Perguntas frequentes

Quer dizer que nossos produtos não produzem efeitos colaterais como a irritação dos olhos.

Ver mais perguntas

O meu cabelo é bem bonito - Baruel Baby

Assista e se emocione com essa campanha cheia de carinho!

Baruel Baby

Produtos desenvolvidos para cuidar da pele delicada dos bebês. Fórmulas suaves e seguras para a pele infantil.
Todo bebê merece esse carinho!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo Infantil

Mesmo desafinada, a voz dos pais acalma o bebê
Músicas

Mesmo desafinada, a voz dos pais acalma o bebê

Não é preciso ter afinação nem conhecer um grande repertório. Para o bebê, a voz familiar de quem cuida pode ser mais reconfortante do que uma música executada com perfeição. Nessas horas, importa menos a técnica e mais a presença de quem canta. Repetido na rotina, o canto se associa ao colo, à segurança e ao acolhimento, fortalecendo o vínculo desde os primeiros meses de vida. A musicoterapeuta comportamental Michelle de Melo explica que, quando um adulto canta para o bebê, o momento favorece a liberação de substâncias relacionadas ao relaxamento, ao prazer e ao fortalecimento do laço afetivo. "Não se trata de performance. Trata-se de vínculo entre pais e bebê. A pessoa pode ser afinada ou desafinada: o que mais importa é essa interação, que também estimula o desenvolvimento da linguagem", destaca a especialista. Voz dos pais vale mais que playlist Mesmo uma música tecnicamente perfeita dificilmente vai substituir a voz de quem cuida do bebê. Isso porque ela faz parte da história da criança desde a gestação e vem acompanhada de muitos outros estímulos que nenhuma gravação pode reproduzir. Enquanto canta, o adulto também estabelece contato visual, embala o nenê, oferece colo, troca olhares e cria uma interação afetiva. É esse conjunto que torna a experiência tão aconchegante. É por isso que ouvir uma playlist pode até fazer parte da rotina, mas ela não é tão eficaz quanto a presença, o calor humano e a troca que acontecem quando alguém canta diretamente para o pequenino. Momentos em que vale cantar Segundo a especialista, a música pode acompanhar diferentes momentos do dia e ajudar a dar ritmo à rotina da criança. Assim, a proposta muda conforme a situação e não precisa ficar restrita à hora de dormir. Ela pode aparecer: durante as brincadeiras; na troca de fraldas; na hora das refeições; enquanto os brinquedos são guardados; no preparo para o sono, com canções mais lentas, luzes reduzidas e longe das telas. Quanto mais cedo esse contato acontecer, melhor. Os balbúcios que costumam surgir por volta dos cinco ou seis meses, por exemplo, fazem parte da exploração da própria voz e ajudam a construir, mais adiante, as primeiras palavras. Existe uma música certa? Não existe um repertório ideal. Algumas crianças gostam de cantigas infantis, enquanto outras se acalmam com músicas que já faziam parte da rotina da família durante a gestação. O mais importante é que aquela canção tenha significado para quem canta e seja compartilhada com presença e afeto. Por outro lado, as músicas infantis ainda podem ampliar o vocabulário, estimular gestos, favorecer a compreensão da linguagem e enriquecer as interações do dia a dia - o que não significa que elas sejam a única opção, lembre-se! "A voz mais bonita para o bebê é a voz dos pais e cuidadores. É essa voz que ele conhece desde a gestação e que fortalece o elo afetivo. O que faz diferença não é cantar perfeitamente, mas estar presente", conclui a musicoterapeuta Michelle de Melo.

Bebê com cabelinho embaraçado: como desembaraçar sem dor
Dores e Incômodos

Bebê com cabelinho embaraçado: como desembaraçar sem dor

Encontrar um nó no cabelo do bebê pode transformar um cuidado simples em um momento de tensão. O receio de puxar os fios, machucar o couro cabeludo ou provocar choro é comum, mas algumas medidas ajudam a soltar o cabelo com mais delicadeza e conforto. Segundo a dermatologista Natasha Veloso, especialista em tricologia, o cabelo infantil é naturalmente mais fino e delicado do que o de um adulto. Além do mais, o couro cabeludo da criança é mais sensível à dor e ao desconforto. "Por isso, o ideal é pentear o cabelinho quando estiver úmido e bem hidratado. O condicionador deixa os fios mais maleáveis, facilita o desembaraço e reduz a tração mecânica, diminuindo o risco de quebra", ensina a médica. O jeito certo de desembaraçar os fios A primeira dica da tricologista é escolher o momento certo para essa tarefa. O bebê precisa estar tranquilo e a distração pode entrar como estratégia: ofereça brinquedos, converse e transforme o cuidado em um ritual agradável. Outras orientações incluem: Pentear os fios ainda úmidos, depois de retirar o excesso de água com a toalha, pressionando delicadamente, sem esfregar; Começar sempre pelas pontas e seguir subindo, aos poucos, até a raiz; Segurar com as mãos a mecha acima da região embaraçada para reduzir a tração; Remover os nós com calma, sem tentar desembaraçar tudo de uma só vez. Nos cabelos cacheados e crespos, o cuidado deve ser maior. A indicação é começar a desembaraçar com os dedos e, só depois, usar um pente de dentes largos. Por último, apostar em uma escova adequada à curvatura, como a “polvo”, e produtos deslizantes. “Costumo dar o exemplo da minha própria filha. Nós praticamente não usamos escova. Desembaraçamos delicadamente com as mãos, modelamos os cachinhos e deixamos que eles mantenham seu formato natural”, compartilha Natasha Veloso. Erros que podem machucar Alguns hábitos devem ser evitados, pois podem piorar o desconforto do bebê e até mesmo prejudicar os fios. Entre os erros mais comuns estão: colocar a escova no topo da cabeça e puxar até as pontas; começar a desembaraçar pela raiz; usar escovas com cerdas rígidas ou bolinhas nas pontas; insistir no desembaraço quando a criança já está impaciente. Para os fios cacheados ou crespos, há um cuidado extra: pentear os fios secos leva à quebra, favorece o frizz e até desmancha a definição natural dos cachos. Desembaraçar não deve ser uma guerra A dermatologista lembra que algumas crianças realmente têm mais tendência ao embaraço. Para facilitar, faça pausas e divida o cabelo em mechas. Detalhe: não é necessário retirar todos os nós de uma única vez. No entanto, vale um olhar atento para sinais de alerta: quebra excessiva dos fios; mudança na textura do cabelo; lesões no couro cabeludo; dificuldade progressiva em desembaraçar; dermatite seborreica, crostas ou infecções. "Muitas vezes, a criança não rejeita o momento de pentear o cabelo, mas o desconforto que ele provoca. Quando esse cuidado acontece com delicadeza, paciência e respeito, ela tende a criar uma relação mais positiva com o autocuidado", orienta a especialista.

Doce, tela e colo para os netos. Quando os avós passam dos limites
Família

Doce, tela e colo para os netos. Quando os avós passam dos limites

Guloseimas antes do almoço ou fora de hora, alguns minutos a mais de tela ou aquele colo depois da criança aprontar. Diferenças entre pais e avós sobre a criação são comuns, mas não precisam virar motivos de conflitos quando todos compartilham do mesmo amor. Para a psicóloga Leny Louzada, especialista em ciências do envelhecimento, essas divergências surgem porque os mais velhos normalmente ocupam papéis diferentes, quer dizer, enquanto os pais são responsáveis por educar e estabelecer limites, os avós vivem a relação de um jeito mais leve, aproveitando o tempo com os netos. Ainda assim, isso não significa falta de cuidado. “Essas diferenças são completamente naturais. São maneiras diferentes de expressar o amor pelas crianças”, afirma a profissional. O diálogo vem antes das regras O primeiro passo é lembrar que ninguém está em lados opostos. Pais e avós precisam construir os combinados por meio de conversas abertas, respeitosas e sem julgamentos, para que cada um compreenda as necessidades do outro. A professora aposentada Roseli Caldas é avó de três crianças e conta que esse alinhamento começou antes mesmo de assumir parte dos cuidados com os netos. Como se aposentou justamente para cuidar deles, ela e os filhos conversaram desde o início sobre a rotina que seria seguida. Uma das estratégias adotadas pela família foi criar quadros de rotina, usados até hoje para organizar horários e atividades. “É aquele ditado: o combinado não sai caro. Com tudo acordado, fica tudo certinho para todos nós”, garante a avó. Nem tudo precisa ser igual Cada avô e cada avó têm seu jeito de demonstrar carinho, e preservar essa individualidade também faz parte de uma convivência saudável. O importante é que as regras realmente essenciais sejam compartilhadas por todos. Quando um combinado não é cumprido, a orientação é evitar discussões na frente da criança. “O ideal é conversar em particular, com carinho e sem apontar culpados. Na maioria das vezes, os avós agem movidos pelo desejo de agradar os netos, não de desrespeitar os pais”, observa a especialista Leny. Ela lembra ainda que os próprios avós são os pais dos adultos que hoje criam essas crianças. Por isso, o diálogo deve acontecer sempre com respeito e acolhimento. Quando vale flexibilizar Nem todas as regras têm o mesmo peso. Nesse sentido, algumas flexibilizações podem fazer parte das boas lembranças da infância, como um doce em ocasiões especiais, alguns minutos extras de brincadeira ou pequenas exceções previamente combinadas. Já temas ligados à saúde, à segurança, ao sono e ao uso de telas pedem que todos mantenham a mesma orientação. A avó Roseli conta que viveu esse desafio. Embora fosse contra liberar celulares para as crianças, respeitou a decisão tomada pelos pais. Já em relação aos doces antes dos dois anos, admitiu que inicialmente não concordava com a regra, mas optou por segui-la. Leny Louzada reforça que, mais importante do que concordar com tudo, é agir em parceria. “Quando pais e avós conseguem dialogar, respeitar seus papéis e trabalhar juntos, ensinam, pelo exemplo, valores como respeito, cooperação e afeto. Esse é um dos maiores presentes que uma família pode oferecer a uma criança”, finaliza.

Acessar o Universo Infantil

Baruel Baby nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções

Mais sobre Baruel Baby

A marca Baruel Baby foi especialmente desenvolvida para oferecer o cuidado que a pele delicada dos bebês merece. Com fórmulas suaves e seguras, a marca atende às necessidades específicas da pele e cabelinhos dos bebês brasileiros desde os primeiros dias de vida.

Cada item foi pensado e formulado cuidadosamente para evitar risco de irritações e alergias. Os produtos Baruel Baby proporcionam cuidado eficaz e gentil que atende também à diversidade dos bebês brasileiros.

O uso de produtos certos e seguros para bebês e crianças é fundamental para manter a pele dos pequenos saudável e protegida contra ressecamento e outros desconfortos. Por isso, Baruel Baby oferece uma gama completa de soluções. De sabonetes de glicerina hipoalergênicos à creme preventivo de assaduras fácil de aplicar e remover.

Os produtos da marca visam proporcionar segurança e conforto aos bebês.

Descubra essa rotina de cuidados repleta de carinho, proteção e cheirinho prolongado.