Colônia Infantil
Colônia infantil é perfeita para deixar aquele perfume de carinho prolongado na pele dos bebês e das crianças após o banho. Quem resiste a um cheirinho de bebê?
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Bebê com cabelinho embaraçado: como desembaraçar sem dor
Encontrar um nó no cabelo do bebê pode transformar um cuidado simples em um momento de tensão. O receio de puxar os fios, machucar o couro cabeludo ou provocar choro é comum, mas algumas medidas ajudam a soltar o cabelo com mais delicadeza e conforto. Segundo a dermatologista Natasha Veloso, especialista em tricologia, o cabelo infantil é naturalmente mais fino e delicado do que o de um adulto. Além do mais, o couro cabeludo da criança é mais sensível à dor e ao desconforto. "Por isso, o ideal é pentear o cabelinho quando estiver úmido e bem hidratado. O condicionador deixa os fios mais maleáveis, facilita o desembaraço e reduz a tração mecânica, diminuindo o risco de quebra", ensina a médica. O jeito certo de desembaraçar os fios A primeira dica da tricologista é escolher o momento certo para essa tarefa. O bebê precisa estar tranquilo e a distração pode entrar como estratégia: ofereça brinquedos, converse e transforme o cuidado em um ritual agradável. Outras orientações incluem: Pentear os fios ainda úmidos, depois de retirar o excesso de água com a toalha, pressionando delicadamente, sem esfregar; Começar sempre pelas pontas e seguir subindo, aos poucos, até a raiz; Segurar com as mãos a mecha acima da região embaraçada para reduzir a tração; Remover os nós com calma, sem tentar desembaraçar tudo de uma só vez. Nos cabelos cacheados e crespos, o cuidado deve ser maior. A indicação é começar a desembaraçar com os dedos e, só depois, usar um pente de dentes largos. Por último, apostar em uma escova adequada à curvatura, como a “polvo”, e produtos deslizantes. “Costumo dar o exemplo da minha própria filha. Nós praticamente não usamos escova. Desembaraçamos delicadamente com as mãos, modelamos os cachinhos e deixamos que eles mantenham seu formato natural”, compartilha Natasha Veloso. Erros que podem machucar Alguns hábitos devem ser evitados, pois podem piorar o desconforto do bebê e até mesmo prejudicar os fios. Entre os erros mais comuns estão: colocar a escova no topo da cabeça e puxar até as pontas; começar a desembaraçar pela raiz; usar escovas com cerdas rígidas ou bolinhas nas pontas; insistir no desembaraço quando a criança já está impaciente. Para os fios cacheados ou crespos, há um cuidado extra: pentear os fios secos leva à quebra, favorece o frizz e até desmancha a definição natural dos cachos. Desembaraçar não deve ser uma guerra A dermatologista lembra que algumas crianças realmente têm mais tendência ao embaraço. Para facilitar, faça pausas e divida o cabelo em mechas. Detalhe: não é necessário retirar todos os nós de uma única vez. No entanto, vale um olhar atento para sinais de alerta: quebra excessiva dos fios; mudança na textura do cabelo; lesões no couro cabeludo; dificuldade progressiva em desembaraçar; dermatite seborreica, crostas ou infecções. "Muitas vezes, a criança não rejeita o momento de pentear o cabelo, mas o desconforto que ele provoca. Quando esse cuidado acontece com delicadeza, paciência e respeito, ela tende a criar uma relação mais positiva com o autocuidado", orienta a especialista.
Brincadeiras para fazer com os filhos quando se está exausto
Nem todo dia é possível para um pai ou mãe sentar no chão cheio de energia, inventar personagens e sustentar uma hora de faz de conta com os filhos. Entre o expediente no trabalho, as demandas da casa e a carga mental de tudo isso acumula, muitos adultos terminam o dia exaustos e, junto do cansaço, vem a culpa por não “brincar direito” com os filhos. Mas há alternativas para situações como essas. A psicóloga Cibele Pejan, do dr.consulta, explica que essa culpa costuma nascer de uma régua impossível. “Muita gente aprendeu que um bom pai ou uma boa mãe é quem está sempre disponível, animado e criativo. Quando o cuidado real encontra esse ideal de perfeição, os pais se sentem culpados. Mas exaustão não é falta de amor”, afirma. Conexão não exige performance e saber disso muda o jogo. A questão não está em fazer mais, mas em estar presente de forma possível. Mesmo em dias de pouca energia, a conexão pode acontecer em gestos simples, desde que haja disponibilidade emocional. É isso que sustenta o vínculo, não a quantidade de brincadeiras elaboradas. Conectar-se não exige muito esforço Planejar grandes programas ou longas atividades não é sinônimo de conexão de qualidade entre a família. Pais e filhos se conectam quando o pequeno sente que ‘existe’ para o adulto à frente, naquele momento – e isso pode acontecer em minutos de presença real. Segundo a profissional, crianças não precisam de um adulto performático, mas de alguém emocionalmente disponível, ainda que por pouco tempo. Alguns pequenos gestos costumam ser suficientes para gerar vínculo, como: olhar nos olhos; escutar com atenção; validar uma emoção; oferecer um abraço; perguntar com interesse genuíno. Para isso acontecer, o cuidador também precisa estar bem. Sinais persistentes de irritabilidade, exaustão, culpa intensa, queda de motivação e sintomas físicos denunciam algo mais sério que o cansaço, como o esgotamento. Nesses casos, vale buscar ajuda – dividir tarefas, acionar a rede de apoio, iniciar a terapia ou fazer uma avaliação médica podem ser caminhos importantes. Brincar com pouca energia também vale Quando o cansaço reina, a professora e coordenadora pedagógica Paula Malagrino destaca que o ideal são brincadeiras calmas, com poucos estímulos, que priorizem vínculo e presença. Mais do que gasto energético, vale oferecer atenção de qualidade. Muitas atividades podem ser feitas com o que já existe em casa, sem exigir preparo extra, como: desenhos livres ou de observação; massinha; caça ao tesouro simples; jogos de memória ou quebra-cabeça; banho nos brinquedos; organizar objetos por cor ou tamanho. A mesma proposta pode ser adaptada conforme a idade: Para os menores: comandos simples e foco em cores, formas e movimentos. Para os maiores: incluir pistas, regras, desafios ou histórias mais elaboradas. “O essencial é respeitar o que cada criança já consegue fazer, garantindo participação e sucesso”, acrescenta a educadora. A rotina pode ser uma brincadeira Nem toda interação precisa ser uma brincadeira tradicional. Segundo Paula, atividades do cotidiano podem se transformar em momentos afetivos e educativos quando o adulto convida a criança a adotar o lúdico, de forma leve e divertida: Durante e após o banho: desenhar no box ou fazer esculturas com espuma. Antes de dormir: cantar músicas ou contar histórias curtas. No decorrer do dia: separar roupas pode virar “o time das roupas pretas e o time das claras”. Na organização do quarto: guardar brinquedos se transforma em “missão” ao propor-se levar cada item “para sua casinha”. Ao ar livre, na natureza: regar plantas pode ser uma brincadeira de descobrir “quem está com mais sede hoje”. Nessas situações, a criança desenvolve raciocínio lógico, autonomia, senso de colaboração e pertencimento familiar, sem que o adulto precise criar algo novo do zero. “O mais importante não é a tarefa em si, mas como o adulto conduz esse momento”, garante a professora. No fim, como reforça a psicóloga Cibele: muitas crianças crescem saudáveis não porque tiveram pais incansáveis, mas, sim, pais que voltavam, reparavam e tentavam de novo.
Febre de madrugada: o que observar antes de ir para o hospital
Acordar no meio da noite com o bebê ou criança febril causa uma preocupação imediata. Nessa hora, a principal pergunta é: observar os sintomas em casa ou sair para o médico? Na verdade, o primeiro passo deve ser confirmar a temperatura com um termômetro. Essa medição ajuda a orientar os próximos cuidados e evita decisões tomadas apenas pela impressão de que o pequenino está quente, conforme explica a pediatra Maria Isabela Mendonça, professora de medicina da Universidade Anhembi Morumbi. "Depois de confirmar a febre, os pais devem manter a calma para observar outros sinais que ajudam a avaliar como a criança está e a definir a necessidade de atendimento", diz a médica. Em que ficar de olho Além da temperatura, a orientação é acompanhar alguns aspectos do estado geral do filho. Vale atenção para: hidratação; respiração; irritabilidade; sonolência; dificuldade para acordar. Essas informações orientam a família sobre a evolução do quadro ao longo da noite e ajudam na decisão de esperar amanhecer ou ir ao hospital logo. Quando buscar atendimento imediatamente Em algumas situações, não é indicado esperar amanhecer. De acordo com a especialista, todo bebê com menos de três meses que apresentar temperatura de 37,5°C ou mais deve receber a medicação orientada pelo pediatra e ser avaliado o mais rápido possível. Também é preciso procurar atendimento imediatamente quando houver: crise convulsiva; ausência de respiração; palidez da pele; boca arroxeada. Enquanto o atendimento não acontece, o objetivo é manter o bebê confortável com o antitérmico prescrito e os cuidados dos pais. Já o banho frio deve ser evitado. Nem toda febre é algo grave Embora assuste, a febre não é um sintoma indicativo de doença que precisa de antibióticos. “Na verdade, é um sinal de que o sistema imunológico entrou em ação e, muitas vezes, o organismo consegue resolver o problema sem a necessidade desse tipo de medicamento”, esclarece a professora Maria Isabela Mendonça. No entanto, se a febre persistir por mais de 48 horas e vier acompanhada de falta de apetite, baixa ou nenhuma ingestão de líquidos, recusa das mamadas em bebês menores de seis meses ou sonolência, o quadro requer avaliação. Em caso de dúvidas, é importante buscar informação médica confiável para conduzir o quadro com segurança, ou seja, contatar o pediatra responsável ou procurar um pronto-socorro infantil.
Mais sobre Colônia Perfume
A colônia infantil Baruel Baby é perfeita para deixar os pequenos ainda mais cheirosos e com aquele perfume que amamos. Escolha entre as fragrâncias de Lavanda e de Sono Tranquilo. Nossas colônias foram desenvolvidas com o cuidado especial para não agredir a pele sensível dos bebês.
Elas são ideais para uso após o banho porque dão aquela sensação de frescor e aconchego. Mas podem ser usadas também em qualquer outro momento de cuidado e carinho.
Os ingredientes das colônias infantis Baruel Baby foram escolhidos cuidadosamente para minimizar riscos de irritação e oferecer conforto e relaxamento durante o uso.
Quer uma dica?
Coloque uma pequena quantidade da colônia infantil nas mãos e espalhe suavemente pelo corpo, evitando o contato com os olhos.
O uso de colônias e perfumes torna os momentos de contato ainda mais especiais e ajuda a criar memórias.

