Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal

Colo e Conexão

Músicas

Sons, melodias, ritmos, instrumentos e letras. Saiba mais sobre como as músicas infantis ocupam um espaço especial no desenvolvimento das crianças.

Mesmo desafinada, a voz dos pais acalma o bebê
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Mesmo desafinada, a voz dos pais acalma o bebê

Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”
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Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”

Na hora de escolher o que tocar para o bebê, o gênero musical não deve ser o único critério. Diferentes estilos podem fazer parte da rotina, desde que o volume seja adequado e haja interação. O que importa não é restringir as músicas, mas criar momentos positivos com elas, já que a voz de quem cuida, a presença e o afeto envolvidos nesse momento ajudam a transformar a música em uma experiência compartilhada. Sem contar que, quando os cuidadores apresentam diferentes estilos além do infantil, acabam ampliando o repertório sonoro do bebê. Isso ainda ajuda a fortalecer os momentos de conexão entre a família. E os benefícios da música não param por aí: ainda favorece o desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação e fala, da atenção, da expressão corporal e das habilidades sociais e emocionais. O ambiente também faz diferença Segundo a musicoterapeuta infantil Tatiana Harumi Komi, prestar atenção ao ambiente é mais importante do que escolher a playlist. Tudo porque, nos primeiros meses de vida, o sistema auditivo é bastante sensível e merece alguns cuidados. Sons muito altos ou repentinos, como fogos de artifício, secadores de cabelo e liquidificadores, devem ser evitados sempre que possível perto de um pequeno ser. O ideal é apresentar o bebê aos sons do cotidiano de maneira gradual e sem excessos. “Lembre-se de que o silêncio também faz parte das experiências sonoras. Alternar momentos tranquilos com outros de maior estímulo ajuda o bebê a se adaptar aos diferentes ambientes sem sobrecarregar a audição”, orienta a profissional. Voz da família torna música especial Além das canções, as vozes dos pais e cuidadores ocupam um lugar especial nessa experiência. Como a audição se desenvolve durante a gestação, o bebê já entra em contato com diversos sons antes mesmo de nascer, o que rende a formação de uma memória musical. Nesse sentido, Tatiana Harumi Komi lembra que a família pode criar as próprias musiquinhas para momentos específicos, como o banho, as brincadeiras ou a hora de dormir. Esses rituais sonoros ajudam na compreensão da rotina e do que vem a seguir. “Não existem regras específicas. O que torna essa experiência especial é a intenção, o afeto e a interação entre quem canta e o bebê”, afirma. Cuidado com as letras Nem sempre as músicas mais calmas são as mais indicadas para os bebês. Inclusive, cada um responderá de um jeito diferente. Entretanto, vale uma atenção especial para as letras das músicas, sobretudo as composições voltadas para adultos. Mesmo que os pequenos não compreendam as palavras, percebem aspectos emocionais transmitidos pela melodia. Com o passar do tempo e o desenvolvimento da criança, as letras contribuem para a comunicação, os balbucios e a aquisição da fala. Como dica final, a musicoterapeuta recomenda estar verdadeiramente presente. “Cantar, conversar, brincar e compartilhar músicas são formas simples de fortalecer o vínculo e criar lembranças afetivas que podem acompanhar durante toda a vida.”

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Mais sobre Músicas

Músicas para bebês e crianças são como um abraço que chega pelos ouvidos. Desde a gestação, o bebê se beneficia do som da música através da mamãe. Depois do nascimento, as canções de ninar embalam o sono, relaxam e ajudam na criação de vínculo com os pais e cuidadores. Capazes de acalmar e estimular, de comandar festas com dezenas de crianças ou de organizar uma sala de aula pela voz dos professores, as canções são parte de toda a infância. Ritmo, melodia, tom e timbre fazem parte do desenvolvimento cognitivo e sensorial dos pequenos. Crianças exploram a musicalidade e o som desde pequenos, batendo as mãos e objetos sobre objetos e plataformas. Mais do que entretenimento, a música é desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor. E, acima de tudo, é memória afetiva: aquelas melodias simples que acompanham a infância e ficam guardadas no coração por toda a vida. Das canções de ninar de Schubert aos Saltimbancos, dos projetos de educação musical até as trilhas de desenhos animados você descobre, no Universo Infantil de Baruel Baby, as canções que embalam o sono e as brincadeiras de bebês e crianças há gerações.

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