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Por que pés e pernas incham no calor? Médico responde
Nos dias quentes, é comum sentir os pés e as pernas mais pesados, quentes e inchados. O fenômeno, que pode causar incômodo e até dor, tem explicação fisiológica: as altas temperaturas provocam dilatação dos vasos sanguíneos, o que facilita o acúmulo de líquidos e dificulta o retorno do sangue ao coração. Conforme explica o cirurgião vascular Joé Sestello, diretor-presidente da Unimed de Nova Iguaçu, sob sol escaldante, o organismo reage automaticamente para tentar equilibrar a temperatura corporal. Como consequência, os membros podem aumentar de volume. “Os pés incham no calor porque os vasos se dilatam para ajudar o corpo a se resfriar. Esse controle é automático, mas o líquido que deveria circular acaba se acumulando, dificultando o retorno venoso e provocando o edema”, especifica o especialista. Quem sofre mais com o inchaço no calor O edema é mais frequente entre certos grupos da população. “As pessoas que mais sofrem com o inchaço em dias quentes são as crianças e os idosos. No caso dos idosos, a desidratação é um agravante comum”, aponta o médico. Além disso, o sobrepeso e o sedentarismo são fatores de risco. A falta de movimento e a pouca ativação muscular dificultam a circulação, enquanto o sobrepeso aumenta a pressão nas pernas e agrava o quadro. De maneira geral, o problema não deve (ou deveria) ser visto apenas como estético ou passageiro. “O inchaço não é somente um desconforto. Pode indicar um problema circulatório sério, principalmente quando associado ao uso de determinados medicamentos para pressão”, alerta o cirurgião. Hábitos que ajudam a aliviar o inchaço Nos dias de calor intenso, é essencial reforçar alguns cuidados para manter o equilíbrio circulatório e evitar o acúmulo de líquidos. Joé Sestello recomenda: Beber bastante água para manter a hidratação e ajudar na circulação; Evitar roupas e calçados apertados que prejudicam o retorno venoso; Manter uma rotina de exercícios físicos leves após avaliação médica; Controlar fatores como pressão arterial, colesterol e triglicerídeos; Evitar automedicação ou manipulação de pequenas feridas nos pés. A elevação das pernas por algum tempo pode ajudar a melhorar a circulação, mas isoladamente não resolve. “Só elevar não é suficiente. É preciso adotar um conjunto de medidas, como hidratação, atividade física e controle clínico, para melhorar o retorno do sangue ao coração”, avisa o médico. Outro ponto de atenção são as meias elásticas, cujo uso pede cautela. Embora sejam aliadas no tratamento de problemas circulatórios, devem ser usadas apenas com orientação médica. “Se a compressão for inadequada, o edema pode piorar”, alerta o vascular. Quando o inchaço pede atenção médica Vale ressaltar que nem todo inchaço é benigno e o formato do edema pode dizer muito sobre a causa. “Se aparece em uma única perna ou nas duas, já é motivo suficiente para procurar o especialista. Não espere o surgimento de complicações”, adverte o cirurgião. Ou seja, a avaliação profissional é essencial para identificar se o problema está ligado à circulação, ao uso de medicamentos ou a outras condições, como retenção de líquidos e doenças vasculares. A prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores estratégias para evitar complicações. Incômodo que vai além do calor A especialista em finanças Tatiana Cortes, de 34 anos, conhece bem o desconforto que o calor pode causar. “Sinto meus pés e pernas mais pesados, quentes e inchados, especialmente no fim do dia”, conta. O problema se agrava quando Tatiana passa muito tempo em pé ou sentada. “Piora em dias muito quentes ou quando caminho longas distâncias", diz. Para aliviar, ela criou uma rotina de autocuidado: elevar as pernas, fazer compressas frias, massagear os pés e beber bastante água. O acompanhamento médico foi crucial e trouxe mais segurança. “Procurei um vascular e ele explicou que o calor e a má circulação podem agravar o inchaço. Desde então, comecei a fazer drenagem linfática e percebi melhora.” Nos dias quentes, ela mantém hábitos que fazem diferença: “Uso sapatos leves, evito roupas apertadas, deixo os pés arejados e procuro me movimentar. Bebo pelo menos dois litros de água e faço drenagem semanalmente. Aprendi a não ignorar o desconforto, porque o inchaço constante pode indicar algo circulatório. Hoje presto muito mais atenção aos sinais do corpo”, finaliza.
Autoexame diário dos pés: como, quem e por que fazer?
O cuidado prévio é uma das principais medidas de prevenção para o pé diabético, uma complicação grave e evitável. O autoexame diário, simples e rápido, pode fazer diferença entre uma pequena ferida e uma infecção severa. Segundo a endocrinologista Patrícia Gomes, diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP), o excesso de glicose no sangue é capaz de danificar os nervos e os vasos dos pés, levando à perda de sensibilidade. “Quem tem diabetes pode não perceber ferimentos e há chance de isso evoluir para infecções graves e até amputações. O autoexame diário permite detectar precocemente qualquer alteração e agir rapidamente”, explica a médica. Quem tem a mesma opinião é a também endocrinologista Lorena Amato, doutora pela USP. Para ela, o autoexame é uma prática indispensável entre os pacientes diabéticos, mesmo os que não apresentam alterações aparentes. “Todos devem olhar os pés diariamente. Quem tem dificuldade de se abaixar pode usar um espelho ou pedir ajuda. Se notar vermelhidão, ferida ou calor diferente em alguma área, deve procurar um médico imediatamente”, orienta a especialista. O que observar nos pés Durante o autoexame diário, é essencial procurar por alterações visíveis e sutis. As profissionais destacam principalmente: Feridas, bolhas, rachaduras ou cortes, mesmo que pequenos; Mudanças na coloração da pele, como vermelhidão, manchas escuras ou palidez; Áreas mais quentes ou mais frias do que o normal; Unhas encravadas, deformadas ou com micose; Calosidades e espessamento da pele. Se houver qualquer sinal de alteração, a avaliação médica deve ser imediata, afinal, o tempo é um fator determinante para evitar infecções, sobretudo em diabéticos. Atenção à sensibilidade Lorena Amato ressalta que um dos primeiros sinais de risco é a perda da sensibilidade, chamada de neuropatia periférica, que pode surgir aos poucos, com sintomas como: Formigamento, queimação ou dormência; Sensação de “andar em algodão”; Dificuldade em perceber calor, frio ou dor. Já Patrícia Gomes observa que uma maneira simples de testar é tocar diferentes partes dos pés com os dedos ou com um algodão. “Se a pessoa não sentir o toque ou não perceber diferença entre um pé e outro, é fundamental procurar avaliação médica.” Passo a passo do autoexame Além de observar, é importante saber como fazer o exame de maneira correta e segura. Abaixo, as endocrinologistas ensinam: Escolha um local bem iluminado e sente-se confortavelmente; Use um espelho para ver a planta dos pés ou peça ajuda a alguém; Examine entre os dedos e ao redor das unhas; Verifique se há feridas, bolhas ou secreções; Mantenha os pés sempre limpos, secos e hidratados (sem creme entre os dedos); Corte as unhas no formato reto e evite remover cutículas ou calos em casa; Nunca ande descalço, nem dentro de casa. Esses cuidados diários, somados ao acompanhamento profissional, reduzem o risco de complicações e melhoram a circulação e a cicatrização. De acordo com Lorena, controlar o diabetes é o primeiro passo para prevenir quaisquer complicações. “Quanto melhor for o controle da glicemia, menor o risco de desenvolver neuropatia e alterações circulatórias”, reforça. Ela ainda recomenda o uso de meias de algodão e sem costura, além de calçados confortáveis, sem pontos de atrito na pele. E alerta: fatores como tabagismo, má circulação, deformidades nos pés e sapatos inadequados aumentam o risco de complicações. Um alerta importante: as duas especialistas reforçam que o pé diabético é evitável em grande parte dos casos. “Entre 50% e 70% das amputações não traumáticas estão relacionadas ao diabetes, e muitas poderiam ser evitadas com informação e cuidado”, conclui Lorena.
Pés cuidados e bonitos ajudam na autoestima
Cuidar dos pés vai muito além de uma questão estética: é um reflexo direto da autoestima e da saúde pessoal. Afinal, pés bem cuidados e saudáveis impactam na autoimagem, no conforto diário e na autoconfiança, seja em um encontro profissional ou em momentos de lazer. Um estudo publicado no periódico Research, Society and Development (2021) destaca que a autoimagem está diretamente conectada à autoestima e ao bem-estar emocional, a partir do levantamento com pessoas que têm pé diabético. Aspectos como aparência física, cuidados pessoais e percepção corporal influenciam na forma como elas se sentem e se relacionam. Conforme a pesquisa, sentir-se bem com os pés é mais do que uma questão de beleza – é um passo para se sentir mais confiante no dia a dia. Sapatos abertos em dias quentes, idas à praia ou momentos relaxantes são mais aproveitados quando os pés não causam desconforto ou insegurança. A importância dos cuidados com os pés Embora frequentemente negligenciados, os pés carregam o peso do corpo e nos sustentam ao longo do dia. Rachaduras, calosidades, fungos e unhas encravadas não apenas causam dor, como afetam a qualidade de vida e a percepção da própria imagem. De acordo com o manual de cuidados publicado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (2022), a saúde dos pés é essencial para prevenir complicações e preservar o bem-estar físico e emocional. Essas práticas incluem: Hidratação diária: ajuda a prevenir ressecamentos e fissuras; Corte correto das unhas: evita unhas encravadas e infecções; Esfoliação periódica: remove células mortas e mantém a pele macia; Escolha de calçados adequados: impede atritos e calosidades; Visitas regulares a profissionais: podólogos ajudam a identificar e tratar problemas específicos. Assim, manter uma rotina simples de cuidados é benéfico tanto para o físico, quanto para o emocional. Um pé bem tratado não apenas evita desconfortos, mas contribui para a sensação de cuidado pessoal e autovalorização. Cuide dos pés e eleve sua autoestima São esses pequenos gestos que moldam o autocuidado e fazem toda a diferença na autoimagem. Já observou como famosas, sempre expostas na mídia, dão atenção especial a essa parte do corpo - ou, quando não, prefere escondê-las em fotos e vídeos. Então, que tal se inspirar em personalidades para caprichar na sua rotina de beleza? Com curtidas acumuladas, comentários repletos de elogios e até matérias destacando a beleza dos pés, essas cinco celebridades dão aula quando o assunto é ter um pé bem tratado e saudável. Virgínia Fonseca View this post on Instagram A post shared by Virginia Fonseca Serrão Costa (@virginia) Virgínia é uma das maiores influenciadoras da atualidade e faz parte do seu conteúdo mostrar o dia a dia nas redes sociais, incluindo os cuidados de beleza. Além de ser focada no treino e alimentação, a apresentadora não abre mão de procedimentos como bronze, massagem e, claro, pedicure. Os pés da loira ganham ainda mais destaque com as tatuagens e as sandálias de salto alto, frequentes em seus looks. Marina Ruy Barbosa View this post on Instagram A post shared by Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) Receber elogios pela beleza é natural para a atriz Marina Ruy Barbosa. Basta uma visita às redes sociais da ruiva para conferir que ela é uma das principais escolhas das marcas de calçados, reforçando os comentários positivos que ganha sobre seus pés. Sandálias e sapatos abertos fazem parte do visual da empresária. Paula Fernandes View this post on Instagram A post shared by PAULA FERNANDES 🪄 (@paulafernandes) A cantora sertaneja Paula Fernandes aparece frequentemente quando o assunto são pés bonitos. Sem esconder essa parte do corpo, as fotos naturais postadas pela artista sempre rendem elogios de beleza e cuidado com a região. Maísa View this post on Instagram A post shared by +A (@maisa) Maísa é um dos nomes bem populares entre a geração mais jovem e também se destaca quando o assunto é autocuidado e aceitação. Fãs de sandália, a atriz não esconde os pés nos cliques – pelo contrário, sempre é elogiada. Kelly Key View this post on Instagram A post shared by Kelly Key (@oficialkellykey) Basta seguir a cantora Kelly Key nas redes sociais para conhecer seu estilo de vida focado em autocuidado. Além de dedicar boa parte do tempo à saúde e esporte, a famosa ainda dá boas dicas de beleza e sempre posta o corpo natural, incluindo os pés bem cuidados e elogiados. Faltou alguém na lista? Lembre-se que não deve haver comparação, já que cada pessoa é única, mas se inspirar a cuidar mais de si é sempre benéfico e gratificante!
Reflexologia podal pode ajudar na ansiedade. Entenda!
Sensação de insegurança, medo constante, estresse e ansiedade são sintomas cada vez mais frequentes na rotina. Embora existam diversas formas de lidar com essas questões, uma abordagem que tem ganhado espaço é a reflexologia podal. Mas como essa técnica pode ajudar no bem-estar emocional? A reflexologia podal busca promover equilíbrio físico e emocional ao estimular as chamadas zonas reflexas, que correspondem a diferentes órgãos e sistemas do corpo, segundo a massoterapeuta Andreia de Aguiar, especialista no assunto. "Cada área dos pés está ligada a uma parte do organismo. Ao aplicar a pressão correta nesses pontos, conseguimos estimular o corpo a se autorregular, promovendo bem-estar e ajudando a aliviar bloqueios emocionais", explica a profissional. O que a reflexologia pode tratar? Ela destaca que a técnica pode ser utilizada tanto para o alívio de sintomas, quanto como um método preventivo para melhorar a saúde e evitar desequilíbrios. As principais indicações e benefícios incluem: Redução do estresse e da ansiedade, já que a técnica atua no sistema nervoso, promovendo relaxamento profundo; Alívio de dores e tensões musculares, pois melhora a circulação sanguínea e reduz inflamações; Melhoria na qualidade do sono, uma vez que ajuda a equilibrar o corpo e reduzir insônia; Suporte emocional, auxiliando na liberação de bloqueios emocionais que podem causar medos e angústias. "Para trabalhar especificamente com medos e ansiedade, focamos em pontos como o plexo solar, que regula o estresse, e áreas nos dedos dos pés, ligadas ao cérebro e à mente. Isso ajuda a restaurar a sensação de segurança emocional", detalha a massoterapeuta. Quem pode fazer e qual frequência A reflexologia podal pode ser feita por qualquer pessoa, mas há contraindicações, como feridas nos pés, infecções, problemas circulatórios graves e algumas condições cardíacas, por exemplo. "Durante a gravidez, é ainda mais importante que seja realizada por um profissional capacitado, pois alguns pontos podem estimular contrações", alerta a especialista. Quanto à frequência, o ideal varia conforme as necessidades individuais. Para relaxamento e controle do estresse, uma sessão semanal pode ser suficiente. Já para tratar sintomas específicos, o acompanhamento pode ser mais frequente. Reflexologia pode substituir tratamentos? Embora existam estudos que comprovam os benefícios da técnica no alívio do estresse, da dor e na promoção do bem-estar geral, a reflexologia não substitui tratamentos médicos convencionais em nenhuma hipótese ou caso. Nesse sentido, a massagista esclarece que a técnica deve ser usada como terapia complementar, ou seja, para potencializar as demais alternativas terapêuticas, e sempre com orientação profissional. "Depois da reflexologia, minha mente ficou mais leve" A analista de marketing Júlia Cardoso, 31 anos, procurou a reflexologia podal após enfrentar crises de ansiedade intensas. "Eu acordava cansada, vivia com um aperto no peito e tinha dificuldade para dormir. Foi quando resolvi testar terapias alternativas", conta a paulistana, que também recorre à psicoterapia semanalmente. Após algumas sessões, ela começou a sentir os efeitos positivos. "A cada atendimento, eu saía mais tranquila e com uma sensação de leveza. Com o tempo, percebi que minha mente estava mais equilibrada, minha respiração ficou mais fluida e minha insônia melhorou", relata. Hoje, Júlia mantém a prática como parte de sua rotina de bem-estar. "A reflexologia não resolveu tudo sozinha, mas foi essencial para que eu conseguisse lidar melhor com a ansiedade”, finaliza.
Massagem nos pés pós-praia alivia inchaço e desconforto
Depois de um dia de sol e caminhadas na areia, é comum sentir os pés cansados, sensíveis e até inchados. A boa notícia é que uma massagem bem feita devolve leveza, melhora a circulação e ajuda o corpo a se recuperar do calor. Tudo isso com técnicas simples que podem ser reproduzidas em casa. Karine Mariano, massoterapeuta especialista em terapia integrativa, destaca que a massagem pós-praia reativa a circulação, reduz o inchaço e libera tensões da planta do pé e dos tornozelos. Dessa maneira, potencializa o relaxamento iniciado pelo próprio contato com o mar e areia - a última atua como relaxante muscular leve graças ao sódio natural contido em sua estrutura. Pés inchados e doloridos pós-praia? “Caminhar na areia exige mais dos músculos estabilizadores, como tornozelos e panturrilhas. Somado à vasodilatação do calor, favorece o acúmulo de líquidos. Além disso, o atrito da areia pode sobrecarregar a fáscia plantar e deixar a região sensível”, descreve. O esforço extra para estabilizar o corpo na areia somado ao calor leva à vasodilatação e à retenção de líquido, gerando o que chamamos de edema – popularmente conhecido como inchaço. Isso porque a textura da areia, embora benéfica para a propriocepção, pode aumentar a sensibilidade da fáscia plantar. Por essa razão, depois da praia é comum sentir peso, rigidez e até um certo desconforto nos pés e nas pernas ao fim do dia. A boa notícia é que a sensação é passageira e uma boa massagem, com as técnicas certas, tende a resolver a situação. Técnicas, tempo e produtos Para uma sessão eficiente em casa, Karine recomenda unir técnicas de massagem relaxante, alongue massage e reflexologia em uma sequência contínua de 15 a 25 minutos, tempo suficiente para restaurar a circulação sem hiperestimular tecidos sensibilizados pelo sol. Veja cada passo: Deslizamento profundo do calcanhar aos dedos, em ritmo contínuo, para ativar a circulação e favorecer a drenagem; Amassamento leve e rítmico nas áreas mais tensas, soltando a fáscia plantar e diminuindo a sobrecarga dos músculos estabilizadores; Movimentos circulares no arco do pé, com a polpa dos polegares, para liberar pontos de tensão e aumentar a flexibilidade; Alongue massage (com pressão e deslizamento) suave nos dedos e nos tornozelos, promovendo mobilidade articular e alívio das microtensões após longas caminhadas; Pressões reflexológicas em pontos de rins, fígado e sistema linfático (leia abaixo), estimulando desintoxicação e equilíbrio energético; Bombagens (pressão rítmica, intermitente e controlada) suaves na região dos tornozelos (maleolares) para drenar líquidos. Se for possível, finalize com compressas frias ou óleo essencial de hortelã-pimenta para equilibrar a temperatura dos tecidos. “Para o deslizamento, prefira óleos vegetais leves e calmantes, como semente de uva ou coco. Pode-se aromatizar com lavanda, hortelã-pimenta e cipreste para sensação refrescante e apoio à drenagem”, indica a massagista. Ela ressalta: “Se houver sensibilidade ou leve queimadura solar, evite produtos com álcool, cânfora ou mentol.” Movimentos seguros de autocuidado Depois do banho, vale manter a rotina com gestos simples que prolongam o alívio sem exigir experiência prévia. Nesse sentido, a profissional recomenda: Pressionar o centro da planta do pé com o polegar e soltar lentamente; Rolar uma bolinha de tênis sob a planta do pé para soltar a fáscia; Massagear o dorso até o tornozelo com as duas mãos, em movimentos ascendentes. O autocuidado não para aí: a reflexologia complementa a massagem ao estimular áreas reflexas ligadas a órgãos e sistemas, favorecendo o reequilíbrio integral. Assim, após um dia de sol, os pontos de rins (arco do pé, quase ao centro, logo abaixo da base dos dedos), fígado (no pé direito, na região do arco do pé) e sistema linfático (em torno dos tornozelos e na parte superior do peito do pé) colaboram com a eliminação de líquidos e a desintoxicação, além de promoverem sensação de descanso. Conforme a massoterapeuta, os direcionamentos também incluem: Centro do arco plantar (diafragma/adrenais): ajuda a equilibrar o sistema nervoso; Base dos dedos (região da cabeça): alivia tensão mental e ocular; Calcanhar (pelve): relaxa lombar e quadris. Lembre-se de pressionar os pontos com cuidado e interromper o ritual a qualquer sinal de desconforto. Cuidados antes e depois Para proteger a pele exposta ao sol e à areia e otimizar a resposta do corpo, Karine indica um pequeno protocolo: Antes da massagem: Lave bem os pés para retirar sal, areia e resíduos; Hidrate com água termal ou gel calmante; Verifique se há queimaduras, bolhas ou descamação. Depois da massagem: Beba água para favorecer a drenagem natural; Eleve as pernas por 10 minutos; Evite andar descalço imediatamente após o cuidado.
O que o arco plantar tem a ver com as dores no joelho
O alinhamento dos pés influencia diretamente a postura e a distribuição do impacto ao caminhar. Quando há alterações no arco plantar - seja um pé muito plano ou muito curvado - , todo o equilíbrio do corpo pode ser afetado, sobrecarregando articulações como o joelho e até mesmo o quadril. Isso ocorre porque o arco plantar tem um papel importantíssimo na biomecânica do corpo. “Ele atua como um amortecedor natural, distribuindo o peso e absorvendo impactos ao longo dos membros inferiores. Quando esse equilíbrio é comprometido, os joelhos podem sentir”, adverte o ortopedista Sérgio Costa, especialista em cirurgia do joelho e artroscopia. Além disso, fatores como tipo de pisada, estrutura óssea e uso inadequado de calçados podem agravar esse quadro. “Se o arco plantar estiver muito baixo ou muito alto, há uma sobrecarga desnecessária nas articulações, o que pode alterar o alinhamento dos joelhos e gerar impactos negativos na mobilidade. Essa condição pode, inclusive, levar a dores crônicas e problemas mais sérios ao longo do tempo”, explica o médico. Como o arco plantar afeta os joelhos O formato do arco dos pés pode impactar diretamente o alinhamento das pernas e gerar dores articulares. Pé plano (arco plantar muito baixo): a condição faz com que o pé afunde mais do que o ideal, podendo levar a uma rotação interna das pernas e aumentar a pressão no joelho. Com o tempo, tende a causar um desalinhamento conhecido como joelho valgo – em “X”. Pé cavo (arco plantar muito alto): isso dificulta a absorção do impacto ao caminhar, sobrecarregando as articulações do joelho e levando a dores. Sendo assim, problemas na pisada podem causar lesões. Segundo o médico, um padrão de pisada inadequado pode provocar um desgaste anormal das estruturas do joelho, aumentando o risco de lesões. Entre os principais desvios biomecânicos, o especialista destaca: Pronação excessiva: é quando o pé gira muito para dentro ao caminhar e acaba causando sobrecarga nos ligamentos e cartilagens do joelho; Supinação: quando o pé gira para fora, reduzindo a absorção de impacto e aumentando a pressão na articulação. “A longo prazo, essas alterações podem causar problemas mais sérios, como lesões ligamentares e até artrose no joelho”, alerta. O papel das palmilhas ortopédicas Para corrigir desalinhamentos e evitar dores no joelho, as palmilhas ortopédicas podem ser grandes aliadas. “Ajudam a estabilizar o arco plantar e redistribuir o peso do corpo, diminuindo a sobrecarga no joelho”, afirma Sérgio Costa. Além das palmilhas, outras estratégias podem auxiliar na correção da pisada: Exercícios de fortalecimento muscular, especialmente para panturrilha, quadríceps e isquiotibiais – três músculos localizados no posterior das coxas; Alongamentos específicos, que melhoram a flexibilidade e evitam sobrecarga nas articulações; Uso de calçados adequados, capazes de oferecer suporte ao arco plantar e amortecimento ao impacto; Manutenção do peso corporal, para evitar carga excessiva nas articulações. Quando se preocupar com a pisada Mesmo sem dor aparente, o alinhamento da pisada deve ser avaliado como forma de prevenção. “Quem corrige o arco plantar precocemente pode evitar dores e lesões futuras”, explica o profissional. Então, se houver desconforto ao caminhar ou na prática de atividades físicas, um especialista pode avaliar a pisada e indicar o melhor tratamento para manter o equilíbrio biomecânico do corpo.

