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Conheça o Universo do Pé
Erros no spa dos pés que ressecam ainda mais a pele
O spa dos pés é normalmente associado a relaxamento e hidratação, mas alguns hábitos comuns podem ter justamente o efeito contrário e, com isso, acabam ressecando a região. Água quente demais, excesso de lixa e produtos inadequados estão entre os principais vilões que comprometem a barreira natural da pele. A podóloga Francisca Sousa explica que muitos erros acontecem por excesso de zelo. Passar do ponto no cuidado pode fazer com que a pele perca sua proteção natural e entre em um ciclo de ressecamento e sensibilidade. 7 erros para não repetir em casa A seguir, a profissional lista questões que devem ser consideradas no spa dos pés caseiro. Confira: 1. Usar água em temperatura elevada. Água quente no spa dos pés promove conforto imediato, mas causa prejuízo depois. Apesar da sensação relaxante, a água quente é um dos maiores erros no spa dos pés. Isso porque remove a oleosidade natural da pele e facilita a evaporação da água, deixando os pés mais secos e sensíveis. O ideal é optar sempre por água morna e limitar o tempo de imersão. 2. Lixar demais. Outro equívoco frequente é lixar os pés com muita frequência. A remoção constante do excesso de pele faz com que o organismo reaja como forma de defesa e provocando um efeito indesejado, que é justamente estimular o espessamento da região. Com o tempo, isso agrava o ressecamento e favorece fissuras. 3. Esfoliar em excesso. A mesma questão da frequência intensa vale para a esfoliação exagerada, que pode gerar o chamado efeito rebote: a pele fica mais sensível e perde hidratação com mais facilidade. 4. Adotar produtos inadequados. Fórmulas com álcool, ácidos fortes ou perfumes demais podem agredir a pele, causando ardor, descamação e ressecamento. A recomendação é escolher itens específicos para os pés, com foco em hidratação e reparação da barreira cutânea. 5. Hidratar de forma incorreta. A hidratação não significa apenas passar cremes nos pés. A forma de aplicar o hidratante também faz diferença. Usar pouca quantidade de produto ou não “selar” a hidratação reduz a absorção e a durabilidade do efeito. Aplicar o creme com a pele levemente úmida ajuda a reter água e potencializa o resultado. 6. Confundir ressecamento com rachaduras. Essas condições não pedem a mesma abordagem. Enquanto o ressecamento responde bem a hidratantes, as fissuras exigem produtos mais específicos, com ação reparadora. 7. Não “proteger” a hidratação. Após o spa, deixar os pés sem algum tipo de proteção compromete todo o cuidado. Sem o uso de meias ou outro tipo de barreira, a pele perde rapidamente a hidratação por atrito e evaporação. “Com equilíbrio e escolhas corretas, o spa dos pés deixa de ser um vilão e passa a ser um aliado real no cuidado com a pele”, orienta a podóloga Francisca Sousa, O que realmente funciona no spa dos pés Para que o spa dos pés ajude a recuperar a maciez da pele, alguns cuidados simples fazem toda a diferença. Anote aí: Usar água morna e evitar longos períodos de imersão; Aplicar hidratantes com a pele ainda levemente úmida; Escolher produtos adequados e suaves; Evitar lixas e esfoliações frequentes; Proteger os pés após o procedimento; Manter regularidade, sem excessos.
Como cuidar das bolhas no pé
Quando a bolha aparece, o melhor a fazer é deixar que ela seque e cicatrize naturalmente. “A própria pele que recobre a ferida é um curativo. Ela impede a entrada de bactérias e sujidades e mantém o meio aquecido, tudo o que a ferida precisa para cicatrizar”, recomenda Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Enquanto isso, podemos ter alguns cuidados com o ferimento, como fazer uma limpeza suave com água e sabão e aliviar a pressão nessa área, recomenda Celia Aparecida da Silva, docente do curso técnico em Podologia do Senac Osasco. “A bolha desaparece em poucos dias. Não devemos furar nem remover a pele de proteção para evitar o risco de contaminação”, ressalta a especialista. Para evitar a pressão, o ideal é não usar de novo o calçado que causou a bolha. “É importante eliminar a causa da bolha, porque ela pode evoluir para uma ferida”, diz Bega. Para proteger a área, a dica é usar um curativo que cubra a bolha e apostar nas meias de algodão, mais acolchoadas; portanto, reduzem o atrito do calçado com os pés, além de absorverem mais o suor. Deu bolha? O que fazer… Mantenha a área sempre limpa, seca e coberta; Proteja a região da bolha com um curativo acolchoado, deixando-o meio frouxo no meio; Use meias de algodão, que absorvem a transpiração e são mais acolchoadas, o que reduz o atrito com o calçado. Se a bolha estourar, procure um profissional para avaliar se é preciso remover a pele, se houve contaminação, como está o tecido e se é preciso fazer um curativo. …e o que não fazer Não estoure a bolha, pois isso pode contaminar a ferida; Não retire a pele de uma bolha estourada, pois ela protege a pele que está cicatrizando abaixo dela; Não use o calçado que causou a bolha até que ela cicatrize. Leia também: Bolha no pé: o que é e como ela se forma
Cuidado com os pés em casa: o que fazer e não fazer
Muita gente sai do banho e logo passa o desodorante nas axilas e o hidratante no rosto e no corpo. Mas e o pé? Devemos dedicar os mesmos cuidados a essa parte do corpo? É bom lixar de vez em quando? E pode passar hidratante? Se você tem dúvidas sobre o que pode ou não fazer para cuidar bem dos pés, confira a seguir as dicas de dois especialistas em podologia: Jeneci Andrade de Souza, docente da área de podologia do Senac São Paulo; e Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. Preciso lavar os pés todos os dias? Sim: como todo o resto do corpo, os pés devem ser lavados todos os dias com sabonete comum. “No banho, muita gente deixa só a água escorrer e não lava direito os pés”, diz Bega. “É preciso lavar entre os dedos e usar uma bucha para higienizar bem o pé.” Nunca é demais lembrar: depois do banho, lave e seque bem a região entre os dedos para não ter problemas com fungos, como os que causam as frieiras. Todo mundo tem que hidratar os pés? Sim! Souza explica que manter a pele hidratada evita uma série de alterações no pé, como o aparecimento de pequenas (porém bem incômodas) rachaduras no calcanhar. O ideal é fazer essa hidratação diariamente. Se não for possível, ele recomenda uma frequência de ao menos três vezes por semana. “Mas atenção: não se deve passar creme entre os dedos, somente na região plantar e dorsal”, completa. É preciso lixar os pés? Não. O ideal é realizar uma esfoliação e, depois, uma hidratação. “O lixamento só deve ser feito quando se remove uma calosidade. É melhor usar cremes que mantêm a pele hidratada e impedem que ela engrosse muito”, explica Bega. “Lixar os pés agride a pele, abre passagem para bactérias e fungos e muitas vezes causa uma resposta inflamatória que vai levar o corpo a produzir mais pele.” No caso de calos, ele indica procurar um/a podólogo/a para fazer a avaliação. “Pode ser necessário usar uma palmilha, pois a questão não é lixar, e sim resolver uma alteração de pisada que está fazendo com que a pele engrosse em certos pontos por causa do aumento de pressão devido a essa alteração.” Que cuidados com os pés eu posso tomar se suo muito? Nesse caso, é importante manter os pés secos por mais tempo, para evitar o mau cheiro e infecções por fungos, como as frieiras. Souza recomenda usar papel interfolha na secagem, pois ele absorve melhor a umidade. Bega sugere usar desodorante para os pés na versão em pó, que tem melhor desempenho para absorver a umidade gerada na transpiração. Para completar, evite usar meias e calçados feitos de tecidos sintéticos, especialmente no calor, pois eles fazem os pés suarem mais. “É melhor usar meias de algodão, que absorvem o suor”, completa Bega. De quanto em quanto tempo devo inspecionar meu pé? “Todo dia”, responde Souza. “Observe a presença de bolhas, calos e calosidades, coloração diferente na pele ou nas unhas”, afirma o especialista. Esse cuidado deve ser redobrado para quem tem pé diabético, pois, com a perda de sensibilidade nos pés, pequenas feridas e rachaduras podem virar ulcerações graves que levam à amputação. Quem não tem diabetes deve ficar de olho e checar se há mudança de aspecto nas unhas ou na coloração da pele, especialmente entre os dedos. Esses sinais podem ser de infecção por fungos, como micose e pé de atleta.
Conheça o Universo Infantil
Rotina com filhos não funciona mais: como recalcular a rota
Toda família que encontra um certo ritmo sente alívio. Quando o sono se encaixa, a alimentação flui ou o dia parece previsível, surge aquela sensação de que, finalmente, as coisas entraram nos trilhos. Mas, na infância, as fases mudam rapidamente e aquilo que era estável pode, de repente, deixar de funcionar. A seguir, você conhecerá histórias reais de famílias que precisaram recalcular a rota quando a rotina deixou de funcionar. Apesar da tensão, elas descobriram que ajustar o caminho faz parte do processo de crescer junto. Quando o sono desandou A recrutadora Ketlen Silva, mãe de uma bebê de seis meses, investiu na higiene do sono desde o nascimento. Ainda no hospital, começou a estruturar um ritual noturno com banho, luz baixa, ruído branco, mamada e ausência de estímulos. Durante os quatro meses em que esteve em casa, a rotina funcionou quase perfeitamente. No entanto, quando ela retornou ao trabalho presencial, tudo mudou, mesmo mantendo os passos da noite normalmente. A avó assumiu os cuidados da menina, mas Ketlen se mantinha responsável pelo sono e, então, percebeu que aquele ritual de sucesso já não funcionava mais. “Eu fiquei muito chateada. Não soube lidar bem no início. Insisti na mesma rotina por um tempo, como se nada tivesse mudado. Até perceber que o dia inteiro tinha se transformado. Não adiantava querer manter a noite igual”, lembra a mãe. O ajuste exigiu reorganização completa. Nos três dias em que trabalhava fora, a avó ficou responsável pelo banho e pelo sono. Além disso, os horários precisavam ser os mesmos do home office para garantir consistência. Após um mês de tentativa e erro, as coisas parecem ter se encaixado em uma nova rotina, que também funciona e traz paz. A alimentação virou disputa Com Eloise Teixeira, mãe de uma menina de 3 anos, a rotina que funcionava era a da alimentação. Desde a introdução alimentar, a filha comia bem: aceitava arroz, feijão, carne, frango e legumes. As refeições eram feitas à mesa, sem celular, com a família reunida. Para a dona de casa, essa era uma parte resolvida da maternidade. A mudança veio entre os dois e três anos. De forma repentina, a menina passou a dizer que não gostava mais da comida da mãe, empurrava o prato, reclamava que estava ruim e até saía da mesa sem comer, além de tentar barganhar com salgadinhos, doce e joguinhos. “Comecei a me perguntar o que estava fazendo de errado. Quanto mais eu insistia, maior era a resistência dela. Cada refeição parecia mais uma disputa para ver quem ganhava”, relembra a mãe, que investiu cada vez mais na paciência para tentar lidar. Com apoio do pai e orientação do pediatra, ela decidiu mudar a postura. Passou a manter a oferta da mesma comida, sem substituir por alternativas industrializadas, e reduziu o tom de confronto. Também incluiu a filha no preparo dos alimentos seguros. “Quando ela ajuda, demonstra mais interesse em experimentar depois”, compartilha. O que aprenderam no processo As duas mães relatam que o ponto de virada foi entender que mudanças fazem parte do desenvolvimento e que insistir na fórmula antiga pode aumentar a tensão. Entre as estratégias que ajudaram, elas destacam: aceitar que fases mudam e que ajustes são necessários; evitar transformar a situação em disputa; manter a constância, mesmo quando o resultado não é imediato; contar com a rede de apoio; incluir a criança no processo, quando possível. “O que funciona hoje pode não funcionar amanhã – e está tudo bem! Às vezes, é preciso recalcular logo a rota para ter paz novamente”, aconselha Ketlen Silva. Para Eloise Teixeira, a chave está na paciência, mesmo não sendo fácil. “Não entrar em guerra com a criança muda tudo. A constância é melhor do que a pressão”, conclui.
Trocar a fralda virou uma batalha? Saiba como agir
Basta chegar a hora de trocar a fralda para a criança correr, virar o corpo ou começar a protestar. Essa resistência é comum sobretudo entre 1 e 3 anos, fase marcada pela conquista da autonomia. Com algumas “estratégias”, os cuidadores podem vencer essa batalha. Uma das principais explicações para o comportamento está na interrupção de uma atividade prazerosa, como as brincadeiras, para realizar a troca, conforme explica a psicóloga infantil Claudia Melo. “Isso pode gerar frustração intensa, já que o cérebro infantil ainda está amadurecendo e a criança nem sempre consegue controlar seus impulsos ou organizar aquilo que sente”, justifica a especialista. Antes de insistir, observe Nem toda fuga deve ser interpretada como desobediência. Em algumas situações, a criança pode estar cansada, com fome, muito envolvida na brincadeira ou ter sido surpreendida pela interrupção. Por isso, a orientação da profissional é olhar além do comportamento e antecipar o que vai acontecer. Avisar que a troca está próxima ajuda a reduzir a sensação de quebra brusca da atividade. E respeitar e incluir o pequenino pode gerar colaboração. Também vale acolher a emoção sem retirar o limite. Em vez de mandar parar de chorar, o adulto pode dizer: “Sei que você queria continuar brincando. Vamos trocar a fralda e depois você volta”. Assim, a criança se sente compreendida e entende que a troca será feita. Estratégias para cada fase A participação deve acompanhar a idade e as habilidades da criança. Pequenos convites fortalecem a autonomia sem tirar do adulto a condução do cuidado. Até 12 meses: Manter uma rotina previsível. Conversar com voz tranquila durante a troca. Fazer contato visual e cantar músicas conhecidas. Evitar excesso de estímulos. Entre 1 e 2 anos: Avisar que a troca está chegando. Oferecer escolhas simples, como selecionar entre duas fraldas. Pedir ajuda para segurar a fralda limpa ou levar o lenço umedecido. Usar músicas, histórias curtas ou brincadeiras para deixar o momento mais leve. Entre 2 e 3 anos: Criar combinados simples, como “primeiro trocamos, depois voltamos a brincar”. Usar linguagem objetiva e positiva. Reconhecer quando a criança colabora. Manter uma rotina consistente. O que costuma aumentar a resistência Segundo a psicóloga Claudia Melo, interromper a brincadeira de repente, gritar, ameaçar ou transformar a troca em uma disputa de poder tende a intensificar o conflito. Mudar a forma de agir todos os dias também reduz a previsibilidade e dificulta a colaboração. “Outro cuidado envolve o uso constante de telas para distração. Embora o recurso resolva a troca naquele momento, pode atrapalhar o desenvolvimento de estratégias próprias para lidar com pequenas frustrações”, avalia a especialista. Já a busca por ajuda profissional deve acontecer diante dos seguintes sinais de alerta: resistência muito intensa e em todas as trocas; sofrimento importante; regressão no desenvolvimento; dificuldades de comunicação ou interação; sensibilidade exagerada ao toque, aos tecidos ou à limpeza íntima. Isso não significa, necessariamente, que exista algum transtorno, mas indica que vale investigar para compreender melhor as necessidades da criança e poder ajudá-la.
Mixed feelings: mala de maternidade marca o fim da gestação
A mala de maternidade pode parecer apenas uma lista de roupas, documentos e itens práticos que serão necessários quando o parto acontecer. No entanto, para muitas mulheres, carrega um peso maior: a sensação de algo estar mudando de forma definitiva. Com tudo organizado, a percepção de que a gestação está acabando fica mais forte, quase palpável, e pode reverberar em um mix de sentimentos que merecem acolhimento. Para a psiquiatra Luana Carvalho, especialista em saúde mental materna, montar a mala costuma marcar emocionalmente o “fim da gravidez”, porque representa o primeiro gesto concreto de separação entre a mulher grávida e o bebê dentro dela. É quando deixa de ser apenas espera e passa a apontar para o desfecho real e próximo. “Ela simboliza que a gestação está chegando ao fim, que uma nova fase, irreversível, vai começar. A partir desse momento, o parto e a maternidade deixam de ser uma ideia distante. Tudo passa a ganhar contornos concretos e próximos", explica a médica. Sensações que ritual desperta Não é raro que sentimentos opostos apareçam juntos nesse processo. Ansiedade, expectativa e alegria podem caminhar lado a lado com medo, insegurança e até tristeza. Essa mistura, embora desconfortável, é considerada absolutamente normal dentro da experiência emocional da gravidez. A profissional destaca que a mala representa mais do que objetos organizados: ela simboliza a transição de gestante para mãe, de espera para encontro. “Trata-se de um marco simbólico de mudança de identidade e de vida, que materializa uma transformação interna que já vinha acontecendo”, avalia. Além disso, em muitos casos, surge uma sensação de despedida da gestação. Algumas mulheres relatam uma saudade antecipada da barriga, dos movimentos do bebê e da fase gestacional. Isso pode levar a emoções mais intensas, como choro fácil ou até silêncio reflexivo, na tentativa de assimilar o fim de um ciclo. Quando a ansiedade vem junto A frase “agora é real” surge quando a mala de maternidade fica pronta. É o instante em que a mulher percebe que não se trata mais de uma ideia ou de um futuro distante – o parto e a vida materna passam a ser concretos, próximos e inevitáveis. Entusiasmo e apreensão são sentimentos completamente normais para o momento. Para algumas mulheres, inclusive, esse ritual gera mais ansiedade do que tranquilidade. Isso acontece porque a mala também pode ativar medos relacionados: ao parto; à dor; à sensação de não dar conta; à perda de controle; às mudanças profundas na rotina e na própria identidade. A psiquiatra Luana Carvalho lembra que experiências anteriores e histórias de outras mães também têm grande influência nas sensações, porque moldam as expectativas. Dependendo do conteúdo, elas podem tranquilizar ou assustar a futura mamãe. Momento com mais presença Vale lembrar que cada mulher lida de um jeito com essa preparação. Quem monta a mala com antecedência geralmente busca organização e controle emocional diante do que está por vir. Já quem deixa para a última hora pode estar, de forma simbólica, adiando o enfrentamento da mudança que se aproxima. Mesmo assim, alguns cuidados ajudam a viver esse momento com mais presença e menos angústia: Respeitar o próprio ritmo, sem seguir comparações externas. Falar sobre os sentimentos com pessoas de confiança. Reduzir o excesso de informações negativas. Permitir-se sentir ambivalência sem culpa. A especialista ressalta que montar a mala não precisa ser um momento perfeito ou feliz o tempo todo. Sentir medo, dúvida ou tristeza não diminui o amor nem a capacidade de maternar. Essas emoções fazem parte de uma grande transformação emocional e podem ser acolhidas como parte saudável desse processo.

