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Óleo essencial nos pés relaxa e combate problemas
Óleos Essenciais

Óleo essencial nos pés relaxa e combate problemas

Incluir óleos essenciais na rotina de cuidados com os pés pode ser mais benéfico do que você imagina. Além de hidratar e proporcionar relaxamento, eles combatem problemas comuns, como fungos, inchaços e dores, funcionando como uma alternativa terapêutica e prazerosa para manter os pés saudáveis. De acordo com a podóloga Maria José Duca Vasconcelos, especialista em podologia geriátrica e cuidados com pés diabéticos, da Levezi Beleza e Estética, o uso de óleos essenciais é bastante comum e altamente recomendado. “Os pés absorvem rapidamente os componentes ativos dos óleos, o que torna essa prática eficiente para o relaxamento e a saúde geral da região”, explica. Principais óleos essenciais para os pés Entre os óleos mais utilizados nos pés, Maria José destaca os seguintes: Lavanda: promove relaxamento, alivia dores musculares e auxilia na regeneração da pele; Melaleuca (Tea tree): possui ação antifúngica e antibacteriana, ideal para prevenir infecções; Hortelã-pimenta: refresca a pele, alivia inchaços e estimula a circulação sanguínea; Eucalipto: atua como relaxante muscular e tem propriedades antissépticas; Alecrim: revitaliza os pés e ajuda a melhorar a circulação. Motivos para incluir óleos na rotina Além de hidratar a pele, os óleos essenciais oferecem outros benefícios significativos – não só para os pés, mas para o corpo e o bem-estar de modo geral. Veja só: Prevenção de infecções, graças às propriedades antifúngicas e antibacterianas. Melhora a circulação sanguínea, o que os torna ideais para pés inchados ou cansados. Alívio de dores e desconfortos, ou seja, são excelentes para relaxar após longos períodos em pé ou praticando esportes. Relaxamento profundo, já que ajudam a reduzir o estresse e promovem bem-estar geral. Pele saudável e macia, uma vez que combatem o ressecamento, deixando os pés mais hidratados. Todo mundo pode usar? Segundo a podóloga Maria José Duca Vasconcelos, os óleos essenciais podem ser usados até em pés diabéticos, mas com algumas ressalvas: precisam ser diluídos em bases vegetais e devem ser evitadas áreas com feridas abertas. “É fundamental consultar um profissional antes, para avaliar o perfil individual”, ressalta. Além desse grupo, a especialista adverte que pessoas com sensibilidade ou histórico alérgico devem sempre testar o produto em uma pequena área, antes da aplicação completa. Outro detalhe: pode misturar óleos essenciais, sim! É possível combinar diferentes óleos para potencializar os benefícios, desde que sejam respeitadas as dosagens seguras e as combinações apropriadas. “Misturar lavanda com hortelã-pimenta proporciona um efeito relaxante e revitalizante ao mesmo tempo”, exemplifica. Apesar disso, adotar um único óleo essencial também traz resultados eficazes, levando-se em conta a necessidade de cada pessoa. Como usar óleos essenciais nos pés Antes de tudo, vale reforçar que os óleos essenciais não devem ser aplicados diretamente na pele, nem podem entrar em contato com olhos, nariz e boca. O ideal é diluí-los em um óleo carreador, ou seja, próprio para essa diluição, como óleo de coco, amêndoas ou semente de uva. Isso garantirá mais segurança e melhor absorção. Não tem segredo para o uso, segundo a podóloga: 1. Diluição: misture algumas gotas do óleo essencial em um óleo carreador; 2. Aplicação: faça uma massagem na planta dos pés, calcanhares e entre os dedos, sempre evitando unhas ou áreas lesionadas. Em relação à frequência, pode ser feito de 2 a 3 vezes por semana ou conforme orientação profissional. Para Maria José, os benefícios do uso de óleos essenciais vão além dos cuidados com os membros inferiores. “Os pés possuem diversos pontos reflexológicos que estão conectados a outros órgãos do corpo. Ao massagear essas áreas com óleos essenciais, promove-se não só a saúde dos pés, mas também o equilíbrio geral do organismo”, afirma.

Pés cuidados e bonitos ajudam na autoestima
Autoestima

Pés cuidados e bonitos ajudam na autoestima

Cuidar dos pés vai muito além de uma questão estética: é um reflexo direto da autoestima e da saúde pessoal. Afinal, pés bem cuidados e saudáveis impactam na autoimagem, no conforto diário e na autoconfiança, seja em um encontro profissional ou em momentos de lazer. Um estudo publicado no periódico Research, Society and Development (2021) destaca que a autoimagem está diretamente conectada à autoestima e ao bem-estar emocional, a partir do levantamento com pessoas que têm pé diabético. Aspectos como aparência física, cuidados pessoais e percepção corporal influenciam na forma como elas se sentem e se relacionam. Conforme a pesquisa, sentir-se bem com os pés é mais do que uma questão de beleza – é um passo para se sentir mais confiante no dia a dia. Sapatos abertos em dias quentes, idas à praia ou momentos relaxantes são mais aproveitados quando os pés não causam desconforto ou insegurança. A importância dos cuidados com os pés Embora frequentemente negligenciados, os pés carregam o peso do corpo e nos sustentam ao longo do dia. Rachaduras, calosidades, fungos e unhas encravadas não apenas causam dor, como afetam a qualidade de vida e a percepção da própria imagem. De acordo com o manual de cuidados publicado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (2022), a saúde dos pés é essencial para prevenir complicações e preservar o bem-estar físico e emocional. Essas práticas incluem: Hidratação diária: ajuda a prevenir ressecamentos e fissuras; Corte correto das unhas: evita unhas encravadas e infecções; Esfoliação periódica: remove células mortas e mantém a pele macia; Escolha de calçados adequados: impede atritos e calosidades; Visitas regulares a profissionais: podólogos ajudam a identificar e tratar problemas específicos. Assim, manter uma rotina simples de cuidados é benéfico tanto para o físico, quanto para o emocional. Um pé bem tratado não apenas evita desconfortos, mas contribui para a sensação de cuidado pessoal e autovalorização. Cuide dos pés e eleve sua autoestima São esses pequenos gestos que moldam o autocuidado e fazem toda a diferença na autoimagem. Já observou como famosas, sempre expostas na mídia, dão atenção especial a essa parte do corpo - ou, quando não, prefere escondê-las em fotos e vídeos. Então, que tal se inspirar em personalidades para caprichar na sua rotina de beleza? Com curtidas acumuladas, comentários repletos de elogios e até matérias destacando a beleza dos pés, essas cinco celebridades dão aula quando o assunto é ter um pé bem tratado e saudável. Virgínia Fonseca   View this post on Instagram   A post shared by Virginia Fonseca Serrão Costa (@virginia) Virgínia é uma das maiores influenciadoras da atualidade e faz parte do seu conteúdo mostrar o dia a dia nas redes sociais, incluindo os cuidados de beleza. Além de ser focada no treino e alimentação, a apresentadora não abre mão de procedimentos como bronze, massagem e, claro, pedicure. Os pés da loira ganham ainda mais destaque com as tatuagens e as sandálias de salto alto, frequentes em seus looks. Marina Ruy Barbosa   View this post on Instagram   A post shared by Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) Receber elogios pela beleza é natural para a atriz Marina Ruy Barbosa. Basta uma visita às redes sociais da ruiva para conferir que ela é uma das principais escolhas das marcas de calçados, reforçando os comentários positivos que ganha sobre seus pés. Sandálias e sapatos abertos fazem parte do visual da empresária. Paula Fernandes   View this post on Instagram   A post shared by PAULA FERNANDES 🪄 (@paulafernandes) A cantora sertaneja Paula Fernandes aparece frequentemente quando o assunto são pés bonitos. Sem esconder essa parte do corpo, as fotos naturais postadas pela artista sempre rendem elogios de beleza e cuidado com a região. Maísa   View this post on Instagram   A post shared by +A (@maisa) Maísa é um dos nomes bem populares entre a geração mais jovem e também se destaca quando o assunto é autocuidado e aceitação. Fãs de sandália, a atriz não esconde os pés nos cliques – pelo contrário, sempre é elogiada. Kelly Key   View this post on Instagram   A post shared by Kelly Key (@oficialkellykey) Basta seguir a cantora Kelly Key nas redes sociais para conhecer seu estilo de vida focado em autocuidado. Além de dedicar boa parte do tempo à saúde e esporte, a famosa ainda dá boas dicas de beleza e sempre posta o corpo natural, incluindo os pés bem cuidados e elogiados. Faltou alguém na lista? Lembre-se que não deve haver comparação, já que cada pessoa é única, mas se inspirar a cuidar mais de si é sempre benéfico e gratificante!

Unhas dos pés: os segredos para a esmaltação perfeita
Unhas e Esmaltação

Unhas dos pés: os segredos para a esmaltação perfeita

Cuidar das unhas dos pés é mais do que uma questão estética – é também um hábito importante para a saúde e o bem-estar. Apesar de menos visíveis do que as das mãos, as unhas inferiores também merecem esmaltação e atenção especial, especialmente porque apresentam características únicas que demandam cuidados específicos. Você sabia que as unhas dos pés crescem em ritmo mais lento, são mais grossas e têm maiores chances de problemas como traumas, lesões e micoses? “Essas características exigem uma abordagem cuidadosa, tanto na rotina em casa quanto no salão”, pontua a pedicure Giovanna Lima, formada pelo Senac. Diferenças entre unhas das mãos e dos pés Embora o processo de esmaltação seja semelhante para mãos e pés, há diferenças importantes nos demais cuidados. Nas mãos, o corte pode seguir o formato desejado pela cliente e a decoração é geralmente mais elaborada. Já nos pés, a pedicure Giovanna salienta que o foco está na prevenção de problemas, como as famosas unhas encravadas, o que exige cortes retos e um cuidado maior com a limpeza e hidratação para manter a saúde em dia, e também ficar longe de fungos e bactérias. Além disso, enquanto os pés costumam ser submetidos a massagens e hidratação intensa, esses cuidados geralmente não são comumente empregados nas mãos. Como ter unhas dos pés sempre bonitas e saudáveis Para manter as unhas e os pés bem cuidados você deve se render a uma rotina de higiene e hidratação. E, para quem busca ainda uma esmaltação impecável, a pedicure Giovanna Lima detalha o passo a passo completo que deve ser realizado nos atendimentos: Higienização dos pés com produtos adequados; Secagem com toalha descartável; Corte das unhas de forma reta para evitar encravamentos; Uso de lixa para dar acabamento; Aplicação de amolecedor de cutículas e creme, seguido de borrifadas de água; Remoção de cutículas, após empurrá-las, com cuidado e atenção; Hidratação dos pés, incluindo massagem para ativar a circulação; Adotar separador dedos ou toalha torcida para que um não encoste no outro, para não estragar o processo; Aplicação de base, que pode ser hidratante, fortalecedora, nutritiva etc.; Primeira camada da esmaltação; Segunda camada da esmaltação, seguida por palitação; Finalização com extra brilho; Limpeza com algodão e acetona; Aplicação de secante e hidratante para as cutículas. “Esse processo não só deixa as unhas esteticamente bonitas, mas também ajuda a manter a saúde da região, prevenindo ressecamento e rachaduras”, reforça Lima. Manutenção e cuidados Embora a esmaltação e o esmalte dos pés dure mais tempo, a especialista recomenda manter uma frequência quinzenal para visitas ao salão, uma vez que isso ajuda a evitar problemas como ressecamento e acúmulo de pele morta. Já em casos de unhas encravadas ou lesionadas, a profissional destaca que é essencial buscar uma podóloga. “Pedicures são responsáveis apenas pelo embelezamento, enquanto condições mais complexas devem ser tratadas por especialistas”, orienta. A importância da biossegurança Para garantir uma esmaltação e um atendimento seguro e eficaz, o estúdio de beleza deve seguir obrigatoriamente as normas de biossegurança, que contemplam higienização do ambiente e materiais, uso de descartáveis e esterilização em autoclave. Sem deixar dúvidas sobre os passos necessários, a pedicure detalha as etapas essenciais e exigidas pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) para esterilização: 1º passo: retirada de peles, cutículas e algodão acumulados nos instrumentos; 2º passo: higienização dos instrumentos com álcool a 70%; 3º passo: submersão em recipiente com água e detergente enzimático; 4º passo: enxágue e secagem com papel-toalha; 5º passo: envelopamento e fechar com lacre envelopes próprios para autoclave; 6º passo: esterilização em autoclave com água destilada; 7º passo: retirada, secagem e armazenamento adequado por até sete dias. “A esterilização é a etapa mais importante e apenas a autoclave é considerada segura pela Anvisa. Fornos ou água fervente não garantem a eliminação de microrganismos”, alerta Giovanna. Além disso, o atendimento deve ser feito com luvas, máscaras, aventais e toucas.

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Mala da maternidade cedo demais: organização ou ansiedade?
Mala da Maternidade

Mala da maternidade cedo demais: organização ou ansiedade?

Na reta final da gravidez, preparar a mala da maternidade costuma ser um marco simbólico. É quando a espera ganha forma concreta, com roupinhas dobradas e listas conferidas. Mas, quando essa mala fica pronta cedo demais, vale se perguntar o que esse gesto pode estar dizendo. A psicóloga Anastacia Brum explica que a mala vai muito além da função prática. Ela representa uma travessia silenciosa, marcando a passagem da mulher para a maternidade e organizando, junto aos itens do bebê, sentimentos e expectativas. “Ao dobrar cada roupinha, muitas gestantes tentam, de forma inconsciente, organizar também as próprias inseguranças. É nesse momento que o bebê idealizado começa a se transformar no bebê real”, avalia. Planejamento X medo Preparar a mala com antecedência não significa, necessariamente, ansiedade. Quando a tarefa acontece de forma tranquila, como parte do planejamento, tende a ser apenas organização mesmo. O sinal de alerta só aparece quando a mala passa a funcionar como uma tentativa de aliviar um medo constante. Nesse caso, alguns pensamentos costumam surgir durante o processo: E se o bebê nascer antes do previsto? E se algo importante for esquecido? E se eu não souber o que fazer? E se algo sair do controle? No fundo, a mala pode ser uma forma concreta de tentar responder a uma pergunta mais profunda da gestante: será que vou dar conta? Junto da expectativa e da alegria, pode surgir também uma sensação de despedida da vida anterior, da autonomia e do controle que já não serão os mesmos. Quando a preparação gera tensão “Existe, sim, uma relação entre a mala pronta cedo demais e o medo de perder o controle. O parto é, por natureza, imprevisível e, mesmo com planejamento, há aspectos que fogem ao domínio da mãe”, aponta a psicóloga Anastacia Brum. Assim, se tudo é preparado muito antes e revisado repetidamente, pode indicar uma tentativa de organizar o que está à mão para compensar a sensação interna de incerteza. Diante disso, cabe um alerta: se gera sofrimento, não é algo saudável. Para identificar se é hora de buscar ajuda psicológica para lidar com a ansiedade, a orientação da profissional é observar alguns sinais de alerta, como: pensamentos sobre o parto que ocupam grande parte do dia; dificuldade para dormir por preocupação; irritabilidade frequente; necessidade constante de confirmação de que tudo está certo; sensação permanente de urgência; crises de choro constantes; pensamentos catastróficos persistentes; taquicardia ou falta de ar recorrente; histórico prévio de ansiedade ou depressão. Expectativa sem sobrecarga Segundo Anastacia, é importante validar as emoções da mãe sem deixar que os sentimentos dominem. Isso porque o medo não precisa desaparecer para dar lugar à sensação de ser capaz, uma vez que eles podem coexistir. Algumas estratégias simples podem ajudar a gestante a viver esse momento com mais equilíbrio: Limitar o tempo de pesquisa sobre parto e possíveis complicações. Definir uma data para preparar a mala e evitar mexer no que foi separado. Conversar abertamente sobre medos reais com o obstetra. Praticar respiração consciente e prestar atenção ao corpo. “A mala pronta cedo demais não fala apenas do parto, mas da história dessa mulher. Pode refletir perdas anteriores, tentativas frustradas ou uma necessidade antiga de controle como forma de se sentir segura. Compreender essas camadas ajuda a atravessar essa fase com mais consciência e menos julgamento”, conclui a psicóloga.

Fazer cafuné nos filhos também é um ato de cuidado
Cafuné

Fazer cafuné nos filhos também é um ato de cuidado

Nem todo cuidado com a família aparece em grandes gestos. Muitas vezes, ele está em atitudes simples, como um cafuné antes de dormir ou um abraço após um dia difícil. Embora pareçam pequenos, esses momentos têm impacto direto no desenvolvimento emocional de uma criança e ajudam a construir segurança desde cedo. A neuropsicóloga infantil Aline Graffiette, fundadora da Mental One, explica que o desenvolvimento emocional dos pequenos acontece a partir das experiências cotidianas que eles vivem com o ambiente. Emoções, pensamentos e comportamentos começam a se estruturar nesse contato diário com as pessoas e o mundo. “Para a criança, o toque comunica, de forma não verbal, mensagens centrais como: ‘estou seguro’, ‘sou importante’ e ‘não estou sozinho’. Essas experiências ajudam a formar crenças mais saudáveis sobre si mesma e sobre os outros, fortalecendo a base emocional ao longo da infância”, garante a especialista. Toque é necessidade; nunca, excesso O carinho não deve ser visto como complemento, mas parte essencial do cuidado. Se alimentação e rotina organizam as necessidades fisiológicas, o afeto físico atua diretamente no desenvolvimento emocional, cognitivo e corporal na infância. A psicóloga destaca estudos em neurociência que associam o contato afetuoso à liberação de ocitocina – hormônio ligado ao vínculo – e à redução de cortisol, relacionado ao estresse. O toque ainda impacta áreas cerebrais correspondentes à memória emocional, atenção, aprendizagem e controle das emoções. Por outro lado, pesquisas com crianças privadas de contato físico adequado mostram prejuízos no desenvolvimento cognitivo, dificuldades de vínculo e maior vulnerabilidade emocional. Isso reforça que o afeto não é exagero nem mimo: é uma necessidade do desenvolvimento saudável. Carinho regula emoções Vale lembrar que as crianças ainda não possuem maturidade neuropsicológica suficiente para autorregular emoções sozinhas. Por isso, o toque pode funcionar como um regulador externo, ajudando o sistema nervoso a sair de estados de alerta, estresse ou insegurança. “Com a repetição dessas experiências, o filho passa a internalizar essa sensação de proteção e desenvolve, gradualmente, estratégias próprias de autorregulação”, esclarece Aline Graffiette. Esse cuidado não perde importância com o passar dos anos. Na adolescência, mesmo com maior busca por autonomia, o toque continua relevante, desde que respeite limites e consentimento. São bem-vindos, sempre: um abraço breve; um toque no ombro; um gesto silencioso de acolhimento. Essas demonstrações comunicam: “estou aqui, oferecendo apoio emocional mesmo quando você não verbaliza suas necessidades”. Ritual de cuidado no dia a dia A educadora parental Marcella Andretta, do Colégio Santo Anjo, ressalta que o afeto é a base do vínculo porque transmite segurança emocional e valida o sentimento de ser amado. Essa experiência fortalece a autoestima e permite que a criança explore o mundo com mais confiança, sabendo que tem um porto seguro para onde retornar. O cafuné pode se transformar em ritual de cuidado em diferentes momentos da rotina: Ao acordar: ajuda a organizar emoções para enfrentar o dia. No retorno da escola: funciona como reconexão com as principais referências afetivas. Antes de dormir: auxilia a desacelerar pensamentos e preparar o corpo para o repouso. “Cafuné e carinho não ‘estragam’ a criança. Pelo contrário, contribuem para maior autonomia, melhor tolerância à frustração e habilidades sociais mais adaptativas. O toque não perde importância com o tempo; ele apenas se transforma”, afirma Marcella. Presença possível em dias corridos Nem sempre é possível oferecer longos momentos de brincadeira ou disponibilidade extensa. Ainda assim, a qualidade da interação é mais importante do que a quantidade de tempo. Permanecer próximo enquanto a criança brinca, demonstrar interesse genuíno e evitar distrações como o celular já são formas consistentes de presença. Segundo a educadora parental, outras demonstrações simples também cumprem esse papel de apoio, como um abraço após um momento de desregulação emocional, um carinho nas costas ou no cabelo antes de dormir, uma massagem nos pés para relaxar, o toque discreto acompanhado de escuta atenta e mesmo a criação de pequenos gestos personalizados entre pais e filhos. Juntas, as profissionais lembram: respeitar o jeito de cada criança receber afeto também é fundamental. Algumas preferem abraços longos; outras se sentem mais confortáveis com gestos breves. Adaptar o cuidado à fase do desenvolvimento e à individualidade reforça segurança e confiança.

Vale a pena usar fralda ecológica? Pediatra responde
Troca e Fraldas

Vale a pena usar fralda ecológica? Pediatra responde

A escolha da fralda é uma das decisões que mais geram dúvidas nos primeiros meses do bebê. Entre praticidade, custo e impacto ambiental, muitos pais se perguntam se as fraldas ecológicas realmente compensam ou se é melhor optar pelas descartáveis. A resposta depende menos da moda e mais do contexto de cada família. O pediatra Henrique Samuel Carvalho, da plataforma de consultas INKI, explica que as fraldas ecológicas são, na verdade, as versões de pano, mas modernizadas. As opções atuais contam com uma capa impermeável e absorvente, feita de tecidos naturais ou sintéticos, como algodão, bambu ou cânhamo. Diferentemente das descartáveis, são reutilizáveis ao lavar. “O principal benefício é a menor exposição a produtos químicos. Componentes naturais reduzem o risco de dermatites e reações alérgicas e, como não há gel superabsorvente, a umidade é percebida mais rápido, o que favorece trocas frequentes e protege a pele”, destaca o médico. Prós e contras das fraldas ecológicas Entre os principais pontos positivos estão: redução de resíduos ambientais; menor exposição a fragrâncias e compostos químicos; melhor controle térmico e respirabilidade; economia financeira a longo prazo. Por outro lado, há desafios importantes: investimento inicial mais alto; curva de aprendizado na lavagem e ajuste; maior demanda de tempo e logística doméstica; maior volume na roupa. Independentemente da escolha, o mais importante é que seja viável para a rotina da família e segura para o bebê. Avaliar contexto, logística e capacidade de manter higiene rigorosa é o que realmente define se vale a pena investir nesse modelo. Quando usar e quando evitar Segundo o pediatra Henrique Samuel Carvalho, as fraldas de pano podem ser adotadas desde o nascimento. Apesar disso, alguns pais e cuidadores preferem usar a partir dos dois ou três meses, quando o corpo do bebê se ajusta melhor e a frequência das evacuações tende a estabilizar, facilitando as trocas. Mas também há situações específicas em que o uso exige atenção redobrada ou pode ser até contraindicado temporariamente, como: Casos de candidíase de fralda: demandam protocolo rigoroso de desinfecção, pois fungos podem sobreviver a lavagens domésticas convencionais. Viagens longas ou internações: podem limitar a rotina necessária. “Em todos os casos, é preciso vigilância. A ventilação e o controle térmico são melhores devido aos tecidos naturais, mas a umidade é maior. Se as trocas não forem regulares, esse contato pode afetar a pele”, alerta o especialista. Decisão depende da rotina A organização da família é o principal fator para a decisão. Vale considerar que os primeiros meses já são marcados por privação de sono e alta demanda de tarefas, logo, a carga de lavar, secar e armazenar fraldas de pano pode gerar mais estresse. Iniciar o processo com um kit pequeno ou adotar modelo híbrido costuma ser uma estratégia mais segura para testar a adaptação. Ainda assim, os cuidados com a lavagem devem ser rigorosos para garantir a segurança da pele e evitar infecções. São eles: enxaguar a fralda previamente para remover resíduos; utilizar sabão adequado e evitar amaciantes; dar preferência à secagem ao sol por conta da ação higienizadora natural; trocar sempre que houver evacuação e, para urina, a cada 2-3 horas. “Famílias com acesso limitado à água potável, saneamento ou sem máquina de lavar podem encontrar dificuldades na higienização correta. Nesses contextos, a escolha deve considerar a viabilidade técnica de uma lavagem segura para não comprometer a saúde do bebê”, conclui Henrique.

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