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Onicofose: como prevenir e tratar
Calo e Calosidade

Onicofose: como prevenir e tratar

A saúde das unhas vai além da estética. Alguns problemas podem surgir devido ao acúmulo de pele descamada e proteínas, causando desconforto e até inflamações. Entre essas condições está a onicofose, que pode envolver as mãos e os pés e ser evitada com os cuidados certos. A onicofose, que às vezes é confundida com a onicocriptose, ocorre quando células mortas e queratina se acumulam entre a unha e a pele ao redor. Isso pode endurecer a região e levar a dor, incômodo e até mesmo processos inflamatórios, de acordo com a podóloga e pedicure Bárbara Martins, especialista em atendimento podológico com embelezamento. “A pressão de sapatos apertados, o corte incorreto das unhas e o atrito constante são as principais causas desse quadro. Além disso, o envelhecimento e problemas circulatórios podem aumentar o risco de desenvolver a condição”, explica a profissional. Como identificar e evitar A onicofose pode ser percebida pelo surgimento de pele endurecida nos cantos da unha. Em alguns casos, a região pode ficar dolorida, avermelhada e até inflamar. Para evitar esse quadro, Bárbara recomenda: Cortar as unhas corretamente, sem deixar cantos irregulares que favoreçam o acúmulo de pele morta. Evitar sapatos muito justos, que podem pressionar os dedos e agravar o problema. Manter os pés e as mãos hidratados, pois a pele ressecada favorece o acúmulo de células mortas. O que fazer para aliviar a dor Se a onicofose já estiver causando desconforto, algumas medidas podem ajudar a aliviar os sintomas: Remoção profissional: o podólogo pode remover o excesso de pele com instrumentos adequados, aliviando a dor de forma segura; Banhos mornos: a imersão dos pés e mãos em água morna ajuda a amolecer a pele endurecida; Hidratação intensiva: o uso de cremes específicos mantém a pele macia e reduz a chance de novas inflamações. “Se houver muita dor, inchaço ou sinais de infecção, como pus e vermelhidão intensa, pode ser um indicativo de complicação e precisa de atenção imediata”, alerta a especialista. Tratamento para onicofose A recomendação de como tratar deve ser feita exclusivamente por um podólogo. É ele quem remove o acúmulo de queratina com técnicas especializadas que não podem ser feitas em casa. O modo de tratamento também vai depender da gravidade: Casos leves: remoção cuidadosa da pele endurecida e orientação para cuidados preventivos. Casos mais graves: pode ser necessário acompanhamento com um dermatologista para avaliar possíveis infecções. Além disso, quando nos pés, o podólogo pode sugerir ajustes no calçado ou o uso de palmilhas para evitar a pressão nos dedos e prevenir o reaparecimento do problema. Diabetes pede atenção especial Vale ainda um lembrete para pessoas com diabetes: é necessário atenção redobrada, pois a inflamação pode evoluir para um problema mais sério. “O ideal é visitar um podólogo regularmente para evitar complicações”, reforça Bárbara Martins.

Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.
Verruga Plantar

Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.

As verrugas plantares são lesões benignas causadas pelo vírus HPV e aparecem na sola dos pés. Embora não sejam perigosas, podem causar dor e desconforto ao caminhar, além de serem persistentes e até recorrentes, em alguns casos. Apresentam uma superfície áspera e elevada, coloração amarelada ou acinzentada e podem ter pequenos pontos escuros no centro, que correspondem a vasos sanguíneos. “Surgem em áreas de pressão dos pés e podem ser confundidas com calos ou micoses. Por isso, um exame clínico detalhado é essencial para um diagnóstico correto”, destaca a dermatologista Geanny Fagundes. A real é que muitas pessoas fazem essa confusão, já que podem apresentar aspecto semelhante. No entanto, a presença de pontinhos escuros e a dor ao pisar são sinais característicos das verrugas. A podóloga Ana Maria Motta reforça que essa identificação precoce é fundamental para evitar complicações. “O tratamento pode ser feito com ácidos, laser ou cauterização, dependendo do tamanho e da profundidade da verruga”, explica. O problema é que a verruga plantar pode voltar após o tratamento. As chances de reaparecer existem, já que o HPV pode permanecer latente na pele. A dermatologista Geanny Fagundes explica que alguns fatores aumentam o risco de recidiva: Imunidade baixa: pessoas com o sistema imunológico comprometido têm maior propensão a desenvolver novas verrugas; Ambientes úmidos: frequentar piscinas, vestiários e banheiros públicos aumenta a exposição ao vírus; Microtraumas na pele: pequenas lesões ou rachaduras facilitam a infecção pelo HPV. Como evitar que a verruga plantar volte Apesar da possibilidade de surgir novamente, não significa que a verruga vá, obrigatoriamente, aparecer. Isso porque há maneiras de evitar novas ocorrências. Para tentar impedir que isso aconteça, as especialistas têm quatro recomendações principais: Manter o sistema imunológico fortalecido: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e prática regular de exercícios ajudam a fortalecer as defesas do organismo; Evitar andar descalço: usar chinelos em ambientes públicos reduz a exposição ao vírus HPV; Higienizar e secar bem os pés: a umidade favorece a proliferação do vírus, por isso, é essencial manter os pés secos; Não compartilhar objetos pessoais: toalhas, meias e calçados devem ser de uso individual para evitar contaminação. “Quem já teve verruga plantar deve redobrar a atenção ao pisar em locais úmidos, pois o vírus pode estar presente no ambiente e reinfectar a pele”, alerta Ana Maria. O que fazer se voltar Caso a verruga reapareça, a recomendação é procurar um profissional para iniciar o tratamento o quanto antes. “O ideal é tratar logo para evitar que a lesão cresça, se espalhe ou fique mais profunda”, ressalta a podóloga. A dermatologista reforça que, em casos mais resistentes, pode ser necessária uma nova abordagem terapêutica. “Temos diferentes opções, como crioterapia, eletrocauterização e laser, que podem ser utilizadas conforme a necessidade do paciente”, explica. Por isso, ao notar qualquer sinal de verruga plantar, o melhor caminho é buscar um dermatologista ou podólogo para avaliar o caso e definir o tratamento mais adequado. “Se a verruga causar dor intensa, sangramento ou mudança de aparência, procure um médico imediatamente”, finaliza a médica.

Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites
Fascite Plantar

Fascite plantar piora com caminhada? Entenda limites

A fascite plantar traz sintomas como dor no calcanhar ao acordar, sensação de rigidez na sola do pé e desconforto nos primeiros passos do dia. Quando os incômodos aparecem, é comum surgirem muitas dúvidas. Entender se a caminhada está totalmente proibida é uma das principais. Spoiler: dependendo do caso e com bastante cuidado, não! De acordo com a fisioterapeuta Tatiane Roschel, da clínica Movimento & Postura, a fascite plantar é um processo inflamatório ou degenerativo da fáscia plantar, estrutura responsável por sustentar o arco do pé e absorver impacto durante os movimentos, incluindo a caminhada. “Mas o problema não é apenas caminhar. O problema é caminhar com sobrecarga. O corpo costuma dar sinais claros de que existe excesso de esforço ou impacto na região”, adverte a profissional. É melhor não caminhar se… A piora dos sintomas associados à doença é uma bandeira vermelha para a caminhada. Isso porque os desconfortos costumam ser mais intensos após longos períodos em pé ou andança excessiva. Entre os alertas para reduzir ou interromper temporariamente a atividade estão: aumento progressivo da dor; desconforto persistente após a caminhada; piora dos sintomas no dia seguinte. Segundo Tatiane, um leve desconforto controlado, sem agravamento ao longo do dia e com recuperação rápida, costuma representar uma zona mais segura para continuar a atividade. Hábitos simples também pioram dor Vale lembrar que a culpa não está só no andar. Outras situações comuns no dia a dia também aumentam a sobrecarga na fáscia plantar, pioram a dor e, consequentemente, dificultam a recuperação. Fique atento a: longos períodos em pé; impacto repetitivo; rigidez da panturrilha; caminhadas descalças em superfícies duras. “O uso de calçados inadequados é outro agravante, principalmente quando o pé já apresenta sinais de inflamação. Observe estabilidade, amortecimento e suporte para o arco dos pés”, orienta a fisioterapeuta. Correção da sobrecarga Quando o assunto é aliviar e tratar a fascite plantar, a profissional explica que há medidas imediatas e abordagens terapêuticas a longo prazo. O primeiro grupo envolve uma série de ações para ajudar no controle momentâneo da dor, mas sem potencial de cura isoladamente, como: alongamento da panturrilha; automassagem com bolinha na sola do pé; aplicação local de gelo; redução de impacto nas atividades. Já um tratamento mais eficiente costuma contemplar: mobilidade do tornozelo; alongamento da cadeia posterior; fortalecimento dos pés; treino de marcha; reeducação postural; consciência corporal; equipamentos fisioterapêuticos. A melhora inicial costuma aparecer entre duas e quatro semanas, enquanto a recuperação progressiva pode levar de seis a 12 semanas. O retorno seguro às caminhadas tende a acontecer quando não há dor ao caminhar, rigidez matinal ou dificuldade no controle do movimento.

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A pele do bebê avisa quando algo não vai bem
Assadura

A pele do bebê avisa quando algo não vai bem

Muito mais que ser delicada, a pele do bebê pode funcionar como um dos primeiros lugares onde o corpo sinaliza que precisa de mais atenção. Na rotina de cuidados, vermelhidões e irritações, como as assaduras, costumam ser sinais visíveis de que algo não está em equilíbrio. A pediatra Maitê Yukie Ota Kyllonen, do Hospital Prontil, explica que a pele é o maior órgão do corpo e funciona como barreira de proteção contra o meio externo. Alterações como dermatites, brotoejas e assaduras são queixas frequentes no consultório, especialmente nos primeiros meses de vida. “Inclusive, na medicina oriental, a doença de pele está muito relacionada a um desequilíbrio interno. Tudo que comemos, sentimos e usamos afeta este órgão, que é o principal responsável por proteger nosso corpo contra o exterior”, afirma a médica. Por que a assadura é tão comum Em bebês, a assadura é uma das situações mais habituais devido ao uso contínuo de fraldas. Isso porque a umidade, o contato prolongado com urina e fezes e o atrito constante favorecem irritações na região. Quando a assadura demora mais do que algumas semanas para melhorar, pode estar associada a fatores alimentares ou até emocionais, o que reforça a importância de compreender o contexto familiar. Ainda segundo a pediatra, o suor também pode contribuir para o quadro, principalmente em bebês com muitas dobrinhas. Já nas crianças maiores, a urticária passa a ser mais comum devido à maior exposição a alérgenos, como corantes. Quando a assadura exige um médico Nem toda vermelhidão é motivo de preocupação imediata. No entanto, alguns sinais indicam que não se trata apenas de uma assadura leve e merecem avaliação médica: úlceras; pápulas eritematosas (bolinhas vermelhas); bolhas; pus; crostas; dor extrema; sinais flogísticos, como calor, rubor e inchaço, que remetem à infecção por fungos ou bactérias. “Um quadro pode se agravar quando surgem ulcerações, infecções secundárias ou quando se torna mais crônico. Normalmente, essas situações estão associadas a alergias ou fatores alimentares ou mesmo emocionais”, reforça a pediatra Maitê Yukie. Como prevenir e evitar erros A melhor forma de se precaver das assaduras é manter íntegra a barreira de proteção da pele. Hidratar adequadamente ajuda a proteger e a evitar que essa barreira se rompa, abrindo espaço para doenças cutâneas. Usar qualquer pomada não é a melhor solução para isso. “Nem toda pomada deve ser usada no tratamento da assadura. É necessária avaliação médica para entender o tipo de lesão e definir o tratamento adequado”, orienta a especialista. Sem contar que, quando a assadura se repete com frequência, é preciso individualizar o caso e avaliar o contexto familiar. Nesses casos, pode haver falha terapêutica ou necessidade de investigação mais aprofundada.

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças
Cafuné

Cafuné antes de dormir acalma bebês e crianças

Antes do soninho chegar, pequenos rituais podem ajudar bebês e crianças a se prepararem para o descanso. Um exemplo simples, mas poderoso, é o cafuné: o toque suave é capaz de sinalizar que o dia está chegando ao fim, além de favorecer o relaxamento, a segurança emocional e a transição entre vigília e sono. Esse gesto carinhoso faz parte da rotina da hora de dormir que a artesã Daiana da Silva adota com seu filho de dois anos. Inspirada em uma lembrança da própria infância, ela manteve o hábito com o menino como uma forma de conexão antes de dormir. “Percebo que ele dorme melhor e mais rápido quando esse momento de aconchego acontece. Eu também sou assim, por isso meu namorado sempre faz em mim. A gente lê uma historinha e depois ficamos no chamego do cafuné, em família, até adormecer”, conta. O poder de um gesto de carinho Segundo a neurologista Priscila Mageste, especialista em medicina do sono, gestos como o cafuné podem ajudar no processo de desaceleração que antecede o ato de dormir. Isso porque movimentos lentos funcionam como um sinal para o corpo iniciar a transição entre estar acordado e entrar no descanso. “O toque suave ativa receptores da pele que se conectam ao sistema sensorial e às áreas cerebrais ligadas às emoções e ao conforto. Isso favorece a sensação de segurança e contribui para que o organismo desacelere”, explica a médica. Com essa ativação, algumas respostas fisiológicas começam a mudar: a respiração se torna mais lenta, a frequência cardíaca diminui e as ondas cerebrais passam gradualmente para um ritmo associado ao relaxamento e ao início do sono, com a liberação de hormônios associados à sensação de segurança e conforto. Ritual para desacelerar De acordo com a profissional, repetir esse gesto dentro de um protocolo noturno pode ajudar o cérebro da criança a reconhecer que o momento de dormir está chegando. A previsibilidade da rotina reduz o estado de alerta e facilita o relaxamento, especialmente após um dia cheio de estímulos. Entre os primeiros anos de vida, esse tipo de regulação externa costuma ser ainda mais importante porque o sistema nervoso segue em desenvolvimento. Além do cafuné, outras práticas podem integrar esse momento, como: leitura de uma história tranquila; ouvir música calma; banho morno no período da noite; diminuir a intensidade das luzes do ambiente. “Com o tempo, porém, é importante que o cafuné não seja o único sinal associado ao início do sono. A criança também precisa desenvolver autonomia para adormecer sem depender exclusivamente do contato físico”, orienta a médica do sono Priscila Mageste. Mudanças com o evoluir com a idade Mesmo que uma rotina noturna funcione muito bem para o bebê cair no sono, isso tende a mudar com o crescimento dele. Afinal, as necessidades já não são mais as mesmas quando o bebê se torna uma criança, assim como a própria rotina familiar, que se transforma ao longo desse desenvolvimento. Nesse sentido, a neurologista destaca algumas medidas eficazes: Manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos finais de semana. Expor a criança à luz natural pela manhã (com proteção). Reduzir estímulos e atividades agitadas no período da noite. Evitar o uso de telas pelo menos duas horas antes de dormir. Reservar o quarto para o momento de descanso. Criar uma rotina consistente em casa faz diferença. Para Priscila, a melhora do sono costuma acontecer de forma gradual, com hábitos que ajudam o corpo e o cérebro da criança a reconhecer, dia após dia, que chegou a hora de descansar.

Como saber se o bebê está com cólica ou gases?
Doenças e Dores

Como saber se o bebê está com cólica ou gases?

Desconfortos abdominais são comuns nos primeiros meses de vida e costumam gerar muita dúvida nos cuidadores. Embora gases e cólicas possam causar as mesmas reações, como choro e irritação, não são situações iguais. Entender a diferença ajuda a lidar melhor com o quadro e tratá-lo corretamente. A gastroenterologista pediátrica Aline Falleiros explica que a cólica do lactente é considerada um distúrbio funcional ligado à maturação dos sistemas gastrointestinal e nervoso. Por outro lado, os gases fazem parte do processo digestivo normal e, na maioria das vezes, causam apenas um incômodo leve e passageiro. Segundo a especialista, gases e cólicas podem ocorrer ao mesmo tempo, já que a fermentação do leite no intestino leva à produção de gases ao longo do dia e da noite. Inclusive, a presença dos gases indica que a digestão está acontecendo normalmente. Gases X cólicas Os gases costumam provocar um desconforto abdominal leve, acompanhado de aumento do volume da barriga e flatulência. O choro, quando aparece, tende a ser esporádico, de menor intensidade e melhora rapidamente, sem se repetir de forma sistemática ao longo dos dias. Já a cólica apresenta um padrão mais previsível e repetitivo. O bebê pode ter episódios frequentes de choro inconsolável, geralmente no fim da tarde ou início da noite, várias vezes na semana. Mesmo que não dure três horas seguidas exatamente, o que define o quadro é a repetição desse comportamento por dias consecutivos. Além disso, alguns sinais corporais costumam acompanhar a dor abdominal mais intensa. A médica destaca os principais para ficar de olho: rosto avermelhado; contrações visíveis no abdome; enrijecimento muscular; torções do corpo; irritação intensa e dificuldade para se acalmar. O que pode causar ou piorar Um dos argumentos populares é que engolir ar durante a mamada ou uso de mamadeira provoca gases. Entretanto, não há evidências de que isso aumente o problema. Na verdade, a produção de gases está relacionada sobretudo à ação das bactérias da microbiota intestinal durante a digestão. Já a cólica do lactente não tem uma única causa definida. Alguns estudos indicam que pode estar associada a fatores como: imaturidade do sistema nervoso central; alterações na motilidade intestinal; hormônios gastrointestinais; composição da microbiota; fatores ambientais e biopsicossociais da família. Apesar de muito desconfortável, a cólica é autolimitada: costuma surgir nas primeiras semanas de vida, atingir o pico entre a sexta e a oitava semana e melhorar progressivamente até os três ou quatro meses, desaparecendo quase sempre antes dos cinco meses. O que alivia gases e cólicas do bebê Durante as crises, o mais importante é tentar acalmar o bebê. Algumas medidas simples e seguras podem ajudar a resolver a questão: dar colo com movimentos ritmados; manter contato direto da barriga do cuidador com a do bebê; enrolar o bebê como um “charutinho”; posicionar de lado ou de bruços (sempre com supervisão); colocar compressas mornas no abdome, com cuidado para evitar queimaduras; recorrer a ruídos brancos. A gastropediatra Aline Falleiros reforça que não há comprovação científica sobre a eficácia dos medicamentos para as cólicas, mesmo que alguns bebês se beneficiem em casos específicos. Os chás também não são indicados antes dos seis meses de vida. Já as restrições alimentares maternas só devem ser consideradas quando houver diagnóstico de alergia ou intolerância feito pelo pediatra. Quando procurar o médico A avaliação médica é recomendada sempre que surgirem sinais de alerta, como: sangue nas fezes; dificuldade para ganhar peso; febre; recusa para mamar; vômitos frequentes ou com sangue. Nessas situações, é fundamental investigar causas além dos desconfortos funcionais comuns da infância para o especialista definir o melhor tratamento.

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