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Pés na terceira idade e os cuidados necessários
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Pés na terceira idade e os cuidados necessários

Os pés são fundamentais para a mobilidade e equilíbrio, mas sofrem alterações significativas com o avanço da idade. Essas mudanças vão desde o ressecamento da pele até deformidades articulares, que tornam os cuidados com a região ainda mais necessários, sobretudo para preservar a saúde e a qualidade de vida dos idosos. De acordo com o ortopedista Sérgio Costa, cofundador do canal Longidade, as transformações nos pés durante a terceira idade envolvem tanto o formato quanto a funcionalidade dos membros. “Com o tempo, a osteoartrite e a perda de elasticidade ligamentar podem deformá-los, causando joanetes e dedos em garra, além de ocorrer a redução do coxim plantar, que amortece os impactos ao caminhar”, cita. O podólogo Joaquim Sato acrescenta que o ressecamento da pele e o afinamento dos tecidos também tornam os pés mais suscetíveis a rachaduras e infecções. “A pele perde elasticidade e oleosidade com o passar dos anos, o que aumenta o risco de complicações, como micoses e rachaduras nos calcanhares”, alerta. Alterações mais comuns nos pés de idosos Entre as principais mudanças que ocorrem ao longo da vida, os profissionais destacam: Deformidades articulares, como joanetes (hálux valgo) e dedos em garra, causadas pela artrose; Redução do coxim plantar, resultado da perda da camada de gordura que protege a sola dos pés, provocando desconforto ao caminhar; Rigidez articular, causada pela diminuição da flexibilidade das articulações; Ressecamento e rachaduras, consequências da perda de elasticidade e hidratação da pele; Alterações nas unhas, como engrossamento e maior suscetibilidade a infecções fúngicas. Cuidados essenciais Para prevenir complicações e manter a saúde dos pés, é fundamental adotar uma rotina de cuidados. Entre eles, Sato recomenda: 1. Hidratação diária: use cremes específicos para evitar ressecamento e rachaduras. 2. Higiene adequada: lave os pés com sabonetes suaves e seque bem entre os dedos. 3. Corte correto das unhas: sempre reto, para evitar encravamentos. 4. Calçados apropriados: escolha sapatos confortáveis, com solado acolchoado e material respirável. 5. Exercícios e alongamentos: práticas simples ajudam a manter a flexibilidade e prevenir dores. Outro ponto importante é estar atento com lesões típicas da terceira idade. Isso porque, com o envelhecimento, tais ocorrências se tornam mais frequentes. Segundo o médico, vale redobrar a atenção com: Neuropatias, caracterizadas por danos nos nervos periféricos, que causam dormência ou formigamento; Fascite plantar, que é uma inflamação na sola do pé devido à sobrecarga; Fraturas por fragilidade, decorrentes da osteoporose; Úlceras e calosidades, agravadas pelo uso de calçados inadequados. Quando procurar um profissional? A terceira idade já requer visitas mais frequentes a consultórios médicos, inclusive do ortopedista. Quanto o assunto envolve os pés, a indicação é marcar consultas semestrais, caso não haja nenhum incômodo, ou buscar o especialista logo quando alguma queixa surgir. Já na rotina com a podologia, Joaquim recomenda visitas mensais para prevenir e tratar problemas como calosidades, unhas encravadas e micoses. “A manutenção regular ajuda a evitar complicações mais graves e mantém os pés saudáveis”, afirma. Agora, uma curiosidade: sabia que, durante a terceira idade, o número dos sapatos tende a mudar? O ortopedista Sérgio Costa confirma que os pés podem aumentar ligeiramente com o tempo. “Alterações na estrutura óssea, como a artrose, e inchaços causados por problemas circulatórios podem levar ao uso de calçados maiores e mais confortáveis”, explica.

Canelite: o que é? E o que fazer para prevenir?
Corrida

Canelite: o que é? E o que fazer para prevenir?

A palavra "canelite" está diretamente relacionada à corrida. Ela é um termo popularmente usado para se referir à dor ou inflamação nos músculos e tecidos da região da canela (perna inferior), especificamente ao longo da tíbia. Esse problema geralmente ocorre em pessoas que praticam atividades de alto impacto, como a corrida, especialmente quando há um aumento repentino na intensidade ou volume da atividade.   A canelite pode ser causada por: Sobrecarga excessiva; Pisada inadequada; Uso de calçados inapropriados; Corrida em superfícies duras ou desiguais.   Prevenir a canelite e melhorar o quadro, caso já tenha ocorrido, envolve algumas estratégias e exercícios que visam reduzir o estresse na região da canela, melhorar a força muscular e corrigir possíveis desequilíbrios. Aqui estão algumas dicas e exercícios que podem ajudar.   Prevenção da Canelite   Aumente a intensidade gradualmente: evite aumentar a carga de treino de forma abrupta. Aumente a distância, tempo e intensidade de forma gradual (não mais do que 10% por semana), permitindo que os músculos e tendões se adaptem. Calçados adequados: use tênis específicos para a corrida e que ofereçam bom suporte ao arco do pé. Se necessário, consulte um especialista para avaliar a sua pisada e, se necessário, usar palmilhas ortopédicas. Evite superfícies duras: sempre que possível, corra em superfícies mais macias, como grama ou trilhas. Correr em asfalto ou concreto pode aumentar o impacto nas pernas. Fortalecimento muscular e alongamento: fortalecer a musculatura da perna, incluindo a panturrilha e os músculos tibiais, pode ajudar a reduzir o risco de lesões. Alongamento e mobilidade: realizar alongamentos dinâmicos antes da corrida e alongamentos estáticos após o treino pode ajudar a manter a flexibilidade dos músculos e tendões. Descanso adequado: dê tempo suficiente para os músculos se recuperarem entre os treinos. O descanso é fundamental para a prevenção de lesões. Caso haja lesão, pode ser tratada com descanso, gelo, alongamento e, em alguns casos, com o auxílio de fisioterapia. Se os sintomas persistirem, é sempre importante buscar a orientação de um médico, fisioterapeuta ou podólogo especialista para evitar complicações.

Calcanhar rachado: greta e fissura são a mesma coisa?
Calcanhar Rachado

Calcanhar rachado: greta e fissura são a mesma coisa?

Os calcanhares rachados vão muito além de um incômodo estético. Quando a pele apresenta aberturas mais profundas - chamadas de gretas ou fissuras -, o problema pode evoluir para dor, sangramento e até infecções. Mas, afinal, há diferença entre esses dois termos? Como tratar cada um? Conforme explica a dermatologista Adriana Hernandez, especialista em Dermatofuncional pelo IBECO, ambos os termos são usados para descrever rachaduras na pele, especialmente na região dos pés. “Gretas e fissuras indicam o rompimento da barreira cutânea, geralmente causado por desidratação severa, pressão nos calcanhares ou exposição ao clima seco. Esses cortes podem ser dolorosos e favorecer a entrada de micro-organismos.” A médica explica ainda que a pele dos calcanhares está entre as mais espessas do corpo e também é uma das que mais sofre com o ressecamento. Isso ocorre principalmente quando há sobrepeso, uso de calçados inadequados ou negligência nos cuidados diários, sobretudo da hidratação regular. Maior risco de rachaduras De acordo com Adriana Hernandez, alguns grupos apresentam maior propensão às rachaduras, ou melhor, às gretas e fissuras nos pés. Entre eles estão: Diabéticos, devido à tendência ao ressecamento e maior risco de infecções; Idosos, que têm pele naturalmente mais seca e menos elástica; Indivíduos com hipotireoidismo, condição que pode deixar a pele áspera; Obesos, já que o excesso de peso intensifica a pressão sobre os calcanhares; Pessoas com histórico familiar, visto que a predisposição genética também conta. Como tratar greta ou fissura O tratamento envolve uma combinação de hidratação potente, esfoliação suave e uso de produtos específicos. Para isso, a dermatologista recomenda: Cremes hidratantes com ureia, lanolina, glicerina ou ácido láctico, que ajudam a restaurar a barreira cutânea e reter a umidade; Esfoliação leve, com pedra-pomes ou esfoliantes naturais, feita semanalmente; Máscaras para os pés, que intensificam a hidratação; Meias de algodão para dormir, pois mantêm a umidade na pele durante a noite. “Evite lixar em excesso, pois isso pode agravar o quadro e estimular o espessamento da pele”, orienta a médica. Quando o calcanhar rachado vira risco à saúde Embora muitas vezes pareçam inofensivas, as gretas e fissuras podem evoluir para quadros mais graves. Segundo a especialista Adriana Hernandez, é hora de ligar o alerta quando houver: Sangramento, dor intensa ou coceira persistente; Sinais de infecção, como vermelhidão, calor e secreção; Úlceras profundas que dificultam caminhar ou manter-se em pé. Nesses casos, é essencial buscar avaliação médica para evitar complicações, principalmente em pessoas com doenças crônicas, como diabetes. Como evitar que o problema volte Após o tratamento, é necessário manter uma rotina de cuidados para evitar recidivas. Isso significa alguns cuidados constantes: Hidratar os pés diariamente, após o banho; Evitar banhos muito quentes, que ressecam a pele; Usar calçados adequados, que não geram atrito constante nos calcanhares; Beber bastante água, promovendo a hidratação de dentro para fora; Corrigir hábitos prejudiciais, como andar descalço em superfícies ásperas. Se o problema persistir ou se houver agravamento, a recomendação principal é procurar um dermatologista. “Rachaduras nos calcanhares podem parecer simples, mas quando negligenciadas, tornam-se porta de entrada para infecções sérias”, conclui a dermatologista.

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Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro
Banho

Banho no recém-nascido: 10 dicas para se sentir mais seguro

O banho do recém-nascido é daqueles momentos que mais despertam insegurança nos pais. Medo do bebê escorregar, de se afogar, de a água entrar no ouvido ou de não saber segurar direito estão entre os receios comuns registrados nas primeiras semanas. O cuidado envolve confiança e adaptação, mas algumas dicas podem ajudar. Antes do primeiro banho da filha, a relações públicas Ana Cristina, 28 anos, tentou se preparar ao máximo. Ela e o marido fizeram cursos, assistiram a vídeos, leram livros e até deram banho em bebês de amigos, mas ainda assim o receio persistia. O maior medo era de afogamento na banheira ou de o suporte dela ceder. A solução veio ao optar pelo chuveiro, no colo e com a água controlada. Isso trouxe mais segurança à mãe, que conseguiu finalmente relaxar e aproveitar o momento de verdade. “Parece que meu medo desapareceu e pude curtir o banho da minha filha pela primeira vez”, lembra. Por que banho gera tanto medo Para a enfermeira obstetra Karina Trevisan, o medo do banho está muito ligado ao desconhecido. Afogar o bebê ou deixá-lo escorregar são os receios mais frequentes, especialmente nas primeiras experiências. Também surgem dúvidas sobre a necessidade do banho diário, principalmente quando há muitas trocas no dia. “Essa avalanche de questionamentos mostra que o medo não está apenas na técnica, mas no excesso de informação e na falta de confiança. A própria preparação da banheira pode aumentar a tensão de quem está inseguro: montar, encher, organizar”, acrescenta a especialista em cuidados da saúde. A temperatura é outro ponto de insegurança dos cuidadores. Nos dias frios, a dica é aquecer o próprio ambiente antes de começar o banho, o que ajuda na sensação de aconchego. Já no calor, o bebê regula melhor a temperatura, mas o local ainda precisa estar com um clima confortável. Dicas que aumentam a confiança Você sabia que o bebê não tem medo de água? Ou que não é ruim cair água no rosto ou no ouvido dele, por exemplo? Embora muitos pais imaginam isso, o bebezinho costuma até aproveitar o momento. Por isso, a confiança deve vir do adulto. Quanto mais centrado e consciente do que está fazendo, mais tranquila será a experiência. Algumas dicas podem ajudar a “destravar”: 1. Testar a temperatura da água no antebraço, garantindo que esteja morna, sem necessidade obrigatória de termômetro. 2. Enrolar o bebê em uma fraldinha no início, tanto na banheira quanto no chuveiro, para dar mais segurança. 3. Apoiar o corpo do bebê junto ao do adulto e segurar a cabeça com firmeza. 4. Ter atenção ao virar o bebê na banheira para não molhar o rosto inadvertidamente. 5. Iniciar o banho pela cabeça, especialmente na imersão, antes de mergulhar totalmente o corpo. 6. Evitar estímulos excessivos e tornar o momento menos técnico e fluido. 7. Considerar o banho de chuveiro como alternativa prática e calmante. 8. Observar como o bebê reage após o banho (alguns ficam mais relaxados, outros mais despertos) para escolher o melhor horário. 9. Se o banho noturno favorecer um sono mais longo, aproveitar para descansar junto com o bebê. 10. Manter uma rotina, mas entendendo que cada família pode adaptar o horário conforme a resposta da criança. “A dica-chave é confiar. Existe um instinto por trás da maternidade e da paternidade. Você é capaz de dar banho no seu bebê de uma maneira tranquila”, afirma a enfermeira obstetra Karina Fernandes Trevisan. Quando a segurança chega Na experiência de Ana Cristina, entender que não existe só um jeito correto para o banho acabou mudando a percepção. “Tudo bem não usar a banheira e optar pelo chuveiro. Isso não nos torna menos pais. Considere a melhor opção para a sua família”, diz. Nesse sentido, a especialista alerta os pais a não deixarem que comentários inseguros ou opiniões alheias interfiram nesse momento. Avós e familiares costumam transmitir seus próprios medos, mas o banho só deve ter espaço para troca, carinho e confiança. “Um ambiente calmo, uma conversa durante o banho, a sensação de segurança no toque e a confiança de quem conduz fazem com que o momento se torne mais prazeroso e menos cercado de tensão. Outra pessoa não precisa assumir isso por insegurança dos pais”, finaliza Karina.

Meu filho de 4 anos não divide brinquedos: como agir?
Adaptação e Ambiente

Meu filho de 4 anos não divide brinquedos: como agir?

Por volta dos quarto ano de vida, a dificuldade de uma criança em dividir brinquedos costuma gerar constrangimento (sobretudo em locais públicos) e dúvidas nos pais. Embora interpretadas como egoísmo ou falta de limite, essas explosões costumam refletir imaturidade emocional própria da idade. Entender essa diferença é o primeiro passo para intervir com equilíbrio. Foi o que aconteceu com a social media Ana Sarah Lima, mãe de um menino de 4 anos. Os episódios começaram depois da entrada na creche e se repetiram nos encontros com primos. Em situações de disputa, ele insistia que o brinquedo era dele e reagia com choro ou resistência quando outra criança se aproximava. “No começo, eu briguei e disse que ele não podia ser egoísta, porque nós não agíamos assim com ele em casa. Depois, percebi que não era algo isolado e que eu precisava mudar a forma de ensiná-lo”, relata. Por que dividir é tão difícil? De acordo com a psicóloga clínica Patricia de Paula Costa, que atua com terapia cognitivo comportamental e atende crianças, esse comportamento é absolutamente esperado nessa fase. É quando o pequeno está no estágio pré-operatório descrito por Piaget, marcado pelo egocentrismo cognitivo. Isso significa que ainda não compreende plenamente o ponto de vista do outro. Não se trata de egoísmo moral, mas de limitação do desenvolvimento. Portanto, o que acontece nesse momento: A noção de reciprocidade ainda está em construção. A autorregulação emocional é imatura. A frustração é vivida de forma intensa e concreta. Não há repertório cognitivo suficiente para esperar ou negociar. “Ensinar a dividir exige paciência, repetição e formas lúdicas de conduzir a birra para que a criança se sinta ajudada, não invadida”, orienta a profissional. Explosão X sinal de alerta Nessa fase, há um descompasso natural entre desejo intenso, linguagem em expansão e capacidade limitada de autorregulação. O pensamento ainda é concreto e dicotômico, ou seja, sem meio-termo – o famoso “é meu” ou “não é justo”. Já o “escândalo” associado à recusa funciona como descarga emocional, não como manipulação intencional. A birra esperada costuma: surgir diante de frustração clara; durar pouco tempo; acontecer principalmente com figuras de apego; cessar após acolhimento ou limite. Enquanto isso, é importante prestar atenção em alguns sinais nas situações que a criança não quer dividir um brinquedo: frequência muito alta e em vários ambientes; agressividade persistente; dificuldade de se reorganizar mesmo após ajuda; prejuízo significativo nas relações sociais; escândalos sem contexto claro de frustração. Segundo a especialista, o critério central para diferenciar é o impacto funcional. Buscar entender se o comportamento está realmente prejudicando o desenvolvimento social e emocional da criança faz toda a diferença neste momento. Como agir no momento de gritaria infantil Vergonha e dúvida invadem a mente dos pais e cuidadores quando uma situação como essa acontece. No entanto, a chave é validar o sentimento e manter o limite. Lembre-se: educação respeitosa não é permissiva. Na prática, isso significa: autorregulação do adulto primeiro; abaixar-se na altura da criança; nomear a emoção; manter o limite com clareza; oferecer alternativa possível; evitar longas explicações racionais; não ceder apenas para cessar o choro. Sim! Ceder para acabar com o escândalo pode reforçar negativamente o comportamento e ensinar a criança a fugir da frustração em vez de aprender a regulá-la. Como ensinar a dividir brinquedos na prática A psicóloga clínica Patricia de Paula Costa reforça que compartilhar é uma habilidade individual e não uma obrigação moral. O comportamento se aprende com modelo, repetição e previsibilidade. E algumas estratégias podem ajudar: ensinar antes do conflito; brincar de revezamento (“minha vez, sua vez”); usar jogos simples que envolvam espera; reforçar positivamente quando a criança aguarda; separar previamente brinquedos que poderão ser compartilhados; criar combinados simples e sustentáveis. Foi o que fizeram Ana Sarah e o marido. Ao perceberem que brigar não funcionava quando o filho de quatro anos não queria dividir nada, eles passaram a encenar situações de divisão em casa, usando brincadeiras para ensinar revezamento. Hoje, o menino ainda tenta não compartilhar em alguns momentos, mas repensa quando recebe uma orientação mais clara e direcionada. “Ensinar a dividir não significa forçar a divisão. A empatia se desenvolve gradualmente e a criança aprende mais pela modelagem do que pelo discurso. O adulto precisa estar disposto a repetir incansavelmente, com calma, até dar certo”, finaliza a psicóloga.

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?
Troca e Fraldas

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?

O cheirinho de talco é uma das maiores lembranças da infância e, durante anos, o produto foi parte essencial da troca de fraldas. De uns tempos para cá, com o avanço das orientações médicas, a recomendação tem sido ajustada. A segurança na aplicação e a quantidade de produto utilizada são alguns dos pontos que despertam dúvidas. Para o pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, o talco em pó não precisa mais fazer parte da rotina dos bebês, especialmente os pequeninos, pelo risco respiratório. Isso porque algumas partículas podem ser inaladas involuntariamente durante a aplicação. Possíveis irritações na pele também entram como motivo para evitá-lo. Exagerar na quantidade é problema Em excesso, o uso de talco pode ser ainda mais crítico. É comum pensar que mais talco pode ajudar quando a pele está machucada ou úmida. No entanto, a abundância tende a piorar os quadros. Nesses casos, o ideal é reforçar a higiene adequada, garantir boa secagem da região e utilizar pomadas de barreira, quando necessário. Para saber se exagerou na dose, o médico dá uma dica simples: observe se o produto está acumulado nas dobrinhas da pele do bebê. Além disso, usar uma perceptível grande quantidade em cada troca é mais um sinal que denuncia exagero. “Caso haja indicação de uso, a orientação é aplicar apenas uma camada fina e sempre com orientação do pediatra, o que geralmente é feito nas consultas de puericultura”, ressalta o especialista. Sinais de alerta A dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, reforça que a pele do bebê é muito mais fina e sensível do que a do adulto. Por isso, muito talco pode ressecar a região, alterar a barreira natural da pele e favorecer irritações. “Alguns pós contêm fragrâncias ou conservantes que podem desencadear dermatite de contato, com vermelhidão e desconforto”, alerta a médica. Entre os sinais de que o produto pode estar fazendo mal ao bebê estão: vermelhidão persistente; descamação ou aspecto esbranquiçado da pele; pequenas bolinhas ou placas irritadas; aumento da sensibilidade ao toque; choro durante a troca de fraldas. Em quadros mais intensos, podem surgir fissuras ou áreas inflamadas, especialmente nas dobrinhas. Cautela do começo ao fim O cuidado deve começar na hora de escolher o talco, caso haja liberação do pediatra para utilizá-lo. Segundo a dermatologista, há diferenças entre os tipos de pó, como produtos à base de talco mineral e à base de amido (milho ou arroz). “Mesmo as versões consideradas ‘infantis’ devem ser usadas com cautela, sobretudo quando contêm perfume, corantes ou múltiplos aditivos”, alerta a especialista Maria Carolina Corsi. Outro ponto importante é que o pó pode acumular nas dobras da pele e se misturar com a umidade, formando uma pasta que aumenta o atrito local. O excesso acaba: retendo umidade; dificultando a ventilação da região; causando assaduras; favorecendo infecções por fungos e bactérias. Troca de fraldas eficiente Para prevenir assaduras sem recorrer ao talco, a base dos cuidados é simples: trocar a fralda com frequência; limpar suavemente com água morna ou lenços sem fragrância; secar bem, sem esfregar; permitir que a pele “respire” alguns minutos, sempre que possível. Caso surjam assaduras frequentes ou lesões que não melhoram em poucos dias, a recomendação é procurar avaliação médica.

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