Tenys Pé de embalagem nova
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Tenys Pé Sabrina Sato
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Nova linha cabelos crespos
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Conheça o Universo do Pé
Mitos e verdades sobre as micoses
As micoses são infecções fúngicas que podem afetar a pele, unhas e até mesmo órgãos internos. Existem muitos mitos e verdades sobre as micoses, então é importante esclarecer o que é realmente verdade e o que não é. Mitos sobre as micoses: Mito: "Micoses são causadas apenas pela falta de higiene" Verdade: Embora a falta de higiene possa contribuir para o desenvolvimento de micoses, elas também podem ser causadas por fatores como um sistema imunológico enfraquecido, uso excessivo de antibióticos, ambientes úmidos ou até predisposição genética. Mito: "Micoses não são contagiosas" Verdade: Algumas micoses são contagiosas e podem ser transmitidas por contato direto com a pele ou objetos contaminados, como toalhas e calçados. Isso é comum em micoses como a Tinea pedis (pé de atleta) e tinea corporis (micose de corpo). Mito: "É só aplicar um creme que a micose vai desaparecer rapidamente" Verdade: O tratamento de micoses pode ser mais complexo e demorado, dependendo do tipo de fungo e da gravidade da infecção. É importante seguir as orientações médicas e realizar o tratamento completo, mesmo que os sintomas desapareçam antes. Mito: "Micoses só afetam pessoas com baixa imunidade" Verdade: Embora pessoas com o sistema imunológico comprometido estejam mais suscetíveis, qualquer pessoa pode contrair uma micose, principalmente em ambientes propensos a fungos, como vestiários, academias e piscinas. Verdades sobre as micoses: Verdade: "Micoses podem afetar diferentes partes do corpo" As micoses podem afetar a pele, as unhas, o couro cabeludo e até órgãos internos. Elas podem se manifestar de diferentes formas, como manchas, coceira, descamação, vermelhidão ou espessamento das unhas. Verdade: "Ambientes úmidos favorecem o desenvolvimento de micoses" Lugares quentes e úmidos, como vestiários, piscinas e saunas, são ambientes ideais para o crescimento de fungos. O uso de roupas molhadas ou mal ventiladas também pode aumentar o risco de infecções fúngicas. Verdade: "O tratamento para micoses pode variar dependendo da gravidade" O tratamento pode ser feito com antifúngicos tópicos (cremes e pomadas) ou orais, dependendo do tipo de micose e da extensão da infecção. Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos que precisam de prescrição médica. Verdade: "Prevenir é a melhor forma de evitar micoses" Para evitar micoses, é fundamental manter a pele seca e limpa, usar roupas leves e ventiladas, evitar o uso de calçados apertados e molhados, e não compartilhar itens pessoais, como toalhas e sapatos. Se houver suspeita de uma micose, é importante buscar orientação médica ou podológica para o diagnóstico correto e o tratamento adequado.
Erros no spa dos pés que ressecam ainda mais a pele
O spa dos pés é normalmente associado a relaxamento e hidratação, mas alguns hábitos comuns podem ter justamente o efeito contrário e, com isso, acabam ressecando a região. Água quente demais, excesso de lixa e produtos inadequados estão entre os principais vilões que comprometem a barreira natural da pele. A podóloga Francisca Sousa explica que muitos erros acontecem por excesso de zelo. Passar do ponto no cuidado pode fazer com que a pele perca sua proteção natural e entre em um ciclo de ressecamento e sensibilidade. 7 erros para não repetir em casa A seguir, a profissional lista questões que devem ser consideradas no spa dos pés caseiro. Confira: 1. Usar água em temperatura elevada. Água quente no spa dos pés promove conforto imediato, mas causa prejuízo depois. Apesar da sensação relaxante, a água quente é um dos maiores erros no spa dos pés. Isso porque remove a oleosidade natural da pele e facilita a evaporação da água, deixando os pés mais secos e sensíveis. O ideal é optar sempre por água morna e limitar o tempo de imersão. 2. Lixar demais. Outro equívoco frequente é lixar os pés com muita frequência. A remoção constante do excesso de pele faz com que o organismo reaja como forma de defesa e provocando um efeito indesejado, que é justamente estimular o espessamento da região. Com o tempo, isso agrava o ressecamento e favorece fissuras. 3. Esfoliar em excesso. A mesma questão da frequência intensa vale para a esfoliação exagerada, que pode gerar o chamado efeito rebote: a pele fica mais sensível e perde hidratação com mais facilidade. 4. Adotar produtos inadequados. Fórmulas com álcool, ácidos fortes ou perfumes demais podem agredir a pele, causando ardor, descamação e ressecamento. A recomendação é escolher itens específicos para os pés, com foco em hidratação e reparação da barreira cutânea. 5. Hidratar de forma incorreta. A hidratação não significa apenas passar cremes nos pés. A forma de aplicar o hidratante também faz diferença. Usar pouca quantidade de produto ou não “selar” a hidratação reduz a absorção e a durabilidade do efeito. Aplicar o creme com a pele levemente úmida ajuda a reter água e potencializa o resultado. 6. Confundir ressecamento com rachaduras. Essas condições não pedem a mesma abordagem. Enquanto o ressecamento responde bem a hidratantes, as fissuras exigem produtos mais específicos, com ação reparadora. 7. Não “proteger” a hidratação. Após o spa, deixar os pés sem algum tipo de proteção compromete todo o cuidado. Sem o uso de meias ou outro tipo de barreira, a pele perde rapidamente a hidratação por atrito e evaporação. “Com equilíbrio e escolhas corretas, o spa dos pés deixa de ser um vilão e passa a ser um aliado real no cuidado com a pele”, orienta a podóloga Francisca Sousa, O que realmente funciona no spa dos pés Para que o spa dos pés ajude a recuperar a maciez da pele, alguns cuidados simples fazem toda a diferença. Anote aí: Usar água morna e evitar longos períodos de imersão; Aplicar hidratantes com a pele ainda levemente úmida; Escolher produtos adequados e suaves; Evitar lixas e esfoliações frequentes; Proteger os pés após o procedimento; Manter regularidade, sem excessos.
Os sinais nos pés que pedem visita ao podólogo
Muita gente convive com desconfortos nos pés por meses (ou até anos) antes de buscar ajuda especializada. O problema é que alterações aparentemente simples podem se agravar quando não recebem os cuidados adequados - no caso, de podólogos. A podóloga Maria Julia Santos explica que o profissional formado em podologia é capacitado para avaliar, prevenir e tratar diversas condições que afetam a saúde dos pés, como unhas encravadas, calosidades, fissuras, bolhas, deformidades ungueais, ressecamento e outras alterações provocadas pelo atrito. “Às vezes, as pessoas se acostumam tanto a sentir dores ou incômodos que passam a considerá-los normais. Mas qualquer alteração que persiste merece avaliação para evitar agravamentos”, orienta a especialista em Terapia Natural e Integrativa. Sinais para buscar ajuda Nem sempre é fácil identificar o momento certo para procurar atendimento. No entanto, alguns sintomas são indícios de que os cuidados caseiros já não são suficientes. Vale observar sinais como: dor ao caminhar; sensibilidade constante nos pés; pele rachada; unhas deformadas; calos doloridos; bolhas recorrentes. É importante destacar que, além do desconforto, esses quadros podem interferir na mobilidade e nas atividades do dia a dia se não receberem atenção adequada. Quando o problema deixa de ser simples Um calo ocasional, por exemplo, surge após um período de maior atrito e desaparece quando a causa é corrigida. Já situações recorrentes, dolorosas ou que dificultam a caminhada merecem avaliação para identificar a origem da sobrecarga. O mesmo vale para unhas encravadas com dor, inchaço ou inflamação, fissuras profundas que sangram e bolhas que aparecem repetidamente. Tais sinais geralmente indicam que existe algum fator mecânico ou hábito inadequado contribuindo para o problema. “Insistir apenas em soluções caseiras pode acabar piorando o quadro. O acompanhamento especializado permite tratar a alteração de forma segura e investigar o que está provocando aquele desconforto”, destaca a podóloga Maria Julia Santos. Prevenção faz parte do cuidado Segundo a especialista, nem toda dor nos pés vem de uma lesão visível. Em alguns casos, o desconforto pode estar relacionado a calosidades, alterações nas unhas, excesso de pressão em determinadas regiões ou até ao uso de calçados inadequados. Quando necessário, o podólogo consegue investigar essas causas, propor medidas corretivas e orientar mudanças de hábitos. Já nos casos com suspeita de condições ortopédicas, neurológicas e circulatórias, o encaminhamento médico é indicado. Além do tratamento, consultas periódicas ajudam a identificar alterações precocemente e reforçar cuidados preventivos, como hidratação, corte correto das unhas e escolha adequada dos calçados. Essa atenção é especialmente importante para idosos, diabéticos, atletas e pessoas que passam muitas horas em pé durante o dia.
Conheça o Universo Infantil
O segredo do banho tranquilo pode estar no horário
O banho costuma ser um dos momentos mais marcantes da rotina infantil. Para algumas famílias, acontece logo cedo e ajuda no despertar. Para outras, faz parte do ritual da noite e sinaliza que o momento de desacelerar está chegando. Mas, afinal, existe um horário considerado mais adequado para dar banho em bebês e crianças? Dica: depende! De acordo com o pediatra Fernando Degiovani, do Hospital Prontil, não há uma única regra válida para todos os casos. Do ponto de vista pediátrico, o ideal é observar o contexto da casa e escolher um horário que favoreça tanto o conforto do bebê ou da criança quanto os cuidados com a pele. “O banho pela manhã não é mais indicado do que à noite. No entanto, o horário mais adequado costuma ser o momento mais quente do dia, porque é possível usar uma água mais morna para fria e proteger a saúde da pele”, explica o especialista. Os banhos relaxantes dos bebês Nos primeiros meses de vida, muitos pais e cuidadores percebem que o banho ajuda o bebê a relaxar. Por isso, adotam o momento como parte da preparação para o sono. O médico diz que essa estratégia realmente pode funcionar, mas com ressalvas. Não é muito interessante usar excesso de duchas como ritual, por exemplo. Isso porque os banhos podem alterar a microbiota da pele, principalmente se o sabonete for utilizado todas as vezes, considerando que as fórmulas são capazes de matar bactérias protetoras da pele. Nesses casos, uma estratégia simples é dar um banho completo uma vez ao dia, com os produtos necessários, e optar apenas pela imersão na água morna à noite, visando o relaxamento e não mais a higiene, que já foi feita. Cada criança, um efeito Quando os filhos estão maiorzinhos, o tom da conversa muda. À medida que a criança cresce, o efeito relaxante tende a variar. Para algumas, o banho noturno continua ajudando a desacelerar, enquanto para outras, não interfere mais diretamente no sono. Se surgir dúvida do melhor momento, alguns fatores podem ajudar na escolha: clima e temperatura do dia; rotina da casa; horários de sono da criança; nível de atividade ao longo do dia. “De modo geral, o impacto do banho passa a depender mais da rotina familiar do que da idade. Por isso, cada família acaba organizando esse momento de acordo com seus próprios horários”, avalia o pediatra Fernando Degiovani. O que fazer e o que evitar Mais importante do que o horário é a forma como acontece. Lembre-se de controlar a aplicação de produtos, sem exagerar em sabonetes e shampoos. A recomendação é usar apenas o básico em somente um dos banhos e não ultrapassar duas higienes diárias. Vale ainda evitar horários noturnos se a criança estiver doente ou se as temperaturas forem muito baixas. Cabelo molhado e friagem podem prejudicar os pequeninos, sobretudo aqueles que já são alérgicos. Além disso, a melhor temperatura da água é sempre de morna para fria e isso só é possível em momentos e climas mais quentinhos. Por último, o médico lembra que o certo é, na verdade, o que funciona para o bebê ou para a criança, ou seja, deve-se observar individualmente e considerar também casos específicos, como pele seca ou dermatite atópica, que pedem cuidados próprios e orientados.
Trocar a fralda virou uma batalha? Saiba como agir
Basta chegar a hora de trocar a fralda para a criança correr, virar o corpo ou começar a protestar. Essa resistência é comum sobretudo entre 1 e 3 anos, fase marcada pela conquista da autonomia. Com algumas “estratégias”, os cuidadores podem vencer essa batalha. Uma das principais explicações para o comportamento está na interrupção de uma atividade prazerosa, como as brincadeiras, para realizar a troca, conforme explica a psicóloga infantil Claudia Melo. “Isso pode gerar frustração intensa, já que o cérebro infantil ainda está amadurecendo e a criança nem sempre consegue controlar seus impulsos ou organizar aquilo que sente”, justifica a especialista. Antes de insistir, observe Nem toda fuga deve ser interpretada como desobediência. Em algumas situações, a criança pode estar cansada, com fome, muito envolvida na brincadeira ou ter sido surpreendida pela interrupção. Por isso, a orientação da profissional é olhar além do comportamento e antecipar o que vai acontecer. Avisar que a troca está próxima ajuda a reduzir a sensação de quebra brusca da atividade. E respeitar e incluir o pequenino pode gerar colaboração. Também vale acolher a emoção sem retirar o limite. Em vez de mandar parar de chorar, o adulto pode dizer: “Sei que você queria continuar brincando. Vamos trocar a fralda e depois você volta”. Assim, a criança se sente compreendida e entende que a troca será feita. Estratégias para cada fase A participação deve acompanhar a idade e as habilidades da criança. Pequenos convites fortalecem a autonomia sem tirar do adulto a condução do cuidado. Até 12 meses: Manter uma rotina previsível. Conversar com voz tranquila durante a troca. Fazer contato visual e cantar músicas conhecidas. Evitar excesso de estímulos. Entre 1 e 2 anos: Avisar que a troca está chegando. Oferecer escolhas simples, como selecionar entre duas fraldas. Pedir ajuda para segurar a fralda limpa ou levar o lenço umedecido. Usar músicas, histórias curtas ou brincadeiras para deixar o momento mais leve. Entre 2 e 3 anos: Criar combinados simples, como “primeiro trocamos, depois voltamos a brincar”. Usar linguagem objetiva e positiva. Reconhecer quando a criança colabora. Manter uma rotina consistente. O que costuma aumentar a resistência Segundo a psicóloga Claudia Melo, interromper a brincadeira de repente, gritar, ameaçar ou transformar a troca em uma disputa de poder tende a intensificar o conflito. Mudar a forma de agir todos os dias também reduz a previsibilidade e dificulta a colaboração. “Outro cuidado envolve o uso constante de telas para distração. Embora o recurso resolva a troca naquele momento, pode atrapalhar o desenvolvimento de estratégias próprias para lidar com pequenas frustrações”, avalia a especialista. Já a busca por ajuda profissional deve acontecer diante dos seguintes sinais de alerta: resistência muito intensa e em todas as trocas; sofrimento importante; regressão no desenvolvimento; dificuldades de comunicação ou interação; sensibilidade exagerada ao toque, aos tecidos ou à limpeza íntima. Isso não significa, necessariamente, que exista algum transtorno, mas indica que vale investigar para compreender melhor as necessidades da criança e poder ajudá-la.
Quem amamenta pode tomar Mounjaro? Veja o que se sabe
Afinal, uma mãe pode usar Mounjaro enquanto ainda amamenta o bebê? Se essa dúvida parece descabida, saiba que o mesmo questionamento levou milhares de pessoas ao Google e foi a principal pergunta sobre amamentação feita na plataforma em apenas um ano, com mais de 70 mil buscas. A resposta, porém, não é tão simples. Igor Viana, especialista em endocrinologia e metabologia, conta que já existem dados tranquilizadores sobre a passagem da tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) para o leite materno, mas as evidências ainda são insuficientes para considerar seu uso plenamente seguro para o aleitamento. Por isso, o medicamento não deve ser usado de maneira indiscriminada nesse período, especialmente quando o objetivo é exclusivamente estético. A decisão precisa considerar a necessidade clínica da mãe, a idade e as condições do bebê, a fase da lactação, as alternativas disponíveis e os benefícios e possíveis riscos envolvidos. A tirzepatida passa para o leite materno? De acordo com o médico, a bula mais recente do Mounjaro, nos Estados Unidos, já incorpora um estudo específico de lactação. Os dados disponíveis indicam que essa passagem existe, mas parece ser muito pequena. No impresso do medicamento, cita-se que 11 mulheres lactantes receberam uma dose única de 5 mg, sendo que a tirzepatida foi indetectável em 164 de 171 amostras de leite. Nas demais, a quantidade total encontrada correspondeu a menos de 0,02% da dose administrada. Ainda assim, o médico destaca que o número de mulheres estudadas é pequeno e que o principal estudo avaliou apenas uma dose do medicamento. “Faltam dados robustos sobre o uso contínuo, doses mais altas e possíveis efeitos a longo prazo no crescimento e no desenvolvimento dos bebês”, alerta. É por isso que, neste momento, ainda não se pode falar em risco zero para os lactentes. Inclusive, até a saúde da própria mãe deve entrar nessa discussão. Tudo porque o remédio reduz o apetite e pode provocar sintomas como náuseas, vômitos e diarreia na mulher, enquanto a amamentação, por si só, aumenta as demandas nutricionais e hídricas. A indicação médica muda tudo A real necessidade do tratamento faz toda a diferença nessa decisão. Para Karoline Prado, ginecologista e obstetra, uma mulher com diabetes tipo 2 pode receber indicação, já que precisa manter o controle adequado da doença, mas ainda existem opções mais experientes na literatura, como a metformina e a insulina. Se a finalidade é exclusivamente a perda de peso, a avaliação muda. Dependendo do caso, pode ser possível priorizar inicialmente outros cuidados durante o pós-parto, como: alimentação adequada e acompanhamento nutricional; atividade física progressiva, quando houver liberação médica; atenção ao sono e à recuperação materna; acompanhamento das condições metabólicas e de possíveis comorbidades. Isso não significa, porém, ignorar a obesidade ou reduzi-la a uma questão de força de vontade. “Mas não existe uma regra única para todas as lactantes”, afirma a especialista. Grau de obesidade, presença de outras doenças e necessidade clínica devem entrar na balança para encontrar o melhor equilíbrio entre o tratamento da mãe, a segurança do bebê e a manutenção da amamentação. Usuárias antigas Outra dúvida é se é preciso esperar o desmame para retomar o Mounjaro? Nem sempre. De acordo com a ginecologista Karoline Prado, atualmente não existe uma recomendação universal de que toda mulher precise aguardar o desmame para voltar a usar tirzepatida, se já fazia uso prévio. Por outro lado, os dados disponíveis também não significam que qualquer lactante possa simplesmente retomá-lo após o parto. A orientação é considerar o contexto: idade e saúde do bebê, prematuridade, momento do aleitamento, estado nutricional da mãe, indicação de tratamento e, sobretudo, a existência de alternativas mais experientes e seguras - tudo sob respaldo médico. Caso o medicamento seja utilizado, alimentação, hidratação e manutenção da produção de leite pedem merecem acompanhamento multidisciplinar. Para a obstetra, é importante evitar que essa discussão se transforme em uma escolha entre amamentar e cuidar da própria saúde. “Doenças como obesidade e diabetes merecem tratamento, mas o puerpério também não deve ser marcado pela pressão para retornar rapidamente ao corpo anterior à gestação”, defende.

