Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Campanhas e Collabs

Confira as campanhas da marca Baruel. De Tá no pé de todo mundo de Tenys Pé à Meu cabelo é bem bonito de Baruel Baby.

Tenys Pé Sabrina Sato

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Como lavar e secar o pé na hora do banho
Cuidado Diário

Como lavar e secar o pé na hora do banho

Confira, passo a passo, como fazer a higiene diária para manter os pés protegidos de doenças e livres do mau odor. Existe uma maneira especial de lavar os pés para não ter problemas como mau odor e doenças como micose e frieira? Sim, e é uma rotina bem simples, que todos podemos adotar. Tudo começa com o banho, e podemos começar limpando as unhas. O podólogo Magno Queiroz, CEO do Grupo São Camilo, recomenda ter uma escova de cerdas macias (que pode ser até mesmo uma escova de dentes não mais utilizada) só para elas. “No próprio boxe, enquanto você estiver limpando os seus pés, pode pegar essa escova e esfregar suas unhas, limpando no sentido único de dentro para fora. E depois pegar a bucha com o sabonete e fazer a higienização dos pés”, explica. Depois disso, podemos lavar os pés (sem deixar de lado a região entre os dedos) com água morna e sabonete comum, usando uma esponja ou uma bucha levemente, apenas para retirar a pele que descama naturalmente e pode contribuir para a formação do mau odor. “Tenha uma esponja ou bucha separada só para os pés”, recomenda Renato Buscher Cruz, docente de saúde e bem-estar do Senac Osasco. O sabonete antibacteriano pode ser usado por pessoas que, mesmo seguindo uma rotina de cuidados com os pés, ainda sentem um odor desagradável ao longo do dia, afirma o especialista — ou por quem está tratando alguma doença, como micose ou frieira (pé de atleta). E são uma opção para crianças que passaram o dia brincando descalças e estão com os pés muito sujos, acrescenta Queiroz. “Não é ideal usar diariamente se você não tem uma doença no pé, porque esse sabonete elimina a flora antibacteriana que está protegendo o seu corpo.” E depois de lavar os pés, qual é a rotina de higiene? Ao sair do banho, é extremamente importante secar bem os pés, especialmente entre os dedos. Deixar o pé bem seco evita o aparecimento de doenças como frieira, que dependem da umidade para favorecer a multiplicação de bactérias e de fungos. “A região entre os dedos deve estar sempre seca. Quanto mais seca, mais se evita a proliferação de microrganismos como os fungos”, reforça Queiroz. Quem estiver com frieira, aliás, deve tomar um cuidado extra: secar a região entre os dedos com uma toalha de papel descartável ou papel higiênico, pois os microrganismos contaminarão essa superfície. Depois desses cuidados, os pés, devidamente higienizados, estão prontos para receber o hidratante (no caso de quem tem a pele ressecada) e o desodorante. Jogo rápido: como lavar e secar os pés No banho Use sempre água morna, que ajuda a amolecer e retirar a pele que está descamando (e pode favorecer o crescimento de bactérias e fungos); Lave todas as áreas dos pés com o sabão de sua preferência — e não se esqueça de lavar entre os dedos; Limpe as unhas com uma escova de cerdas macias. Depois do banho Seque a pele dos pés suavemente, não precisa esfregar; Passe a toalha entre os dedos para secar bem essa região e evitar o aparecimento de bactérias e fungos que adoram umidade e podem causar doenças; Se tiver pele seca, passe um hidratante específico para os pés para evitar o ressecamento. Para evitar o mau odor Aplique o desodorante para os pés duas vezes por dia; Calce meias limpas todos os dias, de preferência de algodão; Dê preferência a meias e calçados feitos com tecidos “respiráveis” e evite os sintéticos; Assegure-se de que o calçado passou ao menos 24h em local arejado antes de usá-lo.

Escalda-pés: 3 receitas para relaxamento e bem-estar
Escalda Pés

Escalda-pés: 3 receitas para relaxamento e bem-estar

Depois de um longo dia, um escalda-pés pode ser a solução ideal para aliviar o cansaço, melhorar a circulação e promover o bem-estar. A prática consiste em mergulhar os pés em água morna com ingredientes que potencializam seus benefícios, como sais, óleos essenciais e ervas naturais. Segundo a esteticista e cosmetóloga Talita Bovi, um bom escalda-pés é capaz de atender e tratar diversas queixas, entre cansaço, estresse, ansiedade, ressecamento, insônia, inchaço e peso, tensão e rigidez, hiperidrose e até bromidrose, o famoso chulé. A dica é deixar a temperatura da água por volta de 36 °C e 40 °C, proporcionando relaxamento sem causar desconforto. "Pode ser feito de uma a duas vezes por semana, especialmente após dias intensos ou longos períodos em pé. Apesar disso, repetir semanalmente é suficiente para manter os pés hidratados e saudáveis", ensina. Benefícios do escalda-pés Sem restrições de idade, o ritual é um convite ao relaxamento e ainda tem uma série de benefícios, como: Alívio do cansaço e tensão muscular. Melhora a circulação sanguínea. Redução do estresse e ansiedade. Hidratação e recuperação da pele ressecada. Diminuição da sensação de inchaço nos pés. No entanto, a profissional alerta para situações em que o escalda-pés não é recomendado. "Pessoas com diabetes descompensada, hipotensão, trombose, doenças de pele ou feridas abertas devem evitar a prática para não agravar suas condições", orienta. Gestantes na reta final da gravidez também fazem parte da lista. De acordo com a especialista, o calor excessivo nos pés pode aumentar o fluxo sanguíneo de forma indesejada e causar desconfortos. É importante ter liberação médica e supervisão. Caseiro X profissional Apesar de poder ser realizado em casa, o escalda-pés feito por um profissional oferece algumas vantagens adicionais. "Em clínicas especializadas, é possível personalizar os ingredientes e combinar a técnica com massagens relaxantes, reflexologia e hidratação profunda, intensificando os resultados", ressalta a cosmetóloga. Mas se a ideia é aproveitar o momento de cuidado em casa, a especialista compartilha três receitas fáceis e eficazes para diferentes necessidades. Aprenda e aproveite! Como fazer escalda-pés em casa Escalda-pés relaxante Indicado para alívio do estresse e relaxamento profundo. Serão necessários: 3 litros de água morna 1/2 xícara de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de lavanda 3 colheres (sopa) de flores secas de camomila ou 3 sachês de chá de camomila Creme hidratante para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura confortável, adicione o sal grosso e misture bem até dissolver. 2. Acrescente o óleo essencial e as flores (ou sachês de chá) de camomila. 3. Mergulhe os pés por 15 a 20 minutos, preferencialmente estando em um ambiente tranquilo. 4. Para finalizar, seque os pés e aplique o creme hidratante. Escalda-pés para bromidrose (chulé) Recomendado para controle de odores, redução do suor e combate a bactérias. Serão necessários: 3 litros de água morna 1/2 xícara de vinagre de maçã 5 gotas de óleo essencial de melaleuca (tea tree) 2 colheres (sopa) de hortelã fresca ou seca Creme hidratante antisséptico para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura confortável, adicione o vinagre de maçã. 2. Acrescente o óleo essencial e as folhas de hortelã. 3. Mergulhe os pés por 20 minutos. 4. Seque bem e aplique o hidratante antisséptico. Escalda-pés para dores musculares Ajuda a aliviar tensões e dores nos pés e pernas. Serão necessários: 3 litros de água quente 1/2 xícara de sal grosso 5 gotas de óleo essencial de eucalipto 5 gotas de óleo essencial de alecrim 2 colheres (sopa) de hortelã fresca ou seca Creme hidratante para os pés Modo de preparo 1. Com a água em temperatura quente, mas confortável, acrescente e dissolva o sal grosso. 2. Acrescente os óleos essenciais e a hortelã. 3. Deixe os pés imersos por 20 minutos. 4. Finalize com um creme hidratante. “Uma dica final: sempre hidrate bem os pés após o escalda-pés, especialmente se utilizou sal ou vinagre, para evitar ressecamento”, conclui a esteticista.

Mulheres já são maioria nas corridas, aponta pesquisa
Corrida

Mulheres já são maioria nas corridas, aponta pesquisa

A participação feminina nas corridas de rua tem crescido significativamente nos últimos anos. Segundo a pesquisa State of Running, de 2019, que analisou dados de 70 mil eventos em 193 países, pela primeira vez na história, o número de mulheres amadoras superou o de homens. Em 1986, apenas 20% dos corredores eram mulheres, mas em 2018 esse percentual subiu para 50,24%. O crescimento, que continua evidente nas corridas, reflete não apenas a busca do público feminino por qualidade de vida, mas também a luta por igualdade de gêneros no esporte, sempre tido como um ambiente majoritariamente masculino. "A corrida é uma prática acessível, que não exige grandes investimentos e proporciona benefícios físicos e mentais", destaca o especialista em treinamento esportivo Christian Zamprogna, do Estúdio Fly. De acordo com o profissional, as diferenças fisiológicas entre homens e mulheres impactam o treinamento e requerem adaptações. "A anatomia feminina, principalmente nos membros inferiores, influencia a biomecânica da corrida", diz. Além disso, as flutuações hormonais, sobretudo durante o ciclo menstrual, fazem com que cada corredora responda de uma forma e precise de um planejamento individual. Benefícios para a saúde O esporte traz diversos benefícios para a saúde feminina, como: Fortalecimento ósseo: essencial para prevenir osteoporose, comum após a menopausa; Melhora da circulação sanguínea: auxilia na oxigenação do corpo; Redução do risco de doenças cardíacas: fortalece o coração e ajuda no controle da pressão arterial; Controle do diabetes tipo 2: corredores regulares têm menor risco da doença; Bem-estar emocional: libera endorfinas e ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e depressão; Melhora do sono: regula o ciclo do sono e reduz a insônia; Aceleração do metabolismo: contribui para a queima de gordura corporal. Prevenção de lesões Assim como em qualquer atividade física, a corrida exige alguns cuidados para evitar lesões, especialmente quando se é iniciante na prática. Nesse sentido, Christian Zamprogna recomenda: Fortalecer os músculos para reduzir impactos nas articulações; Variar o tipo de solo e adaptar-se a diferentes superfícies; Realizar aquecimento adequado antes do treino; Respeitar os limites do corpo, evitando exageros que possam levar a sobrecargas musculares. Equipamento adequado faz diferença A primeira decisão importante para correr é sobre qual calçado usar. Para isso, o especialista afirma ser essencial reconhecer o seu tipo de pisada – neutra, pronada ou supinada. “Também deve-se usar tênis com amortecimento macio e caimento perfeito, nem muito justo, nem muito largo. Isso oferece mais conforto, ajuda a reduzir o impacto e proporciona uma sensação de suavidade”, ensina. Já para as roupas, o importante é se sentir bem consigo mesma e estar confortável para a prática. Se for comprar peças esportivas, a indicação é avaliar se elas oferecem leveza, mobilidade e suporte adequado, principalmente para mulheres com busto maior. A sustentação fará toda a diferença. A corrida como autocuidado A paulista Giovanna Moura, de 26 anos, encontrou na corrida um caminho para melhorar sua saúde e bem-estar. "Engravidei e ganhei 20 kg. Meu médico recomendou atividade física, e minha terapeuta sugeriu a corrida para ajudar na depressão e ansiedade", conta. O começo foi difícil: "Eu não tinha condicionamento, sentia falta de ar. Mas fui descobrindo meu ritmo". Com o tempo, os benefícios ficaram evidentes para a dona de casa. "Minha disposição melhorou e hoje consigo subir escadas sem ficar sem ar". Apesar de desafios, como a pressão estética no meio esportivo, ela encontrou motivação na própria evolução. “Apenas comece! O começo não é a parte mais legal, mas o processo faz tudo valer a pena. Vão ter dias difíceis, a roupa não fica boa, o ar some, mas realmente melhora. A cada obstáculo que a gente supera dá aquela sensação de capacidade”, compartilha. Entre as dicas de Giovanna para quem deseja se aventurar nas corridas, estão: protetor solar, roupas confortáveis, beber bastante água, meias de algodão e cabelos presos. Além disso, consultar um especialista e ter acompanhamento é fundamental.

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Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?
Comportamento

Filho é “outro” fora de casa: por que o comportamento muda?

É comum que crianças apresentem comportamentos diferentes dependendo do ambiente em que estão. Em casa, costumam se sentir mais seguras e previsíveis, enquanto em espaços externos, como escola, festas ou encontros sociais, podem se manifestar de maneiras que surpreendem os pais. A pergunta é: como agir nesses casos? Segundo a psicóloga Priscila Evangelista, isso acontece porque todos nós desempenhamos papéis sociais distintos conforme o contexto. Assim como um adulto não se comporta da mesma forma em casa, no trabalho ou com amigos, a criança aprende gradualmente a se adaptar ao ambiente em que está. “Ela ainda está aprendendo a lidar com esses papéis sociais. Por isso, apresentar comportamentos diferentes em cada espaço é algo muito comum e faz parte do processo de desenvolvimento e socialização”, explica a especialista em saúde da família. Desafios dentro e fora de casa Ficar excessivamente tímido, agressivo ou desobediente em ambientes externos pode ter relação com os desafios que a criança enfrenta fora do espaço familiar. Novas regras, pessoas desconhecidas e situações sociais diferentes exigem uma organização emocional que ainda está em construção durante a infância. Priscila também considera o contexto que o pequeno está vivendo naquele momento para justificar comportamentos mais “primitivos”, como gritar ou se opor, sendo uma forma de defesa. “Ele pode estar lidando com a separação dos pais, desafios sociais ou simplesmente algo que ainda não sabe como administrar emocionalmente”, observa. A própria adaptação a novos ambientes influencia diretamente essas reações. Como a criança está aprendendo a organizar internamente suas emoções e interações sociais, é natural que mudanças de comportamento apareçam enquanto ela se ajusta ao novo local. Quando o comportamento pede atenção Na maioria das vezes, mudar fora de casa não é motivo de preocupação. No entanto, também é importante observar o tempo e a intensidade dessas mudanças, já que comportamentos persistentes sem construção de novos vínculos podem indicar que a criança está enfrentando mais dificuldade para se adaptar do que o esperado. A especialista explica que o alerta surge quando há prejuízo claro no funcionamento da criança. Assim, alguns sinais merecem a atenção dos pais e cuidadores: Ficar excessivamente quieta ou retraída. Deixar de socializar com amigos ou parentes com quem antes interagia. Perder o interesse por brincadeiras de que costumava gostar. Evitar sair do quarto ou participar de atividades sociais. Outro ponto importante é evitar comparações com outras crianças. Isso porque o paralelo a coloca em um lugar de desvalorização e não ajuda no desenvolvimento emocional, intensificando sentimentos de inferioridade e falta de pertencimento. Como os pais podem agir A reação dos adultos é uma peça essencial nessas situações. De acordo com a psicóloga Priscila Evangelista, o primeiro passo é oferecer acolhimento em vez de responder à tensão com ainda mais tensão, além de conversar com a criança antes de chegar a um lugar novo, antecipando o que pode acontecer e reduzindo sua insegurança. “Se a criança grita ou se joga no chão, não adianta gritar de volta. É preciso acolher a emoção que está sendo expressa ali, mostrar que está tudo bem sentir aquilo e ajudar a encontrar uma forma de resolver a situação”, orienta a profissional. Depois que ela estiver mais calma, falem sobre o ocorrido e como funcionam ambientes diferentes. Por último, vale lembrar que, quando há segurança emocional, é mais fácil enfrentar os desafios e construir vínculos em novos espaços. Além disso, o processo envolve ajudar o pequeno a perceber que outras pessoas podem se tornar essa referência segura, como professores e cuidadores.

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?
Troca e Fraldas

Talco para bebê: será que estou exagerando na quantidade?

O cheirinho de talco é uma das maiores lembranças da infância e, durante anos, o produto foi parte essencial da troca de fraldas. De uns tempos para cá, com o avanço das orientações médicas, a recomendação tem sido ajustada. A segurança na aplicação e a quantidade de produto utilizada são alguns dos pontos que despertam dúvidas. Para o pediatra Luis Bonilha, do dr.consulta, o talco em pó não precisa mais fazer parte da rotina dos bebês, especialmente os pequeninos, pelo risco respiratório. Isso porque algumas partículas podem ser inaladas involuntariamente durante a aplicação. Possíveis irritações na pele também entram como motivo para evitá-lo. Exagerar na quantidade é problema Em excesso, o uso de talco pode ser ainda mais crítico. É comum pensar que mais talco pode ajudar quando a pele está machucada ou úmida. No entanto, a abundância tende a piorar os quadros. Nesses casos, o ideal é reforçar a higiene adequada, garantir boa secagem da região e utilizar pomadas de barreira, quando necessário. Para saber se exagerou na dose, o médico dá uma dica simples: observe se o produto está acumulado nas dobrinhas da pele do bebê. Além disso, usar uma perceptível grande quantidade em cada troca é mais um sinal que denuncia exagero. “Caso haja indicação de uso, a orientação é aplicar apenas uma camada fina e sempre com orientação do pediatra, o que geralmente é feito nas consultas de puericultura”, ressalta o especialista. Sinais de alerta A dermatologista Maria Carolina Corsi, da Beneficência Portuguesa, reforça que a pele do bebê é muito mais fina e sensível do que a do adulto. Por isso, muito talco pode ressecar a região, alterar a barreira natural da pele e favorecer irritações. “Alguns pós contêm fragrâncias ou conservantes que podem desencadear dermatite de contato, com vermelhidão e desconforto”, alerta a médica. Entre os sinais de que o produto pode estar fazendo mal ao bebê estão: vermelhidão persistente; descamação ou aspecto esbranquiçado da pele; pequenas bolinhas ou placas irritadas; aumento da sensibilidade ao toque; choro durante a troca de fraldas. Em quadros mais intensos, podem surgir fissuras ou áreas inflamadas, especialmente nas dobrinhas. Cautela do começo ao fim O cuidado deve começar na hora de escolher o talco, caso haja liberação do pediatra para utilizá-lo. Segundo a dermatologista, há diferenças entre os tipos de pó, como produtos à base de talco mineral e à base de amido (milho ou arroz). “Mesmo as versões consideradas ‘infantis’ devem ser usadas com cautela, sobretudo quando contêm perfume, corantes ou múltiplos aditivos”, alerta a especialista Maria Carolina Corsi. Outro ponto importante é que o pó pode acumular nas dobras da pele e se misturar com a umidade, formando uma pasta que aumenta o atrito local. O excesso acaba: retendo umidade; dificultando a ventilação da região; causando assaduras; favorecendo infecções por fungos e bactérias. Troca de fraldas eficiente Para prevenir assaduras sem recorrer ao talco, a base dos cuidados é simples: trocar a fralda com frequência; limpar suavemente com água morna ou lenços sem fragrância; secar bem, sem esfregar; permitir que a pele “respire” alguns minutos, sempre que possível. Caso surjam assaduras frequentes ou lesões que não melhoram em poucos dias, a recomendação é procurar avaliação médica.

Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”
Músicas

Bebês não precisam ouvir apenas “músicas para crianças”

Na hora de escolher o que tocar para o bebê, o gênero musical não deve ser o único critério. Diferentes estilos podem fazer parte da rotina, desde que o volume seja adequado e haja interação. O que importa não é restringir as músicas, mas criar momentos positivos com elas, já que a voz de quem cuida, a presença e o afeto envolvidos nesse momento ajudam a transformar a música em uma experiência compartilhada. Sem contar que, quando os cuidadores apresentam diferentes estilos além do infantil, acabam ampliando o repertório sonoro do bebê. Isso ainda ajuda a fortalecer os momentos de conexão entre a família. E os benefícios da música não param por aí: ainda favorece o desenvolvimento da coordenação motora, da comunicação e fala, da atenção, da expressão corporal e das habilidades sociais e emocionais. O ambiente também faz diferença Segundo a musicoterapeuta infantil Tatiana Harumi Komi, prestar atenção ao ambiente é mais importante do que escolher a playlist. Tudo porque, nos primeiros meses de vida, o sistema auditivo é bastante sensível e merece alguns cuidados. Sons muito altos ou repentinos, como fogos de artifício, secadores de cabelo e liquidificadores, devem ser evitados sempre que possível perto de um pequeno ser. O ideal é apresentar o bebê aos sons do cotidiano de maneira gradual e sem excessos. “Lembre-se de que o silêncio também faz parte das experiências sonoras. Alternar momentos tranquilos com outros de maior estímulo ajuda o bebê a se adaptar aos diferentes ambientes sem sobrecarregar a audição”, orienta a profissional. Voz da família torna música especial Além das canções, as vozes dos pais e cuidadores ocupam um lugar especial nessa experiência. Como a audição se desenvolve durante a gestação, o bebê já entra em contato com diversos sons antes mesmo de nascer, o que rende a formação de uma memória musical. Nesse sentido, Tatiana Harumi Komi lembra que a família pode criar as próprias musiquinhas para momentos específicos, como o banho, as brincadeiras ou a hora de dormir. Esses rituais sonoros ajudam na compreensão da rotina e do que vem a seguir. “Não existem regras específicas. O que torna essa experiência especial é a intenção, o afeto e a interação entre quem canta e o bebê”, afirma. Cuidado com as letras Nem sempre as músicas mais calmas são as mais indicadas para os bebês. Inclusive, cada um responderá de um jeito diferente. Entretanto, vale uma atenção especial para as letras das músicas, sobretudo as composições voltadas para adultos. Mesmo que os pequenos não compreendam as palavras, percebem aspectos emocionais transmitidos pela melodia. Com o passar do tempo e o desenvolvimento da criança, as letras contribuem para a comunicação, os balbucios e a aquisição da fala. Como dica final, a musicoterapeuta recomenda estar verdadeiramente presente. “Cantar, conversar, brincar e compartilhar músicas são formas simples de fortalecer o vínculo e criar lembranças afetivas que podem acompanhar durante toda a vida.”

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