Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
logo baruel
Logotipo Desodorante

Desodorante

Desodorante para os pés que combate 99% dos fungos e bactérias e ainda ajuda a evitar frieiras e micoses. Seus pés secos, cheirosos e protegidos.

Produtos

Conheça outros tipos de produtos

Cuidado com os Pés

Perguntas frequentes

Tenys Pé foi desenvolvido com ingredientes que agem eficazmente no controle da transpiração excessiva, eliminando fungos e bactérias que causam odores.

Ver mais perguntas

Tenys Pé Sabrina Sato

Para mulheres de todos os estilos desfilarem com confiança.
Do salto ao tênis ou da rotina ao treino, a nova linha Tenys Pé Sabrina Sato deixa os pés sequinhos, cheirosos, protegidos e muito bem cuidados!

<? $args['image_alt'] ?? '' ?>

Conheça o Universo do Pé

Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.
Verruga Plantar

Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.

As verrugas plantares são lesões benignas causadas pelo vírus HPV e aparecem na sola dos pés. Embora não sejam perigosas, podem causar dor e desconforto ao caminhar, além de serem persistentes e até recorrentes, em alguns casos. Apresentam uma superfície áspera e elevada, coloração amarelada ou acinzentada e podem ter pequenos pontos escuros no centro, que correspondem a vasos sanguíneos. “Surgem em áreas de pressão dos pés e podem ser confundidas com calos ou micoses. Por isso, um exame clínico detalhado é essencial para um diagnóstico correto”, destaca a dermatologista Geanny Fagundes. A real é que muitas pessoas fazem essa confusão, já que podem apresentar aspecto semelhante. No entanto, a presença de pontinhos escuros e a dor ao pisar são sinais característicos das verrugas. A podóloga Ana Maria Motta reforça que essa identificação precoce é fundamental para evitar complicações. “O tratamento pode ser feito com ácidos, laser ou cauterização, dependendo do tamanho e da profundidade da verruga”, explica. O problema é que a verruga plantar pode voltar após o tratamento. As chances de reaparecer existem, já que o HPV pode permanecer latente na pele. A dermatologista Geanny Fagundes explica que alguns fatores aumentam o risco de recidiva: Imunidade baixa: pessoas com o sistema imunológico comprometido têm maior propensão a desenvolver novas verrugas; Ambientes úmidos: frequentar piscinas, vestiários e banheiros públicos aumenta a exposição ao vírus; Microtraumas na pele: pequenas lesões ou rachaduras facilitam a infecção pelo HPV. Como evitar que a verruga plantar volte Apesar da possibilidade de surgir novamente, não significa que a verruga vá, obrigatoriamente, aparecer. Isso porque há maneiras de evitar novas ocorrências. Para tentar impedir que isso aconteça, as especialistas têm quatro recomendações principais: Manter o sistema imunológico fortalecido: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e prática regular de exercícios ajudam a fortalecer as defesas do organismo; Evitar andar descalço: usar chinelos em ambientes públicos reduz a exposição ao vírus HPV; Higienizar e secar bem os pés: a umidade favorece a proliferação do vírus, por isso, é essencial manter os pés secos; Não compartilhar objetos pessoais: toalhas, meias e calçados devem ser de uso individual para evitar contaminação. “Quem já teve verruga plantar deve redobrar a atenção ao pisar em locais úmidos, pois o vírus pode estar presente no ambiente e reinfectar a pele”, alerta Ana Maria. O que fazer se voltar Caso a verruga reapareça, a recomendação é procurar um profissional para iniciar o tratamento o quanto antes. “O ideal é tratar logo para evitar que a lesão cresça, se espalhe ou fique mais profunda”, ressalta a podóloga. A dermatologista reforça que, em casos mais resistentes, pode ser necessária uma nova abordagem terapêutica. “Temos diferentes opções, como crioterapia, eletrocauterização e laser, que podem ser utilizadas conforme a necessidade do paciente”, explica. Por isso, ao notar qualquer sinal de verruga plantar, o melhor caminho é buscar um dermatologista ou podólogo para avaliar o caso e definir o tratamento mais adequado. “Se a verruga causar dor intensa, sangramento ou mudança de aparência, procure um médico imediatamente”, finaliza a médica.

Por que a biomecânica é importante para viver bem?
Biomecânica

Por que a biomecânica é importante para viver bem?

Os pés desempenham papel essencial na sustentação e mobilidade do corpo e entender sobre biomecânica, ou seja, a interação entre forças, articulações, tendões e músculos, é fundamental para garantir equilíbrio, postura e locomoção. Segundo Camila Silva, podologista especializada em baropodometria e palmilhas, a biomecânica tem um grau de relevância e importância dentro dos atendimentos clínicos justamente porque ela entende e transcreve toda a engenharia anatômica e fisiológica do corpo. “Quando a gente entende de anatomia, entende como o corpo funciona, como que os processos fisiológicos funcionam, e aí a gente une a biomecânica, que é a engenharia, ela estuda toda a mecânica do corpo e como todos esses sistemas conversam entre si, isso é um divisor de águas para nosso atendimento. A gente consegue visualizar o pé e todo o membro inferior do nosso paciente como um sistema completo”, explica Camila. Ela se especializou em biomecânica porque queria desmistificar e simplificar o tema para que chegasse a mais pessoas e profissionais da área da saúde. “É uma área que a maioria das pessoas tem dificuldade e eu sempre quis dar aula, então pensei em me especializar nisso e daí, por que não me especializar em baro (baropodometria) também? Queria igualar a educação, o entendimento sobre a biomecânica porque de fato ela é muito complexa”, lembra Camila. Para ela, quando se consegue simplificar o que é complexo deixa de ser um bicho de sete cabeças, ou seja, se torna acessível. Outro motivador para sua especialização foi pela área ter uma predominância masculina. “Se tornou um desafio basicamente, ser uma mulher que é especialista no assunto, que dá aula, tem voz e consegue simplificar esse assunto que é bastante complexo”, afirma Camila. O uso da baropodometria. Quem deve fazer? Dentro da biomecânica o uso da baropodometria ajuda o profissional com referências qualitativas e quantitativas de cada paciente. “Ela nos traz dados extremamente ricos para conseguirmos analisar e chegar a um diagnóstico preciso e completo do nosso paciente, justamente porque oferece uma leitura de dados tanto na forma estática quanto na dinâmica e isso faz com que a gente entenda por completo o funcionamento do corpo, do sistema inferior, do membro inferior do paciente”, diz a podóloga. Segundo Camila, literalmente todo mundo deveria fazer um exame de baropodometria. “Todo mundo que puder fazer um exame, mas principalmente pessoas que sofrem com dores na coluna, no quadril, no joelho, nos pés, pessoas que têm algum problema na postura etc.”, diz ela. “Geralmente as pessoas procuram no momento de dor, mas o ideal seria fazer preventivamente”, complementa. O captor podal nem sempre é o único responsável pelo desalinhamento postural, mas Camila explica que cerca de 80% dos problemas de postura são decorrentes dele. “Justamente quando acontece alguma alteração no membro inferior temos que investigar para saber qual é a origem, qual é a causa do desalinhamento. Se é uma questão do captor podal, como na maioria dos casos é, podemos indicar o uso de uma órtese plantar aliada a um trabalho multidisciplinar com fisioterapeuta ou um educador físico”, explica Camila. Para ela, apenas trabalhando os captores junto com a questão muscular e sistêmica é possível melhorar a qualidade de vida desse paciente. Mobilidade biomecânica entre jovens e idosos A questão da mobilidade biomecânica de um jovem e de um idoso depende da consciência e importância que é dada à prevenção. “Tudo é um processo”, diz Camila. “Se você tem uma vida sedentária, você vai ser um idoso que pode ter sim um índice de queda, um índice de saúde debilitado”, complementa ela. “Os jovens hoje estão muito sedentários e isso influencia diretamente na postura”, alerta a profissional que busca conscientizar seus pacientes com dados da avaliação biomecânica. “Com a ajuda da baropodometria eu consigo falar para ele, olha, está vendo isso aqui? Isso aqui não está legal. E consigo fundamentar e explicar que hoje não dói, mas que daqui uns anos pode vir a doer”, conta Camila. Segundo ela é importante trabalhar de uma forma preventiva com os jovens para terem qualidade de vida e locomoção na velhice. “O idoso colhe aquilo que ele fez durante a vida dele toda. Eu tenho uma frase que uso sempre que, enquanto profissional da área de saúde, e eu falo por mim, enquanto podóloga, a minha missão é transformar passos em qualidade de vida”, revela Camila. Depois de ter passado por tantos casos clínicos, inclusive casos difíceis, até de amputações, Camila lembra de um caso de uma paciente que passou por tratamento de uma onicofose recorrente de ambos os hálux (dedão) nas quatro bordas. “Essa paciente tratava dessa condição por mais de dez anos. Quando chegou apreensiva e me contou dos anos de sofrimento, eu montei um protocolo para acabar com a dor em três meses”, conta Camila. Usando a biomecânica, ela conseguiu eficácia no tratamento e ganhou a confiança da paciente. “Depois de três meses ela não tinha mais dor e isso foi gratificante demais. Provei para mim mesma que estou no caminho certo e isso me deixa muito, muito feliz mesmo”, conclui Camila.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Camila Silva | Baropodometria e Biomecânica (@podologistacamilasilva)

Como tratar a frieira no pé rapidamente
Frieira e Micose

Como tratar a frieira no pé rapidamente

Quando começa a dar uma coceirinha ou uma leve sensação de ardência entre os dedos do pé, é preciso agir rápido para tratar a frieira (também conhecida como pé de atleta). Frieira é o nome popular da tinea pedis, uma infecção causada por fungos que se aproveitam da umidade entre os dedos do pé para se multiplicar. “A associação entre calçado fechado, transpiração e calor cria o ambiente propício para a proliferação dos fungos”, explica Armando Bega, podólogo responsável pelo Instituto Científico de Podologia, presidente da Associação Brasileira de Podólogos e especialista em Podiatria. O problema é que, se a infecção não for tratada, ela avança. A coceirinha pode virar uma descamação que deixa a região em carne viva. Além disso, a frieira é contagiosa e transmissível pelo contato da pele com toalhas, tapetes, meias e outros objetos, além do piso do chuveiro. Como tratar a frieira Os primeiros sintomas da frieira são uma leve coceira e sensação de ardor ou queimação entre os dedos dos pés. “Esses já são indícios do início da infecção”, ressalta Rosangela Schwarz, enfermeira habilitada em Podiatria e membro da diretoria da Associação Brasileira de Enfermeiros Podiatras (ABENPO). Nessa fase inicial, é bom procurar um(a) enfermeiro(a) podiatra para iniciar o tratamento. Se a frieira não for tratada, o avanço da infecção será percebido pela vermelhidão mais intensa e por rachaduras na pele, que também pode ficar mais “escamosa” e descascar. Nesse caso, é preciso tratar a região com uma pomada antifúngica receitada por um(a) especialista. Quando a infecção chega à fase mais avançada, a pele fica esbranquiçada e úmida (especialmente na região do dedinho) ou até em carne viva, e é necessário tomar remédios antifúngicos via oral. “O fungo demora para sair do nosso organismo; então, é preciso fazer o tratamento recomendado por 30 dias, mesmo na fase inicial”, afirma Schwarz. “A pele leva 28 dias para recompor todas as suas camadas.” Cuidados durante o tratamento Durante o tratamento, alguns cuidados devem ser tomados para não piorar o quadro e para não transmitir a doença. Depois do banho, o ideal é secar os pés com uma toalha pequena, de preferência descartável. Se não puder, use uma toalha menor e lave-a logo depois de usar. Para fazer essa descontaminação, Schwarz recomenda misturar um copo de 200 ml de vinagre 6% (que não é o de cozinha) à água da lavagem. “O ácido acético tem um grande poder de eliminar fungos”, completa. As meias também requerem um cuidado especial para não contaminar as outras roupas na lavagem. A dica de Schwarz é lavá-las separadamente ou deixá-las de molho nessa solução de água e vinagre antes de colocar na máquina com outras peças. Bega recomenda usar calçados e meias feitos de tecidos “respiráveis”, que absorvam o suor. “Evite o uso prolongado de calçados de tecido sintético. Eles fazem o pé transpirar mais, não absorvem a transpiração e estão mais associados aos casos de frieira, inclusive à dificuldade de tratá-las”, explica. O mesmo vale para as meias, que devem ser trocadas todos os dias. “Meias de algodão absorvem a transpiração, dificultam a proliferação de fungos e ajudam a manter os pés secos”, completa o especialista. Para não transmitir a doença, higienize o boxe com vinagre a 6%, troque com mais frequência o tapete do banheiro e não compartilhe toalhas, meias e calçados com outras pessoas.

Acessar o Universo do Pé

Tenys Pé Baruel nas redes

Acompanhe nossas novidades e promoções

Mais sobre Desodorante

Experimente a proteção dos desodorantes para os pés Tenys Pé Baruel. Eficácia contra o suor e o mau odor deixando seus pés secos e cheirosos.

Fórmulado para proporcionar bem-estar sem causar irritação na pele, o uso diário do desodorante para os pés é um passo importante para manter a higiene pessoal, evitando problemas como suor excessivo e desconfortos associados à umidade.

Em spray ou em pó, Tenys Pé Baruel combate 99% dos fungos e bactérias, além de ser antisséptico e ajudar a evitar frieiras e micoses. Escolha a versão que mais combina com você. Do Original ao Sem Perfume, existe um Tenys Pé ideal para sua rotina.