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Problemas de circulação e os pés: qual é a relação?
Inchaço e Edema

Problemas de circulação e os pés: qual é a relação?

Os pés estão entre as primeiras regiões do corpo a manifestar sinais de alterações circulatórias. Isso acontece porque são áreas mais distantes do coração e dependem de um bom funcionamento vascular para receber oxigênio, nutrientes e garantir a adequada remoção de resíduos metabólicos. Quando a circulação não está eficiente, os pés “avisam”. Problemas circulatórios podem estar relacionados tanto ao sistema venoso quanto ao arterial. Na insuficiência venosa, por exemplo, o retorno do sangue ao coração acontece de forma mais lenta, favorecendo inchaço, sensação de peso nas pernas e alterações na coloração da pele. Já quando há comprometimento arterial, pode ocorrer redução do fluxo sanguíneo que chega aos pés, provocando extremidades frias, palidez, dor ao caminhar e até dificuldade na cicatrização. Na prática podológica, observamos sinais importantes como unhas com crescimento mais lento, pele mais fina e ressecada, descamações persistentes, coloração arroxeada ou esbranquiçada dos dedos e presença de fissuras que demoram a cicatrizar. Pequenas lesões que em condições normais se resolveriam rapidamente podem evoluir quando há comprometimento circulatório. Após os 40 anos, especialmente em pessoas com histórico de sedentarismo, tabagismo, diabetes ou hipertensão, o risco de alterações vasculares aumenta. Por isso, o cuidado preventivo com os pés torna-se ainda mais essencial. Não se trata apenas de estética, mas de saúde e segurança. Uma circulação inadequada impacta diretamente a nutrição dos tecidos. Isso significa maior vulnerabilidade a infecções, dificuldade de regeneração e maior sensibilidade a traumas. Em casos mais avançados, podem surgir complicações sérias que exigem acompanhamento médico especializado. O papel da podologia preventiva é identificar sinais precoces, orientar sobre hábitos que favoreçam a circulação, como movimentação regular, escolha adequada de calçados e cuidados com a hidratação da pele, e encaminhar quando necessário. O olhar atento aos pés pode ser determinante para evitar complicações maiores. Os pés são uma extensão da saúde vascular do corpo. Observar mudanças, valorizar sinais e agir precocemente é uma forma inteligente de cuidar da qualidade de vida. Isso porque muitas vezes, o que começa com um simples inchaço pode ser o primeiro alerta de que algo precisa de atenção.

Canelite: quando as dores na canela precisam de atenção?
Canelite

Canelite: quando as dores na canela precisam de atenção?

A canelite é uma inflamação dolorosa que ocorre na canela, frequentemente associada à prática de exercícios físicos intensos, sobretudo corrida. Na realidade, a canelite não é causada por um trauma específico, mas, sim, pelo excesso de exercício e sobrecarga repetitiva na região. De acordo com o ortopedista Rodrigo Vetorazzi, coordenador da ortopedia do Hospital Albert Sabin de São Paulo (HAS-SP), o quadro surge pela falta de cuidados na preparação física. “Pode piorar quando o exercício é feito com calçados inadequados ou sem alongamento e fortalecimento muscular”, acrescenta o médico. Como saber se é canelite Se você sente dor na parte anterior ou anteromedial da canela, especialmente ao caminhar ou correr, provavelmente é canelite. A dor é persistente e tende a aumentar com a continuidade do exercício, podendo gerar desconforto até em repouso. Porém, em alguns casos, vale descartar outras condições mais graves, como: fraturas por estresse, infecções ósseas ou até lesões tumorais, que podem causar dores semelhantes e, por isso, requerem diagnóstico mais preciso. O professor universitário Leandro Oliveira, 59 anos, de São Paulo, tornou-se corredor amador para perder peso e, logo depois, foi identificada a canelite. “Sentia dores intensas que não passavam nem com descanso, que pioravam depois das aulas e das corridas. Vi que tinha algo errado”, recorda-se. Riscos e prevenção Os principais fatores de risco para a canelite incluem: Exagerar nos exercícios, sobretudo em atividades intensas como corrida, realizadas sem preparação física adequada. Usar calçados inadequados, devido à falta de amortecimento e suporte nos tênis, que aumenta o impacto sobre a canela. Ter uma pisada incorreta, já que a biomecânica fora do padrão pode sobrecarregar a canela e causar inflamação. Não fortalecer os músculos, normalmente resultado da prática de esportes de impacto sem alongamento ou preparo muscular. Para prevenir o quadro, o ortopedista Rodrigo Vetorazzi recomenda calçados com amortecimento e a prática de exercícios de fortalecimento e alongamento antes de atividades intensas. “A correção da pisada com palmilhas e a orientação de um profissional para ajustar o treinamento são medidas preventivas essenciais”, acrescenta. Repouso faz parte do tratamento Tratar a canelite exige, principalmente, a redução da atividade física até que a dor diminua. “Repouso e aplicação de gelo ajudam a controlar a inflamação, além de analgésicos e anti-inflamatórios, quando necessário,” orienta o ortopedista. A fisioterapia também é indicada para fortalecer a musculatura e corrigir a pisada. Leandro Oliveira passou por sessões de fisioterapia e fez ajustes na rotina de exercícios. “Fiquei um tempo sem correr e troquei o tênis. Agora, corro com acompanhamento profissional e cuido para não exagerar”, conta ele, que adotou medidas preventivas para evitar novas crises de canelite. A importância do acompanhamento profissional O caso do professor universitário reforça a importância de sempre ter orientação e supervisão antes e durante a prática de exercícios. Isso porque, sem acompanhamento, as atividades físicas podem aumentar o risco de lesões, agravando problemas existentes e ainda causando novas queixas. “Comecei a correr para evitar problemas de saúde pelo sobrepeso, mas acabei com canelite. Supervisão é fundamental”, admite o corredor.

Por que sapatos novos podem machucar tanto?
Fricção e Impacto do Calçado

Por que sapatos novos podem machucar tanto?

Às vezes, comprar um sapato novo costuma ser motivo de empolgação só até o primeiro uso. Bolhas, dor no calcanhar, pressão nos dedos e até dificuldade para caminhar podem surgir logo nas primeiras horas. Mas saiba que esse desconforto não é “azar”: a ciência da biomecânica tem a resposta para esse inconveniente. Conforme explica o ortopedista Sérgio Costa, a culpa é da estrutura rígida do sapato novo, que ainda não sofreu deformações suficientes para se adaptar à anatomia individual do usuário. Como o pé possui áreas de maior proeminência óssea e regiões naturalmente mais sensíveis, esse contato inicial pode ser dolorido. “Enquanto o calçado não está moldado, ele cria pontos de pressão e de atrito que o corpo ainda não está preparado para tolerar. Além disso, a pele não desenvolveu mecanismos de defesa, como o espessamento protetor”, detalha o especialista. Atrito e pressão são os vilões A fricção é o principal fator envolvido nas lesões iniciais. Isso porque ela provoca um deslizamento repetido entre o sapato e a pele, gerando estresse nas camadas cutâneas e favorecendo o surgimento de bolhas e feridas. É diferente do que ocorre no surgimento de calos, que são uma resposta adaptativa. O médico esclarece que, nesses casos, a pele se torna mais espessa justamente para se proteger do atrito constante. Agora, se o trauma for intenso, podem surgir lesões e inflamação. Outro fato a ser considerado é que os materiais rígidos potencializam esse impacto. Couro novo, estruturas traseiras (contrafortes) duras e costuras internas firmes não absorvem bem a carga nem se moldam facilmente, aumentando a concentração de pressão em áreas específicas do pé. O calçado deve se adaptar ao pé Cada pé é único. Se o sapato não respeitar características individuais como formato, pisada e distribuição de carga, o resultado pode incluir dores locais, áreas inflamadas e até alteração na caminhada. Por isso, a regra de ouro é: o calçado sempre deve se adaptar ao pé e não o contrário. “Existe um período de adaptação saudável, que pode durar de alguns dias até algumas semanas. Nesse tempo, o sapato se torna mais flexível e o pé desenvolve mecanismos de proteção. É uma adaptação mútua”, afirma o ortopedista Sérgio Costa. Vale lembrar que algumas pessoas sofrem mais durante esse processo, pois apresentam fatores que influenciam na tolerância ao impacto inicial. Alguns deles são: maior sensibilidade da pele; presença de deformidades; tipo de pisada; idade; doenças, como diabetes. Quando o desconforto vira alerta Segundo o especialista Sérgio Costa, dor intensa, feridas importantes ou mudança na forma de andar indicam que o desconforto está além do esperado. É preciso dar atenção aos sinais porque a repetição desse impacto, sem adaptação adequada, pode contribuir para quadros como tendinites, metatarsalgias, fascite plantar e até deformidades. Além disso, algumas regiões costumam ser mais afetadas: calcanhar; lateral do quinto dedo; parte superior dos dedos; região plantar anterior.   Para reduzir o impacto inicial, o ortopedista orienta usar o sapato por períodos curtos no começo, escolher o tamanho correto, utilizar meias adequadas, recorrer a protetores de silicone e dar preferência a materiais mais flexíveis.

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