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Desodorante para os pés que combate 99% dos fungos e bactérias e ainda ajuda a evitar frieiras e micoses. Seus pés secos, cheirosos e protegidos.

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Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira
Frieira e Micose

Usar tênis sem meia aumenta o risco de frieira

Deixar as meias de lado na hora de calçar o tênis pode parecer apenas uma questão de conforto ou estilo. No entanto, quando o assunto é saúde, esse hábito tende a ser prejudicial, pois aumenta o risco de frieira (o famoso pé de atleta) e outras micoses nos pés. A culpa é do suor excessivo e do uso prolongado do calçado. Segundo a dermatologista Isabela Pitta, a frieira é uma micose causada por fungos dermatófitos, principalmente a Tinea pedis. Esses micro-organismos se desenvolvem com facilidade em ambientes quentes, úmidos e abafados, características comuns identificadas dentro do tênis. “Quando usamos tênis sem meia, o suor fica em contato direto com o calçado, a ventilação diminui e a pele permanece úmida por mais tempo. Esse cenário é perfeito para a proliferação de fungos”, explica a especialista. Umidade, calor e atrito De acordo com Isabela, umidade, calor e atrito formam a tríade perfeita para surgirem infecções nos pés. Umidade: o suor amolece a camada superficial da pele e acaba facilitando pequenas fissuras; Calor: o ambiente fechado do tênis aumenta a temperatura local e favorece o crescimento fúngico; Atrito: microlesões na pele servem como porta de entrada para fungos e bactérias.   Vale lembrar que os fungos não surgem “do nada”: eles podem já estar presentes no ambiente ou no próprio calçado. Isso porque o tecido interno do tênis pode acumular micro-organismos se não houver ventilação adequada, levando a reinfecções diárias. Nesse contexto, a meia funciona como uma barreira absorvente muito eficaz. A influência do calçado Há diferença entre usar tênis sem meia por pouco tempo e por longos períodos. O uso rápido e ocasional representa risco menor, especialmente se o pé não transpira muito. “Já o uso prolongado, como durante horas de trabalho, na academia ou em atividades intensas, aumenta significativamente o risco, pois mantém o pé abafado e exposto à umidade por mais tempo”, acrescenta a médica. Alguns modelos também elevam as chances: tênis de material sintético que não respiram, modelagens muito fechadas ou calçados usados diariamente sem tempo adequado para secagem completa. Primeiros sintomas e prevenção A dermatologista Isabela Pitta orienta observar sinais iniciais que indicam o desenvolvimento de frieria, como: coceira entre os dedos; descamação esbranquiçada; mau cheiro persistente; ardor ou sensação de queimação; pequenas fissuras na pele; pele úmida ou macerada entre os dedos.   Pessoas com diabete devem ter atenção redobrada, já que pequenas lesões nos pés podem evoluir com mais facilidade, enquanto pacientes com hiperidrose plantar (suor excessivo) também apresentam risco aumentado pela umidade contínua. De modo geral, quanto mais cedo o tratamento é iniciado, mais simples costuma ser a resolução. A especialista compartilha algumas dicas de prevenção: alternar os calçados; deixar o tênis secar completamente; evitar compartilhar sapatos; preferir meias de tecidos absorventes, como dry fit e poliamida, ou tecnológicos respiráveis, com ajuste adequado e costura suave; sempre usar meias, mesmo que sejam mais simples, e trocá-las uma ou mais vezes ao dia, se necessário.   “É importante lembrar que nem toda coceira indica micose. Dermatites e alergias ao material do tênis também podem causar sintomas semelhantes. Por isso, a avaliação médica é fundamental”, finaliza.

Biossegurança na podologia: mais que uma exigência, um dever ético
Biossegurança

Biossegurança na podologia: mais que uma exigência, um dever ético

A podologia é uma prática que lida diretamente com pele, unhas e estruturas sensíveis dos pés, muitas vezes em contato com sangue, secreções e micro-organismos. Por isso, a biossegurança não é apenas uma exigência legal e sanitária: é um pilar ético da profissão, garantindo a proteção de pacientes e profissionais. Por que a biossegurança é essencial? O descuido com a higiene e o manejo de instrumentos pode gerar a transmissão de fungos, bactérias e vírus, causando infecções que vão desde micoses superficiais até doenças mais graves. Além disso, a falta de protocolos adequados coloca o podólogo em risco, podendo levar a acidentes ocupacionais e contaminações cruzadas. Principais medidas de biossegurança na podologia: > Esterilização e desinfecção de instrumentos Uso correto de autoclaves e produtos químicos aprovados. Separação entre instrumentos esterilizados, limpos e sujos.   > Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) Luvas, máscaras, óculos de proteção e aventais evitam o contato direto com micro-organismos.   > Higiene das mãos Lavagem frequente antes e após cada atendimento, complementada com antissépticos quando necessário.   > Controle de superfícies e ambiente Limpeza regular de bancadas, cadeiras e materiais de apoio. Descarte correto de resíduos perfurocortantes e materiais contaminados.   > Educação do paciente Orientar sobre cuidados com higiene, uso de calçados, meias e produtos pessoais, evitando contaminação cruzada em casa. A dimensão ética da biossegurança Seguir protocolos de biossegurança demonstra respeito à saúde do paciente e à própria profissão. Um atendimento seguro transmite confiança, reforça a credibilidade do podólogo e reduz riscos legais e sanitários. Profissionais comprometidos com essas práticas destacam-se pela responsabilidade técnica e social. A biossegurança na podologia vai muito além do cumprimento de normas: ela é um dever ético e moral. Garantir que cada atendimento seja seguro e livre de riscos é proteger vidas, preservar a reputação profissional e elevar o padrão da podologia como ciência aplicada à saúde.

Fascite plantar: exercícios e produtos aliviam a dor
Fascite Plantar

Fascite plantar: exercícios e produtos aliviam a dor

Quando dores persistentes no pé sinalizam a chance de ser fascite plantar vale lembrar que existem produtos e exercícios que podem aliviar esse incômodo. Sentir dores nos pés está longe de ser incomum. Passar horas em pé, usar calçados inadequados e fazer esforço demais são atitudes corriqueiras, principalmente na correria do dia a dia, que podem causar o desconforto. No entanto, dores persistentes acendem o sinal para algo mais sério. "Trata-se de uma inflamação da fáscia plantar, uma membrana fibrosa que conecta o calcanhar aos dedos dos pés. Essa estrutura estabiliza o arco do pé e sustenta as estruturas musculares ao caminhar e ficar em pé", explica o fisioterapeuta André Pêgas, da rede de clínicas Doutor Hérnia. Mas calma: tem solução! O primeiro passo ao perceber essa dor é buscar ajuda especializada - no caso, um ortopedista -, que poderá avaliar e confirmar o diagnóstico. A partir daí, o profissional indicará algumas medidas para aliviar o desconforto e, obviamente, tratar o quadro. O encaminhamento à fisioterapia faz parte do tratamento, já que a execução e a repetição de alguns exercícios são partes fundamentais do processo. Por que os exercícios são importantes? Exercícios específicos podem contribuir para a recuperação da fascite plantar, pois estimulam a fáscia plantar, melhorando sua elasticidade, irrigação e o controle postural do arco plantar. "Os exercícios são essenciais para prevenir novas crises, mas é importante evitar atividades físicas intensas na fase inicial da inflamação," reforça Pêgas, especialista em Fisioterapia Traumato Ortopédica e Desportiva. Práticas mais recomendadas Entretanto, não é qualquer série de exercícios que vai resolver a questão da fascite plantar. É preciso ter boas indicações médicas, acompanhamento e supervisão. Entre os mais indicados para melhorar o quadro estão: Elevação e descida na ponta dos pés, para fortalecer a fáscia; Alongamentos dos dedos e tornozelo, que aumentam a flexibilidade e aliviam a pressão; Específicos para o tendão de Aquiles e panturrilhas, já que fortalecem essas estruturas conectadas à fáscia plantar. Existe contraindicação para exercícios? Segundo o fisioterapeuta André Pêgas, nenhum tipo de exercício e alongamento é contraindicado ou vetado para quem sofre com a fascite plantar, mas saber o momento de praticar cada um deles é crucial. Ou seja, nada de se dirigir à academia e tentar resolver a condição por conta própria, porque isso pode acentuar a condição. "Sempre que possível, deve-se evitar exercícios nas fases mais inflamadas e agudas. A prática só deve ser retomada quando a inflamação estiver controlada para evitar o agravamento da dor", esclarece Pêgas. Produtos que aliviam o desconforto Além dos exercícios, palmilhas, almofada plantar e calcanheiras de gel ou de silicone podem reduzir a pressão sobre a fáscia plantar, aliviando o desconforto. O fisioterapeuta também destaca a importância de usar calçados adequados, evitando opções muito duras ou saltos altos, que sobrecarregam a região. Um leve salto pode ajudar, pois eleva o calcanhar e reduz a pressão sobre a fáscia. Já nos casos crônicos, a infiltração de corticoide pode ser uma opção para alívio da dor e inflamação, desde que haja recomendação médica. Vale saber que, caso a fascite evolua para um esporão calcâneo, a cirurgia passa a ser considerada para a remoção do esporão e alívio dos sintomas.

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Fórmulado para proporcionar bem-estar sem causar irritação na pele, o uso diário do desodorante para os pés é um passo importante para manter a higiene pessoal, evitando problemas como suor excessivo e desconfortos associados à umidade.

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