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A planta do pé suporta todo o peso do corpo e pede cuidados para garantir a saúde e a locomoção. O uso de produtos específicos pode trazer maior conforto no dia a dia.

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5 doenças nos pés causadas pela profissão
Fascite Plantar

5 doenças nos pés causadas pela profissão

O termo “pés de bailarina” está longe de ser um elogio. Isso porque, para algumas profissões, como o balé e o futebol, a rotina intensa pode sobrecarregar os pés, tão fundamentais para a mobilidade e o bem-estar. O resultado disso são lesões e deformidades. Mas o que exatamente causa tais danos? E como evitá-los? De acordo com o ortopedista João Pedro Rocha, do Instituto Torus de Ortopedia Especializada, grande parte das deformidades surge devido ao uso de calçados inadequados, à repetição constante de movimentos e ao impacto frequente. O médico também destaca que, além de alterações estéticas, essas condições podem comprometer a saúde dos pés, afetar a mobilidade e até a qualidade de vida de quem depende desses movimentos diários. Profissões que impactam na saúde dos pés Bailarinos: o uso contínuo de sapatilhas de ponta pode causar o "pé de bailarina", caracterizado pelo desvio do dedão do pé, além de calos e lesões nas unhas; Jogadores de futebol: o impacto constante e os movimentos bruscos podem resultar em fascite plantar, entorses e calosidades nos dedos; Dançarinos e atletas de corrida: também estão sujeitos a lesões como fascite plantar e dedo em martelo devido ao impacto repetido; Trabalhadores que ficam muito em pé: enfermeiros, garçons e vendedores costumam sofrer com dores nos pés, calos e até doenças como insuficiência progressiva do tendão tibial posterior. Vale lembrar que as deformidades advindas dessas profissões não são apenas estéticas. O uso de calçados apertados, saltos elevados ou sem amortecimento, somados aos movimentos repetitivos, podem causar danos reais à saúde dos pés, incluindo: Unhas encravadas; Dor e tendinopatias nos músculos do pé; Deformidade nas articulações. “O quadro pode se agravar, levando a dores crônicas e dificuldades de locomoção. É fundamental tratar essas condições com antecedência para evitar problemas mais sérios no futuro”, assegura João Pedro. Doenças mais comuns Algumas das condições mais frequentes nos consultórios, que exigem um esforço intenso dos pés, são: 1. Hálux valgo (joanete) O que é? Desvio do dedão do pé. Tratamento: pode ser tratado com calçados adequados, exercícios e, em casos graves, cirurgia. 2. Fascite plantar O que é? Uma inflamação na faixa de tecido que conecta o calcanhar aos dedos. Tratamento: repouso, gelo, compressão e elevação (RICE), além de calçados apropriados. 3. Dedo em martelo O que é? Lesão nas articulações dos dedos do pé. Tratamento: uso de calçados adequados e exercícios, podendo necessitar de cirurgia em casos graves. 4. Tendinopatias e pé plano doloroso O que são? Condições que envolvem o enfraquecimento dos tendões. Tratamento: fisioterapia, fortalecimento e, em casos graves, cirurgia. 5. Artrose nas articulações do pé O que é? Caracterizada pelo desgaste das articulações. Tratamento: analgésicos, fisioterapia e, eventualmente, cirurgia. Cuidados especiais Para quem escolhe carreiras que detonam os pés, independentemente do motivo, é fundamental adotar medidas preventivas para proteger a saúde dos membros e garantir uma vida profissional mais longa e saudável. Confira as recomendações do médico: Use calçados adequados: modelos confortáveis e com suporte; Aqueça-se e estique-se: alongar-se antes e depois das atividades previne lesões; Mantenha pés limpos e secos: isso previne infecções; Opte por palmilhas macias: elas reduzem o impacto e dão conforto; Faça pausas regulares: descansos são essenciais para aliviar os pés. Saiba ainda que ignorar os sinais de dor pode ser prejudicial. Nesse sentido, o médico alerta que “insistir nas atividades mesmo com dor pode levar a complicações sérias, como lesões crônicas ou necessidade de cirurgia”.

Nível de tolerância à dor nos pés não é igual para todos
Tipos de Pés

Nível de tolerância à dor nos pés não é igual para todos

Os pés são áreas do corpo com muitas terminações nervosas, o que os torna não apenas sensíveis, mas também um reflexo do estado geral da saúde. É por isso que avaliar a tolerância à dor nessa parte do corpo pode revelar muito sobre como lidamos com desconfortos e até indicar problemas em outras partes. Diversos fatores influenciam na maneira como percebemos a dor, como ressalta a podóloga Sandra Regina, que atua há mais de 20 anos na área. "A genética, o estado emocional, o histórico de saúde e até aspectos culturais e experiências de vida afetam nossa sensibilidade", explica. Há uma razão para os pés serem usados para medir a dor. Além de serem fáceis de acessar, são constantemente expostos a tensões e impactos ao longo do dia, o que os tornam uma área ideal para avaliar a flexibilidade diante da dor. “Os pés possuem muitas terminações nervosas e reagem rapidamente, o que facilita entender como o corpo todo lida com desconfortos”, comenta a profissional. Ela também destaca que os membros podem funcionar como um “termômetro” do corpo. Sensações dolorosas em certas regiões podem indicar desequilíbrios sistêmicos. “Os mapas de reflexologia ajudam a interpretar essas conexões. Apesar de não serem cientificamente comprovados, são úteis, na prática”, garante. Principais causas de dores nos pés Muitos fatores podem gerar dores nos pés, desde escolhas inadequadas de calçados até quadros médicos mais significativos. Entre os problemas mais comuns, estão: Sapatos apertados ou de salto alto, porque geram pressão excessiva; Fascite plantar, joanetes e calos, condições que podem afetar até a mobilidade e aumentar o desconforto; Má postura e má circulação, que não impactam apenas os pés, mas o corpo inteiro. Ainda de acordo com Sandra Regina, a dor constante pode afetar diretamente a tolerância. “Quem vive com dores nos pés acaba ficando mais sensível a estímulos, diminuindo a resistência”, afirma. Um detalhe importante e curioso: a tolerância à dor muda com o passar do tempo. Tal situação ocorre porque a sensibilidade dos pés varia conforme a idade, o estilo de vida e as características individuais. Crianças, por exemplo, têm um sistema nervoso ainda em desenvolvimento, o que pode aumentar a percepção de incômodos dolorosos. Na vida adulta, a tolerância tende a ser maior, mas volta a cair com o envelhecimento, devido ao desgaste do corpo. “Pessoas que andam descalças com frequência têm mais resistência à dor nos pés. Já quem sofre de doenças como diabetes pode ter maior sensibilidade ou até dores mais intensas”, destaca a podóloga. Como melhorar a tolerância Cuidar da saúde dos pés em geral é essencial para evitar dores e desconfortos. Sandra Regina sugere algumas práticas específicas: Massagens e reflexologia: promovem alívio da dor e melhoram a circulação. Uso de palmilhas ortopédicas: ajudam a distribuir o peso de maneira correta e reduzem a pressão nos pés. Alongamentos e fortalecimento: mantêm a mobilidade e previnem lesões. Para quem sente dores constantes, a recomendação é procurar ajuda profissional. “Fisioterapeutas e médicos podem indicar o tratamento mais adequado, desde técnicas conservadoras até intervenções mais específicas”, orienta a especialista. Vale também ficar atento aos sinais: se a dor for constante ou houver alteração na sensibilidade, é necessário investigar a causa. Além disso, a prevenção e os cuidados diários são fundamentais para evitar casos mais sérios.

Tendinite podal: saiba o que é, como tratar e prevenir
Tendinite

Tendinite podal: saiba o que é, como tratar e prevenir

A tendinite podal é uma inflamação dos tendões do pé, ou seja, das estruturas responsáveis por conectar os músculos aos ossos e garantir estabilidade e movimento. Esse problema é mais comum em pessoas que exigem muito dos pés, como atletas, praticantes de esportes de impacto e profissionais que passam muitas horas eretos. Segundo o ortopedista Marco Aurélio Silvério, da Clínica Movité, a tendinite podal pode causar dor intensa, inchaço e desconforto ao caminhar ou realizar atividades. “Os tendões ficam sobrecarregados e reagem com um processo inflamatório que dificulta o movimento”, explica. Principais causas da tendinite no pé O uso excessivo do pé, especialmente em atividades de alto impacto ou esforços repetitivos, é a principal causa da tendinite podal. Calçados inadequados, como modelos sem amortecimento ou que não oferecem suporte, também são fatores de risco, pois aumentam a pressão sobre os tendões. Alterações na pisada ou desequilíbrios musculares igualmente podem sobrecarregar o pé e gerar inflamação nos tendões. “Esses fatores biomecânicos precisam ser corrigidos para evitar que a tendinite evolua”, alerta o médico. Tal situação acomete a aposentada Sonia Rodrigues, 68 anos, de São Paulo. Ex-vendedora de doces, ela ficava em pé quase 12 horas por dia. “Não sabia que tendinite também poderia afetar o pé; achava que era só no braço”, conta. No caso dela, a artrite já presente contribuiu ainda mais para o desenvolvimento da condição. Tendinite pode afetar os dois pés Embora seja comum que comece em apenas um lado, a tendinite pode afetar ambos os pés simultaneamente, sobretudo quando fatores como sobrepeso, desequilíbrios posturais e atividades que exigem esforço repetitivo estão presentes. O ortopedista esclarece que, sem tratamento adequado, a tendinite em um pé pode sobrecarregar o outro, levando à inflamação nas duas extremidades inferiores do corpo. Portanto, se apenas um pé for acometido, que é o quadro comum, a orientação é de tratar o mais rápido possível para não ter que lidar com a tendinite nos dois pés e ao mesmo tempo. Como é o tratamento de tendinite Conforme o especialista, há quatro caminhos principais a seguir após o diagnóstico de tendinite podal. Além disso, as formas de tratamento podem ser combinadas entre si, a depender do quadro e da avaliação individual de cada paciente. As opções costumam ser: Ficar de repouso o máximo de tempo possível; Aplicar gelo na área para reduzir a inflamação; Tomar remédios prescritos pelo médico, como analgésico e anti-inflamatório; Iniciar a fisioterapia, que é um passo fundamental para fortalecer os músculos ao redor dos tendões e corrigir o alinhamento do pé. Nesse sentido, Sonia relata que a fisioterapia foi essencial para o alívio dos sintomas. “Parei de trabalhar porque já não aguentava a dor, fiz fisioterapia e hoje uso uma palmilha sob medida que ajuda na artrite também”. Em casos mais graves, onde não há resposta ao tratamento inicial, pode ser necessária uma intervenção maior, mas essas situações são menos comuns e dependem de orientação médica. Em qualquer situação, porém, o ideal é não se automedicar nem praticar exercícios por conta própria. Prevenção é essencial Após o tratamento, adotar medidas de prevenção é importantíssimo para evitar novas crises de tendinite. Calçados apropriados com amortecimento e suporte são indispensáveis para reduzir a sobrecarga nos pés, por exemplo. O profissional Marco Aurélio Silvério também indica exercícios específicos de fortalecimento e alongamento contínuo da região. Para quem pratica atividades físicas, respeitar o tempo de descanso entre os treinos e evitar exageros é primordial, além de ajustar a pisada com a ajuda de palmilhas sob medida ou orientações de um especialista.

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Mais sobre Planta do Pé

A planta do pé é responsável por suportar o peso do corpo e desempenha um papel crucial na mobilidade diária. Por isso, cuidar dessa região é fundamental para evitar dores, calosidades e outros problemas que podem surgir com o tempo.

Produtos específicos, como palmilhas, hidratantes e protetores, ajudam a manter a pele saudável, proporcionando amortecimento e alívio da pressão em áreas sensíveis. Além disso, é importante adotar uma rotina de cuidados que inclua o uso de cremes para manter a pele macia e prevenir o ressecamento.

Alongamentos e massagens regulares também são recomendados para estimular a circulação e aliviar o cansaço.

A Baruel oferece uma linha completa de produtos desenvolvidos para proteger a planta do pé, garantindo mais conforto, segurança e qualidade de vida em cada passo. ​​