Planta do Pé
A planta do pé suporta todo o peso do corpo e pede cuidados para garantir a saúde e a locomoção. O uso de produtos específicos pode trazer maior conforto no dia a dia.
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Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
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Telas e sedentarismo afetam mobilidade de crianças e jovens
Correr, pular, brincar: a infância costumava ser marcada por atividades em movimento. Com o aumento do tempo em frente às telas, porém, muitas crianças e adolescentes acabam não se mexendo tanto e isso pode impactar até a mobilidade dos pés. O resultado é a dor precoce, típica de adulto, como se o corpo estivesse envelhecendo antes do tempo. “Quando a criança se movimenta menos, os pés deixam de receber estímulos importantes para fortalecimento muscular, ganho de equilíbrio, alongamento e até para a mudança natural do formato durante o crescimento”, afirma o ortopedista pediátrico Tiago Mascarenhas, do Hospital viValle, da Rede D’Or. Ele ainda reforça que ficar parado por longos períodos também contribui para essa redução: o corpo funciona como um músculo, ou seja, precisa ser usado para se desenvolver bem. Com o tempo, isso pode gerar rigidez, encurtamento e dores nos pés, tornozelos e pernas. Dor de adulto já aos oito anos A jornalista Juliana Franco percebeu que a filha começou a reclamar de dor ao acordar quando tinha apenas oito anos. “O primeiro sinal foi quando ela dizia que doía ao colocar o pé no chão. Achamos que era dor de crescimento, mas passou a se repetir”, conta. A menina, hoje com nove anos, também sentia incômodo depois de muito tempo sentada e, aos poucos, começou a evitar atividades comuns da idade. “Ela dizia que parecia um repuxar ou queimar a sola do pé. Não corria nem pulava mais. Em passeios, queria sentar ou pedia colo. Era estranho, parecia uma velhinha com dor”, relembra a mãe. Após a avaliação com um ortopedista pediátrico, a criança recebeu o diagnóstico de sobrecarga da fáscia plantar, causada principalmente pela falta de movimento e pelo excesso de tempo sentada. O tratamento envolveu fisioterapia, alongamentos orientados, ajustes na rotina e mais atenção aos calçados. Gerações diferentes, pés diferentes O especialista Tiago Mascarenhas observa que há diferenças perceptíveis na saúde dos pés da turma jovem hoje, especialmente após a pandemia, quando muitas crianças ficaram mais tempo dentro de casa. Isso porque o aumento dos intervalos diante de tela tem reduzido atividades que estimulam equilíbrio, fortalecimento muscular e controle neurológico. Nesse sentido, o médico destaca a amplificação de casos de marcha equina idiopática, em que a criança passa a andar na ponta dos pés, associado, entre outros fatores, à imaturidade no controle neurológico dos músculos. Quando buscar ajuda Alguns sinais indicam que a criança já pode estar perdendo mobilidade ou função nos pés. Entre os principais estão: Dores frequentes ao brincar ou praticar esportes; Cansaço rápido em tarefas simples; Quedas constantes; Dificuldade para acompanhar colegas; Evitar correr ou brincar; Músculos aparentando pouco volume ou fraqueza. Esses sintomas merecem atenção, principalmente quando interferem na rotina. O ortopedista pediátrico alerta que a infância é uma fase essencial para formar pés fortes e funcionais – e a falta de estímulo pode aumentar o risco de dores e lesões no futuro. Cuidados do dia a dia A boa notícia é que hábitos simples do dia a dia fazem diferença na saúde de crianças e adolescentes. Assim, vale incluir na rotina: Equilibrar o acesso a telas com a movimentação diária; Estimular brincadeiras ao ar livre e esportes; Correr durante o recreio escolar e se movimentar ao longo do dia; Permitir contato dos pés com grama, terra ou areia; Evitar ficar parado a semana inteira e concentrar tudo no fim de semana. “A tecnologia faz parte da vida moderna, mas não pode substituir o movimento, porque o desenvolvimento dos pés depende de estímulos constantes desde os primeiros passos até o fim da adolescência”, conclui o especialista.
Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas
Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata. Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos. “O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica. Pessoas que têm mais riscos Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais: Pessoas acima dos 40 anos; Quem tem histórico de varizes ou trombose; Gestantes; Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal; Pessoas com sobrepeso ou obesidade; Sedentários; Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas. Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes. Como prevenir durante o trajeto A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas: Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas, sempre que possível; Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares, mesmo sentado; Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas; Usar roupas confortáveis e folgadas para não dificultar a circulação; Ao chegar no destino, descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido. Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações. Quando usar meias de compressão As meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista. A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema. Sinais de alerta após a viagem Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem sinais que indicam a necessidade de avaliação médica: Inchaço em apenas uma perna; Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento da região; Persistência por mais de 48 horas após a viagem; Falta de ar, dor no peito ou palpitações. Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados. Atenção também às viagens do dia a dia O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz. O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma. Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.
Exercícios funcionais previnem fascite plantar e tendinite
Fascite plantar e tendinite estão entre os problemas mais comuns que afetam pés e tornozelos, causando dor, limitação de movimentos e dificuldade para caminhar. Tais condições, porém, podem ser evitadas com a adoção de bons hábitos no dia a dia, como a prática de exercícios funcionais. Antes de tudo, é necessário saber que a fascite plantar é uma inflamação da fáscia que sustenta o arco do pé e costuma causar dor intensa, principalmente nos primeiros passos da manhã. Já a tendinite é a inflamação de um tendão, como o de Aquiles, e pode gerar ainda inchaço e restrição de mobilidade. “Ambas as condições afetam os movimentos e a qualidade de vida. Se não tratadas corretamente, podem comprometer tanto a prática de exercícios quanto atividades simples do dia a dia, como caminhar ou ficar em pé por muito tempo”, explica a fisioterapeuta Juliana Duarte, do Centro Universitário FMU. Por que apostar nos exercícios funcionais? Os exercícios funcionais reproduzem movimentos naturais do dia a dia, como agachar, empurrar, puxar e sustentar o peso do corpo. Diferentemente de exercícios isolados, envolvem várias articulações e grupos musculares ao mesmo tempo, desenvolvendo força, equilíbrio, coordenação, resistência e mobilidade de forma integrada. Seus efeitos são amplos: Fortalecem pés, tornozelos e pernas, distribuindo melhor as cargas durante a marcha e atividades físicas; Melhoram a absorção de impactos, reduzindo a tensão sobre a fáscia plantar e os tendões; Aumentam a estabilidade articular e favorecem o alinhamento postural; Reduzem microtraumas repetitivos que podem causar inflamações. Nesses casos, os principais grupos musculares envolvidos são: Músculos intrínsecos dos pés, que sustentam o arco plantar; Panturrilhas (gastrocnêmio e sóleo), que absorvem impactos e protegem o tendão de Aquiles; Tibial anterior e posterior, que auxiliam na estabilidade do tornozelo; Glúteos e quadríceps, que ajudam no alinhamento do membro inferior e reduzem a sobrecarga nos pés. De acordo com a profissional, praticar exercícios funcionais de 2 a 3 vezes por semana já traz benefícios significativos. A regularidade é mais importante do que a intensidade, sempre respeitando os limites do corpo. Não adianta treinar todo dia e se machucar. O ideal é evoluir aos poucos e manter uma rotina constante. Reabilitação com segurança Quem já teve fascite plantar ou tendinite pode (e deve!) incluir essa prática na rotina, mas sempre com acompanhamento profissional. Na fase aguda, por exemplo, o foco deve ser o controle da dor e da inflamação, evitando quaisquer sobrecargas. Porém, as restrições não costumam ser para sempre. A fisioterapeuta esclarece que, com a liberação médica, os exercícios podem ser inseridos de forma adaptada e progressiva. Afinal, trazem ótimas contribuições à vida do paciente. “Eles ajudam a recuperar a força e a flexibilidade da musculatura de suporte, melhoram a estabilidade dos pés e tornozelos, previnem recidivas e contribuem para o retorno gradual às atividades do dia a dia e esportivas com mais segurança”, acrescenta Juliana Duarte. Sinais de alerta para interromper o treino É importante pausar os exercícios e procurar avaliação profissional se notar: Dor intensa ou que piora durante ou após a atividade; Inchaço persistente; Sensação de instabilidade; Limitação de movimento; Estalos dolorosos na região. Por fim, a fisioterapeuta lembra que, além dos exercícios, manter os pés saudáveis depende de vários fatores combinados, como a escolha e o uso de calçados adequados, fortalecimento, alongamentos e controle do peso corporal.
Mais sobre Planta do Pé
A planta do pé é responsável por suportar o peso do corpo e desempenha um papel crucial na mobilidade diária. Por isso, cuidar dessa região é fundamental para evitar dores, calosidades e outros problemas que podem surgir com o tempo.
Produtos específicos, como palmilhas, hidratantes e protetores, ajudam a manter a pele saudável, proporcionando amortecimento e alívio da pressão em áreas sensíveis. Além disso, é importante adotar uma rotina de cuidados que inclua o uso de cremes para manter a pele macia e prevenir o ressecamento.
Alongamentos e massagens regulares também são recomendados para estimular a circulação e aliviar o cansaço.
A Baruel oferece uma linha completa de produtos desenvolvidos para proteger a planta do pé, garantindo mais conforto, segurança e qualidade de vida em cada passo.

