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A planta do pé suporta todo o peso do corpo e pede cuidados para garantir a saúde e a locomoção. O uso de produtos específicos pode trazer maior conforto no dia a dia.

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Exercícios funcionais ou de fortalecimento: qual escolher?
Exercícios de Fortalecimento

Exercícios funcionais ou de fortalecimento: qual escolher?

Na busca por mais força, mobilidade e prevenção de lesões, os exercícios físicos se tornam aliados essenciais. Mas você sabe a diferença entre os funcionais e os de fortalecimento? Embora ambos contribuam para o condicionamento físico, possuem focos distintos e podem ser combinados para potencializar os resultados. A educadora física Alessandra Nascimento, diretora da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo (SBGG-SP), explica que os exercícios funcionais englobam diferentes capacidades físicas, como agilidade, coordenação e equilíbrio, utilizando muitas vezes o peso do próprio corpo. "Já o treinamento funcional trabalha movimentos naturais do dia a dia, como sentar e levantar, alcançar objetos e manter o equilíbrio, enquanto a musculação foca na força muscular de maneira isolada", explica. Fortalecimento muscular x funcional Os exercícios de fortalecimento, geralmente associados à musculação, trabalham a força muscular de maneira segmentada, com séries e repetições em aparelhos ou pesos livres. "Visam aumentar a força e a resistência muscular, podendo ser direcionados para hipertrofia ou condicionamento", detalha a educadora física Alessandra Nascimento. Já os exercícios funcionais ativam várias cadeias musculares simultaneamente, aprimorando a estabilidade e a performance em atividades cotidianas e esportivas. Mesmo não tendo o fortalecimento como foco, ele também acaba ocorrendo. "Ao realizar movimentos como agachamentos, a musculatura é recrutada de forma integrada, estimulando força e equilíbrio", exemplifica a especialista. Dúvidas mais comuns Para quem busca mais força, qual a melhor opção? Se o objetivo principal é ganho de força muscular, a musculação é a mais indicada, pois possibilita um trabalho direcionado para o desenvolvimento da força e volume muscular. No entanto, o ideal é combinar os dois tipos de treino, especialmente para quem busca benefícios mais amplos, como melhora postural, prevenção de lesões e equilíbrio. Quem pode praticar exercícios funcionais? Os exercícios funcionais são recomendados para pessoas de todas as idades, desde que sejam realizados sob orientação profissional. Por trabalharem várias capacidades motoras ao mesmo tempo, exigem coordenação, equilíbrio e postura adequada para evitar lesões. Por isso, é fundamental contar com um especialista em educação física para ajustar os movimentos e garantir um treino seguro. Como os funcionais contribuem para a mobilidade e postura? Exercícios funcionais são excelentes aliados na melhora da mobilidade e postura, pois envolvem movimentos dinâmicos e exercícios de flexibilidade. Esse tipo de treino estimula a amplitude de movimento das articulações, fortalece a musculatura estabilizadora e melhora a consciência corporal, reduzindo riscos de lesões. Como combinar os dois tipos de treino? Uma estratégia eficaz é alternar os dias de treino. Por exemplo, três dias de musculação e dois dias de funcional são uma boa opção para equilibrar os benefícios. Dessa forma, o corpo recebe diferentes estímulos e melhora sua capacidade geral de movimento e força. Qual o tipo de exercício para quem está se recuperando de uma lesão? A escolha do tipo de exercício depende do tipo de lesão e da fase da recuperação. O acompanhamento de um profissional é essencial para determinar o melhor protocolo.

Palmilhas ajudam a relaxar pés cansados e prevenir dores
Pisada e Palmilha

Palmilhas ajudam a relaxar pés cansados e prevenir dores

Passar o dia todo em pé, andando ou usando calçados inadequados, pode deixar os pés doloridos e sobrecarregados. As palmilhas surgem como aliadas nesse cenário, trazendo mais conforto e ajudando a prevenir problemas ortopédicos. Antes de tudo é preciso lembrar que os pés suportam todo o peso do corpo e, ao longo do dia, músculos, tendões e articulações sofrem fadiga. Assim, o excesso de esforço ou longos períodos em pé podem causar microtraumas e até dificultar a circulação sanguínea, gerando dor e sensação de cansaço, conforme esclarece o ortopedista Igor Freitas de Lucena, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE). A podóloga Esther Assis, por sua vez, reforça que o sapato influencia diretamente no bem-estar. Saltos altos, solados muito rígidos ou modelos apertados favorecem a sobrecarga e o desconforto. “Quando o calçado não oferece o apoio correto, a pisada fica desequilibrada e os pés sofrem mais impacto”, aponta. Como as palmilhas ajudam De acordo com o médico, as palmilhas redistribuem a pressão na planta do pé. Isso alivia pontos de sobrecarga e reduz a dor em áreas específicas, tirando aquela sensação pesada do cansaço. “Em casos de pé plano, por exemplo, usamos uma palmilha com suporte no arco medial para equilibrar o peso e diminuir a pressão”, diz o especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo. Esther Assis completa que, além de aliviar, as palmilhas proporcionam outros benefícios, como estabilidade, melhora na postura durante a caminhada, absorção de impacto, maior equilíbrio e aumento da sensação de conforto. Importante: a escolha da palmilha ideal deve sempre ser feita com ajuda de um profissional. O ortopedista destaca que o processo inclui análise da marcha, podoscópio e, em alguns casos, baropodometria para identificar os pontos de pressão e necessidades individuais. “Quando é feita sob medida, a palmilha oferece melhor adaptação e resultados mais eficazes, com qualidade de vida e prevenção de lesões”, detalha o profissional. Prevenção e tratamento Além de auxiliar no cansaço, o uso correto e orientado de palmilhas adequadas pode prevenir e até tratar condições ortopédicas, entre as quais: Fascite plantar, marcada pela dor na sola do pé; Metatarsalgia, causadora da pressão nos metatarsos (ossos do antepé); Joanete (deformidade do osso próximo ao dedão) e dores associadas; Pé plano leve a moderado, quando toca o chão por inteiro. “Com a indicação correta, é possível até postergar ou evitar cirurgias em casos de fascite, joanete ou pé plano”, reforça o médico. Hábitos potencializam resultados As palmilhas trazem ainda mais benefícios quando usadas junto a cuidados diários. Nesse sentido, os profissionais recomendam: Escolher calçados adequados, que não apertem nem fiquem folgados demais; Fazer alongamentos leves para pés, panturrilhas e cadeia posterior; Manter a higiene das palmilhas e do calçado; Trocar a palmilha quando estiver gasta para não perder o efeito. Essas dicas são ideais principalmente para quem passa muitas horas em pé. Já para casos que envolvam questões vasculares, vale apostar em alongamentos, massagens e uso de meias de compressão como complemento – sempre com indicação médica! Por último, fique de olho: se notar dor frequente, cansaço exagerado, calos em locais incomuns ou desgaste irregular no calçado, procure um especialista, pois a pisada pode estar desalinhada.

Como cuidar dos pés antes e depois da caminhada
Caminhada

Como cuidar dos pés antes e depois da caminhada

Caminhar é uma atividade simples, acessível e cheia de benefícios para a saúde. No entanto, os pés, ou seja, a base desse movimento, precisam de cuidados especiais antes, durante e depois da prática para evitar dores, bolhas e até lesões. Pequenos ajustes na rotina podem fazer toda a diferença na performance e na prevenção de problemas futuros. Para o professor de Educação Física Cesar Miguel Momesso, do Centro Universitário FMU, a preparação começa antes mesmo de sair de casa. Ele explica que um bom tênis, meias próprias e unhas bem cuidadas são fundamentais para proteger os pés e garantir conforto durante a caminhada. O calçado, por exemplo, deve respeitar o formato do pé, com leve folga na ponta para impedir a pressão. “Evitar atrito é essencial. Calçado muito apertado ou largo demais pode causar bolhas e desconforto. A meia também precisa ser adequada para não acumular suor e aumentar o risco de lesões. E deve-se manter as unhas curtas, algo essencial para não descolarem com o impacto”, detalha o profissional. A escolha do calçado certo O tênis não precisa ter amortecimento robusto, mas deve, ao menos, proporcionar estabilidade e conforto ao corredor. Cesar Miguel Momesso observa que, quanto maior for a duração da caminhada, mais interessante se torna ter um sistema de amortecimento eficiente para reduzir o impacto e evitar dores não só nos pés, mas nas articulações. Ele recomenda sempre experimentar o calçado antes da compra e observar se não há pontos de pressão que possam machucar durante o trajeto. Além disso, pessoas com curvatura acentuada ou pés muito planos podem se beneficiar do uso de palmilhas ortopédicas, que melhoram o encaixe e a distribuição do peso. Atenção aos sinais na caminhada A caminhada deve ser uma atividade prazerosa e sem dor. Se houver desconforto, algo pode não estar bem. Preste atenção a sintomas como formigamento ou dormência, normalmente relacionados a tênis amarrado com força excessiva ou meias enroladas. Caso perceba esses sinais, a recomendação do professor é ajustar o calçado e só retomar a atividade se o desconforto passar. Persistindo a dor, interrompa o exercício completamente e, se necessário, procure avaliação médica. Cuidados após a prática Depois de caminhar, a higienização é essencial. Isso significa lavar e secar bem os pés, especialmente entre os dedos, para evitar micoses. O especialista também recomenda exercícios de relaxamento, como rolar a sola do pé sobre uma bolinha de tênis, o que é ótimo para aliviar a tensão da fáscia plantar e melhorar a circulação. Outra dica é elevar os pés por alguns minutos para reduzir inchaço e fadiga. “Pequenos cuidados no pós-atividade aceleram a recuperação e preparam os pés para a próxima caminhada”, reforça o educador físico. Além do tênis, alguns outros produtos podem prevenir bolhas, calos e desconfortos. Entre eles estão pomadas, géis e fitas de micropore, que reduzem a fricção. Para quem transpira muito, meias que absorvem a umidade são boas aliadas. Rotina de quem pratica A advogada Giovanna do Vale, de 28 anos, encontrou na corrida e na caminhada uma forma de cuidar do corpo e da mente. Ela começou por influência do pai, que sempre foi corredor. “No início, eu só o acompanhava por diversão. Depois percebi como me fazia bem, principalmente para aliviar o estresse do trabalho”, conta. Antes de treinar, Giovanna segue uma rotina simples: hidratar os pés com creme leve, usar meias sem costura e alongar a panturrilha e a sola do pé. Durante a atividade, ela fica atenta a qualquer desconforto. “Se o tênis aperta, eu paro e o ajusto na hora. Também evito terrenos muito irregulares, porque forçam demais os pés.” Depois de correr ou caminhar, ela tira o tênis rapidamente, lava os pés com água morna, seca bem e aplica um creme mais denso. “É um cuidado que parece básico, mas faz muita diferença no dia seguinte. Sem pés saudáveis, a gente não chega a lugar nenhum”, brinca.

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Mais sobre Planta do Pé

A planta do pé é responsável por suportar o peso do corpo e desempenha um papel crucial na mobilidade diária. Por isso, cuidar dessa região é fundamental para evitar dores, calosidades e outros problemas que podem surgir com o tempo.

Produtos específicos, como palmilhas, hidratantes e protetores, ajudam a manter a pele saudável, proporcionando amortecimento e alívio da pressão em áreas sensíveis. Além disso, é importante adotar uma rotina de cuidados que inclua o uso de cremes para manter a pele macia e prevenir o ressecamento.

Alongamentos e massagens regulares também são recomendados para estimular a circulação e aliviar o cansaço.

A Baruel oferece uma linha completa de produtos desenvolvidos para proteger a planta do pé, garantindo mais conforto, segurança e qualidade de vida em cada passo. ​​