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A planta do pé suporta todo o peso do corpo e pede cuidados para garantir a saúde e a locomoção. O uso de produtos específicos pode trazer maior conforto no dia a dia.

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Caminhar descalço ajuda em casos de pé chato
Pé Chato ou Pé Plano

Caminhar descalço ajuda em casos de pé chato

O chamado “pé chato”, tecnicamente conhecido como pé plano, é caracterizado pela ausência ou redução do arco plantar, ou seja, aquela curvatura natural da sola do pé. Embora muitas vezes não cause dor, em alguns casos pode afetar a postura, alterar o equilíbrio e gerar desconforto em várias partes do corpo. Andar descalço pode ser uma “solução”. A fisioterapeuta Daniela Gamboa, analista do comportamento e psicomotricista, destaca que o arco plantar costuma se formar até os seis ou sete anos de idade, acompanhando o fortalecimento dos músculos e ligamentos dos pés. No entanto, em algumas pessoas, não é uma condição que se desenvolve adequadamente ou reduz na vida adulta. “Isso pode estar ligado a fatores genéticos, fraqueza muscular, alterações ligamentares, sobrepeso ou uso prolongado de calçados inadequados”, explica a profissional. “O pé plano pode ser assintomático, mas também costuma causar desequilíbrio postural, fadiga e dores nos pés, tornozelos, joelhos e coluna.” Faz diferença andar descalço? A resposta é sim. De acordo com Daniela Gamboa, caminhar sem calçado, quando bem orientado, pode ajudar no fortalecimento dos músculos dos pés e na melhora do equilíbrio. “A caminhada descalça estimula a propriocepção, ou seja, a percepção do corpo no espaço. Ainda ativa os músculos intrínsecos dos pés, que sustentam o arco plantar. É como uma academia natural, mas deve ser feita com critério e supervisão”, afirma. Um detalhe importante: nem todas as pessoas podem praticar a caminhada com pés desprotegidos com a segurança necessária. A prática deve ser evitada em casos de: Dor intensa; Inflamação; Obesidade; Instabilidade ligamentar; Alterações estruturais severas. A quem se encaixa em uma ou mais dessas situações, a orientação é não caminhar descalço, pois isso pode agravar o quadro, especialmente de dor, e gerar sobrecarga articular. Superfícies seguras Além de saber quem pode ou não caminhar com os pés sem acessórios, é fundamental entender onde essa caminhada deve acontecer, já que algumas superfícies são mais seguras que outras. A especialista recomenda priorizar terrenos naturais e levemente irregulares, que exigem ajustes sutis da musculatura e favorecem o estímulo fisiológico dos pés. Os mais recomendados são: Áreas com grama; Areia fofa; Tapetes sensoriais; Superfícies de EVA. Por outro lado, pisos duros e frios, como cerâmica ou concreto, devem ser evitados, já que aumentam o impacto e podem causar desconforto ou inflamação. Exercícios que complementam A caminhada descalça pode ser associada a exercícios simples que ajudam a ativar e fortalecer os músculos plantares, como: Pegar objetos com os dedos dos pés; Enrolar e desenrolar uma toalha no chão; Caminhar na ponta dos pés e nos calcanhares; Massagear a planta dos pés com bolas pequenas. Essas práticas contribuem para o alinhamento biomecânico, a estabilidade e o fortalecimento do arco plantar. O uso de palmilhas ortopédicas ainda pode ser indicado até mesmo para quem realiza fortalecimento muscular. Não substituem os exercícios, mas melhoram o alinhamento e a distribuição do peso, proporcionando conforto durante a reabilitação. O ideal é que as palmilhas sejam personalizadas, após avaliação postural e baropodométrica, com acompanhamento fisioterapêutico. Isso porque o arco plantar funciona como um amortecedor natural e, quando está rebaixado, há maior rotação interna dos joelhos e tornozelos, somada à sobrecarga nos quadris e na coluna. Avaliação, acompanhamento e melhora A fisioterapeuta explica que a avaliação deve considerar todo o corpo, não apenas os pés. São analisados: Alinhamento dos eixos corporais; Mobilidade, força e estabilidade dos pés; Testes de apoio plantar e marcha; Baropodometria computadorizada, quando disponível. Tais informações permitem identificar se o pé plano é fisiológico (sem impacto funcional) ou patológico (quando há dor e alteração estrutural) Notar os sinais de melhora também faz parte do processo: ter mais resistência, menos dor ao final do dia e apresentar ganhos na postura e equilíbrio indicam que o tratamento está no caminho certo. Para garantir isso, Daniela Gamboa reforça a importância das (re)avaliações periódicas com profissionais capacitados para eventuais ajustes, quando necessários.

Problemas no fígado podem influenciar a saúde dos pés
Inchaço e Edema

Problemas no fígado podem influenciar a saúde dos pés

Problemas relacionados ao fígado podem afetar os pés, embora de maneira indireta. O fígado é um órgão essencial para a filtragem de toxinas, metabolização de nutrientes e produção de substâncias importantes para o corpo, como proteínas e bile. Quando o fígado não está funcionando corretamente, isso pode levar a uma série de complicações que, por sua vez, podem afetar a saúde dos pés. Confira algumas delas: 1. Retenção de Líquidos (Edema) Causa: A insuficiência hepática pode resultar em uma condição chamada hipoalbuminemia (baixa concentração de albumina no sangue), que interfere na regulação da quantidade de fluído nos vasos sanguíneos. Isso pode levar à retenção de líquidos, particularmente nos membros inferiores, como os pés e tornozelos. Consequência: O inchaço (edema) nos pés e tornozelos pode ser doloroso e desconfortável. Em casos graves, pode limitar a mobilidade e aumentar o risco de infecções, caso a pele se rompa. 2. Alterações na Circulação Sanguínea Causa: Problemas no fígado, como cirrose, podem causar hipertensão portal, ou seja, um aumento na pressão sanguínea na veia principal que transporta o sangue do trato gastrointestinal para o fígado. Isso pode levar à dilatação de veias em diferentes partes do corpo, incluindo as pernas e os pés. Consequência: Essa pressão aumentada pode resultar em varizes (veias dilatadas) e pode prejudicar a circulação sanguínea adequada, causando dor, inchaço e sensação de cansaço nas pernas e pés. 3. Distúrbios na Coagulação Causa: O fígado é responsável pela produção de proteínas necessárias para a coagulação do sangue. Quando o fígado está comprometido, pode haver uma diminuição na produção dessas proteínas, aumentando o risco de sangramentos e hematomas. Consequência: Em casos de pequenos traumas ou lesões nos pés, a coagulação inadequada pode levar a hematomas, sangramentos ou dificuldades para cicatrizar feridas, o que aumenta o risco de infecções. 4. Síndrome Hepatorrenal Causa: A síndrome hepatorrenal é uma complicação grave que ocorre em estágios avançados de doenças hepáticas, como cirrose, quando o fígado e os rins começam a falhar juntos. Isso pode afetar a função renal e levar à retenção de sódio e líquidos. Consequência: Essa condição pode causar inchaço significativo nos pés e nas pernas, além de outros problemas relacionados à função renal. 5. Síndrome de Raynaud Causa: Em algumas doenças hepáticas, como a cirrose biliar primária, pode haver alterações na circulação periférica, resultando na síndrome de Raynaud, que causa espasmos nas pequenas artérias dos dedos das mãos e dos pés. Consequência: Durante um episódio de Raynaud, os dedos dos pés podem ficar pálidos, frios e dormentes, especialmente em resposta ao frio ou estresse. 6. Infecções e Problemas na Pele Causa: A função hepática comprometida pode reduzir a capacidade do corpo de combater infecções, o que pode resultar em um risco aumentado de infecções na pele e nos pés. Consequência: As infecções podem ser mais difíceis de tratar e podem se espalhar rapidamente. Além disso, a pele nos pés pode ficar mais propensa a feridas e úlceras. Como Prevenir e Tratar Se você tem problemas no fígado e está notando sintomas como inchaço, dor ou alteração na pele dos pés, é importante buscar ajuda médica. Alguns cuidados que podem ajudar incluem: Controlar a retenção de líquidos com medicamentos diuréticos (prescritos pelo médico) e evitando o consumo excessivo de sal. Usar meias de compressão para ajudar a melhorar a circulação e reduzir o inchaço. Monitorar regularmente a função hepática com exames de sangue, como as transaminases e bilirrubina. Evitar lesões nos pés e proteger a pele com calçados confortáveis e adequados.   O tratamento para essas complicações depende do tipo e da gravidade do problema hepático, sendo fundamental seguir as orientações médicas para gerenciar as condições hepáticas e suas possíveis consequências nos pés.

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas
Inchaço e Edema

Como evitar pés e pernas inchadas durante viagens longas

Ficar horas sentado durante uma viagem pode ser um desafio para a saúde dos pés e das pernas. Aviões, ônibus e carros, especialmente em trajetos longos, favorecem o inchaço devido à falta de movimento – e, no caso das aeronaves, à pressão mais baixa dentro da cabine. O resultado é desconforto e, algumas vezes, sinais de alerta que merecem atenção médica imediata. Segundo a cirurgiã vascular Camila Kill, à frente da clínica Vascularte, o problema acontece porque a musculatura da panturrilha – conhecida como “coração periférico” – deixa de se movimentar, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. Essa condição favorece o acúmulo de líquidos, que se manifesta como inchaço visível nos pés e tornozelos. “O avião intensifica esse efeito pela pressão da cabine, que favorece a retenção de líquidos. Na maioria das vezes, o inchaço é passageiro, mas, em alguns casos, pode indicar ou até contribuir para problemas graves, como a trombose venosa profunda (TVP)”, explica a médica. Pessoas que têm mais riscos Alguns grupos são naturalmente mais suscetíveis a esse problema e devem ter cuidado redobrado durante viagens longas. Conheça os principais: Pessoas acima dos 40 anos; Quem tem histórico de varizes ou trombose; Gestantes; Usuários de anticoncepcionais ou que fazem reposição hormonal; Pessoas com sobrepeso ou obesidade; Sedentários; Passageiros de voos ou viagens de ônibus com duração superior a 4 horas. Além do desconforto, essas pessoas também têm maiores chances de complicações, como formação de coágulos ou agravamento de doenças pré-existentes. Como prevenir durante o trajeto A boa notícia é que pequenas mudanças de hábito ajudam a evitar o desconforto e reduzem os riscos. A cirurgiã vascular Camila Kill recomenda algumas medidas: Caminhar pelo corredor a cada 1 ou 2 horas, sempre que possível; Flexionar e esticar os pés, fazer círculos com os tornozelos, levantar e abaixar os calcanhares, mesmo sentado; Beber bastante água e evitar o excesso de café ou bebidas alcoólicas; Usar roupas confortáveis e folgadas para não dificultar a circulação; Ao chegar no destino, descansar com as pernas elevadas para drenar o excesso de líquido. Embora simples, esses cuidados agem diretamente na diminuição de possíveis sintomas e na prevenção de complicações. Quando usar meias de compressão As meias de compressão são aliadas importantes para quem tem histórico de varizes, trombose ou insuficiência venosa, além de gestantes e passageiros que enfrentam voos muito longos. “Elas estimulam a circulação e reduzem significativamente o risco de coágulos e inchaços”, destaca a especialista. A cirurgião vascular complementa lembrando que o ideal é que a escolha seja feita com orientação médica. Isso porque o profissional poderá indicar o grau de compressão adequado para cada caso, garantindo que o acessório ofereça segurança e eficácia. Usar um modelo inadequado pode trazer desconforto ou até mesmo piorar o problema. Sinais de alerta após a viagem Geralmente, o inchaço melhora em poucas horas, mas existem sinais que indicam a necessidade de avaliação médica: Inchaço em apenas uma perna; Dor intensa, calor, vermelhidão ou endurecimento da região; Persistência por mais de 48 horas após a viagem; Falta de ar, dor no peito ou palpitações. Esses sintomas podem levantar suspeitas de trombose ou até embolia pulmonar, condições graves que exigem atendimento imediato, e não devem ser ignorados. Atenção também às viagens do dia a dia O problema não se restringe a viagens longas. Quem passa muitas horas sentado, como motoristas de aplicativo, também corre o risco de enfrentar inchaço e dor. É o caso de Igor Pinheiro, de 29 anos, que dirige em São Paulo. “Certa vez meu pé inchou muito, fiquei assustado. Depois disso, comecei a parar mais, esticar as pernas e beber bastante água durante o trabalho”, diz. O paulistano também convive com pressão alta, o que aumenta a necessidade de atenção. “Hoje eu já tenho esse hábito de me movimentar um pouco, sempre que posso. Cuido para não ter inchaço e controlar a pressão”, afirma. Nesse sentido, a cirurgiã vascular reforça que manter hábitos saudáveis faz diferença não só durante viagens, mas na saúde a longo prazo. Praticar exercícios físicos regularmente, controlar o peso, manter uma boa alimentação e consultar um médico para avaliações periódicas são atitudes essenciais para garantir que a circulação funcione bem.

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Mais sobre Planta do Pé

A planta do pé é responsável por suportar o peso do corpo e desempenha um papel crucial na mobilidade diária. Por isso, cuidar dessa região é fundamental para evitar dores, calosidades e outros problemas que podem surgir com o tempo.

Produtos específicos, como palmilhas, hidratantes e protetores, ajudam a manter a pele saudável, proporcionando amortecimento e alívio da pressão em áreas sensíveis. Além disso, é importante adotar uma rotina de cuidados que inclua o uso de cremes para manter a pele macia e prevenir o ressecamento.

Alongamentos e massagens regulares também são recomendados para estimular a circulação e aliviar o cansaço.

A Baruel oferece uma linha completa de produtos desenvolvidos para proteger a planta do pé, garantindo mais conforto, segurança e qualidade de vida em cada passo. ​​

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