Planta do Pé
A planta do pé suporta todo o peso do corpo e pede cuidados para garantir a saúde e a locomoção. O uso de produtos específicos pode trazer maior conforto no dia a dia.
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Perguntas frequentes
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Verruga plantar pode voltar, sim! Entenda.
As verrugas plantares são lesões benignas causadas pelo vírus HPV e aparecem na sola dos pés. Embora não sejam perigosas, podem causar dor e desconforto ao caminhar, além de serem persistentes e até recorrentes, em alguns casos. Apresentam uma superfície áspera e elevada, coloração amarelada ou acinzentada e podem ter pequenos pontos escuros no centro, que correspondem a vasos sanguíneos. “Surgem em áreas de pressão dos pés e podem ser confundidas com calos ou micoses. Por isso, um exame clínico detalhado é essencial para um diagnóstico correto”, destaca a dermatologista Geanny Fagundes. A real é que muitas pessoas fazem essa confusão, já que podem apresentar aspecto semelhante. No entanto, a presença de pontinhos escuros e a dor ao pisar são sinais característicos das verrugas. A podóloga Ana Maria Motta reforça que essa identificação precoce é fundamental para evitar complicações. “O tratamento pode ser feito com ácidos, laser ou cauterização, dependendo do tamanho e da profundidade da verruga”, explica. O problema é que a verruga plantar pode voltar após o tratamento. As chances de reaparecer existem, já que o HPV pode permanecer latente na pele. A dermatologista Geanny Fagundes explica que alguns fatores aumentam o risco de recidiva: Imunidade baixa: pessoas com o sistema imunológico comprometido têm maior propensão a desenvolver novas verrugas; Ambientes úmidos: frequentar piscinas, vestiários e banheiros públicos aumenta a exposição ao vírus; Microtraumas na pele: pequenas lesões ou rachaduras facilitam a infecção pelo HPV. Como evitar que a verruga plantar volte Apesar da possibilidade de surgir novamente, não significa que a verruga vá, obrigatoriamente, aparecer. Isso porque há maneiras de evitar novas ocorrências. Para tentar impedir que isso aconteça, as especialistas têm quatro recomendações principais: Manter o sistema imunológico fortalecido: alimentação equilibrada, boa hidratação, sono adequado e prática regular de exercícios ajudam a fortalecer as defesas do organismo; Evitar andar descalço: usar chinelos em ambientes públicos reduz a exposição ao vírus HPV; Higienizar e secar bem os pés: a umidade favorece a proliferação do vírus, por isso, é essencial manter os pés secos; Não compartilhar objetos pessoais: toalhas, meias e calçados devem ser de uso individual para evitar contaminação. “Quem já teve verruga plantar deve redobrar a atenção ao pisar em locais úmidos, pois o vírus pode estar presente no ambiente e reinfectar a pele”, alerta Ana Maria. O que fazer se voltar Caso a verruga reapareça, a recomendação é procurar um profissional para iniciar o tratamento o quanto antes. “O ideal é tratar logo para evitar que a lesão cresça, se espalhe ou fique mais profunda”, ressalta a podóloga. A dermatologista reforça que, em casos mais resistentes, pode ser necessária uma nova abordagem terapêutica. “Temos diferentes opções, como crioterapia, eletrocauterização e laser, que podem ser utilizadas conforme a necessidade do paciente”, explica. Por isso, ao notar qualquer sinal de verruga plantar, o melhor caminho é buscar um dermatologista ou podólogo para avaliar o caso e definir o tratamento mais adequado. “Se a verruga causar dor intensa, sangramento ou mudança de aparência, procure um médico imediatamente”, finaliza a médica.
Corrida se populariza e vira tendência no Brasil; entenda por quê
Nos últimos anos, a corrida deixou de ser apenas uma atividade esportiva e se tornou parte do estilo de vida de milhões de brasileiros. Prática democrática, que pode ser feita em qualquer lugar e com poucos recursos, cresceu exponencialmente, especialmente no período pós-pandemia, quando as pessoas passaram a buscar mais atividades ao ar livre como forma de manter a saúde física e mental. Para o treinador Carlos Tiggemann, esse crescimento se deve à acessibilidade e à flexibilidade. "A corrida não exige equipamentos caros, pode ser iniciada com caminhadas e permite que cada pessoa respeite seu próprio ritmo. Além disso, não depende de horários fixos ou de outras pessoas, o que facilita a adesão", explica. Ele ainda destaca que o aumento de eventos esportivos e a popularização nas redes sociais impulsionaram o interesse pelo esporte. A médica do esporte Flávia Magalhães, especialista em mercado esportivo, acrescenta que a prática da corrida tem se destacado globalmente. "Segundo o relatório anual do Strava, a corrida foi o esporte mais praticado no mundo em 2024. O Brasil ficou em segundo lugar em número de praticantes. Além disso, foram realizadas 1.421 corridas de rua no país em 2023, um aumento de 20% em relação a 2022", afirma. Prática ao ar livre em alta O crescimento da corrida está diretamente ligado ao aumento de práticas ao ar livre no pós-pandemia. Levantamento da WGSN, empresa global de pesquisa de tendências, aponta a busca por atividades externas e em contato com a natureza com aumento significativo nos últimos anos. Essa tendência foi impulsionada pela necessidade de distanciamento social e pela valorização do bem-estar físico e mental. O relatório destaca que práticas como corrida, trekking e caminhada passaram a ser vistas não só como exercícios, mas como formas de conexão com o meio ambiente e com a saúde integral. A corrida, por ser simples, gratuita e individual, ganhou destaque nesse cenário, acompanhando a tendência global de valorização do autocuidado e do equilíbrio. Nesse sentido, a médica do esporte Flávia Magalhães reforça que a corrida também beneficia o mercado esportivo. "Há um crescimento expressivo na procura por tênis, roupas e acessórios adequados, especialmente por parte das mulheres, cuja participação nas corridas aumentou muito nos últimos anos. Esse movimento influencia o mercado e gera novas oportunidades para marcas esportivas", observa. Benefícios e cuidados essenciais Os benefícios da corrida são amplos. Entre eles, o treinador Carlos Tiggemann lista: Melhora da saúde cardiovascular e respiratória; Aumento da resistência; Controle do peso; Melhora do humor; Mais qualidade do sono. "Além dos ganhos físicos, a corrida proporciona sensação de bem-estar e socialização, quando feita em grupos ou eventos, o que também motiva a continuidade", acrescenta. Como começar a correr Para quem deseja dar o primeiro passo nas corridas, a dica é simples: iniciar com caminhadas e intercalar com corrida leve, respeitando os limites do corpo. "O importante é evoluir gradualmente, buscando orientação profissional quando possível. Pessoas sedentárias ou com histórico de lesões devem realizar uma avaliação física antes", orienta o treinador. Contudo, apesar dos inúmeros benefícios, a médica lembra que há contraindicações. "Pessoas com doenças cardiovasculares graves ou problemas articulares severos devem evitar a prática sem orientação médica. Cada caso precisa ser avaliado individualmente", conclui.
Conheça as principais causas de dores nos pés
Dores nos pés e sensações como queimação são problemas mais comuns do que se imagina e podem ter diferentes origens – do simples uso de calçados inadequados até condições médicas e traumas. Seja qual for a causa, algo é certo: essa dor pode impactar significativamente o bem-estar e a qualidade de vida. O bom é que há formas de tratar e prevenir, além de cuidados profissionais que fazem toda a diferença. De acordo com a podóloga Sylvia Azevedo, professora de podologia da Universidade Guarulhos (UNG), identificar o que está causando essa dor é essencial para escolher o tratamento mais adequado. “As dores nos pés podem ter motivos variados, e os cuidados vão desde medidas mais simples, como escolher calçados corretos, até tratamentos especializados em consultórios podológicos”, pontua. Principais causas de dores nos pés Conforme dito pela docente, as origens variam de dor para dor. As principais são: Fascite plantar: inflamação na fáscia plantar, que causa dores na sola dos pés, especialmente ao caminhar. Esporão do calcâneo: crescimento ósseo no calcanhar, associado à fascite, que provoca dor ao pisar. Neuroma de Morton: espessamento do tecido entre os dedos, causando queimação e formigamento. Artrite: condição que afeta articulações, causando dor e rigidez. Tendinite: inflamação em tendões, como o de Aquiles, comum em atletas. Calos e bolhas: resultado do atrito com calçados inadequados. Fraturas por estresse: pequenas lesões causadas por uso excessivo ou impactos repetitivos. Pé diabético: neuropatias em pessoas com diabetes que podem causar dor e insensibilidade. Síndrome do Túnel do Tarso: compressão do nervo tibial posterior, provocando dor e formigamento. Queimação também merece atenção Além da dor, a queimação nos pés é outro sintoma comum do quadro, que pode ser causada pelos mesmos fatores das dores ou questões diferentes. como: Neuropatia periférica: associada ao diabetes e outras condições, afeta os nervos dos pés. Calçados inadequados: sapatos apertados ou mal ajustados podem irritar os pés. Infecções fúngicas: como a frieira, causam irritação e queimação. Problemas circulatórios: alterações na circulação sanguínea podem gerar a sensação de queimação. “Ainda pode estar associada à exposição ao calor ou à prática de atividades intensas sem os cuidados adequados”, acrescenta a podóloga. Outros sinais de alerta Vale ainda observar outros sintomas que podem indicar condições mais graves, como problemas circulatórios ou neurológicos, e que devem ser avaliados por profissionais. Alguns que pedem atenção: Inchaço persistente; Vermelhidão ou calor na área afetada; Alterações na cor da pele; Formigamento ou dormência; Dificuldade ao caminhar; Feridas que não cicatrizam. Como evitar e tratar dores nos pés A prevenção e o tratamento podem variar conforme a causa, mas há medidas gerais que ajudam a aliviar e prevenir o desconforto, indo desde cuidados diários até tratamentos caseiros e médicos. Veja só: Cuidados diários e prevenção: Escolha calçados confortáveis, com bom suporte; Hidrate os pés e mantenha as unhas bem cuidadas; Faça alongamentos para fortalecer músculos e tendões; Evite andar descalço em superfícies duras ou quentes. Tratamentos caseiros: Escalda-pés: utilize água morna com sal para relaxar os pés; Massagens: ajuda a aliviar tensões musculares e melhorar a circulação; Compressas quentes ou frias: aliviam dores e reduzem inflamações. Tratamentos médicos: Medicamentos anti-inflamatórios (com orientação médica); Fisioterapia para fortalecer e corrigir movimentos; Palmilhas ortopédicas personalizadas; Terapias complementares, como acupuntura. Grupos mais propensos Algumas pessoas têm maior probabilidade de desenvolver dores nos pés, como pessoas com sobrepeso, idosos, atletas e mulheres que usam salto alto frequentemente. “Condições médicas como diabetes e artrite também aumentam a vulnerabilidade dos pés”, complementa a profissional. Independentemente da propensão e da causa, o podólogo é um dos profissionais essenciais no cuidado com os pés e capaz de auxiliar nas dores, por exemplo. “Desde orientar sobre cuidados básicos até tratamentos como a remoção de calos e ajustes com órteses, a podologia desempenha um papel importante na prevenção e alívio de dores nos pés”, conclui Sylvia.
Mais sobre Planta do Pé
A planta do pé é responsável por suportar o peso do corpo e desempenha um papel crucial na mobilidade diária. Por isso, cuidar dessa região é fundamental para evitar dores, calosidades e outros problemas que podem surgir com o tempo.
Produtos específicos, como palmilhas, hidratantes e protetores, ajudam a manter a pele saudável, proporcionando amortecimento e alívio da pressão em áreas sensíveis. Além disso, é importante adotar uma rotina de cuidados que inclua o uso de cremes para manter a pele macia e prevenir o ressecamento.
Alongamentos e massagens regulares também são recomendados para estimular a circulação e aliviar o cansaço.
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