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A planta do pé suporta todo o peso do corpo e pede cuidados para garantir a saúde e a locomoção. O uso de produtos específicos pode trazer maior conforto no dia a dia.

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Rotina noturna para hidratar os pés em apenas 5 minutos
Hidratação e Emolientes

Rotina noturna para hidratar os pés em apenas 5 minutos

Pés ressecados, ásperos e até com pequenas rachaduras podem ser sinais de que a hidratação anda de escanteio na rotina. Mas nem tudo está perdido: reservar poucos minutos antes de dormir para cuidar dessa região já ajuda - e muito! Com os produtos adequados e movimentos práticos, a pele fica macia, confortável e protegida. A podóloga Sheila Cristina, especialista em reflexologia podal, explica que a pele dos pés costuma sofrer mais desgaste por conta do atrito constante e da espessura natural da região. Por isso, precisa de atenção frequente para evitar desconfortos e problemas mais intensos ao longo do tempo. “Quando a gente mantém os pés hidratados, evita rachaduras, aspereza e desconforto para andar. Sem hidratação, a pele fica cada vez mais seca, grossa e pode descamar. Em alguns casos, as rachaduras podem até infeccionar”, alerta a pedicure. Diferenças entre hidratação e emolientes Embora muita gente use os termos como sinônimos, hidratação e ação emoliente têm funções diferentes no cuidado com a pele. Vale entender que: A hidratação ajuda a devolver água para os pés. Os emolientes criam uma barreira que mantém essa água por mais tempo na região. Na prática, os melhores produtos costumam unir as duas funções. Ainda segundo a profissional, é por isso que investir nos ativos certos importa muito. Os principais são: ureia; glicerina; ácido lático; manteiga de karité; óleos vegetais. Para saber qual é a melhor opção, a orientação de um especialista é fundamental. A ureia, por exemplo, é o componente mais conhecido para hidratação intensa, mas não deve ser usado por gestantes, sobretudo sem acompanhamento. Rotina noturna de 5 minutos é eficaz Aplicar o hidratante antes de dormir costuma ser a recomendação mais comum. Isso porque, durante a noite, os pés ficam mais tempo em repouso, sem suor excessivo e o atrito causado pelos calçados ao longo do dia, ampliando o resultado. A podóloga Sheila Cristina orienta um passo a passo simples, que leva cerca de 5 minutinhos, e deve ser feito todos os dias. Afinal, a constância é essencial para perceber resultados reais na textura da pele. Faça isso: Lave os pés com água e sabonete neutro. Seque bem, inclusive entre os dedos. Aplique o creme hidratante em todo o pé. Faça uma massagem rápida por toda a estrutura podal. Coloque uma meia para potencializar a absorção. “O uso da meia ajuda a criar uma espécie de oclusão, mantendo o produto em contato com a pele por mais tempo e evitando que o hidratante evapore ou fique no lençol”, esclarece a profissional. Quando a hidratação caseira não é suficiente Alguns hábitos aparentemente inofensivos podem acabar piorando o ressecamento dos pés. Deixar a pele úmida, hidratar os membros só às vezes (ou quando a situação já está mais grave) e lixar a região em excesso são alguns exemplos do que deve ser evitado. A pedicure destaca que, com o tempo, essas práticas podem deixar a pele ainda mais sensível e vulnerável. Por isso, observe sinais persistentes, da mesma forma que manifestações que soam alerta, como: dor; sangramento; sintomas de infecção (vermelhidão, calor e secreção); rachaduras profundas; comorbidades, como diabetes ou problema de circulação. Como ela lembra, tais motivos são suficientes para agendar uma consulta com o podólogo e realizar um tratamento mais próximo e individual.

Pé chato em crianças: é preciso corrigir?
Pé Chato ou Pé Plano

Pé chato em crianças: é preciso corrigir?

O pé chato infantil, que também é conhecido como pé plano, é uma condição comum durante o crescimento. Ele caracteriza-se pela ausência da curvatura interna do pé, a chamada arcada plantar, e, geralmente, faz parte do desenvolvimento normal da criança. Por isso, nem todo caso exige acompanhamento médico. Segundo o ortopedista Carlos Eduardo Pires, do Dr.Consulta, o pé chato infantil é um achado extremamente frequente nas consultas de ortopedia infantil e, na maioria das vezes, não representa um problema. Esse formato do pé é esperado nos primeiros anos de vida e tende a melhorar naturalmente conforme a criança cresce. “Esse tipo de pé é observado em até 97% das crianças menores de 2 anos e tende a se corrigir espontaneamente até os 10 anos. Nessa faixa etária, apenas 4% a 15% continuam com o pé plano, o que ainda é considerado dentro da normalidade”, explica o médico. Quando o pé plano infantil requer atenção Por ser esperado e natural, nem todo caso vai exigir acompanhamento médico. O especialista esclarece ainda que o pé chato (ou pé plano) só requer avaliação especializada quando houver sintomas bem específicos, como: Dor nos pés ou nas pernas; Rigidez ao movimentar o pé; Dificuldade para andar, correr ou brincar normalmente A dor ou a perda de flexibilidade devem ser os principais sinais de alerta para pais e cuidadores. Isso porque, nesses casos, o quadro pode ser diferente do pé plano comum, chamado de flexível, aquele sem dor, com articulações móveis e boa função. O diagnóstico possível é o pé plano rígido, que apresenta limitação dos movimentos, dor e menor desempenho físico. “Essa situação não é considerada normal e precisa de uma avaliação mais específica, incluindo radiografia, para identificar alterações estruturais”, observa o ortopedista Carlos Eduardo Pires. Bota ortopédica não é mais tratamento Durante muito tempo, botas e calçados ortopédicos foram usados com a intenção de “formar o arco” do pé, mas essa prática está ultrapassada. “Hoje sabemos, com base em estudos desde a década de 1990, que o resultado é o mesmo entre as crianças que usam e as que não usam esses dispositivos”, afirma o ortopedista. Ele acrescenta que até 95% dos pés chatos infantis acabam corrigidos naturalmente com o crescimento, sem a necessidade de nenhum método especial. Por isso, não se usam mais botas nem calçados ortopédicos para moldar o arco plantar. Agora, em casos em que o pé chato exige tratamento, o primeiro passo é sempre conservador, com fisioterapia, alongamentos e fortalecimento da musculatura dos pés e tornozelos. Nesse sentido, são recomendados exercícios que trabalham a flexibilidade da cadeia posterior e a força das estruturas que estabilizam o pé. Os principais estímulos incluem: Alongar a região; Fortalecer tornozelos e pés; Variar os terrenos de contato. “É importante salientar que deixar as crianças andarem descalças em terrenos variáveis, como grama, areia e terra, pode ajudar um pouco na formação do arco e também no fortalecimento da musculatura”, completa o médico. Mais alternativas As palmilhas personalizadas só são indicadas em casos de dor, especialmente quando o pé plano é do tipo rígido. Seu papel não é criar o arco medial, mas aliviar o desconforto da criança, e devem ser feitas sob medida. Quando o tratamento conservador não traz melhora, o profissional avalia a necessidade de cirurgia, indicada apenas em casos excepcionais. “De forma geral, se o pé chato não dói, não há motivo para preocupação. Mas se houver dor ou limitação, é essencial buscar ajuda médica para investigar a causa e indicar o melhor tratamento”, finaliza o ortopedista.

6 dicas práticas para evitar o ressecamento nos pés no inverno
Calcanhar Rachado

6 dicas práticas para evitar o ressecamento nos pés no inverno

Os pés ficam mais ressecados no inverno por causa do ar seco e frio, pelo uso de sapatos fechados e pelos banhos quentes e demorados. Para evitar o ressecamento e até mesmo prevenir o surgimento de fissuras podais que podem além de causar dor, ser uma porta de entrada para fungos e bactérias, nossa colunista dá seis dicas simples para o dia a dia. São elas: 1. Hidrate todos os dias No inverno, o ar fica mais seco e a pele perde água mais rápido. Use cremes específicos para os pés, ricos em ureia, manteiga de karité ou óleo de amêndoas. 2. Evite banhos muito quentes e demorados A água quente retira a oleosidade natural da pele, deixando os pés ainda mais ressecados. 3. Use meias de algodão Elas ajudam a manter a hidratação e deixam a pele respirar, evitando rachaduras. 4. Faça esfoliação semanal Remove células mortas e ajuda o hidratante a penetrar melhor. Mas sem exageros para não agredir a pele. 5. Beba água! Mesmo no frio, mantenha-se hidratado. A água é fundamental para a saúde da pele. 6. Faça manutenção com seu podólogo Um profissional pode prevenir fissuras e orientar o melhor cuidado para o seu tipo de pele. Cuide dos seus pés. Eles sustentam você o ano todo!

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Mais sobre Planta do Pé

A planta do pé é responsável por suportar o peso do corpo e desempenha um papel crucial na mobilidade diária. Por isso, cuidar dessa região é fundamental para evitar dores, calosidades e outros problemas que podem surgir com o tempo.

Produtos específicos, como palmilhas, hidratantes e protetores, ajudam a manter a pele saudável, proporcionando amortecimento e alívio da pressão em áreas sensíveis. Além disso, é importante adotar uma rotina de cuidados que inclua o uso de cremes para manter a pele macia e prevenir o ressecamento.

Alongamentos e massagens regulares também são recomendados para estimular a circulação e aliviar o cansaço.

A Baruel oferece uma linha completa de produtos desenvolvidos para proteger a planta do pé, garantindo mais conforto, segurança e qualidade de vida em cada passo. ​​