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O ressecamento da pele dos pés pode causar desconforto e rachaduras (fissuras podais). Conheça nosso creme reparador para calcanhares e nosso hidratante regenerador com fórmula segura para diabéticos, que atende também às peles secas e extrassecas.

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Caminhada afasta a depressão? Especialistas respondem!
Caminhada

Caminhada afasta a depressão? Especialistas respondem!

A atividade física é uma forte aliada da saúde mental e pode desempenhar um papel importante na prevenção e no tratamento da depressão. Entre as opções mais acessíveis, a caminhada se destaca por ser democrática e poder ser praticada em diferentes ritmos, e por pessoas de todas as idades. Mas qual é o real impacto dessa prática no cérebro? A educadora física Bianca Vilela, mestre em fisiologia do exercício, explica que a caminhada gera adaptações fisiológicas benéficas que contribuem diretamente para o bem-estar emocional. "Melhora a circulação sanguínea, aumenta a oxigenação cerebral e estimula a liberação da endorfina e serotonina, que ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade", lista. O psiquiatra Rafael Moraes, por sua vez, reforça que a caminhada tem um papel essencial na regulação do humor. "Atividades físicas, mesmo de baixo impacto, são antidepressivas porque incitam a produção de neurotransmissores que ajudam no combate à depressão. A sensação de bem-estar pode ser percebida logo após a prática", afirma. Ele acrescenta que a caminhada estimula a produção de endorfina, serotonina e dopamina – substâncias essenciais para a regulação emocional. Além disso, reduz os níveis de cortisol, o hormônio associado ao estresse, favorecendo consequentemente o equilíbrio mental a longo prazo. Quanto tempo de caminhada é indicado Para obter benefícios significativos na saúde mental, Bianca recomenda uma frequência de 3 a 5 vezes por semana, com uma duração ideal entre 30 e 60 minutos por sessão. A intensidade pode ser leve a moderada, mas com um leve aumento da frequência cardíaca. Na dúvida entre praticar ao livre ou na esteira? Saiba que o ambiente externo pode, sim, oferecer vantagens extras. "Ao caminhar ao ar livre, o corpo lida com diferentes superfícies e inclinações, o que exige maior ativação muscular. Além disso, a exposição à luz natural contribui para a produção de vitamina D, que tem impacto positivo no humor", destaca a fisiologista. Por outro lado, a esteira permite um controle maior do ritmo e do terreno, sendo uma boa opção para quem prefere um ambiente previsível ou tem dificuldades de locomoção, por exemplo. Para quem nunca praticou atividades físicas, a recomendação é começar de forma gradual. "Inicie com sessões curtas, de 10 a 15 minutos, e vá aumentando o tempo progressivamente", recomenda a educadora física Bianca Vilela. Não se esqueça: Usar calçados adequados para evitar impacto excessivo nas articulações; Manter um ritmo confortável, respeitando os limites do corpo; Hidratar-se bem, especialmente em dias quentes. "O mais importante é criar uma rotina sustentável. A caminhada deve ser um hábito prazeroso e não uma obrigação", lembra a especialista. Ah! O horário da caminhada escolhido pode oferecer benefícios distintos: Pela manhã: a exposição à luz natural ajuda a regular o ritmo circadiano e estimula a serotonina, promovendo mais disposição ao longo do dia. No final da tarde ou à noite: pode ajudar a aliviar o estresse acumulado e melhorar a qualidade do sono. "A escolha do horário deve levar em conta a rotina de cada pessoa. O essencial é manter a constância", pontua Bianca. Caminhadas X medicação O psiquiatra Rafael Moraes destaca que, para casos leves, a caminhada pode ser tão eficaz quanto a medicação, desde que seja feita com frequência e alinhada a outras práticas saudáveis. Já nos quadros mais severos, o exercício pode ser um grande aliado, mas não substitui o acompanhamento médico e terapêutico. "Quando a atividade é constante e bem orientada, pode ajudar a evitar a necessidade de remédios. Mas cada caso deve ser avaliado individualmente", ressalta o médico. "A caminhada é um excelente primeiro passo para quem quer melhorar a saúde mental", finaliza. Lembre-se: não se deve iniciar nem interromper medicações sem orientação médica.

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos
Neuroma de Morton

Neuroma de Morton: saiba o que é, como evitar e tratamentos

O Neuroma de Morton é uma condição que causa dor na parte da frente do pé, especialmente entre o terceiro e quarto dedos, com o aumento de volume de um nervo localizado entre os ossos metatarsos. “Esse inchaço é geralmente provocado por sobrecarga crônica e tem os sapatos de salto alto e bico fino como grandes vilões da história, pois causam pressão excessiva nessa região”, aponta o ortopedista André Donato Baptista, especialista em cirurgia de pé e tornozelo. Sintomas incluem sensação de formigamento Além da dor intensa, o Neuroma de Morton provoca sensações de formigamento e até choques nos dedos e no peito do pé, principalmente quando a pessoa usa calçados mais apertados. Aí surge a dúvida: como saber que o pé está formigando e não outra situação? Neste caso, deve-se observar se há uma leve dormência, acompanhada por pontadas na pele e perda momentânea da sensibilidade. A advogada aposentada Vanda Lopes Alves, 65 anos, de São Paulo, descreve a sensação. “Parecia uma queimação, como se estivesse pisando em uma pedrinha”, conta ela, que foi diagnosticada com Neuroma de Morton há cinco anos. Como prevenir o Neuroma de Morton Para reduzir o risco de desenvolver a condição, o ortopedista André Donato Baptista recomenda: Use calçados confortáveis. Evite sapatos de bico fino e saltos altos, preferindo os modelos de, no máximo, 4 a 5 centímetros de elevação Alongue-se. Exercícios regulares de alongamento para as panturrilhas ajudam a diminuir a pressão na frente do pé. Aposte na distribuição de peso. Manter um bom suporte nos pés através de sapatos adequados reduz o impacto direto na região. Tratamento indicado para Neuroma de Morton “O tratamento envolve medidas que aliviam a pressão sobre o neuroma: usar calçados confortáveis, tomar medicação anti-inflamatória, fazer fisioterapia, usar palmilhas e até mesmo realizar infiltrações de corticoide”, detalha o médico. Se todas essas medidas falharem, a cirurgia para a retirada do neuroma pode ser indicada. Vanda Lopes Alves, após tentativas com tratamentos conservadores, optou pela cirurgia. “A recuperação levou algumas semanas e exigiu fisioterapia, mas finalmente me vi livre das dores”, relata. Ela revela que, desde então, passou a evitar sapatos de salto e mantém o conforto como prioridade. Mas a cirurgia cura mesmo? Segundo o ortopedista, sim. A intervenção cirúrgica é um tratamento definitivo para o problema. Por outro lado, em alguns casos, mesmo que as demais opções terapêuticas não curem, podem ser suficientes. A importância de cuidar dos pés O Neuroma de Morton é uma condição que pode ser prevenida com alguns cuidados simples, mas que precisam ser escolhas diárias durante toda a vida. Por exemplo, optar por calçados adequados e perceber os sinais do corpo são medidas essenciais para proteger os pés de problemas futuros. Nesse sentido, Vanda deixa um recado para as mulheres que sofrem com o desconforto dos saltos: “O que é bonito hoje, amanhã pode ser motivo de cirurgia e dores. O desconforto nunca está na moda”. Embora em alguns casos o sapato alto seja visto como obrigatório, relatar as dores decorrentes do uso ao ortopedista pode ajudar a identificar o problema e conseguir um laudo médico, suficiente para a troca do calçado, mesmo no ambiente de trabalho. Ou seja, com prevenção e tratamento adequado, é possível controlar e até eliminar os sintomas, mantendo os pés saudáveis e livres de dores no dia a dia.

Sapatos pioram o calcanhar rachado. Saiba quais evitar
Calcanhar Rachado

Sapatos pioram o calcanhar rachado. Saiba quais evitar

O calcanhar rachado é um dos problemas mais comuns nos pés e costuma aparecer quando a região fica ressecada, sem receber os cuidados adequados. Além da falta de hidratação, alguns tipos de calçados podem agravar o quadro, deixando a pele ainda mais áspera e sujeita a fissuras. A podóloga Cristina Calixto aponta que o ressecamento surge por uma combinação de fatores: falta de hidratação, andar descalço, usar muitas rasteirinhas e até mesmo não ir ao podólogo regularmente. Quando a pele começa a ficar grossa e a apresentar pequenas rachaduras, é sinal de que o problema está evoluindo. “Se as fissuras começarem a sangrar, já é um estágio bem avançado e exige atenção imediata”, alerta. Além do desconforto estético, as rachaduras representam um risco iminente à saúde. “Um corte aberto é porta de entrada para bactérias, fungos e vírus em qualquer pessoa”, pontua a podóloga. No entanto, a situação pode ser ainda mais grave para outros grupos, como os diabéticos. “Quem tem diabetes tende a ter uma evolução ainda mais rápida para algo mais sério, pois já enfrenta maior sensibilidade na região”, avisa. Por isso, identificar os sinais iniciais e ajustar os cuidados é essencial para evitar complicações. O papel do calçado nas rachaduras Os sapatos têm grande influência no surgimento e na piora do problema. Modelos que deixam os pés muito expostos, por exemplo, aumentam o atrito com o solo e favorecem o ressecamento. “As rasteirinhas são as principais vilãs nesse sentido, porque deixam o calcanhar em contato direto com o ambiente”, afirma Cristina Calixto. A seguir, ela lista os tipos de calçado que pedem mais atenção: Rasteirinhas e chinelos; Modelos muito apertados; Saltos altos e finos que causam desconforto; Calçados abertos, de calçar, como o mule. “É bom lembrar que usar esses sapatos não vai deixar o pé rachado. Eles podem agravar o quadro, deixar mais propensos, mas não são vilões isoladamente. O segredo está em associar o uso a cuidados corretos, como hidratar com produtos à base de ureia, ir ao podólogo e revezar os calçados”, adiciona a profissional. Sapatos que ajudam a prevenir Por outro lado, existem modelos que são aliados para evitar rachaduras nos pés. Entre as melhores opções estão calçados que oferecem conforto e proteção, feitos de materiais respiráveis e com bom solado. Cristina recomenda dar preferência a modelos que: Tenham apoio e amortecimento adequados; Não causam compressão ou atrito; Sejam do tamanho certo e feitos com tecidos que respiram. Cuidados diários também fazem diferença. Para tratar e prevenir as rachaduras, a hidratação é o passo mais importante. “Não só ajuda, como é padrão-ouro. Nada é mais eficaz do que o básico bem feito todos os dias”, garante a especialista. Os cuidados ideais ainda incluem: Lavar bem os pés e secar completamente, inclusive entre os dedos; Aplicar hidratante diário com ureia (com atenção às contraindicações para gestantes e diabéticos, por exemplo); Fazer spa dos pés mensalmente e plástica dos pés quinzenalmente; Evitar andar descalço. As lixas igualmente podem ajudar no acabamento da plástica dos pés, mas precisam ser usadas com cautela. “Se forem utilizadas com força ou em excesso, causam efeito rebote, ou seja, rachaduras até somem no momento, mas voltam em dobro depois”, explica a podóloga, que destaca a eficácia de produtos emolientes e desbastadores por si só. Quando procurar o podólogo Cristina recomenda não esperar o problema se agravar. “O ideal é não deixar a corda arrebentar. Tente ir ao podólogo a cada 15, 30 ou pelo menos 45 dias, dependendo da situação. Assim, conseguimos tratar e manter qualquer queixa, incluindo o ressecamento e as rachaduras.” Com consultas regulares, boas escolhas de calçados e os cuidados ideais, a tendência é evitar que a pele fique ressecada e, consequentemente, não chegar ao estágio de rachaduras e fissuras.

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Mais sobre Ressecamento

O ressecamento da pele, principalmente das pernas e dos pés, é uma condição comum que pode resultar em desconforto, fissuras e até inflamações. Manter a hidratação adequada é essencial para prevenir o aparecimento de rachaduras, especialmente em áreas mais suscetíveis do corpo, como os calcanhares e cotovelos.

A marca Tenys Pé Baruel desenvolveu um creme reparador para calcanhar e um hidratante com fórmula segura para diabéticos, que atende também às necessidades de peles secas e extrassecas.

Com os cuidados certos, é possível manter a saúde da pele e desfrutar de mais conforto no dia a dia. ​