Ressecamento
O ressecamento da pele dos pés pode causar desconforto e rachaduras (fissuras podais). Conheça nosso creme reparador para calcanhares e nosso hidratante regenerador com fórmula segura para diabéticos, que atende também às peles secas e extrassecas.
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Perguntas frequentes
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Hidratação dos pés preserva a pele e evita calos. Entenda
Manter a hidratação dos pés é mais importante do que parece. Afinal, a pele dessa região é mais espessa, especialmente na planta, e tende a ressecar com mais facilidade. Para evitar rachaduras, calosidades e garantir conforto, uma rotina de cuidados com a hidratação faz toda a diferença. O podólogo Joaquim Sato salienta que o hábito de hidratar os pés é essencial, porque preserva a integridade da pele, evitando que ela se rompa com facilidade. “Além disso, retarda o crescimento de calos e calosidades e mantém a pele mais próxima do que era na juventude, com maciez e elasticidade”, acrescenta. Benefícios da hidratação Portanto, investir na hidratação regular dos pés traz diversos benefícios, principalmente: Prevenção de rachaduras e fissuras, que podem se tornar dolorosas; Retardo do crescimento de calos e calosidades; Manutenção da elasticidade da pele; Sensação de maciez e conforto; Proteção contra ressecamento extremo. Como e quando hidratar os pés? Existe, sim, jeito e hora mais adequada para a hidratação. Nesse sentido, o podólogo recomenda que seja feita sempre que possível, mas com preferência para o período noturno. “À noite, os pés ficam mais tempo em contato com o produto, permitindo que a pele absorva melhor o hidratante. Nesse momento, pode-se até usar um creme mais consistente, que traz melhores resultados”, orienta. Os diferentes tipos de hidratantes Falando nos cremes, é importante escolher a fórmula certa. Isso porque, embora haja uma grande variedade disponível no mercado, nem todas as formulações oferecem o mesmo nível de hidratação. Joaquim Sato reforça que, quanto mais consistente, melhor será o efeito. Veja opções: Hidratantes à base de ureia: são conhecidos por seu alto poder de hidratação, ajudam a reter água na pele; Manteigas vegetais (karité, cacau): oferecem nutrição profunda e são ideais para peles secas; Óleos e parafina: formam uma película que evita a perda de água, mantendo a hidratação por mais tempo, mas não hidratam diretamente. Vale lembrar que casos de pele extremamente seca, fissuras e calosidades demandam uma atenção maior. Nessas situações, a hidratação intensiva (com os produtos sugeridos acima) costuma ser recomendada, mas pode ser insuficiente. É aí que entra o acompanhamento profissional para novas orientações. Hidratante e emoliente: qual a diferença? Além de todos os hidratantes, existem os chamados emolientes. Apesar de muitas pessoas confundirem os dois, eles têm funções diferentes: Hidratantes: repõem água na pele, mantendo a maciez e a elasticidade; Emolientes: ajudam a amolecer e a soltar o excesso de pele, geralmente utilizados por podólogos para tratar áreas mais ressecadas ou com calosidades. De acordo com o especialista, para um tratamento mais completo, o ideal é combinar os dois, mas sempre com avaliação de um profissional capacitado. “Em casos de excesso de pele, usamos o emoliente primeiro para soltar as áreas endurecidas. Depois, aplicamos um bom hidratante para garantir a nutrição da pele”, cita. Hidratação caseira ou profissional É totalmente possível manter os pés bem hidratados em casa, porém, a hidratação feita por um podólogo tem alguns diferenciais importantes. “No consultório, usamos produtos voltados para profissionais e preparamos os pés para receber a hidratação de forma mais eficiente, removendo calosidades e promovendo tratamentos específicos”, explica o especialista. Se a ideia é potencializar os cuidados em casa, o podólogo recomenda o seguinte protocolo: 1. Faça um tratamento podológico para preparar os pés; 2. Aplique um creme hidratante consistente; 3. Após alguns minutos, finalize com óleo ou parafina para selar a pele e prolongar o efeito da hidratação.
O que é a análise da marcha e por que ela é tão importante?
A marcha é o ato de caminhar e envolve uma sequência complexa de movimentos coordenados entre pés, tornozelos, joelhos, quadris e coluna. Qualquer alteração nesse processo pode gerar sobrecargas, compensações e, com o tempo, dores e lesões em diferentes partes do corpo. Por isso, a análise da marcha é uma ferramenta fundamental na avaliação da saúde locomotora. A análise da marcha consiste na observação detalhada de como a pessoa caminha, avaliando o apoio dos pés no solo, a distribuição do peso corporal, o alinhamento dos membros inferiores e o movimento das articulações durante cada fase do passo. Muitas vezes, o paciente sente dor no joelho, no quadril ou na lombar, mas a causa do problema está na forma como os pés realizam o contato com o chão. Pisada inadequada Quando a pisada é inadequada, o corpo passa a realizar compensações biomecânicas para manter o equilíbrio e a locomoção. Essas compensações podem provocar rotações excessivas das pernas, desalinhamento dos joelhos e sobrecarga nos quadris, favorecendo o surgimento de dores crônicas, inflamações e desgaste articular. O joelho, por exemplo, é uma articulação que sofre grande influência da pisada, pois recebe tanto o impacto do solo quanto as alterações de alinhamento vindas dos pés e dos quadris. Já os quadris têm papel essencial na estabilidade e no controle do movimento durante a marcha. Quando esses segmentos não trabalham em harmonia, todo o corpo é afetado. Análise da marcha A importância da análise da marcha está justamente na identificação precoce desses desequilíbrios. Através dessa avaliação, o profissional consegue compreender a origem das queixas do paciente e propor um plano de cuidado individualizado. Isso pode incluir orientações posturais, cuidados podológicos específicos, exercícios de fortalecimento e alongamento e, quando indicado, o uso de órteses plantares. Além do tratamento, a análise da marcha tem um papel essencial na prevenção. Crianças, adultos, idosos, atletas e pessoas com doenças crônicas podem se beneficiar dessa avaliação, evitando o agravamento de alterações que poderiam evoluir para quadros mais complexos no futuro. Investir na análise da marcha é investir em qualidade de vida. Cuidar da forma de caminhar é cuidar do corpo como um todo, promovendo equilíbrio, conforto e saúde a cada passo.
Neuroma de Morton: ‘pedrinha no sapato’ é alerta
A dor na parte frontal do pé que parece uma “pedrinha no sapato” é um relato clássico de quem tem Neuroma de Morton. O problema envolve um nervo entre os dedos que sofre pressão repetidamente, gerando desconforto, queimação, formigamento ou fisgada, que piora com calçados apertados e costuma aliviar ao ficar descalço. “Neuroma de Morton é uma inflamação com espessamento de um pequeno nervo entre os ossos do antepé. Na prática, acontecem compressão e espessamento ao mesmo tempo”, diz o ortopedista Mateus Jerônimo. Significa que o espaço reduzido comprime o nervo, a pressão contínua o engrossa e inflama, e o aumento de volume amplia ainda mais a compressão - um ciclo que explica a persistência da dor. “O nervo inflamado forma uma pequena saliência na planta do pé. Quando a pessoa apoia o peso, essa área é pressionada entre os ossos e o chão, gerando a sensação de ter uma pedrinha dentro do calçado, mesmo descalço”, acrescenta o médico. O que evitar Conforme aponta o especialista, alguns fatores aumentam a chance de desenvolver a condição. Entre os principais estão: Usar sapatos de bico fino ou salto alto, que comprimem os dedos; Estar com excesso de peso, que sobrecarrega o antepé; Ter alterações no formato do pé, como pé plano ou cavo, joanete e dedos em garra; Praticar atividades de impacto (corrida, dança, esportes com salto); Passar longos períodos em pé, sobretudo com calçados rígidos. É fundamental evitar esses hábitos e, se possível, pensar em alternativas para cada um deles. No caso dos calçados, por exemplo, vale trocar o bico estreito pelo mais largo e o salto alto pelo baixo, de até 3 centímetros, com solado macio e palmilhas de apoio central, que ajudam a distribuir o peso e reduzem o atrito. Mateus Jerônimo também observa que, em atividades de impacto, especialmente corrida, a frente do pé absorve grande parte da carga. “Por isso, é decisivo usar tênis com bom amortecimento e espaço para os dedos, além de ajustar o volume dos treinos, evitando aumentos bruscos”, orienta. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico é clínico. Ou seja, é essencial ir ao ortopedista, que identifica a queixa típica e localiza o ponto doloroso ao pressionar o espaço entre os dedos. Exames como ultrassonografia e ressonância magnética confirmam o espessamento do nervo e afastam outras possibilidades, se houver dúvidas. A boa notícia é que, na maioria dos casos, a solução também é clínica e bastante eficaz. O especialista destaca as seguintes medidas: Troca de calçados por modelos mais confortáveis e largos; Uso de palmilhas ortopédicas com apoio metatarsal; Fisioterapia para fortalecer a musculatura do pé e equilibrar as cargas; Prescrição de medicamentos e infiltrações para reduzir a inflamação e aliviar a dor. “A cirurgia só é considerada quando a dor persiste, de 3 a 6 meses, apesar do tratamento clínico. O procedimento libera o nervo ou remove a área mais afetada, conforme a avaliação médica”, acrescenta Mateus Jerônimo. Por último, cabe ressaltar que, embora raro, o Neuroma de Morton pode voltar mesmo após a cirurgia. O ortopedista observa que alguns pacientes acabam desenvolvendo uma cicatriz sensível no local, portanto, é fundamental manter as medidas de controle e proteção.
Mais sobre Ressecamento
O ressecamento da pele, principalmente das pernas e dos pés, é uma condição comum que pode resultar em desconforto, fissuras e até inflamações. Manter a hidratação adequada é essencial para prevenir o aparecimento de rachaduras, especialmente em áreas mais suscetíveis do corpo, como os calcanhares e cotovelos.
A marca Tenys Pé Baruel desenvolveu um creme reparador para calcanhar e um hidratante com fórmula segura para diabéticos, que atende também às necessidades de peles secas e extrassecas.
Com os cuidados certos, é possível manter a saúde da pele e desfrutar de mais conforto no dia a dia.

