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Ressecamento

O ressecamento da pele dos pés pode causar desconforto e rachaduras (fissuras podais). Conheça nosso creme reparador para calcanhares e nosso hidratante regenerador com fórmula segura para diabéticos, que atende também às peles secas e extrassecas.

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Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema
Calcanhar Rachado

Pés rachados e trabalho em pé: como aliviar o problema

Ficar horas em pé faz parte da rotina de trabalho de muita gente. O problema é que, com o passar do tempo, o corpo costuma cobrar a conta, sobretudo dos pés. Pele mais grossa, ressecamento e até fissuras são alguns dos problemas comuns. Isso aconteceu com o açougueiro Bruno Morais, de 50 anos. Acostumado a longas jornadas, ele começou a perceber mudanças nos pés ao longo dos anos, com o calcanhar ficando mais grosso e o surgimento das rachaduras. “No fim do dia, até doía para andar, mas ignorei por muito tempo. Agora minha namorada me ensinou a cuidar melhor: passar um hidratante mais potente após o banho, não usar chinelo com frequência e trabalhar com sapatos confortáveis”, conta. Quem trabalha em pé sofre mais Não é coincidência: quem passa o dia em pé realmente tem mais chance de desenvolver rachaduras nos pés. Segundo a podóloga Simone Bonani, o problema está na pressão constante sobre os calcanhares. “O peso do corpo, somado ao atrito, favorece o espessamento da pele. Com o tempo, o ressecamento, aliado à carga contínua, leva às fissuras”, explica a profissional. No entanto, isso não acontece de uma hora para a outra. O processo é gradual e começa pelo ressecamento. Quanto mais ressecar, mais grossa a pele fica. É aí que surgem as rachaduras, que podem até mesmo sangrar e doer. Quando o problema deixa de ser estético Nem toda rachadura é igual. Além disso, em alguns casos, o quadro deixa de ser superficial e afeta o dia a dia da pessoa para além da estética. Os principais sinais de alerta são: fissuras profundas; dor ao caminhar; sangramento; vermelhidão; sensibilidade na região. Diante de tais situações, Simone Bonani recomenda procurar um profissional para evitar complicações. Isso porque ter um ou mais desses sintomas indica que a pele já perdeu sua função de barreira protetora. O que ajuda (ou piora) no dia a dia A boa notícia é que alguns cuidados simples fazem diferença, sobretudo para aqueles trabalhadores que, assim como o açougueiro Bruno Morais, não conseguem evitar longos períodos em pé. Vale apostar em: hidratar os pés todos os dias, principalmente após o banho; manter a pele sempre limpa e seca; evitar andar descalço; fazer a remoção de calosidades com um profissional. “O tipo de calçado também pesa muito. Sapatos confortáveis e com bom amortecimento ajudam a reduzir o impacto. Já modelos abertos ou muito rígidos tendem a piorar o quadro”, afirma a podóloga Simone. Por último, vale um ponto de atenção: nada de tentar remover a pele em casa com lâminas ou objetos cortantes. Essa prática pode agravar as fissuras e aumentar o risco de infecção, especialmente em pessoas com diabetes.

Minhas pernas doem quando corro. E agora?
Corrida

Minhas pernas doem quando corro. E agora?

Quem começa a correr pode enfrentar desconfortos musculares logo no início do treino. Muitas vezes, as dores fazem parte do processo de adaptação do corpo à nova atividade, mas também podem indicar algo errado, como postura inadequada ou falta de preparo físico. Diz o fisiologista e educador físico Edson Timóteo que sentir certo incômodo nos primeiros minutos da corrida é até esperado, principalmente para iniciantes ou entre quem ficou muito tempo parado. "Isso acontece porque os músculos ainda não estão aquecidos e preparados para o impacto. Porém, se a dor for intensa, persistente ou acompanhada de outros sintomas, pode ser um sinal de sobrecarga ou até lesão”. Ele diz ainda que a dor pode surgir em diferentes momentos do treino, mas costuma ser mais comum ao final ou depois da atividade, devido ao desgaste muscular. "A chamada dor muscular de início tardio (DMIT) aparece 24 a 48 horas depois do esforço, quando ocorrem microlesões nas fibras musculares", acrescenta. O que fazer para reduzir as dores Se a dor surge já nos primeiros minutos da corrida e atrapalha o desempenho, isso pode ser sinal de que algo precisa ser ajustado. O fisiologista recomenda avaliar alguns pontos: Aquecimento inadequado: começar sem uma preparação muscular pode aumentar a rigidez e dificultar a corrida; Calçado incorreto: um tênis sem amortecimento adequado pode sobrecarregar os músculos e articulações; Técnica errada: pisada inadequada ou postura desalinhada podem gerar dores desnecessárias; Falta de condicionamento: quem começa a correr sem fortalecimento muscular pode sentir mais desconforto. Além desses fatores, condições médicas pré-existentes, como problemas circulatórios e articulares, podem influenciar. "Se a dor for forte logo no início ou persistir por vários dias, é importante procurar um profissional para investigar a causa", alerta o treinador. Como deixar a corrida mais fácil Para evitar dores e melhorar o desempenho, siga essas recomendações: Comece devagar: intercale corrida e caminhada até ganhar resistência; Faça um bom aquecimento: exercícios de mobilidade e alongamentos dinâmicos ajudam a preparar o corpo; Use calçados adequados: um bom tênis evita impactos excessivos; Hidrate-se e alimente-se bem: correr em jejum ou desidratado pode causar fadiga precoce; Respeite o ritmo do seu corpo: aumente a intensidade gradualmente e evite comparações com outros corredores. "O mais importante é criar consistência e não forçar o corpo além do limite. Com o tempo, a corrida se torna mais natural e prazerosa", enfatiza Timóteo. Sinais de alerta Algumas dores são comuns, mas outras exigem atenção médica. É importante ficar atento às que não melhoram com descanso e a outros sinais, como inchaço ou hematomas, dificuldade para movimentar os pés e as pernas, formigamento ou dormências nos membros e dores que irradiam para outras partes do corpo. Caso algum desses sintomas apareça, o educador físico explica que a corrida deve ser interrompida imediatamente para não agravar o caso. Na sequência, não se deve hesitar em procurar ajuda médica. “No início, achei que correr não era para mim” O administrador Rafael Costa, de 34 anos, sempre teve vontade de correr, mas enfrentou dores intensas logo no começo. "Minhas panturrilhas queimavam e sentia pontadas nos joelhos. Achei que eu simplesmente não tinha jeito para a corrida – e olha que eu nem estava tão fora de forma assim", lembra. Com orientação profissional, percebeu que o problema estava na falta de fortalecimento muscular e no uso de um tênis inadequado. "Ajustei a postura, comecei a fazer exercícios específicos e respeitei muito o meu ritmo. Em poucas semanas, a corrida deixou de ser um sacrifício e virou prazer. Hoje, não fico sem!", conta.

Palmilha do tênis: quando trocar para evitar dores nos pés
Pisada e Palmilha

Palmilha do tênis: quando trocar para evitar dores nos pés

Se o assunto é conforto, a palmilha se destaca, pois é uma das partes mais importantes do tênis para este fim, seja durante a caminhada ou a prática de atividades físicas. Mas o que nem todo mundo sabe é que precisa trocá-la de tempos em tempos. Embora a estabilidade dos pés dependa principalmente da ação dos músculos e tendões, o ortopedista Jonatas Brito, professor e pesquisador da Universidade Federal do Ceará (UFC), explica que a palmilha pode auxiliar na mecânica da marcha quando há necessidades específicas. De acordo com ele, a palmilha proporciona conforto, distribui melhor as cargas ao caminhar e auxilia no posicionamento dos pés quando existem alterações biomecânicas. “Se prescrita adequadamente, pode reduzir pontos de sobrecarga, aliviar dores e melhorar a eficiência do movimento”, diz o médico. Quando substituir a palmilha Não existe uma data exata para fazer a substituição pois, ao contrário do que muita gente imagina, não há uma vida útil única para todas as palmilhas. A durabilidade varia de acordo com o material utilizado, a frequência de uso, o peso corporal e o nível de atividade física. Um corredor que treina regularmente, por exemplo, tende a desgastar a palmilha muito mais rapidamente do que uma pessoa que a utiliza apenas nas atividades diárias. Além disso, as palmilhas originais dos tênis costumam ser desenvolvidas sobretudo para proporcionar conforto e amortecimento. Dependendo da intensidade de uso, podem perder essas características mais rápido do que se imagina. O que observar Segundo o especialista Jonatas Brito, ficar de olho nos desgastes da palmilha é fundamental para saber se chegou a hora de substituí-la. Se o item foi indicado para aliviar um determinado sintoma (como dor ou fadiga) que retorna, talvez sua eficácia esteja comprometida. Ainda merecem atenção alterações físicas no acessório, como deformações visíveis, perda do formato original, desgaste excessivo do material ou redução da capacidade de absorção de impacto durante a caminhada e a corrida. Os principais sinais de desgaste incluem: retorno de dores ou desconfortos nos pés; sensação de fadiga durante a caminhada; deformações visíveis; perda do formato original; desgaste excessivo do material; redução da absorção de impacto. Se notar um ou mais desses fatores, talvez seja hora de renovar as palmilhas. Não use palmilhas velhas Adiar a troca pode trazer prejuízos à saúde. Isso porque usar uma palmilha desgastada altera a forma como as cargas são distribuídas durante a caminhada. Como os membros inferiores funcionam de maneira integrada, o impacto disso vai além dos pés e pode atingir tornozelos, joelhos, quadris e até a coluna. “Mais importante do que seguir um prazo fixo é observar os sinais de desgaste. Em caso de dúvida, especialmente quando se trata de uma palmilha ortopédica personalizada, o recomendado é passar por uma reavaliação profissional”, orienta o ortopedista.

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Mais sobre Ressecamento

O ressecamento da pele, principalmente das pernas e dos pés, é uma condição comum que pode resultar em desconforto, fissuras e até inflamações. Manter a hidratação adequada é essencial para prevenir o aparecimento de rachaduras, especialmente em áreas mais suscetíveis do corpo, como os calcanhares e cotovelos.

A marca Tenys Pé Baruel desenvolveu um creme reparador para calcanhar e um hidratante com fórmula segura para diabéticos, que atende também às necessidades de peles secas e extrassecas.

Com os cuidados certos, é possível manter a saúde da pele e desfrutar de mais conforto no dia a dia. ​