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Ressecamento

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O que nunca fazer quando a unha encrava
Unha Encravada

O que nunca fazer quando a unha encrava

Uma dorzinha ao calçar o sapato, vermelhidão ao redor da unha e desconforto para caminhar podem ser os primeiros sinais de uma unha encravada. Nessa hora, muita gente tenta resolver o problema sozinha, mas algumas atitudes aparentemente simples podem agravar o quadro e transformá-lo em uma situação muito mais dolorosa. A jornalista Gabriela de Souza, 32 anos, percebeu os primeiros sintomas quando começou a sentir incômodo na lateral do dedo. Ao notar uma pequena ponta da unha entrando na pele, decidiu tentar removê-la usando um alicate. “Quando vi que estava vermelho, olhei com mais atenção e encontrei a pontinha da unha. Peguei um alicate e tentei tirar, mas acabei cortando no meio. A dor aumentou e tive até um rubor na região. Depois descobri que estava com infecção”, relata. O que causa a unha encravada A podóloga Sueli Santos explica que a unha encravada, conhecida tecnicamente como onicocriptose, acontece quando uma das laterais da unha cresce e penetra na pele ao redor. Isso é bastante comum e pode surgir por diferentes motivos. Entre as causas mais frequentes estão o corte incorreto das unhas, sobretudo quando os cantinhos são retirados, o uso de sapatos apertados, o formato natural da unha e pancadas repetidas nos dedos. Os primeiros sinais costumam incluir dor ao toque, vermelhidão, inchaço e desconforto ao caminhar ou usar meias e calçados. “Muitas pessoas acreditam que vai passar sozinho, mas é justamente nessa fase inicial que a situação costuma ser mais fácil de resolver. Quanto mais cedo houver atenção, menor a chance de complicações”, orienta a profissional. O que nunca fazer Segundo a profissional, a tentativa de resolver o problema em casa está entre os erros mais comuns observados no atendimento. Frequentemente, a pessoa tenta retirar uma pequena parte da unha e acaba provocando mais inflamação do que havia no início. Por isso, algumas práticas devem ficar de fora da rotina: cavar a lateral da unha com alicate, pinça ou objetos pontiagudos; arrancar pedaços da unha por conta própria; cortar os cantinhos para tentar liberar a pele; cortar a unha curta demais; ignorar sinais de inflamação; compartilhar instrumentos sem esterilização adequada; usar receitas caseiras ou produtos sem orientação profissional. Tais medidas podem provocar ferimentos, sangramentos, inflamações e infecções. Em alguns casos, acabam favorecendo o surgimento de uma espécie de tecido elevado e doloroso ao redor da unha, o que dificulta ainda mais a recuperação. Quando procurar ajuda O tratamento da unha encravada depende do estágio do problema e da causa envolvida. Por isso, a recomendação da especialista é procurar um podólogo logo nos primeiros sinais, antes que a situação evolua. A avaliação profissional se torna indispensável se surgirem inflamação importante, secreção, sangramento ou sinais de infecção. Nesses casos, tentar insistir em soluções caseiras pode agravar ainda mais o quadro. Além disso, a podóloga reforça que as unhas devem ser cortadas da forma mais reta possível, sem retirar os cantos. Pessoas com diabetes ou problemas de circulação merecem atenção redobrada, já que qualquer machucado nos pés pode trazer complicações maiores.

Caminhar na areia é ótimo, mas oferece riscos
Caminhada

Caminhar na areia é ótimo, mas oferece riscos

Caminhar na areia pode ser uma ótima opção para quem busca fortalecer os pés e melhorar o equilíbrio. Além da vista para o mar, a atividade oferece benefícios que vão além do lazer, mas exige cuidados específicos para evitar lesões. A caminhada na areia é acessível para todas as idades, desde que respeitados o tempo e a intensidade adequados ao condicionamento físico de cada um. "Idosos e pessoas menos condicionadas devem começar com doses mais leves para evitar fadiga excessiva", diz o fisioterapeuta Rafael Temoteo, membro da Sonafe Brasil (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física) e especialista no tratamento da dor no pé. O Universo do Pé conversou com o especialista e esclarece as principais dúvidas relacionadas ao exercício, que não custa nada e traz uma série de benefícios. Por que caminhar na areia faz bem? Segundo Temoteo, a caminhada na areia estimula a musculatura dos pés e melhora a estabilidade. "O contato direto com a areia ativa a planta dos pés e fortalece estruturas importantes para a mobilidade", explica. Além disso, a irregularidade do solo exige maior esforço muscular, o que pode ser um diferencial para quem quer aprimorar o condicionamento físico. Areia fofa ou dura: qual escolher? A escolha do tipo de areia impacta diretamente nos benefícios e na segurança do exercício. "A areia dura é mais estável, sendo ideal para iniciantes e idosos", afirma. Já a areia fofa é recomendada para crianças e atletas que desejam treinar o equilíbrio e fortalecer o tornozelo, uma vez que exige mais do corpo. Caminhar com ou sem tênis? O fisioterapeuta esclarece que depende do tempo e do tipo de solo. Para caminhadas curtas em terrenos planos, andar descalço pode ser benéfico, pois estimula a musculatura plantar. No entanto, se a atividade for prolongada ou o solo for irregular, o uso de tênis é recomendado para reduzir a sobrecarga e evitar lesões. Quais músculos são trabalhados? A caminhada na areia trabalha, principalmente, a musculatura do pé e do tornozelo, especialmente o arco plantar. "Esse tipo de estímulo faz mais sentido para crianças, que estão em fase de desenvolvimento muscular", destaca o profissional. Em adultos, o exercício pode contribuir para a estabilidade dos membros inferiores. Existe risco de lesões? Sim, há risco de lesão especialmente para quem tem instabilidade no tornozelo ou alguma alteração na pisada. Rafael Temoteo alerta que “a areia fofa aumenta as chances de torções e sobrecarga articular". Para minimizar riscos, ele recomenda iniciar na areia dura e, se necessário, usar tornozeleiras para dar suporte extra. Como se adaptar à caminhada na areia? Para quem nunca praticou, o ideal é começar com sessões curtas de até 30 minutos na areia dura, próxima ao mar. Segundo o especialista, isso reduz o impacto e facilita a adaptação. Com o tempo, é possível variar o terreno e aumentar a intensidade gradativamente. Quem pode praticar? A caminhada na areia é acessível para todas as idades, desde que respeitados o tempo e a intensidade adequados ao condicionamento físico de cada um. "Idosos e pessoas menos condicionadas devem começar com doses mais leves para evitar fadiga excessiva", conclui Temoteo.

Reflexologia alivia dores e equilibra o corpo. Entenda
Reflexologia e Massagem

Reflexologia alivia dores e equilibra o corpo. Entenda

Determinados pontos nos pés podem influenciar diretamente outras partes do corpo. Essa é a base da reflexologia podal, técnica terapêutica que promove bem-estar, alívio de tensões e equilíbrio energético por meio da estimulação de pontos reflexos. Popular em spas e clínicas de terapias alternativas, a prática oferece diversos benefícios para a saúde física e mental. Para entender mais, ouvimos a massoterapeuta e terapeuta holística Sandra de Freitas, que atua há mais de 30 anos com a técnica. O que é reflexologia podal? De acordo com a profissional, a reflexologia é uma terapia alternativa que utiliza pressões específicas nos pés para ativar pontos reflexos, os quais estão conectados a diferentes órgãos e partes do corpo. “A técnica utiliza os dedos das mãos, especialmente os polegares, ou até instrumentos específicos para alcançar pontos mais profundos e auxiliar no equilíbrio do organismo”, explica. Engana-se quem pensa que a reflexologia é uma técnica moderna - existe há pelo menos 4 mil anos e tem origens asiáticas. “Com o tempo, a prática se espalhou pelo mundo, sendo aperfeiçoada em diversas culturas, até chegar à forma atual”, conta a massoterapeuta. Várias técnicas e muita precisão O procedimento envolve uma série de técnicas aplicadas com cuidado e precisão. Nesse sentido, a especialista explica as principais etapas: Pressão com dedos e mãos: pontos específicos nos pés são estimulados para liberar tensões e equilibrar o organismo; Uso de instrumentos auxiliares: são utilizados para acessar pontos reflexos mais profundos; Massagem relaxante: finaliza o procedimento, proporcionando alívio e conforto; Calatonia: é uma técnica complementar em que os dedos dos pés são tocados suavemente, estimulando a circulação energética e relaxando profundamente. Conheça os benefícios Seja para relaxar ou como apoio a tratamentos médicos, os benefícios da reflexologia podal são muitos e incluem: Relaxamento profundo, reduzindo o estresse e a ansiedade; Melhora da circulação sanguínea, uma vez que promover o transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo; Auxílio ao sistema linfático, facilitando a eliminação de toxinas; Equilíbrio dos órgãos internos, gerado pela melhora do funcionamento geral do organismo; Sono mais reparador, já que ajuda a combater a insônia e promove o descanso adequado. Ainda segundo a terapeuta, o principal motivo que leva as pessoas a buscarem a técnica é o desejo de relaxar corpo e mente. “Muitos pacientes buscam a técnica para reduzir a ansiedade, aliviar dores e complementar outros tratamentos, como terapias físicas ou médicas,” comenta. Para quem a reflexologia podal é indicada Apesar de ser uma técnica benéfica e acessível, nem todas as pessoas podem se submeter à reflexologia podal. Entre as principais contraindicações estão: Gestantes até o terceiro mês de gravidez; Pessoas com inflamações no sistema linfático; Pacientes com trombose ou infecções nos pés, como micose. “Os pés precisam estar saudáveis para a prática, pois problemas na pele ou circulação podem agravar a situação”, alerta a profissional. Reflexologia X massagem Apesar de ambas serem terapias manuais e trabalharem o equilíbrio energético, reflexologia e massagem têm focos diferentes. Enquanto a massagem atua em todo o corpo, eliminando tensões musculares e promovendo relaxamento global, a reflexologia concentra-se nos pontos reflexos dos pés, influenciando órgãos e partes específicas. “Ambas as técnicas se complementam muito bem e oferecem resultados maravilhosos para o equilíbrio físico e energético”, afirma Sandra.

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O ressecamento da pele, principalmente das pernas e dos pés, é uma condição comum que pode resultar em desconforto, fissuras e até inflamações. Manter a hidratação adequada é essencial para prevenir o aparecimento de rachaduras, especialmente em áreas mais suscetíveis do corpo, como os calcanhares e cotovelos.

A marca Tenys Pé Baruel desenvolveu um creme reparador para calcanhar e um hidratante com fórmula segura para diabéticos, que atende também às necessidades de peles secas e extrassecas.

Com os cuidados certos, é possível manter a saúde da pele e desfrutar de mais conforto no dia a dia. ​