Ressecamento
O ressecamento da pele dos pés pode causar desconforto e rachaduras (fissuras podais). Conheça nosso creme reparador para calcanhares e nosso hidratante regenerador com fórmula segura para diabéticos, que atende também às peles secas e extrassecas.
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Cuidado com os Pés
Perguntas frequentes
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Sentir cócegas nos pés é uma reação do cérebro. Entenda!
Todo mundo conhece alguém que não pode nem encostar em seu pé descalço que já começa a rir. Isso acontece porque os pés estão entre as regiões mais sensíveis do corpo. Tem até explicação científica: há uma enorme concentração de terminações nervosas ali, ligadas diretamente ao cérebro, que reage rapidamente a qualquer estímulo inesperado, como uma cócega. Conforme explica o neurocirurgião Renato Chaves, especialista em cérebro e coluna, a sensação costuma ocorrer porque os pés são menos tocados no dia a dia. “Como ficam protegidos por calçados, não se acostumam ao toque constante. Quando são estimulados, o cérebro interpreta como algo diferente, ativando respostas rápidas, como risos ou movimentos involuntários”, esclarece. No entanto, essa sensibilidade varia de pessoa para pessoa e por diversos motivos. “Idade, doenças neurológicas, lesões e até fatores genéticos influenciam. Até o humor ou o estresse do dia podem mudar a forma como sentimos um toque”, afirma o médico. Cócegas: alerta ou problema? Embora a reação natural seja rir, a sensibilidade nos pés é também um mecanismo de proteção, uma vez que ajuda a manter o equilíbrio e sinaliza perigos. Quando há alteração nesse padrão, seja por excesso de sensibilidade ou pela perda dela, é preciso investigar para descartar qualquer problema mais sério. De acordo com o médico Renato Chaves, as principais causas de perda de sensibilidade nos pés incluem: Neuropatias periféricas (como as causadas por diabetes); Má circulação, que reduz a oxigenação dos nervos; Compressão de nervos na coluna; Doenças como esclerose múltipla. “Dormência, queimação, dor em repouso ou dificuldade para andar são sinais de alerta”, complementa o neurocirurgião. Já a hipersensibilidade pode causar dor até com o uso de calçados. Em alguns casos, o simples toque já incomoda. Isso pode estar relacionado a síndromes neurológicas e exige avaliação especializada. Cuidados para manter a sensibilidade Manter os pés saudáveis ajuda a preservar a sensibilidade. Algumas práticas recomendadas pelo médico incluem: Caminhar descalço em superfícies variadas, como grama ou areia; Fazer massagens e banhos de contraste (quente e frio); Adotar uma alimentação equilibrada e controlar doenças crônicas; Procurar fisioterapia neurológica em casos de alteração sensorial. Ele destaca ainda que crianças costumam ser mais sensíveis às cócegas, pois seus nervos estão em formação, o que explica as reações exageradas nestas situações. Já nos idosos, há tendência à perda dessa sensibilidade com o envelhecimento, afetando o equilíbrio e aumentando o risco de quedas. “Cuspi refrigerante de tanto rir” Beatriz Rocha, 26 anos, de São Paulo, nunca vai esquecer a primeira visita à casa dos sogros. Auxiliar administrativa e dona de uma risada fácil, sempre extrovertida, ela viveu um momento inusitado logo no início do namoro com Guilherme. “Estava sentada no sofá, tomando refrigerante, quando o irmãozinho do meu namorado, de quatro anos, veio brincar e fez cócegas no meu pé. Ri tanto que não consegui segurar e cuspi o refrigerante na hora”, lembra, ainda rindo. Apesar do constrangimento inicial, Beatriz confessa que todo mundo viu graça. “Na hora, fiquei apavorada achando que a família ia me achar doida. Mas, por sorte, eles levaram na brincadeira – e isso virou piada interna na família até hoje.”
“Fiz academia e a dor piorou”: será que o treino é vilão?
A prática de atividade física é essencial para a saúde, mas, quando feita de forma inadequada, pode ter o efeito oposto. Em vez de prevenir problemas, alguns treinos acabam agravando dores e até provocando lesões, sobretudo nas pernas e nos pés. Quem passou por isso foi a analista de operações sociais Giuliana Severino, 33 anos, quando começou a treinar com mais frequência, mesmo já sentindo um incômodo no joelho. Sem acompanhamento próximo, manteve exercícios intensos na rotina, como agachamento e o famoso “leg press”. “Teve um momento em que senti uma fisgada no meio do exercício. Depois disso, meu joelho doía em qualquer situação. Parei tudo e fui ao médico. Precisei de remédios, fisioterapia e descanso. Só voltei para a academia com o treino readequado”, lembra. Quais lesões são mais comuns Casos como o de Giuliana Severino não são raros. Segundo o cirurgião e ortopedista Ernane Neto, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Ceará (SBOT-CE), as lesões mais frequentes em quem pratica atividade física são: tendinite do tendão de Aquiles (região posterior da perna); tendinite patelar (joelho); tendinites dos tendões fibulares (lateral do tornozelo); tendinite da pata de ganso (joelho); síndrome da banda iliotibial (lateral da coxa até o joelho); síndrome do estresse tibial medial (canelite); fraturas por estresse. “Os movimentos repetitivos e a sobrecarga podem levar às lesões, principalmente quando o corpo não está adaptado à carga ou à intensidade do exercício. Já atividades com mudança de direção ou impacto, como corrida, futebol, vôlei e basquete, aumentam o risco de entorses”, explica o especialista em trauma ortopédico. Quando o exercício piora o quadro Nem sempre o problema está na atividade em si, mas na forma como é feita. Exercícios de impacto, por exemplo, tendem a agravar quadros articulares já existentes, como a artrose, pois aumentam a carga sobre as articulações. O médico alerta que alguns erros comuns no treino podem acelerar esse processo: iniciar atividades intensas sem adaptação prévia; aumentar carga ou volume de forma brusca; executar movimentos com desalinhamento corporal; treinar sem fortalecimento muscular adequado; praticar esportes de forma esporádica, sem preparo. Mas não é só: fatores externos também influenciam. Usar calçados sem amortecimento adequado e realizar as práticas em superfícies irregulares favorecem entorses e quedas. Sinais de alerta e retorno seguro Reconhecer os sinais do corpo é essencial para evitar a piora do quadro. Dores que surgem durante ou logo após o exercício, sobretudo quando são localizadas ou persistentes, sempre merecem atenção. Nesse sentido, o ortopedista Ernane Neto explica que o desconforto pós-treino é difuso e melhora entre 24 e 72 horas. Já a dor da lesão é específica, surge durante o esforço e tende a persistir ou até piorar com o tempo. O profissional ainda chama atenção para sinais de alerta: dor aguda ou que piora durante o treino; inchaço, vermelhidão ou roxo; sensação de instabilidade ou falseio; perda de força ou dificuldade para apoiar o membro; alteração na forma de andar (mancar). Já sobre o retorno para o esporte, a orientação é clara: só deve acontecer quando houver recuperação e ausência de dor no dia a dia. Ajustar a técnica, reduzir as cargas e retomar os exercícios gradualmente é fundamental para evitar novas lesões.
Como hidratar os pés em casa? Aprenda o passo a passo
Cuidar da hidratação dos pés é um passo essencial para manter a saúde e o bem-estar nessa parte do corpo. Muitas vezes negligenciada, a hidratação adequada pode prevenir problemas como rachaduras, calosidades e até infecções. A cosmetóloga e esteticista Talita Bovi explica a importância de um cuidado regular: “A hidratação dos pés é fundamental para evitar o ressecamento e problemas mais sérios na pele. Investir nessa rotina traz resultados visíveis e duradouros”. Os pés são expostos a atrito, pressão e ressecamento constante devido ao uso de sapatos e atividades diárias. Assim, a hidratação correta se mostra essencial para prevenir danos decorrentes desses fatores. "A pele dos pés é mais espessa e sujeita a atritos constantes. Sem hidratação adequada, pode se tornar áspera e desenvolver rachaduras, criando um ambiente propício para infecções”, alerta a profissional. Tipos de hidratantes mais indicados Só que não adianta usar qualquer creme. O uso de fórmulas mais potentes é fundamental, visto que a pele dos pés necessita de cuidados mais intensivos. De acordo com Talita Bovi, os melhores produtos para essa região são aqueles com ativos que ajudam a reter água e proteger a pele, como: Hidratantes com ureia: a ureia é um umectante eficaz que atrai e retém a água, sendo ideal para quem tem pés ressecados; Manteigas vegetais (karité, cacau, cupuaçu): essas manteigas proporcionam uma hidratação profunda e ajudam a manter a pele macia, criando uma barreira contra a perda de umidade; Óleos vegetais (amêndoas, coco, abacate): tais óleos restauram a barreira lipídica da pele, prevenindo o ressecamento; Ácidos salicílico e ácido lático: esses ingredientes têm propriedades esfoliantes leves e ajudam a melhorar a textura da pele, além de reduzirem calosidades. Como aplicar os hidratantes A aplicação deve ser feita de maneira regular para garantir resultados eficazes. Bovi orienta que a frequência ideal é de 1 a 2 vezes por dia para a maioria dos hidratantes, como os com ureia e óleos vegetais, que são os mais comuns. "É importante aplicar o hidratante enquanto a pele ainda está um pouco úmida, logo após o banho, para potencializar a absorção", ensina. A hidratação dos pés envolve várias etapas essenciais para garantir resultados satisfatórios. A seguir, a cosmetóloga sugere um protocolo de cuidados que vai da limpeza à hidratação profunda. 1. Limpeza (diária) Antes de aplicar qualquer hidratante, é fundamental lavar bem os pés com água morna e sabonete suave. Massageie as áreas entre os dedos e enxágue abundantemente para evitar resíduos de sabão que possam ressecar a pele. 2. Esfoliação (a cada 15 dias) A esfoliação remove as células mortas e prepara a pele para absorver melhor o hidratante. Use um esfoliante suave e faça movimentos circulares. Mas, atenção: não exagere na esfoliação para evitar microlesões. 3. Hidratação (diária) Logo após secar os pés, aplique o hidratante enquanto a pele ainda está levemente úmida. Massageie bem até que o produto seja totalmente absorvido. Lembre-se de evitar a aplicação entre os dedos para não criar um ambiente úmido que favoreça infecções. 4. Potencialização (opcional) Para intensificar a hidratação, envolva os pés com filme plástico ou um protetor para calcanhar por 20 a 30 minutos. Isso ajuda a aumentar a penetração dos ativos hidratantes. 5. Talco ou spray desodorante (opcional) Após a hidratação, aplique talco ou um spray desodorante para controlar os odores e a transpiração durante o dia, se desejar. Os produtos absorvem o excesso de umidade, previnem problemas como chulé e até infecções, além de prolongarem a hidratação. Cuidados especiais para diabéticos Lembre-se que pacientes diabéticos precisam adotar cuidados adicionais ao escolher produtos para os pés, devido à maior vulnerabilidade a lesões e infecções. "Esse grupo deve evitar cremes com ureia em concentrações altas para não agredir a pele sensível. Além disso, é importante escolher produtos sem fragrâncias ou corantes, que podem causar reações alérgicas", recomenda a especialista.
Mais sobre Ressecamento
O ressecamento da pele, principalmente das pernas e dos pés, é uma condição comum que pode resultar em desconforto, fissuras e até inflamações. Manter a hidratação adequada é essencial para prevenir o aparecimento de rachaduras, especialmente em áreas mais suscetíveis do corpo, como os calcanhares e cotovelos.
A marca Tenys Pé Baruel desenvolveu um creme reparador para calcanhar e um hidratante com fórmula segura para diabéticos, que atende também às necessidades de peles secas e extrassecas.
Com os cuidados certos, é possível manter a saúde da pele e desfrutar de mais conforto no dia a dia.

