Baruel é vencedor do Prêmio ReclameAQUI 2025 na categoria Higiene Pessoal
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Cheirinho de Bebê

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Mala de maternidade: o que precisa (ou não) estar na lista
Mala da Maternidade

Mala de maternidade: o que precisa (ou não) estar na lista

Montar a mala de maternidade costuma gerar dúvidas, insegurança e, em boa parte das vezes, exageros. Entre listas longas, indicações da internet e o medo de faltar algo importante, é comum que famílias acabem levando itens que nunca chegam a ser usados durante a internação. Ouvir relatos de mães e conversar com profissionais podem ajudar. É justamente esse olhar prático que a enfermeira obstetra Emanuela Gomes, que atua também como educadora perinatal, reforça no atendimento às gestantes. Para ela, o primeiro ponto é alinhar expectativa com realidade. Por exemplo, mãe e bebê saudáveis ficam internados por um período menor e isso já muda as necessidades. “Vejo malas com cinco trocas completas, acessórios e tecidos que não fazem sentido para um bebê que acabou de nascer”, relata a profissional. Nesse sentido, quanto mais robusta for a lista, maiores são as chances de conter itens desnecessários. Menos trocas, mais conforto Falando em roupinhas, a recomendação da especialista é levar três trocas de roupa para o bebê. Isso porque, nas primeiras 24 horas de vida, o recém-nascido ainda não deve tomar banho. Geralmente, só vão trocá-lo se a fralda vazar ou por uma escolha estética da família, algo comum para fotos. Quando for organizar as peças de vestuário, é bom evitar excesso de camadas e tecidos inadequados. As orientações são: Nada de lã, mantas grossas e tecidos ásperos ou muito quentes. São preferidos materiais leves, bem macios e confortáveis. Toucas, luvas e acessórios não costumam ser usados. Considere ainda a região de nascimento e estação vigente na época do parto. Frio e calor são bons guias para decidir o que deve ir na mala. O que você provavelmente não vai usar Entre os itens que mais retornam para casa sem uso estão os produtos de higiene. Chupetas, bicos e itens estéticos também entram nessa lista – a não ser em situações muito específicas, esses objetos não são necessários na maternidade. “Hoje não se recomenda o uso de sabonetes, shampoos, óleos ou produtos com cheiro na pele do recém-nascido. A orientação atual é manter o umbigo limpo e seco, apenas com água e sabão, sem álcool 70%”, explica a enfermeira obstetra Emanuela Gomes. E para a mãe? Além das roupas básicas, a educadora perinatal diz que alguns itens podem melhorar bastante o conforto da mamãe, como um travesseiro vindo de casa ou uma almofada de amamentação, já que os itens fornecidos pelo hospital podem nem sempre ser confortáveis. A produtora de eventos Aparecida Lopes, de 38 anos, se tornou mãe de um menino há quatro meses e exagerou na mala da maternidade. “Para mim, levei maquiagem, cinta e coisas para o cabelo. Não usei quase nada disso”, conta. Hoje, ela entende que o foco está no descanso e bem-estar. Portanto, não levaria nada estético, como cosméticos e acessórios. A camisola longa e o roupão também ficariam de fora da lista por não serem confortáveis. Pijamas larguinhos, absorventes geriátricos, calcinha e chinelo dão conta do recado. O tipo de parto muda a mala? Pouco ou quase nada. Assim como aconteceu com Aparecida, muitas mães definem uma via de parto e acabam tendo que mudar na hora por decisão médica. A real é que os itens principais atendem perfeitamente as duas situações. “Para o bebê, não muda absolutamente nada. Para a mãe, também não. A lista pós-parto é a mesma, com exceção de um spray para higiene da região íntima que pode ser recomendado após o parto normal”, esclarece a especialista Emanuela. Cueiros, chupetas, cintas e cosméticos seguem não sendo importantes em nenhum dos casos. Já macacão, body, calça, fraldas e cobertor são as indicações da mamãe que passou pela experiência recente. Ela dá uma dica útil: confira previamente o que já é oferecido pelo hospital para riscar da lista. Checklist: o que não deve faltar na mala de maternidade Com base na prática clínica e na experiência de quem acabou de sair da maternidade, a mala pode ser simples e bastante funcional. Anote o que não deve faltar: Para o bebê: 3 trocas de roupa leves (macacão, body, calça e meias); fraldas no tamanho RN; manta leve; roupa de saída da maternidade. Para a mãe: pijamas confortáveis; calcinha e absorventes pós-parto (o geriátrico funciona bem); chinelo; travesseiro (opcional); almofada de amamentação (se desejar); itens básicos de higiene; roupa larga para quando receber alta hospitalar. Se fosse montar a mala novamente, Aparecida priorizaria organização. “Os organizadores de roupas, com a troca completa, foram essenciais. Já deixava fralda, body, calça e macacão juntos. Isso facilita muito quando você está cansada”, compartilha.

O que o macaquinho Punch revela sobre vínculo e segurança?
Adaptação e Ambiente

O que o macaquinho Punch revela sobre vínculo e segurança?

A história de Punch, o filhote de macaco rejeitado pela mãe em um zoológico no Japão que passou a se agarrar a uma pelúcia, viralizou nas redes sociais. À primeira vista, a imagem parece apenas comovente. Mas, por trás do gesto, há um mecanismo profundo de adaptação emocional, que também vale para nós: a busca por segurança diante da perda. Para a neuropsicóloga e orientadora parental Juliana Selegatto, que atua com crianças e adolescentes na clínica Mental One, o episódio vai além da fofura e acaba expondo o desejo por proteção, algo central no desenvolvimento humano. “A cena evidencia uma necessidade básica do ser: sentir-se protegido. Diante da perda e da rejeição, o filhote procura algo que ofereça segurança e previsibilidade. Isso mostra como o vínculo não é apenas afetivo, mas também regulador das emoções, especialmente em fases iniciais da vida”, detalha a profissional. Em busca de estabilidade Assim como o macaquinho Punch buscou na pelúcia uma forma de se reorganizar diante da ausência materna, seres humanos recorrem a vínculos e recursos que tragam estabilidade emocional. Isso porque a necessidade de segurança não é secundária, mas essencial para o equilíbrio emocional. No caso de bebês e crianças pequenas, por exemplo, esse movimento pode se manifestar no apego a paninhos, ursinhos ou outros itens específicos. Embora, obviamente, eles não substituam os pais ou cuidadores, são como um apoio simbólico diante da separação. “Esses objetos funcionam como mediadores de conforto, ajudando a criança a lidar com a ausência ou a separação da figura de apego. Eles oferecem previsibilidade, acolhimento simbólico e auxiliam na autorregulação emocional”, explica Juliana. Apoio da Teoria do Apego A Teoria do Apego, do psicólogo e psiquiatra John Bowlby (1907-1990), também ajuda a compreender por que esse comportamento não é aleatório. O vínculo com uma figura cuidadora constitui a base de segurança e é a partir dela que o desenvolvimento emocional se organiza e a autonomia começa a surgir. De acordo com a especialista Juliana Selegatto, quando esse vínculo falha ou se rompe, o organismo tende a buscar alternativas para se regular, como o macaquinho de pelúcia abraçado carinhosamente pelo animal. O paralelo com bebês humanos é bastante direto, já que, nos primeiros meses, a presença dessa base de segurança é essencial para o desenvolvimento emocional saudável do pequenino. Vínculos ao longo da vida A história de Punch ilustra como a necessidade de vínculo atravessa toda a vida e influencia a forma como nos adaptamos ao ambiente. Afinal, a busca por segurança não desaparece com o crescimento, apenas assume novos formatos. “As experiências iniciais moldam a forma como confiamos, buscamos apoio e nos relacionamos. Quando o vínculo é seguro, ele favorece a autonomia. Porém, quando é frágil, tendemos a buscar compensações emocionais ao longo da vida”, observa a orientadora parental. Olhar com sensibilidade para comportamentos que, à primeira vista, podem parecer ‘estranhos’, é o conselho deixado pela neuropsicóloga. Muitas vezes, eles são tentativas legítimas de adaptação diante da perda, dos humanos e não humanos.

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?
Banho

Filho chora muito no banho: será a temperatura da água?

Banheiro preparado, água morna, ambiente tranquilo. O banho deveria ser daqueles momentos de puro cuidado e acolhimento, mas, às vezes, o choro do bebê já começa na hora de tirar a roupinha e entrar na banheira. Será que a temperatura da água está por trás de tantas lágrimas? Alguns sinais respondem a dúvida e ajudam a resolver o caso. A pediatra Anna Dominguez, dos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star, explica que o choro no banho é comum, principalmente nos primeiros três meses de vida. Nessa fase, o sistema neurológico ainda é imaturo, e mudanças de temperatura, retirada da roupa e afastamento do colo podem gerar desconforto. “O banho envolve troca de estímulos, contato com a água e alteração de posição, o que pode ser intenso para quem ainda está se adaptando ao mundo”, avalia a médica. Não compreender a transição de ambiente também está entre os motivos. Temperatura faz diferença Sem dúvidas, a água pode ser um fator importante no choro. A recomendação é testar antes de colocar a criança na banheira. A parte interna do antebraço é uma boa referência: se o adulto sentir desconforto por estar muito fria ou muito quente, o bebê provavelmente também sentirá. Existe uma faixa considerada ideal e segura para a água: em torno de 34 °C. Termômetros próprios para banheira ajudam a garantir essa precisão, já que o teste de pele não conseguirá ser tão exato. Além do choro, o corpo costuma dar sinais claros de desconforto térmico: calor excessivo: pele avermelhada, suor, rosto ou corpo inchados, menor atividade e até sonolência; frio excessivo: palidez ou tom acinzentado, irritação, choro persistente e pele marmorizada. “Observar esses indícios físicos e comportamentais ajuda a diferenciar um incômodo pontual de algo que precisa ser ajustado”, orienta Anna Dominguez, que ministra cursos de atualização para outros médicos do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais fatores que podem incomodar Nem sempre o problema está na água. Excesso de estímulos tende a ser estressante para bebês pequenos. Isso porque, quanto mais barulho ou movimentação, maior será a agitação dos pequeninos. Para tornar o momento mais confortável e favorecer a adaptação, a pediatra recomenda: manter ambiente calmo e silencioso; preferir luz indireta; ter, no máximo, uma ou duas pessoas conduzindo a rotina; optar por banhos rápidos; utilizar a temperatura adequada. Por fim, cabe um alerta: se, mesmo após os três meses, o bebê continuar apresentando estresse intenso no banho ou se o choro for tão forte a ponto de fazê-lo perder o fôlego, é importante buscar avaliação médica. “Pele extremamente arroxeada também merece atenção, pois pode indicar algo além do desconforto térmico”, finaliza a médica.

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Mais sobre Cheirinho de Bebê

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